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maio 31, 2006

SIC-TVI

Francisco Pinto Balsemão reuniu-se ontem com José Eduardo Moniz. No encontro, realizado à tarde, nas instalações da SIC, estiveram, igualmente, presentes Manuel Polanco e Miguel Gil, que representam a Prisa no Grupo Media Capital.

A reunião, a que uma fonte da Media Capital preferiu qualificar de “visita de cortesia”, acabou por causar algum burburinho na SIC, pois os trabalhadores da empresa foram surpreendidos com a presença de Moniz, que, reiteradamente, continua a ser apontado como transferível para a estação concorrente, a despeito da Impresa, que detém o canal de Carnaxide, colocar, sempre, de lado tal cenário.

O encontro terá servido para as partes abordarem assuntos de interesse comum, nomeadamente a atribuição das licenças televisivas e o litígio que têm com o Governo relativamente ao pagamento do tempo de antena. Balsemão, recorde-se, costumava encontrar-se com Pais do Amaral, quando este estava à frente dos destinos da Media Capital.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 10:36 PM | Comentários (0)

'A BOLA' : QUOTA À VENDA

Margarida Ribeiro dos Reis quer vender a quota que detém no jornal ‘A Bola’. A principal accionista e directora-adjunta do diário desportivo já terá, inclusive, feito uma proposta de venda da sua posição a um dos sócios, Arga e Lima, mas os números ficaram àquem do pretendido, garantiram ao CM várias fontes. O desejo de Margarida Ribeiro dos Reis não é novo, mas, ultimamente, terá ganho nova expressão.

O motivo prender-se-á com “o facto de já não se identificar como se identificava com o jornal”– como nos explicou uma das várias fontes contactadas pelo CM –, embora mantenha o seu nome no cabeçalho do jornal. Por isso, terá, mais recentemente, apresentado uma proposta a Arga e Lima, sócio em igual percentagem, se adicionarmos a posição da sua mãe, Maria Hermínia. A resposta, contudo, dizem-nos as nossas fontes, foi francamente inferior às expectativas da filha do coronel Ribeiro dos Reis, um dos fundadores do desportivo.

“A dr. Margarida Ribeiro dos Reis está mais do que nunca interessada em libertar-se do jornal”, sustenta outra fonte, argumentando que a publicação, “hoje em dia, não tem nada a ver com os princípios que ela defende”. O problema é que os números que lhe terão sido oferecidos são baixos relativamente ao que pedira e uma das causas para tal possibilidade prender-se-á com “a queda das vendas” de exemplares. ‘A Bola’, nos anos 90, chegou a ser avaliada em cerca de 60 milhões de euros. Hoje, o título, diz quem está por dentro do negócio da Imprensa, vale francamente menos.

A operação de venda, ainda de acordo com as nossas fontes, não parece um exercício fácil, mas terá, sempre, uma saída. E, segundo algumas versões, Margarida Ribeiro dos Reis poderá ficar desobrigada do compromisso com Arga e Lima, que, frise-se, para lá da sua posição, representa, ainda, a da mãe. A percentagem de Maria Hermínia e do filho é igual à da directora-adjunta, a qual já há uns anos largos terá tentado negociar a saída do negócio precisamente junto do citado administrador, que se recusou, à semelhança de Margarida Ribeiro dos Reis, a tecer comentários ao CM. «

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 10:22 PM | Comentários (0)

WORLD PRESS PHOTO NO FUNCHAL

A estreia em Portugal da World Press Photo, a mais prestigiada exposição internacional de fotojornalismo, vai acontecer na cidade madeirense do Funchal, a 9 de Junho, anunciou hoje a organização. A exposição, que estará no salão nobre do teatro Baltazar Dias, Madeira, até dia 2 de Julho, conta este ano com cerca de 200 fotografias entre as melhores e as mais marcantes do ano 2005, incluindo a vencedora do ano passado.

Tirada pelo canadiano Finbarr O'Reilly, da agência de notícias Reuters, num centro de emergência alimentar de Tahoua, Níger, a fotografia vencedora retrata um bebé com a mão colocada sobre a boca da mãe. A concurso estavam mais de 80 mil fotografias de cerca de cerca de 4.450 fotojornalistas de 122 países. Todos os anos um júri internacional constituído por 13 membros analisa as fotografias submetidas por jornalistas, agências, jornais e revistas de todo o mundo em 10 categorias diferentes.

A World Press Photo tem como objectivo aumentar o interesse público pelo fotojornalismo, promovendo a livre disseminação de informação em todo o mundo, além de estimula a discussão sobre aspectos do fotojornalismo entre os profissionais através de debates e seminários a nível mundial. Promovida pela Câmara Municipal do Funchal e pela Comissão dos 500 Anos, com a organização conjunta da Cultural XXI e da Controlmedia, a exposição pode ser visitada entre as 10:00 e as 18:00, sendo cobrado à entrada 1 euro.

O World Press Photo percorre todos os anos mais de 80 cidades de 40 países em todo o mundo, sendo que um dos requisitos para acolher a exposição é não censurar nenhuma das fotografias premiadas.A fundação World Press Photo é uma plataforma independente de fotojornalismo internacional fundada em 1955 na Holanda, que celebra este estatuto anualmente através do concurso e das respectivas exposições.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 10:01 PM | Comentários (0)

JORNALISTAS JORDANOS CONDENADOS

Um tribunal da Jordânia condenou dois jornalistas jordanos a dois meses de prisão por terem publicado as caricaturas do profeta Maomé que desencadearam uma onda de protestos e violência na maioria dos países muçulmanos, informaram hoje fontes judiciais.

Jihad Momani, ex-redactor chefe do semanário Shihan, e Hajem Jalidi, editor do semanário Al-Mihwar, pagaram fiança e foram postos em liberdade até que o caso seja analisado pelo tribunal de apelação, acrescentaram as fontes.

O Código Penal jordano estabelece que as penas de menos de três meses de prisão podem ser substituídas pelo pagamento de uma multa. Os dois jornalistas foram detidos no início deste ano e pagaram uma fiança para permanecer em liberdade até o julgamento.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 06:44 PM | Comentários (0)

HOJE, NO CLUBE DE JORNALISTAS

O «Clube de Jornalistas» analisa esta quarta-feira, pelas 23:35 horas, o jornalismo multimédia em Portugal. Em estúdio vão estar Filipe Rodrigues da Silva, director do Diário Digital, José Vítor Malheiros, director do Publico.PT, e Hélder Bastos, professor na Universidade do Porto. Ao longo do programa haverá ainda espaço para depoimentos do ex-editor do Expresso online, Luís Carvalho, do director-adjunto do Sol, Mário Ramires, e do editor da SIC Multimédia, Ricardo Rosa. O debate será moderado por Paulo Meneses.

Fonte: Clube de Jornalistas

Publicado por estaccs às 06:27 PM | Comentários (0)

HOJE, NO CLUBE DE JORNALISTAS

O «Clube de Jornalistas» analisa esta quarta-feira, pelas 23:35 horas, o jornalismo multimédia em Portugal. Em estúdio vão estar Filipe Rodrigues da Silva, director do Diário Digital, José Vítor Malheiros, director do Publico.PT, e Hélder Bastos, professor na Universidade do Porto. Ao longo do programa haverá ainda espaço para depoimentos do ex-editor do Expresso online, Luís Carvalho, do director-adjunto do Sol, Mário Ramires, e do editor da SIC Multimédia, Ricardo Rosa. O debate será moderado por Paulo Meneses.

Fonte: Clube de Jornalistas

Publicado por estaccs às 06:27 PM | Comentários (0)

370.000

Mais de 370 mil portugueses, residentes em Portugal Continental, acederam à Internet através dos serviços da rede móvel nos três primeiros meses do ano, divulgou hoje o estudo Bareme-Internet da Marktest.

De acordo com este estudo, um total de 373 mil portugueses navegaram 'on-line' através dos serviços dos operadores móveis entre Janeiro e Março deste ano, representando 10,9 por cento dos utilizadores continentais de Internet com 15 e mais anos.

O estudo especifica que 314 mil indivíduos utilizam o telemóvel ou PDA (assistente pessoal digital) para aceder à Internet, enquanto que 97 mil utilizam serviços da rede móvel para aceder através do computador.

A recolha de informação deste primeiro trimestre deste ano permitiu estimar ainda que o total de utilizadores portugueses de Internet seja de aproximadamente 3432 mil, ou seja, 41 por cento do universo em análise.

O correio electrónico é o serviço 'on-line' mais utilizado em Portugal, por 3069 mil internautas, que representam quase a totalidade do universo (89,4 por cento) Na área da informação, o estudo da Marktest revela que 2093 mil utilizadores costumam ler notícias 'online' (61 por cento do universo de internautas), 921 mil costumam ouvir rádio 'online' (26,8 por cento), e 334 mil assistem a programas em televisão 'online' (9,7 por cento).

Relativamente aos blogues, aproximadamente 826 mil utilizadores afirmam ter por hábito consultá-los (24,1 por cento dos internautas), enquanto que 363 mil dizem que costumam mesmo escrever (10,6 por cento).

Outros resultados presentes nesta análise da Marktest indicam que 2632 mil utilizadores (76,7 por cento) costumam aceder à Internet a partir de casa e 1363 mil (39,7 por cento) preferem navegar no trabalho.

No que respeita à situação dos lares de Portugal Continental, o Bareme-Internet refere que 1842 mil lares (52,5 por cento) têm computador em casa, e 1352 mil (38,6 por cento) têm acesso à Internet a partir do computador.

A banda larga é a modalidade de acesso mais utilizada, sendo que 682 mil lares (19,5 por cento) afirma ter acesso através de ADSL, e 441 mil lares (12,6 por cento) têm acesso por Cabo.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 03:39 PM | Comentários (0)

MICROSOFT DEBUTS SECURITY PACKAGE

Users worried about staying safe online will soon be able to get software to protect their home PC direct from Microsoft.
The software giant's first security product goes on sale in the US from 1 June and will become available in other countries over the next 12 months.

The product, dubbed OneCare, rolls anti-virus, anti-spyware and firewall programs into one package.

OneCare costs $49.95 (£26.50) to protect three computers for a year

Spam deluge

The OneCare package has been under development since mid-2003, and many Windows XP users have been testing early versions of it for Microsoft. The software is aimed at consumers and small businesses which currently have only the most basic protection against net-borne threats.

Microsoft said up to 70% of consumers either have no security software on their PC or have programs that are no longer updated.

As well as providing security programs, OneCare also includes back-up software that helps people recover important data in the event of problems. Those signed up to the service also get alerts about emerging threats and advice about what they need to do to counter them.

The software goes into shops and is available for download from 1 June.

Because Microsoft's Windows operating system is used on so many desktop PCs, it is by far the biggest target for net-based vandals and criminals.

Lax security on many home PCs, particularly those sitting on fast broadband links, has proved a bonanza for net criminals. Now it is estimated that 70% of junk e-mail or spam is routed via home computers hijacked through vulnerabilities in Windows.

The security failings of Windows has led to the creation of a huge industry that aims to make the operating system more secure. Microsoft's foray into security software pits it into competition with some companies such as Symantec, McAfee, Trend Micro and many others.

Both Symantec and McAfee are preparing all-in-one software packages that aim to do the same as OneCare.

Microsoft has said that, so far, it has no plans to build OneCare into its Windows XP operating system as it has with its net browser and media player. However it is likely that PC makers will offer the service as an extra when consumers buy a new machine.

The launch comes as security firms warn of the emergence of a trojan that poses as a security update from Microsoft - the latest in a long line of viruses that try this trick.

FONTE: BBC World News (http://news.bbc.co.uk)

Ana Raquel Ferreira

Publicado por estaccs às 11:28 AM | Comentários (0)

PAGAR POR ERRORES EN UN GOOGLE SIN SENTIDO

Internet Global Congress

Amadeo Abril, uno de los principales impulsores del dominio ‘.cat’ resalta la ineficacia de los servicios de publicidad contextual que ofrece el buscador más popular.

La intervención de Amadeu Abril en la segunda jornada del IGC abordó con humor temas como la pérdida de la privacidad o la eficacia de las nuevas herramientas publicitarias. Con un verbo rápido y guiños hasta en los textos que acompañaron su presentación, el presidente de la Fundación PuntCat, alertó ayer sobre el peligros que para la privacidad supone el uso de determinados servicios online.

La ponencia de Amadeu Abril en la segunda sesión plenaria del día repasaba en su comienzo algunos de los saltos tecnológicos y conceptuales que están configurando el renacimiento de la Red, como el paso de servicios centralizados a otros distribuidos. Entre otros ejemplos, mencionó la popularización del servicio publicitario de Google , Adsense –en el que el anunciante paga por ligar su marca a palabras clave, para que los anuncios se muestren cuando ésta aparezca en una búsqueda o en una web, en detrimento de DoubleClic. O el uso de sistemas para publicar contenidos de gran peso en los que el ancho de banda se comparte entre los internautas, como BitTorrrent, en lugar de entre varios servidores de una misma empresa, como Akamai.
Abril, profesor en la Facultad de Derecho de ESADE, recalca que en la Red actual “existe una inteligencia colectiva que crea contenidos, los gestiona y los valora” gracias a sitios como el mencionado BitTorrent, Del.icio.us, Technorati o la Wikipedia, pero también alerta sobre los peligros estos servicios. Uno de ellos es, señala, es la tendencia a la autor referencia y la autocomplacencia en el marco de esta inteligencia colectiva, que puede llegar a generar la impresión de que ciertos sitios o informaciones tienen más relevancia de la real.

La incapacidad de gestionar de forma eficiente ciertas informaciones es, según Abril, otro de los problemas que amenaza a la Red. En este punto se refirió de nuevo al servicio publicitario de Google como NoSense (‘sin sentido’, en inglés), porque según afirma incurre en “ineficiencias” a la hora de situar los anuncios, posicionando las promociones de las empresas en páginas webs que nada tienen que ver con su negocio o que no contienen información interesante.

Pague por un error

De hecho, en muchos casos uno aterriza en páginas llenas de anuncios creados por AdSense porque tienen una atractiva. Por eso Abril se refería durante su intervención en el IGC a la gestión de los nombres de dominio, señalando que durante el pasado mes de abril se registraron más de 35.000.000 millones de direcciones de Internet, de las cuales 32.000.000 fueron canceladas en pocos días.

La razón, según ha explicado entre bromas a cuenta de las páginas que existían en Internet ligadas a su nombre (Amad.eu, o Abril.eu), es que muchos registran los dominios y colocan en ellos anuncios de Google, con la esperanza de que si alguien hace clic en alguno de ellos, el coste de la reserva del dominio sea pagado por el anunciante (que abona una cantidad por cada clic que recibe su promoción).

El presidente de la Fundación PuntCat señala que eso puede decirse que hemos saltado de un sistema publicitario de ‘Pay Per View (‘pague por ver’) a otro de ‘Pay Per Mistake’ o ‘pago por error’, pues quienes apuestan por estas estrategias basan su negocio en la inocencia del internauta, al que invitan a confundir un panel lleno de anuncios webs con contenidos reales. La única forma de poner fin a este fenómeno, asegura, es hacer que la demanda desaparezca, que los “anunciantes no paguen por aparecer en páginas” que sólo buscan el beneficio publicitario sin ofrecer información real.

Problemas de identidad

La identidad digital es otro de los temas que preocupan a Abril, que piensa que las bases de datos con información personal de los internautas crecen a ritmos agigantados. “El SQL es la nueva Biblia, el nuevo HTML”, afirmaba durante su intervención haciendo referencia a la tecnología que hay detrás de la mayoría de bancos de datos online. El presidente de la Fundación PuntCat ha repasado una serie de servicios que en su opinión son capaces de reunir un volumen de información ingente sobre sus usuarios, como el servicio de correo Gmail, los sitios para almacenar en Red fotos y vídeos Flickr y YouTube, o el procesador de textos Writely.

La capacidad de las empresas tecnológicas para conocer cada vez más cosas sobre los usuarios de sus servicios plantea, según Amadeu Abril varios retos, siendo el primero de ellos la posible desaparición de los espacios privados online. “Hay que preguntarse”, afirma, “si nuestra identidad digital es nuestra, si los datos que almacenamos en Internet son nuestros o de Flickr o de Google, cuál es el verdadero significado de seguridad en este contexto”. Para resolver estas dudas propone redefinir “el concepto de espacio privado y reformar las obligaciones de los prestadores de servicios en Internet y las normas que rigen la titularidad de los datos”.

FONTE: Jornal El País (www.elpais.es)

Ana Raquel Ferreira

Publicado por estaccs às 11:20 AM | Comentários (0)

'BLOGGERS' IGUAL A JORNALISTAS NA CALIFÓRNIA

Um tribunal da Califórnia considerou que os bloguers, tal como os jornalistas profissionais, têm direito a manter a confidencialidade das suas fontes de informação. A decisão, inédita, foi tomada pelo tribunal de recurso (Court of Apeal) de San José, naquele estado norte-americano e tem potencial para mudar o jornalismo na era digital.

Segundo conta o jornal “San Francisco Chronicle”, citado pelo “site” Meios e Publicidade, um grupo de bloguers decidiu ir a tribunal depois de a multinacional Apple ter tentado obrigá-los a revelar a identidade da pessoa, provavelmente um empregado da empresa, que lhes forneceu detalhes sobre um projecto denominado Asteroid. As informações que publicaram foram rapidamente difundidas em várias páginas de internet.

Os três juízes que analisaram o caso, além de afirmarem que os bloguers não têm obrigação de revelar as suas fontes, decidiram também que podem proteger-se invocando as mesmas leis que se aplicam aos jornalistas tradicionais, por exemplo a Primeira Emenda.

A decisão do Court of Appeal de San Jose, que veio contrariar uma do Santa Clara County Superior Court, fala das alterações na forma em que se conseguem e publicam notícias.

Por seu turno a Apple argumentou que os bloguers não podem ser considerados jornalistas, mostrando também a sua preocupação para com o facto de a internet facilitar a divulgação pública dos seus segredos, o que pode levantar-lhe problemas de concorrência.

A empresa, que não processou directamente os bloguers, pôs em tribunal o servidor de internet, que tem acesso aos e-mails trocados entre os bloguers e as suas fontes. A sentença assinala ainda que os direitos dos bloguers são extensivos à protecção dos seus e-mails, chamadas telefónicas e documentos escritos.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 12:29 AM | Comentários (0)

31 DE MAIO DE 2005

O antigo director do FBI Mark Felt revela ter sido a fonte secreta dos jornalistas do Washington Post, "Garganta Funda", durante a investigação do caso Watergate.

Publicado por estaccs às 12:06 AM | Comentários (0)

31 DE MAIO DE 1988

A Assembleia da República aprova a Lei da Rádio, para a liberalização do sector.

Publicado por estaccs às 12:04 AM | Comentários (0)

maio 30, 2006

OLHAR DOS JORNALISTAS SUJEITO A REGRAS DA FPF

O público que põe bandeiras nas janelas tem o direito de ser informado", diz Ribeiro Cristóvão, responsável pelo desporto da Rádio Renascença e uma das vozes mais críticas das regras impostas pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF) aos jornalistas que acompanham a selecção nacional de futebol.

Paulo Sérgio, subdirector de informação da RDP, não gosta, mas "percebe" que a Federação queira controlar a informação. No entanto, diz: "estamos a chegar a um ponto em que a informação é standard, é tudo igual" em que os meios têm todos acesso à mesma informação.

As relações entre a Selecção e a imprensa regem-se por um "plano de trabalho" elaborado pela FPF, "com base na informação que foi transmitida pela FIFA num workshop e adaptada à realidade de cada país", esclareceu ao DN Afonso de Melo, responsável do gabinete de imprensa da FPF.

Um dos pontos mais controversos do documento que estipula as regras a que os jornalistas têm que obedecer no relacionamento com selecção é a nota final segundo a qual a "assessoria de imprensa da Selecção Nacional - Clube Portugal (...) reserva-se o direito de retirar a acreditação a qualquer membro da comunicação social que não respeite o espírito de cooperação e saudável relacionamento de trabalho que presidiu à elaboração desta regulamentação".

Paulo Sérgio e Mário Fernando, editor de desporto da TSF, acreditam que só em casos de "atropelo descarado das regras" isso aconteça. Já para Ribeiro Cristóvão esta referência é "claramente" intimidatória para o trabalho dos jornalistas. O responsável da Renascença vai mais longe e realça que esteve em Saltilho no "pós-1976 onde as relações sempre foram muito difíceis, mas a FPF nunca se arrogou ao direito de cassar as acreditações". Também Miguel Barroso, subdirector de informação da RTP estranha esta nota, que pontua de "ilegal" por violar "uma série de leis, nomeadamente a Constituição e o acesso às fontes". No entanto, o elemento da direcção da RTP mais próximo dos eventos desportivos, diz que "só se intimida quem quer".

"É um documento bem feito", refere Paulo Rego, subdirector da agência Lusa. Este tipo de ressalva por parte das entidades organizadoras é "recorrente" (apontando como exemplos o Rock in Rio e o Estoril Open) e incide sobre "aspectos formais pois nunca a FPF pode retirar o estatuto de jornalista ou vedar o acesso aos locais".

De acordo com Afonso de Melo, "nunca se retiram acreditações por 'dá cá aquela palha' nem por escreveram coisas de que não gostamos". O assessor de imprensa da FPF rejeita qualquer "tentativa de censura".

A impossibilidade de os jornalistas fazerem entrevistas individuais aos jogadores é outra crítica apontada. Afonso de Melo considera que "censura seria [perante as dezenas de solicitações de entrevista] dizer quem pode ou não fazer a entrevista. Pomos todas as pessoas em condições de igualdade e as que tiverem mais capacidade farão melhor".

José Manuel Delgado, redactor principal d'A Bola aponta, em Portugal, uma "tendência para os regulamentos mais restritivos afastando os jornalistas dos jogadores" -, ao contrário do que se faz nos "grandes clubes europeus". Ribeiro Cristóvão aponta ainda a prática de o seleccionador nacional dar "entrevistas ao seu assessor" pessoal : "O senhor Scolari não responde ao que lhe perguntamos mas diz o que lhe apetece." Mais adiante conclui: Scolari "está a lidar com uma imprensa que é compreensiva e até muito generosa. Se estivesse em Inglaterra, Itália ou Espanha, seria bem diferente...".

Até ao fecho desta edição não foi possível ouvir Sport TV, SIC e TVI.

FONTE: Diário de Notícias on-line (www.dn.sapo.pt)

Ana Raquel Ferreira

Publicado por estaccs às 09:07 PM | Comentários (0)

EL GOBIERNO CHINO TOMA MEDIDAS PARA PROTEGER LA PROPRIEDAD INTELECTUAL

PEKÍN.- El presidente chino, Hu Jintao, se comprometió ante Bill Gates a "proteger la propiedad intelectual" en China. A partir del 1 de julio entrará en vigor una nueva normativa publicada por el Consejo de Estado que prevé multas de hasta 12.500 dólares y confiscación de material por la descarga no autorizada de vídeos y música.

Con las nuevas normas será necesaria una autorización expresa de los poseedores de los derechos para 'colgar' en la red contenidos protegidos, sean películas, vídeos o música.

La producción, importación y utilización de programas informáticos que permiten romper las protecciones de estos contenidos con copyright también se prohibirá.

Según un responsable de asuntos legales del Gobierno chino, la nueva normativa tiene como objetivo conciliar los derechos de los autores, de los proveedores de Internet y de los internautas.

FONTE: Jornal El Mundo (www.elmundo.es)

Ana Raquel Ferreira

Publicado por estaccs às 06:43 PM | Comentários (0)

PUBLICLY DEBATING PRIVACY

WIRED NEWS shook the blogosphere (though not the mainstream media) this week by publishing documents that appear to support accusations by a former AT&T employee that the company has helped the government monitor huge amounts of private Internet traffic (wired.com).

Mark Klein, a former AT&T technician, had earlier submitted the documents as part of a lawsuit against AT&T by the Electronic Frontier Foundation. The United States District Court judge in the case had ordered the documents sealed while he considered contentions by the government and by AT&T that making them public could compromise national security.

Wired News decided to publish them because "we believe the public's right to know the full facts in this case outweighs AT&T's claims to secrecy," wrote Evan Hansen, the site's editor. Ryan Singel, a reporter, obtained the documents from "an anonymous source close to the litigation," he added.

The documents are highly technical, detailing the methodology behind the AT&T program. But they also describe how the company set up a "secret room" for the operation in a San Francisco switching center. In an introductory note for the documents, Mr. Klein wrote he was "presenting this information to facilitate the dismantling of this dangerous Orwellian project."

The information has been described in previous media accounts, but releasing all 30 pages, along with some photos of the secret room, allows people to assess Mr. Klein's assertions for themselves.

And so they are. The denizens of Slashdot, a site dominated by network managers and programmers, have for the most part decided that Mr. Klein's accusations are true.

There is some disagreement, though, as to what it means. For instance, while Slashdotters are largely appalled at the notion of the National Security Agency's reading their e-mail messages, one anonymous poster called them "hypocrites" and pointed out that their own network policies were often similar. "It's everywhere; what's bothersome is knowing you are being monitored. If you are doing something illegal/immoral/nasty/dumb/stupid maybe the N.S.A.'s monitoring system will make you think twice about doing it."

Contested Space Hollywood WireTap, a gossip site, revealed this week that several famous pornography stars are promoting themselves on MySpace, a community site that's popular among people of all ages — but especially teenagers.

As a result, Hollywood WireTap reported, Weight Watchers has withdrawn its advertisements and T-Mobile is talking to MySpace, which is owned by the News Corporation, about the situation. Both companies told the site that their contracts with MySpace, which takes in a reported $156 million in annual ad revenue, are intended to prevent their ads from appearing on pages that promote pornographic material.

The pages of sex-film stars like Jenna Jameson and Tera Patrick show they have thousands of "friends" — other MySpace users who ask for full access to a user's page. Those pages, in turn, link to the stars' own homepages, which are often replete with pornographic images.

Their MySpace pages are "popular with the kids who are MySpace's mainstay," according to Hollywood WireTap. Some of the stars' "friends" are as young as 14. "Obviously parents, already concerned about the site's alleged pedophiles, won't be happy with this newest twist," the gossip site concludes.

The Wrong Guy In retrospect, it seems inevitable that Guy Goma — the man accidentally interviewed by the BBC last week in a case of mistaken identity — would become an Internet celebrity. The BBC hauled Mr. Goma onto its soundstage and started asking him about downloading music. He had no idea what was going on, but he answered well enough. The interviewer thought he was Guy Kewney, a technology journalist, but he was just a guy who was there looking for a job.

The video has been passed around the Internet, and is featured on a new site, guygoma.com, dedicated to the incident and to Mr. Goma's job search. DAN MITCHELL


FONTE: New York Times (www.nytimes.com)

Ana Raquel Ferreira

Publicado por estaccs às 06:05 PM | Comentários (0)

maio 29, 2006

SINDICATO SUSPENDE GREVE DA PT MARCADA PARA 30 DE MAIO

O Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT) anunciou hoje que suspendeu a greve dos trabalhadores da Portugal Telecom (PT) marcada para 30 de Maio, contra aumentos salariais de 1,2%.

Em comunicado, o SNTCT explica que suspendeu a greve porque vai requer ao Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social a conciliação com a PT Comunicações.

«Era necessário avançar para a conciliação no Ministério do Trabalho», porque a PT Comunicações «não cumpriu com os compromissos assumidos na conciliação do ano passado e encerrou o processo deste ano sem tentar chegar a acordo com os sindicatos», refere o sindicato.

O SNTCT refere, também, que vai apoiar a iniciativa da comissão de trabalhadores da PT de fazer um cordão humano, durante duas horas na terça- feira, entre a sede da PT Comunicações, na rua Andrade Corvo, e a sede da PT, nas Picoas.

O porta-voz da comissão de trabalhadores da PT, Francisco Gonçalves, disse à Lusa que o cordão humano é uma acção «simbólica», que tem por objectivo «sensibilizar os trabalhadores da PT para a defesa dos fundos de pensões e dos cuidados de saúde».

«Até agora, temos estado muito virados para medidas de combate à OPA da Sonae e não podemos deixar que internamente esta administração lance uma OPA hostil aos direitos dos trabalhadores», justificou.

FONTE: Diário Digital / Lusa
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 11:25 PM | Comentários (0)

MAIS PRÓS QUE CONTRAS

"Depois de lermos o livro 'Sob o Signo da Verdade' concluimos -passe o aparente non sense- o que já sabiamos:

1.- Pouca gente naquele debate leu o livro com 'olhos de ler'.
2.- As acusações que lança aos jornalistas de pacote são bem fundadas e a verdade é como o óleo de fígado de bacalhau: custa a sempre a engolir, mas faz muito bem a muita gente.
3.- Este é um país de mesquinhices, invejazinhas, caixinhas e hipocrisias.
4.- A vaidade não é -à vista de defeitos como a inveja, a mesquinhez, a hipocrisia, a cobardia, a mentira...- o pior defeito dos homens.
5.- O Carrilho tem coragem.
6.- Para se ser candidato a alguma coisa neste país tem de se estar casado com uma senhora parecida à senhora mãe do Bush (pouco mais ou menos...)."

Francisco Nunes, no Planície Heróica.

Publicado por estaccs às 08:08 PM | Comentários (0)

MANUEL MARIA CARRILHO EM ABRANTES (5)

O Prof. Manuel Maria Carrilho proferirá uma Conferência na ESTA, no próximo dia 6 de Junho, às 15.30 horas, sobre os problemas abordados no seu último livro, "Sob O Signo Da Verdade".

Publicado por estaccs às 07:33 PM | Comentários (0)

MICROSOFT QUER COMPRAR EBAY

A Microsoft poderá comprar o eBay como forma de competir com a crescente supremacia do Google na Internet, avançou o New York Post.

Na semana passada o Google anunciou um acordo com a Dell para instalar o seu software nos computadores de escritório da empresa.

De acordo com a notícia do jornal nova-iorquino, a companhia de Bill Gates tenciona pôr a funcionar o eBay com o seu portal MSN.

O jornal avança ainda que Bill Gates tem tentado chegar a acordo com a Yahoo! e o eBay, no sentido de expandir o seu motor de busca, mas a hipótese do Yahoo! parece estar descartada porque é uma empresa mais de conteúdos do que de tecnologia e não é o que o dono da Microsoft procura. Por isso, tudo indica que o eBay é o favorito para o negócio.

FONTE: Diário Digital
Ana catarina Brandão

Publicado por estaccs às 04:50 PM | Comentários (0)

EX-DIRECTORES ADMITEM FRAUDE NAS TIRAGENS DO NEWSDAY E HOY

Seis antigos directores responsáveis pelos diários norte-americanos Hoy, em espanhol, e Newsday, em inglês, declararam-se culpados de manipular os números das tiragens, segundo informou hoje esta última publicação.

No total, nove pessoas assumiram a fraude, sendo que entre elas encontram-se alguns dos máximos responsáveis pela distribuição destes dois títulos, pertencentes ao grupo Tribune Company.

O Newsday, de Nova Iorque, reconheceu que desde 2000 até 2004 disse aos anunciantes que a sua tiragem diária era de quase 100 mil cópias mais do que as reais, enquanto que o Hoy comunicou uma tiragem que era o dobro da sua edição verdadeira.

O diário Hoy, que tem edições em Chicago, Nova Iorque e Los Angeles, ainda não se pronunciou sobre o assunto.

A Tribune Company, que também edita o Los Angeles Times e Chicago Tribune e é uma das principais empresas de comunicação dos EUA, destinou 90 milhões de dólares para ressarcir os anunciantes, a quem cobrou mais do que devia por ter manipulado o número real das tiragens.

Os acusados são Richard Czark, antigo vice-presidente do Hoy; Robert García, ex-gerente de vendas e distribuição do Hoy; Dennis Springer, ex-gerente de distribuição ao domicílio em Long Island do Newsday e Hoy, John Faiella, director de duas empresas de distribuição e Gustavo Acosta, distribuidor de diários em espanhol.

Dorothy McKillop, outra executiva do Newsday em Long Island, declarou-se culpada na passada segunda-feira, segundo o próprio diário.

Outras três pessoas já tinham assumido responsabilidades nesta fraude, entre elas Louis Sito, vice-presidente da Tribune Company, encarregado dos meios de comunicação em espanhol; Robert Brennan, ex-vice-presidente do Newsday, responsável pelas tiragens; e Ed Smith, assessor independente do Newsday.

Os nove enfrentam penas que podem ir dos quatro aos 20 anos de prisão.

FONTE: Diário Digital
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 12:37 PM | Comentários (0)

PARLAMENTO EUROPEU ESTUDA UM IMPOSTO PARA SMS E E-MAILS

O Parlamento Europeu está a equacionar cobrar um imposto pelo envio de e-mails e mensagens de texto (SMS) como um modo de financiamento no futuro. A proposta foi lançada por Alain Lamassoure, um eurodeputado do grupo popular europeu, e será agora analisada por um grupo de trabalho.

A proposta de Lamassoure, membro do UMP do presidente francês, Jacques Chirac, inclui um imposto de 1,5 cêntimos para os SMS e de 0,00001 cêntimos por cada e-mail enviado.

«É simbólico, porém, tendo em conta as milhares de transacções que se realizam por dia, representará receitas significativas», declarou o eurodeputado.

Este tipo de «imposto europeu» é uma das possibilidades equacionadas por Bruxelas para financiar o seu orçamento e torná-lo mais independente dos países membros.

A maioria dos governos, eurodeputados e a Comissão Europeia apoiam a criação destes novos impostos.

FONTE: Diário Digital
Ana catarina Brandão

Publicado por estaccs às 12:35 PM | Comentários (0)

AI APELA À LIBERDADE DE EXPRESSÃO NA INTERNET

A Amnistia Internacional lançou este domingo uma campanha contra a censura na Internet, um fenómeno que é cada vez mais frequente e representa «uma nova ameaça às liberdades».

A Amnistia Internacional lançou este domingo uma campanha contra a censura na Internet, um fenómeno que é cada vez mais frequente e representa «uma nova ameaça às liberdades». A organização, que completou 45 anos de existência, criou um site no qual se pode ler informação censurada em países como a China, Síria, Vietname ou Irão e assinar um abaixo-assinado em defesa da liberdade na rede. O documento será enviado à ONU no final deste ano.

A Amnistia criticou ainda as empresas de informática, como a Microsoft, Yahoo! e Google, que colaboram com as autoridades que querem «restringir o direito à liberdade de expressão e informação na rede».

A organização destacou o caso da Yahoo! que forneceu informação às autoridades chinesas que levou à prisão do jornalista Shi Tao, ajudando a identificar o repórter através da sua conta de correio electrónico.

O Yahoo! informou que apenas se limitou a satisfazer «um pedido de informação válido e legal» e só depois soube da detenção.

A Amnistia Internacional realçou ainda que é cada vez mais frequente o encerramento de cibercafés, o confisco de computadores, a vigilância de chats e o bloqueio de páginas online por autoridades repressoras.

«A Internet é uma nova fronteira pelos direitos humanos», afirmou Kate Allen, directora da secção britânica da Amnistia Internacional.

FONTE: Diário~Digital
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 12:27 PM | Comentários (0)

SONAECOM NÃO QUER REFORÇAR JÁ POSIÇÃO NA PT PARA 5%

A Sonaecom diz ter, para já, cumprido o objectivo prioritário de adquirir 1% da Portugal Telecom, não estando, de momento, a pensar reforçar para os 5% que lhe permitiria convocar uma assembleia geral, disse ao «Diário de Notícias» o presidente da empresa Paulo Azevedo.

A Sonaecom diz ter, para já, cumprido o objectivo prioritário de adquirir 1% da Portugal Telecom, não estando, de momento, a pensar reforçar para os 5% que lhe permitiria convocar uma assembleia geral, disse ao «Diário de Notícias» o presidente da empresa Paulo Azevedo.

"Não temos o objectivo, neste momento, de adquirir directa ou indirectamente 5% da PT", disse o empresário, garantindo que a Sonaecom não tem qualquer acordo relativamente às posições que recentemente a JP Morgan e o ABN Amro anunciaram terem comprado na PT. Isto apesar de o JP Morgan ser adviser da Sonaecom na oferta pública de aquisição (OPA) sobre a PT.

No final da semana passada, foi comunicado ao mercado que o JP Morgan Chase adquiriu, no dia 22 de Maio, mais de 2,6 milhões de acções, garantindo um reforço de posição para os 2,07%. Nesse dia, a PT fechou nos 9,38 euros, com a cotação máxima do dia nos 9,4 euros. Considerando esta cotação, a JP Morgan teria investido 25 milhões de euros nessa compra.

Apesar de não haver acordo entre a Sonaecom e o JP Morgan relativamente a estas acções, não é difícil de imaginar que a instituição financeira apoiaria a operadora liderada por Paulo Azevedo para conseguir o mínimo imposto por lei para convocar uma assembleia geral. De qualquer forma, fonte da Sonaecom disse ao DN que "se tivéssemos o objectivo de comprar 5%, julgo que seria bastante fácil neste momento".

FONTE: Jornal de Negócios (online)
Ana catarina Brandão

Publicado por estaccs às 09:22 AM | Comentários (0)

LÍNGUA GESTUAL NA TV PARA APOIAR UMA GRANDE MINORIA

Um projecto designado "Som & Silêncio" , uma comunhão entre música e língua gestual, levou Paula Teixeira a ser convidada para entrar em alguns episódios da novela da TVI "Morangos com açúcar". Os episódios, já gravados, estão a ser exibidos estes dias, segundo a intérprete de linguagem gestual que trabalha na estação de Queluz e dá a cara no quadradinho do ecrã do programa "Você na TV!".

Os problemas de comunicação que se colocam à personagem muda da telenovela não podiam ser melhor compreendidos pela modelo e actriz Bárbara Crespo. Ela tem, na realidade, deficiência auditiva. Paula Teixeira vai desempenhar o papel de uma formadora de Língua Gestual Portuguesa que vai auxiliar a personagem com esse problema.

"Vou cantar um tema em linguagem gestual e, se calhar, sensibilizar as pessoas para o caso da surdez e para o acesso à comunicação", esclarece a cantora, que tirou um curso de cinco anos de linguagem gestual na Associação Portuguesa de Surdos.

Esta não é a primeira participação de Paula como actriz, já que se estreou no musical dos Xutos e Pontapés, "Sexta-Feira, 13". "Fui protagonista da peça e foi um excelente desafio para mim, que me deu vontade de querer aprender mais e de enveredar nesta área mais à-vontade".

Paula Teixeira canta e tem dois discos gravados, mas é na área da língua gestual que resolveu criar, em 2005, um projecto que denominou de "Som & Silêncio", com o "intuito de levar músicos a escolas de crianças ouvintes, cantar ao vivo, e fazer uma sensibilização junto das crianças para que estas quando se depararem com um colega surdo saberem como hão-de falar com ele e não colocarem de parte".

Com este projecto pretende-se, acima de tudo, "chegar a todos, promovendo a igualdade de direitos e oportunidades, valorizando as diferenças".

Com um terceiro disco na forja, que deverá ser editado em meados de Setembro, a voz da intérprete de língua gestual é já uma presença conhecida em telenovelas como "Fala-me de amor", "Anjo selvagem", "Baía das mulheres", "Mundo meu" e, claro, "Morangos com açúcar", telenovela na qual agora aparece em pessoa e a interpretar a sua própria pessoa.


Da Associação Portuguesa de Surdos (APS), Paulo Jorge Sousa considera esta participação nos "'Morangos com açúcar' muito importante, ainda que haja muito trabalho por fazer".

Para o vice-presidente da APS, a primeira a surgir em Portugal, que nos falou através de uma intérprete, "devia fazer-se uma novela com um grupo de surdos, que participassem no desenvolvimento do enredo, no qual fosse retratado também a sua vida, desde o início da novela".

A associação acha que, além de "mais intérpretes de linguagem gestual, era necessário os familiares dos surdos terem uma maior formação para melhorar a comunicação com os deficientes auditivos."

FONTE: Jornal de Notícias (online)
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 09:20 AM | Comentários (0)

PUNIR A REVELAÇÃO DE DADOS CONFIDENCIAIS

A Associação de Repórteres sem Fronteiras criticou o delegado do ministério público norte-americano, Alberto Gonzalez, por ter dito que os jornalistas que revelem "informação confidencial" poderem vir a ser processados.

Gonzalez referiu, em declarações à cadeia de televisão ABC, que a lei parece contemplar a possibilidade governamental de processar o jornalista que publique "informação confidencial".

O mesmo responsável, adiantou, a propósito de um artigo publicado no diário "The New York Times", em Dezembro de 2005, sobre o programa secreto de escutas que o seu departamento está a realizar, e que a devido tempo serão tomadas medidas oportunas especificamente sobre este caso.

Para a organização de jornalistas, a posição do delegado estatal "não augura nada de bom para a liberdade de imprensa" que segundo esta tem-se ressentido alguma pressão sobre os jornalistas que não denunciam as suas fontes de informação.

A associação também se mostrou preocupada com as declarações de um agente da FBI que disse que durante o mandato de Bush as escutas a jornalistas são muito mais fáceis.

FONTE: Jornal de Notícias (online)
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 09:18 AM | Comentários (0)

LEGISLAÇÃO É O MOTE DE PROGRAMA ANGOLANO

A divulgação da legislação de suporte à preparação das próximas eleições em Angola é o objectivo de um programa semanal da rádio Ecclesia, emissora católica, que está a suscitar crescente interesse entre a população de Luanda.

O programa, denominado "Questões sobre eleições", é uma iniciativa da organização não-governamental Centro Nacional de Aconselhamento (NCC), sendo emitido nas manhãs de quinta-feira, com a duração de uma hora. "Este programa existe para divulgar junto do público o pacote legislativo eleitoral aprovado pela Assembleia Nacional, mas também nos permite perceber o grau de conhecimento que os angolanos têm das leis", afirmou Reis Luís, director executivo da NCC, em declarações à Lusa.

FONTE: Jornal de Notícias (online)
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 09:15 AM | Comentários (0)

UE ATRIBUI 755 MILHÕES DE EUROS À PRODUÇÃO VISUAL

Os ministros da Cultura dos 25 Estados-membros da UE decidiram inscrever 755 milhões de euros (M€) no orçamento comunitário para apoiar a produção audiovisual europeia entre 2007 e 2013, segundo o Jornal de Notícias.

Os fundos destinam-se ao programa «Media» da União Europeia que tem como objectivo a formação de profissionais, o desenvolvimento de projectos e a distribuição e divulgação de obras europeias.

Inicialmente, a Comissão Europeia tinha proposto um milhão de euros para o programa «Media», mas os Estados-membros não aprovaram este valor.

O «modesto aumento» dos fundos face ao período anterior, que teve 513 milhões, vai obrigar a Comissão a «definir novas prioridades», acrescentou o porta-voz do comissário europeu dos media, Viviane Reding.

FONTE: Diário Digital
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 09:12 AM | Comentários (0)

AGÊNCIAS TENTAM, MAS JORNALISTAS É QUE DECIDEM

Fonte, facilitadora, parceira, intermediária. Assim se definem as empresas, mais conhecidas por agências, de comunicação que prestam, entre outros serviços, a tão falada assessoria mediática. Uma visão contrária à defendida por Manuel Maria Carrilho, que no seu livro Sob o Signo da Verdade acusa uma desta empresas - Cunha Vaz & Associados - de lhe ter oferecido os seus serviços, em que incluía a compra de jornalistas, aquando da sua corrida à presidência da Câmara de Lisboa.

Carrilho não aponta nomes e, consequentemente, vê a sua acusação desvalorizada. Porém a mesma caiu como uma bomba entre jornalistas e agências de comunicação, levantando uma série de questões: Que papel têm estas empresas que contactam todos os dias com os jornalistas? São "as" novas fontes? Influenciam os jornalistas a ponto de os comprar? Como é feita essa gestão de interesses contraditórios?

"Carrilho é um profundo ignorante nestas matérias e como tal só diz asneiras", defende Salvador da Cunha, director-geral da Lift, agência que tem entre os seus clientes a Media Capital. "Esta é uma actividade perfeitamente respeitável."

Não tento convencer nenhum jornalista de nada", acrescenta Salvador da Cunha, que alerta ainda: "Mentir ao jornalista é mau, porque a partir da primeira vez que se mente tudo é posto em causa, inclusivamente os outros clientes."

Fazendo também da credibilidade e sustentabilidade a pedra de toque da forma de se organizar enquanto agência e do serviço que presta ao cliente, Carlos Matos, director da Imago, considera "natural que uma empresa viva a informação como algo estratégico face a diferentes públicos - bancos, fornecedores, jornalistas..." A relação do jornalista com a empresa "é inevitável e não dá para controlar", reforça.

É justamente para ajudar à transparência do sector que Luís Paixão Martins, director-geral da LPM, está a preparar um código de ética para a disciplina de assessoria mediática, na actividade em conselho e relações públicas. "Em parte, este código já existe", alerta Paixão Martins, apontando para o código deontológico dos jornalistas. "Isto seria suficiente, pois trata-se de um conjunto de regras universais relativamente fortes."

A mesma posição é partilhada por Fernando Maia Cerqueira, sócio da João Líbano Monteiro & Associados. "A regulação da actividade jornalística, através do seu código - que é perfeitamente claro - faz-nos sentir bem. O nosso código é o código dos jornalistas."

Mas motivado pelas "notícias sobre o sector que vieram a lume nos últimos dias" e pela "falta de fé na direcção da Apecom (associação de agências)", o responsável da LPM defende, desde logo, a "exclusão da cláusula da retribuição por objectivos do contrato de prestação do serviço", nomeadamente o número de notícias a sair nos media. "É uma situação que confunde o cliente", reforça. Junta ainda a obrigatoriedade de publicação online da lista de clientes; a revelação do nome do cliente de que se está a falar no contacto com os jornalistas e a inibição de as agências venderem as suas listas de nomes de jornalistas. "Há já muitas empresas a cumprir estas normas", ressalva Paixão Martins.

Muito crítico em relação a uma "segunda geração de profissionais que olha para as agências de comunicação como um negócio qualquer", o responsável da LPM defende que a "assessoria mediática deve ser feita por ex-jornalistas", por causa de uma maior proximidade à profissão.

Também João Líbano Monteiro, da JLM, vê nos jornalistas parceiros. "Os jornalistas é que podem falar sobre nós", diz, frisando que está "fora de todas estas quezílias", primeiro, porque não é uma agência de comunicação, mas um consultor, em segundo porque não trabalha política.

O responsável da JLM rejeita a ideia de que os jornalistas podem ser comprados. "É disparatado e impensável uma situação dessas. Mesmo em relação às promessas de resultados, isso não existe."

"A primeira coisa que digo a qualquer cliente é 'estou mais preocupado consigo e com a sua mensagem do que com que espécie de tampão serei'", defende Carlos Matos, da Imago. "A construção de uma imagem assente na credibilidade e na sustentabilidade" é a chave para a empresa do profissional que rejeitou, por várias vezes, trabalhar a área política. "Não sentimos que houvesse vontade de criar credibilidade", justifica Carlos Matos, que diz: "o grande problema de Carrilho [perda da presidência da Câmara de Lisboa] foi não ter uma agência de comunicação."

A Cunha Vaz & Associados escusou-se a prestar declarações.

FONTE: Diário de Notícias (online)
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 09:10 AM | Comentários (0)

JORNAIS ECONÓMICOS "CRIAM" AGÊNCIAS

Embora não haja estudos que o comprovem com exactidão, conclui- -se que as mais antigas agências de comunicação foram criadas por ex-jornalistas. É um processo que está associado ao nascimento do jornalismo económico em Portugal, em 1986. Exemplo disso, entre outras, são a Inforfi, fundada em 1994 pelos ex-jornalistas Jaime Antunes e La-Salete Fernandes (fundadores do Semanário/Diário Económico). Um ano antes nascia a Bairro Alto, hoje Lift, mas no recuado ano de 1987 os ex-jornalistas Madalena Martins e Carlos Matos criavam a Imago.

"Era uma realidade que existia no resto do mundo", explica Alexandre Cordeiro, presidente da Apecom, acrescentando que "uma melhor qualidade e fiabilidade da informação foi o seu principal objectivo."

A evolução da economia portuguesa gerou novas empresas. A Bolsa desenvolve-se com a entrada de algumas delas. E se, por um lado, estas empresas, por força das regras a que estavam agora sujeitas, tinham de produzir uma informação clara e rigorosa, criando gabinetes próprios para o efeito, por outro, sem esses constrangimentos sentiram a necessidade de fortalecer a sua imagem, sobretudo através da assessoria mediática.

As bases estavam lançadas para um segmento que conta actualmente com um total de 600 profissionais. Cerca de 350, de 22 agências, pertencem à associação, mas estimativas apontam que existam mais 250 profissionais nas restantes. "Os profissionais da comunicação, tal como os publicitário ou as agências de comunicação e da publicidade vivem uma fase de profissionalização", diz Alexandre Cordeiro. Um estádio que se deve à crescente importância da comunicação para as empresas, apesar da recessão económica que se estendeu ao sector.

O valor desta prosperidade para 2006 deverá ser 9%, segundo estimativa da Apecom, que adverte: "Os preços praticados e a falta de profissionalismo revelada por algumas 'empresas' em práticas de dumping têm tido um efeito negativo de descredibilizar o sector." Uma prática que não consegue ser travada pelo Código de Conduta, inspirado no Código de Estolcomo e adoptado pela Apecom. Ter em consideração o interesse público, respeitar a verdade, não propagandear, guardar sigilo, não aceitar a gestão de interesses em conflito, não garantir a obtenção de resultados para os quais saiba de antemão não ter capacidade para atingir são algumas das normas que constam deste código.

FONTE: Dário de Notícias (online)
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 09:08 AM | Comentários (0)

ORA PONHA AQUI A SUA NOTICIAZINHA...

Por Miguel Gaspar

A notícia da penúltima edição do Expresso, de acordo com a qual 70% das notícias dos jornais partem de agências de comunicação ou de assessorias de imprensa, tornou--se um must no debate dos media durante o furacão Carrilho/Rangel. Entende-se o motivo: a própria notícia do semanário foi produzida por uma... agência de comunicação. É um caso - inédito? - em que a simples publicação de uma notícia reforça a estatística que a notícia revela. Pode concluir-se desses estudos que os jornalistas são meros republicadores de cozinhas alheias em vez de sentinelas do interesse público?

Dos dois estudos incluídos na notícia, um nem merecia publicação: os dados são de 1997, excluem um dos principais diários e referem-se a um universo de... 28 notícias. Mas o facto de ter sido publicado talvez seja uma prova do poder das agências sobre redacções acríticas. O outro estudo é mais sério e mostra que há uma grande diferença entre a quantidade de notícias oriundas de "fontes organizadas" em Portugal e em Espanha. O nosso lado é o que fica mal na fotografia. Em si mesmas, as agências de comunicação são apenas a variante moderna, mais sofisticada, de sistemas de persuasão da opinião pública que remontam ao período entre as duas grandes guerras. Mas alteraram a lógica da relação entre jornalistas e fontes, ao imporem-se como intermediárias no negócio da informação e por terem o poder de agir, em simultâneo, sobre inúmeros meios. O poder das agências resulta da complexificação da informação. As grandes instituições políticas e económicas usam-nas para tentar gerir à distância as expectativas de mercados e de eleitores e para limitar estragos quando as notícias decidem desobedecer às estratégias prévias.

O problema está na ilusão de poder que estas agências geram e que é comum à publicidade e ao marketing. Quem quer manipular a informação acredita que vai mudar as convicções de terceiros, alienando a atenção e a consciência destes. Mas o manipulador é, potencialmente, a primeira vítima da sua manipulação, se acreditar na infalibilidade de uma estratégia. Quanto à comunicação, é um universo caótico e, nas sociedades actuais, é literalmente impossível controlar como se quer a repercussão de uma mensagem.

Nada pode fazer esquecer isto: o poder efectivo ou imaginário das agências de comunicação depende da capacidade de os jornalistas serem plenamente autónomos. Ora, o jornalismo português, infelizmente, nem precisa das agências de comunicação para ser passivo e baço. Em grande parte devido às dificuldades em recriar uma agenda e quanto às relações com as fontes.

Nas sociedades actuais, o paradigma já não é o controlo: passou a ser a acção directa dos cidadãos sobre a informação. Apanhados entre estes fogos, os jornalistas têm pela frente escolhas das quais depende a sobrevivência do jornalismo.

FONTE: Diário de Notícias (online)
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 09:05 AM | Comentários (0)

CARRILHO METEU-SE NUMA CRUZADA

Francisco Pinto Balsemão afirmou ontem, em entrevista à Rádio Renascença, não compreender que “uma pessoa com a categoria intelectual de Manuel Maria se tenha metido numa “cruzada” contra os órgãos de Comunicação Social.

“Ninguém acredita que todos os media se aliaram e conspiraram para derrubar a candidatura dele, quer por vontade própria quer sob a batuta de uma ou mais agências de comunicação”, disse o patrão da Impresa (proprietária da SIC, ‘Expresso’ e ‘Visão’, entre outras publicações).

Para o responsável, “o problema está do lado dos directores, editores e jornalistas, que em muitos casos aceitam como bons os Comunicados de Imprensa” mas, compete ao jornalista “ver se é verdade, parte da verdade ou se a omite. Isso é que é o trabalho jornalístico”.

Sobre a queda da SIC para a terceira posição dos canais mais vistos, Balsemão revelou não estar preocupado, mas também não estar satisfeito. “Quem vai à guerra dá e leva. Nós já demos muito e agora levámos um pouco, mas o que aconteceu com os Globos de Ouro, com a bandeira humana e o Campeonato Nacional da Língua Portuguesa são três sinais muito claros de que a SIC está viva e a recuperar”, referiu Balsemão, revelando que ainda não pensa em reformar-se.

Balsemão disse ainda não estar preocupado com a concorrência do semanário ‘Sol’ (que sairá para as bancas em Setembro e é dirigido por José António Saraiva, ex-director do ‘Expresso’) e contou que vai renovar, em Julho, a ‘Única’ e a ‘Actual’, revistas que acompanham o ‘Expresso’, que também sofrerá mudanças, nomeadamente na dimensão, que será um pouco maior que o tablóide.

FONTE: Correio da Manhã (online)
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 08:58 AM | Comentários (0)

maio 28, 2006

PARA ONDE VAI O PAÍS?

Estava eu a ler o “Jornal de Notícias” de hoje, quando, nas páginas da secção Media, li que o tema do próximo “Prós e Contras” será “Para onde vai o país?”. Desde logo pensei.... a lado nenhum!

Enquanto estudante de Comunicação Social e enquanto futura (des)empregada, penso muitas vezes qual será o meu destino e qual será a minha sorte.

Pois bem, o português nada faz para melhorar a situação do seu país. Se olharmos à nossa volta o que vemos? Uma rotina diária completamente monótona e sem inovação, sem o mínimo esforço para evoluir.

A jorna começa por volta das sete da manhã. Toma banho a correr, toma o pequeno-almoço a correr (se tomar), vai para o trabalho, apanha filas intermináveis de trânsito, stressa-se logo de manhã, almoço e a tarde passa num instante, na esperança de chegar mais depressa às cinco da tarde. Vai para casa, pelo caminho para ir às compras ou à tasca, e quando chega a casa, agarra o remoto, senta-se no sofá e diverte-se vendo televisão! Janta e vai dormir porque no dia seguinte a jorna repete-se! E assim dias e dias sucessivamente.... nada de diferente, tudo igual!

Mas será que nesta rotina existe algum tempo para parar e pensar na vida que leva?...eu creio que sim. Quanto mais não seja quando está parado nas filas de trânsito!

Eu penso que a culpa do nosso país estar como está é, com certeza, do povo português em geral e não exclusivamente dos dirigentes. É certo que há muita coisa mal feita por parte dos dirigentes, mas isso, por si só, não basta!

O povo português acomoda-se à sua situação e no máximo, só se mexe para sair à rua e manifestar. As manifestações, greves e outras atitudes revolucionárias são as formas mais fáceis de protestar, sem ter de se esforçar muito. O tuga não vai a lado algum se continuar assim.

Será que uma atitude mais autoritária no nosso país não seria solução? Não digo um regime autoritário ou repressivo como os praticados na Europa central por Hitler, Mussolini até mesmo em Portugal, por Salazar. Quando falo em atitude autoritária, falo-o em relação às economia do nosso país. Uma atitude que distribuísse, de forma mais igual, a riqueza por todos, deixando de existir um fosso tão grande entre ricos e pobres. Também uma política de emprego e um maior incentivo à natalidade levariam o país a um maior desenvolvimento.

Existe uma grande percentagem de idosos que entravam o desenvolvimento da área económica e até mesmo social do nosso país. Seria necessário haver mais jovens, inovadores e receptivos à mudança, para desenvolverem e promoverem uma vida mais activa no país. Portugal está a morrer!

Será que isto mudará, em breve? Há um tempo atrás ouviu-se que o desemprego aumentaria até ao ano de 2007. E depois? Será que as taxas de desemprego diminuirão?

Acreditem que é muito desmotivante, para nós estudantes, sabermos ou pensarmos que andamos cinco anos da nossa vida a estudar para alcançarmos um bom patamar na sociedade e no final, de que é que isso nos valerá? Nem sequer nas caixas dos supermercados nos aceitam. Temos habilitações a mais!

Pois bem, acho que já deixei bem claro onde acho que o país vai parar: à bancarrota e à cauda da Europa!


Por Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 11:45 PM | Comentários (0)

MUNDIAL NACIONAL

Cavaco e Sócractes Vencem Sport TV (Expresso)

"Parece que a coisa dos écrans camarários e da Junta vai para a frente. O Campeonato do Mundo de Futebol é um negócio da FIFA (quem não gosta, organize um alternativo). Quem quer transmitir os jogos pela televisão paga os respectivos direitos e torna-se seu proprietário. A capacidade financeira dos nossos PR e PM espanta-me. Pagaram mais que a Sport Tv. Bem hajam, pois."

Hélder, em O Insurgente

Publicado por estaccs às 11:37 PM | Comentários (0)

"RUCA" NO DÉCIMO ANO DO CANAL PANDA

O canal líder de audiências no segmento infantil em Portugal celebrou ontem 10 anos como filho único no Mundo. Apesar de ter origem espanhola, neste momento é um exclusivo da TV Cabo. Em Espanha o contrato não foi renovado com a operadora Via Digital em Janeiro de 2000 e o seu percurso ficou por ali.

Na sequência disso, a Multicanal, a empresa produtora, que assegura entre outros os canais Odisseia e o Canal de História, tem vindo a apostar cada vez na proximidade com o pequeno espectador português. As iniciativas no terreno com a presença do peluche Panda são cada vez mais frequentes. Hoje, o boneco vai estar no Badoka Park, no Alentejo, para apresentar as novas estreias. Para fazer companhia ao "Noody", o programa de maior êxito do canal, um chamariz para a emissão, surge agora "Ruca", série familiar às crianças que seguem a programação do canal Dois.

Entretanto, o canal ganhou uma directora portuguesa, que trabalha, no entanto, a partir de Madrid. Isabel Mimoso explica a aceitação do canal pelas coordenadas que sustentam a sua programação. E são elas "entreter e divertir com uma componente educativa". Diz a responsável que "estimular o desenvolvimento intelectual e social e promover valores positivos mobilizam, mais concretamente, as campanhas como "Panda Sport e Panda Profissões". Esta última, além do programa televisivo e da divulgação em locais próprios, deu agora origem a uma colecção de livros.

Nos espaços de programação própria do canal, tem sido tónica dominante da estratégia promover acções com a presença de figuras nacionais. Ontem, por exemplo, juntaram-se na apresentação das novidades Carlos e Paula Xavier, Mico da Câmara Pereira, Filipa Gidão, José Moutinho, Elsa Gervásio, Pedro Pinto Coelho, entre outros.

Aspecto de relevância, segundo a directora, para entender este fenómeno de popularidade prende-se com a sua mascote. Isabel Mimoso explica que ela tem a vantagem de ser "um animal, um urso e as crianças identificam-se sempre muito com as mascotes que são animais". Conta "Ao vivo, ele proporciona uma proximidade que as reconforta e fascina. E faz com que o Panda seja mais um membro da família ou do grupo de amigos".

O público do canal é constituído por crianças de 3 e 4 anos até aos 9, 10 anos. Neste momento, o canal é 100% em português. Quando não há dobragens, apresentam-se legendas.

Na hora de escolher a programação, o que mais conta são os valores positivos dos conteúdos, sublinha a directora. "Valorizamos que o programa destaque valores positivos, como a amizade, a lealdade, a família, a imaginação". Seguindo-se "a qualidade da animação, tanto a técnica como a artística, e o facto de ter uma personagem atractiva para o nosso público". Ao que acrescenta ainda aspectos relacionados com a ingenuidade, situações de pura diversão e promoção de sentimentos agradáveis.

FONTE: Jornal de Notícias (online)
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 10:06 PM | Comentários (1)

WOODY ALLEN CONTRA FILMES CENSURADOS

Woody Allen apelou de uma decisão da Justiça norte-americana, que autoriza que um antigo sócio tenha direito de reeditar alguns dos seus filmes para a televisão e de, inclusivamente, poder fazer algumas alterações.

O famoso realizador e actor não quer que cenas com referências sexuais e palavrões sejam cortadas de películas bem conhecidas como ‘Balas sobre a Broadway’, ‘Poderosa Afrodite’ e ‘Celebridade’.

Por causa de uma disputa financeira que se arrasta desde o ano de 2002, Jean Doumanian, que produziu vários filmes de Woody Allen, ficou com o direito de negociar a exibição dos títulos na televisão. O ex-sócio do realizador estaria disposto a cortar as cenas, em vez de adicionar sinais sonoros em cima dos palavrões, como é comum em vários países.

FONTE: Correio da Manhã
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 10:04 PM | Comentários (0)

TVI DEPENDENTE DO RESULTADO DOS SUB-21

Os resultados dos jogos Alemanha–Portugal (que se realiza no estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães) e França–Sérvia e Montenegro (no Municipal de Braga), transmitidos hoje, a partir das 19h45, terão um papel fundamental nas audiências da TVI. Com dois milhões de euros investidos na cobertura do Campeonato da Europa de sub-21, que se realiza no nosso país, a eliminação de Portugal pode revelar-se prejudicial aos cofres da estação.

A TVI, nos dois primeiros jogos da selecção portuguesa, garantiu um total de 4,1 milhões de telespectadores. Em média, a estação de Queluz de Baixo prendeu ao pequeno ecrã quase 58 em cada 100 consumidores de televisão naquele horário.

O carácter decisivo dos jogos de amanhã deverá assegurar à TVI a continuidade dos bons resultados, mas, em caso de eliminação de Portugal, o retorno do investimento será seguramente afectado. A título de exemplo, diga-se que o jogo França–Alemanha, também transmitido, em directo pela ‘Quatro’, teve apenas 500 mil espectadores.

Segundo dados a que o CM teve acesso, e considerando apenas o bloco publicitário inserido durante o intervalo das partidas – cerca de dez minutos –, o valor em causa rondará o milhão de euros.

SEM PREOCUPAÇÃO

Apesar do risco, a TVI diz não estar preocupada. “Não estudámos as potenciais perdas financeiras”, diz Sousa Martins, editor de desporto do canal, que garante continuar a trabalhar “como se Portugal tivesse as mesmas possibilidade que no início do Europeu.”

O responsável do desporto da estação de Queluz de Baixo diz ainda que “não existe plano B. Mantemos a planificação inicialmente estabelecida e aguardamos por amanhã [hoje] para ver o que realmente sucede.”

António Monteiro Coelho, do gabinete de comunicação da TVI, afina pelo mesmo diapasão: “Não tememos pelo nosso produto. Esta é uma competição de grande qualidade e equilíbrio, como já todos perceberam pelos resultados dos jogos disputados. Mesmo que Portugal saia, as meias-finais serão sempre interessantes.”

FONTE: Correio da manhã (online)
Ana Catarina Brandão

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A LER (123)

Serviço Público, por Daniel Oliveira, no Arrastão
A posição do Sindicato dos Jornalistas sobre o "caso Carrilho", aqui.

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OS CEM DIAS DA ERC

O Presidente da ERC deu uma entrevista ao Diário de Notícias, a propósito dos primeiros cem dias da nova entidade reguladora da comunicação social. Com a devida vénia transcrevemos essa entrevista.

APassados cem dias, que balanço faz da acção da ERC?

É um balanço francamente positivo. Pela primeira vez criou-se uma estrutura que é compatível com o conceito de regulação e o trabalho principal foi absolutamente invisível. Analisámos instituições congéneres e desenhámos o nosso modelo de organização. O Conselho Regulador tem a noção de que neste momento já pode começar a dar execução às opções estratégicas que tomou.

O que é que distingue a ERC da AACS?

Em relação à AACS temos uma estrutura de topo substancialmente diferente. Herdámos funções que a AACS não tinha, nomeadamente as de fiscalização e de registo que estavam acometidas ao Instituto da Comunicação Social. Isto traduziu-se numa opção de fundo de dar mais espaço à fiscalização, que vai ser aquela que necessariamente vai alimentar, ou não, as deliberações do Conselho Regulador. Não é possível exercer actividade de regulação com base em deliberações impressionistas. É preciso monitorização cada vez mais profissionalizada de análise qualitativa da massa de informação. Sinto--me incapaz de me pronunciar sobre tendências baseadas apenas numa análise individual ou daquilo que vou vendo, ou ouvindo, ou sabendo. Isto pressupõe a definição de metodologias próprias, um investimento muito consistente até a nível tecnológico que está a ser efectuado e que será muito em breve concretizado num contrato para fornecimento que diz respeito não só à imprensa, mas sobretudo ao audiovisual. A estrutura foi pensada para ser autónoma e auto-suficiente, no que é considerado essencial, mas a ERC não tem a pretensão de absorver toda a reflexão ou toda a capacidade até científica e técnica de reflexão qualitativa sobre os media em Portugal.

Haverá casos, então, em que será preciso pedir pareceres ou ajuda técnica a outras entidades?

Seguramente. Mas isso não é sequer assumido como uma situação excepcional. É uma opção estratégica de fundo, que representa envolver, tanto quanto possível, os actores mais qualificados para a apreciação qualitativa de dados relativos aos media.

Considera uma lacuna as deliberações da ERC não terem carácter vinculativo?

As nossas deliberações podem ter, e em muitos casos têm, carácter vinculativo. Sobre estas impendem a obrigação de difusão pelo órgão destinatário, o que representa uma forma de sanção, embora sem carácter coercivo. Na esfera das nossas competências, o legislador entendeu distinguir o que justificava uma deliberação impositiva, com aplicação de coimas - e já iniciámos vários processos contra--ordenacionais -, daquilo que envolve uma reflexão mais ampla e em que será insensato a aplicação de coimas. A ERC tem também competência para adoptar directivas e regulamentos. Finalmente, o regulador tem a possibilidade de apresentação de propostas legislativas que mereçam ser submetidas aos nossos órgãos de soberania.

A intervenção da ERC tem sido solicitada essencialmente por pessoas fora do meio que regulam ou pelos próprios jornalistas?

Neste período de cem dias aconteceu passarmos de uma não regulação para uma vontade de hiper-regulação. Neste momento a ERC é solicitada para qualquer coisa que aconteça. Muitos são jornalistas que apelam e se no dia seguinte não têm uma resposta... Isto faz-me sorrir, porque vivemos sempre esmagados pelo contexto. Para lidar com este tipo de situações é necessário ter fair play. Se essa tendência se tornar sistemática, aí começarei a ficar preocupado, porque, se assim for, esse poderá ser um sintoma negativo sobre a nossa actividade.

A acção da ERC já é eficaz?

A Entidade Reguladora cumprirá a sua função quanto mais depressa "vir para lá do fim-de-semana" e envolver os diferentes actores.

O processo de monitorização vai ajudar nas opções?

O processo de monitorização, que ainda não está instalado, mas o processo contratual está na sua fase final, vai traduzir-se num alargamento do número de canais analisados.
criação da Entidade Reguladora para a Comunicação Social foi, e continua a ser, muito questionada. Sobretudo porque são as empresas de comunicação a suportá-la financeiramente. O presidente da entidade diz ao DN que os benefícios que a ERC vai trazer aos media compensam em muito os seus custos. Azeredo Lopes espera, por isso, que o Chefe do Estado, Cavaco Silva, promulgue o diploma que estipula as tão contestadas "taxas" que lhe são destinadas.

Considera que é possível desmontar a ideia de que este órgão será o polícia das redacções?

A ideia dos poderes policiais é absurda porque imputa à ERC uma lógica tenebrosa. As funções de autoridade não foram inventadas por nós. Herdámo-las, por exemplo, do Instituto da Comunicação social.

Então como vão fiscalizar a acti-vidade, o conteúdo produzido nas redacções?

Não temos fiscais para jornalistas, posso garantir. O que se trata é da compatibilidade, por exemplo, com a lei da rádio, de informações que nos venham a ser prestadas por órgãos da comunicação social. O que se pretende é instalar uma cultura de regulação, que compreendo que tenha uma dimensão assustadora, lá onde não existia, se passa a existir, implica uma ideia restritiva. Não, vamos, obviamente, restringir esferas de liberdades protegidas. Mas não vejo que a liberdade de imprensa seja uma liberdade libertária.

E se há liberdades que atropelam outras liberdades...

Essa é a função da regulação. A ideia é preservar uma das coisas mais preciosas que temos, que é entender os regulados como instrumentos de um dos pilares mais nobres de um Estado de direito. Se a comunicação social funcionar mal, está mais pobre o Estado de direito e, logo, todos nós.

As críticas ao modelo de financiamento não desgastam a ERC?

A questão foi-me posta com lisura. Foi pedido parecer à ERC sobre a dita lei das taxas. Do ponto de vista funcional, seria importante que entrasse em vigor rapidamente, porque senão, por razões óbvias e egoísticas, a instituição ficaria descapitalizada, uma vez que estamos a falar de um quarto do orçamento previsto. Mas, na minha opinião, acho compreensível a reacção de crítica, porque não conheço ninguém que goste de pagar o que antes não pagava. Temos é que destacar a função socialmente relevante que a entidade reguladora desempenha e também a ideia de que a existência de regulação vai beneficiar a curto e médio prazo os próprios órgãos de comunicação social. O pagamento, em certas situações, não implica um sacrifício relevante ao órgão de comunicação social. Seria preocupante se da imputação das taxas resultasse um dificultar desproporcional da vida do órgão de comunicação social.

Mas é isso mesmo que a Confederação de Meio e a Associação de Imprensa reivindicam?

Eu reivindico o contrário.

A ERC, com uma reunião semanal, será breve nas decisões?

Ainda não temos um regulamento interno definitivamente estabelecido. Mas a nossa prática é de reunirmos as vezes que forem necessárias para evitar o acumular de processos. Herdámos perto de duas centenas de processos da Alta Autoridade.

Fonte: Diário de Notícias

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maio 27, 2006

NOVO ESTATUTO AVANÇA

O projecto de alteração do Estatuto do Jornalista foi discutido na passada quinta-feira em Conselho de Ministros. Também esteve em análise a legislação sobre concentração dos meios de comunicação social.O actual Estatuto dos Jornalistas data de 1999.

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PHILIPE AMAURY MORREU

Philippe Amaury, PDG du groupe de presse Amaury SA (qui édite les quotidiens Le Parisien, Aujourd'hui en France, L'Equipe, et organise le Tour de France, le Paris-Dakar...), est mort, mardi 23 mai, des suites d'une longue maladie, à l'âge de 66 ans. "Jusqu'aux derniers instants, il s'est tenu au courant des activités de son groupe et a pris les décisions nécessaires à son développement", indique un communiqué d'Amaury SA.

C'est une figure de la presse française qui disparaît. Personnage d'une grande discrétion, ni médiatique ni mondain, Philippe Amaury se consacrait à la direction de son groupe. Les quelque 3 000 salariés ne le croisaient que rarement, sauf à l'occasion des voeux.

Né le 6 mars 1940 dans l'Oise, docteur en droit et diplômé de sciences politiques, Philippe Amaury était à la tête de l'entreprise familiale depuis vingt-cinq ans. En 1977, à la mort accidentelle de son père, Emilien Amaury, qui avait créé Le Parisien libéré en 1944, un contentieux juridique, qui durera six ans, l'oppose à sa soeur Francine. Emilien lui avait préféré sa soeur. Au terme de ce litige, Philippe Amaury prend, en 1983, la tête de la presse quotidienne, tandis que Francine dirige la presse magazine (Marie-France, Point de vue-Images du monde) et la régie publicitaire.

C'est à cette époque que Jean-Luc Lagardère acquiert 25 % du groupe, notamment pour permettre à Philippe Amaury de régler les droits de succession. Une participation aujourd'hui portée par Hachette Filipacchi Médias (HFM, groupe Lagardère), les 75 % étant entre les mains de la famille de Philippe Amaury. "Nous perdons un ami et un partenaire", a déclaré Gérald de Roquemaurel, PDG du groupe HFM, mercredi. "En privé, c'était un homme extrêmement courtois, très réfléchi dans son raisonnement avec une vision très structurée", soulignait M. de Roquemaurel.

Emilien Amaury avait mené une bataille farouche contre le Syndicat du livre CGT, de 1975 à 1977, conduisant à diviser par deux les ventes du Parisien, qui étaient alors tombées à 335 000 exemplaires. Très attaché à l'indépendance de la presse, Philippe Amaury va s'employer à redresser l'image du Parisien, pour en faire un quotidien populaire de qualité. Il s'entoure de deux proches, Martin Desprez, rencontré chez Havas - où Philippe Amaury fit ses premières armes - et Jean-Pierre Courcol, aujourd'hui au groupe Ouest-France.

En 2005, selon l'OJD, la diffusion du Parisien était de 338 556 exemplaires, celle d'Aujourd'hui en France, lancé en 1994, atteignant 158 465 exemplaires. Diffusion qui progresse, dans un contexte de baisse pour la presse quotidienne nationale.

Philippe Amaury n'a pas hésité à aller lui aussi à l'affrontement avec les syndicats en créant son propre système de distribution. Au terme d'un conflit avec les Nouvelles Messageries de la presse parisienne (NMPP) et le Syndicat du livre, M. Amaury a mis en place un système de distribution propre au Parisien, la Société de distribution et de vente du Parisien (SDVP). Constituée en 2001, la SDVP est déficitaire.

Il a également fait le choix de construire ses propres imprimeries et une régie publicitaire intégrée, Manchette. Il a également favorisé le développement du quotidien sportif L'Equipe, en favorisant la création de L'Equipe Magazine, puis de la chaîne L'Equipe TV.

Dans une de ses très rares interviews, accordée au Monde le 7 mars 1995, Philippe Amaury déclarait : "Nous avons une méthode de gestion simple, il faut que les sociétés gagnent de l'argent." Il laisse d'ailleurs un groupe rentable, dont la valeur est estimée à environ 1 milliard d'euros.

Homme discret mais d'autorité, il avait pris seul la tête du groupe en janvier 2004, après le départ du directeur général Jacques Guérin en raison de divergences sur la stratégie. "D'une grande écoute, c'était lui le chef, sans aucun doute", souligne M. de Roquemaurel.

Philippe Amaury s'était aussi engagé aussi dans une politique de diversification, en créant ASO (Amaury Sport Organisation), qui organise les événements sportifs, entre autres, le Tour de France, le Paris-Dakar, le Marathon de Paris, l'Open de France de golf... Certains investissements seront moins réussis comme celui, en 2000, dans le Futuroscope de Poitiers, qui coûtera plusieurs dizaines de millions d'euros au groupe, et son poste de directeur général à M. Courcol, en 2002.

Marqué par le conflit qui avait suivi la mort de son père, le patron de presse avait organisé sa propre succession bien avant de tomber malade. Sa femme, Marie-Odile Amaury, présente au conseil d'administration, est vice-présidente du groupe, au côté de Martin Desprez, autre vice-président. "Elle joue un rôle extrêmement important dans ce groupe, qu'elle connaît par coeur", souligne M. de Roquemaurel. En mars 2006, Philippe Amaury avait fait entrer sa fille Aurore, née en 1974, avocate, à la direction générale. Le fils, Jean-Etienne, né en 1977, n'a pour l'instant pas de fonctions au sein du groupe.

Durant la journée de mercredi, les hommages ont été nombreux. Le président de la République, Jacques Chirac, a exprimé sa "grande tristesse", estimant que la presse française perd avec lui "l'une de ses très grandes figures". Selon le chef de l'Etat, "sachant mettre l'audace et l'imagination au service d'une vision à long terme des intérêts de son entreprise pour construire un groupe diversifié, (Philippe Amaury) en a fait une des plus belles réussites de la presse quotidienne française".

Fonte: Le Monde

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PROCESSO METIDO

MADRID.- Vocento S.A. y Diario Abc, S.L., editora de 'Abc', interpusieron este viernes una demanda contra Federico Jiménez Losantos y la Cadena Cope por competencia desleal en lo que consideran una "campaña dolosa de denigración" en su contra.

La demanda fue interpuesta ante el juzgado de lo mercantil de Madrid. Según un comunicado emitido por Vocento y 'Abc', los demandantes entienden que Federico Jiménez Losantos, desde su programa 'La Mañana de la COPE', "impulsa desde hace meses una campaña dolosa de denigración contra Vocento y ABC, campaña que infringe la Ley de Competencia Desleal".

Por ello, requieren del juez una condena a los demandados para que cesen en esa campaña y que indemnicen a las entidades demandantes por los daños y perjuicios ocasionados.

'Vocento' y 'Abc' señalan en su comunicado que con esta medida, "amparan sus derechos en la ley y piden al poder judicial su aplicación imparcial renunciando, por respeto a sus lectores y anunciantes, a entrar en polémicas con el demandado desde el propio 'Abc' y desde los demás medios del Grupo Vocento".

Hace 20 días, el vicepresidente y consejero delegado del Grupo Vocento, José María Bergareche, ya anunció que demandarían a Losantos y la Cope porque habían "colmado el vaso de la paciencia". Aquel día, el director de 'La Mañana de la COPE' dijo en antena a los suscriptores de 'ABC': "Hoy es un buen día para darse de baja del 'ABC'".

Fonte: El Mundo

Publicado por estaccs às 11:19 PM | Comentários (1)

PROCESSO PROMETIDO

06.04.2006

MADRID.- El vicepresidente y consejero delegado del Grupo Vocento, José María Bergareche, ha anunciado la presentación de una demanda ante el Tribunal de Defensa de la Competencia contra la Cope y el periodista Federico Jiménez Losantos por "un acto de denigración del competidor".

En una conferencia de prensa en la que Vocento ha presentado los resultados económicos de 2005, Bergareche ha asegurado que su empresa hablará "seriamente" con la Conferencia Episcopal -propietaria de la Cope- para que tome medidas sobre esta situación.

Vocento considera que desde la Cope se agrede al grupo y, especialmente, al diario 'ABC' y a su director, José Antonio Zarzalejos. La empresa va a pedir a la Conferencia Episcopal garantías reales de que esta situación no volverá a producirse.

Bergareche ha explicado en la rueda de prensa que la gota que "ha colmado el vaso de la paciencia" ha sido que esta mañana Losantos haya pedido en antena a los suscriptores de 'ABC' que lo dejen. "Hoy es un buen día para darse de baja del 'ABC'", ha dicho en su espacio.

El locutor ha facilitado incluso el telefóno de atención al cliente del periódico, "bien para acordarse del director, bien para darse de baja".

"Somos corredores de fondo, tenemos mucha paciencia y no es nuestro estilo querellarnos contra nuestros competidores", ha añadido Bergareche. "En la Cope hay muchos señores que trabajan y no tienen ninguna culpa de las mentiras que se dicen, pero como responsables de esta casa y por nuestros trabajadores es nuestra obligación tomar medidas". La cadena Cope ha preferido no pronunciarse sobre el asunto por el momento.

Federico Jiménez Losantos ha hecho referencia a la fórmula empleada por 'ABC' para informar sobre la expulsión de la Cope de la asociación que realiza el EGM. El periódico tituló la información así: "El sector de la comunicación expulsa a la COPE del EGM por manipular los datos de audiencia".

Losantos ha respondido en su programa: "El 'ABC' manipula los datos. A la Cope no la han echado por manipular los índices de audiencia, 'Carcalejos' (en referencia a José Antonio Zarzalejos, director del diario), mentiroso, que eres un mentiroso, un vulgar mentiroso, un pésimo director, un traidor a la tradición de 'ABC' y además un mentiroso. Es que lo de comprar el 'ABC', después de lo que está haciendo este tío con el 'ABC', ya es una cosa... En fin, yo no sé cómo hay gente, por más que sea tradición, que tiene estómago para desayunarse esta basura. Porque es que es una basura. Por lo que echan a la Cope, 'Carcalejos' mentiroso, es por haber manifestado en público sus discrepancias, no por haber manipulado ninguna audiencia, no, no, ya se guardaron muy mucho. Porque entonces, ante el tribunal, tendrían que demostrarlo. ¿Y qué es lo que ha demostrado Abellán? Que las encuestas no se hacen. No es que se hagan mal, es que no se hacen. [...] Pues no, 'Carcalejos', falsario, a la Cope no la echan por eso, la echan porque ha descubierto el pastel, por haber lesionando el enorme prestigio del EGM. Hoy, aunque sea la última vez que lean el 'ABC', comparen lo que hace 'El País' y lo que hace 'Carcalejos'. Es que es mucho peor lo que hace el 'ABC' y mucho más mentira".


Fonte: El Mundo

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PRESOS?

A Justiça brasileira decretou, anteontem, a prisão do presidente da Rede TV!, Amílcare Dallevo, e do seu ‘vice’, Marcelo de Carvalho, pelo não pagamento de uma dívida a João Henrique Schiller – ex-director da emissora – de cerca de 1 milhão de euros em salários em atraso, mas o assessor da emissora desmente as prisões.

Dennis Munhoz, assessor da Rede TV!, nega a detenção dos dirigentes da estação e explica: “O pedido de prisão foi um erro, porque dia 11 foi expedido um ‘habeas-corpus’, mas os responsáveis pelo processo perderam o documento.” Posteriormente foram apresentadas cópias do mesmo que anularam a decisão do Tribunal.

Munhoz adianta ainda que Schiller “agiu de má-fé ao informar a Justiça que recebia um salário de cerca de 10 mil euros quando, na verdade, auferia mil”.

Segundo as contas de Schiller, o canal devia pagar-lhe 30% da sua facturação bruta, cerca de 86,5 milhões de euros/ano. O valor da dívida deveria ter sido descontado directamente das contas de Amílcare Dallevo e Marcelo de Carvalho, já que a empresa não tem financiamento bancário. Os advogados do ex-director da Rede TV! informaram que o Tribunal tinha determinado que a dívida fosse paga no prazo de 48 horas, o que não aconteceu.

João Henrique Schiller foi, recorde-se, demitido da estação em Agosto de 2000.

Fonte: Correio da Manhã

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ERC LANÇA AVISO À SIC E CONDENA PÁGINA DO "24 HORAS"

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) pronunciou-se anteontem sobre a cobertura jornalística da SIC à acção de fiscalização a restaurantes denominada "Operação Oriente" e sobre a primeira página do jornal "24 Horas" do dia 27 de Abril. Nos dois casos a reguladora condena a actuação dos média. Porém, por considerar o caso do "24 Horas" mais grave, determinou que o jornal publique uma recomendação.

Estas são as primeiras deliberações da ERC - que tomou posse a 18 de Fevereiro - sobre conteúdos que considera colocar em causa direitos fundamentais dos cidadãos. No que diz respeito às reportagens da SIC, emitidas a 30 e 31 de Março, a entidade considera que não foram acautelados o direito à imagem, o princípio da não discriminação e o direito de defesa dos visados. Recorde-se que para a elaboração das peças, os jornalistas acompanharam três acções de fiscalização da Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE) em restaurantes chineses. Em duas delas são mostrados os inspectores, proprietários e funcionários dos estabelecimentos.

Em resposta às solicitações da ERC, a Direcção de Informação da SIC sublinhou que as imagens foram recolhidas e exibidas com conhecimento e autorização dos visados. Ao JN, os responsáveis pela estação não quiseram comentar a advertência.

Rui Assis Ferreira, um dos membros do Conselho Regulador da ERC, sublinhou que nesta questão também está em causa a actuação da ASAE, que por se tratar de um organismo público deve encontrar maneiras de divulgar as suas actividades sem cair nos riscos de uma mediatização. Além de que deve proporcionar o acesso de todos os meios de comunicação social à informação relevante.

Jornal recorre da decisão

Quanto ao "24 Horas", a ERC considerou que a utilização da fotografia de D. José Policarpo, Cardeal Patriarca de Lisboa, junto do título "Bispos pedem inquérito à violação de Bibi por um padre" - na sequência da entrevista de Carlos Silvino à TVI - não cumpre qualquer função informativa e atenta à sua honra e bom nome. Pedro Tadeu, director do diário, revelou que a recomendação será publicada na edição de hoje. "Mas achamos a decisão idiota", frisou. O responsável adiantou ainda que é intenção do jornal recorrer ao tribunal para pedir a anulação da decisão e que, dentro de dias, será "distribuído aos leitores um documento a contar todo o processo para mostrar como esta decisão é injusta".

FONTE: Jornal de Notícias (online)
Ana Catarina Brandão

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MÉDIA PARQUE TEM CONDIÇÕES PARA ARRANCAR

O director do Média Parque, que vai concentrar nas instalações da RTP/Porto empresas ligadas à indústria dos media, garantiu sexta-feira à Lusa estarem agora «reunidas todas as condições» para o arranque do projecto, um ano depois do inicialmente anunciado.

«Durante este tempo o projecto esteve em banho maria, quer devido à mudança de Governo, quer à necessidade de se fazer a sua análise económico-financeira e de saber quais os riscos de actuação da RTP num investimento como este», afirmou Paulo Lages, em entrevista à agência Lusa.

Orçado em 100 milhões de euros, o projecto prevê a instalação, em cerca de 110.000 metros quadrados de terrenos da RTP/Porto, no Monte da Virgem, em Gaia, de várias empresas de comunicação social e de tecnologias ligadas ao sector audiovisual, para além de universidades.

O objectivo, explicou Paulo Lages, é «criar um núcleo empresarial no Porto que seja uma mais-valia não só para a RTP, mas também para o sector audiovisual em Portugal e no Norte do país», rentabilizando meios e partilhando tecnologias.

Paulo Lages admite que o projecto tem estado «em banho-maria», mas salientou que a demora se deveu também à dimensão do investimento, «que tem que ser muito bem ponderado pela RTP».

«Para não termos surpresas é preciso vermos bem quais os riscos que corremos», afirmou, destacando que o parque tecnológico «está completamente desenquadrado do core business da RTP», implicando por isso «cuidados» extra na sua implementação.

Adicionalmente, referiu, a «ideia inicial» era que surgisse um investidor interessado em deter a maioria do capital social da Sociedade Media Parque, a constituir para gerir o projecto, mas a situação difícil do mercado imobiliário condicionou o aparecimento de candidatos.

A somar a tudo isto, a mudança de Governo implicou que os protagonistas e defensores do projecto saíssem de cena, obrigando à «reconfirmação» da legitimidade do mesmo.

«Contudo - garantiu Paulo Lages - a partir deste momento existem condições para se implementar o projecto», que está apenas «dependente do aparecimento de investidores, de potenciais empresas arrendatárias dos imóveis a construir e de contactos com empresas de comunicação social manifestando interesse em aderir».

Neste âmbito, o director do Média Parque destacou a importância da presença das universidades, designadamente da Universidade do Porto e do Instituto Superior Politécnico Gaya (ISPGaya), que funcionarão como «âncoras» do projecto e com quem já foram estabelecidos protocolos de adesão.

Contudo, afirmou, estes protocolos «valem o que valem» e têm que evoluir para «contratos oficiais», para que a RTP não corra o risco de investir em dois edifícios para depois as universidades recuarem e os deixarem devolutos.

«É por isso nossa intenção, ainda antes do Verão, contactar as universidades para saber até que ponto querem contratualizar a construção dos edifícios com a RTP, mediante determinadas condições de arrendamento ou, mesmo, aquisição daqueles espaços», adiantou Paulo Lages.

De acordo com o responsável, também antes do Verão serão contactados potenciais parceiros estratégicos para a implementação do projecto, assim como pequenas e médias empresas que poderão encontrar no Média Parque a possibilidade de utilização de infra-estruturas em regime de time-share, só pagando o que utilizam.

Relativamente aos prazos de construção dos vários edifícios do futuro parque tecnológico, Paulo Lages esclareceu que deverá estar concluído «dentro de duas ou três semanas» o concurso público para o edifício que irá acolher a RDP, «pelo que em Julho deverá ser adjudicada a obra».

A instalação da Radiodifusão Portuguesa no local deverá acontecer «o mais tardar até Março de 2008».

Assim que o edifício da RDP estiver concluído, deverá arrancar a construção do edifício da recepção e de uma galeria comercial com um parque de estacionamento subterrâneo, cujos projectos estão já concluídos e prontos a ir a concurso público.

Assim todos estes edifícios poderão ficar prontos no início de 2008.

Convicto das potencialidades do Média Parque, o director acredita que agora que estão reunidas «todas as condições» para arranque do projecto surgirão vários parceiros interessados.

«Há várias empresas de comunicação no Porto e, com a televisão digital, julgo que surgirão um conjunto de televisões regionais como a Porto Canal e a Invicta TV, com as quais contamos», disse.

De forma a atrair o maior número de interessados, Paulo Lage garante que serão criadas várias alternativas de instalação de acordo com capacidades económico-financeiras dos parceiros, desde o time- share, ao arrendamento ou mesmo aquisição das instalações.

FONE: Diário Digital / Lusa
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 11:36 AM | Comentários (0)

THE TIMES VERSÃO NORTE-AMERICANA A 6 DE JUNHO

O diário The Times vai lançar a 6 de Junho a sua edição norte-americana, a primeira desde a fundação do jornal, em 1788.

A versão norte-americana será impressa e distribuída pelo New York Post, também propriedade do magnata Rupert Murdoch.

O lançamento desta edição, de 64 páginas, coincidirá com o início do Mundial de Futebol. Com vários milhares de exemplares, sairá para o mercado ao preço de um dólar.

Durante as primeiras semanas, a edição norte-americana do The Times será dedicada, sobretudo, ao Mundial 2006.

Posteriormente, o jornal entrará em concorrência directa com a edição norte-americana do Financial Times, o único diário britânico que até agora era impresso em Nova Iorque.

FONTE: Diário Digital
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 11:33 AM | Comentários (0)

SERVIÇOS SECRETOS ESPIARAM JORNALISTAS ILEGALMENTE

Os serviços secretos externos alemães (BND) entregaram-se a actividades "totalmente ilegais" de espionagem de jornalistas, segundo um relatório parlamentar ontem divulgado, e o Governo já anunciou sanções contra os responsáveis.

O relatório, de 179 páginas, foi parcialmente tornado público pela câmara de deputados (Bundestag) e pode ser consultado na Internet. Várias passagens foram retiradas e de alguns nomes só são indicadas as iniciais, a pedido de alguns dos jornalistas espiados.

Jornalistas foram "utilizados" pelo BND com o objectivo de "descobrir informações, informadores e os bastidores das informações", sublinha o autor do documento, um antigo magistrado, Gerhard Schafer.

Numa reacção à publicação do relatório, o Governo alemão defendeu a aplicação de "medidas disciplinares" contra os principais responsáveis deste caso. Vários membros do BND, antigos e actuais, poderão ser visados por estas sanções, admitiu o Governo, que anunciou também a próxima nomeação de um "investigador especial" encarregado de apurar responsabilidades.

Em contrapartida, o Estado considera que não são necessárias "medidas legislativas", alinhando assim pela opinião do autor do relatório, segundo um comunicado de sete páginas divulgado pelo serviço de imprensa governamental. Este último já antes havia proibido o recurso a tais práticas, no futuro.

Segundo o relatório, o BND não só espiou jornalistas na Alemanha - quando apenas os serviços de informações internos - como também pagou a jornalistas em troca de informações sobre o trabalho de alguns dos seus colegas.

FONTE: Diário de Notícias (online)
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 11:29 AM | Comentários (0)

MANUEL MARIA CARRILHO EM ABRANTES (4)

O Prof. Manuel Maria Carrilho proferirá uma Conferência na ESTA, no próximo dia 6 de Junho, às 15.30 horas, sobre os problemas abordados no seu último livro, "Sob O Signo Da Verdade".

Publicado por estaccs às 02:23 AM | Comentários (0)

PARA A

"Apercebi-me hoje de que a Entidade Reguladora é para a Comunicação Social e não da Comunicação Social. Vejam bem: há uma Entidade Reguladora do Sector Eléctrico, uma Entidade Reguladora da Saúde, uma Autoridade da Concorrência. Mas não há uma Entidade Reguladora para a Comunicação Social.Ninguém pode regular a Comunicação Social. Tem que ser de forma arrevesada. A Comunicação Social é um território de todos os perigos, ninguém assume que seja regulável. Que a queira regular.Dito de outra forma: há aqui uma cobardia que se refugia na lei, na língua. Na traição a língua (para a, neste contexto, não quer dizer nada - quem regula regula alguma coisa). Uma falta de frontalidade preocupante. Uma falta de espinha. Um não falar claro. Um medo. Um absurdo."

Por João Morgado Fernandes, no French kissin'

Publicado por estaccs às 01:11 AM | Comentários (0)

A DIGNIDADE DOS JORNALISTAS

"O que põe em causa a dignidade dos jornalistas é o próprio Estatuto da classe. A classe tem que compreender que é inaceitável que um jornalista seja num dia profissional de marketing político ou propagandista deste ou daquele governante ou político, e no dia seguinte regresse candidamente à redacção como se nada fosse com ele... Enquanto o Estatuto dos Jornalistas mantiver este clausulado e não introduzir um período substantivo de impedimento, pós-contratual, no regresso à profissão, a dignidade da classe está atingida (ver PD)."

Por F.Rui Cádima, em Irreal Tv

Publicado por estaccs às 12:36 AM | Comentários (0)

PORTO CANAL ADIADO

A Porto Canal anunciou hoje o adiamento para depois de 15 de Setembro do início das emissões televisivas na TV Cabo, até agora previsto para 23 de Junho. Em comunicado, a empresa argumenta que o canal "só irá iniciar a sua emissão quando tiver a atribuição da licença da Autoridade Reguladora" da Comunicação Social.

"Como a data inicialmente prevista para a abertura do Porto Canal está muito próxima (23 de Junho), e não estando ainda concluído este processo de autorização, o início das emissões do Porto Canal foi adiado para uma data posterior a 15 de Setembro", refere a empresa.

A Porto Canal salienta que o processo de licenciamento "está a decorrer de forma normal e conforme as regras estabelecidas pelo regulador", e que a TV Cabo "é totalmente alheia a este processo" e "mantém o empenho para disponibilizar o Porto Canal aos seus clientes".

O director-geral do canal, Bruno Carvalho, disse recentemente à agência Lusa que o investimento global para o arranque do projecto rondará os quatro milhões de euros, prevendo que venha a ser recuperado no terceiro ano de actividade. O canal, com estúdios em Matosinhos, funcionará em regime aberto, 24 horas por dia. Para sustentar o projecto financeiramente, o Porto Canal contará com a colaboração de empresas, autarquias e outras entidades, como a Universidade do Porto.

As produtoras envolvidas - Farol de Ideias, Filbox, Media Luso e OP - terão sempre 60 por cento ou mais na estrutura financeira do novo canal, esclareceu o responsável. Garantidas estão também parcerias com as autarquias de Matosinhos, Gaia, Gondomar, S. João da Madeira e Amarante, sendo esperadas formalizações com as restantes câmaras da Área Metropolitana do Porto até ao arranque do canal.

Com o objectivo de manter uma identidade regional, "capaz de dar visibilidade a pessoas que normalmente não a têm nos restantes meios de comunicação", Bruno Carvalho pretende que o Porto Canal atinja, em dois meses, "os quatro/cinco mais vistos" daquela área. "A meta será chegar ao mais visto nesta região", frisou o director-geral do novo canal, que foi administrador da NTV, entretanto transformada em RTP-N.

A informação do canal ficará a cargo de quatro jornalistas, coordenados pelo ex-subdirector do jornal Público, Daniel Deusdado, que ocupará o cargo de director de informação. Sobre a grelha de programas, apesar de garantir estar já "praticamente fechada", Bruno Carvalho preferiu não revelar ainda pormenores, mas adiantou que o canal arrancará com apenas "três ou quatro rostos conhecidos", pois o objectivo é que o projecto seja também uma "fábrica de novos rostos" no panorama televisivo. "Tentaremos fazer as coisas sempre com os pés na terra", concluiu o empresário de 37 anos, garantindo que a programação do Porto Canal será 100 por cento original e 100 por cento falada em português.

Um outro canal regional direccionado para a Área Metropolitana do Porto, Invicta TV, iniciou emissões regulares em 18 de Abril na TVTel.

Fonte: Lusa

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maio 26, 2006

ACORDO 'SPORT TV'-ANMP

A transmissão televisiva dos jogos da selecção nacional em espaços públicos foi hoje assegurada, mas será integrada apenas no âmbito de iniciativas autárquicas, anunciou hoje a Sport TV. A decisão surge depois de vários dias de discussão sobre a proibição de exibição pública dos jogos de futebol que a Sport TV queria impor a várias entidades e depois de firmado acordo com a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).

A polémica estalou depois de no passado domingo o canal de desporto ter confirmado que tinha já alertado várias entidades para a proibição de exibir publicamente os jogos do Mundial de Futebol 2006 que vai decorrer na Alemanha a partir de 09 de Junho.

Na altura, em declarações à agência Lusa, uma fonte oficial do canal explicou que "os direitos de transmissão televisivas foram comprados pela Sport TV e pela SIC, mas a Sport TV comprou todos os direitos de exibição pública", ficando com a responsabilidade de os ceder ou não a terceiros.

A mesma fonte explicou que a decisão do conselho de administração do canal vinha no sentido de proteger os clientes da empresa e de não sair prejudicada.

A decisão foi de imediato contestada por diversos municípios e levou a que a ANMP tomasse uma posição contra e tentasse a todo o custo a revogação desta medida.

Com o acordo agora firmado, as imagens dos jogos da selecção nacional e a final do Campeonato do Mundo FIFA 2006 vão ser exibidas em espaços públicos "apenas em iniciativas autárquicas", tendo ficado "vedada a possibilidade de utilização de publicidade e/ou interesses comerciais de forma directa ou indirecta nesses espaços".

Fonte: Lusa

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RTP NO JAPÃO

A RTP celebrou um acordo de distribuição com a empresa Supersat, plataforma IPTV no Japão.A partir de 25 de Maio a comunidade de expressão portuguesa a residir no Japão passou a ter disponível a emissão da RTP Internacional em sistema IPTV, refere a estação em comunicado.

«Com a parceria RTP/Supersat, ( http://www.supersat-japan.com ) a RTP concilia a realização do seu objectivo de chegar a todas as comunidades lusófonas com os novos modelos de distribuição e plataformas emergentes de distribuição de conteúdos», referem.

Actualmente a comunidade de expressão portuguesa cifra-se em cerca de 300.000 falantes, maioritariamente brasileiros. Esta comunidade de emigrantes económicos com algum peso no Japão levou o Ministério da Educação e Ciência a prever para 2010 que o Português seja a segunda língua estrangeira mais falada no Japão depois do coreano. As 5 universidades que oferecem a licenciatura em Língua Portuguesa formam cerca de 250 alunos por ano.

«Inicialmente, a RTPi estará acessível como opção a la carte estando previsto a retransmissão de outros conteúdos em língua portuguesa», finalizam.

Fonte: Portugal Diário

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'SPORT TV' E ANMP QUASE DE ACORDO

A Sport TV e a associação de municípios deverão chegar hoje a acordo sobre a exibição pública dos jogos da selecção portuguesa, com o canal a disponibilizar o sinal de forma gratuita, disse à Lusa fonte da estação.

"As conversações estão bem encaminhadas e poderá existir uma conclusão ainda hoje", afirmou fonte oficial do canal detentor dos direitos de transmissão do Mundial 2006, acrescentando que os responsáveis pela Sport TV e a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) se reuniram quarta-feira ao fim do dia.

"Caso o acordo avance, a Sport TV vai disponibilizar de forma gratuita o sinal aos municípios interessados, não havendo nenhuma contrapartida financeira", explicou.

O provável acordo de exibição pública só irá abranger os jogos da selecção portuguesa e eventualmente a final da competição mundial, que arranca já no próximo dia 9 de Junho na Alemanha.

Outra das condições da proposta do canal é que o sinal transmitido nos eventos ou acções promovidas pelas autarquias seja obrigatoriamente da Sport TV.

"A proposta que está em cima da mesa refere ainda que os eventos dos municípios não podem ter qualquer fim comercial, ou seja, serem de acesso gratuito e não terem nenhum patrocinador associado", esclareceu.

A mesma fonte afirmou à Lusa que, caso o acordo seja concluído, será a ANMP a informar os municípios associados sobre estas condições de transmissão, acrescentando que a Sport TV "confia no bom senso das autarquias" e que estas movimentações tem como objectivo "a total mobilização popular" no apoio à selecção portuguesa.

O canal codificado irá ainda pedir a colaboração a esta associação para estar atenta a eventuais negócios paralelos relacionados com o evento.

A Associação da Restauração e Similares de Portugal (ARESP) informou quinta-feira, e após uma reunião com a Sport TV, que a exibição das imagens do Mundial 2006 pelos estabelecimentos de restauração e bebidas (incluindo esplanadas que façam parte integrante dos respectivos estabelecimentos) será permitida junto dos seus clientes, de forma correspondente a uma utilização normal e adequada.

"Entende-se por forma correspondente a uma utilização normal e adequada, a exibição de imagens em ecrãs de televisão (plasmas, lcd's e retroprojecção), desde que já existentes no estabelecimento", esclareceu a ARESP.

"A ARESP considera que estão esclarecidas todas as dúvidas, estando assim salvaguardados todos os direitos dos empresários do sector", segundo um comunicado da associação.

Contactada hoje pela Lusa, a ARESP referiu ainda que os ecrãs dos seus associados não terão que estar obrigatoriamente sintonizados na Sport TV.

"No conceito de espaço público da empresa internacional que está a gerir as negociações dos direitos de transmissão [a Infront Sports & Media], os restaurantes e esplanadas não estão integrados. O conceito de espaço público da empresa só abrange as praças públicas", salientou uma fonte oficial da empresa.

Nesse caso, os aparelhos dos restaurantes, bares ou esplanadas poderão estar sintonizados tanto na Sport TV como na SIC, a estação portuguesa que adquiriu apenas os direitos de transmissão televisiva em sinal aberto.

A Sport TV adquiriu os direitos de transmissão televisiva e de visionamento público sem fins comerciais.

A ARESP representa actualmente cerca de 25 mil associados, sendo que o número oficial de estabelecimentos de restauração e similares existentes no país ronda os 80 mil.

"Deste universo de 80 mil estabelecimentos, a indicação que a associação tem é que estes representam 10 por cento do universo de clientes da Sport TV", afirmou uma fonte oficial da ARESP, acrescentando, no entanto, que este valor poderá ser mais representativo, uma vez que muitos estabelecimentos são assinantes do canal através de um nome individual.

Fonte: Lusa

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DELL VAI INSTALAR APLICAÇÕES DO GOOGLE NOS COMPUTADORES

O Google e a Dell chegaram a acordo para o fabricante de computadores instalar um pacote de aplicações do Google em alguns dos seus produtos.

Os computadores da Dell vão incorporar software de escritório do Google, que integra várias aplicações, uma barra de ferramentas do Google e uma página de início da Internet. As primeiras unidades vão estar disponíveis nos EUA no final deste mês.

As empresas acrescentaram que se trata de um pacote de software do Google, a partir do qual as pessoas podem realizar buscas quer na Internet quer no próprio computador. É uma forma de facilitar a procura de informação nos computadores, concluíram.

FONTE: Diário Digital
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 12:17 PM | Comentários (0)

O PECADO MORA AQUI

Por João Miguel Tavares

Esta é uma boa altura: reúna uma pilha de jornais, deite mão a uma tesoura e faça o seu próprio levantamento das más práticas jornalísticas em Portugal. Como acontece sazonalmente, estamos outra vez em época de flagelação mediática. Encontrará com facilidade gente a denunciar nomes que foram arrastados pela lama, paparazzi sem escrúpulos, carreiras postas em causa por notícias falsas. Ainda assim, mantenha a poeira afastada dos olhos - apontar como principal problema do jornalismo que por cá se faz a "manipulação" ou a "tabloidização" é um equívoco estafado.

Nada disso: os grandes pecados dos media nacionais são o comodismo, a desatenção, o respeitinho pelo poder, o alheamento da sua tarefa histórica de watch dog. O problema não está naquilo que se publica mas naquilo que se deixa de publicar - não por acção de uma "matilha" mas por mimetismo informativo. Apenas um exemplo: que fazem hoje os espaços noticiosos das televisões para além de parasitar os jornais diários? Veja--se como a SIC Notícias se transformou num best of dos títulos de imprensa da manhã: lêem-se em voz alta alguns pedaços do que foi publicado, muitas vezes sem citar a fonte, e arranja-se uns bonecos para ilustrar. Noticiário próprio? Nem vê-lo.

O estudo que o Expresso publicou no último sábado, asseverando que 70% das notícias dos jornais provêm de agências e gabinetes de informação, mistura o que não se pode misturar mas alerta para uma situação bem real: a comunicação social está com falta de ideias próprias e presa a velhas rotinas, que impedem a sua renovação. O peso das fontes institucionais é gigantesco, e os jornais borboleteiam em torno do Estado como as mariposas à volta da luz. Infelizmente, a abordagem à qualidade do jornalismo português é feita sempre pelo lado do excesso - excesso de intromissões na vida privada, excesso de sensacionalismo -, quando, na verdade, o seu grande problema não está no excesso mas na falta - falta de agressividade, falta de vigilância, falta de investigação. O pecado, não se enganem, mora aqui.

FONTE: Diário de Notícias (online)
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 11:11 AM | Comentários (0)

INDEPENDENTE COM NOVO GRAFISMO A PARTIR DE HOJE

O Independente sai para as bancas a partir desta sexta-feira com um novo grafismo, novas secções e uma estrutura editorial mais leve, levada a cabo pela chefia de redacção, segundo o Diário de Notícias.

«Portugal transformou-se nos últimos anos. Por aqui, fazemos questão de continuar a acompanhar o país e os nossos leitores», referiu a directora do semanário, Inês Serra Lopes.

Mundo, Portugal (numa fusão de política e sociedade), Desporto, Economia e SSd (as iniciais de sexta, sábado e domingo, os dias mais culturais da semana) são as novas secções do jornal. Para trás fica o caderno de Economia.


FONTE: Diário Digital
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 10:59 AM | Comentários (0)

ERC REPUDIA ACUSAÇÕES DE CARRILHO

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) repudiou na quinta-feira, em comunicado emitido à imprensa, as acusações de Manuel Maria Carrilho no livro «Sob o Signo da Verdade».

O órgão regulador, que começou na quinta-feira a analisar o caso, lamentou o «carácter genérico e indiferenciado» das acusações do deputado socialista a jornalistas e agências de comunicação e sublinhou que «muitos dos factos invocados e lançados para a esfera pública podem configurar ilícitos de natureza criminal, da esfera própria de competência e apreciação de outras entidades, nomeadamente o Ministério Público».

A ERC vai agora ouvir intervenientes directos e indirectos na polémica causada pelo livro recentemente lançado.


FONTE: Diário Digital
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 10:58 AM | Comentários (0)

"OJE" VENDIDO SÓ POR ASSINATURA

O novo jornal de economia, que vai ser lançado a seguir ao Verão e cuja direcção ficará a cargo de Álvaro Mendonça, vai chamar-se OJE e será distribuído apenas por assinatura, com especial atenção para o meio empresarial, revela o Público na edição desta sexta-feira.

O projecto tem um acordo de parceria com o jornal inglês City A. M., um título gratuito de economia distribuído na zona industrial de Londres, para apoio no desenvolvimento do modelo de negócio e da matriz gráfica, bem como futura troca de conteúdos e colocação de publicidade.

O OJE não vai ser gratuito e estará disponível apenas por assinatura, adiantou José Diogo Madeira, encarregue da comunicação institucional do projecto.

O jornal dará especial enfoque à assinatura empresarial e vai privilegiar a zona industrial urbana de Lizboa, que inclui o centro da cidade, mas também pólos como o Tagus Park, Quinta da Fonte e Lagoas Park (concelho de Oeiras).

José Diogo Madeira assegurou que a ideia é conseguir um pacote de assinaturas de empresas que distribuem o jornal pelos seus quadros, mas também são possíveis as assinaturas para o público em geral. O preço do diário ainda nao está definido.

Quanto ao nome do diário económico, há «uma relação óbvia com o conceito «hoje», o que está a acontecer agora, mas também é o acrónimo d´ O Jornal Económico, Eletrónico, de Empresas, de Eventos, que é o meio em que se vai inserir», afirmou Pedro Pina, da MacCann Erikson, responsável pela imagem do projecto.

O projecto é financiado por uma empresa de capitais de risco portugueses, a MNF capital, mas é possível que o acordo com o City A. M. Possa evoluir para uma participação do título britânico na estrutura accionista do português.

O OJE tem uma equipa de 15 pessoas que já se encontram a trabalhar. O jornal pretende ser líder de mercado até ao final do ano.


FONTE: Diário Digital
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 10:56 AM | Comentários (0)

EDP ADMITE VENDER POSIÇÕES NA ONI E OPTIMUS

As participações detidas pela EDP nas operadoras Oni e Optimus não fazem parte do core business podendo por isso serem alienadas, de acordo com o Diário Económico.

O novo plano estratégico da eléctrica será revelado em Julho, e a alienação de todo o negócio de telecomunicações pode passar pela troca dos 25,7% que a EDP detém na Thorn Finance por 19% na SonaeCom, com base numa operação de roll-up mas sempre com o objectivo final de vender.

O novo CEO da EDP, António Mexia, disse ao jornal que a venda do negócio das telecomunicações será a hipótese mais provável se «as propostas forem atractivas». A ONI e a Optimus foram sempre um foco de problemas para a energética, nota o artigo.

A EDP divulgou na quinta-feira o balanço do primeiro trimestre de 2006, indicando um aumento de 9,3% no lucro.

FONTE: Diário Digital
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 10:54 AM | Comentários (0)

ASSINATURA MENSAL DA PT NÃO SERÁ AFECTADA PELO PROJECTO-LEI

A assinatura mensal da Portugal Telecom (PT) não se enquadra, à partida, nas alterações que o deputado socialista Renato Sampaio quer implementar na Lei dos Serviços Públicos Essenciais, avançou o Diário Económico.

Segundo o projecto de alteração da lei, as mudanças têm que ver com a utilização de contadores ou outros instrumentos de medição de serviços, quaisquer outras taxas equivalentes ou com uma taxa que não corresponda directamente a um encargo.

A PT não possui contador e não cobra taxas além da realcionada com a utilização do serviço fixo.

FONTE: Diário Digital
(Ana Catarina Brandão)

Publicado por estaccs às 10:52 AM | Comentários (0)

TAXA PARA AUDIOVISUAIS PODE SER EXTINTA

O novo projecto de lei que pretende proibir a cobrança de serviços relacionados com a medição dos consumos de água, electricidade e gás, pode eliminar a taxa de contribuição para os audiovisuais que é incluída na factura mansal da EDP e que garante ao Estado um encaixe de mais de cinco milhões de euros anuais, segundo o Diário Económico

Caso o projecto apresentado pelo deputado socialista Renato Sampaio seja aprovado pela Assembleia da República, a RTP e RDP deixarão de poder cobrar a taxa para os audiovisuais através da factura da electricidade.

Renato Sampaio afirmou que, com a aprovação da nova lei, a «taxa dos audiovisuais deixará de ser cobrada» na factura da EDP, pois passará a ser «proibida a cobrança aos utentes de qualquer taxa que não tenha uma correspondência directa com um encargo em que a entidade prestadora do serviço efectivamente incorra», adiantou.

Embora o Governo apoie o projecto, Augusto Santos Silva, ministro dos Assuntos Parlamentares, frisou que caso a nova lei não permita a cobrança da taxa para os audiovisuais, «o projecto de lei terá que ser corrigido em sede de discussão na especialidade».

Santos Silva admitiu «não conhecer o texto mas entender a sua filosofia». Porém, no caso específico dos audiovisuais refere que «está prevista pela lei de financiamento do serviço público de televisão e rádio» e «não será abrangido pelo projecto de lei».

Já Fernando Sarrasqueiro, secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, disse que não tira «essa interpretação» do texto e remete qualquer discussão para a AR.

Em termos globais, Sarrasqueiro considera «esta iniciativa louvável e positiva», mas admite que não se pode «pronunciar em particular».

Quanto à actual legislação sobre a taxa para os audiovisuais, afirmou que se «trata de uma taxa que anda à boleia de outra» não fazendo, por isso, parte do leque de taxas que serão extintas.

FONTE: Diário Digital
(Ana Catarina Brandão)

Publicado por estaccs às 10:47 AM | Comentários (0)

PLANO TECNOLÓGICO CHEGA A COIMBRA

A Universidade de Coimbra e a Critical Software deverão fazer parte da parceria entre o Governo e a Universidade Carnegie Mellon, estabelecida no âmbito do Plano Tecnológico. As decisões são conhecidas em Julho.

A Universidade de Carnegie Mellon, uma das mais prestigiadas dos Estados Unidos, deverá promover um curso de mestrado na Universidade de Coimbra, na sequência do acordo estabelecido em Março entre a instituição de ensino texana e o Governo português.
A parceria entre a Carnegie Mellon e a Universidade de Coimbra passa também pela Critical Software, que ontem recebeu a visita da comitiva americana e do ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino, José Mariano Gago. Aliás, o acordo, assinado no âmbito do Plano Tecnológico, visa reforçar a internacionalização do sistema científico e tecnológico e de ensino superior, através de parcerias com instituições universitárias como a Carnegie Mellon, a MIT (Massachusets Institut of Technology) ou a Universidade do Texas em Austin.
A visita a Coimbra insere-se na fase inicial de identificação e selecção de entidades pela universidade do Texas, que termina em Julho, altura em que será estabelecido um acordo institucional a médio e longo prazos, relembrou o ministro, garantindo que, no que toca a apoios, o Governo está disponível para avançar com «os incentivos que forem precisos».
Em termos práticos, continuou Mariano Gago, o acordo visa o «reforço de e formação avançada, capacidade de investigação e formação ligada à própria actividade».
No final da visita, José Manuel Fonseca de Moura, da Universidade de Carnegie Mellon, confessou aos jornalistas o entusiasmo da comitiva americana. «Não esperava nada. Não conhecia a Criticial Software, a não ser de nome», frisou este português, que, há 20 anos, deixou o Instituto Superior Técnico e rumou até ao Texas. «Sabíamos que íamos encontrar um “start-up” progressivo, mas estamos extremamente impressionados», continuou.
A delegação, que está a avaliar possibilidades de colaboração com instituições portuguesas ao nível de pós-graduação avançada, doutoramentos e projectos de investigação, reuniu, entretanto, na quarta-feira, com grupos universitários e empresas de Lisboa, seguindo-se, depois de Coimbra, Aveiro.
Gonçalo Quadros, da Critical Software, destacou a importância desta parceria entre a Universidade de Coimbra e a Carnegie Mellon, até porque a empresa que lidera tem «uma ligação forte e profícua» com a instituição de ensino de Coimbra. Exemplos desse relacionamento são os alunos que continuam a procurar a Critical para desenvolver trabalhos finais de curso e projectos, como o EdgeBox (network para fornecimento de todos os serviços de infra-estrutura e conectividade em banda larga). «Este é a nossa jóia da coroa», frisou.

FONTE: Diário de Coimbra
(Ana Catarina Brandão)

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PRÉMIO DE JORNALISMO

A Comissão Nacional da UNESCO e o Instituto da Comunicação Social decidiram instituir o Prémio de Jornalismo “Direitos Humanos, Tolerância e Luta contra a Discriminação na Comunicação Social”, em reconhecimento pelo trabalho desenvolvido pelos profissionais da comunicação social.

O Prémio, no valor de 4.000 Euros, será atribuído ao melhor trabalho realizado em 2005 por profissionais da comunicação social, publicado ou difundido nos media portugueses, cujo tema se relacione com a promoção dos Direitos Humanos, da Tolerância e da Luta contra a Discriminação.

É sobejamente sabido que a intolerância e a discriminação têm origem na falta de informação, na ignorância e no medo, cabendo aos órgãos de comunicação social um papel central na promoção dos direitos humanos, apoiando-se em informações objectivas, livres de preconceitos.

O Júri, constituído por Guilherme d’Oliveira Martins e pelos jornalistas Ana Sousa Dias e José Solano de Almeida, apreciará as obras candidatas que deverão ser entregues até 30 de Julho de 2006, nas instalações da CNU, sitas na Rua Latino Coelho, nº 1, Edifício Avis – Bloco A1 – 10º andar 1050-132 Lisboa.

O Prémio será entregue a 16 de Novembro – Dia da UNESCO e também Dia Internacional da Tolerância.

A defesa dos Direitos Humanos está na origem da criação da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura ocupando assim um lugar central na acção desta Organização Internacional.

O Artigo 1º do Acto Constitutivo da UNESCO, adoptado em Londres a 16 de Novembro de 1945, refere “A Organização propõe-se contribuir para a manutenção da paz e da segurança estreitando, através da educação, da ciência e da cultura, a colaboração entre nações, com vista a assegurar o respeito universal (…) dos direitos humanos e das liberdades fundamentais (…)”, para tal a UNESCO prestará apoio “(…) aos órgãos de informação (…)”, “(…) à manutenção, ao avanço e à difusão do saber (…)”.

A Tolerância e a Luta contra a Discriminação estão intimamente ligadas ao reconhecimento e ao respeito pelas liberdades fundamentais. A diversidade de, línguas, culturas, religiões e características étnicas não deve ser motivo de conflito, mas considerada como dádiva que a todos beneficia.

Regulamento do prémio: http://www.ics.pt/Ficheiros/Pr_jornalismo/2006/CNU_ICS/Regul_Pr_Jor.pdf

FONTE: Instituto da Comunicação Social
(Ana Catarina Brandão)

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JORNALISTA ESPANHOL VENCE PRÉMIO EDUARDO LOURENÇO

O jornalista espanhol Agustín Remesal, antigo correspondente da TVE em Lisboa, é o vencedor da segunda edição do Prémio Eduardo Lourenço, no valor de 10 mil euros, atribuído pelo Centro de Estudos Ibéricos (CEI), sedeado na Guarda.

A decisão foi anunciada no final de uma reunião do júri, presidido por Enrique Battaner Árias, reitor da Universidade de Salamanca (Espanha), realizada na Câmara Municipal da Guarda.
O prémio que tem o nome do ensaísta Eduardo Lourenço - mentor e presidente honorário do CEI - destina-se a distinguir personalidades ou instituições de língua portuguesa ou espanhola que tenham emonstrado “intervenção relevante e inovadora na cooperação transfronteiriça e na promoção da identidade e da cultura das comunidades ibéricas”.
O galardoado é jornalista e correspondente da TVE em Jerusalém, e foi correspondente da Televisão Espanhola em Lisboa entre 2000-2004. Natural de Zamora, tem ligações à fronteira e a Portugal desde a infância “compartilhando vivências e tradições raianas”, e é também o autor do documentário televisivo “La Raya Quebrada”, série documental de seis capítulos com elevados índices de audiência em Portugal e Espanha.
O presidente do júri, Enrique Battaner Árias, reconhece que a atribuição do Prémio Eduardo Lourenço ao jornalista espanhol “significa que todo o tipo de comunicação, especialmente a jornalística, é importantíssima nas relações hispano-portuguesa”.
O reitor da Universidade de Coimbra, Fernando Seabra Santos, descreveu o galardoado como “uma personalidade, que honra o nome do prémio e o patrono Eduardo Lourenço”.

FONTE: O Primeiro de Janeiro
(Ana Catarina Brandão)

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REGULADOR CONDENA ACUSAÇÕES DE CARRILHO

O presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) considera que "é errado quando se trata da falta de independência dos jornalistas genericamente, porque cria um estigma, que, infelizmente se vem tornando habitual em outras situações".

Em entrevista ao DN, a publicar amanhã, Azeredo Lopes critica, deste modo, as acusações sem rosto lançadas contra os profissionais dos media pelo deputado Manuel Maria Carrilho no seu polémico livro Sobre o signo da verdade.

"Era dever do regulador destacar que não é legitimo, em qualquer circunstância, estabelecer classificações grupais: os jornalistas, as agências de comunicação", diz, justificando a posição tomada pela Entidade Reguladora em nota de imprensa.

"O Conselho Regulador considera lamentável que, pelo seu carácter genérico e indiferenciado, algumas das acusações ponham em causa, voluntária ou involuntariamente, a dignidade e profissionalismo do conjunto dos jornalistas, na mesma linha de outras (des)qualificações genéricas, e por isso abusivas, a que, também recentemente, se tem assistido no espaço público, nomeadamente, a que se refere à dita 'classe' dos 'políticos'."

A Entidade considera mesmo que os factos invocados pelo deputado e lançados para a esfera pública ultrapassam a sua competência. "Muitos dos factos invocados podem configurar ilícitos de natureza criminal, da esfera própria de competência e apreciação de outras entidades, nomeadamente o Ministério Público."

A ERC lembra que Carrilho pediu uma apreciação formal das questões por ele levantadas, em carta com data de 19 de Maio, e que a Entidade foi alvo de solicitações insistentes para se pronunciar sobre o conteúdo do dito livro. Afirmando a "sua independência", no que sugere uma nova crítica, a Entidade sublinha que não está condicionado por solicitações externas, por qualificadas que sejam, apresentadas num "quadro particular e emotivo de polémica e intervenções públicas".

Na nota, a ERC acaba a chamar a si um timing próprio para a análise da polémica. E inscreve nas suas prioridades de acção de regulação, precisamente a análise entre o campo jornalístico e os campos político e económico. Neste sentido, vai proceder a audições dos intervenientes directos ou indirectos na polémica.

SIC e '24 Horas'

A ERC, que ontem se reuniu, emitiu duas outras deliberações dirigidas a órgãos de comunicação social. A primeira visa, muito criticamente, a cobertura jornalística da SIC, nos dias 30 e 31 de Março, da acção de fiscalização denominada Operação Oriente, levada a cabo pela Autoridade de Segurança Alimentar (ASAE), e que conduziu ao encerramento de vários restaurantes chineses em Lisboa e Porto.

A Entidade afirma "não terem sido acauteladas pela SIC o direito à imagem, assim como o princípio da não discriminação por pertença a etnia ou nacionalidade". Considerou ainda o teor das imagens "sensacionalistas".

O 24 Horas foi o outro visado em deliberação, por causa da manchete de 27 de Abril, na qual a imagem de D. José Policarpo, Cardeal Patriarca de Lisboa ilustrava o título "Bispos pedem inquérito à violação de Bibi por um padre", de um artigo relativo ao processo Casa Pia.

A ERC considera que a publicação da fotografia do cardeal na capa do jornal, aliada ao título, "produz efeitos lesivos da imagem do Cardeal Patriarca, por atentatória da sua honra e consideração, para além de constituir um acto grave de desinformação, porque causador de confusão nos leitores. A Entidade entendeu ainda que D. José Policarpo foi "conotado impropriamente com um escândalo sexual", associado "à prática de actos de pedofilia".

FONTE: Diário de Notícias (online)
Ana catarina Brandão

Publicado por estaccs às 02:33 AM | Comentários (0)

MANUEL MARIA CARRILHO EM ABRANTES (3)

O Prof. Manuel Maria Carrilho proferirá uma Conferência na ESTA, no próximo dia 6 de Junho, às 15.30 horas, sobre os problemas abordados no seu último livro, "Sob O Signo Da Verdade".

Publicado por estaccs às 12:25 AM | Comentários (0)

maio 25, 2006

AVEIRO: NOVA TV PELA NET CONVIDA UTILIZADORES A DIVULGAR VÍDEOS

Um novo conceito de televisão pela Internet, em que os utilizadores são convidados a colocar online as suas próprias produções em vídeo, foi hoje lançado em Aveiro pela empresa de software «Senso Comum».

O site «Aveiro.TV» diferencia-se de outros projectos de televisão pela NET porque «não é uma continuação» das televisões tradicionais transposta para a Internet, explicou um responsável da empresa, João Tedim.

O seu objectivo é ser «uma janela criativa para a divulgação do dia-a-dia da comunidade aveirense».

O site é de acesso gratuito após registo e disponibiliza vários canais temáticos, nomeadamente de aventura e desporto, música, blogTV e TV Emigrante.

Além dos canais propostos pela empresa, o projecto compreende uma «banda do cidadão», onde cada um pode colocar o seu vídeo de forma bastante simples, sujeitando- se depois a um processo de votação para os TOP vídeos.

A Senso Comum associou ao projecto a «Sons em Trânsito», que vai dinamizar um canal de música «dando especial ênfase ao mundo musical de Aveiro», segundo explicou Vasco Sacramento.

«É uma porta nova que se abre para a divulgação dos artistas e dos espectáculos com que trabalhamos, a fazer lembrar um pouco o que foram as rádios locais há 20 anos», comentou Vasco Sacramento.

O Grupo de Espeleologia e Montanha de Aveiro (GEMA) é outra das entidades associadas e vai dedicar-se ao canal de Aventura e Desporto.

O seu responsável, Tiago Lagarto, revelou que este canal vai dar a conhecer as oportunidades da prática de desporto de aventura na região e aconselhar tecnicamente quem pretenda participar.

Para Vasco Lagarto, um dos mentores do projecto, a «Aveiro TV é um grande desafio à comunidade envolvente, procurando demonstrar que a Internet não serve só para ir buscar informação, mas também para a colocar».

«Damos oportunidade a grupos e entidades para colocarem os vídeos que vão produzindo sobre as suas actividades, de uma forma simples e sem preocupações perfeccionistas», esclareceu.

FONTE: Diário Digital / Lusa
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 11:07 PM | Comentários (0)

CLIENTES NETCABO TÊM ACESSO AO SEU E-MAIL EM TELEMÓVEIS TMN

A pensar nos clientes que precisam ter acesso à sua caixa de e-mail em qualquer lugar e em qualquer altura, a TMN e a Netcabo lançaram esta quinta-feira o primeiro serviço de push mail para particulares. Através de uma funcionalidade simples do Windows Mobile, é possível ao utilizador receber automaticamente e em tempo real os seus e-mails.

Através desta parceria com a TMN e com recurso ao sistema operativo da Microsoft, a Netcabo torna-se no primeiro servidor de Internet nacional a possibilitar aos seus clientes particulares o acesso instantâneo ao Outlook e a todas as suas funcionalidades através de um terminal móvel equipado com a versão 5.0 do Windows Mobile.

O serviço está disponível nos terminais compatíveis, neste caso um aparelho Qtek S200, comercializado com um custo de 489,90€. Os clientes Netcabo beneficiam de um preço promocional de 449,90€. Adquirido o aparelho, o utilizador pode escolher entre dois pacotes de preços. Ou decide não pagar qualquer mensalidade e cada megabyte tem um custo de 4€, ou paga 10€ mensais para poder fazer o download de 10MB em e-mails. Caso esta conta de downloads seja excedida, há um custo de 0,01€/KB.

A solução, que já existe para empresas, possibilita o acesso através de terminais de telemóvel combinado com PDA aos utilitários de escritório comuns – além do Outlook, o Word, o Excell e o Internet Explorer. O facto de se basear no ambiente do Windows torna a experiência de utilização do serviço muito análoga à que se tem com um computador pessoal e facilita a instalação e utilização.

Os possuidores de terminais compatíveis – além do Qtek S200, o Qtek 9000 e 9100 – também podem aderir ao serviço.

Segundo o responsável da área de dados e conteúdos da TMN, Eduardo Luís, a introdução deste serviço é mais um passo no caminho para a «banalização» das altas tecnologias. A escolha da Netcabo como parceira teve a ver sobretudo com o facto de a empresa dispor já das infraestruturas e tecnologia necessárias. No entanto, no futuro a operadora de telemóveis pretende estender esta colaboração com outros servidores de internet, como o Sapo, por exemplo.

FONTE: Diário Digital ( Sofia Cartó)
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 11:05 PM | Comentários (0)

MTV MUSIC DISPONÍVEL NO FUNTASTIC LIFE DA TVCABO NO VERÃO

Até ao fim do Verão os assinantes do pacote Funtastic Life da TvCabo vão ter acesso ao novo canal MTV Music. A emissão estará sujeita a avaliação dos clientes da operadora de televisão por cabo e o resultado dessa análise será um dos factores de ponderação para a sua possível inclusão na lista de canais.

Desde 26 de Maio e até ao fim do verão, o MTV Music - recentemente lançado para a plataforma móvel em claboração com a TMN – vai ocupar a posição em que actualmente pode ser visto o MTV Hits.

Como os seus congéneres da cadeia de televisão, o Music destina-se a um público jovem e urbano, entre os 16 e os 30 anos. A programação é dedicada aos ritmos do pop, rock, hip-hop, R´n´B e dance, num conceito de «non-stop-hits» 24 horas por dia, sete dias por semana.

Para decidir se inclui ou não este canal no seu pacote, a TV Cabo quis ouvir os seus clientes, pelo que entre 15 de Junho e 30 de Julho decorre uma avaliação online.

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 10:57 PM | Comentários (0)

ENTREVISTA DE MANUEL MARIA CARRILHO AO 'EXPRESSO'

Manuel Maria Carrilho considera que foi alvo de uma «medonha» campanha por parte dos jornalistas que julgam poder impunemente «mentir, manipular e falsificar». Em entrevista ao EXPRESSO, o deputado socialista retoma os principais episódios mediáticos da sua candidatura a Lisboa para sustentar a tese da «maquinação» que percorre o seu polémico livro «Sob o Signo da Verdade». Com a devida vénia, transcreve-se a entrevista.

Os jornalistas que cobriram a sua campanha e os comentadores que sobre ela escreveram eram todos corruptos?


Comecemos por outro lado. Comecemos pelo meu livro, que é um testemunho motivado pela preocupação de contribuir para a qualificação da nossa democracia, uma democracia que realmente corre perigo se aquilo que eu vi, se acentuar e continuar a degradar. Tentei ainda confrontar aquilo que vi com o que está escrito no Código dos Jornalistas, sobretudo com os pontos que obrigam os jornalistas a relatar os factos com rigor, exactidão e honestidade, a combaterem a censura e o sensacionalismo, e a considerarem a acusação sem provas como uma grave falta profissional. Como em democracia não há intocáveis, decidi dar público testemunho daquilo que é a minha verdade.

Por outro lado, acho interessante que o meu livro tenha suscitado tanto alvoroço antes mesmo de ter sido distribuído. Na SIC Notícias, o Ricardo Costa comentou-o sem o ter lido em noticiários consecutivos, da meia-noite da véspera até às 18 horas do dia do lançamento, repetindo mentiras e proferindo ataques pessoais, facto natural em qualquer ditadura, mas indubitavelmente inédito em democracia. E sucederam-se também, em estúdio, os comentadores que falavam sem terem lido o livro. Chegou-se mesmo ao ponto de um deles, Nuno Rogeiro, referir o "prefácio" de Saramago (que não existe) e criticar a falta de uma autocrítica, quando há um capítulo específico que se designa mesmo "autocrítica". É isto boa informação? Depois tenho verificado o aparecimento de um conjunto de artigos...

Ainda não respondeu à minha pergunta. Se continua a evitar as minhas perguntas esta entrevista corre o risco de se converter num equívoco.


Faça as suas perguntas, eu dou-lhe as minhas respostas.


Se as suas respostas não tiverem qualquer relação com as minhas perguntas, não teremos entrevista.


Lá iremos. Como eu ia a dizer, surgiram logo vários artigos, muito nervosos. muito insultuosos, de pessoas que não tinham lido, e que agradeciam que não se lesse, o livro. Depois, a situação melhorou, com o reconhecimento do problema e o começo de um debate mais sério. Vamos a ver. Alguns dos episódios que relato foram decisivos e, sobretudo, muito importantes para a minha honra pessoal, como é o caso do "aperto de mão" no debate da SIC, que foi propositadamente descontextualizado e configura uma grave situação de difamação "ao vivo". E o que vi foi uma medonha maquinação ad hominem, levada a cabo por pessoas que julgam - e impunemente - poder mentir, manipular, falsificar.


Portanto houve uma campanha organizada para o derrotar, protagonizada por jornalistas venais a soldo de António Cunha Vaz, o homem que lhe foi oferecer os seus serviços antes de ser contratado pela candidatura de Carmona Rodrigues?


Pergunta se houve campanha? Essa conclusão tirou-a um jornalista que sabe do que, e de quem, fala. Foi Emídio Rangel, que escreveu logo três ou quatro dias depois do começo do arrastão videológico, um artigo que intitulou justamente "a campanha contra Carrilho". E está lá tudo, como lembro no meu livro.

Quanto ao resto, eu conto no meu livro o encontro que tive com o responsável de uma agência de comunicação. Ele fez a proposta que refiro no livro, eu depois acompanhei os passos dele com mais atenção, sobretudo quando assinou contrato com outra candidatura. Foi ele, aliás, que no dia seguinte ao episódio do aperto de mão teve, na SIC Notícias, no "Opinião Publica", mais de 10 minutos para o comentar e me injuriar em contínuo, enquanto a mim nem um segundo sequer me foi concedido para me defender. Mais, isso foi-me recusado.

Escrevi um livro onde deixo muitos indícios para que outros, se o entenderem, possam investigar. E já me coloquei à disposição da Entidade Reguladora da Comunicação Social, para os esclarecimentos que se julguem oportunos ou necessários. Eu cumpro com o meu dever, o meu desejo é que os outros cumpram com o seu.


Ficamos todos à espera. Mas regressemos ao episódio do "não aperto de mão". Um político em campanha eleitoral considera-se vítima de difamação mediática por ter sido filmado no final de um debate televisivo, no interior dos estúdios da estação e quando já tinha vários jornalistas à espera dos seus comentários. É uma teoria muito curiosa.


Era o meu quarto debate, e nunca tinha havido jornalistas no exterior à espera dos candidatos. A questão é que eu fui difamado durante o debate, com o meu adversário a retomar a história da luxuosas casa de banho do Ministério da Cultura, e que o meu adversário sabia ser inteiramente falsa. No final, ainda dentro do estúdio, vi as luzes apagarem-se, e pensei que não havia câmaras a filmar. Pensei que aquele era um momento privado, e foi então que me dirigi à pessoa que me tinha difamado para lhe pedir explicações, como - estou seguro - qualquer pessoa o faria: quem não se sente não é filho de boa gente, não é? Acho curioso - e sintomático - é que tantos jornalistas e comentadores tenham sido insensíveis ao facto de o meu opositor me ter difamado quando o debate lhe estava a correr mal, com uma difamação que ele sabia falsa.

Foi uma vilania o que me fizeram. Sabe o que é os meus filhos andarem anos e anos a ouvirem dizer que o pai usou o dinheiro dos contribuintes em casas de banho privada e luxuosas no Ministério da Cultura, imagina o que é isso? E para mim, que sempre tive horror a mordomias de Estado, nunca andei sequer num carro oficial a não ser em serviço! E não houve ninguém que dissesse: isto é mentira, é uma difamação intolerável. Pelo contrário:escondeu-se uma parte determinante da informação, a difamação, para que tudo se concentrasse na história do aperto de mão, ligando-a, ainda por cima, a um suposto mau feitio, a uma questão "de carácter". Ora, se houve aqui uma questão de carácter, não foi certamente comigo!


Se soubesse que as câmaras estavam a filmar teria cumprimentado o seu adversário...


Que eu saiba, só as polícias das ditaduras é que filmam pessoas sem o conhecimento delas, manipulando depois essas imagens para chantagem ou humilhação pública... Eu fui convidado apenas para um debate: todas as imagens gravadas depois e fora dele, tinham, a meu ver, que ter a minha aprovação ou, no mínimo, o meu conhecimento. E a fazer-se qualquer história do não-aperto de mão, era um imperativo ético contextualizar-se tal gesto como resposta a uma grave injúria.


Está a dizer que foi ingénuo. Se fosse hoje não voltaria a cometer o mesmo erro?


Ingenuidade não é corrupção.


Ninguém o acusou de corrupção, mas de ter partido para uma campanha eleitoral sem conhecer as fronteiras do espaço público e do espaço privado.


Para a SIC, o mais importante do debate foram as imagens do episódio privado do "não aperto de mão", mas para a mesma SIC já não foi sequer notícia a fuga "em directo" do meu adversário de um outro debate, no dia 3 de Setembro, e este passou-se, atenção, no próprio "jornal da noite" da SIC generalista. Aqui escondeu-se tudo: não acha isto estranho e sintomático?!


Ao longo do seu livro queixa-se muito das críticas de que foi alvo na Comunicação Social por ter aparecido em campanha com a sua família, ao contrário do que aconteceu com outros candidatos. Tem de admitir que o seu percurso académico e a sua produção intelectual não rimam com revistas cor-de-rosa, nem com a aparição do seu filho Dinis Maria em vídeos de campanha eleitoral.


Eu tenho que esconder a minha família? Eu estou diminuído nos meus direitos? É incrível, arrepiante o que está a dizer.


Tem de admitir que essa questão não é pacífica em Portugal. Pacheco Pereira, por exemplo, que tem sobre essa matéria uma posição de princípio, manifestava-se há bem pouco tempo contra a exposição mediática das famílias dos políticos em campanhas eleitorais e referiu tanto o seu caso como o de Cavaco Silva. Já agora, diga-me que significado político tinha o aparecimento de Dinis Maria no vídeo de campanha?


A "exposição", como diz, das famílias, será assim tão diferente da exibição das centenas de metros quadrados da sua «Casa-Biblioteca-Arquivo-Panteão-Etc» da Marmeleira? Não me parece. O problema com Pacheco Pereira, é que ele critica, e bem, o tabloidismo, mas depois vai na corrente e com que facilidade! O meu livro lembra que houve jornalistas que silenciaram 12 dos 13 minutos do vídeo em que eu falava do meu projecto, das minhas ideias, do meu programa para Lisboa, para se concentrarem, ignorando muitos outros depoimentos, no único minuto - repito, único minuto - em que aparece a minha mulher e o meu filho. Não é essa a obrigação dos jornalistas, a obrigação dos jornalistas é descrever, relatar realmente o que se passou.


Os jornalistas não são pés de microfone, têm também a obrigação de seleccionar e hierarquizar a informação. São operação fundamentais para a redacção de uma notícia que nem sempre agradam às fontes.


Desde que o façam com respeito pelos factos, na sua integralidade. Não é aceitável que numa sessão política em que eu falo três quartos de hora, em que eu apresento um documento de 18 páginas com medidas concretas para Lisboa e um vídeo de 13 minutos, a maioria dos jornalistas decida falar apenas de um minuto o relato que apareceu na Comunicação Social foi absolutamente distorcido, manipulado e sectário.


Conclusão: os jornalistas estavam empenhados em denegrir a sua campanha e aproveitaram a naturalíssima presença do seu filho num vídeo de carácter político para o atacarem. Tem provas de que os jornalistas agiram de má-fé? Foi a cobertura jornalística da campanha que o derrotou?


Dou-lhe um exemplo que fala por si: quando, em Maio, abro a minha campanha na área social, no dia que visito um centro de idosos em Benfica, o "Público" enquadra essa visita com um subtítulo à volta da minha fotografia, e com a citação de um suposto idoso, que diz "'É um convencido, um "teddy boy" armado em carapau de corrida que arranjou uma namorada grande". Acha isto normal, acha que isto é respeitar o Código Deontológico dos jornalistas?

O debate seria mais produtivo se em vez de fazer insinuações tão velhas como o próprio jornalismo desse nomes às pessoas. De contrário, vai dar corpo a uma suspeita generalizada que vai colocar ao mesmo nível tanto os maus como os bons jornalistas. Ou seja, vai destruir os generosos propósitos do seu livro.

A seguir à publicação de "Sob o Signo da Verdade", Cintra Torres afirmou que as agências de comunicação têm hoje em Portugal um poder incrível que não é escrutinado por ninguém. "Todos os dias (isto foi dito na SICNotícias, à meia-noite do dia 11), a toda a hora, se diz que há jornalistas que recebem das agências de comunicação. O dinheiro está - pergunta ele - a condicionar a opinião dos portugueses através das agências de comunicação? O que fazem as agências de comunicação? São pessoas que colocam notícias. O que é isso de colocar notícias?".


É curioso que a candidatura à presidência da Câmara de Lisboa lhe tenha suscitado tantas questões sobre o universo jornalístico português. É curioso porque até aí mantinha relações cordiais com alguns dos jornalistas designados para a cobertura da sua campanha e que agora são visados no seu livro. Os bons passaram a ser maus?


Sempre tive uma relação normal com todos os jornalistas, sem qualquer excepção. Todos os jornalistas são iguais, e em princípio "bons", para mim. Mas o que conta é a prática, e aí devo dizer que suspeitas, e fortes, tenho-as há muito tempo. Basta ler o que conto no livro, onde lembro muitas "falsas-boas-histórias", algumas com anos - é o mínimo que posso dizer - de preguiça jornalística!


Já disse e repetiu que escreveu um livro de perguntas. Mas conseguiu encontrar uma história para beliscar a credibilidade de cada jornalista que cobriu a sua campanha, o mesmo é dizer que a Comunicação Social portuguesa, seja ela de referência ou não, está debaixo de fogo?


Isso não é exacto. O grande problema, a meu ver, é que a nossa imprensa de referência se está a tabloidizar. O meu sobressalto, o grande sobressalto, é esse, a cada dia que passa há menos diferenças entre o tablóidismo e a imprensa de referência. E isso é o que de mais grave pode acontecer : em que é que podemos acreditar? O que é, e não é, verdade?


De que modo a tabloidização contaminou a sua campanha? O mau jornalismo concentrou-se todo na sua campanha?


Eu descrevo o que vi, as conclusões deixo-as inteiramente aos leitores.


Depende. Nalgumas páginas descreve noutras conclui. Conclui que existiram ao longo da sua campanha "pactos de silêncio" e "alianças de agressão" e até conclui que em Portugal o lóbi da construção civil domina a Comunicação Social. Nesta passagem, incluída no capítulo dedicado à autocrítica, não vi lá qualquer ponto de interrogação.


Se eu quisesse dizer mais, tinha dito mais. Disse, para já, o bastante. E para já não me fará dizer mais, nem que conversemos até amanhã.


O seu currículo político já é vasto. Ocupou cargos públicos, foi ministro da Cultura, e nunca tinha manifestado o desejo de escrever sobre o mau jornalismo. Porquê agora?


Continuo a não perceber as razões de tanto incómodo, ou surpresa, com o livro. O que vivi , o que vi, impôs-me este relato.


Mas o que aconteceu configura uma campanha orquestrada contra si de jornalistas e comentadores?


A associação, digamos, dos jornalistas e dos comentadores, justifica-se por na prática existir uma amálgama das duas actividades. E a responsabilidade é, a meu ver, dos comentadores, que comentam sem distância, muitas vezes mesmo sem terem dados seguros sobre o que falam.


No final do seu livro faz um interessante acto de contrição que diz mais ou menos o seguinte: porventura terei feito uma campanha demasiado substantiva, com demasiadas convicções. Se voltar a candidatar-se a um cargo público teremos Manuel Maria Carrilho envolvido numa campanha menos substantiva?


Eu não sou um especialista dos chamados "passados futuros". A grande vantagem de reflectirmos sobre o passado, é sabermos que boa parte daquilo que faremos no futuro, o faremos certamente de um modo diferente. Essa abertura de espírito parece-me elementar e fundamental.


Critica os jornalistas por se terem preocupado mais com o seu filho do que com as suas ideias e depois admite que uma campanha com menos convicções poderia ter conduzido a resultados mais positivos. No limite acaba por ceder ao mau jornalismo?


Eu continuo a pensar que uma pessoa se deve lançar numa campanha com as suas ideias, as suas convicções, e sem agências de comunicação. Mas também sabemos, até pelo resultados de outras campanhas, que há candidaturas vencedoras sem nada fazerem por isso, que pairam sobre o país como se fossem nuvens...


Regressamos às agências de comunicação e a António Cunha Vaz. O mesmo homem que ajudou Carmona Rodrigues a ganhar não teve a mesma arte, engenho e influência para levar Mário Soares à Presidência da República? Num caso "tem jornalistas no bolso", noutro não. Em que ficamos?


É hoje um dado incontestável, cá como por todo o mundo, o da mercantilização da informação. Mais grave é que uma parte dessa actividade se esteja a mercenarizar, que uma parte da informação possa ser controlada por mercenários, que tudo dizem poder comprar e vender. Mas claro que não há agências infalíveis..


Mas se António Cunha Vaz usou, com óbvios proveitos para Carmona Rodrigues, a sua alegada influência nos jornalistas, por que não fez o mesmo a favor de Mário Soares que, inclusivamente, até foi o candidato presidencial que mais se queixou dos jornalistas?


São contextos muito diferentes e eu não me quero pronunciar sobre outras campanhas.


Creio que estávamos a falar do papel das agências de informação, da acção de António Cunha Vaz.


Prefiro uma abordagem diferente. Podem, por exemplo, analisar-se os contratos que essas agências fazem com os candidatos, bem como se elas a seguir fazem, ou não, "negócios" com instituições que passam a depender dos candidatos vencedores.

Essa, ou outras, investigações, não me compete a mim fazê-las. Eis uma bela tarefa para o jornalismo de investigação, ou para a Entidade Reguladora da Comunicação Social. E que isso valorize o bom jornalismo, estimule práticas de vigor e de excelência, eliminando o sectarismo e as práticas ad hominem.


No balanço da campanha admite que se deveria ter batido mais pela coligação com o PCP em Lisboa. Foi uma avaliação errada da sua parte ou, como deixa entender no livro, o ambiente no Partido Socialista também não era favorável à renovação do acordo?


Eu assumi a responsabilidade total de todas as decisões tomadas durante a campanha, independentemente dos conselhos e das sugestões que me foram feitas, num ou outro sentido.


Edson Athayde, o responsável pelo "marketing" da campanha, não sai incólume do seu livro e algumas opções de estratégia política da sua campanha também lhe merecem reparos.


Essa não é a minha perspectiva, como já disse assumo todos os erros cometidos. Mas quando digo que houve uma campanha "negativa" dirigida à minha candidatura, recordo, por exemplo, as notícias que surgiram, vindas de vários jornais ao mesmo tempo, sobre certos problemas que haveria com os meus cartazes, uns caíam em cima das pessoas, outros impediam a visibilidade, havia queixas, etc. e depois verificava-se que não havia nada. Um segundo traço das campanhas negativas é descentrar o debate da substância para a personalidade, das ideias para o "carácter", etc.. Tudo isso é conhecido, e bem conhecido, basta por exemplo ler o "Feeding Frenzy", de Larry Sabato, para se ver como em Lisboa se fez uma campanha negativa by the book, e que o arrastão videológico e a manipulação do não-aperto de mão encaixam aqui como uma luva, foram peças chave dessa maquinação.

Fonte: Expresso on line

Publicado por estaccs às 07:19 PM | Comentários (0)

BANCO MUNDIAL APOIA PROJECTO DE PRÉ-PAGAMENTO DA MICROSOFT

O Banco Mundial, através do seu departamento dedicado ao sector privado, apoia a intenção da Microsoft de vender computadores mais baratos aos países subdesenvolvidos em troca de pagamento por tempo de uso, através do programa FlexGo.

Uma das modalidades de pagamento destas máquinas será a fórmula de pré-pago, semelhante à utilizada pelos operadores móveis.

A instituição internacional está a ponderar financiar parte do projecto do gigante de Redmond, o qual sustenta que a flexibilidade dos pagamentos pode ser a chave para o sucesso deste projecto.

A Microsoft estima que há no mundo 1.370 milhões de famílias sem computador em casa, pelo que calcula que a base de um mercado de computadores «baratos» possa situar-se entre os 300 e 400 milhões de lares.

O Brasil foi pioneiro em testar este projecto da Microsoft. Esta semana foram postos à venda mil computadores neste país por um preço de 600 dólares, 200 dos quais são pagos pelo consumidor e os restantes financiados pela HSBC Holding.

Ao invés de pagar prestações mensais, os utilizadores compram cartões que activam os seus computadores por tempo limitado, ou em função das ferramentas utilizadas, até completar o preço total do equipamento.

Depois do Brasil, o projecto vai ser alargado à China, Índia, México e Rússia.

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 06:08 PM | Comentários (0)

SÍTIOS DE DESPORTO CONSULTADOS POR UM TERÇO DOS CIBERNAUTAS

Os sites de desporto foram visitados por 548 mil portugueses a partir de casa nos primeiros quatro meses deste ano, o que representa 33,6% dos internautas nesse período, indicam os dados do Netpanel da Marktest.

Entre Janeiro e Abril, estes utilizadores consultaram 19,5 milhões de páginas e dedicaram 232 mil horas de navegação a estes sites.

Os sites do Benfica, Sporting e Porto lideram, tanto em número de utilizadores únicos, como em páginas visitadas e tempo despendido.

O www.slbenfica.pt recebeu 208 mil visitantes únicos (37,9% do total), o www.sporting.pt teve 139 mil utilizadores únicos e o www.fcporto.pt, 131 mil.

O www.dakar.com liderou, pela sua vez, em tempo médio por utilizador, com 25 minutos, seguido do www.beachcam.pt, com 20 e do www.sporting.pt, com 18.

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 06:02 PM | Comentários (0)

RTPN APRESENTA QUATRO NOVOS PROGRAMAS

«RTP/CNN apresentam», «Sinais do tempo», «Grandes Músicas» e «Copa» são as novidades na grelha de programação da RTPN, revelou esta quarta-feira o director de programas da estação. José Alberto Lemos afirmou ainda que os resultados da RTPN superaram as expectativas fixadas.

José Alberto Lemos defendeu que a estação de informação obteve um «reconhecimento público» do seu trabalho, mas assegura que a RTPN vai «continuar a tentar crescer e aumentar o público», aquando da apresentação dos quatro novos programas do canal.

O administrador da RTP, Luís Marques, destacou o «crescimento sustentado» verificado pelo canal do cabo, que completa dois anos de existência no próximo dia 31 de Maio, e referiu que as audiências da RTPN ficaram «acima dos objectivos fixados e do que estava contratualizado com a TV Cabo».

De acordo com dados divulgados pela Marktest, a RTPN tem uma média de rating de 8,3% em 2006 e 1,3% de share. Em igual período do ano passado tinha 6,5% de rating e 1% de share.

«RTP/CNN apresentam» é um programa que a RTPN traz para o canal em associação com a CNN e no qual vão ser exibidos documentários de diversos assuntos. O apresentador do programa, Pedro Bicudo, realçou o facto de ser um produto de «grande qualidade» com informação internacional, mas adiantou que sempre que possível vai «introduzir-se elementos que tenham a ver com a realidade portuguesa».

Em relação a «Sinais do Tempo», vai recuperar-se um programa que já foi trasnmitido pela RTP e que se dedica à actualidade política e social. A apresentação vai ficar a cargo de Fátima Faria.

Já «Grandes músicas» dedica-se à chamada música erudita, enquanto «Copa» é constituído por uma série de 12 documentários que mostram «os mundiais vistos pelos olhos do Brasil», oferecendo um «enquadramento histórico» da competição, explicou José Alberto Lemos. O programa vai ser emitido antes do início do Mundial 2006.

«Sinais do Tempo» estreia já na próxima segunda-feira, pelas 23:00 horas, e «Copa» vai para o ar todos os dias a partir de 27 de Maio, às 22:00 horas. Os outros dois programas deverão ter início em Junho.

FONTE: Diário Digital (Patricia Abreu)
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 05:21 PM | Comentários (0)

YAHOO E EBAY ANUNCIAM PARCERIA ESTRATÉGICA

A Yahoo! e a eBay, duas empresas líderes na indústria norte-americana de Internet, anunciaram esta quinta-feira uma parceria plurianual na área de publicidade e soluções de pagamento electrónico, a qual vai estender-se ao maior número possível de portais de patrocinadores impulsionando receitas de ambas empresas.

A parceria envolve a criação de uma barra de ferramentas click to call, de marca partilhada, que estará totalmente disponível na Internet a partir de 2007, após umperíodo prévio de ensaios e afinação.

Com, base no acordo, a Yahoo será o principal fornecedor de soluções gráficas para o site da eBay, e em troca elege o serviço PayPal, como caixa electrónico exclusivo do portal líder mundial na Web.

Por sua vez o sistemade pagamento PayPal deverá ser progressivamente adoptado para solução de pagamento por anunciantes e patrocinadores associados ao Yahoo!.

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 04:26 PM | Comentários (0)

'OJE'

O novo jornal diário de economia, dirigido por Álvaro Mendonça, vai chamar-se "OJE" e terá como parceiro o título económico londrino gratuito "City AM", divulgaram hoje os responsáveis pelo projecto português.

"É uma parceria internacional muito forte. O 'City AM', que só é distribuído dentro do grande centro financeiro de Londres, foi lançado há dez meses e já atingiu os cerca de cem mil exemplares", disse o administrador-delegado da Megafin, a sociedade editora do novo projecto, Tiago Cortez.

"O City AM acrescentou novos leitores ao mercado dos jornais económicos. Essa é uma lógica que pretendemos repetir em Portugal", disse o administrador-delegado, adiantando que já foi definido que o novo diário de económico será apenas comercializado por assinaturas, focando o seu interesse na região de Lisboa e nos quadros médios e superiores do sector empresarial.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 03:13 PM | Comentários (0)

MANUEL MARIA CARRILHO EM ABRANTES (2)

O Prof. Manuel Maria Carrilho proferirá uma Conferência na ESTA, no próximo dia 6 de Junho, às 15.30 horas, sobre os problemas abordados no seu último livro, "Sob O Signo Da Verdade".

Será a primeira vez que se pronunciará em público sobre o assunto, após o último programa Prós & Contras, da RTP, em que participou na última segunda-feira.

Publicado por estaccs às 02:54 PM | Comentários (0)

A LER (122)

Grande Criatividade, por Rui Costa Pinto, no Mais Actual.
Jornalismo Sem Memória, por Pedro Correia, no Corta-Fitas.
Verdadeiramente Ensurdecedor, por Pedro Correia, no Corta-Fitas.

Publicado por estaccs às 02:37 PM | Comentários (0)

SONAECOM GASTA 106 MILHÕES PARA COMPRAR 1% DA PT

A Sonaecom anunciou que tem vindo a comprar acções da Portugal Telecom em bolsa nos últimos dias, tendo já uma posição superior a 1% no capital da empresa sobre quem lançou uma oferta pública de aquisição. O investimento efectuado nestas compras totalizou 105,9 milhões de euros e o objectivo passa por aceder a mais informação da empresa liderada por Henrique Granadeiro.

A Sonaecom anunciou que tem vindo a comprar acções da Portugal Telecom em bolsa nos últimos dias, tendo já uma posição superior a 1% no capital da empresa sobre quem lançou uma oferta pública de aquisição. O investimento efectuado nestas compras totalizou 105,9 milhões de euros e o objectivo passa por aceder a mais informação da empresa liderada por Henrique Granadeiro.

Segundo um comunicado da empresa, a Sonaecom detém actualmente 11.292.657 acções da PT, que correspondem a uma percentagem ligeiramente superior a 1%.

A empresa de Paulo de Azevedo aproveitou o facto de as acções da PT terem estado a negociar abaixo do preço da OPA (9,50 euros) para comprar acções sobre quem lançou uma OPA a 6 de Fevereiro.

Desde segunda-feira da semana passada que a PT tem transaccionado em bolsa abaixo dos 9,50 euros, sendo que a Sonaecom tem autorização da CMVM para comprar até 10% do capital da PT abaixo deste valor.

Segundo a Sonaecom, as acções adquiridas da PT foram compradas a um preço médio de 9,3792 euros, o que perfaz um total de 105,9 milhões de euros.

O preço máximo das compras foi de 9,40 euros, o que ainda deixa espaço para a Sonaecom, tal como já admitiu, vir a rever em baixa a contrapartida da OPA, para a ajustar ao aumento do dividendo de 9 cêntimos da PT.

Esta decisão, que só será tomada em Julho, colocará o preço da OPA nos 9,41 euros. O preço mais baixo das aquisições foi de 9,25 euros, equivalente ao mínimo da PT desde o dia do lançamento da OPA.

A Sonaecom explica que a aquisição de acções da PT foi efectuada «com o propósito de atingir o limiar de 1% do capital social, a partir do qual é conferido ao accionista respectivo o direito mínimo à informação conferido pelo art. 288.º do Código das Sociedades Comerciais, objectivo esse que se encontra, portanto, plenamente cumprido».

Este artigo do código diz que um accionista com mais de 1% do capital de uma empresa passa a poder aceder uma série de informação da companhia, tais como os relatórios de gestão, os montantes globais das remunerações pagas aos administradores e trabalhadores com remunerações mais elevadas e ass convocatórias, as actas e as listas de presença das reuniões das assembleias gerais e especiais de accionistas.

Para propor propostas de discussão na AG da empresa, a Sonaecom precisa de ter mais de 5% do capital da PT.

FONTE: Jornal de Negócios (online)
(Ana Catarina Brandão)

Publicado por estaccs às 11:41 AM | Comentários (0)

TSF ALTERA GRELHA PARA COBRIR MUNDIAL 2006

A TSF vai alterar a sua programação em função da cobertura do Mundial 2006 e vai começar, ainda antes da prova, uma «operação especial», segundo a edição de terça-feira do Jornal de Notícias.

A estação de rádio estreou na passada segunda-feira o «Diário do Mundial», com cinco edições diárias, sempre actualizadas, nos horários nobres da rádio.

«A TSF mudará durante este período, algumas alterações começam já esta semana», revelou o director da TSF, José Fragoso. «Teremos seis a sete horas de emissão dedicada ao Mundial», acrescentou. A TSF vai emitir também os relatos dos jogos.

Outra das apostas da emissora para o Mundial de Futebol é o «Especial Selecção» que vai para o ar às 15:10 horas. Além disso, «Bancada Central do Mundial» e «Sinais Mundial» vão adquirir forma em Junho, pois a equipa vai sair do estúdio para trabalhar na Alemanha, onde terá oportunidade de contactar directamente com a selecção nacional. Fernando Correia vai fazer o programa a partir de lá e relatar os jogos que têm transmissão na estação.

Já Fernando Alves vai focalizar a sua rubrica «Sinais» no que rodeia a competição.

José Fragoso anunciou ainda que a TSF vai contar com o trabalho de dois jornalistas estrangeiros, um angolano e um brasileiro.

Na Internet, através do «Flash Interactiv», vai estar disponível mais informação sobre todas as equipas em prova e os seus historiais em campeonatos anteriores.

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 11:19 AM | Comentários (0)

SPORT TV ADMITE ACORDO PARA JOGOS DE PORTUGAL

A Sport TV e a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) estão a desenvolver conversações para chegarem a um acordo relativo às emissões públicas dos jogos do Campeonato Mundial de Futebol, revelou ao DN uma fonte oficial da estação. No entanto, se houver algum desenvolvimento "será só relativo aos jogos da selecção nacional", acrescentou.

A decisão pela via negocial foi tomada depois de vários dias de discussão sobre a proibição a várias entidades, por parte do canal desportivo, de exibição pública dos desafios de futebol.

A Sport TV adquiriu à FIFA, através da empresa Infront Sport & Media, os direitos de transmissão televisiva e de visionamento público sem fins comerciais, ficando, deste modo, com a responsabilidade de ceder, ou não, esses a terceiros, como explicou ao DN Maximilian Thiel, do gabinete de imprensa da Infront.

A insistência em não permitir a autorização das transmissões em praça pública é defendida pela estação do cabo como uma forma de "proteger os direitos dos seus 480 mil legítimos subscritores".

A ANMP, manifestando a preocupação assumida por várias autarquias, considerou esta medida "injustificável" e defendeu que, para o "interesse geral das populações", deveria "ser ainda corrigida". "Não deve haver qualquer restrição ao direito das populações de acederem ao visionamento daqueles jogos através de ecrãs colocados, designadamente, pelos municípios, em espaços públicos", refere o comunicado assinado pelo presidente Fernando Ruas e saído da reunião do Conselho Directivo, que decorreu na terça-feira.

Ao DN, a presidente do Instituto de Comunicação Social (ICS), Teresa Ribeiro, afirmou que o organismo "não tem qualquer tutela sobre estas matérias", não fazendo mais comentários.

Paralelamente corre uma outra questão. A das emissões públicas com fins comerciais, que a FIFA não colocou no pacote de negociações com as televisões. Estes pedidos deveriam ter sido solicitados à Infront e avaliados caso a caso (ver caixa em baixo).

Festas da Cidade com Mundial

A Câmara Municipal de Lisboa tem previsto para as Festas da Cidade, em parceria com a Sociedade Central de Cervejas, detentora da marca Sagres que patrocina a selecção nacional, a exibição dos jogos num ecrã gigante colocado numa esplanada criada para o efeito no recinto do Parque Mayer.

Apesar de todas as polémicas "a Central de Cervejas deu, na segunda-feira, todas as garantias de que o evento vai acontecer", esclareceu ao DN Pedro Nereu, responsável pela EGEAC, que tem a seu cargo a organização das festas.

No entanto, "se se vier a verificar alguma situação de ilegalidade, o evento será cancelado, uma vez que não queremos que a Câmara fique associada a qualquer situação menos clara", vincou.

SIC desmente conflito

Em comunicado oficial, Francisco Penim, director de programas da estação da Impresa, garantiu ontem que "a SIC não disse que iria organizar exibições públicas dos jogos do Mundial", negando assim a notícia do Correio da Manhã. A estação disse ainda que"não tem nenhum diferendo sobre esta matéria com a Sport TV". A sua única pretensão é a de fazer "a melhor cobertura possível das reacções de rua dos portugueses durante o Mundial 2006".

FONTE: Diário de Notícias (online)
(Ana Catarina Brandão)

Publicado por estaccs às 11:18 AM | Comentários (0)

ERC COMEÇA HOJE A ANALISAR DOSSIER CARRILHO

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) começa hoje a analisar o pedido de apreciação de Manuel Maria Carrilho sobre as ligações entre agências de comunicação e jornalistas.

A polémica criada pelo livro «Sob o Signo da Verdade», da autoria de Carrilho, foi acentuada durante o programa «Prós e Contras», esta segunda-feira a noite.

Entretanto, segundo informa hoje o Correio da Manhã, a Confederação Portuguesa de Meios vai solicitar ao Presidente da República, à AR e à Procuradoria-Geral da República que seja pedida a fiscalização sucessiva do diploma que define o modelo de financiamento da ERC.

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 11:04 AM | Comentários (0)

IMPALA DESPEDE CINCO TRABALHADORES, TODOS ELES FUMADORES

Cinco paginadores da Impala receberam esta quarta-feira uma nota de despedimento da administração. A medida foi justificada com horários de trabalho não cumpridos, segundo informa hoje o Diário de Notícias.

Os cinco profissionais lesados são todos fumadores e alegam que a causa de despedimento tem que ver com «o curto intervalo» que faziam a meio da manhã e da tarde» para irem fumar à rua, porque não é permitido fumar dentro do edifício.

Uma fonte interna do grupo afirmou que esta decisão da empresa provocou «um verdadeiro clima de terror». De acordo com os visados, a acusação é «totalmente falsa e despropositada» e garantem que «a coisa não vai ficar por aqui».

«A reunião de directores que houve ontem (terça-feira) à tarde já ditou o fecho de outras três ou quatro secções até ao final desta semana. O que se traduz em perigo para cerca de 60 pessoas mais. O próprio (administrador da Impala) Jacques Rodriguez assumiu não saber o que vai fazer com elas», asseguraram os trabalhadores despedidos.

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 11:00 AM | Comentários (0)

NOVO JORNAL DEDICADO À MÚSICA RX JÁ ESTÁ NAS BANCAS

O RX, um jornal essencialmente dedicado à informação musical, começou a ser distribuido na quarta-feira. A publicação recupera o projecto da revista «Raio-X», que foi suspensa em 2004, segundo informa hoje o Jornal de Notícias.

«Na altura o mercado estava parado e o Blitz tinha o seu público implantado. Agora que vai passar a ser uma revista mensal, resolvemos recuperar o projecto para ocupar o vazio deixado pelo Blitz», explicou Rui Maciel, director da publicação.

O jornal conta com uma redacção de oito pessoas e vai recorrer a colaborações específicas sobre cada género musical. Porém, aposta sobretudo em revelar informação de difícil acesso aos leitores, como por exemplo reportagens de bastidores ou sobre o dia-a-dia de uma determinada banda.

A primeira edição do projecto vai ser oferecida em vários locais e nos festivais de música que arrancam esta semana.

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 10:57 AM | Comentários (0)

CONSELHO DE MINISTROS DISCUTE HOJE ESTATUTO DO JORNALISTA

O projecto de alteração do Estatuto do Jornalista vai estar em discussão esta quinta-feira no Conselho de Ministros, informou o Diário Económico.

Além da discussão do Estatuto do Jornalista, deve ser aprovado para envio à 1ª subcomissão a Lei da Concentração dos Media.

O novo Estatuto do Jornalista vai substituir o modelo de 1997, data em que foram feitas as útimas alterações à legislação.

O reforço da protecção ao sigilo profissional (que deverá ser levantado apenas em casos excepcionais, como crimes contra a vida humana) é uma das mudanças que vai ser introduzida. Quanto ao regime de sanções, este também vai sofrer alterações, passando os jornalistas com «deveres sindicáveis» a estar sob o âmbito da Comissão da Carteira Profissional do Jornalista.

No caso da Lei da Concentração, esta vai ser a primeira a ser criada em Portugal. O deputado Arons de Carvalho mencionou que o diploma «não deverá pôr em causa a actual estrutura das empresas». Mas, a nova legislação visa «garantir que não se agrava a actual concentração no sector. Ambos os diplomas têm de passar ainda pela Assembleia da República, antes da conclusão do processo», concluiu.

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 10:53 AM | Comentários (0)

INDEPENDENTE COM NOVO GRAFISMO A PARTIR DE AMANHÃ

O Independente sai para as bancas a partir desta sexta-feira com um novo grafismo, novas secções e uma estrutura editorial mais leve, levada a cabo pela chefia de redacção, segundo o Diário de Notícias.

«Portugal transformou-se nos últimos anos. Por aqui, fazemos questão de continuar a acompanhar o país e os nossos leitores», referiu a directora do semanário, Inês Serra Lopes.

Mundo, Portugal (numa fusão de política e sociedade), Desporto, Economia e SSd (as iniciais de sexta, sábado e domingo, os dias mais culturais da semana) são as novas secções do jornal. Para trás fica o caderno de Economia.

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 10:43 AM | Comentários (0)

RÁDIO CLUBE RECUPERA TRADIÇÃO DAS RADIONOVELAS

O Rádio Clube vai retomar a tradição das radionovelas com «O Penúltimo Dia», que estreia dia 25 de Maio e vai ser difundida ao longo do dia, de hora a hora, entre as 09:00 e as 18:00 horas.

«O Penúltimo dia» tem como cenário Lisboa e conta a história de uma cidade que sofre de uma maldição, narrando factos como o terramoto de 1755 ou a morte dos Távoras.

A história foi escrita pelo argumentista Alexandre Borges, que enuncia uma profecia que se arrasta até aos dias de hoje e que apenas termina quando uma peste destruir completamente a cidade.

Alexandre Borges já escreveu «Dez Histórias de Amor em Portugal», «Histórias Secretas de Reis Portugueses» e «Heartbreak Hotel».

FONTE: Diário Digital
(Ana Catarina Brandão)

Publicado por estaccs às 12:39 AM | Comentários (0)

MANUEL MARIA CARRILHO EM ABRANTES

O Prof. Manuel Maria Carrilho proferirá uma Conferência na ESTA, no próximo dia 6 de Junho, às 15.30 horas, sobre os problemas abordados no seu último livro, "Sob O Signo Da Verdade".

Será a primeira vez que se pronunciará em público sobre o assunto, após o último programa Prós & Contras, da RTP, em que participou na última segunda-feira.

Publicado por estaccs às 12:32 AM | Comentários (0)

OPA: SONAECOM VAI ALTERAR PROPOSTA

A Sonaecom vai avançar com alterações à proposta inicial da OPA à Portugal Telecom, os chamados remédios, para que a Autoridade da Concorrência aprove a oferta.

A empresa de Paulo Azevedo diz ainda que concorda com a decisão da Autoridade da Concorrência de avançar para uma investigação aprofundada ao processo, mas não está disposta a concretizar a OPA se a combinação da Optimus com a TMN for chumbada.

No entanto, a empresa garante que vai avançar com remédios, para que o negócio beneficie os consumidores, na resposta que está a ser preparada para a autoridade.

A sonaecom garante ainda que a France Telecom não terá uma posição de controlo sobre a PT - Isto em resposta à questão levantada esta semana pela PT, sobre a posição neste negócio da telefónica francesa, que é ao mesmo tempo accionista da Sonaecom e concorrente da PT.

FONTE: Rádio Resnascença
(Ana Catarina Brandão)

Publicado por estaccs às 12:27 AM | Comentários (0)

25 DE MAIO DE 1985

Publica-se o primeiro número do jornal algarvio Al Faghar.

Publicado por estaccs às 12:17 AM | Comentários (0)

25 DE MAIO DE 1975


(foto colhida no Tócolante>)

Os trabalhadores da Rádio Renascença, propriedade do Episcopado, ocupam as instalações.

Publicado por estaccs às 12:15 AM | Comentários (0)

maio 24, 2006

DIÁRIO DE COIMBRA COMPLETA HOJE 76 ANOS

O Diário de Coimbra completa hoje 76 anos. Um momento relevante na vida do Jornal, um dos mais antigos diários de expansão regional da Europa.

É uma oportunidade para agradecer a todos quantos, nossos leitores e anunciantes e, em especial, aos profissionais desta casa e colaboradores, deram e continuam a dar o seu contributo para que o Diário de Coimbra seja um veículo de informação objectiva, isenta e credível da Região Centro (Aveiro, Coimbra, Leiria e Viseu).

Hoje, como ontem, o Diário de Coimbra pugna pela informação rigorosa, ciente de que é com cidadãos esclarecidos e bem informados que se percorrem os caminhos do desenvolvimento e do progresso de que a região tanto precisa, no sentido de se afirmar como pólo de referência (que é) no todo nacional.

A conjuntura que atravessamos não é fácil e avolumam-se as dificuldades de um País que cresceu no endividamento e no consumo e não registou indicadores de crescimento ao nível da produção de riqueza. Por isso os desafios do futuro são complexos, em termos globais e também para os jornais, sobretudo se tivermos em conta que vivemos num país com índices de analfabetismo assustadores, a que se junta um crescente fenómeno de iliteracia, e onde não há, por parte do Estado, uma política clara de incentivo à leitura de jornais. Bem pelo contrário. A juntar ao Porte Pago (um incentivo que tem sucessivamente vindo a ser limitado), as mais recentes medidas têm vindo a penalizar as empresas de comunicação social e, consequentemente os jornais, nomeadamente os diários.

Hoje, no dia do nosso aniversário, uma palavra, também, para recordar meu Pai, Adriano Viegas da Cunha Lucas (1883-06-16 / 1950-12-17), que fundou o Diário de Coimbra há 76 anos e o ajudou a resistir nos difíceis tempos da censura salazarista que, inclusive, ditou a suspensão da sua publicação durante o período de um ano, em 1945.
Ontem como hoje, o Diário de Coimbra mantém a mesma linha de orientação editorial, como jornal informativo, de orientação republicana e liberal, que pugna pela defesa de Coimbra e da Região das Beiras, das liberdades individuais e das minorias, defendendo a economia de mercado, a regionalização e alargamento da Comunidade Europeia.

Hoje, passados que são 76 anos, creio que credores da confiança e carinho que os leitores e anunciantes nos têm manifestado, desejamos continuar o nosso caminho, ao serviço desses mesmos leitores e anunciantes.

A todos o nosso Bem-haja.

FONTE: Diário de Coimbra (online)
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 11:46 PM | Comentários (0)

AGORA SÃO OS RESTAURANTES

Os municípios e o sector da restauração estão determinados a manter os planos de transmissão ao público dos jogos do Mundial. A posição surge como resposta à notícia avançada pelo Expresso na edição do último sábado, onde se dá conta que a Sport TV proíbe a transmissão do campeonato do Mundo em locais públicos.

Na base da polémica está um comunicado enviado à ARESP (Associação de Restauração e Similares de Portugal), a 15 de Maio, pela Sport TV. O documento informa que o canal «não autoriza a passagem de quaisquer imagens televisivas (incluindo as que forem em sinal aberto) em locais públicos e/ou ecrãs gigantes». No mesmo fax, a empresa ameaça ainda «demandar civil e criminalmente» as entidades que não respeitem a proibição.

Depois da associação do sector da restauração ter considerado a decisão «provocadora e a atentatória», a Sport TV veio clarificar a situação: Afinal, cafés, bares e restaurantes ficam de fora da proibição. «O que a Sport TV não autoriza é a montagem, em locais públicos, dos designados ecrãs gigantes e outros dispositivos semelhantes», lê-se em mais um comunicado emitido segunda-feira pelo canal temático. No entanto, o esclarecimento não satisfaz a ARESP, que continua ainda à espera de uma resposta conclusiva ao que considera ser a «questão pertinente», ou seja: «a exibição de imagens em esplanadas, pertencentes aos estabelecimentos, e que são, integrantes dos mesmos».

A proibição da transmissão apanhou também desprevenidas dezenas de autarquias do país, que estavam a planear espectáculos e animações em torno da emissão dos jogos do Campeonato do Mundo de Futebol. No entanto, o Expresso sabe que estão em curso contactos entre a Sport TV e a Associação Nacional de Municípios para solucionar toda a situação.

Numa tentativa de resolver a crise, a Sport TV justifica que os direitos de transmissão adquiridos à Infrontsport, empresa que detém todos os direitos do Mundial 2006, não comportam o chamado public viewing, o que legitima o combate do canal à «utilização abusiva do respectivo sinal», bem como a defesa dos «direitos dos seus legítimos subscritores».

Fonte: Expresso on line

Publicado por estaccs às 11:42 PM | Comentários (0)

QUESTIONADO FINANCIMENTO DA ERC

O presidente da Confederação de Meios de Comunicação Social admitiu hoje pedir ao presidente da República a fiscalização sucessiva do diploma que determina o financiamento da Entidade Reguladora dos media (ERC), caso este seja promulgado. "Caso seja promulgado, manteremos a luta contra a entrada em vigor" do regime de financiamento do organismo regulador, pelo que "solicitaremos ao presidente da República, à Assembleia da República e à Procuradoria-Geral da República que seja pedida a fiscalização sucessiva do diploma", afirmou o presidente da Confederação dos Meios, Bernardo Bairrão, citado pela Lusa.

Em causa está a taxa de regulação e supervisão da ERC que implica o pagamento pelos meios de comunicação de cerca de um milhão de euros por ano. Para Bernardo Bairrão, esta taxa "parece ser um imposto" e "é uma obrigação do Estado suportar esta supervisão, até porque quem tira vantagem é o consumidor".

FONTE: Jornal de Notícias (online)
Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 11:29 PM | Comentários (0)

OLIVEIRA DE AZEMEIS REFLECTE SOBRE INFLUENCIA DOS «MEDIA» NOS JOVENS

Oliveira de Azeméis - A influência dos meios de comunicação social e das tecnologias de informação e comunicação na educação dos mais novos é o tema que estará em debate em Oliveira de Azeméis, no próximo dia 3 de Junho.

O debate «Quem Educa? a Televisão, a Família ou a Escola?» contará com a presença do vice-presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, Albino Martins, e a participação de Manuel Pinto, professor na Universidade do Minho, Georgina Campos, professora do ensino básico, e Virgínia Monteiro, pediatra no Hospital S. Miguel. A coordenação do debate ficará a cargo de António José Leite, jornalista da RTP.

Segundo a autarquia, um dos principais objectivos desta iniciativa é «promover uma reflexão alargada e transversal sobre o papel da televisão e sua repercussão junto do público mais jovem».

A ideia é também sensibilizar a família para a importância que tem no acompanhamento dos jovens durante o visionamento da programação.

A tertúlia, a segunda promovida pela Câmara Municipal e a Federação Concelhia das Associações de Pais, terá lugar pelas 21h00, no café Ricoca, no Parque de La Salette.

Fonte:Jornal Digital
Maria João Cardador

Publicado por estaccs às 11:03 PM | Comentários (0)

SÍTIOS DE TV'S VISITADOS POR 685 MIL EM ABRIL

Os sites das televisões generalistas portuguesas foram acedidos por 685 mil utilizadores únicos em Abril, um aumento de 1% face a Março e de 5,5% em termos homólogos, indicam os dados do Netpanel, da Marktest.

A média diária de visitantes deste tipo de sites situou-se em 89 mil, tendo o número de páginas visitadas em Abril ultrapassado os 16,5 milhões.

O tempo total de navegação nestes sites ascendeu a mais de 265 mil horas.

A SIC online, com 329 mil utilizadores únicos, é o site visitado por mais portugueses. Seguem-se a TVI online, com 198 mil utilizadores únicos e a RTP online, com 163 mil.

A TVI é, no entanto, quem lidera no número de páginas visitadas, com 3,6 milhões. Segeu-se a SIC, com 3,2 milhões, e a RTP, com 1,3 milhões.

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 10:55 PM | Comentários (0)

DIÁRIO DIGITAL É O QUARTO JORNAL ONLINE MAIS LIDO

O Diário Digital foi em Abril o quarto jornal online mais acedido a partir de casa, com 188 mil utilizadores únicos, deixando o Expresso online em quinto, com 167 mil, segundo o Netpanel da Marktest, um estudo que analisa o comportamento dos cibernautas portugueses. O Diário Digital é o líder do seu segmento, de jornais com edição exclusivamente online.

O Público online regressou ao primeiro lugar, com 275 mil utilizadores únicos, seguido do jornal A Bola (249 mil) e o Record online (196 mil).

Em páginas visitadas, em Abril as duas primeiras posições continuam a pertencer aos jornais desportivos. A Bola online manteve a liderança, com mais de 11 milhões de páginas, seguido do Record online, com mais de 5 milhões. Em terceiro lugar ficou o Expresso online que, no mês em análise ultrapassou as 3,6 milhões de páginas.

Em termos de utilizadores únicos, a maior subida verificou-se no Correio da Manhã, 59,2% com 113 mil utilizadores. As maiores quebras mensais (de -18.8%) ocorreram no zerozero.pt e no autohoje.com, ambos com 26 mil utilizadores únicos. Já maior quebra mensal foi observada no Portugal Diário, que desceu 25,4% para os 103 mil utilizadores únicos.

Em páginas visitadas, a maior subida face a Março foi no Correio da Manhã (106%) subindo para as 1 815 mil páginas visitadas. Em sentido oposto, o negócios.pt protagonizou a maior quebra mensal (de -27.6%), com 974 mil páginas.

De acordo com os resultados do estudo Netpanel, no mês passado foram 804 mil os portugueses que acederam a partir de casa a sites de jornais, revistas e de informação online.

O número de visitantes de jornais online é 3,6% mais elevado do que o registado em Março e 20% superior ao observado no mês homólogo de 2005.

Em Abril acederam a estes sites uma média de 166 mil utilizadores únicos por dia, o que representa um decréscimo mensal de 5, 1% e um crescimento homólogo de 25.8%.

Foram visitadas mais de 44 milhões de páginas de sites noticiosos no mês, um valor 2,1% acima do registado em Março e 15,1% superior ao observado em Abril do ano anterior.

O tempo total de navegação nestes sites superou as 641 milhões de horas, o que equivaleu a uma subida mensal de 2,2% bem como uma subida homóloga de 13,2%.

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 10:49 PM | Comentários (0)

NET TEM 91,3 MILHÕES DE DOMÍNIOS REGISTADOS

A Internet tinha em 2005 mais de 91,3 milhões de domínios registados, revelam os dados da empresa de consultoria Verisign. O valor corresponde a um aumento de 28% face ao ano anterior.

Os domínios internacionais .com .net são o mais utilizados, contando com 54,7% do total, ou 50 milhões de registos. quanto aos continentes, são a América do Norte e a Europa as responsáveis pela maiora parte dos domínios registados, 70 milhões.

A Améria co Norte aparece também como zona com maior índice de aumento de registos, com 44%. A Ásia apresentou um crescimento de 43% no ano passado, frente aos 41% da América Latina e aos 27% da Europa. De acordo com a empresa, na origem deste incremento está o o mercado de pay-per-click, especialment nos EUA.

A empresa ainda não tem estimativas do crescimento em 2006, mas acredita que haverá um valor histórico de crescimento.

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 10:45 PM | Comentários (0)

ESTUDO: FONTES INSTITUCIONAIS FORNECEM 70% DAS NOTÍCIAS

Sete em cada dez das notícias publicadas nos diários portugueses têm origem agências de informação e assessorias de imprensa, avança o Expresso este sábado. Um estudo a que o semanário teve acesso confirma a tendência dos órgãos de comunicação se tornarem «receptores passivos» de informação.

Segundo o estudo da Emirec, uma das mais antigas agências a operar em Portugal, «cerca de 70% das notícias publicadas nos jornais portugueses têm como origem as agências de informação ou os gabinetes de Imprensa».

O fenómeno começou a manifestar-se em 1997, ano em que um estudo referente aos três jornais diários de grande expansão – Diário de Nptícias, Jornal de Notícias e Público – concluía que de 28 notícias de primeira página apenas três não tinham como origem as chamadas «fontes organizadas de informação». Segundo o mesmo estudo, DN e Público apresentavam a mesma manchete e apenas quatro notícias feitas a partir de informação das agências foram tratadas jornalisticamente.

Outro estudo, da tese de mestrado de Vasco Ribeiro, da universidade do Porto, que analisou os anos de 2000 a 2005, e notícias no DN, JN, Correio da Manhã e Público. Em 73,5% das notícias analisadas a origem da informação eram assessorias de Imprensa do Governo, das autarquias e agências de informação.

O valor adquire valor mais significativo quando se tem em conta que em países como a Espanha ou os EUA, a «influência» das fontes organizadas de informação é sensivelmente menor. O El Pais usa fontes oficiais em apenas 46% das notícias, e apenas 15% têm origem em agências. No New York Times e no Washington Post, a percentagem não passa os 58%.

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 10:33 PM | Comentários (0)

BLITZ REGRESSA A 22 DE JUNHO

O primeiro número da revista Blitz chega às bancas do País a 22 de Junho.
A notícia é avançada pela Meios & Publicidade, sendo que o título do grupo Impresa - que deixou de ser editado há algumas semanas como jornal de música - terá 116 páginas, saindo nas últimas sextas-feiras de cada mês, com um preço de capa de 2,5 euros.

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 10:30 PM | Comentários (0)

API PROCESSA SEMANÁRIO EXPRESSO POR NOTÍCIAS «LESIVAS»

A Agência Portuguesa para o Investimento (API) anunciou hoje que vai processar o semanário Expresso, por ter publicado uma notícia que considera «sem fundamento» e «altamente lesiva para o bom nome e credibilidade» da entidade.

Em comunicado, o conselho de administração da API refere que o artigo jornalístico «se traduziu num ataque pessoal injustificado ao presidente» e a todos os que trabalham na agência.

Na edição de sábado, o Expresso publicou na primeira página uma notícia com o título «Cadilhe discreto, Basílio incontinente» onde diz que «a ânsia e voluntarismo do Governo e os deslizes de Basílio Horta poderão comprometer a credibilidade da API na captação de projectos de investimento estrangeiro».

Além da «total falta de fundamento daquelas notícias e comentários», a API salienta que estas são «altamente lesivas para o bom nome e credibilidade da Agência, para a confiança dos investidores e para o interesse da economia nacional».

Por isso, o conselho de administração da API «deliberou por unanimidade proceder judicialmente contra o semanário Expresso nas pessoas do presidente do conselho de administração, do director e do jornalista que assina um dos textos».

A notícia do Expresso dá o exemplo do empresário Patrick Monteiro de Barros, que se terá insurgido pelo facto de o projecto para a refinaria de Sines ter sido «discutido incorrectamente na praça pública», e ainda da suspensão da cotação da Portucel «depois das inconfidências de Basílio acerca da nova fábrica de papel».

FONTE:Diário Digital / Lusa
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 10:23 PM | Comentários (0)

NUNO PACHECO NO CLUBE DOS PENSADORES A 20 DE JUNHO

O director-adjunto do jornal Público Nuno Pacheco é o convidado especial do debate organizado pelo Clube dos Pensadores a realizar a 20 de Junho, na Maia.

O debate será subordinado ao tema «Jornalismo, responsabilidade e censura».

O evento contará com o habitual painel, composto por Joana Felício, vereadora da Câmara de Matosinhos, Miguel Leão, antigo presidente CR-Norte da Ordem dos Médicos, e Joaquim Jorge, biólogo e fundador do clube.

O debate contará ainda com a presença de um convidado específico, que deverá ser Manuel Carvalho, outro director-adjunto do Público.

Este evento encerra o primeiro ciclo de debates organizado pelo Clube dos Pensadores, que contou com intervenções de Vicente Jorge Silva, Luis Filipe Menezes e Narciso Miranda.

Os organizadores destacam a metodologia do debate, em que o orador principal dispõe de 15 a 20 minutos para expor as suas ideias, seguindo-se intervenções curtas, de cinco e três minutos, dos membros do painel e dos restantes convidados, permitindo uma discussão mais aberta por parte da plateia.

A organização do Clube dos Pensadores sublinha ainda um pormenor que considera importante: «neste clube as pessoas tratam-se pelo nome, não havendo referências aos títulos académicos, em oposição ao novo-riquismo intelectual».

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 10:18 PM | Comentários (0)

'SPORT TV' DISPOSTA AO DIÁLOGO

A Sport TV diz que está disposta a dialogar com a Associação Nacional de Municípios sobre a possibilidade de transmissão, em écrans gigantes, dos jogos de Portugal no campeonato Mundial.

Depois de os municípios terem enviado uma proposta à Sport TV, o administrador do canal de televisão por cabo mostrou-se disponível para chegar a um entendimento.

Em declarações à TSF, Bessa Tavares disse que os termos desta proposta são agora mais razoáveis.

«Temos em nosso poder um fax da ANMP que nos faz uma proposta que parece dotada de muito bom senso. Nesse sentido, é natural que venhamos a ter o gosto de falar com a associação», afirmou.

Segundo explicou Bessa Tavares, o conteúdo da proposta é o de que a Sport Tv permita a emissão dos jogos da selecção portuguesa, não lhe sendo associada nenhuma publicidade ou interesses económicos.

Fonte: TSF on line

Publicado por estaccs às 05:05 PM | Comentários (0)

AINDA VAI TUDO PARA TRIBUNAL...

O polémico e longo debate do ‘Prós e Contras’, da RTP 1, que terminou na madrugada de ontem, na Casa do Artista, em Lisboa, pode prosseguir nos tribunais. A PT desmentiu, em comunicado, Emídio Rangel, que acusou a empresa de pagar a jornalistas. Um dos visados não afasta a hipótese de accionar judicialmente o antigo director da SIC e RTP, o qual, entretanto, já se penitenciou por no rol envolver, de forma “inaceitável”, Luís Delgado.

A pretexto do livro ‘Sob o Signo da Verdade’, da autoria de Manuel Maria Carrilho, lançado recentemente e que coloca em causa jornalistas e agências de comunicação, sendo, neste caso, o presidente de uma empresa do ramo, António Cunha Vaz, um dos principais visados. Manuel Maria Carrilho e Emídio Rangel, na esquerda, Pacheco Pereira e Ricardo Costa, na direita do palco, esgrimiram, ao longo, de 02h43, ideias e, na maior parte das circunstâncias, escaldantes acusações. Na peleja juntou-se Rui Pedro Baptista, ex-pivô da TVI, em representação da agência de António Cunha Vaz – chegou a citar Salazar numa indirecta ao antigo ministro –, e o chefe de Redacção do ‘DN’, Miguel Gaspar. O debate – o mais visto de sempre, cerca de 624 mil espectadores, e um ‘share’ de 30% –, acabaria por conduzir à tomada de posição do presidente da PT e a um pedido de desculpas de Emídio Rangel.

‘À boleia’ de Carrilho, que falou nos nomes de Miguel Coutinho, Raul Vaz e Luís Delgado, Rangel disse que “a PT paga dezenas de avenças a uma série de jornalistas que não desempenham lá funções”, entre eles o primeiro e o último dos três nomes citados. Rangel, porém, ontem, através da Lusa, veio qualificar a referência que fizera a Luís Delgado, antigo presidente da Comissão Executiva da Lusomundo Media – pertencia ao Grupo PT –, de “inaceitável” e, por isso, reparou a “ injustiça”. No entanto, não retirou uma vírgula ao remanescente da intervenção na TV.

Henrique Granadeiro, presidente da PT, através da mesma agência de notícias, rejeitou as acusações, que considerou “graves”. Granadeiro, que diz ter mandado fazer uma auditoria, garante que “os únicos casos identificados que podem ter alguma aproximação ao que foi dito referem-se a acordos de saída, normais e habituais, celebrados com quatro quadros de direcção, na sequência da venda da Lusomundo Media”. Coutinho e Vaz esclarecem que, por razão da saída da direcção do ‘DN’, estão, até Agosto, a receber ‘tranches’ correspondentes ao total da indemnização acordada com a PT, que os contratara para o diário. O primeiro entregou o caso ao advogado, como afirmou ao CM, e o segundo não levará o caso a tribunal. “Tenho mais que fazer”, declarou ao nosso jornal. Delgado remeteu-nos para a retratação de Rangel.

O CM tentou questionar o presidente da ERC sobre a posição que o organismo adoptará relativamente às queixas públicas de Carrilho, no livro e no debate, e, até, de Rangel, mas Azeredo Lopes não esteve contactável.

TROCA DE ACUSAÇÕES

MANUEL M. CARRILHO

ALVOS: PT e jornalistas; Ricardo Costa

Miguel Coutinho, Raul Vaz e Luís Delgado (...) são da PT.

A SIC Notícias foi a FOX News da campanha de Lisboa.

Foi a estação parcial.

Você é, a partir de hoje, o rosto da vergonha do jornalismo português!

RICARDO COSTA

ALVO: Manuel Maria Carrilho

O aperto de mão foi uma coisa surreal. Estamos, aqui, com acusações de estalinismo completamente absurdas.

Os portugueses são sábios, sobretudo nas urnas...

...Como você é o rosto da derrota eleitoral!

PACHECO PEREIRA

ALVOS: Manuel Maria Carrilho e Emídio Rangel

Há alturas em que, realmente, não nos devemos pôr a jeito.

Você, como jornalista, como tratava do assunto eleições autárquicas]?! De forma não muito diferente da que a SIC Notícias, a TVI e as outras fizeram.

EMÍDIO RANGEL

ALVOS: Jornalistas

Uma estação com 50% de ‘share’ tem um poder enorme de dar notoriedade a um eventual candidato à Presidência da República, como a uma determinada marca de sabonetes. Esta afirmação foi deturpada das formas mais variadas.

R. PEDRO BAPTISTA

ALVO: Manuel Maria Carrilho

O Prof. Carrilho tem de provar, uma vez que não foram apresentadas provas e, por isso, avançámos com um processo judicial. Espero que o Prof. Carrilho levante a imunidade parlamentar .


Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 04:29 PM | Comentários (0)

OPA: DECISÃO ATÉ JULHO

A Autoridade da Concorrência (AdC) tenciona apresentar até Julho uma decisão sobre a Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada pela Sonaecom sobre a PT, afirmou hoje o presidente da entidade, Abel Mateus. O presidente da AdC, que falava na comissão parlamentar de Orçamento e Finanças, indicou que vai «tentar resolver» o assunto até ao mês de Julho. A 16 de Maio, a AdC decidiu dar início a uma investigação aprofundada, no âmbito do processo de notificação pela Sonaecom das OPA lançadas sobre o capital da PT e da PT Multimédia.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 03:20 PM | Comentários (0)

A CULPA...

"Vivemos, de facto, num clima de promiscuidade crescente, perversa e quase irrespirável entre o sistema político e o sistema mediático, e nessa promiscuidade não existem actores verdadeiramente inocentes, como lembrou Pacheco Pereira (ele próprio, aliás, um dos comentadores e agentes políticos mais insinuantes, com presença semanal em duas colunas na imprensa escrita e num programa de debate na televisão). Acresce que a promiscuidade entre os dois sistemas é agravada pela degradação dos padrões éticos e técnicos do jornalismo e pela mediocridade e vazio da vida política. Um ambiente extremamente propício, portanto, aos pescadores de águas turvas que fazem o contrabando entre os dois lados (papel atribuído a agências de comunicação e assessores governamentais ou partidários). Se a isto somarmos a porosidade cada vez maior entre os negócios económicos e políticos, com uma malha apertada de troca de favores, o quadro está quase completo. Ficam ainda a pairar outras suspeitas de corrupção sórdida entre os vários elos da cadeia - pretexto para generalizações abusivas e inverosímeis (como pretendeu fazer Carrilho na RTP) mas que a engrenagem da promiscuidade institucionalizada favorece."

Vicente Jorge Silva, no Diário de Notícias.

Publicado por estaccs às 01:59 PM | Comentários (0)

MOVER-SE-Á?

"Leio que o Prof. Azeredo Lopes vai propor à ERCS a análise das questões que o livro de Manuel Maria Carrilho levanta.Fico satisfeito, pois no meu artigo de 16 de Maio no DN, intitulado O Fim Da Idade Da Inocência, sugeria que a Entidade Reguladora para a Comunicação Social analisasse o funcionamento das chamadas «agências de comunicação» , que me parece ser a questão mais importante para o futuro levantada por MM Carrilho.Se relembro essa minha sugestão é porque também prevejo que um escrutínio geral do livro leve à dispersão da atenção por parte dos ilustres membros da ERCS."

José Medeiros Ferreira, no Bichos Carpinteiros

Publicado por estaccs às 12:04 PM | Comentários (0)

NUNCA...

"(...) Nunca os jornalistas tiveram uma tão semiótica formação universitária e nunca existiram tantas disciplinas e tantos livros sobre a deontologia dos media, e contudo nunca tivemos jornalistas tão pouco sérios, tão desleixados em termos de cultura geral, escrevendo muitas vezes com os pés, e tão demagógicos no modo como apresentam as coisas".

Eduardo Prado Coelho, no Público (link indisponível)

Publicado por estaccs às 11:58 AM | Comentários (0)

A LER (121)

Pacheco Pereira, por Pedro Rolo Duarte, no Diário de Notícias.
A Culpa É Sempre Dos Outros, por Vicente Jorge Silva, no Diário de Notícias.
Breaking News, por JCS, no Lóbi do Chá.
Consequências Internacionais?, por Rui Costa Pinto, no Mais Actual.
I Beg Your Pardon?, por João Pedro Henriques, no Glória Fácil.

Publicado por estaccs às 11:52 AM | Comentários (0)

IGREJA QUER VOLTAR À TELEVISÃO

A Igreja Católica está a ponderar regressar ao mercado audiovisual com um projecto televisivo. Quase dez anos depois de terem saído da TVI, os católicos não desistem da aspiração de marcar presença diária nos ecrãs de televisão. A criação de um jornal diário de âmbito nacional, que contribua para o "diálogo social", também está a ser equacionada.

Num encontro com os jornalistas, realizado ontem em Lisboa a propósito do Dia Mundial das Comunicações Sociais, D. Manuel Clemente explicou, contudo, que é cedo para adiantar pormenores. "Não se pode concretizar porque não há uma pré--ideia, apenas uma aspiração forte", disse o presidente da comissão episcopal para os media. O bispo auxiliar de Lisboa esclareceu ainda que esta não é a posição oficial da Igreja enquanto instituição - pois não decorre de uma resolução da Conferência Episcopal Portuguesa - mas uma aspiração de "muita gente da Igreja".

É, por isso, prematuro avançar para já com as especificações técnicas desta "aspiração", que pode passar por um canal por cabo. "Não sabemos como será, que nome terá, nem em que meio", afirmou o bispo, lembrando ainda que é preciso tirar ilações do que correu mal com a TVI.

Marcar presença na imprensa diária é outro objectivo que a Igreja gostava de atingir, tal como o faz na rádio através da Renascença ou na Internet com a Agência Ecclesia. Os católicos consideram que, com estes projectos, a Igreja pode ter um contributo importante no diálogo social.

Perante uma plateia repleta de jornalistas, chamados a reflectir sobre a religião nos media, o bispo de Lisboa fez críticas a algumas atitudes da comunicação social: os "juízos apressados que se fazem dos factos" ou "as notícias feitas sem ouvir todos os intervenientes que criam desconfiança na opinião pública".

D. Manuel Clemente esclareceu ainda que a Igreja optou por não se pronunciar sobre o filme Código da Vinci como forma de desvalorizar "o fenómeno" e evitar polémicas.

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 11:49 AM | Comentários (0)

ROGÉRIO ALVES CRITICA SOUTO MOURA

O bastonário da Ordem dos Advogados (OA), Rogério Alves, criticou, na terça-feira, o procurador-geral da República pelo método que escolheu para divulgar as conclusões preliminares do processo Envelope 9, relativo a uma listagem de números de telefone envolvendo as mais altas figuras do Estado, no âmbito do processo Casa Pia.

Os comentários de Rogério Alves sobre o facto de Souto Moura ter divulgado as conclusões parciais do inquérito numa entrevista ao semanário Expresso surgem publicados na edição desta quarta-feira do Público, onde se pode ler que o bastonário considerou inadequada a forma escolhida pelo procurador para divulgar o assunto.

«Foi um método errado. Trata-se de uma questão de grande importância, que o país aguardava há já alguns meses, e ter-me-ia parecido aconselhável que, uma vez obtidas [as conclusões], fossem divulgadas de forma oficial, completa, como resultado final de um inquérito. E não transmitidas de forma parcial, com juízos subjectivos incorporados, numa entrevista a um jornal», comentou Rogério Alves, à saída de uma audiência com o Presidente da República

De resto, o bastonário da Ordem dos Advogados revelou igualmente ter encontrado na pessoa de Cavaco Silva «uma preocupação muito significativa sobre a reforma da acção executiva e sobre a inoperância que o Estado português tem revelado no que diz respeito à execução das sentenças e do próprio direito».

Já quanto à questão da escolha do próximo procurador-geral da República, Rogério Alves comentou que, «por incrível que pareça, não foi abordada no encontro», uma vez que «não houve tempo».

No entanto, o bastonário não deixou de afirmar que «tem que ser um homem com capacidade de direcção, com credibilidade pública, amor aos direitos fundamentais e grande apego ao princípio da legalidade. Um homem com carisma, que assuma efectivamente a direcção do funcionamento do Ministério Público».

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 11:47 AM | Comentários (0)

JULGAMENTO ABERTO À COMUNICAÇÃO SOCIAL

A juíza Ana Peres, que preside ao colectivo que julga o processo Casa Pia, decidiu hoje voltar a abrir as portas do tribunal à comunicação social para as audições dos elementos da Polícia Judiciária responsáveis pela investigação. Rosa Mota, coordenadora da equipa da Polícia Judiciária (PJ) que investigou o caso é o primeiro elemento policial a testemunhar neste julgamento, iniciado em Novembro de 2004, estando também prevista a audição do inspector-chefe Dias André.

Os dois elementos da secção de crimes sexuais (2ª secção) são os responsáveis da PJ mais citados ao longo das 185 sessões do julgamento.

O julgamento iniciou-se com a porta aberta aos jornalistas, mas foi vedado à comunicação social quando começaram a ser ouvidos os jovens identificados como vítimas.

As sessões só voltaram a ser abertas quando foi ouvido o ex-provedor da Casa Pia Luís Rebelo, a 10 de Março.

Rosa Mota e Dias André fazem parte do rol de 247 testemunhas arroladas pelo Ministério Público (MP), algumas das quais já ouvidas ao longo dos últimos dois meses de sessões.

A investigação deste mega-processo, já com 154 volumes, 140 apensos e cerca de 40.000 páginas, durou pouco mais de um ano. A denúncia foi feita à polícia pelos pais de «Joel» em Setembro de 2002 e a acusação foi deduzida em Dezembro de 2003.

Ao longo dos 18 meses do julgamento, que já passou pelos tribunas da Boa Hora, Monsanto e está actualmente em Santa Clara, junto à Feira da Ladra, foram ouvidos os três arguidos que quiseram falar (Carlos Silvino - «Bibi», Carlos Cruz e Manuel Abrantes), a provedora da Casa Pia, Catalina Pestana, e o advogado e antigo aluno casapiano Pedro Namora.

Foram também ouvidos 31 jovens identificados como vítimas neste processo, o pedopsiquiatra Pedro Strecht, dois psiquiatras que acompanharam as alegadas vítimas, o antigo provedor da instituição Luís Rebelo e parte das testemunhas arroladas pelo MP.

Fonte: Lusa

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OBRIGADO

O Comunicar a Direito é um blogue da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes, destinado à área de Direito do curso de Comunicação Social. É feito pelo Coordenador e muito pelos alunos. Ontem bateu o record de visitas diárias: 1253. Obrigado aos leitores.

Publicado por estaccs às 10:59 AM | Comentários (0)

24 DE MAIO DE 1958

Fundação da agência de notícias United Press International com a fusão da United Press e da International News Service.

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24 DE MAIO DE 1930

É publicado o primeiro número do Diário de Coimbra.

Publicado por estaccs às 10:52 AM | Comentários (0)

maio 23, 2006

'PT' DESMENTE AVENÇAS COM JORNALISTAS

O presidente da Portugal Telecom negou hoje que a empresa tenha jornalistas avençados. Henrique Granadeiro reagiu desta forma às acusações feitas ontem por Emídio Rangel, no programa da RTP "Prós e Contras", de que a operadora de telecomunicações "paga dezenas de avenças a uma série de jornalistas que não desempenham lá funções".

"Vi apenas uma parte do programa e foi com surpresa que soube depois que tinham sido feitas acusações graves à Portugal Telecom de ter, ao seu serviço, dezenas de jornalistas avençados em diversos órgãos da comunicação social", afirmou Granadeiro, em declarações à Lusa.

"Mandei fazer uma auditoria no sentido de verificar a existência de tais situações e os únicos casos identificados que podem ter alguma aproximação ao que foi dito referem-se a acordos de saída, normais e habituais, celebrados com quatro quadros de direcção, na sequência da venda da Lusomundo Media", acrescentou.

No programa "Prós e Contras", Emídio Rangel acusou o ex-presidente da comissão executiva da Lusomundo Media Luís Delgado e também o ex-director do "Diário de Notícias" Miguel Coutinho de serem exemplos de jornalistas "que são avençados, mas que não exercem funções na PT".

Já hoje, Rangel lamentou ter acusado Luís Delgado de receber uma avença da PT, afirmando que a informação não corresponde à verdade e que se tratou de "uma injustiça que é necessário corrigir".

As acusações feitas por Emídio Rangel no programa "Prós e Contras" surgiram depois de o ex-candidato à Câmara de Lisboa Manuel Maria Carrilho ter afirmado que Miguel Coutinho, o ex-director-adjunto do DN, Raul Vaz e Luís Delgado "são da PT".

Miguel Coutinho disse à Lusa que o único acordo que existe entre si e a PT refere-se ao pagamento faseado, até Agosto deste ano, da indemnização a que tinha direito por ter sido afastado das funções de director do DN, quando a Lusomundo Media, proprietária do jornal, foi vendida pela PT à Controlinveste. "Trata-se de um contrato absolutamente transparente", afirmou.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 08:57 PM | Comentários (0)

CML DESAFIA 'SPORT TV'

A empresa municipal de cultura de Lisboa mantém a programação prevista de transmissão no Parque Mayer de jogos do campeonato mundial de futebol, apesar de a Sport TV ter alertado para a proibição de exibição pública do evento.

Fonte oficial da estação televisiva Sport TV afirmou domingo à Lusa que "os direitos de transmissão televisiva foram comprados pela Sport TV e pela SIC, mas a Sport TV comprou todos os direitos de exibição pública".

Por essa razão, acrescenta, está proibida "a montagem, em locais públicos, dos designados ecrãs gigantes e/ou de outros dispositivos semelhantes destinados à exibição pública" das imagens do Campeonato do Mundo de Futebol de 2006, segundo um comunicado emitido segunda-feira.

A proibição de exibição pública dos jogos, em relação à qual a Sport TV diz já ter alertado várias entidades, "visa sobretudo evitar as acções que estão a ser preparadas por muitas juntas de freguesia".

A estação televisiva adianta que a medida pretende ainda "defender os direitos dos seus legítimos subscritores e colaborar no combate à utilização abusiva do respectivo sinal".

Confrontadas com esta posição, a EGEAC e a Central de Cervejas, parceiras na transmissão de alguns jogos do campeonato mundial, garantem que a programação prevista será mantida.

A exibição de jogos vai decorrer através da colocação de uma esplanada e de um ecrã gigante nas traseiras do teatro Capitólio, no Parque Mayer, um evento promovido no âmbito das Festas de Lisboa.

Em declarações anteriores aos jornalistas, o vereador da Cultura e presidente da EGEAC, José Amaral Lopes, adiantou que a Central de Cervejas, que representa a Sagres, marca patrocinadora da selecção nacional, "já garantiu os direitos de transmissão dos jogos".

"Se houvesse algum impedimento, já teríamos sido informados", afirmou hoje à Lusa o porta-voz da EGEAC. Contactada pela Lusa, fonte da Central de Cervejas apenas afirmou que a empresa "está a responder a uma solicitação da Câmara de Lisboa para participar num acto que considera de interesse público". Sobre a proibição de transmissão dos jogos, a mesma fonte escusou-se a comentar.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 08:19 PM | Comentários (0)

NOTÍCIAS DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO NO IRÃO

As autoridades iranianas ordenaram o encerramento do jornal estatal Iran por publicar «material provocatório e fomentar a discórdia», noticiou hoje a agência oficial de notícias Irna.

Na sexta-feira, o jornal publicou numa edição especial uma caricatura satírica na sua página infantil, que foi interpretada como um insulto à minoria azeri, que vive no noroeste do Irão e fala uma variante do idioma turco.

Segundo o Departamento de Imprensa e Informação do Ministério de Cultura e Conselhos Islâmicos, a decisão foi tomada pela maioria dos membros da junta directora do sector, que votou pelo encerramento do jornal. O caso do jornal foi enviado à Justiça iraniana, que aplicou a Lei de Imprensa, acrescentou a Irna.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 08:16 PM | Comentários (0)

RANGEL LAMENTA ACUSAÇÃO A LUÍS DELGADO

O ex-director da SIC e da RTP Emídio Rangel lamentou esta terça-feira, em declarações à Lusa, ter acusado Luís Delgado de receber uma avença da Portugal Telecom (PT), afirmando que a informação não corresponde à verdade.

No programa «Prós e Contras» da RTP, emitido segunda-feira à noite, Emídio Rangel acusou o ex-presidente da comissão executiva da Lusomundo Media Luís Delgado e também o ex-director do Diário de Notícias Miguel Coutinho de serem exemplos de jornalistas «que são avençados, mas que não exercem funções na PT».

Hoje, em declarações à Lusa, Rangel considerou que a referência que fez foi «inaceitável» e que se tratou de «uma injustiça que é necessário corrigir».

As acusações feitas por Emídio Rangel no programa «Prós e Contras» surgiram depois de o ex-candidato à Câmara de Lisboa Manuel Maria Carrilho ter afirmado que Miguel Coutinho, o ex-director-adjunto do DN Raul Vaz e Luís Delgado «são» da PT.

Rangel afirmou que «a PT paga dezenas de avenças a uma série de jornalistas que não desempenham lá funções» e, instado pelo director da SIC Notícias, Ricardo Costa, a referir nomes, disse que já tinham sido referidos dois nomes, os de Miguel Coutinho e de Luís Delgado.

O ex-jornalista declarou, ainda, que «há mais» jornalistas na mesma situação, mas sem nomear.

Hoje, em declarações à agência Lusa, Emídio Rangel lamentou «ter corroborado o nome de Luís Delgado», avançado por Carrilho.

Sobre Miguel Coutinho, Rangel disse que tinha verificado «existir um contrato», mas reconheceu desconhecer o âmbito ou as características do vínculo daquele à PT.

Em declarações à Lusa, Miguel Coutinho explicou que o único acordo que existe entre si e a PT refere-se ao pagamento faseado, até Agosto deste ano, da indemnização a que tinha direito por ter sido afastado das funções de director do DN.

«Fui convidado pelo presidente da PT para dirigir o DN quando exercia funções de director do Diário Económico e, em Dezembro de 2004, celebrei um contrato de trabalho com o grupo PT, então proprietário do DN, que previa uma cláusula indemnizatória no caso de rescisão», disse Coutinho à Lusa.

«Após a minha demissão do DN, em Agosto de 2005, na sequência da entrada de um novo accionista, a PT propôs-me um pagamento diferido da indemnização devida, em vez de um único pagamento», explicou, acrescentando que o «processo [de pagamento da indemnização] termina em Agosto».

«Trata-se de um contrato absolutamente transparente», afirmou.

Nas declarações que fez à Lusa, Rangel afirmou que só se referiu a este assunto por considerar que «estas empresas públicas não têm de ter jornalistas avençados», acrescentando que têm de «ser geridas numa óptica de transparência».

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 08:04 PM | Comentários (0)

CAMARA DE FARO PEDE INTERVENÇÃO DO GOVERNO POR CAUSA DA 'SPORT TV'

A Câmara de Faro pediu hoje a intervenção do Governo no diferendo entre autarquias e Sport TV, que proibiu a exibição dos jogos do Mundial de futebol em praças públicas, e a de Évora diz que mantém transmissões."Justifica-se a intervenção do Governo sobre esta matéria", disse à agência Lusa o presidente da Câmara Municipal de Faro, José Apolinário (PS). Faro é a única cidade algarvia em que está prevista a instalação de um ecrã gigante por parte de uma autarquia, o que acontecerá, já a partir de hoje, no Jardim Manuel Bívar, junto à doca da cidade.

O presidente da Câmara de Faro - que se encontrava em Coimbra numa reunião da Associação Nacional dos Municipal de Municípios Portugueses (ANMP) - criticou a intenção da Sport TV, mas manifestou- se esperançado que "vença o bom senso".

"Não me passa pela cabeça que quem não possa ser assinante da Sport TV não tenha acesso ao Mundial", disse.

Recordando que, há dois anos, "as cidades foram aliciadas a fazer das transmissões dos jogos uma grande festa", Apolinário criticou as "razões economicistas que estão por trás desta atitude". José Apolinário está em Coimbra, numa reunião da ANMP de que, segundo o autarca, deverá sair uma tomada de posição conjunta sobre a matéria".

O ecrã gigante no Jardim Manuel Bívar deverá acabar de ser montado hoje, a tempo da transmissão do jogo Portugal/França, que inaugura o Europeu Sub-21 às 19:45. O custo daquela estrutura, estimado é de 120 mil euros, suportados maioritariamente por patrocinadores. Junto ao ecrã haverá um palco e estão a ser colocados espaços de animação, bem como tendas de comes e bebes.

Na cidade alentejana de Évora, que está a acolher o estágio de preparação da selecção nacional, as iniciativas programadas para acompanhar o Mundial, que coincide com as festas do município, mantêm- se, pelo menos para já.

"De momento, mantém-se tudo o que está programado. Vamos aguardar para ver", disse à agência Lusa um responsável da Câmara Municipal de Évora, entidade que pretende colocar, na cidade, dois ecrãs gigantes para que os adeptos possam acompanhar os jogos.

Logo a partir do início do Alemanha2006, a 09 de Junho, a autarquia quer colocar dois ecrãs gigantes em pontos estratégicos da cidade, transferindo-os depois, a partir do dia 23, para o rossio de S. Brás, uma das zonas nobres de Évora e que acolhe, até 02 de Julho, a feira de S. João.

Já no recinto da feira, um dos ecrãs, de acordo com o projecto da câmara, será mesmo transformado num "mini estádio", com pequenas bancadas para os adeptos e tapete verde, a simular o relvado de um campo de futebol. A partir do final da feira e até ao término do Mundial, a 09 de Julho, os ecrãs deverão permanecer no Rossio de S. Brás.

Apesar da Sport TV ter alertado para a proibição de exibição pública dos jogos do campeonato mundial de futebol, a Câmara Municipal de Évora diz que vai "aguardar para ver" o que é que as outras autarquias do país, como iniciativas similares, "pretendem fazer".

"Toda esta questão está a ser analisada, em termos nacionais, por juristas e, só depois, é que vamos tomar uma posição definitiva.Por agora, não há mudanças", frisou a mesma fonte.

Quanto à Câmara Municipal de Grândola, que também planeia colocar um ecrã gigante no Parque de Feiras e Exposições local, a posição é semelhante: "Não temos conhecimentos de nada, em termos oficiais, apesar de já termos tentado contactar a Sport TV. Só sabemos o que tem vindo nos jornais".

Por isso, o ecrã gigante, para transmitir o jogo de Portugal marcado para 11 de Junho, antecedendo o concerto da cantora brasileira Daniela Mercury, "continua previsto e já faz parte do cartaz do espectáculo". "De momento, pretendemos manter essa iniciativa paralela ao concerto de Daniela Mercury", argumentou fonte da autarquia.

A Sport TV alertou várias entidades para a proibição de exibir publicamente os jogos do Mundial de Futebol 2006, que vai decorrer na Alemanha a partir de 09 de Junho. Segundo explicou à Lusa fonte oficial daquela estação, "os direitos de transmissão televisivas foram comprados pela Sport TV e pela SIC, mas a Sport TV comprou todos os direitos de exibição pública".

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 08:00 PM | Comentários (0)

ANTÓNIO CAPUCHO PEDE PARECER SOBRE 'SPORT TV'

O presidente da Câmara de Cascais, António Capucho (PSD), anunciou hoje ter pedido um parecer jurídico sobre a decisão da Sport TV de proibir a exibição em locais públicos de imagens dos jogos do campeonato mundial de futebol.

Em causa está a decisão, divulgada recentemente pela estação televisiva, de proibir "a montagem, em locais públicos, dos designados ecrãs gigantes e/ou de outros dispositivos semelhantes destinados à exibição pública" das imagens do Mundial2006.

"O presidente da Câmara de Cascais não se conforma" com a decisão da Sport TV, afirmou à Lusa fonte daquela autarquia.

A empresa municipal responsável pela gestão da Fortaleza de Cascais tem prevista a emissão em ecrã gigante de jogos do campeonato mundial no interior do recinto do forte, onde haverá ainda tendinhas com comida.

Segundo a mesma fonte, António Capucho, que também preside à empresa municipal, está a aguardar um parecer jurídico sobre a decisão da Sport TV.

Fonte oficial da estação televisiva Sport TV afirmou domingo à Lusa que "os direitos de transmissão televisiva foram comprados pela Sport TV e pela SIC, mas a Sport TV comprou todos os direitos de exibição pública" dos jogos do Mundial2006, que decorre na Alemanha a partir de 09 de Junho.

A proibição de exibição pública dos jogos, em relação à qual a Sport TV diz já ter alertado várias entidades, "visa sobretudo evitar as acções que estão a ser preparadas por muitas juntas de freguesia".

A estação televisiva adianta que a medida pretende ainda "defender os direitos dos seus legítimos subscritores e colaborar no combate à utilização abusiva do respectivo sinal".

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 07:56 PM | Comentários (6)

'GLOBO' TRANSMITE MUNDIAL NA INTERNET

A estação brasileira Globo vai transmitir os jogos do Mundial de Futebol online, no site Globo.com, com acesso total para os seus utilizadores, que pagam o serviço, e parcial para o resto das pessoas.

Além de transmitir os 64 jogos em directo, o portal também disponibiliza aos utilizadores vídeos de todos os golos, os melhores momentos do dia, resumos dos encontros e o arquivo dos jogos e golos do Mundial de 2002.

No site encontra-se ainda uma secção com a opinião de alguns colunistas, permitindo acompanhar o dia-a-dia da selecção brasileira e os treinos da equipa canarinha.

«Estamos a lançar uma nova maneira de ver o Mundial. Na Internet, os espectador poderá ver de novo uma jogada ou um momento específico do jogo quantas vezes quiser, além de participar em debates e ter acesso a um conteúdo completo de futebol e desporto», disse o director comercial da Globo.com, Frederico Monteiro.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 07:53 PM | Comentários (1)

NASCEU A I3 TELEVISÃO

O canal de televisão espanhola Antena 3 e a Indra criaram a I3 Televisão, uma nova empresa que centra a sua actividade na comercialização de aplicações informáticas e na prestação de serviços e desenvolvimento de projectos relacionados com a tecnologia e os sistemas de informação para o sector dos media.

Entre os serviços que a empresa oferece estão a comercialização de espaços publicitários, tal como a gestão de conteúdos e a produção audiovisual, emissão, continuidade e gestão de sites de programas.

A I3 Televisão tem ainda o direito de comercialização de soluções sectoriais que dão suporte às solicitações das áreas e processos do negócio audiovisual e contempla a incorporação de novas aplicações de outros fornecedores e clientes.

A empresa é formada por profissionais oriundos das áreas de sistemas de informação e tecnologia da Antena 3 e de outras companhias do sector.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 07:44 PM | Comentários (0)

'SPORT TV' ESCLARECE O QUE ENTENDE POR EXIBIÇÃO PÚBLICA

Devido à recente polémica com a exibição dos jogos do Mundial 2006, a Sport TV esclareceu esta terça-feira que a estação apenas proíbe a exibição pública dos jogos do Campeonato do Mundial e não a utilização normal feita pelos subscritores em espaços como cafés, bares ou restaurantes.

Por exibição pública, o canal do cabo entende a montagem, em locais públicos, dos designados ecrãs gigantes e outros dispositivos semelhantes para exibir as imagens dos jogos.

A Sport TV anunciou recentemente que já alertou várias entidades que estavam proibidas de transmitir publicamente as imagens do Campeonato o Mundo, o que causou uma onda de contestação.

Mesmo os jogos emitidos pela SIC não podem ser exibidos em via pública, uma vez que os direitos de transmissão televisiva foram comprados à Sport TV.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 07:34 PM | Comentários (0)

A LER (121)

Os Coitadinhos E Os Corruptos, por Miguel Moreira Rato, no Diário Económico.
Entrevista a José Adelino Maltez, publicada na edição de hoje de O Diabo, sobre a televisão dos nossos dias.
Correr Atrás Da Cauda, por João Gonçalves, no portugal dos Pequeninos.

Publicado por estaccs às 12:15 PM | Comentários (0)

'SEMANÁRIO ECONÓMICO' TEM NOVA DIRECÇÃO

Francisco Ferreira da Silva é o novo director do “Semanário Económico”, jornal detido pelo grupo Recoletos, proprietário também do Diário Económico, e Mafalda Anjos é a nova directora-adjunta.

Francisco Ferreira da Silva já exercia funções de sub-director na anterior direcção, liderada por João Vieira Pereira, que saiu para editar a secção de Economia do “Expresso”. Francisco Ferreira da Silva, 50 anos, entrou no “Semanário Económico” em Fevereiro de 2005, depois de ter exercido funções de sub-director do “Diário de Notícias”, tendo ainda anteriormente passado pelo “Expresso” como editor geral da área de Economia.

Mafalda Anjos, que já fazia também parte da anterior direcção como subdirectora, passa a directora-adjunta do semanário da Recoletos, e Gisa Martinho a chefe de redacção.

Para já, a nova direcção não vai mexer no jornal. Grafismo e conteúdos ficam como estão, segundo Francisco Ferreira da Silva. O novo director adianta que a actual equipa está empenhada em “preparar a comemoração dos 20 anos do jornal, que terá lugar no próximo mês de Janeiro”. Prevista está já a publicação de uma revista comemorativa e a realização de uma conferência cujo tema está ainda por definir.

Fonte: Diário Económico

Publicado por estaccs às 12:12 PM | Comentários (0)

CITAR AS AGÊNCIAS

"O Expresso noticiava que mais de 70% das notícias dos orgãos de comunicação social provinham das agora incontornáveis agências de comunicação.Estou certo que essa percentagem se concentra na capital.A leitura de vários jornais locais garante-me que a grande amiga dessas redacções é ainda a agência LUSA, mais barata e transparente, pois muitas vezes é citada como fonte.E se em Lisboa, e no Porto, se citassem também as tais agências de comunicação como fontes, não se daria um passo em frente na compreensão do fenómeno?
PS-Não consultei nenhuma para fazer esta sugestão..."

José Medeiros Ferreira, em Os Bichos Carpinteiros

Publicado por estaccs às 12:03 PM | Comentários (0)

RÁDIO FESTIVAL EM TRIBUNAL

Alegadas interferências do chefe de gabinete de Rui Rio na informação da Rádio Festival e desrespeito pela linha editorial da estação estão na base de um julgamento cujo início está marcado para hoje, no Porto, em que é réu o empresário Luís Montez.

José Neves, ex-proprietário e ainda director-geral da rádio, diz que o contrato da venda não está a ser cumprido. Não quer dinheiro, pretende apenas que a rádio volte à sua linha.

Segundo Neves, quando vendeu a Festival a Montez, genro de Cavaco Silva, em Dezembro de 2002, estipulou-se que a linha editorial e a programação se manteriam por quatro anos. Na acção Neves refere a interferência de Manuel Teixeira, chefe de gabinete de Rui Rio, com idas do autarca a programas à revelia do director-geral (que ficaria no cargo até querer sair, conforme o contrato). O despedimento de sete funcionários e a venda de duas viaturas também estaria vedada até 2006, mas mesmo assim foi concretizada por Montez.

Uma das alegadas interferências passou pela dispensa do jornalista Alfredo Barbosa, o qual, segundo Neves, partiu de Teixeira, que ajudara no processo da venda da rádio. Manuel Teixeira não quis comentar.

A contestação de Montez diz que Neves e o seu modelo estão ultrapassados. Provavelmente apresentará uma decisão da extinta Alta Autoridade para a Comunicação Social que não deu razão a uma queixa de Neves feita em termos parecidos ao desta acção.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 10:49 AM | Comentários (0)

O JORNALISMO SOB OS HOLOFOTES

"Manuel Maria Carrilho continua a ter o mérito de interpelar directamente a comunicação social.Ricardo Costa teve de arcar com todos os males do jornalismo. Todavia, conseguiu desmontar o lado quixotesco e cândido do deputado do PS. Curiosamente, Pacheco Pereira, que sempre ganhou a vida, entre outras actividades profissionais, a dizer mal dos jornalistas e do jornalismo, o que é um direito que lhe assiste, esteve claramente do lado errado da barricada. Aliás, o seu desconforto foi evidente. Emídio Rangel quis assumir o papel de juiz, mas o Prós e Contras da RTP às vezes é como um sabonete, escapa ao controlo de quem o quer agarrar. Até Manuel Maria Carrilho e Emídio Rangel, que não hesitaram em chamar canalha e matilha a jornalistas, podem ser úteis à democracia. Mas o balanço que mais importa é outro: o jornalismo foi discutido frente-a-frente. Os autores das notícias e os visados estiveram cara a cara, responsabilizando uns e outros, com os comentadores do costume e, felizmente, sem os habituais e despropositados comentários de Fátima Campos Ferreira. Ficam duas questões graves por responder:

1. Quem são os jornalistas alegadamente pagos pela PT, como insinuou o ex-director da SIC. O líder da PT, Henrique Granadeiro, e o seu director de comunicação, Abílio Martins, têm de dar imediatamente uma resposta.

2. Quem são as agências contratadas pelo governo para o dossier da OTA? José Sócrates deve uma palavra ao país para explicar quem são, quanto custam e como são pagas. Ou será que as duas questões estão cobertas pelo Segredo de Estado?"

Rui Costa Pinto, no Mais Actual

Publicado por estaccs às 10:22 AM | Comentários (0)

ACABARAM OS COMÍCIOS DO MUNDIAL

A Sport TV anunciou ontem, em comunicado enviado à nossa redacção, que a proibição de passagem de imagens “apenas abrange a designada exibição pública das mesmas, não se aplicando à utilização normal e adequada feita pelos respectivos subscritores, no espaço dos respectivos estabelecimentos (nomeadamente cafés, bares e restaurantes), junto dos seus clientes”.

Referindo que se trata de uma forma de “defender os direitos dos seus legítimos subscritores” e uma forma de combater a “utilização abusiva do respectivo sinal”, a Sport TV acrescenta que “o que não está autorizado é a montagem, em locais públicos, dos designados ecrãs gigantes e/ou outros dispositivos semelhantes destinados à exibição pública das referidas imagens”.

Esta informação do canal vem apanhar desprevenidas várias autarquias do País, que estavam em suspense com a indefinição da proibição da exibição pública dos jogos do Mundial de Futebol 2006, que arranca a 9 de Junho na Alemanha.

Depois da Sport TV ter anunciado que ao adquirir à FIFA os direitos de transmissão da competição não estar contemplado o ‘public viewing’ (visionamento público), muitas autarquias nacionais foram apanhadas de surpresa e vêem agora os seus planos irem por água abaixo.

Segundo o CM apurou, câmaras municipais de Norte a Sul do nosso país já tinham contactado patrocinadores e agendado espectáculos, programações especiais, e, inclusivamente, contratado artistas.

A localidade de Grândola tinha preparada a projecção do jogo inaugural da selecção portuguesa – dia 11 de Junho, com Angola – num ecrã gigante montado no Parque de Feiras e Exposições, seguido de um concerto com a famosa cantora brasileira Daniela Mercury.

Também Cascais, às portas de Lisboa, preparou animações diversas dirigidas às famílias, mas que agora terão que ser canceladas. E o mesmo cenário acontece um pouco por todo o País.

Entretanto, a Associação da Restauração e Similares de Portugal acusou ontem a Sport TV de abuso de poder, referindo que se trata de uma decisão “discricionária, abusiva e ilegal”.

AS CIDADES QUE SE PREPARAVAM PARA O MUNDIAL DE FUTEBOL

ALBUFEIRA

Instalação de um ecrã numa zona a definir (possivelmente Avenida da Liberdade).

BEJA

Ainda está a definir local.

CASCAIS

A Empresa Municipal Fortaleza de Cascais pretendia realizar na Cidadela a projecção em ecrã dos jogos e animações várias dirigidas às famílias, nomeadamente campeonatos de matraquilhos.

COIMBRA

Instalar um ecrã gigante, mas falta definir o local e não se sabe, ainda, quanto custará.

ÉVORA

Pretende colocar dois ecrãs no recinto da Feira de S. João (Rossio)

FARO

Colocar um ecrã no Jardim Manuel Bívar. Começa com a transmissão do Europeu Sub-21 e pretende transmitir os jogos do Mundial. Custo estimado é de 120 mil euros, suportados maioritariamente por patrocinadores.

GRÂNDOLA

Ecrã gigante no Parque de Feiras e Exposições. Após o primeiro jogo de Portugal (11 de Junho), Daniela Mercury subiria ao palco.

GUARDA

Colocação de um ecrã gigante na Praça Velha e ainda de um campo de relva sintética. A autarquia previa gastar neste projecto 17 500 euros.

LAGOA

Instalação de um ecrã gigante no espaço da Fatacil. Até agora não foram feitos gastos, pois a autarquia já possui todo o material a utilizar.

LEIRIA

Estão a estudar a possibilidade de instalar um ecrã gigante num espaço público.

LISBOA

O Parque Mayer foi o palco escolhido para a exibição dos jogos do Mundial, num evento inserido nas Festas da Cidade.

PORTO

A autarquia pretende instalar um ecrã gigante, mas ainda nada está definido.

SANTARÉM

Equacionam a instalação de um ecrã gigante na via pública. Local e valor do investimento não estão definidos.

VISEU

A autarquia tinha a intenção de colocar dois ecrãs gigantes em dois locais da cidade não especificados. Ainda não tinha feito o orçamento.

Fonte: Correio da Manhã

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maio 22, 2006

NÃO AOS LIVROS, SIM À TELEVISÃO!

Por Cristina Santos

Ouve-se falar, diariamente, nas “imensas” qualidades dos portugueses, nomeadamente, nos seus “bons” hábitos de vida. Começando pela formação das pessoas, no que diz respeito aos hábitos de leitura, Portugal ainda mantém uma taxa de analfabetismo demasiada elevada, comparada com a de outros países.

Nós, Portugueses, contrariando os nossos vizinhos franceses, amantes da leitura, preferimos assistir às novelas que passam “antes e depois” do telejornal! Pois, seria de esperar que num país em que quase tudo é motivo para “rir” ou “chorar”, a melhor solução é mesmo fingir que está tudo bem e, precisamente, “não fazer nada”!

O “Laissez-faire” mantém-se de facto um bom método português. E para isso, cá estão as novelas! Para nos distrairmos do que realmente interessa.

Mas, voltemos à questão principal, aos livros, que um dos povos mais analfabetos da União Europeia faz questão de deixar na prateleira. Estes não são, de facto, o melhor amigo do português! A televisão é, sim, a sua predilecta!

É deveras complicado, levar a que as pessoas ganhem o interesse pela leitura, de um momento para outro. Mas, já que esse existe perante a televisão, poderia, pelo menos, ser mais aproveitado.

Refiro, novamente, o exemplo dos franceses, em que os telejornais duram pouco mais do que meia-hora e somente apresentam as notícias nacionais e internacionais mais relevantes. As reportagens e o desenvolvimento de temáticas consideradas intemporais são, simplesmente, guardadas para outro tipo de programas semanais que não o telejornal.

Dessa forma, o público pode escolher o que deseja ver e não desistir da informação pela qual, por vezes, teria de esperar uma hora e meia, o que o faz mudar de canal.


Publicado por estaccs às 09:32 PM | Comentários (0)

AUGUSTO M.SEABRA CONDENADO A INDEMINIZAR RUI RIO

O cronista do diário “Público” Augusto M. Seabra foi condenado, a 19 de Maio, pelo Tribunal Criminal do Porto, a indemnizar o presidente da Câmara local, Rui Rio, em 4000 euros, devido a um artigo de Junho de 2003.

Augusto M. Seabra foi ainda multado em 2140 euros por, na referida crónica – sobre o pedido de Rui Rio para que o pianista Pedro Burmester fosse afastado da Casa da Música –, ter apelidado o autarca de “energúmeno”, o que levou o edil a processar o cronista.

No dia 19, o juiz Carlos Coutinho considerou ter ficado provada a culpa do arguido, acusado do crime de difamação agravada pela publicidade, e deliberou o pagamento de 2140 euros de multa e de uma indemnização de 4000 euros a Rui Rio, ainda assim distantes dos 10 000 pedidos pelo autarca.

O Tribunal considerou que Augusto M. Seabra excedeu o direito à liberdade de expressão pois “energúmeno” é sinónimo de pessoa “desprezível” e “sem princípios”, o que ofende a honra de Rui Rio. Reconhecendo que o autarca está sujeito a críticas por ser uma figura pública, o Tribunal considerou no entanto que tem de haver limites para estas.

Reagindo ao veredicto, o cronista do “Público” afirmou que podem ser atribuídos vários sentidos à palavra “energúmeno”, e não necessariamente os indicados pelo Tribunal, e assegurou que vai recorrer da sentença. Augusto Seabra considera “grave” o veredicto por abrir um precedente em relação ao trabalho de crítica jornalística, que assina há três décadas.

Fonte:Sindicato dos jornalistas (Cristina Santos)

Publicado por estaccs às 05:52 PM | Comentários (0)

"UMA PSEUDO-NOTÍCIA PARA CHAMAR A ATENÇÃO"

O grupo ambientalista GAIA divulgou hoje uma informação fictícia sobre o «lançamento de novas espécies transgénicas» no Parque Nacional da Peneda-Gerês para promover uma acção de protesto contra este tipo de culturas nas áreas protegidas.

O texto que o GAIA enviou para as redacções refere que «o recém-criado Centro Ibérico de Biotecnologia - Novas e Originais Espécies (CIB-NOE)», pretende lançar novas espécies transgénicas no Parque Natural da Peneda-Gerês como projecto piloto para o aumento da biodiversidade em Portugal, uma iniciativa «que recebe apoio do Secretário de Estado do Ambiente», Humberto Rosa.

Confrontado pela agência com estas informações, que o ministério disse desconhecer, um responsável do GAIA admitiu que se trata de «uma pseudo-notícia com o objectivo de chamar a atenção» para uma encenação do próprio grupo que vai ter hoje lugar em frente ao Ministério. No comunicado do GAIA podem ler-se declarações fictícias do «presidente» do CIB-NOE a explicar como a biodiversidade pode aumentar por si mesma após a introdução de novas espécies.

«Na semana passada foi revelado um estudo que demonstra como a coexistência é possível entre diferentes tipos de cultura, com contaminações das culturas na ordem dos 0,85 por cento. Com este nível de contaminação e como resultado das polinizações cruzadas, poderemos ver surgir novas espécies sem sequer intervirmos sobre o ambiente», diz Pedro Janeiro (nome inventado).

O grupo ambientalista também põe na boca de «Pedro Janeiro» que a agricultura biológica e agricultura tradicional «são formas de cultivo que não interessam aos agentes económicos e estão condenadas à extinção».

O GAIA alude ao estudo apresentado na passada quarta-feira pelo Centro de Informação de Biotecnologia (CIB) que, segundo Pedro Fevereiro, director desta entidade, confirma a possibilidade de coexistência entre milho transgénico e convencional. O mesmo responsável do GAIA, Gualter Baptista, declarou à Lusa que o «comunicado fictício» é «um desafio político» ao Ministério do Ambiente para que declare as áreas protegidas como zonas livres de transgénicos.

Gualter Baptista explicou que a ideia da «pseudo-notícia» surgiu depois de na semana passada quatro concelhos se terem declarado novas zonas livres de transgénicos (Terras de Bouro, Amares, Póvoa de Lanhoso e Vila Verde).

Fonte: Portugal Diário (Cristina Santos)

Publicado por estaccs às 05:30 PM | Comentários (0)

A LER (120)

Credibilidade do Jornalismo, por José Carlos Abrantes, no Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 03:14 PM | Comentários (0)

BARES E RESTAURANTES PODEM MOSTRAR JOGOS

"Os bares e restaurantes são clientes da Sport TV, como tal, podem exibir os jogos" do Campeonato Mundial de Futebol, garantiu ao DN Nuno Ferreira, director do canal do cabo. "Era como se a Sport TV cortasse o sinal em casa de um cliente que tivesse um grupo de amigos a assistir ao jogo", explicou.

A polémica estalou aquando da proibição de exibição em espaços e eventos públicos criados para o efeito, uma vez que a empresa que negociou pela FIFA os direitos de transmissão televisiva, a Infront Sport & Media, não colocou à venda public viewing (visionamento público).

Segundo o responsável pela estação desportiva, esta foi uma estratégia "para evitar abusos do passado". O Mundial tem os seus patrocinadores oficiais. No entanto, outras marcas associam-se frequentemente de forma indevida e criam acontecimentos paralelos retirando deles os mesmos ou maiores benefícios. Assim sendo, a Infront colocou no seu site a possibilidade de as mais diversas instituições (marcas ou associações) poderem formular um pedido de autorização para visualização pública. Depois de analisados os dados, seria dada a permissão ou indicado o valor a pagar pelos direitos dessa exibição.

O DN soube que o ICEP, o instituto que gere a marca de Portugal, já garantiu junto destas entidades a autorização para exibir os jogos da selecção na Alemanha, para as comunidades emigrantes.

No decorrer do Euro 2004 houve a possibilidade de assistir aos jogos em espaços públicos porque a própria organização do evento se responsabilizou.

Se alguma entidade promover uma emissão pública, a Sport TV escusa-se a qualquer responsabilidade, afirmando que esse será "um acto ilícito", e reitera a sua confiança no "bom senso".

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 03:00 PM | Comentários (1)

PRESIDENTE DA ERC FALOU (1)

O presidente do Conselho Regulador da Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC) considera as críticas ao organismo – acusado de não ter poder de iniciativa – justas, mas descontextualizadas. Azeredo Lopes sublinha, porém, que a ERC está a terminar um ciclo de estruturação.

Várias vozes se têm erguido contra a inoperância da ERC. Em diversos artigos de opinião, publicados na Imprensa e nos blogues, é questionado o silêncio do organismo e a incapacidade para agir por iniciativa própria. O crítico de TV Eduardo Cintra Torres, na sua coluna semanal no ‘Público’, acusava, ontem, a entidade de não ter tratado “um único tema preocupante ou cadente da situação dos media”.

Azeredo Lopes defende que o organismo regulador passou de “uma fase de absoluta contestação e referências à inutilidade da ERC para, agora, tudo se exigir. Dizerem que estamos confinados a um atitude reactiva é uma crítica justa. Mas seria bom que os comentários fossem contextualizados”, diz o professor universitário, sublinhando que a atitude reactiva resulta de “uma questão de tempos e possibilidades. A ERC era uma espécie de realidade virtual por efectivar e os primeiros meses foram gastos com a criação de uma estrutura, até aí, inexistente”.

Publicado por estaccs às 10:00 AM | Comentários (1)

PRESIDENTE DA ERC FALOU (2)

Azeredo Lopes defende que o organismo regulador passou de “uma fase de absoluta contestação e referências à inutilidade da ERC para, agora, tudo se exigir. Dizerem que estamos confinados a um atitude reactiva é uma crítica justa. Mas seria bom que os comentários fossem contextualizados”, diz o professor universitário, sublinhando que a atitude reactiva resulta de “uma questão de tempos e possibilidades. A ERC era uma espécie de realidade virtual por efectivar e os primeiros meses foram gastos com a criação de uma estrutura, até aí, inexistente”.

A ERC iniciou funções com os meios técnicos e humanos que transitaram da Alta Autoridade para a Comunicação Social. No entanto, explica Azeredo Lopes, “os quadros de competência da ERC são mais amplos e ambiciosos, o que exige um passo suplementar nesses domínios”.

Publicado por estaccs às 09:59 AM | Comentários (0)

PRESIDENTE DA ERC FALOU (3)

Os mecanismos de monitorização e análise são um exemplo apontado. “A fiscalização da ERC tem de ir além do óbvio, estudar a padronização e utilizar a análise estatística, de forma a obter dados objectivos”, refere. Para tal, Azeredo Lopes diz ser necessária tecnologia apropriada e funcionários com formação específica.

“Os concursos estão praticamente finalizados e a ERC prepara-se para iniciar uma nova fase da sua existência”, adianta Azeredo Lopes, que justifica o silêncio do organismo: “Não fazia sentido adiantar-nos em considerações num período em que a ERC ainda se estava a estruturar. Quando estivermos dotados de todos os meios, estaremos capacitados a responder perante os nossos silêncios”.

O presidente da ERC encontra um lado positivo nas exigências que têm surgido, considerando que “a entrada em funções da nova entidade provocou uma discussão profunda em torno das questões da regulação”.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 09:58 AM | Comentários (0)

ARTUR PORTELA CONTRA DESCULPAS

Artur Portela, antigo membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social (AACS), que, em 2005, se demitiu por discordar do rumo e acção do organismo, acusa a ERC de adoptar um “discurso em tudo idêntico ao da AACS.” Embora considere a argumentação “lógica”, o escritor e jornalista encontra “algumas contradições no raciocínio”.

Artur Portela questiona o motivo que levou os actuais reguladores a “aceitar uma estrutura que já verificavam estar aquém das necessidades do organismo que iam integrar” e relembra que, “apesar de tudo, a AACS, com estes mesmos meios, tinha um papel mais activo e apresentava maior capacidade de resposta. Parece-me existir alguma desculpabilização”, acrescenta.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 09:53 AM | Comentários (0)

maio 21, 2006

A LER (120)

Pirataria Audiovisual ou Choque Tecnológico, por Pedro Madeira Froufe, no Blasfémias.

Publicado por estaccs às 06:35 PM | Comentários (0)

O REGRESSO DOS AUTOS DE FÉ

Dois vereadores italianos convocaram no sábado em Ceccano, próximo de Roma, uma manifestação para queimar o livro «Código da Vinci» mas, além de reunirem poucos manifestantes, foram atacados com tomates.

Na Bielorrússia, foi hoje anunciada a suspensão da projecção do filme, baseado no livro de Dan Brown, devido à «reacção negativa dos fiéis», segundo a agência Interfax.

Os dois vereadores italianos convocaram a manifestação durante a semana, num manifesto em que se apelava aos cristãos para que reajam «com força e convicção a este horrível ataque contra a santa pessoa de Jesus Cristo».

Contudo, os assessores da Democracia Cristã e da Aliança Nacional (direita conservadora) foram mais apupados do que apoiados por uma centena de pessoas que protestou contra a destruição de uma obra literária.

E, enquanto na praça central da localidade as chamas devoravam o livro, alguns tomates foram lançados contra os dois responsáveis políticos.

O livro e o filme, que começou a ser exibido sexta-feira em Itália, desenvolvem a tese de que Jesus e Maria Madalena teriam tido uma descendência que chega aos dias de hoje - ideia que a Igreja católica contesta.

Contudo, em Itália as reacções negativas foram moderadas e, no máximo, os sacerdotes apelaram ao seu boicote.

Embora algumas pessoas se tenham manifestado em frente a uma das salas onde o filme estreou, foi batido, nesse mesmo dia, o recorde italiano de receitas realizadas no primeiro dia de projecção, cerca de dois milhões de euros, referiu a agência noticiosa Ansa.O filme está ser projectado em 910 salas de todo o país.

Na Bielorrússia, foi interrompida a venda de bilhetes, depois da empresa estatal da distribuição de filmes ter decidido suspender, na próxima semana, a exibição da película, considerando a «reacção negativa» dos fiéis ortodoxos e c atólicos.

Na semana passada, as autoridades aprovaram o filme apenas para maior de 18 anos, por recomendação de uma comissão de peritos, integrada por críticos e cinema e representantes do clero ortodoxo e católico.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 06:27 PM | Comentários (0)

INFORMAÇÃO CONTROLADA

Sete em cada dez das notícias publicadas nos diários portugueses têm origem agências de informação e assessorias de imprensa, avança o Expresso este sábado. Um estudo a que o semanário teve acesso confirma a tendência dos órgãos de comunicação se tornarem «receptores passivos» de informação. Segundo o estudo da Emirec, uma das mais antigas agências a operar em Portugal, «cerca de 70% das notícias publicadas nos jornais portugueses têm como origem as agências de informação ou os gabinetes de Imprensa».

O fenómeno começou a manifestar-se em 1997, ano em que um estudo referente aos três jornais diários de grande expansão – Diário de Nptícias, Jornal de Notícias e Público – concluía que de 28 notícias de primeira página apenas três não tinham como origem as chamadas «fontes organizadas de informação». Segundo o mesmo estudo, DN e Público apresentavam a mesma manchete e apenas quatro notícias feitas a partir de informação das agências foram tratadas jornalisticamente.

Outro estudo, da tese de mestrado de Vasco Ribeiro, da universidade do Porto, que analisou os anos de 2000 a 2005, e notícias no DN, JN, Correio da Manhã e Público. Em 73,5% das notícias analisadas a origem da informação eram assessorias de Imprensa do Governo, das autarquias e agências de informação.

O valor adquire valor mais significativo quando se tem em conta que em países como a Espanha ou os EUA, a «influência» das fontes organizadas de informação é sensivelmente menor. O El Pais usa fontes oficiais em apenas 46% das notícias, e apenas 15% têm origem em agências. No New York Times e no Washington Post, a percentagem não passa os 58%.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 06:25 PM | Comentários (0)

RESULTADOS DO COMBATE À PIRATARIA

Pirataria levou ao encerramento de 170 clubes de vídeo em 2005.

A pirataria provocou um prejuízo de mais de 15 milhões de euros ao Estado português e levou ao encerramento de 170 clubes de vídeos no ano passado, avançou o Jornal de Notícias.

Pedro Oliveira destacou a crise do sector e referiu que em 2005 teve que acrescentar dinheiro do próprio bolso à facturação da loja que detém, a «Discovídeo». A pirataria de filmes «é uma praga, sem que haja um combate eficaz», realçou.

A Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC) revelou que nos três primeiros meses deste ano, em 147 acções foram apreendidas 48.448 cópias piratas, mais 11% que em igual período do ano anterior, o que leva a instituição a reconhecer que a situação «é bastante grave no respeitante à pirataria audiovisual, nomeadamente na distribuição física de cópias em feiras e mercados».

Jorge Pinto, director da Associação de Comércio Audiovisual de Portugal (ACAPOR) afirmou que «não foi por ter havido um aumento das apreensões que os clubes ficaram em melhores condições. Os piratas com o material apreendido numa semana estão de regresso ao mesmo local na semana seguinte». Jorge Pinto criticou ainda a «ineficácia das autoridades» e a «falta de assistência do estado».

Também a Federação dos Editores de Videogramas (FEVIP) estão preocupados com o evoluir da situação. «A pirataria de filmes, além de afectar gravemente o mercado de vídeo em geral, está a afectar consideravelmente o cinema», admitiu o director Paulo Santos.

Segundo Paulo Santos, o estado perde um valor superior a 15 milhões de euros em receitas fiscais e parafiscais.

O director da ACAPOR exige mediadas urgentes para combater a pirataria e os downloads ilegais e alerta para o facto de em Portugal não se fazer «quase nada de significativo nesse combate».

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 06:24 PM | Comentários (0)

QUEIXA CONTRA ANÚNCIO

A Comissão para a Igualdade e para os direitos das Mulheres (CIDM) vai apresentar queixa ao Instituto do Consumidor contra o anúncio que passa na televisão para promover um automóvel da Opel, avançou o Público.

«Depois de três dias de casamento, acho que a sua filha não é mulher para mim…», é um das frases do slogan. A presidente da CIDM, Elza Pais, considera que «o anúncio faz discriminação em função do sexo, é um atentado à dignidade da mulher, ofende. Trata a mulher como um objecto que ora é propriedade do pai, ora é propriedade do marido».

Elza Pais alega também que «a mulher é vista como um objecto à experiência que se pode devolver se não servir».

No filme que está na origem da queixa vê-se um homem com uma mulher ao colo, que toca à campainha de uma casa e à porta surge um homem mais velho: «Depois de três dias de casamento, acho que a sua filha não é mulher para mim…Por isso». E o marido entrega a mulher ao sogro. De seguida ouve-se: «Era bom se pudesse sempre experimentar primeiro…».

A presidente da CIDM lamenta ainda que «não exista em Portugal uma autoridade que fiscalize a publicidade».

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 06:23 PM | Comentários (0)

100 ANOS DE CASA DA IMPRENSA

A obra "Casa da Imprensa, 100 anos de história, 1905-2005", que acaba de chegar às livrarias, conta muita da história do jornalismo em Portugal ao mesmo tempo que deixa um testemunho sobre a instituição de solidariedade.

Escrita pelos jornalistas Afonso Serra e Mário Branco, "Casa da Imprensa, 100 anos de história, 1905-2005" é apresentada no dia 01 de Junho, na sede da associação mutualista, em Lisboa, pelo padre Vítor Melícias.

"O discurso do Centenário da Casa da Imprensa é, antes de mais, o da luta da memória colectiva contra o esquecimento, a indiferença e a ignorância", escreve Mário Branco no prefácio.

Já Afonso Serra, que actualmente, aos 92 anos, é o sócio n.º1 da Casa da Imprensa, refere que "a acção de várias gerações de jornalistas de Lisboa é actualmente um monumento. Levantaram uma obra eminentemente social com toda a audácia e sobre ela já passaram o gelo e os Invernos de cem anos e o calor de cem estios".

O livro traça uma breve história do mutualismo, que tem a sua origem na Inglaterra do século XVIII, quando os trabalhadores começaram a quotizar-se para fazer face a riscos sociais.

A Casa da Imprensa nasceu a 24 de Abril de 1905 com um alvará do rei D.Carlos que legalizava a Associação de Classe dos Trabalhadores da Imprensa de Lisboa.

Vinte anos depois, em 1925, passou a designar-se como Caixa de Previdência do Sindicato dos Trabalhadores da Imprensa de Lisboa, Associação de Socorros Mútuos (ASM).

Em 1935, o nome altera-se novamente, desta vez para Caixa de Previdência dos Trabalhadores da Imprensa de Lisboa, ASM.

Como entretanto foi criada a Caixa de Previdência e Abono de Família dos Jornalistas, a associação mutualista passou a ser designada simplesmente como Casa da Imprensa.

Em 1995 a Casa da Imprensa chegou ao Porto, onde abriu instalações, e, neste momento, já tem associados na Região Centro e no Algarve, tendo estabelecido acordos para assegurar assistência médico- medicamentosa.

Actualmente, a Casa da Imprensa tem cerca de 1800 associados e organiza iniciativas como os Prémios da Imprensa, a Grande Noite do Fado (em Lisboa e no Porto), o Prémio Norberto Lopes (reportagem) e o Prémio Stuart (desenho de imprensa).

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 05:00 PM | Comentários (0)

UM VERDADEIRO PRÓS & CONTRAS

O próximo ‘Prós e Contras’, a emitir amanhã à noite, na RTP 1, irá debater os contornos do jornalismo. Os convidados garantem, à partida, uma discussão acesa: Manuel Maria Carrilho, Ricardo Costa, José Pacheco Pereira e Emídio Rangel. Depois do polémico livro de Manuel Maria Carrilho, as relações entre jornalistas e políticos voltam a estar na ordem do dia.

Publicado por estaccs às 04:54 PM | Comentários (0)

OS TELEJORNAIS

Mais de três milhões de pessoas consomem diariamente os telejornais da TVI, RTP1 e SIC, sendo para muitos desses espectadores a única fonte de informação a que acedem, se se atender aos baixos índices de leitura de jornais que Portugal regista. Ou seja, é com base nesses espaços noticiosos que milhões de portugueses formam uma ideia do país em que vivem e do mundo que os rodeia. Mas, afinal, que qualidade informativa têm tais blocos noticiosos? O que andam os portugueses a ver nos noticários?

A resposta parece ser pouco abonatória, segundo o livro "Prime Time - do que nos falam as notícias dos telejornais", de Nuno Goulart Brandão, da Casa de Letras, lançado esta semana. Para o autor, os telejornais das estações de sinal aberto são na sua maioria "espectaculares, emotivos e dramáticos", havendo um claro predomínio das notícias ditas "negativas" e um excessivo protagonismo para o chamado "cidadão comum", em detrimento das instituições.

Para complementar este quadro, acrescente-se que Goulart Brandão detecta uma tendencia para um certo umbiguismo já que a grande maioria das notícias referem-se a Portugal, sendo dada pouca atenção às notícias de Internacional e menos ainda, por exemplo, a assuntos da esfera da União Europeia. Isto sem falar de temas como ambiente e cultura.

Nuno Goulart Brandão conclui mesmo que "há uma lógica comercial associada aos telejornais", quer pela sua duração excessiva (média de 70 minutos contra os 30 a 45 minutos que se registam na União Europeia), quer pela hierarquização e tipo de notícias exibidas.

O autor do livro - que toma como base reflexiva uma investigação da sua autoria onde analisou 180 telejornais das três estações, exibidos em 2003, o que se traduz em 6315 notícias em análise, num total de 218 horas de notícias televisivas, noticiado pelo JN em Setembro - lembra ainda a tese, citando outros investigadores, de que o "'valor-notícia' crescentemente cede lugar ao 'valor-entretenimento'".

Francisco Pinto Balsemão, proprietário da estação SIC e autor do prefácio de "Prime-Time", elogiou os benefícios deste estudo realizado por Goulart Brandão, como sendo "um facto relevante num país onde quase toda a gente fala e escreve sobre televisão sem ter uma base objectiva de apoio, o que origina disparates colossais e distorções confrangedoras". Para o mais antigo patrão de media português, a pouca atenção dada às notícias vindas do estrangeiro lembram o tão criticado "orgulhosamente sós" atribuído ao ditador Salazar, mas que pelos vistos permanece. E, após várias interrogações que o livro lhe provocou, Balsemão lançou o desafio de se continuar com este tipo de investigação.

Ao que o JN apurou, está já em curso a análise, com a mesma metodologia científica, dos telejornais anteriores e posteriores ao do ano estudado, 2003. Essa análise está a ser realizada pelo CIMDE (Centro de Investigação Media e Democracia), do qual faz parte Goulart Brandão.

Do estudo sobre 2003 verificou-se que as notícias de "Política nacional" e "Desporto" dominam a agenda dos telejornais. Ocupam cerca de 25% dos temas dados pelos "pivôs". E, já agora, refira-se que mais de 50% das 6315 notícias analisadas se passam em Lisboa. O estudo divide também as notícias em "positivas", "neutras" e "negativas", sendo a TVI a que mais notícias "negativas" transmite, ao contrário da RTP1, que está no pólo oposto. No meio fica a SIC.

Fonte: Jornal de Notícias

Publicado por estaccs às 04:44 PM | Comentários (0)

SINDICATO DOSJORNALISTAS DIZ QUE O CASO "NÃO ESTÁ ENCERRADO"

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) considerou hoje que o caso do “envelope 9” ainda “não está encerrado” e que as declarações do Procurador-Geral da República publicadas no jornal “Expresso” “nada trazem de novo ao que é conhecido”.

“As respostas escritas pelo Procurador-Geral da República a cinco questões colocadas pelo semanário ‘Expresso’ nada trazem de novo em relação a tudo quanto se tem dito sobre o assunto que motiva o questionário", refere o SJ em comunicado.

O Sindicato diz ainda que as matérias abordadas por Souto Moura fazem parte de “um processo que ainda está a correr termos, pelo que, em definitivo, nada está decidido”. O SJ salienta que acompanha com “apreensão os eventuais” efeitos das declarações, esperando que não tenham como resultado formar na opinião pública “a ideia de um qualquer eventual propósito de pressionar os juízes ou de intimidar os jornalistas”.

“Os termos em que são tratadas as responsabilidades da Portugal Telecom, da investigação e dos jornalistas alimenta o receio de que estes sejam transformados em bodes expiatórios” do caso “envelope 9”, adianta o comunicado.

Fonte: Público (Cristina Santos)

Publicado por estaccs às 09:24 AM | Comentários (1)

PROIBIDA EXIBIÇÃO PÚBLICA DO MUNDIAL

A onda de euforia que durante o Euro’2004 se viveu, por exemplo, no Parque das Nações, em Lisboa, não se repetirá durante o Campeonato do Mundo de futebol. A razão é simples: dos direitos de transmissão adquiridos pela Sport TV à FIFA não consta o chamado ‘public viewing’ (visionamento público).

“Os direitos de transmissão que a Sport TV adquiriu não incluem o chamado ‘public viewing’ e, a FIFA, através da empresa Infront Sport & Media, avisou-nos que não autoriza a transmissão do evento em praça pública”, explicou, ao CM, Nuno Ferreira, director do canal do cabo.

O responsável do canal temático esclarece que o citado impedimento não atinge o sector da restauração. “Contrariamente ao que se anda a dizer, a Sport TV não indicou a ninguém a proibição de transmissão do Mundial em cafés ou restaurantes.” A Associação do respectivo sector, acrescente-se, chegou a admitir que a proibição afectaria os seus filiados e, por isso, até enviou uma carta ao Presidente da República, expressando indignação.

Nuno Ferreira refere que a Sport TV, após várias “solicitações de empresas e autarquias, que pretendiam disponibilizar a emissão publicamente”, se limitou a alertar tais “entidades para o facto de isso não ser permitido. Confiamos no bom senso.”

Durante o Euro’2004 foi possível ver os jogos em locais públicos, como, por exemplo, o Parque das Nações. Mas, então, era a própria organização do evento quem promovia as iniciativas nos espaços públicos.

ECRÃS NEGOCIADOS À PARTE

A negociação dos direitos de transmissão do Mundial não inclui a autorização para emitir publicamente os jogos do torneio. Tal facto prende-se com questões publicitárias, já que o Mundial tem parceiros oficiais e as visualizações públicas apresentam patrocinadores próprios. Ainda assim, até 12 de Maio, era possível formular um pedido nesse sentido. Para tal, bastava que o(s) interessado(s) manifestasse(m) essa intenção através do ‘site’ da Infront Sports & Media, fornecendo as informações exigidas pela empresa: tipo de evento, nomes dos parceiros comerciais, tamanho e características do ecrã.

Após análise desses dados, e no caso da empresa associada à FIFA deferir o pedido, seria indicado o valor a pagar pelos direitos de transmissão.

Fonte:Correio da Manhã (Cristina Santos)

Publicado por estaccs às 09:19 AM | Comentários (0)

EU, GANANCIOSO, ME CONFESSO

João Lopes

Sou um dos 12 mil portugueses com dinheiro investido na Afinsa. Quer isto dizer que faço parte de um conjunto de cidadãos que, segundo vozes do jornalismo com acesso às televisões, se distingue pela sua estúpida "ganância", reminescente dos piores cenários do caso "Dona Branca".

Parece-me complicado confundir o secretismo de "Dona Branca" com o lugar institucional da Afinsa (mesmo que todas as suspeitas de corrupção se confirmem). E não tenho dúvidas que não há qualquer semelhança entre a rede social de contactos associada a uma coisa e outra. Mas há mais: há, sobretudo, uma questão de identidade pública que importa discutir.

Não tenho por hábito confundir a subjectividade do que escrevo com os gestos sociais que, na minha vida, exerço com total boa-fé na sua legitimidade e legalidade. Desta vez, porém, permito-me abrir uma excepção: não posso aceitar que cidadãos que desfrutam do mesmo poder (jornalístico) a que eu tenho acesso exerçam esse poder para achincalhar os seus semelhantes. Até porque é possível falar do tema (Marcelo Rebelo de Sousa provou-o, na RTP) sem banalizar as suas componentes financeiras e humanas.

Não quero favorecer um racismo profissional semelhante ao que muitas vezes vi abater-se sobre os jornalistas da área cultural (a que, mal ou bem, pertenço). Não vejo os jornalistas de economia como um rebanho de sinistros burocratas e sei que comportamentos deste género são minoritários. Seja como for, de repente, alguns especialistas do cash flow e outros mistérios parecem possuir, afinal, a ideologia recalcada dos mais jurássicos comunistas: para eles, a dinâmica financeira contemporânea é, em última instância, obra diabólica da ganância. Sendo eu um dos que podem vir a perder um modesto investimento (quatro mil euros, se é importante esclarecê-lo), aguardo, com curiosidade, o modo como vão passar a ser tratados os empresários que investem milhões e milhares de milhões.

Já várias vozes perguntaram, justamente, onde estão os doutos jornalistas que, durante anos, aconselhavam os seus leitores a fazer este tipo de investimentos. Mas creio que a pergunta é francamente insuficiente. Importa perguntar também o que eles pensam do endeusamento do dinheiro que, com metódica frequência, alguns programas de televisão vão favorecendo.

Exemplos? Observem-se os valores ideológicos que se exprimem em algumas visões que começam a antecipar o Mundial de Futebol. Valerá a pena questionar, em particular, o modo como jogadores de futebol da selecção portuguesa são retratados a partir de alguns heróicos índices "nacionais". A saber: casas de luxo e automóveis de grande cilindrada.

Claro que tais jogadores têm todo o direito a investir como melhor entenderem o que ganham na sua profissão. É um problema deles. Resta saber como é que, social e televisivamente, tal profissão é encenada. Ou será que, um dia destes, vai ser preciso ser jogador de futebol para continuar a ter alguma respeitabilidade social?

Fonte: Diário de Notícias (Cristina Santos)

Publicado por estaccs às 09:04 AM | Comentários (0)

maio 20, 2006

UNESCO E INSTITUTO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL LANÇAM PRÉMIO DE JORNALISMO

A Comissão Nacional da UNESCO e o Instituto da Comunicação Social (ICS) vão instituir o Prémio de Jornalismo «Direitos Humanos, Tolerância e Luta contra a Discriminação na Comunicação Social», em reconhecimento pelo trabalho desenvolvido pelos profissionais da área.

O galardão, no valor de quatro mil euros, será atribuído ao melhor trabalho realizado em 2005 por profissionais da comunicação social, publicado ou difundido nos «media» portugueses, cujo tema se relacione com a promoção dos direitos humanos, da tolerância e da luta contra a discriminação.

«A intolerância e a discriminação têm origem na falta de informação, na ignorância e no medo, cabendo aos órgãos de comunicação social um papel central na promoção dos direitos humanos, apoiando-se em informações objectivas, livres de preconceitos», lembram os promotores do prémio em comunicado.

O prazo para apresentação de candidaturas ao prémio decorre até ao próximo dia 30 de Julho. Os trabalhos serão apreciados por um júri constituído por Guilherme d´Oliveira Martins e pelos jornalistas Ana Sousa Dias e José Solano de Almeida.

As obras candidatas deverão ser entregues nas instalações da Comissão Nacional da UNESCO (CNU), na Rua Latino Coelho, n/o 1, Edifício Avis, Bloco A1, 10/o andar, 1050-132 Lisboa.

O Prémio de Jornalismo «Direitos Humanos, Tolerância e Luta contra a Discriminação na Comunicação Social» será entregue a 16 de Novembro, Dia da UNESCO e também Dia Internacional da Tolerância.

Fonte:Jornal Digital (Cristina Santos)

Publicado por estaccs às 09:19 AM | Comentários (0)

SPORT TV 3 RECEBEU LUZ VERDE DO REGULADOR DOS MEDIA

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) aprovou o canal Sport TV 3. De acordo com a deliberação do regulador, o canal temático, de cobertura nacional vai emitir em cabo e satélite, com acesso condicionado.

O futuro canal, que deverá substituir a Sport TV 2 (actualmente disponível no pacote Funtastic Life, da TV Cabo), terá uma programação dedicada ao desporto, privilegiando as competições de futebol internacional em campeonatos em que estejam presentes portugueses.

A Sport TV 2 dedica-se a "todas [as modalidades] que não ocupam as primeiras páginas dos jornais ou o prime time das televisões", na descrição de Bessa Tavares em entrevista ao DN em Novembro passado.

Contactado ontem, o administrador da Sport TV escusou-se a tecer qualquer comentário sobre o novo canal da família Sport TV, mas na citada entrevista avançara: "No início do próximo ano, somos capazes de lançar um terceiro canal e, eventualmente, um quarto canal Sport TV ."

Segundo deliberação da ERC, a programação da Sport TV 3 "obedece a um horário com início às 18.00 de segunda a sexta-feira e às 13.00 ao fim-de-semana, fechando sempre às 24.00".

Com sete anos de actividade e meio milhão de subscritores, a Sport TV [grupo Controlinveste, a que pertence o DN] detém os direitos do Mundial de Futebol 2006. O canal pago do cabo negociou depois com a SIC, que vai assegurar a transmissão descodificada da abertura, final e jogos da selecção nacional.
Fonte Diário de Notícias (Cristina Santos)

Publicado por estaccs às 08:58 AM | Comentários (0)

maio 19, 2006

A LER (119)

Os Novos Tigres Do Jornalismo, pelo Jerico, em O Jumento

Publicado por estaccs às 04:02 PM | Comentários (0)

JÁ!

"O debate sobre as relações entre os proprietários de órgãos de comunicação social, agências de comunicação e publicadade e jornalistas vai fazer correr muita tinta ao estilo Prós e Contras (Meu Deus!). Até vai permitir descobrir quem se está a posicionar para uma candidatura à Ordem (é preciso ter descaramento!).

Há uma forma de elevar o debate, que considero urgente e útil independentemente do que pensa ou sabe Manual Maria Carrilho. Os jornalistas deviam avançar imediatamente com uma proposta de apresentação voluntária de uma declaração de interesses e rendimentos à Entidade Reguladora da Comunicação. Podia não ser totalmente eficaz, como não é para os políticos por exemplo, mas seria um passo decisivo no sentido da transparência e de mais e melhor jornalismo."

Rui Costa Pinto, no Mais Actual

Publicado por estaccs às 10:17 AM | Comentários (0)

FOGOS: AUTO-REGULAÇÃO SEM CONSENSO

A RTP vai promover, no início de Junho, a auto--regulação das televisões na cobertura noticiosa dos incêndios, mas SIC e TVI não deverão subscrever a intenção do operador público. Para Alcides Vieira, responsável pela Informação da SIC, "os incêndios não se combatem escondendo-os". Já o director adjunto de Informação da TVI, Mário Moura, questiona "querem uma televisão cor-de-rosa?".

Luís Marinho, director de Informação da RTP, disse ao DN estar "muito sensível" para a questão da cobertura informativa dos incêndios. Depois de "ouvir os responsáveis pelo combate ao fogo", a televisão e rádio públicas vão "estabelecer uma linha de rumo" para esta cobertura noticiosa, que deverá estar definida "no início de Junho", avançou.

O director de Informação da RTP tenciona depois "falar com os outros canais" (SIC e TVI) no sentido de promover o debate e a auto-regulação. Mas Marinho diz que "independentemente do que os outros fizerem a RTP vai definir uma conduta."

A TVI "está sempre disponível para conversar, mas fazemos a auto-regulação internamente", diz Mário Moura, lançando o debate: "Se nós não passarmos imagens do fogo ou da fome em África que país, que mundo estamos a criar? O País é este! Querem uma televisão cor-de-rosa? Há pessoas que têm interesse que não sejam conhecidos os verdadeiros problemas do País..."

Falando em nome pessoal, Moura diz discordar "de tudo quanto possa limitar o direito dos telespectadores a serem informados". Sublinha que, em 2005, a TVI pôs no terreno os "melhores repórteres e meios, o que resultou num bom nível no trabalho" - "método" que deverá repetir este ano. "Os jornalistas quando vão para o terreno têm é que cumprir o Código Deontológico", afirma.

No mesmo sentido vão as declarações de Alcides Vieira, da SIC. "Cada fogo é um fogo" e não se podem definir regras genéricas, disse. "Vamos fazer os dez mandamentos da cobertura do fogo?", questiona. O que tem de haver, no caso dos incêndios como em todas as outras matérias jornalísticas, é "sentido de responsabilidade da estação e dos jornalistas". Para o director de Informação da SIC, "desde que sejam notícia, os fogos devem ser noticiados". Além disso, esta é uma questão que "afecta a economia, as populações, há um drama humano que é real e deve haver esse cuidado jornalístico."

Vieira diz que "não está provada" a relação directa entre as imagens e os incendiários, baseando-se num perfil traçado pela Polícia Judiciária. No entanto, a redacção da SIC vai estar envolvida na formação do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC), "mais uma" entre várias que estes profissionais têm recebido sobre o tema, diz, sublinhando que a estação "tem por hábito fazer formação em várias áreas."

E as fotografias?

Alcides Vieira alarga o debate da cobertura dos incêndios, rejeitando que as televisões tenham o exclusivo do problema: "A questão coloca-se em todos os meios. Aplica-se também às fotos dos jornais, que têm muito mais força que uma imagem de televisão, estão impressas."

A Associação Portuguesa de Imprensa, pela voz do seu presidente, João Palmeiro, considera que "esta deveria ser uma matéria de fortíssima auto-regulação, para que todos estejam convictamente esclarecidos sobre os efeitos e os impactos" deste tipo de informação. A capacidade de influência de uma fotografia nos indivíduos "é completamente diferente" do da televisão. No entanto, para João Palmeiro, um jornal regional consegue estabelecer uma relação de maior proximidade do que um nacional, uma vez que "estreita a procura pelo mediatismo", resumiu.

Formação para os media

O SNBPC convidou todos os meios de comunicação para uma acção de formação que visa preparar a época de incêndios. Em hora e meia, o curso pretende fornecer aos jornalistas dados sobre os meios que tem disponíveis no terreno, a sua operacionalidade, como e que fontes poderão contactar. Outro dos objectivos desta acção é "perceber que necessidades têm os media" durante o período de incêndios, como esclareceu ao DN Gisela Oliveira, responsável por este projecto.

A RTP e a RDP vão dar o pontapé de saída para esta acção, a 26 de Maio. Seguir-se-ão a Renascença, a SIC, o Expresso e a Visão, a Media Capital Rádios, a TVI, a Global Notícias, a Cofina e a Associação de Imprensa Estrangeira em Portugal, faltando confirmar a adesão do Público.

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 10:10 AM | Comentários (0)

AUTO- REGULAÇÃO DO FOGO SEM CONSENSOS NAS TV

A RTP vai promover, no início de Junho, a auto--regulação das televisões na cobertura noticiosa dos incêndios, mas SIC e TVI não deverão subscrever a intenção do operador público. Para Alcides Vieira, responsável pela Informação da SIC, "os incêndios não se combatem escondendo-os". Já o director adjunto de Informação da TVI, Mário Moura, questiona "querem uma televisão cor-de-rosa?".

Luís Marinho, director de Informação da RTP, disse ao DN estar "muito sensível" para a questão da cobertura informativa dos incêndios. Depois de "ouvir os responsáveis pelo combate ao fogo", a televisão e rádio públicas vão "estabelecer uma linha de rumo" para esta cobertura noticiosa, que deverá estar definida "no início de Junho", avançou.

O director de Informação da RTP tenciona depois "falar com os outros canais" (SIC e TVI) no sentido de promover o debate e a auto-regulação. Mas Marinho diz que "independentemente do que os outros fizerem a RTP vai definir uma conduta."

A TVI "está sempre disponível para conversar, mas fazemos a auto-regulação internamente", diz Mário Moura, lançando o debate: "Se nós não passarmos imagens do fogo ou da fome em África que país, que mundo estamos a criar? O País é este! Querem uma televisão cor-de-rosa? Há pessoas que têm interesse que não sejam conhecidos os verdadeiros problemas do País..."

Falando em nome pessoal, Moura diz discordar "de tudo quanto possa limitar o direito dos telespectadores a serem informados". Sublinha que, em 2005, a TVI pôs no terreno os "melhores repórteres e meios, o que resultou num bom nível no trabalho" - "método" que deverá repetir este ano. "Os jornalistas quando vão para o terreno têm é que cumprir o Código Deontológico", afirma.

No mesmo sentido vão as declarações de Alcides Vieira, da SIC. "Cada fogo é um fogo" e não se podem definir regras genéricas, disse. "Vamos fazer os dez mandamentos da cobertura do fogo?", questiona. O que tem de haver, no caso dos incêndios como em todas as outras matérias jornalísticas, é "sentido de responsabilidade da estação e dos jornalistas". Para o director de Informação da SIC, "desde que sejam notícia, os fogos devem ser noticiados". Além disso, esta é uma questão que "afecta a economia, as populações, há um drama humano que é real e deve haver esse cuidado jornalístico."

Vieira diz que "não está provada" a relação directa entre as imagens e os incendiários, baseando-se num perfil traçado pela Polícia Judiciária. No entanto, a redacção da SIC vai estar envolvida na formação do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC), "mais uma" entre várias que estes profissionais têm recebido sobre o tema, diz, sublinhando que a estação "tem por hábito fazer formação em várias áreas."

E as fotografias?

Alcides Vieira alarga o debate da cobertura dos incêndios, rejeitando que as televisões tenham o exclusivo do problema: "A questão coloca-se em todos os meios. Aplica-se também às fotos dos jornais, que têm muito mais força que uma imagem de televisão, estão impressas."

A Associação Portuguesa de Imprensa, pela voz do seu presidente, João Palmeiro, considera que "esta deveria ser uma matéria de fortíssima auto-regulação, para que todos estejam convictamente esclarecidos sobre os efeitos e os impactos" deste tipo de informação. A capacidade de influência de uma fotografia nos indivíduos "é completamente diferente" do da televisão. No entanto, para João Palmeiro, um jornal regional consegue estabelecer uma relação de maior proximidade do que um nacional, uma vez que "estreita a procura pelo mediatismo", resumiu.

Formação para os media

O SNBPC convidou todos os meios de comunicação para uma acção de formação que visa preparar a época de incêndios. Em hora e meia, o curso pretende fornecer aos jornalistas dados sobre os meios que tem disponíveis no terreno, a sua operacionalidade, como e que fontes poderão contactar. Outro dos objectivos desta acção é "perceber que necessidades têm os media" durante o período de incêndios, como esclareceu ao DN Gisela Oliveira, responsável por este projecto.

A RTP e a RDP vão dar o pontapé de saída para esta acção, a 26 de Maio. Seguir-se-ão a Renascença, a SIC, o Expresso e a Visão, a Media Capital Rádios, a TVI, a Global Notícias, a Cofina e a Associação de Imprensa Estrangeira em Portugal, faltando confirmar a adesão do Público.

Fonte: Diário de Notícias (Cristina Santos)

Publicado por estaccs às 10:09 AM | Comentários (0)

MAIS UMA BAIXA NO EXPRESSO

A criação do ‘Sol’ ameaça provocar uma sangria no ‘Expresso’. Sofia Rainho, mulher de Mário Ramirez, subdirector do novo jornal, rescindiu anteontem contrato e está a caminho do semanário de José António Saraiva. Nos próximos dias, outros jornalistas poderão seguir o caminho.

Esta é a segunda contratação do ‘Sol’ no espaço de cinco dias, com Sofia Rainho a seguir os passos de Ana Paula Azevedo. A jornalista chegou anteontem a acordo com a administração do ‘Expresso’, pondo termo a uma ligação contratual de sete anos.

No ‘Sol’, Sofia Rainho integrará a editoria de Política, a mesma em que desempenhava funções no ‘Expresso’ desde a sua entrada, em 1999, ao abrigo do projecto ‘Novos Valores’. Contudo, a jornalista estava afastada da secção desde 17 de Março, data em que foi transferida para os projectos associados.

Ao que o CM apurou, na base da decisão esteve o facto de Mário Ramires, marido da jornalista, ter aceitado as funções de subdirector do ‘Sol’. O Conselho de Redacção do ‘Expresso’ chegou a questionar a direcção do semanário, mas acabou por aceitar a justificação dada: conveniências de serviço.

Esta não foi a última contratação de José António Saraiva junto da redacção do ‘Expresso’. O CM sabe que, nos próximos dias, outros jornalistas rescindirão contrato com o semanário da Impresa.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 10:09 AM | Comentários (0)

A LIBERDADE DEVE SER TOTAL NO HUMOR

A irreverência e ironia dos Gato Fedorento já lhes valeu uma queixa na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). Os humoristas protagonistas da série Lopes da Silva, em exibição na RTP 1, criaram um ‘sketch’ em que pretendiam retratar a forma como os idosos são tratados pela sociedade. Mas um telespectador não apreciou a forma como o tema foi tratado e insurgiu-se. Produtores e autores da série refutam acusações.

Foi o advogado e ex-membro da extinta AACS – Alta Autoridade para a Comunicação Social (substituída pela ERC) – Jorge Pegado Liz quem apresentou a queixa contra a RTP, alegando que no ‘sketch’ “os idosos são tratados como ‘descartáveis’ e os jovens ‘aconselhados’ a deitarem-nos no ‘vidrão’”. Segundo este telespectador, trata-se de uma “manifesta violação dos valores fundamentais da nossa sociedade, como a dignidade humana”.

Nuno Artur Silva, da produtora do Gato Fedorento – Produções Fictícias –, defende ao CM que “a queixa é uma estupidez. É um ‘sketch’ de humor e na situação é utilizada uma figura de estilo que é a ironia, entre outras. Acho que a entidade reguladora tem muito mais que fazer e gostava de a ouvir a pronunciar-se sobre muito mais coisas”. Para o responsável, não há limites para o humor, “a não ser os que o humorista decida no momento e depois ele sofre as consequências do que faz”.

“A liberdade deve ser total para fazer tudo sobre todos os temas”, refere Nuno Artur Silva, concluindo: “Quando falamos de proibir estamos no reino do disparate.”

O ‘gato fedorento’ Ricardo Araújo Pereira duvida que a ERC “não arquive o processo”. E estranha o facto de um ex-membro da AACS “tomar aquilo que está a ser dito ironicamente à letra”. “É uma coisa tão surpreendente para mim... até certo ponto foi divertido, mas por outro lado também foi trágico”, declara.

Para Ricardo Araújo Pereira, os limites do humor deverão ser impostos pelo próprio artista. “Se a liberdade de expressão deve ser ilimitada, o humor também deve beneficiar disso. Portanto, os limites são aqueles que cada pessoa impõe a si própria, os do bom gosto. Pode fazer-se humor sobre qualquer tema”, conclui.

Estrela Serrano, da ERC, disse ao CM que não comenta “processos em análise”, por isso mantém o silêncio sobre o caso.

Na RTP o caso do ‘sketch’ “Ponha o velho no Velhão” está entregue ao departamento jurídico.

"GIGANTESCO AUTOCENSOR"

O humorista Herman José não considera ofensivo o humor dos Gato Fedorento e diz que a sua profissão deve ser vista com outros olhos. “O humor tem que ser um caso à parte, tem de estar como válvula de escape e não se pode atribuir a uma paródia a mesma carga de agressividade que a uma declaração, se não perdemos a única válvula de escape que nos resta”, refere.

E o popular humorista revela ainda que, com o passar dos anos, deixou de abordar “uma quantidade de campos só para não ter chatices. Sou um gigantesco autocensor, porque me cansei de remar sozinho”.

EXEMPLO EM PROGRAMA

Fátima Campos Ferreira utilizou o ‘sketch’ em questão num dos seus ‘Prós e Contras’, cujo tema era a solidão. A jornalista diz que se trata de um exemplo de como a sociedade actual lida com os idosos. “Muito mais ofensiva é a nossa atitude diária de passarmos ao lado dessas questões, de não sermos solidários com ela, de não a debatermos e de fazermos de conta que elas não existem. Aquele ‘sketch’ é uma forma forte de chamar a atenção para uma realidade social que é muito grave”, refere.

Fonte:Correio da Manhã (Cristina Santos)

Publicado por estaccs às 09:58 AM | Comentários (0)

19 DE MAIO DE 1975

Início do Caso República. Os trabalhadores demitem a direcção do jornal. Os ministros do PS e do PSD abandonam o IV Governo Provisório. A ocupação do jornal manter-se-á até 25 de Novembro. saiba tudo sobre o "Caso República" aqui.

Esta foi uma das frandes lutas pela liberdade em 1975.

Publicado por estaccs às 01:03 AM | Comentários (0)

19 DE MAIO DE 1911

É fundado o jornal República, por António José de Almeida.

Publicado por estaccs às 01:01 AM | Comentários (0)

maio 18, 2006

CARRILHO PEDE ANÁLISE À ERC

O deputado socialista Manuel Maria Carrilho informou hoje os jornalistas, numa curta declaração no Parlamento, que sugeriu ao presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social uma análise à situação dos media portugueses.

Acompanhado pelo assessor do grupo parlamentar do PS, que distribuiu aos jornalistas uma compilação de recortes de imprensa sobre a classe jornalística e as agências de informação, Carrilho congratulou-se com o "debate muito interessante" suscitado pelo seu livro "Sob o signo da verdade" acerca da sua campanha para a presidência da Câmara de Lisboa nas eleições autárquicas de 2005.

Numa declaração de três minutos nos Passos Perdidos, à qual não quis acrescentar mais esclarecimentos, o ex-ministro da Cultura revelou que entregou a compilação em causa ao presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, Azeredo Lopes, num encontro recente, sugerindo-lhe que a analise.

Os artigos reunidos incluem opiniões do ex-director da SIC Emídio Rangel, no lançamento de "Sob o signo da verdade", considerando que há jornalistas "que se vendem e prostituem na praça pública", ou do ex-director do PÚBLICO Vicente Jorge Silva, lamentando "a agonia da profissão" jornalística.

Carrilho, que na apresentação do seu livro acusou a SIC Notícias de ter feito uma manobra idêntica à das polícias de leste, durante a campanha eleitoral para as autárquicas de 2005, não especificou o que pretende ver analisado pela Entidade Reguladora nem permitiu que lhe fossem colocadas questões sobre o assunto.

"A Entidade Reguladora para a Comunicação Social é a entidade responsável pela isenção e pluralismo no espaço público. A ela caberá ver se há matéria para, inclusivamente, recorrer a outras entidades. Eu estou a cumprir o meu dever, faço votos para que todos cumpram também o seu", limitou-se a declarar o candidato derrotado à presidência da Câmara de Lisboa.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 07:52 PM | Comentários (0)

GEORGE CONGRATULA-SE

O crítico literário João Pedro George congratulou-se hoje por o Tribunal Cível de Lisboa ter indeferido a providência cautelar interposta pela editora Oficina do Livro e pela escritora Margarida Rebelo Pinto contra a sua obra "Couves e Alforrecas".

O autor da obra que critica Margarida Rebelo Pinto disse à Lusa que a decisão do tribunal "foi a esperada".

O Tribunal Cível de Lisboa considerou hoje improcedente e indeferiu uma providência cautelar interposta pela editora Oficina do Livro e Margarida Rebelo Pinto contra a Objecto Cardíaco e o livro de João Pedro George "Couves e Alforrecas: o segredo da escrita de Margarida Rebelo Pinto" por considerar que viola "o direito ao bom nome, honra e consideração da escritora" bem como os "direitos de autor, de marca e de propriedade industrial".

"Francamente, era a decisão que esperava, até porque seria muito estranho e bizarro se os livros fossem apreendidos", sublinhou João Pedro George, acrescentando que Portugal vive "em democracia".

João Pedro George sublinhou que também o responsável da editora e o advogado de defesa de ambos tinham "quase a certeza" de que a providência cautelar ia ser indeferida.

Sobre a sua ausência no tribunal e a do responsável pela editora Objecto Cardíaco, Valter Hugo Mãe, bem como do advogado de ambos, João Pedro George disse que o advogado tinha pedido ao tribunal para ser notificado da sentença por escrito "já que não podia estar presente na audiência".

A editora e a escritora exigiam a retirada de todos os exemplares do livro de João Pedro George de todas as livrarias portuguesas.

A providência cautelar foi interposta em finais de Março e o livro de João Pedro George chegou às livrarias a 04 de Abril último.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 07:49 PM | Comentários (0)

BLOGUES E JORNALISMO

Não se trata de discutir se os blogues são jornalismo, mas de saber como pode o jornalismo aproveitar os blogues e as tecnologias que os apoiam para se revigorar.

Este é o mote para se "Falar de Blogues" na última sessão de um conjunto de debates que começaram em Março. A 17 de Maio, a livraria Almedina do Átrium Saldanha (Lisboa) recebe Manuel Pinto (Jornalismo e Comunicação), Paulo Querido (Mas certamente que sim!) e António José Silva (Sopa de Pedra e Blinkar) numa discussão aberta ao público interessado.

Pelas 19.00 horas começa a terceira e última oportunidade para "Falar de Blogues", depois de já se ter debatido os blogues temáticos e a diferença entre blogues masculinos e femininos. A organização do ciclo pertence a José Carlos Abrantes, provedor do leitor do DN.

Directamente transcrito do Comunicação Social, por António Larguesa.

Publicado por estaccs às 07:11 PM | Comentários (0)

EDITORA PONDERA ACÇÃO

O responsável da editora Oficina do Livro, António Lobato Faria, admitiu hoje a possibilidade de processar a editora Objecto Cardíaco e o crítico João Pedro George por alegadamente denegrirem o "bom nome" da escritora Margarida Rebelo Pinto.

António Lobato Faria falava à agência Lusa depois de o Tribunal Cível de Lisboa ter indeferido e considerado improcedente uma providência cautelar da Oficina do Livro e de Margarida Rebelo Pinto contra a Objecto Cardíaco e o crítico literário João Pedro George, autor do livro "Couves e alforrecas: os segredos da escrita de Margarida Rebelo Pinto", por considerar que violam o "bom nome, personalidade e honra" da escritora.

"O resultado da providência cautelar é o esperado porque já se passou muito tempo desde que a obra está à venda e, entretanto, já se esqueceu o que o livro diz", referiu António Lobato Faria.

Sublinhou que "apesar de ainda não se terem feito sentir quaisquer danos" sobre a escrita de Margarida Rebelo Pinto, não é "definitivo" que o livro de João Pedro George não venha a causá-los.

António Lobato Faria congratulou-se porém com o facto de a sentença da juíza Maria João Faro fazer referência a "expressões ofensivas" utilizadas pelo crítico literário que "podem ir contra o bom nome" da escritora Margarida Rebelo Pinto.

Razão por que - sublinhou - a editora Oficina do Livro tem agora três anos para decidir se vai processar judicialmente a editora Objecto Cardíaco e o crítico literário.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 06:59 PM | Comentários (4)

PROVIDÊNCIA CAUTELAR INDEFERIDA

O Tribunal Cível de Lisboa considerou hoje "improcedente" e indeferiu a providência cautelar requerida pela escritora Margarida Rebelo Pinto e a editora Oficina do Livro contra a obra "Couves e Alforrecas" por falta de prova dos requisitos.

A advogada de defesa da escritora alegava que o livro de João Pedro George, "Couves e Alforrecas: Os segredos da escrita de Margarida Rebelo Pinto", vi olava os direitos de personalidade, honra e consideração, bom nome e reputação e também a violação de propriedade industrial, de direitos de autor e de marca do nome Margarida Rebelo Pinto.

A juíza, Maria João Faro, entendeu que a pretensão da apreensão de todo s os exemplares do livro em todas as livrarias do país se revela "ostensivamente desadequada e desproporcionada face à salvaguarda de tais valores".

Para a juíza, a obra de João Pedro George "contém-se genericamente dent ro da crítica objectiva" e "é apenas salpicada com expressões únicas, susceptíve is de se revelarem ofensivas dos direitos ao bom nome, honra e consideração" de Margarida Rebelo Pinto.

Entre estas expressões, contam-se "Margarida Rebelo Pinto é um caso mental", "a escrita toca as raias do mau gosto e do anedótico" e "despertou o masoquista que há em mim".

"É forçoso concluir que a pretendida limitação da liberdade de expressã o em que se traduziria a apreensão do livro" de João Pedro George "atingiria, por seu turno, o próprio âmbito de protecção constitucional de tal direito fundamental, o que não se pode consentir", considerou Maria João Faro.

Para a juíza, o uso do nome da escritora "não é de todo ilegal, não se vislumbrando que ocorra infracção á propriedade industrial".

Relativamente à marca "Margarida Rebelo Pinto", entendeu o tribunal que o seu uso foi "estritamente determinado pela necessidade de indicar o sujeito o bjecto da crítica contida" na obra de João Pedro George, pelo que esta acusação não colheu "suporte factual ou jurídico".

Questionada no final do julgamento, a advogada de defesa da escritora e da Oficina do Livro, Margarida Pardete Reis, recusou pronunciar-se, invocando directivas da Ordem dos Advogados.

Remeteu porém para o responsável da editora, António Lobato Faria, uma reacção à sentença.

Estiveram ausentes da sessão de hoje o crítico literário João Pedro Geo rge, o responsável da editora Objecto Cardíaco, Valter Hugo Mãe, e o advogado de defesa de ambos.

A providência cautelar foi interposta no final de Março, pouco depois do livro de João Pedro George ter sido lançado.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 06:40 PM | Comentários (0)

'TIME' TEM NOVO DIRECTOR

Richard Stengel, um dos nomes clássicos da Time e que ocupa actualmente o cargo de presidente do Centro Nacional da Constituição de Filadélfia, foi nomeado director executivo da revista.

O anúncio põe fim a semanas de especulação sobre a sucessão de Jim Kelly, naquele cargo há cinco anos, que, por sua vez, foi promovido a director executivo do grupo Time.

Stengel, de 51 anos, toma posse a 15 de Junho e «será um director especialmente emocionante, porque tem a perspectiva de alguém exterior ao projecto e o conhecimento de quem já fez parte dele», afirmam os responsáveis pela publicação.

Escolhido pelas «amplas capacidades intelectuais, as suas qualidades de administração e a sua atitude competitiva», o jornalista foi redactor-chefe da revista e, mais tarde tornou-se responsável pela sua edição digital.

Apesar de ter abandonado o projecto em 2004 para dirigir o museu e centro educativo dedicado a divulgar a importância da Constituição norte-americana, foi esse afastamento que o tornou o eleito para o cargo.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 03:32 PM | Comentários (0)

O DIREITO DE RESPOSTA SEGUNDO A TVI

"Depois da entrevista a Carlos Silvino, o último herói e modelo de virtudes apresentado pela TVI à Nação, Carlos Cruz pediu o direito de resposta, enviando uma carta. Ler uma carta tem menos eficácia do que uma entrevista preparada e manipulada ao segundo, mas mesmo assim a TVI não arriscou e colocou uma funcionária a ler a carta, lembrando-nos uma aluna da escola primária a tentar ler um texto o mais depressa possível, isto é, a carta foi lida se fosse uma única frase com várias páginas.

Mas a TVI achou que o direito de resposta deveria dar lugar ao direito de resposta por parte do seu herói e, como este não deverá saber escrever, deu-se ao trabalho de o ir entrevistar num intervalo do julgamento.

Será que os responsáveis da TVI acham que aqueles que ainda vêm a estação são uns idiotas? Espero que a resposta seja esta, pois a alternativa seria bem mais grave, poderíamos ficar a pensar que a TVI meteu tanta água neste processo da Casa Pia que se tornou em parte interessada, face aos riscos que correr se Carlos Cruz for declarado inocente, e, em consequência, usa o poderoso meio que tem à sua disposição para fazer um julgamento na raça pública para pressionar o julgamento que está a decorrer".

O Jerico, em O Jumento

Publicado por estaccs às 01:58 PM | Comentários (1)

AR VISITA RDP E RTP

As instalações da Rádio e Televisão de Portugal foram visitadas terça-feira pela Subcomissão de Direitos Fundamentais e Comunicação Social. Uma visita inédita durante a administração de Almerindo Marques para mostrar os cantos à casa. "Mostrámos tudo o que tinham interesse em ver", confirmou ao DN o presidente do conselho de administração do operador público.

A iniciativa parlamentar, liderada pelo deputado do PSD Luís Campos Ferreira, contou também com a participação dos deputados do PS, Teresa Dinis, e do PSD, Agostinho Branquinho. O PCP, o CDS-PP e o BE não compareceram devido a compromissos de agenda.

A comitiva foi recebida, de forma breve, por Gonçalo Reis, administrador com o pelouro da área comercial, que, segundo soube o DN, delegou num engenheiro da casa a incumbência de guiar os "visitantes".

A deslocação, que faz parte do plano de actividades definido pela subcomissão, "cingiu-se às áreas técnicas de programação e não de conteúdos", como descreveu ao DN a deputada Teresa Dinis.

A actividade foi promovida para dar aos parlamentares uma "percepção das instalações" e servia também como oportunidade para que o órgão máximo da televisão pública expusesse "as suas preocupações", afirmou a deputada.

A aplicação do projecto "Fénix II", a segunda fase do processo de restruturação da RTP SGPS, e a introdução da Televisão Digital Terrestre (TDT) são investimentos que exigem a fiscalização parlamentar, definida por lei.

Para o presidente da subcomissão, Luís Campos Ferreira, "toda a visita e os assuntos nela abordados vão ser analisados em sede própria".

No âmbito do mesmo plano de actividades estão previstas visitas às instalações da televisões privadas e audições a vários intervenientes relacionados com a comunicação social. Os operadores de cabo e os organismos ligados à defesa do consumidor já foram ouvidos pelos deputados portugueses.

O objectivo das diligências é "conhecer melhor os dossiers e promover uma maior proximidade entre as instituições", adiantou ao DN o deputado socialista Arons de Carvalho, uma vez que estão em marcha alterações à Lei da Televisão, que têm subjacente a introdução da TDT e a Lei da Rádio.

O final do primeiro semestre de 2006 foi apontado pelo o ministro com a tutela da Comunicação Social, Augusto Santos Silva, como a data de apresentação das proposta de alteração à Lei da Televisão, durante o debate parlamentar sobre o Orçamento de Estado. O final do segundo semestre é apontado como a altura ideal para a fase de concurso para TDT. Recorde-se que, nas Grandes Opções do Plano, o Governo apontou o primeiro trimestre de 2007 para o arranque do sistema digital.


Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 11:04 AM | Comentários (0)

PAPEL SUBSTITUI PAPEL

O futuro anda nas mãos de 200 belgas, assinantes do diário financeiro De Tijd (O Tempo), que desde Abril testam o papel electrónico. Também o francês Les Echos, o norte-americano New York Times, o britânico Daily Telegraph e o espanhol El Pais se preparam para testar este novo suporte.

As 200 "cobaias" belgas receberam telas portáteis, conhecidas como e-readers, onde lêem o seu jornal que descarregam a qualquer hora do dia através de Internet sem fios. Para Kris Laenens, responsável pelo projecto inovador do De Tijd , "o jornal tem de oferecer serviços aos leitores quando e onde eles quiserem".

Carlos Correia, responsável do Centro de Investigação para Tecnologias Interactivas (CITI) da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, está desde o final dos anos 90 (quando "o fenómeno se começou a desenhar") de olho nesta tecnologia.

"As grandes empresas de comunicação estão a subsidiar intensamente as investigações, até porque o papel está cada vez mais caro", sustenta o docente para quem "a melhor forma de substituir o papel é por outro tipo de papel".

O passo em frente do papel electrónico em relação, por exemplo, a um ecrã de um computador ou de um PDA será "a flexibilidade e a definição, muito próxima ou superior ao papel tradicional", sustenta Carlos Correia. Para já, existe a qualidade do ecrã, que permite ler com conforto em ambientes luminosos ou escuros, a preto e branco. Falta ainda a flexibilidade.

O novo suporte "vai resolver um problema básico de ergonomia. Os displays dos notebooks, das televisões de plasma são desconfortáveis" diz o investigador para quem o papel electrónico pode deixar de ser um cenário de laboratório e passar a realidade. "Se o display for flexível, se pudermos amarrotar, enrolar no bolso como o de jornal, não tenho dúvidas que vai começar a substituir o papel", diz Carlos Correia.
O preço é um obstáculo à disseminação desta tecnologia. O e-reader que serve a versão electrónica do De Tijd custa cerca de 375 euros, o homólogo criado pela Sony (ver caixa) ronda os 300 euros. Os investigadores "dizem que daqui a três a quatro anos terá o preço equivalente à folha de papel - o que eu não acredito", ressalva o docente da Universidade Nova de Lisboa.

O diário belga é lido por 40 mil indivíduos com interesses na área financeira, à partida mais disponíveis a adoptar novas tecnologias, o que os torna num alvo apetecível para os anunciantes. É que também a publicidade enfrenta novos desafios com anúncios clicáveis, a remeter directamente para o site do anunciante.

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 11:02 AM | Comentários (0)

DIREITO DE RESPOSTA CARLOS CRUZ/TVI

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) está disponível para analisar a decisão da TVI de emitir de forma acelerada o direito de resposta de Carlos Cruz, terça-feira no Jornal Nacional.

O antigo apresentador de televisão não gostou da entrevista concedida à TVI por Carlos Silvino, outro dos arguidos do processo Casa Pia, e decidiu responder, ao abrigo da lei. Na terça-feira, porém, a subdirectora de Informação do canal, Manuela Moura Guedes, leu o texto sem pontuação, paragens ou entoação.

Para Carlos Cruz, o seu direito de resposta foi "subvertido", enquanto a ERC se mostrou disponível para analisar o caso. "Não funcionamos assim, imediatamente atrás das coisas, mas estamos atentos", referiu ao DN Estrela Serrano, sublinhando que a atenção dada pela entidade aos órgãos de comunicação social "é total e completa".

Por essa razão, concretiza a investigadora, "como é natural dentro do que são as atribuições da ERC - seja por iniciativa própria ou de entidades que decidam contactá-la -, será tomada uma atitude".

Recorde-se que uma das funções da ERC consiste, precisamente, em assegurar o exercício dos direitos de antena, de resposta e de réplica política, cabendo-lhe ainda "identificar todos os indivíduos que infrinjam a legislação e regulamentação cuja observância devem respeitar, para posterior abertura de procedimento".

De acordo com a informação veiculada ontem pelo jornal 24 Horas, citando fontes da redacção da TVI, o texto de Carlos Cruz tinha sido lido e gravado por outro jornalista da redacção e tinha cerca de seis minutos de duração, algo que Moura Guedes terá considerado exagerado, disponibilizando-se para ler o direito de resposta ela própria e de forma mais rápida.

E conseguiu-o em tempo recorde - pouco mais de dois minutos e meio -, imprimindo-lhe um ritmo diferente do resto do telejornal e sem dar ao texto qualquer entoação que facilitasse a leitura e/ou a compreensão por parte do espectador.

Grande Velocidade

Ouvido pelo DN, Carlos Cruz adiantou ontem em tom irónico que Manuela Moura Guedes "fez TGV, Telejornal de Grande Velocidade", "subvertendo" o seu direito de resposta pelo modo como despachou o discurso. Ainda assim, não vê "grande guerra" a fazer a partir daí.

"As pessoas ficaram elucidadas com aquela forma de actuação. Resta agora fazer dois tipos de ponderação: uma legal, que não me compete a mim, e uma ponderação ética, unicamente da responsabilidade da TVI", esclarece o apresentador.

O DN tentou, sem sucesso, contactar Manuela Moura Guedes ao longo de todo o dia de ontem.

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 11:00 AM | Comentários (0)

ESTATUTO DA REDACÇÃO DA EFE APROVADO EM REFERENDO

Os jornalistas da Efe aprovaram quarta-feira em referendo o primeiro Estatuto de Redacção dos 67 anos de existência da agência noticiosa espanhola que a partir de agora vai regular as normas éticas e profissionais na empresa.

Aprovado por larga maioria (500 votos a favor e 133 contra), o Estatuto, fruto de acordo entre o Conselho de Redacção, os representantes sindicais e a direcção da empresa, foi considerado pelo presidente da Efe, Alex Grijelmo, como abrindo uma nova etapa profissional.

"A manipulação informativa não vai ser mais possível", disse, sublinhando que o Estatuto tem características de contrato colectivo, pelo que não poderá se ralterado unilateralmente.

As estruturas representativas dos jornalistas e dos restantes trabalhadore s da Agência saudaram o resultado do referendo, assinalando que a Efe se torna n o primeiro meio de comunicação social estatal em Espanha a ter um Estatuto de Redacção.

O documento, com 128 artigos, inclui capítulos dedicados aos direitos e deveres dos jornalistas, à cláusula de consciência, ao sigilo profissional, ao tratamento das fontes de informação e aos direitos e obrigações da direcção.

No preâmbulo, sublinha-se que a Efe, pela sua vocação de serviço público, "não tem linha ideológica, não transmite opiniões mas sim notícias, crónicas, reportagens e análises jornalísticas, em qualquer suporte, baseadas na verdade dos factos, na consulta de todas as fontes, na rejeição de toda e qualquer manipula ção e no respeito pelos princípios éticos que regem o protocolo de obtenção e edição de notícias.

O Estatuto estabelece também que o cargo de Director de Informação, uma vez proposto pelo presidente da Agência e comunicado ao Conselho de Redacção, será submetido a referendo da Redacção, embora sem carácter vinculativo, o mesmo aco ntecendo às nomeações para a direcção dos diferentes departamentos jornalísticos .

A Efe é a quarta maior agência noticiosa do mundo e a primeira em língua castelhana, distribuindo diariamente cerca de 5.000 itens, entre notícias e reportagens de texto e televisão, fotografias, crónicas, boletins informativos e bole tins de rádio, além de pacotes multimédia para publicações digitais.

Os seus serviços de texto são difundidos em castelhano, inglês, português, árabe e catalão para mais de 100 países.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 09:56 AM | Comentários (0)

maio 17, 2006

POLÉMICA EM MOÇAMBIQUE

O presidente do Tribunal Supremo de Moçambique (TS), Mário Mangaze, condenou a detenção de três jornalistas na província de Manica, no centro do país, por ordem do procurador adjunto da província devido a uma acusação de difamação.

Os três jornalistas, do jornal "Mabarwe", entretanto já libertados, foram presos no passado dia 3 de Maio, Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, por ordem do procurador provincial adjunto, que nesse mesmo dia tinha participado num debate sobre a liberdade de imprensa a convite do Instituto da Media da África Austral (MISA, na sigla em inglês).

Aquele magistrado mandou deter os três profissionais, após receber uma queixa de um empresário local, que acusava os jornalistas de o terem caluniado numa notícia sobre a sua detenção e libertação por participação no roubo de 70 cabeças de gado.

Os três jornalistas foram libertados sete dias após a sua detenção, por ordem do procurador provincial, Tomas Zandamela, na sequência de pressões do MISA e de várias organizações da sociedade civil.

Pronunciando-se ontem sobre a prisão dos jornalistas, o presidente do TS moçambicano criticou a decisão, sublinhando que a legislação moçambicana não prevê a prisão preventiva por difamação. Nessa matéria, a lei moçambicana estipula que os alegados autores de crime de difamação devem aguardar o julgamento em liberdade, sendo apenas presos em caso de condenação.

fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 08:25 PM | Comentários (0)

NOVO JORNAL EM COIMBRA

A cidade de Coimbra vai ter um novo jornal a partir do dia 29 de Junho. O Novo Jornal, que é como se chama, será um semanário e terá uma tiragem superior às vendas de todas as publicações editadas em Coimbra, cerca de 30 mil exemplares.

Os números 00 e 0 serão distribuídos gratuitamente, apostando no «jornalismo de proximidade». A publicação apresenta uma imagem moderna e inovadora, com grandes espaços dedicados à fotografia e infografia.

A partir do número 1, o jornal terá um preço de capa de 50 cêntimos e aposta em quatro diferentes plataformas de distribuição, incluindo a venda em banca e por assinatura.

Editado pela empresa Sociedade Aberta, o Novo Jornal tem como director Fernando Moura, 39 anos, um profissional com 20 anos de experiência nas áreas da comunicação social e publicidade.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 04:42 PM | Comentários (4)

O JORNAL DA AV. DE ROMA

O primeiro número do jornal "Avenida de Roma", uma edição quinzenal de distribuição gratuita, vai chegar quinta-feira às ruas daquela zona de Lisboa, adiantou à agência Lusa Gabriel Carvalho, responsável pelo projecto.

O jornal, lançado pela Associação Portuguesa de Pequenos e Médios Empresários e pela Associação Portuguesa de Pequenos e Médios Investidores, a que Gabriel Carvalho preside, terá uma tiragem de 30.000 exemplares.

Segundo o responsável do projecto, a publicação é patrocinada por empresários ou investidores, tendo um preço simbólico de capa de dez cêntimos, mas será distribuída gratuitamente aos leitores.

Apesar do título, a área de incidência do jornal não se limita à avenida, abrangendo quatro freguesias - Campo Grande, Alvalade, São João de Brito e São João de Deus, com cerca de 70.000 habitantes.

O "Avenida de Roma", cujo primeiro número terá 16 páginas, será distribuído directamente na rua, nas caixas de correio, nas lojas e por assinatura, adiantou Gabriel Carvalho.

De acordo com o empresário, o público-alvo do jornal inclui os residentes da zona e os "passantes", isto é, "os milhares de pessoas que fazem a sua vida, trabalham e têm os seus tempos de lazer" na Avenida de Roma e arredores.

Gabriel Carvalho explicou que a publicação se dirige a uma população "de classe média, média-alta, com um estilo de vida que envolve a cultura e o lazer e com uma instrução média-alta".

Com um noticiário local, mas também nacional e internacional, "que interesse ao público-alvo", o responsável adiantou que o formato do "Avenida de Roma" se aproxima de uma revista.

"O objectivo não é competir directamente com um órgão de comunicação social, mas apresentar conteúdo e reflexão, sempre com um cariz actual", sublinhou.

Exemplos das notícias que fazem parte do primeiro número são a alegada burla que envolve dirigentes da Afinsa e do Fórum Filatélico e a reabertura da praça de touros do Campo Pequeno.

Gabriel Carvalho referiu ainda que no final do Verão, o jornal poderá passar a ter uma periodicidade semanal, prevendo-se ainda o lançamento de dois novos títulos, "mais sectoriais".

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 03:44 PM | Comentários (0)

A LER (118)

Quem Não Se Sente, por Pedro Rolo Duarte, no Diário de Notícias.

Publicado por estaccs às 10:22 AM | Comentários (0)

'SOL' RECRUTA NO 'EXPRESSO'

O prometido é cumprido. O ‘Sol’ acaba de iniciar o ataque à Redacção do ‘Expresso’. Ana Paula Azevedo é a primeira de uma série de aquisições que o semanário a lançar por José António Saraiva em Setembro fará no jornal que dirigiu até Dezembro.

O novo fluxo de saídas do ‘Expresso’ inicia-se, agora, com a transferência de Ana Paula Azevedo para ‘O Sol’. Segundo fonte do futuro semanário – o primeiro número sairá para as bancas a 16 de Setembro – garantiu ao CM, o processo ficará concluído, no máximo, dentro de quatro semanas. Recorde-se que a equipa que saiu do jornal de Francisco Pinto Balsemão – José António Saraiva, José António Lima, Mário Ramires e Vítor Raínho – nunca escondeu o propósito de contratar jornalistas de o ‘Expresso’, duas dezenas no máximo. Ana Paula era uma delas.

Ana Paula Azevedo, mulher de José António Lima, que será director adjunto de ‘O Sol’– desempenhava idêntico cargo quando José António Saraiva dirigia o ‘Expresso’–, soube o nosso jornal, já tem missão destinada: chefiar a denominada secção de Investigação.

A futura ex-jornalista do ‘Expresso’, que ainda ontem estava a trabalhar na revista ‘Única’, apurou o CM, acertou, anteontem, a desvinculação com o jornal para o qual entrou em 1987, então na condição de colaboradora permanente. Depois de uma passagem pelo extinto diário ‘Europeu’, Ana Paula Azevedo voltou ao semanário em 1989. Antes de o novo director do ‘Expresso, Henrique Monteiro, proceder à reestruturação na Redacção, a jornalista editava a secção de Sociedade.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 10:16 AM | Comentários (0)

RÁDIO MOZART

Desde a passada terça-feira que os conteúdos das três principais rádios da RDP - Antena 1, Antena 2 e Antena 3 - estão disponíveis na Internet através de streaming ou podcast, segundo o Público.
A RDP apresentou ainda a Rádio Mozart, emititida exclusivamente pela Internet e que visa celebrar os 250 anos do nascimento do compositor austríaco.

Os novos projectos surgem numa altura em que «a rádio pública enfrenta novos desafios e responsabilidades», de acordo com o director de programas, Rui Pêgo. «Aumentar os novos conteúdos, flexibiliar a escuta, criar novos serviços e novas experiências» são algumas das formas de superar esses desafios. Trata-se no fundo de «uma tentativa de proteger a rádio, expandindo-a», acrescentou o director de programas.

A página http://multimedia.rtp.pt disponibiliza até 60 programas diferentes para ouvir em streaming ou podcast, num total de 70 horas por semana de produção radiofónica online.

Dos conteúdos, apenas 15% estão disponíveis para download em formato mp3 ou para assinar como podcast, pois só os programas como entrevistas, debates ou humorísticos podem ser descarregados para o cumpotador devido a questões legais em torno do download de música.

Jorge Alexandre Lopes, responsável pelos novos conteúdos, precisou que este projecto «já devia ter acontecido há mais tempo».

A Rádio Mozart vai transmitir mais de 70 obras diferentes, em directo e até ao final do ano, exclusivamente pela Internet. Além da música, vai haver também espaço para um painel de comentadores que vai acompanhar as emissões.

Está ainda em preparação uma rádio semelhante à Rádio Mozart para fazer a cobertura do Mundial, que vai funcionar de forma complementar à Antena 1.

A RDP pretende, no futuro, alargar a deslocação dos conteúdos para a Internet às outras emissoras do grupo como a RDP África, Madeira, Açores e Internacional.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 09:57 AM | Comentários (0)

maio 16, 2006

A HISTÓRIA FANTÁSTICA DE GUY GOMA

A estação de televisão britânica BBC News convidou um especialista em novas tecnologias para comentar a batalha legal entre as empresas Apple Corps, fundada pelos The Beatles, e a Apple Computer sobre a utilização dos respectivos logótipos. O problema é que, em vez de um homem branco e com barba chamado Guy Kewney, a jornalista da BBC, sem saber, pediu a opinião de um homem negro chamado Guy Goma, que não sabia o que estava a fazer num estúdio de televisão.

Segundo o jornal britânico "The Mail", Goma foi levado para o estúdio da BBC News, onde lhe colocaram um microfone, depois de ter levantado a mão quando um produtor chamou por Guy Kewney. O jornal diz que não está ainda esclarecido por que razão Goma se identificou como sendo Guy Kewney.

A BBC já admitiu o erro e, numa notícia publicada hoje, garante que Guy Goma é na verdade um cidadão do Congo, licenciado, que estava na empresa à espera de uma entrevista de emprego.

De acordo com a estação, tudo começou quando um produtor da BBC foi buscar Guy Kewney, director de um site especializado em novas tecnologias, à recepção errada no edifício da empresa. Quando perguntou pelo especialista em novas tecnologias, um recepcionista apontou na direcção de Guy Goma. "Você é Guy Kewney?", perguntou o produtor, que já tinha visto uma foto do verdadeiro perito. Goma respondeu que sim e foi conduzido ao estúdio.

Goma ainda respondeu a três questões, em directo, mas a apresentadora conseguiu informar o editor de que o convidado parecia "sem fôlego e muito nervoso" e a emissão mudou rapidamente para um correspondente no exterior.

Só então se descobriu que Guy Kewney estava ainda à espera na recepção. "Foi tudo um mal-entendido. Temos muito cuidado com os nossos procedimentos e vamos tomar todas as medidas para garantir que isto não volta a acontecer", disse uma porta-voz da BBC.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 07:58 PM | Comentários (0)

GREVE NO 'JN'

Os jornalistas do "Jornal de Notícias" (JN) agendaram para quinta-feira uma greve de três horas, depois de a administração "ter imposto" um aumento salarial de 2,3 por cento e de se recusar a qualquer negociação.

Em comunicado emitido hoje pelo Sindicato dos Jornalistas (SJ), a estrutura explica que a paralisação ocorrerá entre as 15h00 e as 18h00, período durante o qual os jornalistas se deverão concentrar na sede do jornal, no Porto, e no edifício do "Diário de Notícias", onde funciona a redacção em Lisboa.

O pré-aviso apresentado pelo SJ abrange igualmente as várias filiais do jornal, que integra actualmente cerca de 140 jornalistas, esclarece o texto. De acordo com o sindicato, estas formas de luta ficaram decididas no plenário de trabalhadores realizado a 13 de Abril e "são uma resposta dos jornalistas do JN à intransigência da empresa Global Notícias Publicações, cuja administração persiste nas posições que marcam o diferendo com os jornalistas e a sua organização representativa".

Entre as posições tomadas pela actual administração do JN, a direcção do SJ destaca "a imposição" de um aumento salarial "claramente insuficiente" de 2,3 por cento e a recusa de qualquer negociação para rever este valor; o não pagamento de uma remuneração instituída no JN há mais de 12 anos, "sem que tenham sido dadas explicações cabais para o facto"; e a proibição da realização de plenários na redacção.

No documento distribuído pelo SJ, a estrutura sindical reafirma a sua "permanente vontade de diálogo" e exorta a administração a alterar as suas posições e a "encetar o caminho da negociação que permita repor a tranquilidade interna e a negociação".

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 07:55 PM | Comentários (0)

O FIM DA IDADE DA INOCÊNCIA

Artigo de opinião de José Medeiros Ferreira, no Diário de Notícias, sobre o livro de Manuel Maria Carrilho. Transcreve-se, com a devida vénia.

O lançamento do livro de Manuel Maria Carrilho Sob o Signo da Verdade marca sem dúvida a actualidade política. E marca a actualidade política porque coloca, para além dos episódios e das interpretações particulares, a questão mais geral das relações obrigatórias entre políticos e jornalistas em regime democrático e de liberdades públicas. A maior ou menor qualidade desses regimes afere-se, em parte, pela transparência dessa relação. O livro de Carrilho é por si só o testemunho de que entre nós há um hiato entre o que os protagonistas políticos querem transmitir e o que chega ao grande público através dos principais meios de comunicação social.

Repito: o testemunho é bem-vindo para além da maior ou menor justiça de apreciações feitas por Carrilho e da própria subjectividade envolvente. É bem-vindo pelos problemas que coloca e pela coragem pessoal que revela, pois afrontar a comunicação social e seus agentes, mesmo que circunstancialmente, é expor-se a uma bateria de represálias que qualquer político, cioso da sua carreira e da sua reputação, evita por regra. Muitos ficam à espera de serem compensados mais tarde pelo jogo volúvel das modas opinativas, ou ficam cativados pelos favores do gosto jornalístico no passado. E, de facto, quantos ídolos da praça pública foram exaltados pela comunicação social e depois se revelaram efémeros, fracos, ou sem qualquer substância?

Que me lembre, e para além do que se possa ensinar nas universidades, apenas um jornalista ousou analisar alguns casos de pura reacção corporativa dos jornalistas perante um ataque à comunicação social por parte de um político.

Foi Oscar Mascarenhas, e um dos casos analisados foi a minha denúncia, em Julho de 1975, do tratamento que era dado aos trabalhos da Assembleia Constituinte nos jornais O Século e Diário de Notícias.

Por essa ocasião, um reputado homem dos jornais como era Francisco Mata chegou a escrever n'O Século que eu podia ter assinado a minha certidão de morte política com aquela intervenção, pois bastaria aos jornalistas colocar por norma o meu nome na rubrica dos "entre outros" para eu desaparecer da cidade. Ao olhar para a reacção de alguns colegas na altura percebi que eles já me rodeavam como num velório…

Por isso também fiz questão de corresponder ao convite para estar presente no Salão Nobre do D. Maria II no lançamento do livro de Manuel Maria Carrilho, e até essa presença de figuras políticas foi já alvo de leituras enviesadas, como se isso fosse passível de condicionamento! O quarto poder é um poder bem real e capaz de retaliar nos pequenos detalhes.

Talvez não interesse saber ao certo como chegámos até aqui. Foi uma evolução que partiu das gazetas ideológicas ou apenas partidárias para os órgãos de grandes custos fixos como uma certa imprensa, rádios e televisões, onde impera soberano o "critério jornalístico" que Carrilho aprisionou na designação de "Conselho de Redacção Único" e que leva à harmonização ou à uniformização da opinião pública.

Também Mário Soares na sua última campanha presidencial denunciou alguns dos vícios instalados no funcionamento do quarto poder em Portugal, embora tivesse apontado mais para os aspectos empresariais do que para os aspectos jornalísticos. Tomei então essas críticas, e escrevi-o, como o resultado de uma previsão sobre um problema futuro na qualidade do regime democrático. A comunicação social e os jornalistas ocupam nos nossos dias o espaço de influência sobre a opinião outrora exercida pela Igreja e seus sacerdotes. Por isso a nossa sociedade é uma sociedade de comunicação sem réplica assegurada. As tiranias começam assim.

Depois de se ler o livro de Carrilho é impossível continuar a ignorar, por exemplo, a existência e o papel das chamadas "agências de comunicação", um bom tema para a recém-empossada entidade reguladora da comunicação social iniciar as suas ansiadas actividades.

Até aqui falava-se vagamente dessas "agências de comunicação"que ganhariam umas ou outras eleições, estabelecendo-se um ranking entre elas que seleccionaria duas ou três num sistema cartelizado. Por isso me interpela aquele conceito do livro de Carrilho de redacção única na comunicação social que uniformizaria a opinião pública.

Mas será que é composta por jornalistas? Ou ter-se-á de procurar os manipuladores da boa e da má moeda noutro lado?

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 12:05 PM | Comentários (0)

RÁDIO PORTUGAL

A Rádio Portugal só estará em funcionamento até ao fim do Campeonto do Mundo de Futebol. A estação desportiva da Media Capital emitirá apenas durante o Europeu de Sub-21, a realizar em Portugal, e o Mundial da Alemanha, seguindo os mesmos moldes da emissora especialmente criada para a cobertura das eleições presidenciais.

Há, no entanto, uma diferença relativamente à anterior experiência da Media Capital: além da emissão ‘on-line’, a Rádio Portugal estará também disponível em onda-média, numa frequência nacional. A grelha de programação estará essencialmente focada na informação e só os jogos envolvendo as selecções portuguesas serão objecto de relato em directo.

A Rádio Portugal funcionará mediante um protocolo com o Mais Futebol, jornal de informação desportiva ‘on-line’, pelo que a acreditação para o Mundial 2006 está já assegurada. A política de sinergias no interior da Media Capital conduzirá a que todo o trabalho desenvolvido pela estação seja aproveitada por outras rádios do grupo.

A apresentação oficial da Rádio Portugal terá lugar hoje, pelas 11h00, no Museu da Água, em Lisboa, e contará com a presença de Gilberto Madaíl, presidente da Federação Portuguesa de Futebol.

EXEMPLO ESPANHOL

Em Espanha, desde Fevereiro de 2001 que existe uma rádio totalmente dedicada ao desporto: a Radio Marca. O próprio lema da estação é “La Radio del Deporte”, em português, a rádio do desporto.

A estação está disponível na internet, mediante a tecnologia ‘Digital Audio Broadcasting’ (emissão audio digital), e nas ondas hertzianas, através de dezenas de frequências regionais. Entre os vários locutores, o destaque vai para Pau Gasol, conceituado basquetebolista espanhol - actua na NBA -, que apresenta um programa semanal.

Também se chegou a pensar que a Rádio Portugal pudesse funcionar para o lançamento de uma emissora idêntica à Cadena SER, estação espanhola detida pelo grupo PRISA, accionista maioritário da Media Capital. Caracterizada como uma estação informativa, a grelha da Cadena SER apresenta uma forte presença desportiva, sendo líder de audiências no contexto radiofónico espanhol.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 11:53 AM | Comentários (0)

PROCEDIMENTO CONTRA O CORREIO DA MANHÃ

O Conselho Regulador da ERC anunciou ontem ter aberto um procedimento para analisar a manchete do Correio da Manhã de 11 de Maio-Imigrantes enchem as prisões". De acordo com o regulador, "a mesma pode revelar-se em desconformidade com as alíneas a) e e) do artigo 14º do Estatuto do Jornalista".

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 11:50 AM | Comentários (0)

'NO PASA NADA'

A ERC "não comenta" a polémica levantada pelo livro de Manuel Maria Carrilho, Sob o Signo da Verdade, a propósito dos jornalistas. Já o Conselho Deontológico dos Jornalistas só analisará as acusações tecidas aos jornalistas pelo deputado do PS e por Emídio Rangel (que apresentou a obra na passada sexta-feira), na habitual reunião de quarta-feira.

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 11:49 AM | Comentários (0)

LICENÇAS EM JUNHO

No "final de Junho", a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) deverá apresentar a sua decisão sobre a renovação das licenças de televisão da SIC e TVI - que estão válidas até 22 de Fevereiro de 2007.

A garantia foi dada ao DN pelo vice-presidente da ERC, Elísio Cabral de Oliveira, segundo o qual o regulador vai pronunciar-se "dentro dos prazos" cujo limite se situa na "segunda metade de Junho", referiu. De acordo com Cabral de Oliveira, "estão a decorrer os procedimentos".

Com a passagem da Alta Autoridade para a Comunicação Social para a ERC todos os processos por concluir transitaram para o novo regulador dos media, com os prazos a serem suspensos 60 dias.

Em Fevereiro, o presidente da extinta AACS, Armando Torres Paulo, disse ao DN que o relator do processo o deixou "concluído", pronto a ser apreciado pela ERC.

A SIC pediu a renovação da licença a 31 de Maio de 2005, a TVI um mês depois. Devido à demora do processo, a estação de Carnaxide avançou depois com um processo judicial contra a AACS pedindo a renovação tácita da licença - facto que a TVI diz já ter dado como consumado.

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 11:23 AM | Comentários (0)

maio 15, 2006

O DEFINHAR DOS MEDIA: PARCIALIDADE E FALTA DE RIGOR PROFISSIONAL

Desde sempre conotados como um quarto poder na nossa sociedade (para além do executivo, legislativo e judicial – que se regulam, vigiam e contrabalançam num estado de direito democrático), os meios de comunicação social têm vindo a perder essa equiparação ao longo dos últimos anos. Quer cedendo aos interesses económicos aos quais passaram a pertencer (a sua compra por poderosos grupos económicos, com ramificações noutras áreas que não o campo dos media), quer subjugando-se ao poder político e militar, têm sido dadas verdadeiras “machadas” no sonho de um jornalismo completamente livre, imparcial e de verdadeira investigação, que alertava o grande público para uma verdade que para muitos escapava e que apenas era sabido nos grandes círculos de poder.

A primeira Guerra do Golfo, a Guerra na ex-Jugoslávia, assim como a guerra que levou à invasão do Iraque, são exemplos de até que ponto a livre e verdadeira informação foi amordaçada, restringida e pior do que tudo, manipulada pelos detentores do poder em seu próprio proveito. Mas, o que se pode considerar mais absurdo e ultrajante, no meio de todo este cenário, é que tudo é feito com uma quase total conivência da parte de muitos dos media. Poderemos dizer que o jornalismo de causas perdeu a favor do jornalismo de interesses? Que deixou de servir os interesses do grande público (alertando-o para a realidade), para servir os interesses dos centros de poder? Certamente que ainda não, mas se algo não for feito para aí caminhará, com sérios riscos de resvalar a verdade para a obscuridade.

Em 1991, com a primeira Guerra do Golfo, assistimos a uma verdadeira censura de campo. Toda a informação produzida na zona de guerra era controlada pelas forças militares. A informação tinha origem nas comunicações militares da força multinacional enviada para libertar o Koweit, e todos os jornalistas enviados para cobrir o conflito estavam dependentes dessa mesma fonte. Basicamente, quase toda informação que era difundida para a opinião pública pelos media provinha da “força multinacional de libertação” (com principal destaque para os EUA), pelo que os media acabavam por fazer o “jogo” que interessava ao Pentágono e seus aliados, transmitindo apenas aquilo que a estes poderia ser útil e relegando para a obscuridade qualquer outro género de informação menos favorável aos seus interesses estratégicos.

A guerra na ex-Jugoslávia, foi o ponto em que o jornalismo e os media, caíram do altar da imparcialidade e do rigor profissional no qual durante muito tempo estiveram. A forma maniqueísta e simplista como abordaram o conflito – de um lado os “bons” (comunidade internacional, NATO, croatas, eslovenos, bósnios, kosovares, etc) e do outro os “maus” (os sérvios, encarnados na figura “diabólica” de Slobodan Milosevic) –, foi um péssimo serviço prestado ao jornalismo. Porventura o pior dos últimos tempos, retirando-lhe muita credibilidade junto de um segmento mais e melhor informado do grande público.

Na Guerra do Iraque, vimos como toda uma manipulação de dados feita pela administração norte-americana e governo britânico, para levar a opinião pública a aceitar a invasão do Iraque, obteve o apoio incondicional de muitos media. Neste período a imparcialidade e o rigor jornalístico foram metidos dentro de uma gaveta e esquecidos. Quando se descobriu a verdade sobre as pretensas armas de destruição maciça que o regime iraquiano possuía (e que afinal não existiam), o mal já estava feito e nem os pedidos de desculpa por parte de alguns órgãos de comunicação social serviram para tirar a sensação de que o jornalismo estava já ao serviço de outros interesses que não a do grande público.

É também nesta guerra que surge o pouco credível jornalismo “embedded” em que os jornalistas de guerra são incorporados nas unidades militares. Estes convivem com os militares em que estão incorporados, acompanham as suas acções militares e até vestem os mesmos uniformes, tal e qual como se fossem soldados. Contudo, o seu campo de acção é limitado, já que devem respeitar as ordens militares que lhes são dadas, não têm acesso a toda a informação que os circunda e não podem expor à opinião pública toda a informação que eventualmente possuam. Desta forma, para além de verem o exercício da sua profissão manietada, só expõem o ponto de vista da parte beligerante que acompanham. É como se a guerra tivesse uma só voz e razão, a da parte que acompanham.

Urge então reflectir sobre até que ponto as fronteiras da parcialidade e imparcialidade foram transpostas pelos media e até que ponto a sua credibilidade começa a definhar perante a opinião pública. Sendo necessários como um quarto poder, é imperativo que estejam, então, desligados das influências dos outros demais poderes, de forma a salientar a sua independência e a dar voz aos que não têm, já que nos últimos tempos parece só tem tido voz quem realmente a controla.


João Pedro Lobato

Publicado por estaccs às 11:29 PM | Comentários (2)

ONDE FOI PARAR O NOSSO ESPÍRITO CRÍTICO?

A Jornalista Helen Thomas espanta-se com a falta de profissionalismo e com o servilismo demonstrado pelos melhores jornais diários americanos, relativamente à Casa Branca, na cobertura da Guerra do Iraque.

De todas as tendências lamentáveis que observo na imprensa dos EUA – viragem à direita das televisões, descida das tiragens dos jornais, prisão de jornalistas, constante manipulação informativa –, nada é mais perturbador do que o servilismo da imprensa no período que antecedeu a invasão do Iraque. Os jornalistas engoliram, sem fazer perguntas, tudo o que o Pentágono e a Casa Branca inventaram.

Jornalistas e directores gostam de pensar em si como cães de guarda do bem público. Nos últimos anos, porém, nem uns nem outros, cada vez mais dependentes dos grandes grupos económicos, estiveram à altura. Como analisa Ted Stannard, académico e ex-correspondente da Agência United Press International, “quando os cães de guarda, cães de caça e cães de fila se tornam cãezinhos de colo, cães preguiçosos e cães cobardes, o país vais mal”.

A cumplicidade ingénua da imprensa com o governo nunca foi mais acentuada do que no prelúdio das invasões do Afeganistão e do Iraque: os media tornaram-se câmara de eco da Casa Branca. Recordemos a conferência de imprensa de 6 de Março de 2003, na qual George W. Bush deixou claro que os EUA iam entrar em guerra: uma jornalista não achou nada melhor do que perguntar ao Presidente “born again” [cristão “renascido”] se rezava por causa da guerra. O tom estava dado.

Dois dos mais prestigiados jornais do país, “The New York Times” e “The Washington Post”, já faziam campanha a favor da guerra para destituir o ditador Saddam Hussein. Quase não questionaram as provas falsas sobre armas de destruição maciça e a dúbia argumentação da Casa Branca que viria a revelar-se cara em termos de vidas humanas, para não falar do que custou às finanças públicas. “The Washington Post” era mais aguerrido do que “The New York Times”, exortando, nos seus editoriais, à ofensiva contra Saddam, mas ambos faziam o jogo da Administração.

Desculpas balbuciadas

Quando Colin Powell fez a sua exposição “sensacional” de 90 minutos perante a ONU sobre o arsenal químico mortífero de Saddam, “The New York Times” declarou que o secretário de estado deixara “poucas dúvidas de que Hussein se esforçara por dissimular” provas irrefutáveis de armas de destruição maciça. Ouviram a Administração Bush pedir desculpa, depois de duas equipas americanas de inspecção de armamento chefiadas pelos especialistas David Kay e Charles Duelfer, terem regressado de mãos vazias do Iraque? Claro que não. A Administração limitou-se a mudar várias vezes de argumentação. Os media também não disseram muito sobre as investigações infrutíferas. Vários jornais deram à história honras de primeira página, mas só no próprio dia- Quanto a Powell, só perdeu a sua aura. E os jornais relegaram discretamente a sua retracção para as últimas páginas.

O que me preocupa é o porquê de tal credulidade dos media. Pensariam que ia ser assim tão fácil, que a invasão de um país do Terceiro Mundo por uma superpotência era uma brincadeira de crianças? Porque se absteve toda a imprensa de Washington do tradicional espírito crítico? Porque se transformaram os jornalistas em chefes de claque da Administração mentirosa? Será que nenhum deles quis desmarcar-se do jornalismo de rebanho de Washington?

Robert Koehler, editor-chefe da agência Tribune Media Services, resumiu bem a situação, a 20 de Agosto de 2003, no “San Francisco Chronicle”: “Os grandes líderes da nossa imprensa, ‘The New York Times’ e ‘The Washington Post’, fizeram o seu exame de consciência sobre a cobertura enganadora do período anterior à guerra e balbuciaram verdadeiros mea culpa reaganianos: ‘Foram cometidos erros’.” Mas nem todas as culpas podem ser atribuídas à imprensa. A correspondente de guerra da CNN, Christianne Amanpour, criticou a sua estação por não ter feito perguntas suficientes sobre as armas de destruição maciça atribuindo o facto à corrida às audiências com a Fox, que tem contactos privilegiados na Administração.

Apesar das desculpas apresentadas pela imprensa, os jornais voltaram a perder a bola, ignorando durante dias uma investigação esmagadora do londrino “The Times”, de 1 de Maio de 2005, que revelava o chamado “memorando de Downing Street”, acta de uma reunião secreta entre o primeiro-ministro britânico e os seus principais conselheiros sobre a invasão do Iraque, Richard Dearlove, ex-director dos serviços de informação britânicos, disse a Blair que Bush “queria depor Saddam através de uma acção militar, justificada com uma combinação de terrorismo e armas de destruição maciça, e que as informações e os factos seriam ordenados à volta dessa política”. O memorando teve o efeito de uma bomba nos blogues, mas a imprensa tradicional ignorou-o até se tornar demasiado embaraçoso. “The Washington Post” minimizou o seu conteúdo, a pretexto de que não trazia nada de novo, e remeteu os leitores para artigos sobre os preparativos da guerra, publicados meses antes, enquanto o editorialista do “Los Angeles Times”, Michael Kinsley, proclamava que a acta não continha provas irrefutáveis. “The New York Times” referiu o memorando dias antes das eleições britânicas, mas só no décimo parágrafo do seu artigo.

Watergate revisitado

Tudo isto faz lembrar os dias que se seguiram à revelação do escândalo de Watergate. Os correspondentes junto da Casa Branca descobriram que tinham andado a dormir. Não que todo o trabalho de investigação pudesse ter sido feito por estes jornalistas, que viajam para todo o lado com o Presidente e não têm tempo para desenterrar factos. Olhando para trás, todavia, compreenderam que tinham deixado passar vários indícios de escândalo e decidiram tornar-se mais cépticos relativamente às informações servidas nos briefings diários. E assim fizeram. A sala de imprensa da Casa Branca tornou-se o antro do leão.

Depois de a Casa Branca ter perdido a credibilidade, os correspondentes em Washington também começaram a sair da letargia. No entanto, foram demasiado tímidos para contradizer os funcionários da Administração, que tentavam mostrar boa cara numa má situação. Recordo uma troca de palavras com o porta-voz da Casa Branca, Scott McClellan, em Maio de 2005, e que ilustra o que quero dizer ao falar de cepticismo jornalístico durante Watergate: Eu “Esta semana, o senhor declarou que os EUA estão no Afeganistão e no Iraque a convite. Quer corrigir essa distorção incrível da história americana?”. McClellan: “Não. Nós estamos… é onde estamos neste momento”. Eu: “Tendo em conta a sua credibilidade, já bastante manchada, como pode dizer tal coisa?”. McClellan: “Helen, penso que toda a gente nesta sala sabe a que se refere essa afirmação fora de contexto. Há governos democraticamente eleitos no Iraque e no Afeganistão e estamos lá a convite deles. São governos soberanos, mas nós estamos lá”. Eu: “Se nos tivessem pedido para nos retirarmos, teríamos partido?”. McClellan: “Não, Helen, falo do presente. Estamos lá a convite deles. São governos soberanos”. Eu: “Eu também estou a falar do presente”. McClellan: “Estamos a fazer todos os possíveis para treinar e equipar as suas forças de segurança, para estas poderem garantir a segurança dos seus países, à medida que estes avançam para um futuro livre e democrático”. Eu: “Invadimos esses países?”. Nesse momento Scott McClellan deu a palavra a outro jornalista.

Em dias como esse, lamento que o grande Sam Donaldson, da ABC, já não esteja lá para apoiar as minhas perguntas. Apercebi-me de que os velhos profissionais, os jornalistas que conheci no passado, muitos deles em funções durante a II Guerra Mundial e, mais tarde, durante a Guerra do Vietname, jornalistas que tinham perspectiva histórica sobre os enganos e disparates do governo, já cá não estão. Acredito sinceramente, que se tivesse posto a tónica nas falhas das políticas de guerra da Administração Bush, os jornalistas teriam poupado o país à dor e à perda de vidas americanas e iraquianas. Já é mais que tempo de os jornalistas esquecerem a linha do partido, fazerem perguntas difíceis e deixarem que os cacos caiam onde tiverem de cair.

Helen Thomas*

* Jornalista do grupo Hearst, é a mais antiga correspondente na Casa Branca. Este artigo é uma adaptação do seu próximo livro “Watchdogs of the democracy? The Waning Washington press corps and how it has failed the public”. [Cães-de-guarda da democracia? A vacilante imprensa de Washington e como falhou ao público]


Fonte: Courrier Internacional, Nº 57 – 5 a 11 de Maio de 2005

João Pedro Lobato

Publicado por estaccs às 11:23 PM | Comentários (1)

MORREU JAMES KEOGH, ASSISTENTE DE NIXON E ANTIGO CHEFE DE REDACÇÃO DA “TIME”

Antigo chefe de redacção da revista “Time”, James Keogh desempenhou cargos de comunicação, na Administração de Richard Nixon, durante os anos conturbados do escândalo Watergate, chegando a ser o principal redactor de discursos.

Foi também director da U.S. Information Agency, que promovia os interesses norte-americanos no estrangeiro. Foi através desta agência que procurou explicar ao resto do mundo o “escândalo Watergate” e as causas da demissão de Nixon”

Morreu na passada Quarta-Feira aos 89 anos.

Versão na íntegra (em inglês)

FORMER TIME EDITOR, NIXON AIDE KEOGH DIES

James Keogh, a former executive editor of Time magazine who served in communication roles through the troubled years of the Nixon administration, has died. He was 89.

He died Wednesday of respiratory failure, his granddaughter, Sara Crouse, said Sunday.

Keogh, who lived in Greenwich, joined the Nixon administration in 1969 as a special assistant to the president and became head speechwriter about a year later. He also was director of the U.S. Information Agency, which advocates U.S. interests abroad.

Keogh used the information agency's ''Voice of America'' broadcasts to explain the Watergate scandal and Nixon's resignation, The New York Times reported Sunday.

''In explaining what is happening in this country as a result of the Watergate affair, we try to make the point to our overseas audiences that what they are seeing and hearing is this free and open society working out a problem,'' he said in a speech in 1973.

Keogh began his journalism career in 1938 at the Omaha World-Herald. He was national affairs reporter at Time magazine in 1951 and eventually rose to executive editor. He was credited with design changes to the cover that continue to the present.

Before retiring in 1986, Keogh was executive director of the Business Roundtable, an association of chief executives, for 10 years.
He wrote two books about Nixon, ''This is Nixon'' and ''President Nixon and the Press.''

Born in Nebraska in 1916, he earned a bachelor's degree from Creighton University in Omaha.


Fonte: New York Times – sítio online
João Pedro Lobato

Publicado por estaccs às 11:18 PM | Comentários (0)

GRUPO MEXICANO PROCURA COMPRAR TRANSMISSORA NORTE-AMERICANA

A “Grupo Televisa”, companhia mexicana de comunicação social, anunciou na Sexta-Feira passada que pretende comprar a transmissora em língua espanhola, “Univision”, sediada em Los Angeles, EUA. O grupo mexicano avança com a proposta em parceria com outras cinco empresas de investimento privado, incluindo uma possuída por Bill Gates, dono da Microsoft.

A “Univision”, é a companhia de comunicação social líder, nos EUA, na exploração do crescente mercado hispânico. Enquanto que a “Televisa” é a maior companhia de comunicação social em língua espanhola, a nível mundial, fornecendo a maior parte dos programas em prime-time da “Univision”

No entanto, os regulamentos norte-americanos limitam a posse de uma transmissora nacional, por uma entidade estrangeira, até 25 por cento. Pelo que nos próximos dois meses a “Televisa” e os seus parceiros de compra terão que chegar a um acordo quanto à melhor forma de comprar a “Univision”.

Versão na íntegra (em inglês)

TELEVISA TO ENTER BIDDING FOR THE SPANISH-LANGUAGE BROADCASTER UNIVISION

The Mexican media company Grupo Televisa said on Friday that it planned to bid for the Spanish-language broadcaster Univision along with five private investment firms, including one owned by the chairman of Microsoft, Bill Gates.

Univision, which is based in Los Angeles, is the leading media company in the United States aimed at the fast-growing Hispanic market. It put itself up for auction in February.

Televisa, the world's largest Spanish-language media company, provides most of the network's prime-time programming.

Although Televisa already owns 10.9 percent of Univision, the company's chairman, Emilio Azcárraga Jean, has been outspoken about his desire to own more.

But United States regulations limit foreign ownership of a broadcaster to 25 percent. Venevision, controlled by the Venezuelan billionaire Gustavo A. Cisneros, owns 13.3 percent of Univision.

Along with Televisa and Mr. Gates's firm, Cascade Investment, the groups doing the bidding are Bain Capital Partners, Blackstone Management Associates, Carlyle Investment Management and Kohlberg Kravis Roberts, Televisa said.

If Televisa seeks to increase its share in Univision to 25 percent, the bidders will have to find some way to work out how to buy or convert Mr. Cisneros's stake because total ownership can be no more than 25 percent, said one person close to the negotiations.

Negotiations are likely to take a couple of months. Many analysts expect that Univision is worth about $40 a share, or about $13.5 billion. But if another bidder enters the fray, the price could spike.
Still, Televisa is seen as crucial to any purchase of Univision.

The Televisa-led group has emerged as a bidder for Univision after reports in March that a consortium that included Providence Equity Partners and Madison Dearborn Partners was considered a possible buyer.

Univision is owned by A. Jerrold Perenchio, 75, who bought the company with Mr. Azcárraga's father and Mr. Cisneros in 1992.
The relationship between Mr. Perenchio and the younger Mr. Azcárraga, 38, has become fractured in the last year. Televisa has accused Univision of violating the company's programming agreement and Univision has countersued.

Univision shares closed up 30 cents yesterday, at $35.92. Shares were trading slightly above $30 in February, when news of a possible sale was first reported.

Fonte: New York Times – sítio online
João Pedro Lobato

Publicado por estaccs às 11:13 PM | Comentários (0)

“TIME WARNER” ASSUME CONTROLO DA “COURT TV”

A “Time Warner”, maior companhia de comunicação social do mundo, comprou, Sexta-Feira, o resto da “Courtroom Television Netwoork” (Court TV) por 735 milhões de dólares à “Liberty Media Corporation”. Desta forma, o canal por cabo – que filma e televisiona sessões de julgamentos em tribunais – passará a pertencer a redes de televisão que possuem canais como a CNN e a HBO.

Nos planos futuros da “Time Warner”, para a Court TV, existe a intenção de coordenar a cobertura que faz dos julgamentos com as notícias apresentadas pela CNN.

Versão na íntegra (em inglês)

TIME WARNER TAKES FULL CONTROL OVER COURT TV

Time Warner, the world's largest media company, bought the rest of Court TV yesterday for $735 million from the Liberty Media Corporation to add the cable television channel to networks that include CNN and HBO.

Time Warner acquired Liberty's 50 percent holding in the Courtroom Television Network, Time Warner said in a statement. Time Warner, which is based in New York, said in a conference call that it was still in talks to sell the Atlanta Braves baseball team.

Court TV will become part of Time Warner's Turner Broadcasting division and bring an "established brand" to the company's collection of cable TV channels, Time Warner said. The company plans to coordinate Court TV's trial coverage with news on CNN.

"We have complementary assets that can and will advance each other," Philip H. Kent, the Turner Broadcasting chief executive, said in a conference call.

Time Warner said this month that it was hopeful it would have something to announce in the "very near future" on the purchase of Court TV. The company also said it was discussing a possible exchange of Liberty's stake in the company for nonstrategic assets and cash.

Henry Schleiff, Court TV's chairman and chief executive, will step down and become the network's nonexecutive chairman for the next six months to help with the transition. Art Bell will stay on as president of the network.

Shares of Time Warner rose 19 cents, to $17.50. Shares of Liberty Media fell $2.49, to $79.48.

Fonte: New York Times – sítio online
João Pedro Lobato

Publicado por estaccs às 11:07 PM | Comentários (0)

PONTO DE PARTIDA

"Manuel Maria Carrilho voltou à ribalta. Jornais, rádios, televisões e blogs não pouparam esforços na avaliação do livro do ex-ministro da Cultura, que conta com a chancela da Dom Quixote.

Jornalistas, políticos, analistas e comentadores, alguns deles visados nas páginas do livro intitulado ‘Sob o signo da verdade’, não resistiram a escrutinar cada uma das palavras escritas pelo deputado do PS.

Com mais ou menos crispação, a maior parte dos comentadores foram unânimes em sublinhar o mau perder de Manuel Maria Carrilho, como se os perdedores estivessem condenados ao silêncio.

É uma avaliação defensiva e simplista que corresponde à táctica da avestruz. O livro de Manuel Maria Carrilho, apesar de ser mesquinho, tem o mérito de interpelar directamente os jornalistas.

Após ter perdido as eleições para a presidência da Câmara de Lisboa, Manuel Maria Carrilho dicidiu surfar a actual onda de ataque à liberdade de informação. Mas ao misturar as questões pessoais e a derrota eleitoral, em que não falta o acinte, o insulto e as imprecisões, o filósofo socialista acabou por falhar uma oportunidade de ouro para protagonizar um debate sobre a comunicação social.

Quem sempre usou e abusou da imprensa cor-de-rosa para ganhar popularidade deveria ter um pingo de vergonha antes de falar sobre a qualidade da cobertura noticiosa de uma campanha eleitoral.

Mesmo assim, Manuel Maria Carrilho tem legitimidade para o fazer. E ainda bem que o fez, pois revelou desassombro ao denunciar as relações perigosas entre as empresas de comunicação social, as agências de publicidade e comunicação e os jornalistas.

Os políticos que criticam os jornalistas são tão importantes para a democracia como os jornalistas que não se intimidam com o poder. No momento em que a crise atinge a generalidade dos sectores de actividade, é absurdo imaginar que a comunicação social é um paraíso à parte.

As quebras das vendas e das audiências não se devem única e exclusivamente à situação económica. O papel e a qualidade da informação exigem uma vigilância permanente e uma profunda reflexão."

Rui Costa Pinto, na Visaoonline

Publicado por estaccs às 11:33 AM | Comentários (0)

A LER (117)

Provedores em São paulo, por José Carlos Abrantes, no Diário de Notícias.

Publicado por estaccs às 10:41 AM | Comentários (0)

A DEVORAÇÃO DE CARRILHO

"De acordo com a comunicação social, a comunicação social está dividida em três grupos: os inimigos do Carrilho, os amigos do Carrilho e os que estão fora de jogo. É só um exemplo de como a cobertura mediática do lançamento do livro Sob o Signo da Verdade foi redutora e afunilou o acontecimento. Um número significativo de comentários sobre o assunto refere-se não ao livro e sim ao registo mediático do lançamento. Mas este tem por base o modo como Carrilho produziu esse acontecimento.

Foi assim, também, no dia do Dinis Maria: a mensagem mais forte que o candidato conscientemente introduziu no discurso foi o lead da história e acabou por ser a história toda. O vídeo que segundo Carrilho "nunca existiu" (por ser apenas uma parte de um vídeo) merecia e merece crítica. Os jornalistas não o leram como um acto isolado, mas como o prolongamento das aventuras do candidato no território da imprensa do coração.

Carrilho gosta de ser o dono da mensagem. No livro, fala do modo como "corrige" as entrevistas antes de publicadas. E diz que o conteúdo das peças que a SIC viesse a elaborar sobre o debate com Carmona, na SIC Notícias, deveria ter sido acordado com a sua candidatura. São exemplos de dois tipos de situações, normais para o então candidato, mas jornalisticamente erradas.

Quem anda à chuva molha-se - e se Carrilho tem todo o direito de criticar a opinião alheia, não faz sentido que tome apenas por boa a comunicação que reflecte o que ele pensa. Sendo absolutamente certo isto: só lendo o livro eu conheci qual era o ideário do candidato socialista para Lisboa. O jornalismo tornou-se politicamente cínico e outorga-se o direito a diminuir o concreto da política, o que é jornalisticamente inaceitável.

Carrilho prolonga a ilusão de ter ganho o debate com Carmona na SIC Notícias. Mas o aperto de mão negado foi sobretudo chocante por ter sido o prolongamento de um debate em que a postura do candidato socialista foi mais arrogante e agressiva do que dada ao esclarecimento de propostas.

Há mais para ler do que a questão dos jornalistas neste livro, cuja tese central é a de que um conluio entre lóbis da construção, uma agência de comunicação e jornalistas travaram a vitória de Carrilho. Convém lê-lo além do fait divers e do espectáculo mediático do lançamento, onde boa parte da elite socialista deu um aplauso mudo às teses do autor.

O lançamento mostrou como Carrilho continua a acreditar no espectáculo mediático que afinal o devorou. Em tempos de crise, o espectáculo como mensagem significa futilidade.

A política-espectáculo é mortal quando o bolso dos eleitores está vazio. O contexto é o dono da mensagem, Carrilho sabe-o sem dúvida muito bem."

Artigo de opinião de Miguel Gaspar, hoje publicado no Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 10:38 AM | Comentários (0)

SIC E TVI CONTESTAM MADEIRA

As administrações da SIC e a TVI constestaram a decisão da Assembleia da Madeira de pedir à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) que faça depender a renovação das licenças da SIC, TVI e 2: do fornecimento de sinal gratuito para a cobertura das regiões autónomas, avança o jornal Público na edição de segunda-feira.
A Assembleia da Madeira alega que as regiões têm sido alvo de «reiterada e grave discriminação negativa» devido à falta de distribuição dos canais generalistas e do segundo canal público.

Os dois canais proivados apenas estão disponíveis nas ilhas através do pagamento de pacotes da Cabo TV, mas as duas estações afirmam que não têm responsabilidades neste processo. O presidente da SIC, Francisco Pinto Balsemão, e o administrador da TVI, Bernardo Bairrão, defendem que estão a cumprir «escrupulosamente» os deveres da cobertura de um mínimo de 95% da população portuguesa que constam da licença e do alvará.

«A SIC cede gratuitamente o seu sinal para ser distribuído pela Cabo TV da Madeira», assegurou Balsemão, que acrescentou que «o eventual pagamento exigido aos subscritores da região é uma questão que, «obviamente, escapa» ao canal. Bernardo Bairrão diz que o sinal da TVI está acessível nas regiões autónomas através de satélite, apesar de isso não lhe ser exigido. A estação decidiu logo desde o início «suportar e fazer chegar as emissões às operadoras de cabo locais que o distribuem pelos assinantes, como canal de acesso não codificado».

O administrador do canal de Queluz garante que a TVI se comprometeu a não cobrar direitos «em troca da garantia de distribuição via satélite e cabo» pela distribuidora de TV por cabo na Madeira e nos Açores.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 10:29 AM | Comentários (0)

DIGITAL BRIDGE

Moradores de um bairro no leste de Londres estão a receber na própria televisão imagens da vizinhança captadas por câmaras de circuíto fechado. O projecto «Digital Bridge» pretende combater a criminalidade e o vandalismo que prolifera na região.
Através do sistema, os moradores podem ver se algo de estranho se passa no bairro e podem ligar para a polícia utilizando uma linha directa.

"Eu acho que muita gente vai pensar duas vezes antes de fazer algo se souber que está alguém dentro de casa a ver o que está a acontecer nas ruas", afirmou uma moradora do bairro, Jan Ashby.

Cerca de 700 pessoas do bairro Shoreditch já se inscreveram para receber o serviço, que transforma a televisão num pequeno computador com banda larga e capacidade para receber alertas da polícia na caso de incidentes.

James Morris, o presidente da Shoreditch Trust, uma entidade criada com fundos públicos, explicou que a ideia partiu dos próprios moradores.

Em resposta às críticas de alguns activistas dos direitos humanos quanto à violação de privacidade, Morris assegurou que essa preocupação não faz sentido, visto que as pessoas não têm controlo sobre as câmaras para, por exemplo, aproximar a imagem e identificar quem está a passar na rua.

«Quando os polícias recebem uma ligação, o acesso da imagem aos moradores é deslgado e a polícia passa a ter controlo sobre a câmara», explicou. Os organizadores pretendem alargar o projecto, de modo que no prazo de seis meses 60 mil pessoas tenham a possibilidade de utilizar o serviço.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 10:28 AM | Comentários (0)

JORNAL DE NEGÓCIOS COM NOVO VISUAL

O Jornal de Negócios apresenta-se esta segunda-feira com um visual «mais vivo e dinâmico e mais poderoso», segundo avança o próprio jornal.

Publicado por estaccs às 10:26 AM | Comentários (0)

MIGUEL PRATES SAI

O canal por cabo Sport TV tem, a partir de hoje, um novo chefe de redacção. A direcção da estação decidiu colocar no cargo o até agora editor executivo Luís Miguel Pereira, afastando desta forma Miguel Prates.

Segundo o CM apurou, o futuro próximo de Miguel Prates ainda não é conhecido. “Não temos isso definido e nem temos pressa”, revelou ao nosso jornal o director de Informação e Programação da Sport TV, Nuno Ferreira. “Não vou fazer mais comentários sobre isso, são questões internas da empresa”, acrescentou o responsável.

Contactado pelo CM, Miguel Prates não quis comentar a sua substituição. “Houve alguém que tomou essa decisão e está tomada”, disse apenas.

“É uma coisa natural, faz parte da evolução das pessoas e do sítio onde as pessoas trabalham”, afirmou ao nosso jornal Luís Miguel Pereira, que pretende dar continuidade ao trabalho de Miguel Prates, mas acrescentar-lhe algo. “A Sport TV é um canal muito particular e diferente de todos os outros, porque é o único de desporto e tem de responder em várias frentes completamente diversas, na informação, nas transmissões de jogos, nos magazines... A redacção tem que ser muito ecléctica e saber fazer um bocadinho de tudo e tudo bem e nesse sentido a ideia é prosseguir o trabalho que o Miguel fez, que foi bom, tentando agarrar novos desafios”, acrescentou o novo chefe de redacção.

Luís Miguel Pereira, de 36 anos, está na Sport TV há oito anos, tendo já passado pela rádio – Mais, Gest, Correio da Manhã e TSF – e pela RTP e SIC. O jornalista escreveu vários livros, destacando-se o ‘Bloco de Notas’ do ex-treinador do Sporting Laszlo Bölöni, a biografia de Jardel e uma obra pedagógica com Simão Sabrosa.

Entretanto, o CM sabe ainda que a Sport TV prepara-se para inaugurar um novo e melhorado estúdio, que deverá estar operacional para o Mundial de Futebol da Alemanha, que arranca a 9 de Junho.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 10:13 AM | Comentários (0)

E SE O PRESIDENTE DA RTP FOSSE ELEITO NO PARLAMENTO?

O Congresso espanhol aprovou a lei de reforma da RTVE, que transforma a televisão pública numa corporação estatal submetida às leis que regulam as sociedades anónimas. A principal mudança é que o máximo responsável da empresa será eleito pelo Parlamento e não pelo Governo, como até agora.

A aprovação desta lei é, segundo a imprensa espanhola, um dos mais ambiciosos compromissos do Governo de José Luís Zapatero em matéria de audiovisual.

Esta reforma visa essencialmente sanear as contas da rádio e televisão públicas, que enfrentam uma dívida de mais de 7.500 milhões de euros. O Governo aproveitou para libertar a RTVE das acusações de alinhamento com os governos, que a persegue há anos.

O novo Conselho de Administração da televisão e rádio públicas passará a integrar oito membros nomeados pelo Congresso, por maioria de dois terços, dois dos quais já terão sido escolhidos pelos sindicatos. Os quatro restantes serão nomeados pelo Senado, com idêntica maioria.

O mandato dos membros do Conselho de Administração será de seis anos, mas renovado a cada três e em grupos de seis membros de cada vez.
De entre os 12 elementos, e por maioria de dois terços, o Congresso elegerá um deles para presidente do Conselho de Administração.

Fonte: Diário Económico

Publicado por estaccs às 12:06 AM | Comentários (0)

'LIBERATION' TENTA SAIR DA CRISE

O diário françês “Libération” lançou ontem uma revista sobre a revolução digital, o primeiro de três novos suplementos para relançar o jornal, que atravessa uma crise profunda.

“Ecrans” (Ecrãs) será um caderno semanal de 48 páginas sobre novas tecnologias ligadas à televisão, internet, telecomunicações ou cinema. Em entrevista ao “Le Figaro” o director do “Libération”, Sege July, afirmou que o jornal tem de reduzir os prejuízos para metade em 2006 e chegar aos lucros em 2007, confiando nos novos suplementos para atingir esses objectivos. Para além da revista de fim de semana, o diário francês vai lançar nas próximas semanas um outro suplemento, a “R”, com textos sobre “reflexão, retrospectiva, sonho ou revolução”, segundo July. No Outono chega a revista “Styles”, dedicada ao lazer, aos “prazeres do indivíduo”. Nessa altura o jornal vai também receber uma remodelação gráfica para tornar o jornal “mais reactivo, mais selectivo e mais revista, mas respeitando sempre o seu ADN e sua paginação”, afirmou o director na entrevista ao “Figaro”.
Fundado por Serge July e Jean Paul Sartre em 1973, em Paris, o “Libération” é um dos principais diários franceses. No final de 2005, a crise financeira obrigou ao despedimento de 56 pessoas, tendo ocorrido várias greves na redacção. O jornal fechou o ano com uma circulação de 140 mil exemplares, longe dos 175 mil de 2001.

Fonte: Diário Económico

Publicado por estaccs às 12:05 AM | Comentários (0)

maio 14, 2006

UM LIVRO EXPLOSIVO

O livro que Manuel Maria Carrilho lançou no dia 10 é explosivo. O ex-candidato à presidência da Câmara de Lisboa diz ter sido vítima de um «complot» e acusa um vasto número de jornalistas de procedimentos pouco éticos. As respostas não demoraram — nas 24 horas seguintes, os comentários multiplicaram-se na imprensa, rádio e televisão.

Em síntese, o que se pode dizer, para já, é que quase todos falam sobre o livro, mas poucos dizem alguma coisa de concreto. Houve ou não uma campanha, concertada ou não, contra MM Carrilho? Há ou não jornalistas avençados e pagos pelas agências de comunicação? Mau seria que as questões levantadas em termos tão concretos pelo ex-ministro ficassem, uma vez mais, pelo caminho. Ou que o incómodo fosse arrumado com a submissão de Carrilho a consultas psiquiátricas, como — surpreendentemente — Luis Delgado e Ana Sá Lopes sugeriram, entre risadas, num programa do serviço público de radiodifusão.

Fonte: Clube de Jornalistas

Publicado por estaccs às 07:26 PM | Comentários (0)

SONAECOM DISTRIBUI ACÇÕES POR TRABALHADORES

A SonaeCom atribuiu mais de 550 mil acções da Sonae SGPS pelos trabalhadores da empresa, passando a Sonae SGPS a deter 6,671% do seu próprio capital social.

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresa liderada por Paulo Azevedo adianta que transferiu a 11 de Maio, «em transacção fora de bolsa e no âmbito dos planos de prémio de desempenho diferido da Sonaecom, 557.574 (quinhentas e cinquenta e sete mil, quinhentas e setenta e quatro) acções Sonae SGPS».

A Sonae SGPS passou a deter, directamente e através de suas participadas, 133.418.572 acções próprias representativas de 6,671% do seu capital social.


Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 07:19 PM | Comentários (0)

BAIDU DESAFIA WIKIPEDIA

O gigante da Internet chinês Baidu vai desafiar a Wikipedia com a criação de uma enciplopédia na rede à sua semelhança, assegurando que nos primeiros 20 dias de funcionamento conseguiu o registo de 300.000 utilizadores, segundo o diário Shanghai Daily.

A enciclopédia Baidu Baike conta já com mais de 100.000 entradas de busca, e prevê uma média de 5.000 novas entradas por dia. Segundo o jornal, é consultada uma vez em cada dois segundos.

O Baidu assegura que o seu novo serviço já ultrapassa em número de consultas a versão chinesa da própria Wikipedia.

Fonte: Diário digital

Publicado por estaccs às 07:18 PM | Comentários (0)

'PÚBLICO' ABRE BLOGUE

Sobre o caso Afinsa. É aqui.

Publicado por estaccs às 02:51 PM | Comentários (5)

BBC FAVORECEU LADO ISRAELITA

A cobertura jornalística da estação britânica BBC favoreceu o lado israelita em prejuízo do lado palestino. Pelo menos essa é a conclusão de um estudo destinado ao Conselho de Governadores da emissora pública do Reino Unido, a quem cabe vigiar a acção da empresa com missão de serviço público.

A morte de israelitas mereceu uma maior atenção do que a de palestinos, adianta o estudo divulgado pelo jornal diário "The Times".

Segundo revela, o resultado da pesquisa surpreendeu mesmo a direcção da Informação da BBC, mais habituada a receber acusações de que as suas notícias são sobretudo anti-Israel.

O documento, por seu lado, afirma que "apenas uma pequena percentagem de mortes palestinos foram referidas nos noticiários da BBC", enquanto "a morte de mais do que um israelita, por disparos, atentados palestinos variados, chegou a ser noticiado em programas nacionais".

Por outro lado, as informações sobre dificuldades sofridas no dia-a-dia por palestinos tiveram muito menos destaque e relevância das emissões, segundo foi considerado.

A estação pública britânica "não apresentou adequadamente a disparidade da experiência entre israelitas e palestinos, que reflecte o facto de que um lado está em controlo e o outro vive sob uma ocupação", foi analisado sobre a matéria.

O estudo que analisou o período entre Agosto de 2005 e Janeiro de 2006, durante o qual 98 palestinos e 23 israelitas morreram, segundo os dados tidos como oficias, foi dirigido por Quentin Thomas, presidente do Conselho para a Compreensão entre árabes e britânicos.

A correspondente da BBC no Médio Oriente, precisamente durante o período analisado, Orla Guerin, não ficou, porém, mal vista com este relatório. Ao que parece, a seu respeito o documento aponta imparcialidade nas suas reportagens.

Fonte: Jornal de Notícias

Publicado por estaccs às 01:08 PM | Comentários (0)

TELEVISÃO PARA BÉBÉS

Italia tendrá a partir del próximo junio un canal televisivo que transmitirá las 24 horas del día, sin publicidad, programación exclusivamente dirigida a los bebés de hasta 24 meses, informa el diario 'La Repubblica'.

Esta televisión, que ya existe en países como EEUU y Portugal, ofrecerá nanas, historias cuyos protagonistas serán muñecos de peluche, abecedarios animados, canciones, juegos didácticos e incluso lecciones de gimnasia.

Según 'La Repubblica', que no precisa el nombre del nuevo canal, los promotores del proyecto consideran que, ya que muchos pequeños pasan en cualquier caso muchas horas delante del televisor, "más vale que vean las cosas adecuadas".

La iniciativa ha sido recibida con reticencia por buena parte de los expertos infantiles, entre ellos el psiquiatra infantil Ernesto Caffo, que considera que "estos productos son puro entretenimiento, no hay nada de educativo a esa edad que pase por la televisión".

En unas declaraciones a 'La Repubblica', Caffo reconoce que los programas de la televisión para bebés "son muy repetitivos y tranquilizadores, estudiados para hacer estar tranquilo al niño".

"Pero todo se produce sin una relación personal. Y es en la mirada, en la sonrisa de los padres, al escuchar el tono de voz, cuando se forma la mente del niño", agrega.

En Estados Unidos se puso en marcha este mes el canal para bebés 'BabyFirst TV', con programación para niños de entre seis meses y tres años de edad, mientras que en Portugal una televisión similar ya emitía el año pasado para bebés de cero a tres años.

Fonte: El Mundo

Publicado por estaccs às 01:58 AM | Comentários (0)

A LER (116)

Vergonha, por Rui Costa Pinto, no Mais Actual.
A Filosofia Do entorpecimento, por João Lopes, no Diário de Notícias.
A Culpa É Do carrilho?, por Albano Matos, no Diário de Notícias.

Publicado por estaccs às 12:10 AM | Comentários (0)

14 DE MAIO DE 1991

É reprivatizado o Diário de Notícias. Os títulos são adquiridos por cerca de 42 milhões de euros pelo consórcio da Lusomundo.

Publicado por estaccs às 12:09 AM | Comentários (0)

maio 13, 2006

UM FACTO

RTP (estação concessionária do serviço público de radiotelevisão), TVI, estação privada, SIC, estação privada e SIC Notícias, estação privada, todas transmitiram em directo as cerimónias de Fátima.

Publicado por estaccs às 01:27 PM | Comentários (1)

"JÁ TOMOU O SEU CARRILHO HOJE?"

A opinião de masson, no Almocreve das Petas.

Publicado por estaccs às 01:22 PM | Comentários (0)

PARA ANÁLISE

A notícia do lançamento do livro de Manuel Maria Carrilho no sítio da SIC.

Publicado por estaccs às 01:20 PM | Comentários (0)

BOLA BRANCA

O programa «Bola Branca» da Rádio Renascença (RR) vai receber o prémio anual para a Rádio aribuído pelo CNID – Associação dos Jornalistas de Desporto. O galardão é entregue durante uma gala a realizar no novo Casino de Lisboa, no Parque das Nações, no próximo dia 15 de Maio. A cerimónia vai ser transmitida pela SIC.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 12:49 PM | Comentários (0)

A RÁDIO QUANDO NASCE É PARA TODOS

Uma rádio cujo o público alvo são os cães foi lançada na Tailândia. A DogRadioThailand.com emite via Internet e tem animadores que ladram e passam música.

De acordo com o proprietário, Anupan Boochuen, ouvir música tem um efeito benéfico no comportamento dos cães. «Reparo que os caes costumam respondes à música. Alguns abanam a cauda, outros estão deitados e levantam a cabeça», diz.

De acordo com a imprensa do país, Boochuen pretende contratar dez estudantes da sua escola para trabalhar como DJ na rádio. Para o proprietários, «uma das principais qualidades necessárias é ser capaz de ladrar bem, porque os nossos ouvintes são os cães. Os animadores podem ter que fazer sons diferentes, de ladrar a ganir, de acordo com a disposição transmitida pela música».

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 12:47 PM | Comentários (0)

PRÉMIOS MEIOS & PUBLICIDADE

O Público, a RTP, Expresso, AXN e José Eduardo Moniz foram alguns dos vencedores dos prémios atribuídos pelo jornal Meios e Publicidade na quinta-feira à noite no Centro de Congressos de Lisboa.

Na categoria de melhor diário generalista estavam nomeados os jornais Público, 24 Horas, Jornal de Notícias e Correio da Manhã, com o título da SonaeCom a vencer a categoria. Já A Bola, Jornal de Negócios e Público foram os escolhidos como os melhores para os sites de informação, sendo o vencedor mais uma vez o Público.

No que concerne aos semanários generalistas, foi o Expresso que arrecadou o prémio, enquanto a TSF foi nomeada a melhor rádio nacional e o Diário Económico foi considerado a melhor publicação económica e o Reccord o melhor jornal desportista.

A RTP foi eleita a melhor televisão generalista de 2005, a SIC Notícias a melhor estação do cabo e o AXN o melhor canal estrangeiro.

José Eduardo Moniz, o director geral da TVI, foi distinguido com a categoria de personalidade de Media do ano.

O Inimigo Público venceu pelo segundo ano consecutivo o prémio para melhor suplemento.

Os prémios Meios e Publicidade distinguem anualmente empresas e pessoas que se destacam na área dos media, marketing e publicidade. As nomeações são feitas pela direcção e redacção do jornal, cabendo aos assinantes eleger o melhor entre os nomeados.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 12:45 PM | Comentários (0)

A LER (115)

La Concentration Dans Les Media En France, OFM

Publicado por estaccs às 12:16 AM | Comentários (0)

maio 12, 2006

O INTERNAUTA EDITOR

O Público está a consultar os internautas sobre a fotografia a publicar na sua primeira página. Aqui.

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A PROPÓSITO...

O sítio da ERC continua neste estado.

Publicado por estaccs às 10:54 PM | Comentários (0)

APECOM DESAFIA CARRILHO E RANGEL

A associação das empresas de comunicação portuguesas desafiou hoje o deputado socialista Manuel Maria Carrilho e o ex-director da SIC Emídio Rangel a provar as acusações que fizeram às empresas do sector.

No livro "Sob o Signo da Verdade", sobre a campanha autárquica de 2005, Carrilho acusa o responsável da empresa de comunicação Cunha Vaz & Associados de lhe ter proposto a recolha de "fundos ilícitos" e a "compra de opinião".

Na apresentação da obra, na quinta-feira, Emídio Rangel, por seu lado, atacou as agências de comunicação e os jornalistas que alegadamente recebem delas avenças para "o serviço sujo, para silenciar e comprar estratégias comunicacionais, para fabricar heróis, construir imagens positivas ou para destruir a imagem de alguém".

Em comunicado divulgado hoje, a Associação das Empresas de Conselho em Comunicação e Relações Públicas (APECOM) lamenta as "graves acusações não fundamentadas" de Carrilho contra António Cunha Vaz e de Emídio Rangel, afirmando que põem em causa "a respeitabilidade de todo o sector, e desafia-os a "tornarem públicos" os "casos concretos" em que basearam as suas acusações.

Caso não o façam, terão apenas "lançado suspeições não fundamentadas sobre tudo e sobre todos", considera a APECOM, que acrescenta que as declarações de Carrilho e Rangel são "injuriosas e pouco sérias".

Os advogados da associação vão estudar as acusações de ambos, para moverem eventuais acções legais na "defesa da honra e do bom nome" do sector das empresas de comunicação.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 10:27 PM | Comentários (1)

O FIM DA IDADE DA INOCÊNCIA

"Fui assistir ao lançamento do livro de Manuel Maria Carrilho«Sob o Signo da Verdade» que coloca de chofre o problema ,muito mal resolvido, das relações entre os Média e as campanhas políticas.Até aqui falava-se vagamente dessas«agências de comunicação» que ganhavam e perdiam eleições ,num sistema alternativo próprio dos duopólios.O ranking das principais agências deve estar muito próximo umas das outras pelo que quem não trabalha com uma pode procurar os serviços da outra.Bem sei que os principais escritórios de advogados também apresentam sociedades competentes para tratarem com qualquer governo dos que alternam.E que possivelmente cada grupo económico tem gestores para dois ou três gostos partidários.Por isso me seduz aquele conceito de M M Carrilho de uma «redacção única» que harmonizaria a opinião pública.Mas será que é composta de jornalistas?Ou temos de procurar os manipuladores de moeda noutro lado?Com este livro acabou a idade da inocência do quarto poder instalado".

José Medeiros Ferreira, no Bichos Carpinteiros

Publicado por estaccs às 10:24 PM | Comentários (0)

CARRILHO TRAMOU CARRILHO

"Não li o livro de Manuel Maria Carrilho nem tão-pouco espero que a gestão que faço do tempo o permita. Dar milho aos pardais, por exemplo, torna-se uma actividade de intensa utilidade e um grande desafio, quando comparada com a leitura de um relato sobre uma campanha autárquica, exarada pela presunção incomensurável de um ser humano que vê os restantes de cima.

Ainda assim, não consegui derrotar a minha curiosidade sobre o tema. Vi reportagens e ouvi relatos. O que Carrilho diz no livro, podia ter dito numa entrevista. Ao Mário Crespo, por exemplo. Mas não, Carrilho sabe que a história vende.

Fora o argumento de Carrilho não aceitar a derrota, que vi debatido até à exaustão e com o qual absolutamente concordo, intriga-me a falta de pejo em relatar conversas pessoais e confidências. Um acto tão cobarde como deixar pendurado o adversário político, Carmona Rodrigues, por birra de quem havia perdido um debate.

Todavia, concordo com Manuel Maria Carrilho num ponto. Sem dúvida que Carrilho tem inimigos que lhe querem estragar a imagem pública, difamando-o. O pior inimigo do Manuel Maria Carrilho é o político Manuel Maria Carrilho. Esse sim! O político Manuel Maria Carrilho revelou, durante a campanha, a inexistência de um projecto político alternativo para a cidade de Lisboa. Não foi a comunicação social que escolheu, como prioridades para Lisboa, a videovigilância, o táxi social para idosos ou um jardim em cada bairro.

A prestação de Carrilho foi tão má, no plano político, que explica o bom resultado dos candidatos apoiados por partidos mais pequenos. Nogueira Pinto ou Sá Fernandes, por exemplo, lutaram com muito menos dinheiro e com muito menos comunicação social. Seja como for, enquanto houver um Manuel Maria Carrilho a estragar a carreira política do Manuel Maria Carrilho, haverá um Manuel Maria Carrilho a lutar contra as injustiças infligidas ao Manuel Maria Carrilho".

JCS, no Lobi do Chá

Publicado por estaccs às 06:58 PM | Comentários (0)

A VÍTIMA

"O Manuel Maria é uma vítima. Mas isso já nós sabíamos.

O Manuel até se pode queixar de ter tido uma campanha difícil em que a sua imagem foi fortemente escrutinada pela comunicação social por oposição a um Carmona que parecia passar incólume a um mandato complicado a meias com Santana Lopes.

O Manuel provavelmente colocará questões importantes e talvez fundamentais sobre o jornalismo que se faz em Portugal, sobre o tráfico de influências e sobre o compadrio ou a invenção de factos políticos.
Mas ou o Manuel é um político e assume as suas responsabilidades na derrota ou então é um mau político que deve arrumar as botas e voltar à universidade.

Se porventura o Manuel foi perseguido, só o foi porque lhe saíram falhados os planos que tinha para se aproveitar dessa mesma comunicação social que agora crítica.

O Manuel queixa-se da maldade e crueldade dos comentadores, mas a má educação e a falta de argumentação, escondidas sob a capa da frontalidade, começam a revelar um carácter desinteressante, egocêntrico e sem um traço de autocrítica.

O ideal para um político de sucesso".

Jodé Raposo, em O Dolo Eventual

Publicado por estaccs às 06:22 PM | Comentários (0)

OS NOSSOS RICOS JORNALISTAS

"A primeira opinião que as notícias a propósito do livro de Manuel Maria Carrilho me despertaram foi a de que o bi-deputado (da câmara e do parlamento) tinha mau perder, e de certa forma é difícil de pensar de outra forma. Mas sucede que noutros contexto tenho as mesmas dúvidas a propósito de alguns dos acusados no seu livro. A única excepção será Miguel Sousa Tavares, ainda que não seja raro ouvi-lo fazer comentários sobre tudo e mais alguma coisa, independentemente dos seus conhecimentos sobre as matérias, enfim, os riscos de um comentador de serviço.

Quanto a Pacheco Pereira, Marcelo Rebelo de Sousa ou alguns dos jornalistas que Carrilho refere quase estou tentado a dar-lhe razão.

Por coincidência, o escândalo AFINSA estalou há dois dias em Espanha, e a confirmarem-se as notícias poderemos estar perante um caso muito semelhante ao da Dona Branca. Mas ao contrário do que sucedeu com a 'banqueira do povo', com a AFINSA os nossos insuspeitos jornalistas não se cansaram de tecer elogios à empresa estimulando os leitores a investir nos produtos desta empresa. Perguntem a qualquer empresário o que custa uma notícia positiva no Expresso e depois interroguem-se porque razão aquele jornal dedicou pelo menos três notícias simpáticas ao negócio dos selos.

E se considerar um meio que conheço relativamente bem constato que existem negócios estranhos entre gente menos honesta e jornalistas, os primeiros fornecem informação que aumenta a venda de jornais, e os segundo ajudam a campanhas noticiosas que visam derrubar dirigentes incómodos para grupos de interesses mais do que duvidosos.

Não aprecio especialmente Manuel Maria Carrilho, desiludiu-me nas autárquicas, e muito provavelmente não vou ler livro que escreveu. Mas espero que as suas reflexões sirvam para um debate sério sobre a forma como se comportam alguns dos nossos jornais, começando por aqueles que se arvoram de serem ma espécie de primeira liga da comunicação social, começando pelos do Dr. Balsemão".

O Jerico, em O Jumento

Publicado por estaccs às 05:53 PM | Comentários (0)

OS NOSSOS RICOS JORNALISTAS

"A primeira opinião que as notícias a propósito do livro de Manuel Maria Carrilho me despertaram foi a de que o bi-deputado (da câmara e do parlamento) tinha mau perder, e de certa forma é difícil de pensar de outra forma. Mas sucede que noutros contexto tenho as mesmas dúvidas a propósito de alguns dos acusados no seu livro. A única excepção será Miguel Sousa Tavares, ainda que não seja raro ouvi-lo fazer comentários sobre tudo e mais alguma coisa, independentemente dos seus conhecimentos sobre as matérias, enfim, os riscos de um comentador de serviço.

Quanto a Pacheco Pereira, Marcelo Rebelo de Sousa ou alguns dos jornalistas que Carrilho refere quase estou tentado a dar-lhe razão.

Por coincidência, o escândalo AFINSA estalou há dois dias em Espanha, e a confirmarem-se as notícias poderemos estar perante um caso muito semelhante ao da Dona Branca. Mas ao contrário do que sucedeu com a 'banqueira do povo', com a AFINSA os nossos insuspeitos jornalistas não se cansaram de tecer elogios à empresa estimulando os leitores a investir nos produtos desta empresa. Perguntem a qualquer empresário o que custa uma notícia positiva no Expresso e depois interroguem-se porque razão aquele jornal dedicou pelo menos três notícias simpáticas ao negócio dos selos.

E se considerar um meio que conheço relativamente bem constato que existem negócios estranhos entre gente menos honesta e jornalistas, os primeiros fornecem informação que aumenta a venda de jornais, e os segundo ajudam a campanhas noticiosas que visam derrubar dirigentes incómodos para grupos de interesses mais do que duvidosos.

Não aprecio especialmente Manuel Maria Carrilho, desiludiu-me nas autárquicas, e muito provavelmente não vou ler livro que escreveu. Mas espero que as suas reflexões sirvam para um debate sério sobre a forma como se comportam alguns dos nossos jornais, começando por aqueles que se arvoram de serem ma espécie de primeira liga da comunicação social, começando pelos do Dr. Balsemão".

O Jerico, em O Jumento

Publicado por estaccs às 05:53 PM | Comentários (0)

UMA IDEIA FISCAL...

O eurodeputado francês, Alain Lamassoure, defende a criação de uma taxa fixa sobre a troca de sms e e-mails transeuropeus. Segundo a edição desta sexta-feira do Semanário Económico, o imposto reverteria para o orçamento comunitário.

No plano original de Lamassoure, cada mensagens escrita trocada entre dois estados europeus poderia ter uma taxa de 1,5 cêntimos e cada e-mail poderia custar 0,00001 euros.

«São migalhas, mas dados os milhares de transacções todos os dias, isso permitiria um grande encaixe», defendeu o francês do PPE.

Numa momento em que Bruxelas reitera que a sociedade de informação é uma das principais prioridades da União Europeia (UE), a ideia de criar um imposto europeu não é de excluir, mas a solução pode passar por desagregar o IVA em duas partes: a nacional e a europeia.

A União Europeia encontra-se a discutir os recursos próprios e a melhor forma de se libertar da dependência das contribuições nacionais de cada estado.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 04:28 PM | Comentários (0)

REGISTO DE DESINTERESSE

"Não li o livro do senhor Carrilho. Não tenciono ler o livro do senhor Carrilho. O calibre moral do senhor Carrilho está bem patente nos trechos da obra hoje transcritos em todos os jornais. É quanto basta para virar a página".

Pedro Correia, no Corta-Fitas

Publicado por estaccs às 03:57 PM | Comentários (0)

ESPELHO MEU...

"CONFORME já se previa, foi penoso escutar, hoje, Manuel Maria Carrilho a deitar culpas para toda a gente do descalabro da sua candidatura à C.M. Lisboa.

Quanto ao principal culpado - ele mesmo... - não ouvi uma palavra, pelo menos durante os minutos durante os quais me violentei para arranjar PACHORRA para o ouvir.

Note-se, à direita, o logótipo inspirado no do SKIP
Que diabo! Ele não terá um AMIGO A SÉRIO que lhe diga a verdade de uma vez por todas - que é uma pessoa com uma postura, uma voz, um feitio, etc., absolutamente insuportáveis e que, só o exercício mental de o imaginar como presidente da CML durante 4 anos, é algo aterrador?!"

Carlos Medina Ribeiro, no Sorumbático

Publicado por estaccs às 01:04 PM | Comentários (0)

SOB O SIGNO DA VERDADE (2)

"As referências de Manuel Maria Carrilho às agências de comunicação são oportunas e merecem um debate, quiçà uma investigação".

Rui Costa Pinto, no Mais Actual

Publicado por estaccs às 12:54 PM | Comentários (0)

SOB O SIGNO DA VERDADE (1)

"O livro de Manuel Maria Carrilho cita um artigo de opinião publicado no Expresso, na edição de 03.09.2005, em que o seu número dois, Nuno Gaioso Ribeiro, faz uma referência a uma coluna de opinião que fiz sobre o mensalito de Lisboa, durante a última campanha eleitoral .

1) Artigo de opinião de Nuno Gaioso Ribeiro;
Coisas normais: o mensalito de Carmona

2) Texto integral que é objecto de citação;
Teste de credibilidade

3) E ainda um outro sobre as reacções ao escândalo que agitou a campanha eleitoral em Lisboa
Sem limites"

Rui Costa Pinto, no Mais Actual

Publicado por estaccs às 12:33 PM | Comentários (0)

JORNALISTAS ESPIAM JORNALISTAS

Vários jornalistas alemães foram vigiados durante anos pelos próprios colegas que reportavam as informações obtidas, mediante pagamento ou voluntarimente, ao serviço secreto alemão (BND). O objectivo seria desmascarar um informador.



A acusação de que o serviço secreto alemão (BND) recrutou jornalistas para vigiar os próprios colegas, é avançada num relatório judicial enviado, esta semana, pelo ex-juiz do Supremo Tribunal, Gerhard Schaefer, à comissão de controlo parlamentar, citado esta sexta-feira pelo jornal 'Süddeutsche Zeitung'.

O relatório, com mais de 170 páginas, baseia-se nas declarações de oito altos funcionários do BND e acusa o órgão de actuar ilegalmente e violar a liberdade de expressão. O mesmo documento revela que entre os meios de comunicação mais observados estão as revistas 'Der Spiegel', 'Focus' e 'Stern'.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 12:32 PM | Comentários (0)

CHOQUE NA RTP

A administração da RTP apresentou ontem o choque tecnológico que a estação pública irá sofrer, além do novo modelo institucional – do qual resultará a fusão das empresas – e do projecto de requalificação dos recursos humanos.

"É a busca da excelência”, assim definiu Almerindo Marques, presidente do Conselho de Administração, a segunda fase de reestruturação da RTP, o Projecto Fénix 2, que decorrerá este ano e em 2007. O investimento ronda 30 milhões de euros.

O projecto aposta na digitalização das áreas mais importantes do Grupo RTP, nomeadamente arquivo, rede de produção e emissão. A fusão da RTP e RDP e, eventualmente, da RTP Meios de Produção é também uma das metas do grupo público, que entrou em negociações para a venda dos terrenos dos antigos estúdios do Lumiar, onde ainda hoje está instalada a última das empresas.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 12:31 PM | Comentários (0)

RICARDO COSTA DESMENTE

O director do canal SIC Notícias desmentiu as acusações feitas pelo deputado Manuel Maria Carrilho e adiantou não estar interessado em alimentar polémicas em torno do livro do parlamentar socialista e das acusações à comunicação social que ele contém.

Ricardo Costa elogiou a frontalidade de Carrilho e a vontade de este dizer publicamente por quem se sentiu atacado durante a campanha para as últimas eleições autárquicas, mas fez questão de sublinhar que o que vem escrito no livro contra si e contra a SIC Notícias «não é verdade».

No centro da questão está o final do debate entre os principais candidatos à Câmara de Lisboa nas últimas autárquicas, Manuel Maria Carrilho e Carmona Rodrigues. Na altura, o candidato do PS recusou-se a apertar a mão ao seu adversário, num acto filmado e divulgado pela SIC-Notícias.

«Não pensei que estivesse a ser filmado, para gáudio de um espectáculo vergonhoso que a SIC-Notícias fez. Um amigo disse-me que isso era o que fazia a polícia política dos países de Leste: filmarem cenas privadas [de um cidadão] e usarem-nas para depois o humilharem», declarou Manuel Maria Carrilho hoje à tarde, por ocasião do lançamento do seu livro.

Ricardo Costa tem uma opinião diferente e lembra que «o momento final do debate foi gravado não pelas câmaras de estúdio, mas sim pela câmara de uma equipa de reportagem da SIC que, juntamente com jornalistas de outros órgãos de comunicação, aguardavam a saída dos candidatos como é normal nos debates televisivos das campanhas eleitorais».

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 12:25 PM | Comentários (0)

'HÁ JORNALISTAS QUE SE VENDEM'

O ex-director da SIC e da RTP Emídio Rangel afirmou hoje que há jornalistas que se «vendem e prostituem na praça pública» e que trabalham com avenças de agências de comunicação que «tudo compram».

Na sessão de lançamento do livro do deputado do PS Manuel Maria Carrilho, intitulado «Sob o signo da verdade», coube ao jornalista Emídio Rangel fazer a apresentação da obra com um discurso duro contra alguma comunicação social.

Segundo Emídio Rangel, «há agências de comunicação social com jornalistas avençados das formas mais variadas para o serviço sujo, para silenciar e comprar estratégias comunicacionais, para fabricar heróis, construir imagens positivas ou para destruir a imagem de alguém».

«O mau jornalismo tem vindo a impor-se e a ganhar muitas batalhas ao bom jornalismo. No mundo da política, então, assume proporções alarmantes perante a indiferença do Estado, do Governo, da tutela dos jornalistas», acrescentou.

Emídio Rangel afirmou que as agências de comunicação «tudo compram» e que «estes jornalistas que se vendem e se prostituem na praça pública têm de ser banidos dos meios para salvaguarda daqueles que exercem bem a profissão».

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 12:15 PM | Comentários (0)

O LIVRO EM SI MESMO

Manuel Maria Carrilho e a mulher, Bárbara Guimarães, à entrada para o lançamento do livro sobre a campanha eleitoral, que decorreu no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa.

Manuel Maria Carrilho acusou ontem alguns órgãos de Comunicação Social (CS) de exercerem um “poder opaco” e “impune”. Na apresentação do livro ‘Sob o Signo da Verdade’, o ex-candidato socialista à Câmara de Lisboa apontou o dedo à Imprensa, acusando-a de ter “substituído a verdade pela mentira intencional”.

O deputado do PS não se escusou a revelar o nome de cada um dos órgãos de CS que, defende, formaram um “polvo”, num enredo de “mentiras” em torno da sua candidatura autárquica e das eleições de que saiu derrotado, em Outubro: “Em órgãos da Comunicação Social como o ‘Público’ ou o ‘Jornal de Notícias’, o ‘Expresso’ ou o ‘Tal & Qual’, o ‘24 Horas’ ou o ‘Diário de Notícias’, a SIC ou a TVI, a Renascença ou a TSF”.

E sobre o ataque concertado que tais órgãos lhe dirigiram, Carrilho escreve no livro, publicado pela Dom Quixote, que “isso significa que o polvo entrou em acção: o polvo dos interesses instalados, que há muito se fazia sentir na acção concertada de muito sectarismo jornalístico e de tantos comentadores ventríloquos”.

Carrilho recuou ao debate televisivo com o social-democrata Carmona Rodrigues e defendeu-se da situação em que surgiu nas imagens: a recusar o aperto de mão ao opositor do PSD: “Não pensei que estivesse a ser filmado, para gáudio de um espectáculo vergonhoso que a SIC Notícias fez.” E aproveitou para atacar o que foi noticiado, comparando-o a manobras semelhantes às praticadas nos países de Leste: “Um amigo disse-me que isso era o que fazia a Polícia política dos países de Leste: filmavam cenas privadas para depois humilharem as pessoas.”

Ainda ontem, Carrilho criticou o subdirector do mesmo canal de Carnaxide, Ricardo Costa, pela sua análise que antecedeu o lançamento do livro. “A SIC Notícias repete de meia em meia hora disparates.”

José Manuel Fernandes, director do ‘Público’, disse ao CM que o autor, no livro, “não ofende quem quer, ofende quem pode. E só se tem ofendido quem reconhece que a pessoa que está a falar tem credibilidade para se pronunciar sobre as matérias em causa”.

Também incisivo, Emídio Rangel, ex-director da SIC e da RTP, apresentou o livro lançado no Teatro Nacional D. Maria II. “Existe uma canalha que frequenta as rádios, televisões e jornais que não respeita nada nem ninguém.” A afirmação foi disparada contra os jornalistas que pretendem “liquidar aqueles que incomodam”.

MINISTRO DA TUTELA NO LANÇAMENTO

O ‘espectáculo’ montado pelo vice-presidente da bancada parlamentar do PS, Manuel Maria Carrilho, mereceu a presença de dois membros do Governo de José Sócrates, o ministro da Saúde, Correia de Campos, e o dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva. Este último, que tem a tutela da Comunicação Social, esteve muito atento à intervenção de Emídio Rangel e do próprio Manuel Maria Carrilho, mas não bateu palmas nem fez qualquer comentário.

NoTeatro D. Maria II estiveram também outros responsáveis socialistas, como o ‘vice’do Parlamento, Manuel Alegre, o porta-voz do PS, Vitalino Canas e o líder parlamentar, Alberto Martins. Não passaram também despercebidos José Junqueiro, João Cravinho, Maria de Belém e Strecht Ribeiro.

ACUSAÇÕES E REACÇÕES

‘EXPRESSO’

“Fiquei estarrecido quando vi o Expresso. (...) Fiquei a saber que o título tinha sido da responsabilidade de José António Lima, então director adjunto de José António Saraiva. Mas mais: J. A. Saraiva procurou serenar-me dizendo que a entrevista era muito interessante e que a frase sobre os jornalistas era óptima, que de resto era o que ele, J. A. Saraiva, pensava da grande maioria deles – que são uns débeis mentais.”

JOSÉ ANTÓNIO SARAIVA, EX-DIRECTOR DO ‘EXPRESSO’

“Essa transcrição é basicamente verdadeira. E continuo a achar que há muitos jornalistas débeis mentais. Mas essa afirmação vem na sequência de ele (Carrilho) ser continuamente atacado na Comunicação Social por causa da Bárbara e do Diniz Maria e eu disse-lhe, à data, que achava que era uma situação injusta, este ataque de muitos jornalistas, até porque muitos políticos já usaram as mulheres em campanha. Aí concordei com ele. A partir de então cortámos relações, o que achei estúpido porque o título, de facto era da responsabilidade do José António Lima – eu estava de férias no Algarve – e o Carrilho teve essa reacção intempestiva.”

SIC

“(...) a SIC tinha gravado ilegitimamente a minha curta e ríspida conversa pessoal com Carmona Rodrigues no fim do debate, bem como a minha inopinada saída do estúdio, e estava a fazer disto o retrato-síntese do debate, num grotesco simulacro de análise preparada por Ricardo Costa com a ajuda de Raul Vaz (...)”

RICARDO COSTA, SUBDIRECTOR DE INFORMAÇÃO DA SIC

“A versão é absolutamente falsa. A gravação que a SIC fez foi feita por uma equipa de reportagem. Naquela noite, estava uma equipa de reportagem da SIC, como de outros órgãos de comunicação social, a fazer a reportagem de bastidores do debate. Assim que o debate acaba, abrem-se as portas e entraram esses jornalistas. E a cena do não aperto de mão dá-se já perante esses jornalistas e é filmada pela equipa de reportagem da SIC. Essa cena é feita perante o olhar dos repórteres, não é nenhuma cena feita no estúdio.

E digo exactamente o contrário, que era ilegítimo e uma manipulação clara não termos passado isso. Percebo que ele depois tenha ficado um pouco triste, no sentido em que aquilo abafou um bocado o debate, é verdade. Mas todos sabemos porquê, era um facto tão inaudito que acabou por abafar o debate. A culpa não é nossa, é dele. Quem cometeu um erro foi ele, não fomos nós.”

ANTÓNIO CUNHA VAZ

“Pressenti, assim, que ele queria fazer a minha campanha. E não me enganei: o que ele me vinha propor era isso mesmo, oferecer-se para ‘tratar de tudo’, insistindo muito em dois pontos da sua oferta: a recolha – obviamente ilícita – de fundos, e a compra de opinião.”

ANTÓNIO CUNHA VAZ, EMPRESÁRIO DE COMUNICAÇÃO E IMAGEM

“Tudo o que seja injurioso e esteja no livro, os meus advogados tratarão de dar seguimento.”

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 11:30 AM | Comentários (0)

CUNHA VAZ PROCESSA CARRILHO

O responsável da agência de comunicação Cunha Vaz e Associados vai agir legalmente contra Manuel Maria Carrilho, que o acusa em livro de lhe ter proposto recolher fundos «ilícitos» e «comprar opinião», disse o próprio.

António Cunha Vaz afirmou que os seus advogados vão «reagir em conformidade» às acusações que o candidato derrotado do PS à Câmara de Lisboa faz no livro «Sob o Signo da Verdade», sobre a campanha autárquica de 2005.

António Cunha Vaz, que foi respons