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abril 30, 2006

MORREU JEAN FRANÇOIS REVEL

Le philosophe, écrivain et journaliste, âgé de 82 ans, est mort dans la nuit de samedi à dimanche à l’hôpital du Kremlin-Bicêtre, des suites de problèmes cardiaques.

A não perder o obituário de José, na Grande Loja do Queijo Limiano.


Publicado por estaccs às 07:17 PM | Comentários (166)

OPTIMISMO SOBRE FUTURO DOS JORNAIS

McClatchy executives optimistic about future of newspapers.

Publicado por estaccs às 03:42 AM | Comentários (0)

'PARA COMPREENDER O JORNALISMO'

Estrela Serrano traduziu a sua experiência como provedora do leitor do "Diário de Notícias" num livro a que deu o título "Para Compreender o Jornalismo" e que será lançado no dia 2 de Maio, pelas 18 horas, na Livraria Bulhosa de Entrecampos, no número 10 B do Campo Grande, em Lisboa. A apresentação será feita por Mário Bettencourt Resendes.

fonte: Clube de Jornalistas

Publicado por estaccs às 03:37 AM | Comentários (0)

SJ CONTRA IMPALA

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) criticou Jacques Rodrigues, patrão da Impala, por colocar em causa a dignidade dos directores das suas publicações, assim como dos seus jornalistas, ao distribuir uma comunicação interna que transforma os primeiros em controladores de saída dos segundos.

Em comunicado divulgado hoje, 28 de Abril, o SJ frisa que o documento imposto pela administração não corresponde a nenhuma competência prevista no Estatuto do Jornalista ou na Lei de Imprensa, além de ir contra as práticas instituídas no sector.

O SJ apela ainda aos trabalhadores da Impala para se reorganizarem, pois “é indispensável a unidade de todos e a sua organização na empresa”, baseada nos delegados sindicais.

É o seguinte o texto, na íntegra, do comunicado do SJ:

Patrão da Impala ofende directores

1.O patrão da Impala, Jacques Rodrigues, distribuiu uma comunicação interna através da qual transforma os directores das suas publicações em controladores de saída dos jornalistas, ofendendo a dignidade da função emergente da lei e dos usos no sector.

2. A comunicação interna, que entrou em vigor no dia 27 de Março, impõe que os directores preencham um documento de autorização de saída do “Edifício Impala”, atribuindo-lhes responsabilidade pessoal “pela ausência do local de trabalho de qualquer elemento da equipa” redactorial.

3. Passando um atestado de menoridade aos jornalistas e respectivos superiores hierárquicos, o patrão da Impala trata os directores como carcereiros e introduz ilegitimamente uma competência nas funções de direcção que tem de ser considerada ofensiva.

4. O “Documento de saída do Edifício Impala” imposto pela administração, no qual é obrigatória a indicação do “motivo da saída”, constitui uma violação grosseira da reserva do trabalho jornalístico e até uma humilhação dos directores e dos jornalistas, pois carece de validação pelos serviços de segurança.

5. Além de não corresponder a nenhuma competência prevista no Estatuto do Jornalista ou na Lei de Imprensa, o patrão da Impala age como se não fosse possível acontecer nas suas redacções o que acontece em qualquer Redacção, onde, sempre que um jornalista se ausenta (por qualquer motivo) se limita a informar o seu chefe directo.

6. Ao denunciar publicamente uma prática que atenta contra a dignidade das pessoas e degrada a imagem dos directores, a Direcção do SJ expressa a sua solidariedade para com os jornalistas da Impala e apela para que se reorganizem na defesa dos seus direitos.

7. O SJ recorda que, independentemente da sua disponibilidade e competência para intervir em defesa dos jornalistas, é indispensável a unidade de todos e a sua organização na empresa (baseada nos delegados sindicais).

Lisboa, 28 de Abril de 2006

A Direcção

Fonte: Sindicato dos Jornalistas

Publicado por estaccs às 03:35 AM | Comentários (0)

abril 29, 2006

INSTABILIDADE NA LUSA (1)

A futura direcção da Lusa, numa primeira fase, só integrará dois jornalistas, depois de o terceiro elemento indigitado, Filipe Luís, ter comunicado, anteontem, que, afinal, não deixaria a ‘Visão’. A equipa de Luís Miguel Viana poderá, em última análise, ser reforçada com dois profissionais da agência de notícias, apurou o CM.

Publicado por estaccs às 10:41 PM | Comentários (0)

INSTABILIDADE NA LUSA (2)

Rui Moreira (director adjunto) e António Bilrero (subdirector) continuam a assegurar esta fase de transição que se vive na Lusa, mas, agora, por um período mais dilatado, face à resposta negativa de Filipe Luís, como nos disse o director indigitado. O outro adjunto, Goulart Machado, como o CM escreveu, passou a trabalhar directamente com a administração da empresa.

Publicado por estaccs às 10:40 PM | Comentários (0)

INSTABILIDADE NA LUSA (3)

Paulo Rego será o único adjunto de Luís Miguel Viana, que, agora calmamente, vai escolher, numa primeira fase, um outro, vindo ou não do exterior, face ao ‘não’ de Filipe Luís. Em última análise, a futura direcção até poderá incluir dois jornalistas da agência de notícias. Um, pelo menos, é garantido. O nosso jornal sabe, porém, que, na eventualidade de Viana, depois de conhecer os cantos à casa, optar pelo recurso a dois profissionais da Lusa, a direcção poderá acabar por contratar um profissional para integrar a Redacção.

Publicado por estaccs às 10:39 PM | Comentários (0)

INSTABILIDADE NA LUSA (4)

O ‘não’ do jornalista da ‘Visão’, segundo reconheceu Viana, “não é agradável”. Filipe Luís, por seu turno, sublinhou ao CM que esteve, até anteontem, em reflexão, acabando por decidir-se pela continuidade da ‘news magazine’ tão-só porque “o apelo da Direcção, Redacção e patrão foi muito forte”, ou seja, não houve sequer “contrapartida financeira”.

Fonta: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 10:38 PM | Comentários (0)

INTERNET GRÁTIS

A comissária europeia para a Sociedade de Informação e Meios de Comunicação defendeu hoje, em Lisboa, o acesso grátis à Internet para diminuir a exclusão social, aumentar a troca de conhecimentos e aproximar os cidadãos.

"Temos que unir esforços para que a Internet possa vir a ser grátis, porque é uma ferramenta que leva o conhecimento a um grande número de pessoas e permite diminuir a exclusão social", afirmou Viviane Reding, no encerramento do IV Fórum Ministerial "União Europeia, América Latina e Caraíbas sobre a Sociedade de Informação", que decorreu em Lisboa.

Para a comissária, é necessário "lutar contra os crimes" na Internet e "incrementar esforços para que, no futuro, a Internet seja acessível a todos".

Viviane Reding considerou que a "Europa assenta numa sociedade aberta, construída na diversidade cultural" e que as novas tecnologias de informação permitem "aproximar as pessoas e os diversos conhecimentos", mas, para que isso seja possível, "os instrumentos devem ser baratos, acessíveis".

Para o ministro da Ciência e Tecnologia, Mariano Gago, a Internet foi inventada para democratizar e facilitar a comunicação entre as pessoas, melhorar a transparência da administração e reduzir as divisões".

"O combate à exclusão social é o principal objectivo das novas tecnologias de informação e comunicação", disse também Mariano Gago.

"As novas tecnologias de informação e comunicação dão um grande contributo para a coesão social e esse é o nosso objectivo", afirmou ainda Mariano Gago.

A inclusão social é um dos objectivos explícitos na declaração deste fórum sobre cooperação futura, que será submetida à cimeira União Europeia, América Latina e Caraíbas, de chefes de Estado e de Governo - terá lugar em Viena (Áustria) nos próximos dias 11 e 12.

Na declaração consta a intenção de construir e reforçar a ligação das redes de informação da União Europeia com as da América Latina e Caraíbas, nomeadamente no que toca às comunidades científicas e académicas, para aumentar o número de utilizadores das tecnologias de informação e comunicação.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 09:19 PM | Comentários (0)

JP MORGAN AUMENTA PARTICIPAÇÃO NA MEDIA CAPITAL

O JP Morgan aumentou a sua participação na Media Capital para de 2,14% no capital da Media Capital.

Em comunicado, o Grupo de media adianta que «o J.P.Morgan Chase & Co (JPMorgan), com sede em 270 Park Avenue, New York, NY 10017-2070, passou a deter uma percentagem superior a 2% dos direitos de voto correspondentes ao capital social do Grupo Media Capital SGPS, SA, em virtude da participação por si detida ou imputável a sociedades em relação de domínio ou grupo com o JPMorgan ter passado por força da aquisição em bolsa de 267.500 acções no passado dia 26 de Abril de 2006».

As acções da Media Capital fecharam a ganhar 0,25% para os 8,10 euros.


Fonte: Portugal Diário

Publicado por estaccs às 01:43 AM | Comentários (1)

DEPUTADO CONDENADO POR DIFAMAR JARDIM

O Tribunal do Funchal condenou, hoje, o deputado socialista João Carlos Gouveia a 250 dias de multa a uma taxa diária de seis euros (1500 euros) pelo crime de difamação continuada ao presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim.

Em causa estiveram afirmações proferidas por João Carlos Gouveia ao Diário de Notícias a 27 de Maio de 2003, reiteradas quatro dias depois, 01 de Junho 2003, na rubrica Cartas do Leitor, criticando a reacção de Alberto João Jardim à detenção do deputado socialista Paulo Pedroso, no âmbito do processo de pedofilia da Casa Pia.

Na altura, Jardim disse estar «solidário com o PS», considerando que aquele era um momento aborrecido para os socialistas. Para João Carlos Gouveia, que então era membro da Comissão Nacional do PS e ainda não era deputado, com esta declaração de solidariedade, «Jardim até parece que não quer que se investigue mais. É politizar a investigação». O socialista afirmou também que «o principal objectivo de Jardim é manter o paraíso criminal em que a Madeira se transformou».

Por considerar que não existiram danos patrimoniais, a juiza Ana Ferreira, absolveu o arguido do pedido cível requerido pelo proponente da acção, que era no valor de 70 mil euros, uma decisão que o advogado de Alberto João Jardim, Guilherme Silva, disse «ir ponderar a interposição de recurso».

A magistrada declarou que a liberdade de expressão e crítica «são princípios basilares de um Estado livre, democrático e pluralista mas não é ilimitada, terminado quando começa a liberdade dos outros».

João Carlos Gouveia anunciou que vai recorrer da sentença e pretende igualmente processar Alberto João Jardim «pelas bombas (que explodiram após o 25 de Abril de 1974)» e apresentar um outro processo responsabilizando o governante pela a alegada situação de corrupção na Madeira.

fonte: Expresso on line

Publicado por estaccs às 01:21 AM | Comentários (0)

AS NOTÍCIAS NAS TV'S (1)

Os serviços noticiosos de cada um dos quatro canais generalistas portugueses tiveram em média uma hora e 36 minutos de informação diária nos primeiros três meses do ano, revelam dados do estudo Telenews da MediaMonitor. No primeiro trimestre de 2006, RTP1, 2:, SIC e TVI emitiram nos seus telejornais, de manhã e à noite, 576 horas de notícias. No total, de Janeiro a Março foram emitidas 19.986 notícias. Segundo o estudo Telenews, o valor corresponde a um decréscimo de 2.0% relativamente ao período homólogo do ano passado, tanto no número de notícias como na sua duração.

A audiência média das notícias nestes primeiros três meses ficou-se pelos 8,7%, menos 4,4% do que os 9,1% registado no mesmo período de 2005.

Publicado por estaccs às 12:58 AM | Comentários (0)

AS NOTÍCIAS NAS TV'S (2)

Todos os canais, registaram uma pequena queda no número de notícias. A SIC é a estação em que esta tendência é mais marcada, com menos 4,5%. O canal foi o único, no entanto, a registar um aumento, ainda que pequeno, de 0,5% no tempo noticioso total. Neste aspecto, a maior quebra foi registada na TVI, com menos 4.5% do que no mesmo trimestre de 2005.

A estação de televisão de Queluz foi aquela que mais notícias emitiu no período analisado, 31,8%. Na SIC, no entanto, os noticiários tiveram maior duração, representando 31.1% do total emitido pelos quatro canais generalistas no período em análise.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 12:57 AM | Comentários (0)

ERC ABRE PROCESSO AO '24 HORAS' (1)

O Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) divulgou hoje que decidiu abrir um procedimento para análise do tratamento jornalístico do tema de capa de ontem do diário “24horas”.

Publicado por estaccs às 12:48 AM | Comentários (0)

ERC ABRE PROCESSO AO '24 HORAS' (2)

A manchete de ontem do jornal da Global Notícias apresentava o título "Bispos pedem inquérito à violação de Bibi por um padre" e o subtítulo "Denúncia de Carlos Silvino na TVI abala igreja". O tema foi depois desenvolvido pelo jornal em duas páginas interiores.

Publicado por estaccs às 12:46 AM | Comentários (0)

ERC ABRE PROCESSO AO '24 HORAS' (3)

Contactada pela agência Lusa, fonte oficial da ERC escusou-se a adiantar mais pormenores sobre o assunto, acrescentando apenas que a manchete vai ser analisada por especialistas de forma a verificar se existe matéria para prosseguir com o processo.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 12:44 AM | Comentários (0)

abril 28, 2006

JORNALISMO E PATRIOTISMO

A conciliação entre o conceito de patriotismo e a prática do jornalismo é possível, de acordo com a opinião da maioria dos profissionais de comunicação social que participaram na sondagem realizada pela empresa Central de Informação para o jornal "Meios & Publicidade".

Questionados sobre a recente visita do primeiro-ministro, José Sócrates, a Angola - que levantou a questão do posicionamento dos jornalistas face a assuntos de interesse nacional -, 55 por cento dos profissionais que fazem parte do painel defenderam que patriotismo e jornalismo são conciliáveis, embora apenas dois por cento tenham respondido "Sim, cada vez mais".

Na opinião de 45 por cento dos entrevistados, o patriotismo e o jornalismo não são conciliáveis.

O painel - que engloba directores, editores, coordenadores e chefes de redacção de vários órgãos de comunicação social - foi inquirido sobre se as questões de interesse nacional se devem sobrepor aos critérios editoriais.

Nesta questão, 42 por cento dos inquiridos optaram pela resposta "Sim, mas apenas em casos excepcionais".

Com opinião contrária, 51 por cento defenderam o "não" e apenas sete por cento assumiram um "sim" incondicional.

Por último, e já com o Mundial de Futebol 2006 em contagem decrescente, a sondagem tentou perceber se no caso da cobertura da selecção nacional de futebol, os media portugueses ultrapassam a fronteira do jornalismo rumo ao patriotismo.

Sobre esta matéria, as respostas dos profissionais foram mais consensuais. Para 93 por cento a resposta foi "sim", com mais de um terço (38 por cento) dos inquiridos a reforçar com "E cada vez mais". Do painel total, apenas sete por cento dos entrevistados defenderam que "não".

Os resultados obtidos na 19ª edição da Sonda Central de Informação/Meios & Publicidade foram conseguidos através de um questionário realizado entre os dias 19 e 24 deste mês aos 91 jornalistas que fazem parte do painel, sendo que as respostas foram dadas por 45 destes responsáveis dos media portugueses.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 03:43 PM | Comentários (0)

ACORDO NA RTP

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) e a administração do Grupo RTP assinaram, no dia 21 deste mês, um protocolo de acordo para a aplicação do Acordo Colectivo de Trabalho, pondo fim a um processo que durava há dois anos.

Segundo o SJ, o instrumento de regulamentação colectiva, embora não sendo o desejado, consagra algumas melhorias relativamente ao publicado em 2005.

Entre as matérias que "passaram a ter um regime mais favorável" está o "reajustamento do enquadramento salarial, horário de trabalho, deslocações em serviço e carreira dos jornalistas".

A 2 de Maio será realizada a primeira reunião de trabalho da comissão paritária que vai rever a matéria relativa à "definição do âmbito funcional das categorias dos jornalistas e respectivos níveis de desenvolvimento, bem como o regulamento de acessos e promoções", revela o SJ.

Um dos momentos mais mediáticos do processo negocial do Acordo Colectivo de Trabalho, que também envolveu em fases anteriores o Sindicato dos Trabalhadores de Telecomunicações e Comunicação Audiovisual e o Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Telecomunicações e Audiovisual, foi a convocação, em Abril de 2005, de uma greve de três dias.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 10:05 AM | Comentários (0)

'DAILY MAIL' PAGA

A norte-americana Sharon Stone aceitou na quinta-feira um pedido de desculpas e uma indemnização por calúnia e difamação, depois de um artigo publicado num jornal britânico que a acusava de ser negligente com o filho.

O jornal Daily Mail divulgou, em Junho, que a actriz teria jantado no restaurante «The Ivy», no centro de Londres, com um «companheiro misterioso», deixando o seu filho, de 4 anos, no carro por mais de duas horas.

Apesar da notícia ser acompanhada de um fotografia do menino a dormir no banco de trás do carro, o advogado de Stone, Rupert Grey, afirmou que esta ficou chocada com o artigo por este ser «totalmente falso».

Segundo Grey, a actriz de «Instinto Fatal» jantou apenas com o filho no restaurante e, no dia seguinte, a criança voltou de avião para os Estados Unidos.

De acordo com o advogado, Sharon Stone aceitou uma soma «substancial», mas não revelada, e vai entregar a quantia a uma instituição de caridade.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 09:57 AM | Comentários (0)

FILIPE LUÍS JÁ NÃO VAI PARA A LUSA

O editor executivo da revista Visão, Filipe Luís, que iria integrar a nova direcção de informação da Lusa como adjunto de Luís Miguel Viana, mudou de opinião e não se vai mudar para a agência noticiosa, segundo o jornal Público desta sexta-feira.

O jornalista comunicou à redacção que já não vai sair da revista, o que foi confirmado pela editora executiva da Visão, Áurea Sampaio. Os motivos que levaram o jornalista a tomar a decisão permanecem desconhecidos.

O novo director de informação da agência Lusa disse desconhecer a decisão de Filipe Luís e adiantou que a nova direcção vai tomar posse na próxima terça-feira, dia 2 de Maio, independentemente do parecer da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) não ser emitido até à data. Luís Miguel Viana realçou que essa situação «não levanta quaiquer problemas».

«Não seria a primeira vez que uma direcção de informação assumia funções antes do parecer da entidade reguladora (ERC). É normal que o parecer seja dado já depois de algum tempo em funções», acrescentou Luís Miguel Viana.

O conselho de redacção da agência já ouviu o director nomeado e emite hoje o seu parecer consultivo. O presidente do conselho de administração da Lusa afirmou que «dará posse formal ao novo director após o parecer positivo» da ERC. Mas José Manuel Barroso adiantou que «isso não significa que não entre em contacto com a empresa e esteja já a trabalhar nela. Nas empresas de media ficam em sobreposição durante meses».

Segundo Estrela Serrano, um dos cinco membros da ERC, o órgão regulador pediu «um esclarecimento à Lusa anteontem (quarta-feira) sobre o processo», pelo que o prazo de dez dias para elaborar um parecer foi interrompido.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 09:56 AM | Comentários (1)

OS RESULTADOS DOS GRUPOS

O Grupo Media Capital, que detém, entre outros, a TVI, lucrou 3,1 milhões de euros nos primeiros três meses de 2006, ou seja, mais 134 por cento que no mesmo período do ano passado.

Conforme afirmou ontem a Caixa Banco de Investimento, os bons resultados do grupo presidido por Miguel Pais do Amaral devem-se ao “continuado sucesso da TVI nos níveis de audiência”. De acordo com a casa de investimento, as receitas de publicidade do grupo aumentaram 11 por cento, acima das expectativas, originadas pelo “forte crescimento das audiências” da TVI.

Desde Janeiro de 2006, as acções do grupo – que tem, por exemplo, como accionistas os espanhóis da Prisa, detentores do jornal ‘El País’– ganham quase 13%, valendo 8,08 euros.

A Impresa, grupo que detém a SIC, lucrou apenas 166 mil euros, menos 95 por cento que nos primeiros três meses de 2005. Num comunicado à CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários), o grupo presidido por Francisco Pinto Balsemão disse que as receitas de publicidade da SIC desceram 15,8 por cento de Janeiro a Março últimos, comparando com os mesmos meses de 2005.

Este ano, a cotação da Impresa, grupo a que também pertence o semanário ‘Expresso’, subiu apenas 2,6 por cento, para 5,13 euros.

COFINA CRESCE MAIS DE 100%

O grupo Cofina, detentor do CM, ‘Record’, ‘Jornal de Negócios’ e outras publicações, teve um resultado líquido de 2,061 milhões de euros no primeiro trimestre de 2006, mais 113,7 por cento que no período homólogo de 2005.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 09:53 AM | Comentários (0)

NOTA EDITORIAL

Uma notícia do Público (link indisponível) dá-nos conta de que o gabinete do Primeiro-Ministro se envolveu directamente na escolha do novo Director da Lusa. Uma notícia destas no tempo de Santana Lopes teria modificado por completo a agenda mediática.

Mas esta, passou despercebida face à indiferença geral. Mas há que pôr os nomes às coisas. A notícia é ESCANDALOSA. Ela mostra sobretudo como José Sócrates não está a brincar em serviço e pretende controlar ferreamente a comunicação social.

Num país civilizado, a notícia teria provocado demissões, inquéritos e protestos. Cá não. Afinal, ainda bem há pouco tempo um Governo que havia decretado o fim da recessão pretendia gastar uns cêntimos numa central de comunicação. Assim, visto que a recessão continua, sempre se poupam uns dinheirinhos. É usar o que há.

Jorge Ferreira

(publicado na edição de hoje do Democracia Liberal)

Publicado por estaccs às 09:19 AM | Comentários (11)

abril 27, 2006

UE: 3º PRÉMIO DE JORNALISMO CONTRA A DISCRIMINAÇÃO

A Comissão Europeia lançou esta quinta-feira a terceira edição do prémio europeu de jornalismo «Pela diversidade. Contra a discriminação», iniciativa que vai este ano distinguir pela primeira vez jovens que escrevam sobre o tema.

Com este prémio, a União Europeia (UE) pretende «distinguir aqueles que contribuem para uma melhor compreensão por parte do público dos benefícios da diversidade e da luta contra a discriminação», refere o secretariado nacional da campanha «Pela diversidade. Contra a discriminação» em comunicado.

De acordo com a UE, a Comissão Europeia vai atribuir pela primeira vez este ano um prémio especial a jovens jornalistas que escrevam sobre o tema da luta contra a discriminação e a promoção da diversidade.

O concurso está aberto a jornalistas dos 25 Estados-membros da UE, que deverão apresentar artigos da imprensa escrita ou da Internet sobre discriminação ou diversidade em razão da origem racial ou étnica, religião ou crença, idade, deficiência e orientação sexual.

Os artigos, que devem ser publicados na imprensa ou em meios online entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro de 2006, devem ser entregues em qualquer das 20 línguas oficiais da União Europeia.

Os trabalhos serão avaliados por um júri nacional em cada Estado-membro, formado por profissionais do jornalismo e especialistas na luta contra a discriminação que seleccionarão os 25 vencedores nacionais que passam à fase final.

Um júri europeu seleccionará depois os três vencedores do prémio da União Europeia que receberão um prémio monetário para uma viagem de investigação a um país da UE à sua escolha.

Este é o terceiro ano que a Comissão Europeia realiza este concurso, iniciativa que faz parte da campanha informativa da UE «Pela diversidade. Contra a discriminação», que incide sobre os direitos ao abrigo da legislação comunitária anti-discriminação e promove os benefícios da diversidade no local de trabalho.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 09:12 PM | Comentários (360)

TECHNORATI BLOQUEADO NA CHINA

A China proibiu o acesso ao motor de busca Technorati. A página foi bloqueada há cerca de uma semana e a notícia só veio a público porque alguns cibernautas se queixaram que não conseguiam aceder a ela.
O governo chinês não deu explicações para a sua decisão, no entanto especula-se que a censura se deva ao facto do site ser de carácter generalista e receber todo o tipo de opiniões.

O bloqueio da página coincide com o apelo das autoridades da autocensura de conteúdos.

Também os motores de busca Yahoo! e Google foram alvo de censura o ano passado. Os portais apenas não tiveram mais problemas com as autoridades chinesas porque asseguraram que não iam incluir mais informações contra o regime.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 05:13 PM | Comentários (631)

JORNALISTAS DINAMARQUESES ACUSADOS

Dois jornalistas dinamarqueses que divulgaram informações dos serviços secretos que colocavam em dúvida a existência de armas de destruição maciça no Iraque foram acusados de porem em perigo a segurança do Estado, informou hoje o procurador público do reino.

Esta é a primeira vez na história contemporânea da Dinamarca que jornalistas são acusados de atentado contra a segurança do Estado. Os dois repórteres, do jornal diário "Berlingske Tidende", podem ser condenados a dois anos de prisão.

Em 2004, Michael Bjerre e Jesper Larsen publicaram uma série de artigos com análises confidenciais sobre as ameaças colocadas pelas alegadas armas de destruição maciça (ADM), assinadas por um agente dinamarquês dos serviços secretos, Frank Grevil.

Os documentos colocavam em dúvida a tese do Governo liberal-conservador dinamarquês, segundo a qual o regime de Saddam Hussein detinha ADM, o que justificava a participação do país na guerra contra o Iraque em 2003, ao lado dos Estados Unidos e do Reino Unido.

Frank Grevil foi condenado a quatro meses de prisão.

O chefe de redacção do jornal, Niels Lund, insurgiu-se contra o processo judicial. "Publicámos informações que eram, em grande parte, acessíveis a partir da Internet. Não compreendo por que razão isso ameaça a segurança do Estado", afirmou.

"Os dois jornalistas fizeram um bom trabalho. Desvendaram, com um ângulo crítico, a decisão do Governo de envolver [o país] na guerra contra o Iraque", salientou o director em editorial.

O presidente do sindicato dos jornalistas da Dinamarca, Mogens Blicher Bjerregaard, disse ter ficado "chocado" com esta decisão e adiantou que está pronto para levar o caso ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 04:16 PM | Comentários (0)

'LE MONDE' CONDENADO POR DIFAMAÇÃO

O jornal francês "Le Monde" foi condenado por um tribunal de Paris ao pagamento de uma indemnização de um euro ao Presidente da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, e à mulher deste, por difamação.

O casal queixou-se de uma série de artigos publicados pelo "Le Monde" entre 22 de Janeiro e 20 de Fevereiro de 2003, que acusavam a presidência da Costa do Marfim de estar implicada na organização de "esquadrões da morte" desde o início da crise no país, em Setembro de 2002, que levou à divisão entre a região norte e a região sul.

Em Julho de 2004, um tribunal de primeira instância ilibou o jornal, considerando que os artigos estavam sustentados com "elementos suficientes e credíveis".

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 03:07 PM | Comentários (0)

'PEQUENOS JORNALISTAS' FAZEM 25 ANOS

Um jornal escolar de Bragança, o "Pequenos Jornalistas", comemora este ano um quarto de século tornando-se num caso raro de longevidade, sem falhar uma edição de notícias da Escola EB 2/3 Augusto Moreno.

Ao longo de 25 anos de publicações, o "Pequenos Jornalistas" alterou apenas a sua periodicidade de trimestral para semestral, contando já com 63 edições. A última, correspondente a Março de 2006, assinala as bodas de prata com uma edição especial que renova o grafismo e linha editorial. Os "pequenos jornalistas" da escola Augusto Moreno destacam a história do seu periódico informativo e escrevem sobre a reorganização da rede escolar e as actividades escolares em que se integra o clube de jornalismo.

Entrevistaram colegas e um ex-aluno, Daniel Catalão, que se tornou num jornalista "a sério" da televisão, concretizando aquele que é o sonho de alguns dos "pequenos jornalistas". O destaque da edição especial vai, no entanto, para "o diálogo de culturas" numa escola que acolhe, entre os seus 580 alunos, mais de duas dezenas de estudantes de várias nacionalidades, filhos de imigrantes do Leste europeu, Espanha, China, países africanos e América Latina.

O artigo fala da integração destes jovens num estabelecimento que há cerca de dois anos ficou conhecido a nível nacional pela alegada rejeição de uma turma de alunos com problemas. A presidente do conselho directivo, Emília Estevinho, realça a importância deste trabalho, que demonstra o esforço de integração por parte de toda a comunidade escolar.

Para a responsável, este jornal tem também sido um contributo importante para a aprendizagem da língua portuguesa, já que é trabalhado pelos professores do departamento nas aulas com todos os alunos e depois de impresso é analisado e discutido.

Depois do jornal, os mais crescidos dos "pequenos jornalistas" sonham a gora em instalar na escola uma rádio para desenvolver outra área do jornalismo e informarem com mais actualidade.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 11:50 AM | Comentários (1)

O BLOGUE DE JOSÉ MILHAZES

Da Rússia, um blogue do correspondente do PÚBLICO em Moscovo José Milhazes, passará a estar disponível no PUBLICO.PT a partir de hoje, em http://blogs.publico.pt/darussia . Mas este será apenas um de muitos blogues especializados que o site do PÚBLICO pretende disponibilizar nas próximas semanas. O objectivo é alargar a interactividade com os leitores e esta é "uma das formas mais atraentes do o fazer", defende o director do site, José Vítor Malheiros.

Porquê começar a partir "Da Rússia"? "A Rússia é um país que, apesar de ser europeu, continua a ser pouco conhecido. Conhecemos pouco o lado social e cultural russo, as notícias privilegiam o lado político, económico e, por vezes, o desportivo. Um blogue é um sítio sem fronteiras, não é algo rígido como um jornal com as suas secções. José Milhazes tem aqui uma porta aberta para nos mostrar o que é de facto a vida na Rússia", diz José Vítor Malheiros sobre um dos correspondentes do PÚBLICO, no activo desde o primeiro dia do jornal, que mais tem investido na relação com o site.

A primeira investida do PUBLICO.PT com os blogues surgiu em 2004, com um blogue do então correspondente em Nova Iorque Pedro Ribeiro, que durou todo o período de campanha para as presidenciais e que teve uma grande resposta em termos de interactividade com os leitores. "Mas a intenção de aderirmos aos blogues não tem só a ver com o sucesso do blogue das presidenciais norte-americanas", afirma José Vítor Malheiros. "Os blogues são um movimento cívico importante, do ponto de vista informativo. São um enriquecimento e uma forma de alargar a interactividade com os leitores. Existem várias formas de o fazer mas esta é uma das mais atraentes."

Nas próximas semanas José Vítor Malheiros adianta que vão surgir vários blogues especializados associados ao site do PÚBLICO. "Serão blogues que têm projectos de qualidade, especializados em várias áreas. Alguns deles são de colaboradores do jornal e outros serão de pessoas externas, convidadas" diz, sobre esta aposta, feita também, nos últimos tempos, por outros jornais internacionais.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 11:48 AM | Comentários (0)

AUDIÊNCIAS EM ESPANHA (1)

O número de leitores das publicações diárias em Espanha cresceu 2,1%, revelam os dados da Associación para la Investigación de Comunicación (AIMC), através do seu Estudio General de Médios (EGM).

O segmento das publicações de informação diária (onde se incluem as de informação geral, as económicas e as desportivas) ganhou cerca de 325 mil leitores na vaga de Abril de 2005 a Março de 2006, relativamente à vaga anterior (Fevereiro a Novembro de 2005), totalizando 15,6 milhões de leitores.

O grupo das publicações de informação geral cresceu 2%, entre períodos, totalizando 14 milhões de leitores/dia e os desportivos evoluíram 1,2%, atingindo os quatro milhões de leitores. Já os títulos económicos caíram 5%, para 208 mil leitores diariamente.

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AUDIÊNCIAS EM ESPANHA (2)

No ranking geral das publicações (ver gráfico), a liderança pertence ao do jornal desportivo Marca (grupo Recoletos), que cresceu 0,4% para 2,5 milhões leitores/dia. Segue-se o diário do Grupo Prisa, El País (2.º) que caiu 1,1% ou 23 mil leitores, situando-se nos dois milhões. Em terceiro lugar, o El Mundo caiu 4,9%, para 1,2 milhões de leitores diários.

De acordo com a AIMC, que tem como universo do seu estudo 37.439.000 indivíduos com mais de 14 anos, os diários detêm, na vaga de 2006, uma penetração de 41,6%.Os suplementos representam 26,9%, enquanto as revistas ocupam uma quota de 52%. Na vaga anterior (2005), os diários detinham um share de 41,1%, os suplementos 27,7% e as revistas 53,8%.

O perfil do leitor das publicações diárias em Espanha aponta para um maior consumo dos homens (60,3%) e 39,7% de mulheres com idades entre os 25 e 34 anos (22,1%) e 35 a 44 anos (21,1%), da classe média.

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AUDIÊNCIAS EM ESPANHA (3)

Rádio também cresce

Já a rádio, meio onde foram efectuadas 43.412 entrevistas, ao contrário da realidade portuguesa, cresceu em Espanha, ainda que de forma modesta (0,2%), o equivalente a 18 mil ouvintes, totalizando 11,3 milhões de pessoas. A Cadena Ser, do grupo Prisa, é líder de um segmento que vale 55,9% (55,5%, em 2005), com 4,8 milhões de ouvintes diariamente. A rádio é ouvida por 45,8% de mulheres e 54,2% de homens.

Relativamente à televisão, a AIMC define um índice de penetração de 88,6%, maioritariamente consumida por mulheres (51,1%), enquanto os homens pesam 48,9%. O cinema tem uma penetração de 6,6% e a Internet 20,6%, crescendo dos 19,9%, em 2005.

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FRANCE TELECOM LENÇA TV POR ADSL

O operador France Telecom anunciou hoje que vai lançar a 1 de Junho uma oferta de televisão de alta definição por ADSL em colaboração com a plataforma TPS, que é controlada pelas cadeias TF1 e M6, em fase de fusão com a Canalsat da Vivendi Universal.

O lançamento acontecerá justamente uma semana antes do início do Campeonato Mundial de Futebol 2006, considerado como o baptismo da televisão de alta definição.

Esta oferta será objecto de uma tarifa promocional, precisa o operador em comunicado, no qual assegura que será «o primeiro operador do mundo a oferecer televisão digital por ADSL de alta definição».

Fonte: Diário Digital

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CANAL AUTOMÓVEL INICIA EMISSÕES

As empresas Dot One New Media, Panaavídeo e WTVision criaram um canal de televisão exclusivo para o Salão Internacional do Automóvel de Portugal 2006, que tem início esta sexta-feira, segundo o Jornal de Notícias.

O canal SAI TV vai poder ser visualizado através de 60 plasmas espalhados ao longo de quatro pavilhões e a emissão vai ser dedicada ao sector automóvel, mas vai ter também informação geral, entretenimento e informação específica para feiras, como o perfil dos visitantes ou a agenda com destaques.

«As grelhas e os conteúdos foram criteriosamente planeados de forma a abrangerem os eventos e tornarem o canal verdadeiramente atractivo para quem visita o salão», explicou o director-geral da Dot One New Media, André Robles.

André Robles referiu ainda que a empresa vai ser responsável pela gestão da publicidade.

A mostra automóvel decorre até ao dia 7 de Maio na Feira Internacional de Lisboa (FIL), em Lisboa. Na última edição recebeu cerca de 250 mil visitantes.

Fonte: Diário Digital

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ABDELGHANI DETIDO

A polícia egípcia deteve o director da televisão por satélite Al-Jazeera no Cairo. Husein Abdelghani é acusado de ter alegadamente difundido notícias falsas sobre os atentados no Sinai.

Husein Abdelghani foi detido no hotel onde estava hospedado na cidade turística de Dahab, onde se encontrava com outros jornalistas para cobrir o atentado que ocorreu na cidade e causou a morte de 12 egípcios e 6 estrangeiros.

O repórter terá sido levado para o Cairo numa viatura da polícia e, após ser interrogado, ficou em prisão preventiva para ser submetido a novo interrogatório.

Abdelghani foi preso depois de informar que nos atentados suícidas no Norte do Sinai contra polícias egípcios e soldados da Força Multinacional de Observação, os responsáveis pelo ataque morreram.

A Al-Jazeera já foi criticada anteriormente por vários governos árabes por difundir programas opositores do regime desses países.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 11:29 AM | Comentários (0)

IGAOT INSPECCIONA TAPADA DO MOUCO

A Inspecção-Geral do Ambiente e Ordenamento do Território detectou, ontem, ilegalidades na Tapada do Mouco, área florestal adjacente ao Parque da Pena, Sintra, local considerado património mundial e que acolheu a ‘1.ª Companhia’, programa da TVI, segundo apurou o CM junto de fonte do ministério do Ambiente.

A acção inspectiva surge na sequência de queixas em Tribunal da Associação ambientalista Olho Vivo, que acusa a empresa gestora Parques de Sintra – Monte da Lua – de autorizar a realização do ‘reality show’ da TVI e, com isso, ter destruído parte da área protegida da Tapada do Mouco. Segundo fonte da Inspecção-geral do Ambiente e Ordenamento do Território, os inspectores “constataram que o espaço ocupado é de cerca de um hectare”, ou seja, o equivalente a um campo de futebol. “Hoje há uma clareira maior” do que aquela que existia antes de começar o programa, disse-nos a mesma fonte.

A Olho Vivo considera que o programa televisivo, que terminou a 31 de Dezembro de 2005, trouxe ainda outros prejuízos ambientais. Filipe Pedrosa, membro da direcção, enumera-os: “Fizeram terraplenagem e destruíram carvalhos e azevinhos plantados por mecenas, deixaram sapatas de cimento usadas na instalação das estruturas e brita. Não se vê a prometida recuperação do local e do Chalé da Condessa, com os 50 mil euros que seriam pagos como contrapartida.”

O ambientalista estranha a autorização do programa “face ao incumprimento do Plano de Ordenamento do Parque Natural Sintra-Cascais”, tendo a Olho Vivo apresentado queixa ao Ministério Público.

ENDEMOL AGUARDA FACTURA

“A Endemol pagará os 50 mil euros a que se propôs para recuperar o Chalé da Condessa, mas continua a aguardar que a Monte da Lua emita a factura”, disse Piet-Hein Baker ao CM.

O director da produtora lamenta que a situação ainda não esteja resolvida e garante que a sua empresa “cumpriu todas as normas impostas. Não foi ‘cortado’ um único ramo que não estivesse previsto. Quem tiver dúvidas, fale com as entidades competentes que acompanharam todo o processo: a Câmara Municipal de Sintra [CMS], o Parque Natural de Sintra-Cascais e a Monte da Lua”.

A CMS, pela voz da assessora de Imprensa, remeteu responsabilidades para a Monte da Lua. Esta empresa, detida, em parte, pela CMS, contactada pelo nosso jornal, recusou-se a comentar.

Fonte: Correio da Manhã

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abril 26, 2006

BBC SONDA MERCADO SOBRE PUBLICIDADE NO SEU SÍTIO

A BBC lançou um inquérito no seu site para descobrir a opinião dos seus utilizadores em relação à introdução de publicidade na sua edição internacional por Internet.

Mais de 100 mil pessoas de fora do Reino Unido participaram na sondagem. Os leitores britânicos não foram consultados porque a publicidade na página não se apresenta para aqueles que navegarem no site dentro do país.

A BBC preparou vários projectos possíveis para demonstrar como aparecerá a publicidade no site. As opções contemplam anúncios no cabeçalho, à direita das notícias ou no final da página principal e na da BBC News.

Qualquer proposta para introduzir publicidade no site de notícias deve seguir um processo de aprovação interna antes de ser aprovado. A BBC Trust terá a última palavra acerca das mudanças que podem vir a realizar-se.

Fonte: Diário Digital

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CONTRATAÇÃO PÚBLICA: PLANO DA UE

A Comissão Europeia (CE) apresentou um plano de acção sobre a administração electrónica. Em 2010, a CE pretende que 100% da contratação pública seja realizada através da Internet.

O objectivo é alcançar 100% de disponibilidade e 50% de penetração das medidas na população. O plano define medidas práticas para criar mercados públicos e assegurar o tratamento electrónico dos documentos das empresas.

O novo plano de acção compreende cinco campos prioritários. Além dos contratos online, o Executivo comunitário pretende que as vantagens da administração electrónica estejam acessíveis a toda a população, assim como garantir a sua eficácia.

A segurança será também outra das prioridades e todos os projectos que se concentrem no uso das novas tecnologias da informação serão aprovados, no sentido de aumentar a participação dos cidadãos na toma de decisões.

«A administração electrónica é uma ferramenta essencial para o governo modernizar as administrações públicas na Europa», afirmou a comissária da Sociedade de Informação, Viviane Reding.

Diferentes iniciativas levadas a cabo por vários Estados membros demonstraram as potencialidades do sistema.

Fonte: Diário Digital

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FRASES PUBLICITÁRIAS INCLUÍDAS EM GUIÃO

A aposta no serviço de televisão digital terrestre (TDT) tem levado os responsáveis das diferentes televisões europeias a estudar novas formas de obtenção de receitas. A integração de mensagens publicitárias nos guiões de formatos televisivos parece ser a solução encontrada.

Já não se trata de colocar um personagem a beber ou a vestir determinadas marcas, mas sim de mensagens proferidas pelas personagens entre diálogos. Por toda a Europa estuda-se o convite aos anunciantes para participarem na criação dos guiões. Espanha foi palco recente desta discussão, no II Fórum Profissional do Anunciante, no qual os directores comerciais das televisões concordaram com a estratégia.

A ideia nasceu após as estações se aperceberem da alteração nos padrões de consumo dos espectadores, bem como da fragmentação das audiências. O público dá menos atenção aos blocos publicitários, devido ao ‘zapping’ durante os intervalos. A mensagem publicitária, por sua vez, é mais valorizada quando transmitida num formato de sucesso.

A massificação da TDT assegurará outras formas de veicular publicidade. Embora se questione a legalidade da implementação de tal tecnologia, um sistema de bloqueamento de sinal durante a emissão de publicidade está a ser desenvolvido (ver caixa). Contudo, a aposta nesta estratégia pode revelar-se contraproducente, com o efeito de obrigatoriedade a afastar o público.

EM PORTUGAL

Por cá, a ANACOM ainda está em processo de planeamento técnico. Após a sua conclusão, o organismo efectuará o concurso de atribuição das licenças de exploração. No entanto, ainda não há qualquer prazo estabelecido. Mas este atraso não é preocupante.

Arons de Carvalho, deputado do PS e ex-responsável pela tutela da Comunicação Social no Governo de António Guterres, explica que “o facto de sermos um País pequeno facilita uma rápida implementação da rede digital terrestre”.

A questão financeira também não deve ser descurada. A massificação internacional da TDT produzirá uma redução dos custos, que poderá ser aproveitada por Portugal. Em 2003, a primeira licença de TDT foi revogada, devido a problemas na distribuição do ‘software’.

POTENCIAL TECNOLÓGICO

A transmissão digital é um sistema com grande potencial tecnológico, visto permitir a reunião, numa única plataforma, de toda a emissão televisiva à volta do mundo. É assim possível eliminar os diferentes sistemas padrão existentes nas diferentes zonas do globo. A incompatibilidade entre televisores e periféricos é outro problema solucionado pelo sistema digital.

BLOQUEADOR

A Phillips já trabalha no mecanismo bloqueador de receptores de sinal televisivo, para evitar o ‘zapping’ nos intervalos. A ideia é apoiada por estações de televisão e produtoras, apesar da afronta à liberdade do telespectador, cuja intenção é proteger quem sustenta a produção: os anunciantes. A tecnologia também inutilizará a função ‘fast forward’ do vídeo, caso o programa seja gravado.

O SERVIÇO DIGITAL

VANTAGENS

A principal vantagem do serviço digital deriva do acréscimo de qualidade no que toca ao som e à imagem. As linhas são desmultiplicadas – de 720x576 para 1280x720 – com a emissão a ser transferida da panorâmica padrão (4:3) para a chamada panorâmica real (16:9).

MEIOS

As antenas actuais servem para captar o sinal televisivo digital, embora o cabo e o satélite sejam os melhores método de recepção. De qualquer forma, é essencial possuir um aparelho de televisão digital integrado, ou, em alternativa, um descodificador externo para efectuar a conversão.

DIRECTIVAS

A implementação do serviço digital visa a eliminação da transmissão por sinal analógico. Em Maio de 2005, a Comunidade Europeia anunciou o ano de 2012 como data limite para o ‘apagão analógico’. Essa transformação conduzirá a que toda a emissão passe a ser feita em alta definição (HD).

Eunice Pinto
Fonte: Correio da Manhã

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'PIVOT' ASSESSOR DE BUSH

O presidente dos EUA, George W. Bush, escolheu o pivô da rádio Fox News, Tony Snow, para seu novo assessor de imprensa e deverá fazer o anúncio oficial esta quarta-feira, segundo uma fonte do Partido Republicano.

Snow substituirá Scott McClellan, que anunciou a sua demissão na semana passada como parte de um reforma idealizada pelo novo chefe de gabinete da Casa Branca, Josh Bolten, com o objectivo de revitalizar o governo de Bush.

Ex-redactor de discursos do ex-presidente George Bush (pai do actual mandatário), Snow foi submetido a um tratamento contra o cancro no ano passado.

Snow, de 50 anos, foi apresentador do programa «The Tony Snow Show» na rádio Fox News e pivô do «Fox News Sunday».

De acordo com o Washington Post, Snow só decidiu aceitar o cargo depois de lhe ter sido garantido que não seria somente um porta-voz, mas também um participante activo nos debates políticos.

O Washington Post cita fontes que afirmam que o novo assessor de imprensa acredita que conseguirá amenizar as tensões da Casa Branca com os repórteres, pois entende tanto de política quanto de jornalismo.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 08:55 AM | Comentários (0)

O JORNALISMO DO 'PREC'

"O jornalismo nos anos loucos do PREC" é o tema da edição de hoje do "Clube de jornalistas", da 2. Para o debate foram convidados José Carlos Vasconcelos, director do "Jornal de Letras", que naquele período foi director adjunto do "Diário de Notícias" (DN), e fundador do semanário "O Jornal"; Cesário Borga, jornalista da RTP e co-autor de três livros sobre o MFA e o PREC; João Alferes Gonçalves, jornalista, que viveu por dentro o caso Rádio Renascença e João Figueira, jornalista do DN e professor universitário, cuja tese de mestrado se intitula "Os jornais como actores políticos: o 'Expresso', 'Diário de Notícias' e 'Jornal Novo' no Verão Quente de 1975.

fonte: Jornal de Notícias

Publicado por estaccs às 08:52 AM | Comentários (0)

'GARGANTA FUNDA' ORGULHOSO

Um antigo director do FBI conhecido como "Garganta Funda" por ter sido a fonte secreta de dois jornalistas do Washington Post na denúncia do escândalo Watergate, nos anos 70, declarou-se hoje orgulhoso pelo papel que desempenhou.

Numa entrevista à cadeia de televisão CNN, Mark Felt disse no entanto que nunca se considerou um herói, e que só procurou "ajudar".

"Era preciso que alguém trabalhasse do interior", explicou, a propósito da ajuda que deu aos jornalistas Bob Woodward e Carl Bernstein na revelação do caso, que contribuiu para a queda do então presidente Richard Nixon.

"Era preciso que eles fossem honestos e credíveis", acrescentou durante o programa "Larry King Live", numa das suas raras entrevistas desde que admitiu em Abril de 2005 que era a "Garganta Funda", ou seja, o informador secreto dos dois jornalistas, depois de ter mantido silêncio durante 33 anos sobre o seu papel no caso, incluindo em relação à família.

Graças às informações confidenciais de Mark Felt, agora com 92 anos e de excelente saúde, Woodward e Bernstein puderam provar o papel da Administração do presidente Richard Nixon num assalto à sede do Partido Democrata no edifício Watergate, em Junho de 1972, para fotografar documentos e instalar aparelhos de escuta.

O escândalo e as tentativas da Casa Branca para encobrir o caso levaram à demissão de Richard Nixon, o primeiro presidente dos Estados Unidos a ser obrigado a fazê-lo, em Agosto de 1974.

"Estou orgulhoso de tudo o que a Garganta Funda fez", declarou, sublinhando que não esperava que os seus actos conduzissem à queda do presidente. "Mas não fiquei triste com a sua demissão", comentou.

"Quero que se lembrem de mim como um funcionário do governo que fez todo o seu melhor para ajudar toda a gente. Gostava de ficar com a reputação de ter procurado ajudar as pessoas", explicou ainda Mark Felt. O ex-director do FBI acaba de publicar um livro sobre a sua vida como agente do FBI intitulado "A Vida do G-Man: o FBI, ser Garganta Funda, e o Combate pela Honra em Washington".

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 08:26 AM | Comentários (0)

abril 25, 2006

A LER (111)

À Atenção de Zés Pereiras, Gigantones e Zabumbas, por José, na Grande Loja do Queijo Limiano.

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abril 24, 2006

'BLITZ' SAI HOJE PELA ÚLTIMA VEZ

O jornal Blitz vai para as bancas pela última vez esta segunda-feira, dia 24 de Abril. A publicação semanal dedicada à música e cultura juvenil dá lugar a uma revista mensal com lançamento previsto para Junho.

A alteração do formato deve-se ao facto do projecto musical se ter tornado inviável a nível financeiro. O Blitz desceu de 7.955 exemplares vendidos em 2004, para 6.802 no ano passado, segundo o relatório da Associação Portuguesa de Controlo de Tiragens e Circulação.

O actual director do jornal, Miguel Francisco Cadete, garante que «esta alteração era uma coisa planeada já há algum tempo». A abrangência de temas será um elemento a ter em conta no novo projecto.

Francisco Cadete ficará à frente de uma equipa ainda mais reduzida de jornalistas, pelo que a reestruturação significa o desemprego para alguns dos cinco profissionais que, actualmente, trabalham no Blitz.

Fonte: Diário Digital

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EL PAÍS LANÇA GRATUITO NA INTERNET

O primeiro diário do mundo actualizado ao momento, assim chama o El País ao seu diário 24 Horas. É descarregável em pdf e imprimível a qualquer momento.

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A LER (110)

Zona de Risco, por José Carlos Abrantes, no Diário de Notícias
A Juventude dos Ecrans Dourados, por Miguel Lemos, no Diário de Notícias
Boys, por António Ribeiro Ferreira, em O Estado do Sítio

Publicado por estaccs às 12:06 PM | Comentários (0)

CR DA LUSA SUSPENDE REFERENDO

O Conselho de Redacção (CR) da Lusa decidiu ontem suspender o referendo que marcara para quarta-feira com o objectivo de conhecer o parecer dos jornalistas da agência sobre a indigitação de Luís Miguel Viana para director de Informação. Em causa está o facto de a audição do CR ao ainda jornalista do ‘DN’ prosseguir naquele dia, apurou o CM.

CR e Viana reuniram-se, sexta-feira, durante três horas, mas como não estavam presentes todos os membros daquele órgão, o director indigitado disponibilizou-se para, também, dar conta dos seus projectos para a Lusa aos outros conselheiros.

Perante o acordo, o prazo para o CR se pronunciar sobre Viana será dilatado e, consequentemente, o referendo, marcado para quarta-feira, adiado.

Fonte: Correio da Manhã

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abril 23, 2006

TDT DETERMINA NOVA ESTRATÉGIA COMERCIAL

Todas las televisiones generalistas han coincidido en apostar por la integración de los mensajes publicitarios en sus contenidos como el futuro de sus estrategias comerciales, ante un escenario que vivirá "un antes y un después" con la llegada de la Televisión Digital Terrestre (TDT).

El director general de Atres Advertising (Antena 3), Eduardo Olano, se ha referido a la oportunidad de las marcas comerciales de "guionizar" los contenidos, como concursos y series de ficción.

En este punto se ha mostrado "totalmente de acuerdo" Juan Buhigas, director comercial de RTVE, que ha justificado esta necesidad por el cambio en los patrones de consumo televisivo, la fragmentación de la audiencias, y "la multiplicación de las pantallas".

En el II Foro Profesional del Anunciante, organizado por la Asociación Española de Anunciantes (AEA), todos los operadores generalistas han constatado un futuro inmediato en el que el liderazgo de las audiencias lo conquiste una cadena con máximo del 15% de cuota de pantalla, y existan decenas de canales entre el 1% y el 3% de 'share'.

Para Francisco Alum, director general de marketing y ventas de Publiespaña (Telecinco), "desde 2010 -fecha del apagón analógico-, va a cambiar todo", en lo relativo a la forma de relacionarse entre las cadenas y los anunciantes, al producirse una multiplicación de canales y de soportes, como la televisión por cable, por ADSL, de pago, y los servicios de vídeo bajo demanda, en las que un 75% de la publicidad pasa inadvertida, según datos del sector.

Para Alum, la venta de la publicidad "a granel ha pasado a mejor vida", por lo que hace falta "un baremo más cualitativo". En este sentido, ha relatado la experiencia de Telecinco al reducir la cantidad de publicidad durante la serie CSI -que logra más de un 20% de cuota de pantalla-, "que ha recompensado a la cadena con más ingresos al favorecer la eficacia de los mensajes publicitarios". Esta "autorregulación", según ha dicho, ha probado el comienzo de un cambio en el mercado publicitario a corto plazo, con la entrada de operadores como Cuatro y La Sexta, previo al escenario de la TDT.

En ese futuro proceso, a partir de 2010, Alum considera "mejor posicionadas" a las cadenas líderes, por poseer los contenidos que atraen a la audiencia y mejoran su capacidad de gestión, aunque ha admitido que la forma de negociar la venta en el futuro "va a ser distinta".

Momento "difícil" para los anunciantes
Ante esta situación, Eduardo Olano ha vaticinado una "situación difícil" para los anunciantes en una coyuntura dominada "por dos o tres cadenas como máximo y un gran número de canales con peso testimonial", los únicos capaces de garantizar una "cobertura" de población para los mensajes comerciales.

En este sentido, ha asegurado que las cadenas serán capaces de "ser creativas y ofrecer alternativas". "Tendremos que buscar nuevas formas cualitativas que justifiquen el aumento de precios, como bloques de corta duración o lograr comunicación con los anunciantes para que participen en los propios guiones de las series", ha propuesto.

"Los anunciantes deben tener la oportunidad de guionizar, y las cadenas tenemos que dar algo más si queremos pedir más precio porque si miras el precio de los costes por impacto publicitario te aterras", ha indicado el director comercial de Atres Advertising.

Giovanni Rier, consejero delegado de Publiseis (La Sexta), ha coincidido con su homólogo de Telecinco, pero ha negado que los contenidos sean de la cadena de Mediaset, sino que ha asegurado que "el 75% de los espacios en televisión pertenecen a las productoras" accionistas del nuevo canal en analógico. "El futuro es un cambio en la relación con los anunciantes, porque cada vez el target comercial tendrá más peso y en eso es donde los contenidos juegan un papel fundamental para la comunicación comercial dentro de un panorama fragmentado", ha apuntado Rier.

Sobre las nuevas posibilidades, ha señalado la interactividad de los contenidos y el 'merchandising' o productos vinculados a las series de ficción que podrán ofrecerse a las marcas comerciales. "Son derechos que pertenecen a los autores y no a las cadenas", ha dicho, y puso como ejemplo que una marca de alimentación o de cervezas que patrocina 'Los Serrano' monte un bar que imite su estética o tome sus imágenes.

"El 'target' tendrá más peso que ningún otro criterio -ha insistido-, y será necesaria una comunicación multidireccional entre los departamentos comerciales y de producción de las cadenas, y los anunciantes", ha indicado. "Se puede utilizar un contenido y explotarlo comercialmente, o se puede hacer un producto televisivo en función de valores de una marca", ha resumido Rier.

Por último, Buhigas ha asegurado que Televisión Española "mantiene mucho menos ruido publicitario" que el resto de operadores, en referencia a la saturación de espacios publicitarios, y ha insistido en que la cadena pública mantendrá "el equilibrio respetando los intereses de los anunciantes". Finalmente, ha subrayado en que TVE seguirá en el mercado comercial para autofinanciarse, y ha negado que se vaya a producir "ningún recorte cuantitativo de publicidad, sino uno cualitativo".

Fonte: El Mundo

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CONTINUA A GREVE NO 'FRANCE SOIR'

El rotativo francés 'France Soir' estará ausente este lunes ausente de los quioscos por décimo día consecutivo después de que los trabajadores votaran una nueva jornada de huelga en protesta por el plan de reestructuración que prevé el despido de la mitad de la plantilla.

Los asalariados de la empresa se pronunciaron de forma unánime a favor de una nueva jornada de paro para expresar su oposición a la decisión judicial de entregar el rotativo a un empresario inmobiliario que pretende reflotarlo con recortes de plantilla y cambios en la línea editorial.

La convocatoria de huelga se produce un día después de que los nuevos propietarios trataran de sacar ayer el diario a la calle con una tirada de 2.000 ejemplares, que fueron impresos pero no distribuidos.

Desde que comenzó la huelga el pasado día 13, 'France Soir' ha estado ausente de los quioscos excepto una edición especial lanzada el pasado día 14 bajo el título 'Resistencia'.

Los empleados se oponen al plan de los nuevos propietarios de convertir a la cabecera fundada en plena Segunda Guerra Mundial en un diario sin secciones de política y cultura y con especial atención a la información deportiva.

Fundado en 1944, 'France Soir' llegó a vender 1,35 millones de ejemplares a finales de los cincuenta, antes de comenzar su declive. En la actualidad apenas vende 50.000, pierde 30.000 euros diarios y su deuda asciende a los 13 millones de euros.

Fonte: El Mundo

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ESTUDOS DE LEITURA A CAMINHO

A ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, anunciou hoje o lançamento de dois estudos destinados a elaborar estatísticas sobre a publicação de livros em Portugal e os hábitos de leitura dos portugueses.

A ministra falava aos jornalistas durante uma visita às unidades de pediatria dos hospitais São Francisco Xavier, em Lisboa, e Fernando Fonseca (Amadora-Sintra), por ocasião do Dia Mundial do Livro, em que esteve acompanhada pelo ministro da Saúde, António Correia de Campos.

Um dos estudos a lançar pelo Ministério da Cultura, através do Instituto Português da Biblioteca e do Livro (IPBL), em articulação com o Instituto Nacional de Estatística (INE), a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) e a União dos Editores Portugueses (UEP), prevê a publicação, com regularidade, de dados sobre as tiragens e vendas para se conhecerem os números do mercado do livro.

O outro estudo vai debruçar-se sobre os hábitos de leitura, uma vez que não existe um trabalho actualizado neste sentido.

Esta iniciativa, no âmbito do Plano Nacional de Leitura, envolve os ministérios da Cultura, dos Assuntos Parlamentares e da Educação e vai ser publicamente divulgada a 02 de Junho.

No próximo ano, o Ministério da Cultura vai também criar um prémio de edição para distinguir a qualidade das edições em termos gráficos, técnicos e estéticos.

Fonte do Ministério da Cultura disse à agência Lusa que este prémio já existe em muitos países e que vai ser lançado em Portugal pela primeira vez.

Questionada pelos jornalistas, a ministra rejeitou a ideia de Portugal continuar na cauda da Europa relativamente à leitura.

"Não sei se estamos na cauda da Europa, isso é um lugar comum, nós conhecemo-nos mal. Hoje anunciamos aqui o lançamento de dois estudos porque não há estatísticas", referiu.

Isabel Pires de Lima admitiu que faltam sempre livros em todo o lado, até nas bibliotecas, afirmando que o ministério está a promover sistemas de apoio para a compra de livros na rede de bibliotecas públicas.

Fonte: Lusa

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DIA DO LIVRO E DO DIREITO DE AUTOR

A importância dos livros enquanto veículo de uma língua e dos direitos autorais são alguns dos pontos abordados na mensagem da UNESCO para o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, celebrado hoje.

Na sua mensagem, o director-geral da Unesco, Koichiro Matsuura, salienta a importância do livro na sociedade e como inestimável património da Humanidade e destaca a relevância do debate, cada vez mais aceso, sobre os direitos autorais, que enfrentam novos riscos com o advento da tecnologia.

Instituído por aquela agência das Nações Unidas em 1996, o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor é hoje comemorado em mais de 100 países.

A mensagem do Matsuura refere ainda os livros enquanto pedra basilar de várias profissões, como ferramenta única de expressão, educação e comunicação e como veículos das línguas, "que agora parecem ter ganho importância na agenda internacional".

"As línguas das edições reflectem a diversidade linguística dos vários povos do mundo? Como pode a indústria editorial, ultrapassando as fronteiras idiomáticas, facilitar o intercâmbio de obras entre os países?" - são algumas das questões de Matsuura.

O director-geral da Organização das ONU para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) sublinha ainda que a defesa dos direitos de autor deve ter em conta os interesses dos escritores mas também os dos leitores, já que é a estes que as obras se destinam.

Fonte: Lusa

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'SEMANA SEM TELEVISÃO'

Durante a próxima semana a associação norte-americana TV Turnoff Network convida todas as pessoas do mundo a viver de uma forma diferente, sem ver televisão. De 24 a 30 de Abril, o organismo tenta, pela décima segunda vez, organizar um movimento de abstinência televisiva, avança o Público este domingo.

Com esta iniciativa, a TV Turnoff e as mais de 70 organizações que a apoiam pretendem combater a teledependência, levando os espectadores a reflectir sobre o ascendente da caixa no seu quotidiano.

Fundada em 1994 nos EUA, a organização tenta espicaçar os espectadores e despertar consciências para os malefícios da televisão. A lista é grande e grave: obesidade, o insucesso escolar e o pouco tempo passado em família.

A iniciativa começou em 1994 nos EUA mas desde 1999, depois de ter sido publicitada pela revista AdBusters, a semana de abstinência televisiva transformou-se num fenómeno internacional ao nível de outras acções de boicote como o Buy Nothing Day (dia sem compras). Hoje, é uma semana assinalada em todo o mundo, incluindo Portugal onde é responsabilidade do Grupo de Acção e Intervenção Ambiental (GAIA). Os protestos do grupo passam sobretudo pela emissão de cartazes e brochuras e uma possível sessão de discussão.

No ano passado, segundo dados da Marktest/Mediamonitor, cada português viu uma média diária de três horas e meia de televisão. Em 95,6% dos lares nacionais existe pelo menos um aparelho, e 70,6% deles possui dois televisores, a maior percentagem de entre os países membros analisados pelo Observatório Europeu do Audiovisual, entidade que fornece estes dados.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 09:43 PM | Comentários (0)

A LER (109)

O Pântano Jornalístico, por João Lopes, no Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 02:31 AM | Comentários (0)

REGULAÇÃO EM CONSTRUÇÃO

Depois da ERC já ter iniciado funções, é verdadeiramente lamentável o estado "de construção" em que o respectivo sítio ainda se encontra.

Publicado por estaccs às 01:16 AM | Comentários (0)

'VOZ DO DÃO' QUEIXA-SE DA C. M. DE SANTA COMBA DÃO

Uma queixa deste jornal, que alega que a C. M. de Santa Comba Dão deixou de fazer publicidade institucional nas suas páginas. O seu Director endereçou um requerimento à Comissão Parlamentar de Direitos, Liberdades e Garantias, da Assembleia da República, que com a devida vénia transcrevemos.

Fonte: Sindicato dos Jornalistas

À Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdade e Garantias
Subcomissão de Direitos Fundamentais e Comunicação Social da Assembleia da República

Ex:mo Senhor Presidente da Subcomissão
Luís Campos Ferreira

O Jornal “Voz do Dão”, fundado em 1985/11/06, tem sido discriminado pela actual Câmara Municipal de Santa Comba Dão (Coligação PPD-PSD/CDS-PP), que no decorrer do ano 2006 nunca colocou um único anúncio no jornal, optando por fazer as suas inserções publicitárias comerciais e oficiais no Boletim Municipal, na sua própria paginação ou em separata fotocopiada (ao invés do procedimento do executivo anterior que se pautava por critérios de equidade na distribuição da publicidade institucional pelos órgãos de comunicação social regional sediados na cidade de Santa Comba Dão).
No fim do ano de 2005 a Câmara Municipal de Santa Comba Dão cortou a publicidade ao nosso jornal dirigida aos Munícipes Santacombadenses com os votos de Feliz Natal e Bom Ano 2006! O que aconteceu pela primeira vez desde há 20 anos … Inacreditável! Mas é a verdade…
No corrente ano a Câmara Municipal de Santa Comba Dão desencadeou de forma agravada uma perseguição contra o jornal “Voz do Dão” que tem debilitado a empresa e causado sacrifícios acrescidos aos seus jornalistas.
Cortou a publicidade ao jornal por não gostar de peças de investigação jornalística, veja-se o caso das roturas de condutas de gás na cidade de Santa Comba Dão, onde o município se escusou a enviar o comunicado à nossa redacção sobre tão melindroso assunto a que demos manchete na nossa edição de 2005/11/30.
No entanto, a Câmara Municipal de Santa Comba Dão enviou o referido comunicado a outros órgãos de Comunicação Social, fora do Distrito de Viseu!
O presidente da autarquia nunca questionou a veracidade da nossa informação! Apenas não quer que sejam publicadas notícias que interpelem a sua governação…
Esta perseguição culminou nos últimos dois meses com um caso de especial significado:
O vice-presidente, António José Brito Correia, deu ordens expressas da proibição de aceitação do jornal «Voz Do Dão» (com o carimbo de OFERTA na capa) nos espaços de leitura da Casa da Cultura, Espaço Internet e Biblioteca Municipal de Santa Comba Dão, ordenando aos seus funcionários no local a retirada dos exemplares aí entregues por oferta!
A actuação reincidente da autarquia a estes casos mais recentes atestam que a Censura não é um fenómeno do passado… Hoje deixou de usar o lápis azul, para passar a exercer-se pelo corte sistemático da publicidade e pelo estrangulamento financeiro de uma pequena empresa detentora de uma publicação, o jornal «Voz Do Dão», que tem uma orientação editorial alternativa ao pensamento único… e de livre opinião.
Mas a Censura também é exercida através da ocultação da informação local, da manipulação das mensagens e do recurso a meios desproporcionados para abafar a voz dos outros.
Note-se e verifique-se que em três edições do Boletim Municipal da Edilidade Santacombadense as fotos a cores do presidente e vice-presidente aparecem individualmente ou colectivamente em 25 imagens!!!
A direcção do jornal «Voz Do Dão» repudia veementemente tais atitudes de protagonismo pessoal e político, autoritarismo e a obsessão persecutória do actual executivo camarário.
Considera tais atitudes como uma flagrante violação da liberdade de informar e informar-se, que merece não só uma crítica pública, como também uma eventual sanção judicial, fiscal, cívica e política.
Requer à Assembleia da República e à sua comissão especializada que tomem a iniciativa de interpelar o presidente e vice-presidente da Câmara Municipal de Santa Comba Dão, e de proceder de acordo com as leis vigentes ao estudo e análise rigorosa das situações apresentadas, que denegam princípios fundamentais da Constituição da República Portuguesa e que visam condenar ao silenciamento as vozes incómodas e instalar a ditadura da uniformidade…

Pede Deferimento

Santa Comba Dão, 23 de Março de 2006

O Director
(António Manuel de Sousa Guedes)

Publicado por estaccs às 01:09 AM | Comentários (2)

A LER (108)

Jornalismo De Opinião, por Venício A. de Lima, no Observatório de Imprensa
De Contrapeso Ao Poder A Porta-voz Da Sociedade, por Aloysio Castelo De Carvalho, idem

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abril 22, 2006

'LA TIMES' SUSPENDE BLOGUE (1)

El periódico 'Los Angeles Times' ha suspendido uno de sus blogs más populares porque su creador y premio Pulitzer, el periodista Michael Hiltzik, utilizó pseudónimos para ocultar su identidad. "Se trata de una violación de la ética del periódico, que requiere que sus periodistas se identifiquen ante el público", asegura el diario en su página web. Hiltzik mantiene uno de los diarios cibernéticos más populares del periódico, titulado "Golden State".

Publicado por estaccs às 11:33 PM | Comentários (0)

'LA TIMES' SUSPENDE BLOGUE (2)

La utilización de seudónimos fue fruto de una disputa entre Hiltzik y otros blogs californianos de corte conservador.

Entre ellos está el blog del ayudante del fiscal del distrito Patrick Frey, quien indicó en su página "Patterico's Pontifications" que había "pruebas sobradas" de que Hiltzik había utilizado seudónimos en la red, bien desde su página o desde otras para subrayar sus comentarios.

Con anterioridad a la suspensión, Hiltzik admitió en su blog que había utilizado el nombre de "Mikekoshi" pero restó importancia a las quejas de Frey.

Publicado por estaccs às 11:31 PM | Comentários (0)

'LA TIMES' SUSPENDE BLOGUE (3)

Hiltzik y el periódico consiguieron el premio Pulitzer en 1999 por la investigación periodística que sacó a la luz la corrupción en la industria de la música, incluido el soborno que se conoce con el nombre de "payola" y por el que los pinchadiscos recibían dinero de las discográficas para darle más presencia a sus producciones.

Ni el periódico ni Hiltzik han señalado públicamente cuál será el efecto de la suspensión del blog en la carrera del periodista en este medio.

Con el título de "Otra voz en la inmigración", la última entrada de Hiltzik en su blog estuvo dedicada a los empresarios que han mostrado su apoyo en favor de los inmigrantes.

Fonte: El Mundo

Publicado por estaccs às 11:30 PM | Comentários (1)

DOMÍNIOS MILIONÁRIOS (1)

Desde o início do ano dispararam os preços dos domínios de internet. De Janeiro até agora foram vendidos 15 domínios a preços que atingem os seis dígitos, adianta o site NewsFactor. Foi o caso de «sex.com», que terá arrecadado 12 milhões de dólares (9,7 milhões de euros) entre efectivo e acções.

A transacção do domínio «sex.com», em Janeiro, quebrou todos os recordes, mas foi apenas a primeira de várias. Nestes meses, o nome de domínio «on.com» alcançou os 635 mil dólares (515 mil euros), enquanto «Macau.com» foi vendido por mais de meio milhão de dólares (405 mil euros).

Estes são apenas alguns dos exemplos mais recentes. No entanto, a tendência já se manifestava desde o ano passado. De acordo com a empresa de análise de mercado Zetetic, em 2005 foram vendidos 5.851 nomes de domínio, num valor global de 29 milhões de dólares (23,5 milhões de euros).

Publicado por estaccs às 11:25 PM | Comentários (0)

DOMÍNIOS MILIONÁRIOS (2)

Estes são apenas alguns dos exemplos mais recentes. No entanto, a tendência já se manifestava desde o ano passado. De acordo com a empresa de análise de mercado Zetetic, em 2005 foram vendidos 5.851 nomes de domínio, num valor global de 29 milhões de dólares (23,5 milhões de euros).

Em comparação, 2004 terminou com um saldo de apenas 15 milhões de dólares (12 milhões de euros). nos primeiros quatro meses deste ano foram vendidos 1.942 nomes de domínio, num valor de 14,2 milhões de dólares (11,5 milhões de euros).

O negócio está em franco crescimento, e, segundo alguns analistas, existem já entre um e dois milhares de pessoas que se dedicam à corretagem de domínios.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 09:17 PM | Comentários (0)

GRANADEIRO NOVO PRESIDENTE DA PT

O novo presidente do conselho de administração da Portugal Telecom (PT), Henrique Granadeiro, afirmou ontem à noite que a operadora vai apostar numa gestão rigorosa que evite o desperdício de recursos, concentrando-se ao mesmo tempo no aumento da receita por cliente.

Numa nota enviada por correio electrónico aos colaboradores da empresa, Henrique Granadeiro sublinha que o foco na receita por cliente "é o valor central na nova unidade de medida que deverá estar obrigatoriamente subjacente a todas as decisões".

Em declarações aos jornalistas no final da assembleia geral da PT, Granadeiro sublinhou que a redução de custos e o aumento de receitas são a "única forma de equilibrar contas num mercado maduro em que as receitas tendem a decrescer".

Nesse sentido, a estratégia da operadora continuará a passar pela reconversão de quadros e formação de pessoal, o que poderá eventualmente levar a algumas reduções de quadros, admitiu o presidente do conselho de administração.

"É possível que alguns recursos fiquem disponíveis", disse Granadeiro.

Admitindo que a PT vive um dos momentos mais difíceis da sua história, Granadeiro assegurou que tem um plano para atingir os objectivos propostos aos accionistas, que no segmento móvel passa pela manutenção da posição no mercado, havendo ainda possibilidade de "explorar com os restantes operadores a oportunidade de utilização partilhada das redes móveis".

Granadeiro sublinhou que vê o mercado português com três operadores de telecomunicações móveis e é neste cenário que imagina a TMN a longo prazo.

Henrique Granadeiro revelou que vai estudar o modelo de separação da actividade retalhista e grossista, que "pode ser só uma mera separação de operação ou ir até ao ponto em que o segmento de mercado pode ser alienado".

"Estamos em fase de estudo", adiantou.

Em relação à Oferta Pública de Aquisição (OPA) da Sonaecom sobre a PT, Granadeiro sublinhou que a operadora é um grupo empresarial independente e que quer continuar assim.

O responsável reiterou que o preço oferecido pela Sonaecom [9,5 euros por acção] é "insuficiente e desvaloriza a empresa" e sublinhou que "o quadro de gestão de uma empresa sujeita a uma OPA é de gestão normal, não é gestão corrente".

"Uma OPA não suspende a vida de uma empresa", sustentou o presidente da operadora de telecomunicações.

O responsável disse que o conselho de administração não vai convocar uma assembleia geral específica para discutir as propostas relativas aos pontos inicialmente incluídos na ordem de trabalhos da AG de ontem e que a entidade reguladora do mercado de capitais (CMVM) considerou serem medidas anti-OPA.

"Se um dia for necessário uma AG extraordinária será convocada", rematou.

O presidente do conselho de administração da PT reafirmou o empenho da operadora em manter-se no Brasil, onde tem um "bom parceiro" [a espanhola Telefónica].

"Vamos explorar a fundo a capacidade de nos mantermos nesse mercado", sublinhou.

Sobre o mercado africano, Granadeiro admitiu que um dos objectivos da PT passa por "um quadro de crescimento de consolidação", que poderá eventualmente traduzir-se na criação de uma holding que venha a ser cotada na bolsa de Joanesburgo.

"Essa é uma das formas de dar maior expressão" às participações no mercado africano, mas que está a ser analisada "e irá evoluir da forma mais adequada", adiantou o responsável.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 01:44 PM | Comentários (0)

AGILDO RIBEIRO PROCESSA BANDEIRANTES

O actor e humorista brasileiro Agildo Ribeiro entrou com um processo contra a TV Bandeirantes. Em causa está o uso indevido da sua imagem, com a reposição da novela ‘Mandacaru’, produzida pela extinta TV Manchete e exibida em 1997, em que o actor participou.

Segundo o seu advogado, o humorista não foi avisado da reposição da novela na Bandeirantes, nem recebeu os direitos relativos à sua imagem.

Agildo participou em ‘Mandacaru’ durante um intervalo do seu contrato com a Rede Globo para a qual regressou e onde é actor exclusivo.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 01:34 PM | Comentários (0)

RELAÇÃO RECUSA TOMAR CONHECIMENTO DE RECURSO SOBRE 'ENVELOPE 9'

O Tribunal da Relação de Lisboa decidiu "não tomar conhecimento" do incidente suscitado pelos jornalistas do “24 Horas” destinado a impedir a abertura dos computadores apreendidos no caso "Envelope 9", disse hoje o director do jornal.

O chamado caso "Envelope 9" resultou de um apenso ao processo de pedofilia da Casa Pia contendo números de telefones de importantes figuras do Estado, incluindo o do Presidente da República.

Pedro Tadeu, director do jornal “24 Horas”, referiu hoje que a 5ª secção do Tribunal da Relação de Lisboa entendeu não tomar conhecimento do incidente processual para impedir que o juiz de instrução ordene a abertura dos computadores, mas que os jornalistas vão recorrer desta (não) decisão para o Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

Neste recurso, destinado ao STJ mas que dará entrada na Relação de Lisboa, será alegado que os juízes desembargadores deviam ter "tomado conhecimento da questão".

Os jornalistas, defendidos pelo advogado Barros Figueiredo, consideram ainda que a interposição deste recurso para o STJ tem "efeitos suspensivos" sobre a decisão de abertura dos computadores.

A decisão da Relação de "não tomar conhecimento" do incidente suscitado pelos jornalistas está contido num despacho de 6 de Abril, tendo os profissionais da comunicação social sido hoje notificados da deliberação tomada pelos juízes Maria Margarida Bacelar (relatora), Agostinho Soares Torres e José do Nascimento Adriano.

Os juízes entenderam que as questões suscitadas não são matéria de incidente processual, mas de recurso, pelo que não tomaram conhecimento do mesmo.

Pedro Tadeu esclareceu ainda que este incidente processual corre em separado a um recurso interposto em que se alega que as buscas na redacção do “24 Horas” e na casa do jornalista free-lancer Jorge Van Krieken foram "ilegais", assim como a apreensão dos computadores e a sua eventual abertura.

Entretanto, o procurador-geral da República (PGR) afirmou hoje de manhã que a investigação ao caso do "envelope 9" está "praticamente feita", faltando apenas que o juiz de instrução do processo determine a abertura dos computadores apreendidos aos jornalistas do “24 Horas”.

Fonte: Público

Publicado por estaccs às 03:04 AM | Comentários (0)

COMPUTADORES AINDA FECHADOS

O procurador-geral da república, Souto Moura, anunciou hoje que a investigação ao caso do "envelope 9" está "praticamente feita", faltando apenas que o juiz de instrução do processo determine a abertura dos computadores apreendidos aos jornalistas do "24 Horas".

À margem de um seminário do Eurojust, que decorre em Lisboa, Souto Moura referiu que a abertura dos computadores sofreu um adiamento devido a um incidente processual que subiu ao Tribunal da Relação de Lisboa "mas que neste momento já está resolvido".

"Neste momento, parece-me que estão reunidas todas as condições para que seja designado pelo senhor juiz - pois não depende do Ministério Público - a abertura dos computadores", considerou o procurador-geral, adiantando que logo que "isso seja feito a investigação está praticamente feita" por parte do Ministério Público.

De acordo com Souto Moura, foi o adiamento desta diligência (abertura dos computadores) - entendida pelo Ministério Público como "necessária" e que "em nada contrariava a lei" - que causou atraso nas investigações.

Nas suas palavras, também não fazia sentido que o Ministério Público prescindisse da abertura dos computadores depois de ter requerido esta diligência no âmbito das investigações.

O juiz de instrução criminal Alfredo Costa decidiu, a 9 de Março, suspender a abertura dos computadores dos dois jornalistas do jornal "24 Horas" que denunciaram a existência do registo de chamadas telefónicas de altas figuras do Estado num envelope apenso ao processo Casa Pia - o chamado "envelope 9".

Fonte ligada ao processo referiu então à agência Lusa que o juiz decidiu suspender a abertura dos computadores, que já tinha data marcada, depois de fazer subir ao Tribunal da Relação de Lisboa o incidente suscitado pela defesa dos jornalistas Joaquim Eduardo Oliveira e Jorge Van Krieken para impedir o acesso aos dados do computador.

A decisão do juiz surgiu um dia depois de a Procuradoria-Geral da República (PGR) ter anunciado que foram ouvidas "dezenas de pessoas" e realizadas "inúmeras diligências" no inquérito ao caso "envelope 9", processo que contava, naquela data, com "três volumes e mais de 500 folhas".

O comunicado da procuradoria, datado de 8 de Março, dizia que na segunda-feira seguinte (13 de Março) seria feito pelo juiz de instrução "um exame ao material apreendido", incluindo o que foi confiscado nas buscas à redacção do jornal "24 Horas" e à casa do jornalista "freelancer" Jorge Van Krieken, e esclarecia que, por isso, "nunca poderia dar-se por encerrado o inquérito antes dessa data".

O esclarecimento da PGR surgiu no último dia do mandato de Jorge Sampaio como Presidente da República, que pediu que as investigações a este caso estivessem "ultimadas a curtíssimo prazo".

Fonte: Público

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ENTREVISTA COM JOSÉ MANUEL BARROSO

Em Maio deverá começar a trabalhar uma nova direcção de informação, liderada por Luís Miguel Viana (DN), que terá Filipe Luís e Paulo Rêgo como directores-adjuntos. José Manuel Barroso admite que a estrutura da redacção vai mudar, para melhor se adaptar aos desafios que a agência Lusa deverá enfrentar em 2006. Diz que o processo que levou à saída de Deolinda Almeida foi "normal" e que a restruturação da direcção de informação estava "tomada há muitos meses".

Vem tudo numa entrevista ao Diário de Notícias, que com a devida vénia se transcreve.

Que balanço faz do primeiro ano na Lusa?

Destaco os bons resultados conseguidos e a melhoria qualitativa desde a última vez que cá estive. O Conselho de Administração que eu integrei fez um trabalho extraordinário de solidificação e restruturação da agência. Na sua organização interna, encontrei uma agência que teve alguma evolução positiva mas que não estava nem está preparada para os novos desafios do mercado em termos de agências noticiosas.

Que desafios são esses?

As agências noticiosas são grandes fábricas produtoras de notícias, têm um universo muito vasto de clientes. Têm que se adaptar e viver em função dos interesses do mercado e não esperar que seja esse mercado a adaptar-se aos interesses da agência. Ou seja, todos têm que pensar que fazem um produto para ser vendido a um mercado que é múltiplo e vasto - sem perda dos valores base que são éticos, deontológicos e profissionais .

Como pretende preparar a agência para os novos desafios?

A redacção da Lusa está muito vocacionada para os grandes media portugueses, que queremos servir o melhor possível. Mas nós somos muitíssimo mais que isso. Temos que responder às necessidades da lusofonia. Fornecemos informação noticiosa para todo o arco lusófono (que vai de Timor ao Brasil), para empresas, para cerca de 500 órgãos de comunicação das comunidades portuguesas, fornecemos informação a centenas de utentes. É um arco tão variado e tão vasto que tem de ter do nosso lado a contrapartida de uma organização à altura.

Considera a possibilidade de aumentar a redacção da Lusa?

Não. Já tem muitos jornalistas.

Quantos?

No quadro estão 200 jornalistas, contando com os que estão na sede e os que estão espalhados por Portugal e pelo mundo, mais 80 colaboradores na área jornalística. A agência não necessita quantitativamente de mais ajustamentos. O que a redacção precisa é de ser reorganizada, revista em termos do seu funcionamento. Isso tem a ver com um novo acordo de empresa, que flexibilize o trabalho dos trabalhadores.

A entrada da nova direcção de informação vai implicar mudanças nas editorias?

São questões que têm a ver com a direcção de informação. Mas é evidente que quando mudamos a direcção de informação é também porque entendemos que face aos objectivos indicados no plano de actividades para 2006, é necessário mudar algo na estrutura redactorial.

Em relação a Deolinda Almeida, a saída da actual directora de informação, depois do chamado caso da banda, larga é pacífica?

A saída foi uma decisão que ela tomou, tem a ver com questões pessoais. Eu tinha-a convidado para ir chefiar uma direcção regional, para a Península Ibérica, em Madrid. Ela não pôde aceitar e propôs uma rescisão amigável do contrato. Tudo correu dentro da normalidade.

Mudou alguma coisa na redacção, houve alguma forma diferente de trabalhar, de reflectir, depois do caso da banda larga?

O caso da banda larga é uma telenovela construída a partir de uma pequena questão técnica, e que depois foi transformada numa história de ficção. Não é mais do que isso.

Não houve uma reflexão interna?

Quando fazemos um erro devemos reflectir e tentar evitar que se repita. Mas este foi um caso que se transformou depois em novela mediática, completamente artificial, numa novela política completamente artificial e não alterou nada nos pressupostos deontológicos e profissionais que presidem à actividade diária dos jornalistas da Lusa.

Não vê fundamento nas reacções que surgiram?

Não. A decisão de rever a arquitectura da informação da área redactorial estava tomada há muitos meses e tem a ver com a necessidade de trabalho da agência. Esteve para ser feita em Setembro e depois em Novembro, e não foi por questões puramente conjunturais

Que objectivos tem para a agência Lusa em 2006?

Manter uma imagem de independência, credibilidade e profissionalismo, modernizar a sua organização, responder melhor aos desafios do mercado, pôr de pé um novo sistema informático, adaptar os seus quadros e os seus trabalhadores a estes desafios.

Que estimativa faz de crescimento (ou não) da agência para este ano?

Em 2005 os nossos proveitos operacionais foram os melhores de sempre, na ordem dos 18 milhões e 120 mil euros. Se tudo correr bem em 2006 estimamos um crescimento acima dos 400 mil euros em termos de proveitos.

Já disse que não considera aumentar a redacção. Considera, pelo contrário, reduzi-la?

Não. Uma das minhas preocupações é manter os postos de trabalho e manter a estabilidade. Acho que isso é fundamental.

Que projectos tem na calha?

Estamos a desenvolver a área dos produtos temáticos. O nosso objectivo é que cada utente escolha a informação que quer receber, por temas, por palavras, por nomes de empresas... Temos projectos em várias áreas: empresas, lusofonia, informação económica, entre outras. Iniciámos um caminho, vamos prosseguir esse caminho e esperamos que os resultados acompanhem os objectivos.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 02:41 AM | Comentários (0)

DESPEDIMENTO NA CIA

A Agência de informações norte- americana CIA despediu um dos seus funcionários por filtrar informação secreta para os órgãos de comunicação, informou sexta- feira um porta-voz da Agência.

O funcionário tinha contactos não autorizados com alguns media, aos quais havia passado dados secretos sobre operações de alguns serviços de informações.

O funcionário despedido "reconheceu que teve contactos não autorizados (Ó) e que partilhou informação secreta sem autorização", indicou o porta-voz.

A sua actuação, segundo a mesma fonte, supõe uma clara violação do acordo de confidencialidade que todo o pessoal subscreve quando começa a trabalhar para a CIA.

A Agência não revelou a identidade do funcionário despedido nem assinalou a informação que foi passada para a imprensa. O caso está a ser investigado pelo Departamento da Justiça.

Alguns meios de comunicação norte-americanos, como a cadeia de televisão NBC, asseguram que o despedido está ligado à revelação pelos media da existência de uma rede de prisões secretas da CIA no mundo, assim como sobre as escutas sem mandado judicial de comunicações de norte-americanos com o estrangeiro.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 02:32 AM | Comentários (0)

MORANGOS MACABROS

Esta semana assistimos ao que de pior é possível ver na sociedade mediática: o aproveitamento comercial da morte para efeito de audiências. Um estação de televisão encharcou horas de emissão com a reportagem em directo do funeral de um rapazinho de uma telenovela. Desta forma mostrou não apenas desrespeitar o público mas sobretudo a memória de uma pessoa.

Já não bastava assistir em contínuo à tentativa de estupidificação das audiências juvenis através de uma série de conteúdo primário e de gosto duvidoso. Agora sabemos que para essa estação de televisão a obra só estará perfeita com a macabrização das emoções. E essa só cessará, no caso vertente, quando os donos do ecran decidirem o destino a dar ao personagem na telenovela.

Este é o mundo fabricado pela televisão dos nossos dias. Não está escrito em lado nenhum que vá ser sempre assim. Temos de nos agarrar a uma qualquer esperança…

Jorge Ferreira

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abril 21, 2006

O RMIP

Um grupo de cidadãos do Porto está a promover um abaixo-assinado contra o Regulamento Municipal sobre Informação Política, por considerar que se trata de um documento "anti-democrático" por "limitar a liberdade de expressão", foi hoje anunciado.

Em conferência de imprensa, a comissão promotora do documento anunciou estar disposta a "ir até ao Tribunal Constitucional" contra a proposta apresentada pela maioria camarária PSD/CDS-PP sobre o Regulamento Municipal sobre Informação e Propaganda Política (RMIPP), cuja discussão pública já terminou.

O abaixo-assinado conta já com cerca de uma centena de assinaturas de sindicalistas, autarcas, deputados, magistrados, artistas, médicos, funcionários públicos, escritores, jornalistas e professores, entre outros.

A proposta da autarquia visa "definir critérios de localização e afixação de propaganda política e eleitoral, relativamente à envolvente urbana, numa perspectiva de qualificação do espaço público".

Com a aprovação deste regulamento, que terá ainda que ir a reunião de Câmara e posteriormente da Assembleia Municipal, não se poderá afixar propaganda eleitoral sempre que esta "provoque obstrução de perspectivas panorâmicas ou afecte a estética ou o ambiente dos lugares ou paisagem", bem como se "causar prejuízos a terceiros" e apresentar "disposições, formatos ou cores que possam confundir-se com os de sinalização de tráfego" "O período de duração da afixação das mensagens não pode ultrapassar 30 dias, devendo as mesmas ser removidas no termo desse prazo", acrescenta a proposta.

O documento refere ainda, entre outras cláusulas, que, "com vista a garantir a distribuição equitativa dos espaços disponibilizados deverão os utentes informar a câmara sobre a data de afixação e identificação dos números dos painéis a utilizar".

Para a comissão que promove o abaixo-assinado, "as acentuadas tradições portuenses de luta pela liberdade não se compadecem com a proposta apresentada".

"A ser aprovada, [a proposta] restringirá gravemente a acção das forças sociais e políticas da cidade, contrariando os direitos constitucionais", afirmou, na conferência de imprensa, o escritor Viale Moutinho, um dos promotores desta luta.

Suspeitando já da legalidade deste regulamento, a comissão pediu um parecer à Comissão Nacional de Eleições (CNE), por entender que "a proposta infringe, tal como se encontra formulada, e nos termos expostos, dispositivos constitucionais e legais em matéria de liberdade de propaganda".

A comissão lembrou que a afixação de mensagens de propaganda em lugares ou espaços públicos, seja qual for o meio utilizado, é livre no sentido de não depender de obtenção de licença camarária, com excepção de exigir obras de construção civil.

A actividade de propaganda político-partidária pode também, segundo a comissão, "ser desenvolvida, fora e dentro dos períodos de campanha, com ressalva das proibições e limitações expressamente previstas na lei".

Fonte: Lusa

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3 HORAS E 36 MINUTOS DIA À FRENTE DA TV

Os portugueses viram, em média, 3 horas e 36 minutos por dia de televisão nos três primeiros meses deste ano, revelam os dados da Marktest Audimetria/MediaMonitor. Estes dados traduzem um decréscimo de dois minutos diários face a igual período em 2005.

Os residentes no Grande Porto são os maiores consumidores televisivos, com valores 5,4% acima da média nacional. Em termos sociais, os indivíduos da classe baixa lideram o consumo da caixa mágica, cifrando-se este 24,4% acima da média.

O estudo mostra ainda que as mulheres vêem mais televisão do que os homens, com uma diferença de 9,1% face à média do universo analisado, e que os indivíduos com mais de 64 anos vêem mais 43,1% do que a média dos portugueses.

Fonte: Diário Digital

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A LER (107)

Os Suspeitos Do Costume, por João Adelino Faria, no Diário de Notícias
Assim (Não) Vai O Caso, por Rui Costa Pinto, no Mais Actual

Publicado por estaccs às 10:18 AM | Comentários (0)

LUCROS DO GOOGLE CRESCEM 60% ATÉ MARÇO

A Google, empresa que detém o motor de busca na Internet, anunciou um aumento de 60% nos lucro do primeiro trimestre de 2006, impulsionada pelo aumento de receitas de publicidade na web.

A Google, empresa que detém o motor de busca na Internet, anunciou um aumento de 60% nos lucro do primeiro trimestre de 2006, impulsionada pelo aumento de receitas de publicidade na web.

Os números publicados depois do último fecho das bolsas em Nova Iorque indicam um acréscimo de 79% nas receitas e uma quota de 49% no mercado disputado pela Yahoo e a Microsoft (MSN).

Assim, o resultado líquido apurado ascende a 592 milhões de dólares, sobre receitas de 2,25 mi milhões de dólares.

Excluindo as taxas pagas a distribuidores de tráfego na Internet, as receitas subiram 92%, até 1,53 mil milhões de dólares. Cerca de 58% das receitas da Google são geradas através de recursos próprios e os restantes 49% por parceiros de conteúdos.

No trimesre, a empresa acrescentou 1.100 empregados ao seu efectivo e continua a ganhar quota na indústria de publicidade através da Internet.

Fonte: Diário Digital
Vânia Palminha

Publicado por estaccs às 10:01 AM | Comentários (0)

TVI PROTESTA CONTRA SIC

A TVI está chocada com Fátima Lopes e exigiu, ontem, em comunicado, à SIC a reposição da verdade. Em causa está o facto de a apresentadora ter afirmado, no seu programa e na Imprensa, que o canal de Queluz teria “vendido” à estação em que trabalha imagens do actor Francisco Adam.

O canal de Queluz diz-se chocado e apresentou, em comunicado, o seu “veemente protesto pela forma caluniosa como foi tratada, esperando naturalmente que alguém responsável” da SIC “reponha a verdade dos factos com o mesmo destaque que utilizou para nos difamar”. A TVI sublinha, por outro lado, não ser pressuposto “a cobrança de qualquer valor pelo material cedido” sobre o trágico acidente que vitimou Francisco Adam, o ‘Dino’ de ‘Morangos com Açúcar’, “quer à SIC, quer à RTP”.

Para lá de enfatizar o facto de não ter solicitado ou emitido qualquer nota de débito à SIC, até porque a designada “venda de imagens” não passa de uma mera “conta corrente entre as estações”, a TVI lembra que a apresentadora nem chegou a exibir as “imagens cedidas” no seu programa.

A SIC, por intermédio de Carlos Rodrigues, que assegura a coordenação entre a Informação e Programação, comentou, assim, o comunicado: “Registamos o facto de a TVI afirmar agora que não vai cobrar as imagens. Por nós, o assunto está encerrado. O importante, neste momento de dor, é dar os pêsames à família e à própria TVI.”

Fonte: Correio da Manhã

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abril 20, 2006

API QUER REPOSIÇÃO DE APOIOS

A Associação Portuguesa de Imprensa defendeu hoje a reposição dos apoios ao transporte de publicações para Açores e Madeira existentes na legislação anterior, reagindo à rejeição parlamentar da norma que visava equiparar preços no continente e ilhas.

A Associação "continua a considerar a ser possível manter o apoio a todas as publicações consideradas na legislação anterior, assegurada que está colaboração e cometimento de todos os operadores, cumprindo a dotação orçamental prevista para este apoio", reiterou a entidade em comunicado hoje divulgado.

Segundo a Associação de Imprensa (API), a proposta apresentada pelo CDS/PP para alteração da norma vigente e que visava permitir que o maior número de publicações fosse abrangida pelos apoios estatais foi chumbada quarta-feira na especialidade, pela maioria PS.

A proposta pretendia repescar da legislação anterior os apoios ao transporte de publicações para a Madeira e Açores, para que os títulos pudessem equiparar entre o continente e as regiões autonomias os preços de venda ao público de publicações não periódicas e as de informação geral.

O Governo introduziu, no início de Março, novos critérios de selecção das publicações abrangidas pelo subsídio do Estado nos custos de transporte para as regiões autónomas, tendo aprovado um decreto-lei que limita o apoio integral, de transporte por via aérea e marítima, às publicações periódicas de informação geral, ou seja, diários e semanários generalistas e 'newsmagazines'.

A decisão levou alguns títulos a aumentar os preços de capa nas regiões autónomas, o que contribuiu para que a venda de publicações periódicas nos Açores e Madeira tenha caído 30 por cento, segundo a API.

Fonte: Lusa

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LUSA: DIRECÇÃO INDIGITADA

O jornalista Luís Miguel Viana foi hoje indigitado director de Informação da Lusa, anunciou o presidente do conselho de administração da agência de notícias, José Manuel Barroso. A Direcção de Informação da agência Lusa integrará também os jornalistas Filipe Luís e Paulo Rêgo, como directores-adjuntos.

Os três nomes foram hoje apresentados ao conselho de redacção da agência, que deverá dar um parecer no prazo de 5 dias, e comunicados à ERC - Entidade Reguladora para a Comunicação Social, que terá 10 dias para dar um parecer que tem carácter vinculativo.

Os novos membros da Direcção de Informação da agência Lusa deverão iniciar funções a 1 de Maio.

José Manuel Barroso afirmou que a nova equipa da Direcção de Informação irá ajudar a Lusa a cumprir os objectivos definidos pela empresa de "alargar a sua acção como plataforma informativa do mundo lusófono", promovendo os "valores de rigor, isenção e credibilidade por que se pauta a actividade da agência".

"A agência Lusa tem um papel importante a desempenhar na informação no mercado português e, também, no mercado da lusofonia", disse Barroso, acrescentando que a empresa está a "rever a sua estrutura" para melhor responder aos desafios que se lhe colocam.

Luís Miguel Viana, de 39 anos, é jornalista desde 1988, foi subdirector dos jornais Público e Diário Económico e exercia actualmente as funções de redactor principal no Diário de Notícias.

Viana, que é membro do conselho deontológico do Sindicato dos Jornalistas, substitui Deolinda Almeida, que rescindiu o contrato de trabalho com a empresa, com efeitos a partir de 30 de Abril.

Filipe Luís, de 43 anos, ocupava actualmente o cargo de editor- executivo na revista Visão, e Paulo Rêgo, de 38 anos, era até agora coordenador da revista Macau.

Fonte: Lusa

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PIRATARIA: APREENSÕES AUMENTAM 11%

No primeiro trimestre deste ano foram aprendidas cerca de 50.000 cópias piratas de material audiovisual, livreiro e videojogos, um aumento de 11% relativamente ao mesmo período do ano passado, revelou esta quinta-feira a Inspecção-Geral das Actividades Culturais.

Segundo um relatório daquele organismo governamental, foram apreendidas 48.448 cópias piratas, «um aumento de 11% em relação ao primeiro trimestre do ano passado».

Cerca de metade das cópias piratas (25.792) dizem respeito a obras cinematográficas, espectáculos musicais e videojogos, 13.348 a livros e 9.308 a CD de música.

Oitenta por cento das apreensões ocorreram em quatro distritos - Lisboa, Faro, Santarém e Setúbal.

O relatório da Inspecção-geral das Actividades Culturais (IGAC) sublinha o facto de, pela primeira vez, na área do livro, se ter detectado «pirataria industrial na edição infantil».

Tratou-se de uma operação inédita, realizada a 27 de Janeiro último, em Loures e Vila do Conde, tendo sido apreendidas 13.100 cópias ilegais de livros infantis.

Os «livros piratas» encontravam-se em dois armazéns da mesma empresa e destinavam-se «a estabelecimentos comerciais de preços reduzidos», disse à Lusa fonte oficial.

Na área livreira o documento ressalta também «a detecção, num estabelecimento de fotocópias, de aproximadamente 300 livros digitalizados e guardados no disco rígido de um computador».

Estes «livros piratas» estavam prontos a serem disponibilizados a qualquer cliente.

As 147 apreensões realizadas nos primeiros três meses do ano revelam um aumento em 24% relativamente a igual período do ano passado.

Entre o material apreendido, além das cópias contrafeitas, há 12 leitores de CD e DVD duas aparelhagens de som, amplificadores, dois computadores, duas viaturas e 670 euros em notas.

«O valor estimado da mercadoria e equipamentos apreendidos atingiu os 770.000 euros», afirma o relatório.

Segundo a IGAC o panorama da pirataria em Portugal «continua a apresentar-se bastante grave», tendo as acções da IGAC contado com a «estreita colaboração» da PSP, GNR, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e brigadas da Inspecção Tributária.

Fonte: Diário Digital

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'PLAYBOY' SUSPENDE EDIÇÃO INDONÉSIA

A Playboy anunciou quinta-feira ter suspendido a publicação da sua edição para a Indonésia, após uma convocatória policial e uma manifestação violenta de radicais muçulmanos opostos à revista «para homens».

«De momento, damos prioridade à segurança. Abandonámos as nossas instalações e parámos as nossas actividades», disse aos jornalistas o chefe de redacção, Erwin Arnada.

Arnada fora interrogado antes pela polícia indonésia, que indicara na passada semana estar a «estudar a possibilidade de emitir um decreto ordenando que a Playboy não fosse difundida».

Membros da Frente dos Defensores do Islão (FPI) apedrejaram em 12 de Abril as instalações da Playboy, cuja primeira edição local foi para as bancas a 7 de Abril.

A FPI é um grupúsculo radical islâmico conhecido por ataques contra alguns bares de Jacarta tidos como «depravados» ou que servem álcool.

O primeiro número da versão indonésia da Playboy tinha contudo o cuidado de não publicar fotos picantes e de apresentar as suas modelos pouco despidas, no máximo em bikini e em poses pouco lascivas.

Nos últimos meses, a FPI e outras organizações muçulmanas fizeram campanha contra a edição da Playboy, em nome do perigo em que, segundo eles, colocava a moralidade.

Não é a primeira vez que grupúsculos extremistas muçulmanos, apesar de muito minoritários, conseguem fazer as autoridades aderir às suas causas.

A bienal de arte contemporânea de Jacarta foi forçada, em 2005, a fechar as portas, depois de ameaças da FPI contra uma obra de arte que representava um casal parcialmente despido.

Fonte: Lusa

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BANDA LARGA CRESCE

O número de clientes de Internet de banda larga em Portugal ascendia a 108.794 no final de Março deste ano, uma subida de 51% face a Dezembro do ano passado, informou ontem a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom). Em relação a Março de 2005, o número de acessos mais do que sextuplicou face aos 15.916 clientes então registados.

Fonte: Diário Digital

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RSF VOLTA A ACUSAR YAHOO!

Os Repórteres Sem Fronteiras (RSF) voltaram a acusar a Yahoo! de colaborar com a polícia chinesana na detenção do cibernauta Jiang Lijun, baseando-se na tradução de um veredicto de uma organização defensora da liberdade de expressão.

No comunicado, a organização assinala que o Yahoo!, que considera que é melhor seguir as normas do país asiático que estar ausente, ajudou as autoridades da China a deter Jiang Lijun em Novembro de 2003, o que eleva para três o número de cibernautas presos com a sua ajuda, depois de Shi Tao e Li Zhi.

O veredicto, que pode ser consultado no site da RSF, foi obtido e traduzido para inglês pela Fundação Dui Hua, que se dedica a investigar casos de presos políticos na China.

«Pouco a pouco estamos a agrupar as provas do que suspeitávamos há muito tempo, que o Yahoo! está a implicar a detenção da maioria das pessoas que estamos a defender», assinalaram os RSF.

Jiang Lijun, de 40 anos, foi condenado a quatro anos de cadeia por atentar contra a segurança do Estado em 2003, acusado de usar «meios violentos» para impor a democracia.

Os RSF descreveram a China como a «maior prisão do mundo para jornalistas». O país mantém detidos 32 jornalistas e 62 «ciberdissidentes» que publicaram textos ou expressaram uma opinião crítica ao regime comunista.

Fonte: Diário Digital

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RÁDIOS PERDEM OUVINTES

As estações de rádio portuguesas perderam mais de 300 mil ouvintes nos primeiros três meses deste ano face a igual período em 2005, revelam os dados divulgados quarta-feira pela Marktest. A Audiência Acumulada de Véspera (AAV), que indica a percentagem de indivíduos que ouviram rádio ao longo de um dia, independentemente do tempo despendido, cifrou-se nos 56,9%, valor que compara com os 60,6% observados há um ano.

As únicas emissoras que registaram subidas na AAV foram a Rádio Comercial (+ 5,4%) e a Rádio Clube (+3,2%), da Media Capital, e a estatal Antena 2 (+16,7%).

A RFM manteve a liderança das audiências, com um valor acumulado de 1,03 milhões de ouvintes, ou seja 12,4% do total. No entanto, a emissora do grupo Renascença apresentou uma quebra de 8,1% na AAV face a Março do ano passado.

Fonte: Diário Digital

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abril 19, 2006

JORNAIS PERDEM LEITORES OUTRA VEZ (1)

Os principais jornais portugueses viram a sua audiência média cair no primeiro trimestre de 2006.

Segundo os dados do Bareme Imprensa da Marktest, a quebra de leitores verificou-se tanto em relação ao último trimestre de 2005, como em relação aos meses de Janeiro a Março do mesmo ano.

Quase todos os principais diários generalistas perderam leitores no começo do ano, com especial destaque para o “Correio da Manhã”, que perdeu quase 170 mil leitores em relação ao trimestre final de 2005. No entanto, as posições no ‘ranking’ continuam as mesmas. O “Jornal de Notícias” concentra o maior número de leitores, 931 mil, seguido pelo “Correio da Manhã”, com 714 mil. O “Público” mantém a sua posição inalterada, mas perdeu 65 mil leitores, ao baixar a sua audiência de 424 mil leitores entre Setembro e Dezembro últimos, para 357 mil entre Janeiro e Março do presente ano.

O “Diário de Notícias” também continua a perder leitores, e vê agora o “24horas” - o único jornal diário que aumentou audiência - aproximar a audiência média da sua. O DN teve no primeiro trimestre de 2006 cerca de 283 mil leitores, o mesmo número que em igual período de 2005, mas 30 mil menos que no final do ano passado.

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JORNAIS PERDEM LEITORES OUTRA VEZ (2)

O mesmo número de leitores que o DN perdeu, foi o que o “24horas” ganhou. O diário do mesmo grupo (Controlinveste) passou de 199 mil leitores no último trimestre de 2005, para os 233 mil no final de Março. Quanto aos diários de economia, o Diário Económico mantém a liderança no segmento, com mais 50 mil leitores face ao “Jornal de Negócios”. O DE teve um total de 141 mil leitores no primeiro trimestre de 2006, ao passo que o jornal da Cofina se ficou pelos 91 mil.

A “Exame” foi a única revista mensal auditada pelo Bareme Imprensa no início do ano. A publicação da Edimpresa viu a sua audiência crescer 15% na transição do ano, ao atingir uma audiência média de 232 mil leitores.

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JORNAIS PERDEM LEITORES OUTRA VEZ (3)

“Expresso” com quase 100 mil leitores a menos

O “Expresso” foi o semanário generalista que mais leitores perdeu no primeiro trimestre de 2006. A audiência do jornal dirigido por Henrique Monteiro caiu dos 657 mil leitores no final de Dezembro, para pouco mais de 570 mil no primeiro trimestre de 2006. Movimento diferente tiveram os dois concorrentes, “Independente” (100 mil leitores no trimestre passado) e “Tal & Qual” (66 mil leitores). Os dois semanários ganharam leitores no primeiro trimestre de 2006, face ao trimestre anterior, apesar de continuarem abaixo dos valores de Janeiro a Março de 2005.

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JORNAIS PERDEM LEITORES OUTRA VEZ (4)

“Sábado” com a maior queda nas revistas semanais

As três revistas de actualidade semanais perderam leitores entre Janeiro e Março de 2006. No entanto, a queda notou-se mais na revista “Sábado” que baixou a sua audiência de 224 mil leitores no final do ano passado, para 183 mil no primeiro trimestre deste ano. A revista semanal mais lida continua a ser a “Visão”, embora também a publicação da Edimpresa tenha perdido leitores. A “Visão” fechou o trimestre passado com 565 mil leitores, 33 mil leitores a menos que no final de 2005. Por fim, a “Focus”, também perdeu audiência, mas apenas 8 mil leitores face aos 149 mil no último trimestre de 2005.

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JORNAIS PERDEM LEITORES OUTRA VEZ (5)

“Semanário Económico” próximo dos 100 mil leitores

O “Semanário Económico” é uma das poucas excepções às quebras registadas nos dados da Marktest, ao conseguir subir audiência no primeiro trimestre de 2006 face ao trimestral anterior. O SE teve quase 100 mil leitores entre Janeiro e Março deste ano, os mesmos que apresentou entre Setembro e Dezembro de 2004, e entre Abril e Junho de 2005. A “Vida Económica”, o outro semanário português de economia, não está auditada desde o Verão do ano passado. Os últimos dados, de Abril a Junho, davam à publicação uma audiência média de 50 mil leitores.

Fonte: Diário Económico

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MEDIA CAPITAL AUMENTA LUCROS NO 1º TRIMESTRE

A Media Capital (MC) deverá ser a única das três empresas de media cotadas na bolsa de Lisboa a registar aumento dos lucros no primeiro trimestre de 2006, comparativamente aos primeiros três meses de 2005, afirmou ao Diário Económico Pedro Mendes, analista do BCP Investimento.

As fortes audiências da TVI, registadas no período em análise, levaram o grupo presidido por Miguel Pais do Amaral a aumentar o seu resultado líquido em 60%, para 2,1 milhões de euros, refere este analista numa nota de ‘research’ de 13 de Abril, citada pela agência Reuters.

No primeiro trimestre deste ano, a TVI liderou as audiências, com uma média diária de 32% e 37,3% no ‘prime time’. A SIC obteve 24,6% das audiências diárias e 25% no ‘prime time’.

“Esperamos uma performance marginalmente negativa para as empresas de media cotadas (...) mas prevemos que a Media Capital possa contrariar um mercado [de publicidade] fraco com fortes audiências”, explica Pedro Mendes.

No caso da Impresa, verifica-se o oposto: a perda de audiências da SIC levou à queda de 82% do resultado líquido do grupo, para 0,6 milhões de euros, de acordo com o mesmo ‘research’. O analista adianta que as receitas de publicidade da TVI deverão crescer 11%, contra a queda de 14% das da SIC.

Segundo Pedro Mendes, as outras áreas de negócio da MC (rádios, outdoor e revistas) tiveram uma performance fraca, mas foram compensadas pela bom desempenho da televisão, enquanto na Impresa “o controlo de custos não compensou a queda de 32% do EBITDA”. Também no grupo de Pinto Balsemão, o analista do BCP prevê uma performance “razoavelmente fraca, sobretudo nas revistas”.

Quanto à Cofina, deverá recuar 31% nos lucros, para 1,1 milhões de euros, afectados pela ligeira quebra da publicidade dos jornais.
O ‘research’ do BCP prevê que, no total, as receitas de publicidade dos três grupos de media nacionais cotados no PSI-20 caiam 1%, de Janeiro a Março de 2006, em relação ao período homólogo do ano passado. O primeiro trimestre do ano é, habitualmente, fraco, depois da época forte do Natal e este ano pode ainda tê-lo sido mais. “Provavelmente, os anunciantes estão à espera do Mundial de Futebol para gastar mais no segundo trimestre”, defende Pedro Mendes. A SIC deverá recuperar algum terreno, também nas audiências, com a transmissão dos jogos do Mundial.

Acções da Impresa caem com forte adesão dos telespectadores ao canal de Moniz

As acções da Impresa chegaram a cair ontem 2,2% para o mínimo de 5,28 euros, penalizadas pelo aumento das audiências da TVI. Um analista apontou à Reuters a morte de um jovem actor da série “Morangos com Açúcar” como uma das causas para a forte subida das audiências da estação da Media Capital, nos últimos dois dias. “É o efeito Dino”, afirmou o analista, referindo-se à personagem interpretada por Francisco Adam.

Na segunda- feira, a TVI teve uma audiência média de 38,2%, o que fica acima do seu ‘share’ habitual. Não só os “Morangos com Açúcar” tiveram segunda-feira uma audiência superior ao habitual: 47,6%, como o “Jornal Nacional” registou uma forte adesão de telespectadores que quiseram saber pormenores do acidente, obtendo 45%.

“Numa altura em que a SIC parecia estar a recuperar algumas audiências, este acontecimento trágico veio atrair mais audiências para a TVI”, afirmou um corretor à Reuters. As acções da Impresa fecharam a sessão a cair 1,85%, para 5,30 euros, enquanto as da MC subiram 0,25%, para 8 euros.

Fonte: Diário Económico

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'FRANCE SOIR': CONTINUA GREVE

Los trabajadores del diario 'France Soir' han votado este martes proseguir por quinto día consecutivo la huelga y ocupación de los locales del rotativo en protesta por el plan de reestructuración que prevé el despido de la mitad de la plantilla.

Con sólo un voto en contra y dos nulos, los casi 90 empleados del diario presentes en la asamblea acordaron prolongar durante 24 horas más su protesta, lo que provocará que 'France Soir' esté de nuevo ausente de los quioscos el miércoles.

Los trabajadores rechazan la decisión del Tribunal de Comercio de Lille (norte) de confiar el diario al empresario inmobiliario Jean-Pierre Brunois, cuyo plan de relanzamiento prevé conservar sólo 51 de los 112 contratados actuales.

Además, Brunois, que se ha asociado con el periodista deportivo Olivier Rey, pretende transformar 'France Soir' en un diario sensacionalista similar a los tabloides ingleses.

"No vamos a cubrir un partido para contar que Juninho (jugador brasileño del Lyon) marcó un gol de falta. Lo que me interesa es saber a qué discotecas fueron los jugadores después del partido y si Juninho se tiró a una puta", dijo Rey a los trabajadores, palabras que el periodista confirmó haber dicho.

La estrategia, que supone suprimir los servicios de cultura y política, no gusta a los trabajadores del histórico rotativo, fundado en 1944 y que llegó a vender 1,35 millones de ejemplares a finales de los 50, antes de comenzar su declive.

Representantes de los trabajadores se reunirán con técnicos del Ministerio de Cultura para estudiar las posibilidades de recurrir la decisión del Tribunal de adjudicar el diario a Brunois.

Los asalariados hubieran preferido que el periódico fuera vendido al empresario ruso Arcadi Gaydamak, que se comprometía a mantener a toda la plantilla.

Sin embargo, la Fiscalía de Lille abrió una investigación sobre el origen de los fondos del empresario ruso, contra quien la Justicia francesa emitió una orden de arresto internacional en 2000 por su presunta implicación en un caso de venta de armas a Angola a mediados de los 90.

Brunois ha advertido que, de no acabar la huelga, el diario podría desaparecer.

'France Soir' apenas vende en la actualidad 50.000 ejemplares, pierde 30.000 euros diarios y su deuda asciende a los 13 millones de euros.

Fonte: El Mundo

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GOVERNO ALEMÃO INDIGNA-SE COM FOTO DO TRASEIRO DE MERKEL NO 'THE SUN'

El Gobierno alemán se ha mostrado "indignado" por la publicación de una fotografía de la canciller alemana, Angela Merkel, en el diario sensacionalista británico 'The Sun' en la que se la ve medio trasero desnudo mientras se cambia el bañador.

La foto fue "robada" por paparazzis durante las recientes vacaciones de Semana Santa que Merkel disfrutó con su marido, el catedrático de Química Joachim Sauer, en Ischia (sur de Italia) y el diario londinense la publicó el lunes acompañada de comentarios jocosos referentes al gran tamaño del trasero de Merkel y la buena marcha de la economía alemana.

"Definitivamente, ésta no es la buena educación británica", dijo Thomas Steg, portavoz del Gobierno alemán.

El portavoz recordó, en declaraciones al diario 'Bild' que "también la canciller y su marido tienen derecho a una vida privada". De momento, el Gobierno alemán no contempla iniciar acciones legales contra el diario británico y espera que el asunto se enfríe.

"The Iron Frau" (la mujer de hierro), como la denomina 'The Sun', aparece en la fotografía de espaldas con la cabeza y medio cuerpo cubierto por un albornoz mientras se cambia el bañador en la piscina.

El diario británico titula la información "I'm big in the Bumdestag" (Soy grande en el Bundestag), haciendo un juego de palabras con "bum" (trasero en inglés) y el nombre de la cámara baja del Parlamento alemán.

Condena de la prensa alemana

El diario sensacionalista 'Bild' también ha expresado su desaprobación: "Los ingleses insultan a nuestra canciller", titulaba en su página dos el diario más vendido de Alemania.

Este periódico se limita a reproducir en blanco y negro y en tamaño pequeño la página completa de 'The Sun' en la que apareció publicada la fotografía de Merkel y coloca un cuadrado rojo encima del trasero de la canciller.

Los medios alemanes suelen ser bastante respetuosos con la vida privada de los políticos germanos.

Fonte: El Mundo

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SINDICATO DOS JORNALISTAS RECUSA LUGAR NO CONSELHO DA ERC

Sindicato dos Jornalistas recusa lugar no Conselho da ERC

O Sindicato dos Jornalistas recusou o lugar no Conselho Consultivo da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), segundo um comunicado divulgado na terça-feira pelo SJ.

Sindicato dos Jornalistas recusa lugar no Conselho da ERC

O Sindicato dos Jornalistas recusou o lugar no Conselho Consultivo da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), segundo um comunicado divulgado na terça-feira pelo SJ.
A decisão é justificada por o SJ «discordar do modelo legislado para aquele órgão».

O Sindicato dos Jornalistas refere ter reafirmado no passado dia 12 de Abril durante uma reunião com a ERC as suas críticas quanto à composição e forma de designação dos membros do órgão regulador.

A estrutura sindical diz que vai prosseguir a luta por alterações à lei da ERC e aponta como inaceitavelmente desproporcionada a composição do Conselho Consultivo do regulador.

Fonte: Diário Digital
Vânia Palminha, nº 7947

Publicado por estaccs às 12:13 PM | Comentários (0)

PAQUETE E MARTINS ESPERAM PROGRAMAS

Paquete de Oliveira e José Nuno Martins foram ontem empossados como provedores do Telespectador e do Ouvinte, respectivamente, mas desconhecem a data em que iniciam funções. Para já é preciso definir o molde dos programas em que intervirão.

Paquete de Oliveira e José Nuno Martins foram ontem empossados como provedores do Telespectador e do Ouvinte, respectivamente, mas desconhecem a data em que iniciam funções. Para já é preciso definir o molde dos programas em que intervirão.
Segundo Paquete de Oliveira, só na próxima semana se iniciará a concepção do programa. “Trata-se de um formato televisivo, concebido e realizado como tal”, explicou, pelo que haverá um sem-número de condicionantes técnicas a considerar.

Na rádio, também “está tudo por fazer”, referiu José Nuno Martins. Com uma ou outra excepção – como a França e os países nórdicos –, “não há grande experiência nesta matéria”.

Os meios de recepção das queixas serão, ao que tudo indica, o ‘site’ e o ‘e-mail’ do Grupo RTP, as cartas e o telefone. Os dois provedores referem que “quer na rádio, quer na televisão, serão devidamente explicados os processos”. No entanto, garante José Nuno Martins, “não vamos esperar que o telefone toque”. Paquete de Oliveira acrescenta: “Não perderemos a opinião nem o poder de iniciativa”.

Os provedores do Serviço Público cumprirão um mandato de dois anos, que só poderá ser renovado numa ocasião.

Fonte: Correio da Manhã
Vânia Palminha, nº 7947

Publicado por estaccs às 12:08 PM | Comentários (0)

PROVEDORES AFINAM VOZES

José Nuno Martins e José Paquete de Oliveira são, desde ontem, provedores do ouvinte e do telespectador do serviço público, respectivamente.

Os dois provedores estudam agora de que forma vão dar voz aos cidadãos. Avaliam os modelos internacionais e o melhor formato para os programas com que vão fazer a ponte com os consumidores, na rádio e na televisão - cuja data de estreia está ainda por definir.

José Nuno Martins e José Paquete de Oliveira são, desde ontem, provedores do ouvinte e do telespectador do serviço público, respectivamente.

Os dois provedores estudam agora de que forma vão dar voz aos cidadãos. Avaliam os modelos internacionais e o melhor formato para os programas com que vão fazer a ponte com os consumidores, na rádio e na televisão - cuja data de estreia está ainda por definir.

Numa concorrida cerimónia que decorreu na RTP, em que estiveram presentes as direcções de Informação e de Programas, assim como do Conselho de Opinião, os provedores começaram finalmente o seu percurso.

"Agora a lei garante ao ouvinte o direito de ouvir bem a rádio pública", disse José Nuno Martins, em frente do microfone, mas agora fora dos estúdios da rádio, meio em que comunica há 40 anos. Na sua intervenção questionou "por quanto tempo mais poderão os operadores privados de radiodifusão continuar a ignorar o cidadão?" E apontou que "a rádio é uma permanente viagem de ida e volta, produzindo uma massa crítica que não deve ser desperdiçada".

Paquete de Oliveira, reconhecido sociólogo, do ISCTE, confessou que o convite da administração da RTP o apanhou "desprevenido", com "o sossego que já tinha conquistado" a aconselhá-lo a não aceitar. Moveu-o "a democracia, ganha-se todos os dias e não devemos desprezar a oportunidade de lutar por ela". Sobre a sua nova função disse que vai preservar a sua independência e, caso as condições se alterem, garante que abdicará da missão que assumiu.

Os provedores não adiantaram muito sobre o caminho que vão seguir, mas José Nuno Martins admitiu ter dúvidas sobre os "programas chamados interactivos, os fóruns".

O ministro que tutela a comunicação social, Augusto Santos Silva, encerrou a sessão desafiando "outros a adoptar estes mecanismos, sublinhando que os provedores são instrumentos de auto-regulação da comunicação social.

Fonte: Diário de Notícias
Vânia Palminha, nº 7947

Publicado por estaccs às 11:56 AM | Comentários (0)

CURIOSIDADE ULTRAPASSA EMOTIVIDADE ENTRE OS FÃS

Olha o Tópê!", " Tá ali a Mimi", "Aquele é o Zé Milho, não é?", comentavam os adolescentes que preencheram ontem, em larga maioria, o adro da igreja paroquial de Runa, empoleirados para verem todos os pormenores do funeral de Francisco Adam, o Dino de Morangos com Açúcar. Desde o princípio da tarde foram fazendo a contabilidade aos outros actores da série que chegavam e os nomes reais deram lugar aos das personagens.

Olha o Tópê!", " Tá ali a Mimi", "Aquele é o Zé Milho, não é?", comentavam os adolescentes que preencheram ontem, em larga maioria, o adro da igreja paroquial de Runa, empoleirados para verem todos os pormenores do funeral de Francisco Adam, o Dino de Morangos com Açúcar. Desde o princípio da tarde foram fazendo a contabilidade aos outros actores da série que chegavam e os nomes reais deram lugar aos das personagens.

Perante a parada de estrelas, os fãs da novela agiam como se estivessem a assistir a um episódio ao vivo. Comentavam as roupas, os óculos escuros...e as lágrimas foram esporádicas, apesar de se sentir a consternação. A curiosidade ultrapassou a emotividade das cerimónias fúnebres de Francisco Adam, que encheram as ruas da localidade de Runa com milhares de anónimos.

Este dia, de regresso às aulas depois das férias da Páscoa, foi interrompido por Susana, Lélia, Flávia e Andreia, que vieram de Torres Vedras, e que ainda estão inconformadas com o sucedido. "Viemos ver para crer", disseram quase em coro e no mesmo tom acrescentaram: "É horrível vê-lo na televisão."

A igreja paroquial esteve aberta ao público desde segunda-feira às 16.00 para que os populares pudessem ver o corpo do jovem actor em câmara ardente. Mas perto das 13.00 de ontem, o recinto, vigiado por seguranças contratados pela TVI, ficou restrito aos familiares e amigos mais próximos.

Francisco Bento da Silva, de 70 anos, mostrou-se indignado com o facto e acusou a TVI de monopolizar o evento. "Não me deixam entrar e eu gostava de assistir à missa. Tenho esse direito. Vi-o crescer", afirmou entre lágrimas.

Os colegas da série prestaram uma homenagem silenciosa ao intérprete de Dino ao envergarem, com a discrição possível, uma peça de vestuário cor de laranja, a favorita de Francisco Adam, que contrastava com os ramos de flores brancas que os admiradores traziam.

A entrada no cemitério foi vedada ao público e à comunicação social. Mas o muro baixo permitiu que todos os que seguiram o cortejo até ali pudessem continuar a apreciar as jovens estrelas televisivas e, até mesmo, gritar o seu nome.


Fonte: Diario de Noticias
Vânia Palminha, nº 7947

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1230 HORAS DE PUBLICIDADE EM 3 MESES

No primeiro trimestre deste ano, RTP1,:2, SIC e TVI passaram 1230 horas de publiciadade comercial, segundo dados da MediaMonitor da Marktest, divulgados esta terça-feira.

Os canais portugueses de televisão transmitiram, de Janeiro a Março deste ano, 172.529 peças publicitárias de todo o tipo, excepto de auto-promoção dos canais. A média diária de publicidade nos canais é de 1.917 anúncios.

A TVI foi o canal televisivo que mais emitiu publicidade com 69.134 inserções, 40,1% do total; a SIC passou 60.965 peças (35,3%); na RTP1 foram emitidas 38.395 (22,3%) e a :2 passou apenas 4.035 (2,3%).

O estudo revela ainda que houve um acréscimo de 5,9% na publicidade comercial em relação ao mesmo período de 2005.

Fonte: Diário Digital

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TV'S IMPEDIDAS DE INTERROMPER FILMES NA SUÉCIA

Vilgot Sjöman foi o responsável pela acção contra a TV-4
As televisões suecas estão proibidas de interromper filmes para emitirem publicidade, excepto se previamente autorizadas pelo autor, realizador ou produtor. Esta proibição resulta da decisão do Tribunal Supremo da Suécia, que acaba de punir o canal TV4.

Os juízes que presidem ao Tribunal Supremo consideram que a TV4 violou os direitos de autor, a propriedade intelectual, a qualidade e o conceito artístico dos filmes ao intercalá-los com blocos publicitários, condenando a estação ao pagamento de cerca de 113 mil euros.

A decisão surgiu na sequência de uma acção interposta por Vilgot Sjöman, realizador de ‘Alfred’, filme atingido pelos ‘cortes’. O realizador faleceu três dias antes da sentença.

Embora os intervalos publicitários não violem nenhum artigo da Lei da Rádio e da Televisão de 2002, esta decisão cria jurisprudência, obrigando os canais suecos a contactar os responsáveis pelas obras cinematográficas. A Associação do Cinema Sueca já solicitou aos realizadores que não cedam aos pedidos das televisões.

Fonte: Correio da Manhã

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RTP 1, PSD 0

O PSD perdeu o braço-de-ferro com a RTP por causa do ‘Debate da Nação’. Os sociais-democratas queriam estar representados no programa pelo seu secretário-geral, Miguel Macedo, mas o canal público não abdica de convidar Paulo Rangel, deputado social-democrata, para render, em definitivo, Dias Loureiro, que se despediu do formato assim que o Presidente da República o recrutou para conselheiro de Estado.

“É um caso sério e está, naturalmente, a causar alguma preocupação dentro do PSD”, garantiu, ontem, ao CM, fonte parlamentar social-democrata. O problema deu origem a vários contactos entre os dirigentes ‘laranjas’ e a direcção de Informação da RTP. “Ter-se-á falado com o Luís Marinho [director] e Carlos Daniel [subdirector], no sentido de os sensibilizar para a opção por Miguel Macedo, mas eles parecem estar irredutíveis”, revelou-nos a mesma fonte. E estão mesmo: a Informação do canal público não cede.

A RTP, por intermédio do seu gabinete de Imprensa, fez saber, ontem, que está garantida, depois de amanhã, a presença de Paulo Rangel, como substituto, a título definitivo, de Dias Loureiro no debate com Francisco Assis (PS), António Filipe (PCP), António Pires de Lima (CDS-PP) e Fernando Rosas (BE).

Miguel Macedo, que, curiosamente, foi secretário de Estado, tal como Paulo Rangel, ambos na área da Justiça, desvalorizou o caso, dizendo, ao CM, que não deu qualquer passo no sentido de ser ele a representar “o PSD no programa” da RTP 1. O constitucionalista, por seu turno, não esteve, ontem, contactável.

UMA QUESTÃO DE INTIMIDADES

O PSD não colocará em causa a confiança do seu deputado Paulo Rangel. No entanto, como “o partido preferia estar representado por Miguel Macedo, é natural que a sua decisão de participar no programa não caia bem junto da direcção nacional”, explicou-nos, ontem, um parlamentarista social-democrata. Miguel Macedo foi o primeiro sucessor de Dias Loureiro no programa das quintas-feiras, mas, depois, a RTP, ainda de acordo com as nossas fontes, acabou por convidar Paulo Rangel para a edição seguinte. E o constitucionalista ficou, rendendo, em definitivo, o conselheiro de Estado.

A argumentação assentará no facto de os responsáveis da estação não quererem ninguém intimamente ligado à direcção nacional do partido. O PSD, por seu turno, terá alegado que Macedo, a partir do congresso de 19 de Maio, poderá deixar o cargo de secretário-geral, ficando, assim, menos próximo de Marques Mendes.

Fonte: Correio da Manhã

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abril 18, 2006

INVICTA TV ARRANCA HOJE

O canal de televisão por cabo Invicta TV, da empresa luso-americana Finanzza Investments, dá hoje início às suas emissões, às 19h00, avançou o administrador Vítor Fernandes.

"Hoje é o dia D da Invicta TV. As emissões arrancam oficialmente às 19h00, prolongando-se até à uma da manhã", referiu o empresário.

De acordo com Vítor Fernandes, o primeiro dia de emissões do canal informativo dedicado à região do Grande Porto será preenchido, entre outros formatos, pelo "Jornal do Grande Porto", que terá três edições actualizadas, pelo espaço de entrevistas "Nós Aqui ao Lado" e pelo comentário sobre a actualidade informativa de Teresa Lago, ex-presidente da Sociedade Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura.

"Vamos manter este esquema de programação pelo menos nos primeiros dois meses, podendo depois passar para as 12 horas diárias de programação", adiantou.

Com uma equipa de 20 pessoas, a direcção de programas e de informação da estação temática vai ser assegurada pela jornalista Carla Mendes Rocha.

No campo comercial, Vítor Fernandes afirmou que o canal conta, neste momento, com uma ocupação de 15 por cento do espaço máximo de publicidade, prevendo que nos próximos 15 dias possa atingir uma ocupação comercial de 40 por cento.

Com um investimento total previsto para os primeiros seis meses de transmissões na ordem dos 500 mil euros, o projecto do canal por cabo da Finanzza Investments começou a ser divulgado no princípio de Dezembro de 2004.

O canal deu os seus primeiros passos em Janeiro do ano passado, quando começou a transmitir a mira técnica.

O sinal da Invicta TV só vai estar disponível para os clientes do operador TvTel, empresa participada pelo grupo Cofina, BPI e PME Capital que opera no Grande Porto.

O canal vai estar de forma provisória na posição 47 do pacote clássico da grelha comercializada pelo operador de cabo, segundo o administrador da Invicta TV.

Fonte: Lusa

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INVASÃO DO 'LA TRIBUNE'

Cerca de uma centena de manifestantes em protesto contra a precaridade do emprego invadiram esta terça-feira a redacção do jornal económico francês La Tribune.

Os manifestantes, incluindo estudantes e desempregados, colaram cartazes na redacção com os dizeres «Nós não estamos à venda».

Os organizadores do protesto explicaram que escolheram o La Tribune devido às «ideias liberais» defendidas pela publicação. Os manifestantes tinham pedido a publicação de uma declaração, mas esta foi rejeitada pela direcção do jornal. A manifestação terminou de forma pacífica após três horas de ocupação das instalações.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 11:13 PM | Comentários (0)

EMAIL NOMINAL AVANÇA

O Governo aprovou hoje uma resolução e um decreto-lei para a criação da caixa postal electrónica nominal, medida que faz parte do programa para a simplificação e combate à burocracia na administração pública (Simplex).

Em conferência de imprensa, no final da reunião do Conselho de Ministros, o secretário de Estado da Presidência, Jorge Lacão, referiu que a resolução agora aprovada «estabelece as linhas de orientação para que os serviços públicos adiram à nova modalidade» de comunicações.

Por sua vez, «o decreto-lei define as condições em que a medida de simplificação administrativa deverá ser executada nos diferentes serviços públicos», acrescentou Jorge Lacão.

Com a criação da caixa postal electrónica, o executivo diz que pretende estabelecer «um regime de comunicações electrónicas entre o Estado, os cidadãos e as empresas que, integrado com a tradicional correspondência por via postal, contribua para a facilidade, rapidez e eficiência das comunicações».

O executivo diz também pretender «potenciar a possibilidade de os particulares utilizarem» a caixa postal electrónica «no âmbito das relações contratuais que estabeleçam com outras entidades privadas prestadoras de serviços».

No que respeita ao teor do decreto agora aprovado, o Governo refere no comunicado do Conselho de Ministros que o diploma «introduz alterações ao contrato de concessão do serviço postal, conferindo-lhe o grau de flexibilidade necessária ao exercício da actividade da concessionária».

Por outro lado, acrescenta o executivo, o decreto pretende permitir a criação de «um novo serviço público de comunicação entre a administração pública, os particulares e as empresas».

Fonte: Lusa

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BLOGUES CRESCEM 60 VEZES EM 3 ANOS

O número de blogs existentes é 60 vezes mais do que se verificava há três anos atrás, indica o estudo «O Estado da Blogosfera» realizado pelo site especializado Technorati. Segundo o estudo, existem 35,3 milhões blogs e todos os dias são criados, em média, 75 mil blogs. A percentagem de bloggers que continuam a publicar conteúdo nos blogs ao fim de três meses é de 55%, cerca de 19,4 milhões de bloggers, e são publicadas 1,2 milhão de notas por dia nos blogs.

Fonte: Diário Digital

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18 DE ABRIL DE 1835

É fundado o jornal Açoriano Oriental, em Ponta Delgada, nos Açores.

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abril 17, 2006

UTILIDADE

O sítio da Entidade Reguladora da Comunicação Social.

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MORREU HELENA BALSA

A jornalista da RTP Helena Balsa faleceu domingo, noticiou hoje a estação de televisão pública. A jornalista de 60 anos, licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, trabalhava para a RTP desde 1980, local onde desenvolveu a sua carreira dentro do jornalismo cultural, noticia a agência Lusa.

Fundadora do Canal Memória era a este projecto que se dedicava, sendo responsável pelo programa «A Cultura na Memória», depois de ao longo de mais de duas décadas ter trabalhado para os vários telejornais do canal.

Iniciou-se no jornalismo com uma entrevista ao professor Jorge Dias, publicada na revista Vida Mundial, e é na área cultural que se insere a parte mais significativa da sua passagem pela imprensa escrita, nomeadamente no Diário de Lisboa, Sempre Fixe, Expresso e Capital.

Foi na RTP que desenvolveu a sua opção pelo jornalismo cultural e na área da programação destaca-se a autoria da série «Prazer de Criar», dedicada à diáspora portuguesa no Oriente.

O seu programa «Carlos Drummond de Andrade, a Partilha da Poesia» foi seleccionado pela TV Cultura de São Paulo para assinalar o centenário do nascimento do escritor.

Helena Balsa faleceu no Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide, e o seu corpo vai terça-feira para uma igreja em Casal de Cambra, em Caneças, concelho de Loures.

Fonte: Portugal Diário

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PULITZER DISTINGUE TIMES E SUN HERALD DE NEW ORLEANS

A cobertura jornalística da destruição provocada pelo furacão Katrina valeu aos jornais “Times-Picayune” de Nova Orleães e “Sun Herald” de Gulfport, Mississippi, o Prémio Pulitzer pelo melhor serviço público e melhor reportagem de última hora, anunciou hoje a organização.

Os jornalistas do “The Washington Post” Susan Schmidt, James V. Grimaldi e R. Jeffrey Smith foram galardoados pela melhor reportagem de investigação relativa ao escândalo do empresário e especialista em lobbies, Jack Abramoff, condenado por crimes como corrupção e fraude.

Fonte: Público on line

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JOÃO VIEIRA PEREIRA NO EXPRESSO

O director do jornal “Semanário Económico” vai deixar esta publicação passando a ser, a partir de 15 de Maio, editor de economia do “Expresso”, disse o director-adjunto do jornal da Impresa, Nicolau Santos.

De acordo com este responsável, o nome de João Vieira Pereira para a edição da área de economia do “Expresso” já obteve parecer favorável do conselho de redacção.

João Vieira Pereira, 33 anos, é licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão e começou a sua carreira profissional no “Jornal de Negócios”, de onde transitou para o “Semanário Económico”, publicação na qual foi responsável pela área digital e da qual é director desde 2002.

Fonte: Público

Publicado por estaccs às 07:44 PM | Comentários (0)

UNITA TEM PRESSA

O Grupo Parlamentar da UNITA solicitou ao Presidente da República a rápida promulgação da Lei de Imprensa, aprovada pelo parlamento no início de Fevereiro, alegando que o atraso tem implicações na aprovação de outros diplomas legais.

"Face às expectativas criadas e, em consequência, às solicitações de explicações provenientes da sociedade com que nos deparamos todos os dias, o Grupo Parlamentar da UNITA vem solicitar que se digne levar em consideração a promulgação da Lei de Imprensa", refere o documento, hoje divulgado em Luanda.

A carta do maior grupo parlamentar da oposição angolana foi recebida por Roberto de Almeida, presidente da Assembleia Nacional, que está a exercer interinamente as funções de Presidente da República devido à ausência do país de José Eduardo dos Santos, que se encontra de férias no Brasil.

Nesta carta, o Grupo Parlamentar da UNITA recorda que a nova Lei de Imprensa, aprovada pelo parlamento a 03 de Fevereiro, assume especial importância «no impulso que pode prestar na concretização do Estado democrático», mas também salienta que está dependente da promulgação desta lei a aprovação pelo parlamento de outros diplomas.

A revisão da Lei do Conselho Nacional de Comunicação Social, o Estatuto do Jornalista e o Código Deontológico dos Jornalistas são alguns dos diplomas que o parlamento apenas pode aprovar depois do presidente ter promulgado a Lei de Imprensa.

Nos termos legais, depois de ter sido aprovada pela Assembleia Nacional, a Lei de Imprensa foi assinada pelo presidente do parlamento e enviada ao Chefe de Estado para no prazo máximo de cinco dias, o que significa que está a aguardar promulgação há cerca de dois meses e meio.

O parlamento angolano aprovou por maioria, com 125 votos a favor, 26 contra e 10 abstenções, a nova Lei de Imprensa, que acaba com o monopólio do Estado na televisão e altera o regime de responsabilidade dos jornalistas.

Os 125 votos que aprovaram a nova Lei de Imprensa vieram das bancadas do MPLA, UNITA e PRS, as três maiores da Assembleia Nacional, tendo-se ainda registado votos favoráveis de deputados do PLD, FDA, PAJOCA, PNDA, PRD, PSD e da coligação AD.

Os votos contra pertenceram a deputados da UNITA e da FNLA, enquanto as abstenções foram de parlamentares da UNITA e do PDP/ANA.

A nova Lei de Imprensa, que vai substituir uma legislação que está em vigor há 15 anos, apresenta como principal novidade a abertura da televisão ao sector privado, o que permitirá acabar com o actual monopólio estatal da TPA (Televisão Pública de Angola).

Acaba também como o monopólio estatal na agência de notícias, estabelecendo ainda que os novos canais de televisão e de rádio deverão ser licenciados na sequência da realização de concursos públicos.

A excepção é a emissão radiofónica em ondas curtas, que apenas pode ser autorizada pelo operador de serviço público de radiodifusão.

Significativa é também a abolição do artigo da actual legislação que impede o jornalista de se defender em tribunal quando for acusado de difamação pelo Presidente da República.

Ao nível da responsabilidade dos jornalistas, a nova legislação remete para a lei penal comum as situações em que os jornalistas violam a lei no âmbito da sua actividade nos órgãos de comunicação social.

Por outro lado, privilegia a aplicação de penas pecuniárias em detrimento das condenações de privação de liberdade.

A proibição da censura, a liberdade de imprensa e o acesso às fontes são princípios consagrados na nova Lei de Imprensa, que define o Conselho Nacional de Comunicação Social como o órgão a quem compete assegurar a isenção, a objectividade e o pluralismo da informação em Angola.

A Lei de Imprensa destina-se a revogar a actual legislação sobre o sector, um documento que está em vigor há quase uma década e meia, tendo sido promulgado a 13 de Maio de 1991.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 07:02 PM | Comentários (0)

4ª FEIRA SAI DESPORTIVO GRATUITO DA COFINA EM ESPANHA

A Cofina lança o diário desportivo gratuito Penalty em Espanha na próxima quarta-feira, indica a empresa em comunicado divulgado esta segunda-feira.
A publicação, que terá uma tiragem de 400 mil exemplares, será distribuído gratuitamente em Madrid e Barcelona.

O jornal, com 20 a 32 páginas, será impresso em full-color e insere-se na estratégia da Cofina para desenvolver a actividade de media a nível internacional.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 12:26 PM | Comentários (0)

EXPRESSO EM FORMATO BERLINER

O semanário Expresso vai estrear o formato «berliner» no dia 23 de Setembro, uma semana após o lançamento do novo semanário de José António Saraiva, ex-director do jornal, apurou o Jornal de Negócios.

A remodelação do jornal vai originar mudanças ao nível dos cadernos e revistas, bem como na equipa de editores.

A mudança de formato apenas é possível devido à nova máquina de impressão da Mirandela, que permite que o primeiro caderno e o caderno de economia possam ser impressos «full color». Estes cadernos vão passar a ser impressos em branco.

As alterações vão ainda chegar às revistas Única e Actual, que vão sofrer mudanças gráficas e de conteúdo a partir da edição de 1 de Julho. Também o site do semanário vai adoptar uma estrutura distinta.

No que concerne aos editores, também vai haver alterações. A Actual vai passar a ser editada por Miguel Calado Lopes, que substitui Fernando Diogo. O ex-editor vai assumir as funções de redactor principal, com responsabilidades na secção de política.

Miguel Martins vai ocupar o cargo de editor de multimédia do Expresso, enquanto o fotojornalista Rui Ochôa vai ser nomeado repórter principal. Já Mário Grieco, ex-director-adjunto do Jornal de Notícias, vai assumir a direcção de arte do jornal. Luiz Carvalho, Pedro Figueiral e Ana Serra passam a coordenadores de departamento.

Fonte: Diário Digital

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17 DE ABRIL DE 1989

Morre Adolfo Simões Müller, com 79 anos.

Adolfo Simões Müller (1909-1989) foi um escritor e jornalista português, natural de Lisboa. Frequentou a Faculdade de Medicina mas abandonou o curso. Foi secretário de redacção do jornal Novidades, fundador e director até 1941 do jornal infantil O Papagaio e director do Diabrete. Foi ainda director do gabinete de estudos de programas da Emissora Nacional e produtor de programas para a rádio. Inclusivamente foi o autor do primeiro folhetim de rádio As Pupilas do Senhor Reitor.

Estreou-se na literatura com o volume de poemas Asas de Ícaro (1926). No entanto, foi a literatura infantil que o celebrizou, tendo escrito obras como Caixinha de Brinquedos (1937, Prémio Nacional de Literatura Infantil) e O Feiticeiro da Cabana Azul (1942, galardoado com o mesmo prémio).

Para o público juvenil escreveu, entre outros, os livros constantes da colecção Gente Grande para Gente Pequena, onde em cada livro romanceou a vida de personalidades como Madame Curie (A Pedra Mágica e a Princesinha Doente), Robert Scott (O Capitão da Morte),Camões (As Aventuras do Trinca-Fortes), Thomas Edison (O Homem das Mil Invenções), Gago Coutinho (O Grande Almirante das Estrelas do Sul), Wagner (O Piloto do Navio Fantasma), Gutenberg (O Exército Imortal), Florence Nightingale (A Lâmpada que Não se Apaga), Infante Dom Henrique (O Príncipe do Mar), Cervantes (O Fidalgo Engenhoso), Serpa Pinto (Através do Continente Misterioso), Marco Polo (O Mercador da Aventura), Fernão de Magalhães (A Primeira Volta ao Mundo - Prémio Nacional da Literatura em 1971), Baden-Powell (A Pista do Tesouro) ou Hans Christian Andersen (O Contador de Histórias).

Entre outras obras, adaptou para a juventude Os Lusíadas (1980), A Peregrinação (1980), A Morgadinha dos Canaviais (1982) e As Pupilas do Senhor Reitor (1984).

Em 1982, recebeu o Grande Prémio da Literatura Infantil da Fundação Calouste Gulbenian pelo conjunto da sua obra, onde também se incluem livros como Meu Portugal, Meu Gigante (1931), Jesus Pequenino (1934), A Última Varinha de Condão (1941), Historiazinha de Portugal (1944), A Última História de Xerazade (1944), Dona Maria de Trazer por Casa (1947), O Livro das Fábulas (1950) e A Viagem Maravilhosa de Comboio (1956), num total com mais de 70 obras.

Outras das suas obras são Tejo Rio Universal, Sola Sapato Rei Rainha, Douro História das Mil Aventuras, Histórias do Arco da Velha, Moço Bengala e Cão ou a adaptação juvenil das Mil e Uma Noites.

Em 1990, a Editorial Verbo instituiu um prémio com o nome do escritor, como homenagem à memória desse mestre da literatura infantil e como estímulo à revelação de novos autores.

Alguns dos seus livros, tiveram edições em Espanha.

Retirado de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Adolfo_Sim%C3%B5es_M%C3%BCller".

Publicado por estaccs às 10:22 AM | Comentários (0)

A GUERRA DOS TABLÓIDES

Estalou uma guerra de tablóides em Nova Iorque. Na origem do problema está a integridade dos que produzem notícias baseadas, quase sempre, em boatos.

O ‘New York Post’ está a gerar mais boatos do que qualquer famoso habituado a figurar na sua coluna ‘cor-de-rosa’. Na base dos rumores está a alegada chantagem, feita por um jornalista da publicação, a um milionário. O jornalista Jared Paul Stern terá exigido a Ron Burkle, um magnata californiano, o pagamento inicial de 82 624 euros, a que acresceriam mais 8262 euros anuais, em troca da omissão de notícias consideradas negativas à imagem do milionário.

Em resultado deste escândalo, o ‘New York Daily News’ e o ‘New York Times’ dedicaram grande espaço das suas edições mais recentes a artigos sobre a forma como a ‘indústria do boato’ trabalha.

Os periódicos concorrentes do ‘Post’ afirmaram que “jornalistas do boato” mantêm, muitas vezes, relações de negócio com pessoas de que falam, recebendo presentes de elevado valor, como viagens em primeira classe. Noutros casos, os jornalistas protegem fontes que se limitam a lançar calúnias contra estrelas rivais, sem se preocuparem com as intenções que estão por trás dessa informação.

Em conclusão, os artigos do ‘Daily’ e do ‘Times’, alegam que estamos perante um problema de se fazer, ou não, verdadeiro trabalho jornalístico.

Fonte: Correio da Manhã

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abril 16, 2006

MTV EMITE SÉRIE POLÉMICA SOBRE O PAPA (1)

BERLÍN.- La cadena de televisión musical MTV emitirá a partir del 3 de mayo la polémica serie de dibujos animados 'Popetown' ('Ciudad del Papa'), protagonizada por un Pontífice "loco y excéntrico" y un cardenal "corrupto y criminal", a pesar de la polémica que ya ha suscitado en Alemania antes de su estreno.

Publicado por estaccs às 08:24 PM | Comentários (0)

MTV EMITE SÉRIE POLÉMICA SOBRE O PAPA (2)

Muchos católicos alemanes consideran que la serie es "una asquerosa burla de la Iglesia católica", "un ataque directo a la creencia cristiana", "una provocación", "una ofensa", "una infamia" y "una blasfemia" y, por ello, exigen a MTV que no la emita.

El Comité Central de los Católicos Alemanes (ZdK) es el que dio la señal de alarma el pasado 10 de abril y, desde entonces, son numerosas las organizaciones católicas que han protestado contra la emisión de la serie y han hecho llamamientos al boicot de MTV.

Publicado por estaccs às 08:23 PM | Comentários (0)

MTV EMITE SÉRIE POLÉMICA SOBRE O PAPA (3)

El mensual cristiano "Vers 1" (Versículo 1) ha lanzado a través de la página web http://www.stoppt-popetown.de una campaña en contra de la serie de dibujos animados al considerar que con ella MTV "ha sobrepasado los límites". "Tras los incidentes relacionados con las caricaturas de Mahoma -publicadas en el diario danés "Jyllands-Posten" el pasado 30 de septiembre-, había acuerdo de que los medios debían tener consideración con los sentimientos religiosos de los creyentes, da igual que sean musulmanes, judíos, budistas o cristianos. Pero por lo visto estábamos equivocados", se puede leer en la web.

Publicado por estaccs às 08:21 PM | Comentários (0)

MTV EMITE SÉRIE POLÉMICA SOBRE O PAPA (4)

Entretenimiento satírico

Marie-Blanche Stoessinger, portavoz de MTV en Alemania, aseguró a EFE que, a pesar de la ola de protestas que han recibido, la cadena musical sigue adelante con los planes de estrenar el próximo 3 de mayo 'Popetown'. MTV es consciente de que la serie "polariza al público" y que "no será del gusto de todos", pero considera que "no es una calumnia ni un insulto a las orientaciones religiosas" de los telespectadores, señala un comunicado distribuido en Berlín.

La cadena sostiene que "Popetown" "no refleja en modo alguno una posición de MTV Networks sobre el catolicismo o la iglesia católica", sino que la serie debe entenderse como "una forma de entretenimiento satírico y por lo tanto como una forma de arte".

Publicado por estaccs às 08:19 PM | Comentários (0)

MTV EMITE SÉRIE POLÉMICA SOBRE O PAPA (5)

Un papa loco y un cardenal criminal

La serie de diez capítulos de duración cuenta, según el resumen que ha difundido MTV, la historia de "un Papa loco y un cardenal criminal que causan muertes indeseadas-deseadas, la esclavitud de niños y otros casos raros".

El Padre Nicholas, responsable de la organización interna en el Vaticano, debe lidiar con un Papa excéntrico y senil de 77 años y un cardenal "corrupto, que vende a los huérfanos como esclavos". A pesar de todo, el Padre Nicholas es "optimista y se levanta cada mañana con el objetivo de hacer una buena acción".

Publicado por estaccs às 08:18 PM | Comentários (0)

MTV EMITE SÈRIE POLÉMICA SOBRE O PAPA (6)

La portavoz de MTV confirmó que, sin embargo, han retirado la campaña de publicidad de la serie de dibujos animados, que la Conferencia Episcopal Alemana definió como "una provocación a los cristianos alemanes". En los anuncios para promocionar la serie, publicados en varios medios de comunicación alemanes, se veía la cruz vacía y a Jesucristo riéndose con la corona de espinas puesta y llagas mientras está sentado en un sillón viendo la tele bajo el lema "reirse en lugar de apoltronarse".

La serie -producida por la radiotelevisión pública británica BBC y con licencias para la emisión en Italia, Alemania, Australia y Nueva Zelanda- sólo ha llegado a emitirse, de momento, en Nueva Zelanda.

En el Reino Unido, la BBC renunció a estrenar la serie por las protestas suscitadas entre los católicos, país donde "Popetown" sólo se ha distribuido en DVD. En Italia, una cadena privada de pago también renunció a su estreno ante las críticas recibidas.

Fonte: El Mundo

Publicado por estaccs às 07:50 PM | Comentários (0)

IMIGRAÇÃO ILEGAL DÁ AUDIÊNCIAS À CNN

Lou Dobbs não é político, mas é a voz mais audível na contestação à política migratória da administração Bush. A temática do seu programa nocturno, o ‘Lou Dobbs Tonight’, é garantia de boas audiências para a CNN.

O jornalista norte-americano converteu-se na voz dos que encontram na imigração ilegal uma ameaça à segurança interna dos Estados Unidos e à própria segurança laboral dos seus cidadãos. Os ‘Estrangeiros Ilegais’ e as ‘Fronteiras Fora de Controlo’ são temas recorrentes em ‘Lou Dobbs Tonight’, o programa nocturno que apresenta na cadeia CNN.

Para lá de funcionar como grupo de pressão junto da administração norte-americana, o conteúdo do programa serve os propósitos comerciais da estação. Segundo a Nielsen Media Research, em 2005, o programa de Lou Dobbs atraiu uma média diária de 600 mil espectadores, o que representa um crescimento de 28% desde 2003, ano de arranque do programa.

Licenciado em Economia pela Universidade de Harvard, Lou Dobbs nasceu em Londres a 24 de Setembro de 1945. Na CNN desde a sua fundação em 1980, Dobbs começou por apresentar ‘Moneyline’, transformando-o no mais prestigiado programa de informação económica de sempre.

Ao longo da sua carreira, o apresentador da CNN ganhou praticamente todos os prémios de jornalismo televisivo, entre os quais se destacam dois Emmys. Actualmente, o jornalista norte-americano acumula a condução do ‘Lou Dobbs Tonight’ com o ‘The Lou Dobbs Financial Report’, um magazine radiofónico de âmbito nacional.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 02:10 AM | Comentários (1)

HEMEROTECA DE LISBOA REABRE AMANHÃ

A Hemeroteca de Lisboa reabre amanhã ao público no Palácio dos Marqueses de Tomar, no Bairro Alto, de onde os seus serviços e espólio foram retirados em Dezembro, devido a ameaça de derrocada do edifício.

A Câmara Municipal de Lisboa anunciou ontem que a Hemeroteca passa a dispor de “novos serviços”, nomeadamente “a criação de um serviço de digitalização e imagem para pedidos de digitalização, na biblioteca ou à distância”.

O edifício passa agora a deter novos espaços de consulta e leitura, “reorganizados por áreas temáticas, com uma forte aposta no atendimento personalizado”. Também na abertura ao público haverá alterações, passando “a funcionar num horário mais alargado”: das 10h00 às 19h00, durante a semana, e das 13h00 às 1900, aos sábados.

Ao todo, de acordo com o director Álvaro de Matos, “só nas salas de leitura, são mais de mil títulos de colecções de jornais e revistas em livre acesso, cruzados com colecções digitais, numa política que privilegia a simplificação e desburocratização”.

O dia de reabertura será ainda marcado pela inauguração da exposição ‘O Terramoto de 1755 na Hemeroteca de Lisboa: fontes & bibliografia’, em exibição até 30 de Abril.

A Hemeroteca Municipal contém 20 mil títulos, publicados desde 1715, num acervo documental que perfaz quase 400 mil volumes.

Fonte: Correio da Manhã

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abril 15, 2006

TV'S AMERICANAS CONTESTAM A LEI

‘NYPD Blues’ foi uma das séries consideradas indecentes pela FCC

A ABC, a NBC, a CBS, a FOX e a Hearst-Argyle Television contestaram judicialmente uma decisão da Comissão Federal de Comunicações (FCC) de 15 de Março que puniu vários programas de televisão por considerar a sua linguagem indecente. As estações norte-americanas consideram que a legislação existente nessa matéria é vaga e que a punição da FCC é inconsitucional.

Representando mais de 800 canais norte-americanos, as cinco cadeias de televisão avançaram com os processos entre quinta-feira e anteontem, numa manobra de protesto que visa contestar os milhões de dólares em multas que têm sido cobrados com base numa legislação que consideram excessivamente vaga e incontistucional.

A gota de água foi a decisão de 15 de Março da FCC, em que esta condena o uso de linguagem considerada indecente em vários episódios de ‘NYPD Blue’, da ABC, no ‘The Early Show’, da CBS, e na cobertura do ‘Billboard Music Awards, pela FOX, em 2002 e 2003. Embora a decisão não tenha afectado a NBC e a Hearst-Argyle Television, ambos os grupos decidiram aliar-se à contestação. Numa declaração conjunta, as estações acusam a FCC de “ultrapassar a sua autoridade” e de não indicar, de forma clara e objectiva, o que pode, ou não, ser objecto de penalização.

A finalizar as cinco cadeias sublinham ser contra “o aumento de controlo governamental sobre o que os telespectadores podem, ou não, ver”, recordando a existência de tecnologia, como o ‘v-chip’, já obrigatório nos novos aparelhos de televisão comercializados, que permite bloquear determinados conteúdos televisivos.

Fonte: Correio da Manhã

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FIBRA ÓPTICA LIGA PORTUGAL A ESPANHA EM 2007

Portugal e Espanha deverão ficar ligados por uma rede de fibra óptica já em 2007, num projecto que poderá representar um investimento de quatro milhões de euros. A Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN) está já a preparar um concurso público internacional nesse sentido, segundo a edição desta quinta-feira do Jornal de Negócios.

De acordo com o jornal, o projecto aguarda ainda «luz verde» do Ministério da Ciência e Tecnologia, mas, a concretizar-se, irá ligar Portugal a Espanha através da rede espanhola Irís.

No Norte do país, o projecto será concretizado através da Universidade do Minho, que fará a ligação com a Universidade de Santiago de Compostela, e no Sul por Elvas, que fará a ligação com a Universidade de Badajoz.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 05:22 PM | Comentários (0)

ESCRITÓRIOS DA 'PLAYBOY' APEDREJADOS EM JACARTA

Centenas de muçulmanos radicais apedrejaram hoje em Jacarta os escritórios da revista Playboy, cuja primeira edição local saiu na última sexta-feira.

Cerca de 300 membros da Frente dos defensores do Islão (FPI) - que se concentraram junto das instalações da revista para exigir o fim da publicação - penetraram nos escritórios, rasgaram cópias da revista e partiram janelas à pedrada.

Um dos cerca de 90 polícias de guarda aos escritórios ficou ferido. A maioria dos manifestantes já abandonou o local. «Continuaremos os ataques se a Playboy recusar cessar a publicação», advertiu um dos líderes do grupo. O FPI é um grupo radical conhecido por organizar acções do género de hoje contra certos bares de Jacarta que servem álcool.

O primeiro número da versão indonésia da Playboy publicado na última sexta-feira continha fotografias de mulheres pouco despidas, no máximo em bikini e em poses pouco lascivas. Nos últimos meses, o FPI e outras organizações muçulmanas lançaram uma campanha contra a chegada da Playboy, em nome da moralidade que está, segundo eles, em perigo.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 05:20 PM | Comentários (0)

JORNALISTA BRITÂNICO DESISTE DE SER CRUCIFICADO

Um jornalista britânico decidiu hoje participar nas tradicionais crucificações da Sexta-feira Santa nas Filipinas, mas no último minuto desistiu perante o olhar de uma dezena de milhares de espectadores que assistia a este acto de devoção religiosa.

Para reviver a «Paixão de Cristo», sete filipinos pregaram-se em cruzes de madeira erguidas na vila de San Pedro Cutud, na cidade de San Fernando, ao norte de Manila, numa tradição que se tornou desde há anos numa atracção turística condenada pela Igreja Católica.

Com as costas e os pés ensanguentados devido às chicotadas, os sete homens transportaram até ao cimo de uma colina as pesadas cruzes de madeira onde foram crucificados.

O jornalista e antigo apresentador de televisão britânico Dominic Diamond também transportou a sua cruz, mas no momento de ser crucificado fraquejou e ajoelhou-se a orar.

Um filipino que reviveu o suplício da cruz, Ruben Enaje, explicou que Dominic Diamond pediu em lágrimas muitas desculpas por ter tido medo quando viu os outros crucificados.

O jornalista britânico não quis prestar declarações e, de acordo com responsáveis locais, tinha feito um contrato de exclusividade com uma cadeia de televisão.

As crucificações da Sexta-feira Santa nas Filipinas eram, originalmente, um ritual de católico para expiar os pecados ou agradecer a Deus por ter satisfeito as suas orações.

No entanto, o acontecimento transformou-se num espectáculo que atrai milhares de pessoas, apesar de ter sido condenado pela Igreja Católica.

Lucas Czarnecki, um turista polaco de 25 anos, mostrou-se desiludido com a cerimónia: «não esperava um show comercial deste género».

Os vendedores ambulantes aproveitam a afluência para vender lembranças, chapéus e bebidas aos turistas.

Uma vendedora, Angelita Ocampo, reconheceu que as cerimónias ficaram «cada vez mais turísticas», mas, ressalvou, «para alguns ainda permanecem como um acto de devoção religiosa».

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 05:19 PM | Comentários (0)

DIÁRIO DO SUL EM EDIÇÃO BILINGUE

O jornal Diário do Sul, de Évora, apresentou sexta-feira uma edição bilingue, em português e castelhano, com nove mil exemplares distribuídos nas principais cidades fronteiriças.

A edição especial, com a manchete «Páscoa a duas vozes», apresenta em 28 páginas vários textos alusivos à quadra pascal em português e castelhano, incluindo uma entrevista com o arcebispo de Évora, D. Maurílio de Gouveia.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 05:17 PM | Comentários (0)

TEMBE CONDENADO POR EXTORSÃO

Osvaldo Tembe, jornalista do semanário moçambicano ‘Zambeze’, editado em Maputo, foi, anteontem, condenado a oito meses de prisão por extorsão e chantagem contra um funcionário do Fundo de Fomento Pesqueiro (FFP), entretanto detido sob acusação de corrupção.

O jornalista, de 30 anos, foi expulso dos quadros do ‘Zambeze’ há cerca de um mês, após ter sido perseguido por agentes da Polícia que tinham combinado com o filho do funcionário da FFP uma forma de surpreender o repórter a receber uma tranche da extorsão.

Na altura, o jornalista disse ter recebido 1400 euros para não publicar alegadas provas de corrupção.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 01:58 PM | Comentários (1)

TELEFONICA REALIZA 330 MILHÕES NA PT

As mais-valias latentes da Telefónica na Portugal Telecom rondam os 330 milhões de euros, noticia hoje o "Expansión", referindo que a participação da empresa espanhola na congénere portuguesa está avaliada em 1,126 mil milhões de euros.

O jornal espanhol cita um relatório de auditoria da Telefónica e revela que, no final do ano passado, a empresa avaliava os 9,84 por cento que detém na Portugal Telecom (PT) por 796 milhões de euros, supondo mais-valias potenciais mínimas de 259 milhões de euros.

Tendo em conta que o valor de mercado da PT é actualmente superior ao registado no final do ano passado, a posição detida pela Telefónica vale agora 1,126 milhões de euros, com as mais-valias latentes a atingirem, pelo menos, 330 milhões de euros, explica o "Expansión".

No total, o grupo espanhol declarou em 2005 mais-valias latentes de quase mil milhões de euros, 673 dos quais referentes às participações na PT e no grupo de televisão Sogecable.

Na quinta-feira, as acções da PT fecharam nos 10,14 euros na Euronext Lisboa, com a capitalização bolsista da empresa a atingir 11,446 mil milhões de euros.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 01:55 PM | Comentários (0)

JORNAIS AMERICANOS DISPUTAM OUVINTES DAS RÁDIOS

Porque há sempre mais qualquer coisa sobre uma notícia", o Washington Post está agora na rádio na zona metropolitana da capital americana. Não é só por causa disso, claro. Como a maioria dos seus concorrentes, as tiragens do Post estão a diminuir e há que encontrar novas formas de manter o contacto com o público.

Não é a primeira experiência do Post na rádio. Na verdade, a WTOP foi pela primeira vez do Washington Post quando o jornal comprou parte dela à CBS em 1949, cinco anos mais tarde era o único proprietário, até a vender em 1978. A WTOP foi mais tarde comprada pela Bonneville International Corp, de Seattle, que hoje a explora em joint-venture com o Post.

Utilizando os jornalistas e repórteres do Washington Post, a WTOP mantém a ligação dos leitores com o jornal dando não só continuidade às notícias do dia como alertando para as que estão em desenvolvimento. E, claro está, potencializa a publicidade. Como diz o editor do Post, Boisfeuillet Jones Jr., "é uma oportunidade maravilhosa para o Washington Post encorajar a audiência da rádio a ler mais o jornal".

Sinal da boa recepção do projecto foi a cotação das acções do Post na NYSE ter subido no primeiro dia de cinco para 7,70 dólares.

Esta é uma fórmula já adoptada por outros jornais. O New York Times tem a WQXR, com música clássica e flashes noticiosos, o Chicago Tribune a WGN, que são complementadas com a rádio na Internet.

Enquanto estão a perder leitores nas edições impressas, os jornais estão a ter um aumento de leitores na edição online (só o USA Today deve ter mais leitores para a edição em papel que na edição online). Logo, é na Internet que estão a ser feitos os maiores esforços.

Além dos blogues e podcasts, o site do New York Times oferece também clips de notícias em vídeo, concorrendo directamente com os das estações de televisão.

Antes reservado a acontecimentos específicos, como o lançamento das novas colecções de lingerie da Victoria's Secret, o visionamento de programas de televisão via Internet está a tornar-se cada vez mais popular .

É natural também a tendência que se está a verificar de alianças entre as empresas dos vários media. A Clear Channel Radio, por exemplo, que tem mais de 1100 estações de rádio e todas elas na Internet, fez um acordo com o Google que permite a quem estiver a ouvir online uma das suas emissões aceder ao motor de busca sem ter que interromper a audição. Como contrapartida, os links dos patrocinadores do Google aparecem juntamente com os dos patrocinadores da estação de rádio local que está a ser ouvida.

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 01:14 AM | Comentários (0)

CONCENTRAÇÃO E PLURALISMO

"Não se consegue identificar uma relação directa entre a concentração dos media (estrutural e de mercado) e a diversidade de conteúdos e o pluralismo." Esta é a principal conclusão de um relatório produzido pelo Conselho da Europa - divulgado ontem pelo Obercom (Observatório da Comunicação) -, que mais adiante adverte que o facto de tal ligação não se identificar não significa que não exista, ela só "não é evidente, quer na diversidade de conteúdos dos jornais quer nos canais de televisão", nos quatro países estudados: Itália, Noruega, Reino Unido e Croácia.

A análise, efectuada entre 24 de Outubro e 6 de Novembro de 2005, recaiu sobre a relação entre o processo económico da concentração e os conteúdos dos media a partir dos ângulos pluralismo político (acesso aos media pelos políticos, sociedade civil e grupos sociais), pluralismo cultural, diversidade das fontes e pluralismo das categorias e tipos de programas neste quatro países. A Itália porque apresenta o mercado de televisão mais concentrado, com a RAI e a Mediaset a deterem 87,3% do mercado. Com elevado nível de concentração, mas em menor escala, estão também a Noruega e a Croácia. O Reino Unido é o que tem o mercado mais plural, com as empresas líderes a deterem uma quota inferior a 70%, o que , ainda assim, faz com que os analistas o considerem concentrado.

Contrariamente à área da televisão, a Itália tem o mercado de jornais mais plural dos quatro, enquanto a Croácia apresenta os maiores índices de concentração, tal como o Reino Unido, com três títulos a deterem quase 70% do mercado.

Numa leitura mais pormenorizada, conclui-se ainda que as notícias na televisão são abundantes e os telespectadores têm acesso a um leque variado de notícias nacionais. Os boletins informativos alargados são um género de programação significativo na Itália, Noruega e Reino Unido, ao passo que a cobertura noticiosa na Croácia é reduzida.

Apesar de as notícias na televisão estarem a crescer, os conteúdos baseados na análise e informação sobre assuntos políticos e de actualidade são marginais.

Por seu turno, os jornais disponibilizam também um leque alargado de notícias e de informação sobre assuntos nacionais, em detrimento da variedade de notícias internacionais, que é muito limitada na globalidade dos conteúdos.

De novo ao nível da televisão, nos mercados com poucas ou fracas restrições regulatórias, regista-se uma carência de programação de valor social, uma ausência de investimento doméstico em programação e uma grande dependência dos programas importados, sobretudo dos produzidos nos Estados Unidos. Uma realidade patente num dos três segmentos de operadores identificados: de serviço público, comerciais estabelecidos com alguma programação de elevado valor social e comerciais cujas grelhas são essencialmente de entretenimento importado.

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 01:13 AM | Comentários (0)

30 JORNALISTAS DETIDOS NO NEPAL

Trinta jornalistas foram detidos na quarta-feira no Nepal, por estarem a manifestar-se a favor da liberdade de expressão no país, onde continua em vigor o recolher obrigatório decretado pelo governo para impedir a realização de protestos. A manifestação foi organizada pela Federação Napalesa de Jornalistas e participaram cerca de cem profissionais da imprensa. Pelo sétimo dia consecutivo houve protestos contra a regime do rei Gyanendra e a favor da restauração da democracia.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 12:53 AM | Comentários (0)

OBSERVATÓRIO DE TARIFAS

A Anacom vai lançar o Observatório de Tarifários, uma ferramenta que permitirá aos consumidores compararem preços de chamadas do serviço telefónico móvel e que será divulgada através de uma campanha de publicidade que arranca na próxima segunda-feira.

A nova ferramenta permitirá aos utilizadores comprovarem se estão a utilizar o tarifário mais adequado, revelou hoje a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom), em comunicado.

O observatório «é um simulador desenvolvido em colaboração com os três operadores móveis (Optimus, TMN e Vodafone Portugal)» que permite aos consumidores «consultar e comparar, gratuitamente e de forma interactiva», os diferentes tarifários para as chamadas de voz, mensagens escritas (SMS) e mensagens multimédia (MMS), em Portugal, explica a nota da Anacom.

A campanha publicitária, da responsabilidade da Brandia Central, vai prolongar-se até final de Maio, com anúncios na imprensa, rede Multibanco, banners na Internet (sites Clix, IOL e Sapo) e afixação de cartazes.

Será ainda distribuído um folheto informativo nas estações dos CTT, rede de lojas Optimus e Worten, lojas do cidadão, na sede e delegações regionais do Instituto do Consumidor e de associações de defesa dos consumidores, entre outros locais, esclarece o regulador.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 12:50 AM | Comentários (0)

'JN': PROIBIÇÃO

A Administração da Global Notícias, que detém o Jornal de Notícias, proibiu a realização de uma reunião plenária de jornalistas que estava marcada para esta quinta-feira à tarde, pelas 15:00, nas redacções de Lisboa Porto, segundo o jornal Público. A administração ameaçou ainda processar disciplinarmente os profissionais que nela participassem se o encontro se realizasse durante o período de trabalho.

Os delegados sindicais foram assim obrigados a mudar o local da reunião para o auditório, considerando uma das sugestões feitas pela administração.

O plenário pretende analisar o aumento de salários de 2,3% decidido pela administração, que os trabalhadores consideram insuficiente, bem como a não atribuição do prémio objectivo relativo a 2005, cujo não pagamento é justificado pela empresa com o «decréscimo da circulação paga, das receitas de publicidade e de vendas de produtos», o que prejudicou os resultados.

Outro dos temas a ser tratado no plenário é referente às alterações nas regras de pagamentos de despesas relativas a deslocações. Após esta decisão da administração será também discutido o futuro local dos plenários.

Segundo a notícia, a empresa alega que a reunião terá sido marcada para um horário normal de trabalho da globalidade dos jornalistas, daí que, embora reconheça o direito dos jornalistas, defende que os promotores do plenário deviam ter tido em conta «o funcionamento dos serviços de natureza urgente e essencial». Por outro lado, de acordo com a administração, a proposta não foi apresentada com a antecedência de 48 horas prevista pela lei.

A Global Notícias já havia afirmado que não concordava com a realização de reuniões na redacção porque aí trabalham igualmente paquetes, gráficos e secretárias, além de jornalistas não filiados no sindicato.

A empresa adiantou ainda que será forçada «a qualificar a conduta dos jornalistas participantes nessa reunião como desobediência ilegítima a ordens dadas pela hierarquia da empresa, passível de procedimento disciplinar e demais consequências legais».

Os delegados sindicais entendem que esta proibição é muito preocupante. «O palco para discutir as questões relativas aos jornalistas é e sempre foi a redacção. E até permite que a maioria dos jornalistas atenda o seu telefone, continue a escrever os seus textos ao mesmo tempo que participa na reunião», assegurou um delegado sindical.

Fonte: Diário Digital

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CONSELHO ISLÂMICO DE MOÇAMBIQUE LEVANTA BOICOTE AO 'SAVANA'

O Conselho Islâmico de Moçambique (CIM) anunciou hoje ter levantado o boicote que em Fevereiro lançou contra o semanário Savana, na sequência da publicação pelo jornal das polémicas caricaturas do profeta Maomé.

Um comunicado assinado pelo presidente do CIM, xeque Aminuddin Moahmad, reitera «indignação e repúdio pela publicação das infamadas caricaturas do sagrado profeta Maomé».

No entanto, o CIM justifica com o «dever de fomentar a paz e manter a harmonia» a sua decisão de levantar o boicote a um dos principais jornais de Moçambique.

O CIM adianta que fica «reservado ao muçulmano, na qualidade de cidadão em exercício livre dos seus direitos, agir em fé e consciência, dentro do espírito da lei» nas suas relações com aquele jornal.

O boicote ao Savana, propriedade da Mediacoop, que também detém o diário por fax Mediafax, foi lançado a 17 de Fevereiro pelo CIM, que considerou «um grosseiro insulto à comunidade muçulmana» a publicação de sete caricaturas de Maomé.

Apesar dos pedidos de desculpas, a comunidade muçulmana manifestou-se nas ruas de Maputo contra o jornal depois de, logo no dia da publicação dos desenhos, alguns dos seus elementos terem vandalizado as instalações daquele órgão de informação.

A comunidade muçulmana de Moçambique é a mais forte do ponto de vista económico mas a sua força raramente se estende ao poder político, como ainda recentemente se queixaram alguns dos seus líderes por não se sentirem representados no novo Conselho de Estado nomeado pelo presidente da República, Armando Emílio Guebuza.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 12:46 AM | Comentários (0)

NOVIDADES A 3 DE MAIO

O ex-director do Expresso José António Saraiva vai apresentar o seu novo projecto a 3 de Maio num hotel de Lisboa. O projecto, um novo semanário, será lançado a 16 de Setembro. A 3 de Maio será divulgada a equipa, o nome e grafismo, e o título da publicação, que sairá no mesmo dia que o Expresso, aos sábados.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 12:45 AM | Comentários (0)

'DE' SAI AOS FERIADOS

O Diário Económico vai passar a sair também aos feriados. Amedida entrou em vigor ontem, Sexta-feira Santa, dia 14 de Abril. Tendo em atenção que a economia internacional «não pára nem aos feriados», o Diário Económico passará a estar nas bancas todos os dias da semana. A única excepção vai para os dias de Natal e de Ano Novo.

Publicado por estaccs às 12:43 AM | Comentários (0)

abril 14, 2006

SERRASQUEIRO DEFENDE REGULAÇÃO DA PUBLICIDADE

“A auto-regulação não substitui a regulação do Estado na publicidade”, afirmou Fernando Serrasqueiro, secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, ao Diário Económico, depois de ter defendido a mesma posição na subcomissão parlamentar de Direitos Fundamentais e Comunicação Social.

O sector não vê com bons olhos a criação de um órgão regulador da publicidade – que consta do ante-projecto do Código do Consumidor, apresentado no passado dia 15 de Março, o qual prevê a criação da Entidade Reguladora das Comunicações Comerciais (ERCC). “Parece-nos uma interferência indevida numa área de iniciativa privada. Um ataque violento aos princípios que defendemos da auto-regulação”, afirmou ao Diário Económico Manuel Barata Simões, secretário-geral da Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN).

A auto-regulação do sector é feita, actualmente, pelo Instituto Civil da Autodisciplina da Publicidade (ICAP), cujos sócios são os próprios anunciantes. A adesão é voluntária. O Instituto do Consumidor (IC) é o órgão fiscalizador do Estado, que levanta os autos. “Para quê criar um órgão regulador, quando já temos o Instituto do Consumidor, que fiscaliza a actividade?”, pergunta Luís Rosendo, director-executivo da Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN).

Para o secretário de Estado, mesmo que o órgão regulador venha a ser o IC, o importante é que o Estado não se demita da sua responsabilidade. No entanto, sublinha Fernando Serrasqueiro, “a comissão [que apresentou o ante-projecto] defende que a influência do sector publicitário justifica já um órgão regulador autónomo”.

O que mais preocupa anunciantes e agências de publicidade é o financiamento do futuro órgão regulador. “O ICAP ficaria com menos potencial de financiamento. A taxa da Entidade Reguladora da Comunicação Social já é pesada. Quem paga acabam por ser os anunciantes e os orçamentos vão diminuindo”, insiste Luís Rosendo. Sobre esta questão, Fernando Serrasqueiro limita-se a afirmar que é um assunto a tratar e que vai ser “objecto de um regulamento próprio”. O ante-projecto está em fase de consulta pública durante 120 dias.

Já no ano passado, o IC propunha, sem sucesso, uma taxa de 0,5% sobre a facturação de cada agência para financiar a entidade fiscalizadora.

Fonte: Diário Económico

Publicado por estaccs às 10:04 PM | Comentários (0)

GUERRA ABERTA OLIVEIRA-FERNANDES

As acções da Cofina foram ontem suspensas, logo na abertura da Bolsa de Lisboa, depois do accionista Joaquim Oliveira ter interposto uma providência cautelar contestando as deliberações tomadas em Assembleia Geral.

A Comissão de Mercados e Valores Mobiliários (CMVM) e a Euronext estiveram a analisar a situação, optando por manter os títulos da Cofina sem negociar todo o dia.

“Um alegado accionista titular de acções representativas de cerca de 1,3% do capital social requer a suspensão da execução das deliberações sociais tomadas na mencionada assembleia geral”, lê-se no comunicado enviado, terça-feira à noite, pela Cofina à CMVM.
Com a providência cautelar, a Cofina não pode executar as deliberações da assembleia geral que ainda não estão concluídas. Ao pedido de suspensão pode seguir-se um de impugnação das deliberações.
O presidente da Controlinveste comprou recentemente esta participação na empresa de Paulo Fernandes, o que permitiu a um seu representante estar presente na Assembleia Geral, realizada a 31 de Março.

Na opinião do mercado e dos analistas, Joaquim Oliveira pretende pressionar Paulo Fernandes a vender os 19,1% que detém na Lusomundo Media, empresa actualmente detida pela Controlinveste. No entanto, Paulo Fernandes não parece disposto a vender a sua participação. “O CEO da Cofina sempre disse que tinha interesse em trocar a sua participação na Lusomundo Media por activos como a rádio TSF e o ‘Jornal de Notícias’ e esta participação dá-lhe poder para negociar com Oliveira”, afirmou à Reuters Tiago Veiga Anjos, analista do BPI Investimento.

À Cofina interessaria a TSF – dado que só detém jornais e revistas e não esconde que gostaria de entrar numa rádio ou numa televisão – e o “Jornal de Notícias”, diário que atrás do seu “Correio da Manhã”, é o vice-líder nas vendas dos diários generalistas em Portugal. Os dois grupos de media, em conjunto, detêm mais de 80% da circulação de jornais diários em Portugal.

Um outro analista apontou ainda à Reuters a possibilidade futura de Oliveira aumentar a sua participação na Cofina como forma de a pressionar a vender a sua participação na Lusomundo Media.
“A situação de Paulo Fernandes é mais complicada que a de Joaquim Oliveira. Empatou 24 milhões de euros e não vai conseguir vender a sua participação na Lusomundo Media a ninguém que não seja o Oliveira”, defende um outro analista contactado pelo Diário Económico.

Nem a Cofina nem a Controlinveste se mostraram disponíveis para comentários.

Distribuição de dividendos suspensa até haver julgamento

A distribuição de dividendos da Cofina, que deveria acontecer a 18 de Abril, está suspensa até que seja julgado o processo interposto pela Global Notícias, de Joaquim Oliveira. Esta interpôs uma providência cautelar que, na prática, suspende a execução das deliberações da assembleia geral, nomeadamente o pagamento dos dividendos. A Cofina já enviou requerimentos para o tribunal, pelo que a sua contestação será decisiva para que este tome uma decisão posterior.

Ao final do dia de ontem, a CMVM emitiu um esclarecimento referindo que, em obediência à decisão judicial, a Cofina não pode pagar os dividendos. O regulador acrescenta que, caso haja uma decisão judicial de não suspensão da execução das deliberações da assembleia geral, invertendo a situação actual, 10 de Abril manter-se-á como o último dia em que a detenção das acções dá direito ao dividendo. As acções da Cofina deverão hoje regressar normalmente à negociação.

Diário Económico

Publicado por estaccs às 09:58 PM | Comentários (0)

A EROSÃO DOS REALITY SHOW

A sucessiva queda nas audiências registada pelo ‘Circo das Celebridades’, da TVI, é um sinal claro da saturação dos portugueses com o formato televisivo dos ‘reality shows’. Programas sem grandes inovações, apesar das variantes temáticas, e a repetição constante dos concorrentes – José Castelo Branco é um dos casos mais flagrantes – são os principais motivos para o divórcio.

Fernando Sobral, crítico de televisão, considera que, no caso do ‘Circo das Celebridades’, a TVI está simplesmente à espera da sua morte natural. “As televisões comerciais vivem de audiências e de patrocínios. Sem patrocínios abafam-se as coisas e espera-se que morram de morte natural. Só estão à espera que chegue ao fim”, afirma Fernando Sobral, referindo-se ao facto de os principais patrocinadores terem deixado o programa da TVI.

“Os portugueses estão saturados dos ‘reality shows’ sem novidades com o mínimo de inteligência. São sempre as mesmas pessoas e os mesmos moldes. São como as laranjas, tira-se-lhes o sumo e elas secam”, acrescenta, explicando: “O Castelo Branco já vai no terceiro ‘reality show’ e o Miguel Melo no segundo. O público já viu o que eles tinham para oferecer. O que, em alguns casos, era manifestamente pouco.”

Para o professor de Ciências de Comunicação, Francisco Rui Cádima, estes dois fenómenos em simultâneo – repetição de formato e concorrentes – são razões suficientes para a queda das audiências (ver infografia), considerando mesmo estar a chegar-se ao fim de um ciclo. “Verifica-se um duplo cansaço: dos moldes do programa e das pessoas.

O potencial de Castelo Branco já está muito gasto. As pessoas estão saturadas”, refere, acrescentando: “É o fim de um ciclo de ‘reality shows’. Já tivemos o ‘Big Brother’ em casa, os programas de exterior e os que usam celebridades. Este ciclo está num momento de exaustão. Chegou a um ponto de saturação junto do público. Está na hora de uma inflexão estratégica, para os programadores encontrarem um novo ciclo.”

HERMAN JOSÉ E A INEVITÁVEL EROSÃO

O humorista Herman José, da SIC, não tem dúvidas quanto à “inevitável erosão do formato dos ‘reality shows’ com famosos”. Para o apresentador de ‘Herman SIC’, transmitido à mesma hora de ‘O Circo das Celebridades’, a queda das audiências do ‘reality show’ está relacionada com a falta do efeito surpresa: “O que seria dos derbies se fossem todos os domingos? Passariam rapidamente a jogos convencionais. Difícil no audiovisual não é criar o êxito explosivo. É mantê-lo. Eu que o diga, que ando nesta luta há trinta anos.”

Francisco Rui Cádima diz, a propósito, existirem “vários formatos, mais populistas, que ainda não foram testados em Portugal”. O professor é da opinião que, apesar de poderem ter bons resultados, as TV portuguesas não aceitariam formatos com conteúdos de baixo nível.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 07:35 PM | Comentários (0)

TVI COM SALÁRIOS EM ATRASO?

O Sindicato de Jornalistas (SJ) denunciou ontem a “grave situação” em que se encontram os 14 profissionais da produtora Emprin, em Coimbra, que, para o SJ, “funciona como delegação regional da TVI”. Segundo o SJ, “os salários são pagos com atraso, havendo subsídios de Férias e de Natal em dívida”. Figueiredo Lopes, director-geral da Emprin, desmente as alegadas dívidas aos trabalhadores e a eventual penhora de um carro de exteriores pelas Finanças. Monteiro Coelho, director de relações exteriores da TVI, assegura que “o contrato está a ser cumprido por ambas as partes”.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 07:29 PM | Comentários (0)

DIRECTOR DE 'MAIS ALENTEJO' ADMITE SER PRESO

O director da revista ‘Mais Alentejo’, José António Sancho, que em 1998 foi alvo de um processo pelo crime de liberdade de Imprensa interposto pela então delegada de Évora do Instituto de Emprego e Formação Profissional, Maria Gabriela Silva, corre o risco de ser preso caso não pague este mês à queixosa parte dos 15 mil euros a que foi condenado em 2001.

Nesse ano, o Tribunal de Évora condenou o jornalista a dois anos e meio de prisão, suspensos por quatro anos, com a condição de pagar à autora da queixa a referida quantia.

“Vou negociar o pagamento da verba e dos juros com os advogados. Se não conseguir o dinheiro, que é o mais provável, terei de cumprir a pena de prisão”, frisou o jornalista.

A queixa surgiu na sequência de um artigo publicado em 2 de Outubro de 1998 na rubrica ‘Então Vá’ do extinto jornal ‘Mais Alentejo’. “Tratava-se de uma peça de ficção, com base em personagens inventados e não visava ninguém em concreto”, sublinhou José António Sancho.

Gabriela Silva entendeu todavia, tal como frisou ontem ao CM, que o artigo, intitulado ‘A História Secreta de Senhora Pureza’, comentava factos da sua vida e “difamava” o seu bom-nome.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 07:25 PM | Comentários (0)

DEOLINDA ALMEIDA DIZ-SE DE CONSCIÊNCIA TRANQUILA

Deolinda Almeida lembra que, em três anos, a agência não recebeu um protesto formal. Deolinda Almeida sai da direcção da Lusa de consciência tranquila. A até anteontem directora da agência de notícias garante que no seu consulado não houve cedências a pressões governamentais nem acredita que a equipa a formar pelo seu sucessor seja um alvo da instrumentalização.

“Ninguém me pode acusar de ter feito fretes”, diz, ao CM, Deolinda Almeida, que vinca: “Tenho a certeza absoluta!” Para justificar a sua defesa, a jornalista lembra o facto de, durante os três anos de exercício, marcados, por exemplo, por vários actos eleitorais no País, “a agência não ter recebido qualquer protesto formal”.

O PSD, por intermédio do deputado Agostinho Branquinho, e o Conselho de Redacção da agência chegaram, contudo, a colocar em causa a direcção de Deolinda Almeida. Motivo: alegada cedência a pressões governamentais no caso das notícias sobre a aplicação da banda larga nas escolas públicas.

O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas deu razão à direcção da Lusa. E a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), no seu primeiro acto efectivo, sublinhou o facto de o rigor informativo da agência não ter sido beliscado. Neste caso, o processo foi metido pelo presidente da distrital do Porto dos ‘laranjas’ e pela própria Deolinda Almeida.

A jornalista considera as teorias sobre a instrumentalização “ridículas”, até porque, sublinha, “os directores, na prática, não têm controlo sobre as notícias”, mas, sim, os jornalistas que “as editam”.

“É ridículo”, porque, argumenta, “os leitores da Lusa, ou seja, as redacções dos diferentes órgãos de Comunicação Social, quando vêem as notícias da agência, sabem avaliá-las”. Dito de outra forma, os jornalistas sabem que os tais leitores entendem, facilmente, se há ou não manipulação das notícias. “Não faria sentido. Seria uma burrice”, enfatiza Deolinda Almeida. Precisamente pelas razões apontadas, a ex-directora da Lusa não acredita que a futura direcção da agência seja vulnerável a pressões. “Com toda a franqueza”, diz ela, “não acredito!”

DESCANSO E FORMAÇÃO

Deolinda Almeida, que passou pela ANOP, NP e ‘Diário Digital’, antes de regressar à Lusa, vai, agora, “dar uma licença” a ela própria, durante três meses, para, depois sim, regressar ao mercado de trabalho. A jornalista desempregada, a partir de Maio, tem, pelo menos, uma certeza relativamente ao futuro: a formação: “Está claro nos meus horizontes. Gosto imenso de dar formação.”

VERÃO 'DECIDE' MUDANÇAS

A mudança da estrutura directiva da Lusa estava traçada há muito tempo, sabe o CM. A administração definira no Verão a necessidade de proceder a alterações na equipa até anteontem dirigida por Deolinda Almeida.

De resto, a futura direcção da agência terá, inevitavelmente, de se sujeitar à aplicação da política traçada pela administração. Mas, claro, o seu presidente, José Manuel Barroso, sublinhou ao nosso jornal, como não podia deixar de ser, que “ a direcção terá autonomia editorial”.

Fonte: Correio da Manhã

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abril 13, 2006

GUERRA À PLAYBOY

A polícia da Indonésia pediu hoje à direcção da "Playboy" que impeça a publicação do segundo número da revista no país, por receio de que possa gerar manifestações.

Ponti Carolus, responsável pela edição indonésia da "Playboy", afirmou que a empresa vai pensar na proposta que lhe foi lançada pelas autoridades policiais: "Dêem-nos 24 horas e depois anunciaremos a nossa decisão".

A polícia e vários dirigentes políticos frisaram que não existem leis na Indonésia que possam proibir a revista, que não publica imagens de nudez nem mostra fotografias mais ousadas do que outras publicações nacionais e estrangeiras à venda no país.

Até agora, os protestos contra a revista foram quase todos discretos e pacíficos, mas ontem 150 manifestantes mais radicais atiraram pedras contra o edifício onde está instalada a redacção da revista.

Apesar de a revista não publicar nudez, os políticos muçulmanos e os líderes religiosos foram unânimes em condenar a "Playboy", com o argumento de que só o nome da publicação levanta problemas.

A chegada da revista à Indonésia coincide com uma campanha dos conservadores mulçulmanos para que o Parlamento aprove leis mais duras contra a pornografia e os actos obscenos, que os críticos dizem constituir um ataque às liberdades individuais.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 08:05 PM | Comentários (0)

SIMPLEX AVANÇA

O Governo aprovou hoje uma resolução e um decreto-lei para a criação da caixa postal electrónica nominal, medida que faz parte do programa para a simplificação e combate à burocracia na administração pública (Simplex).

Em conferência de imprensa, no final da reunião do Conselho de Ministros, o secretário de Estado da Presidência, Jorge Lacão, referiu que a resolução agora aprovada "estabelece as linhas de orientação para que os serviços públicos adiram à nova modalidade" de comunicações.

Por sua vez, "o decreto-lei define as condições em que a medida de simplificação administrativa deverá ser executada nos diferentes serviços públicos", acrescentou Jorge Lacão.

Com a criação da caixa postal electrónica, o Executivo pretende estabelecer "um regime de comunicações electrónicas entre o Estado, os cidadãos e as empresas que, integrado com a tradicional correspondência por via postal, contribua para a facilidade, rapidez e eficiência das comunicações".

O Governo diz também que pretende "potenciar a possibilidade de os particulares utilizarem" a caixa postal electrónica "no âmbito das relações contratuais que estabeleçam com outras entidades privadas prestadoras de serviços".

No que respeita ao teor do decreto agora aprovado, o Governo refere no comunicado do Conselho de Ministros que o diploma "introduz alterações ao contrato de concessão do serviço postal, conferindo-lhe o grau de flexibilidade necessária ao exercício da actividade da concessionária".

Por outro lado, acrescenta o Executivo, o decreto pretende permitir a criação de "um novo serviço público de comunicação entre a administração pública, os particulares e as empresas".

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 08:03 PM | Comentários (0)

DEOLINDA ALMEIDA DEIXA A LUSA

A directora de informação da agência de notícias Lusa, Deolinda Almeida, vai deixar a empresa no final do mês. Depois de ter assumido o cargo durante mais de três anos, a jornalista decidiu rescindir por mútuo acordo o vínculo laboral com a agência.

"É uma saída muito serena e a meu pedido", disse Deolinda Almeida ao DN. Confessou que já tinha feito sentir ao novo presidente do conselho de administração, José Manuel Barroso, o desejo de dar outro rumo à sua carreira. "José Manuel Barroso foi muito simpático e fez-me um convite aliciante que ponderei aceitar: o de assumir um direcção regional da agência, no caso a de Madrid." Problemas familiares fizeram-na repensar a proposta e acabou por preferir "fazer uma paragem profissional".

Só "no início da próxima semana", segundo o presidente do Conselho de Administração da Lusa, deverá ser conhecido o rosto do novo director da agência. Mas são vários os potenciais "candidatos" ao cargo que começam a circular nos meios jornalísticos. O próprio José Manuel Barroso auscultou esta semana o conselho de redacção da agência sobre os dois nomes na mesa da administração para suceder a Deolinda Almeida no topo da hierarquia da informação, o de Goulart Machado, director adjunto da Lusa, e o de Luís Miguel Viana, redactor principal do DN. O primeiro, a ser escolhido, constituirá uma solução interna, visto que detém o cargo de director adjunto há vários anos, enquanto o segundo representaria uma aposta externa.

O Governo preferiu jogar em casa quando se tratou de mudar o conselho de administração da agência no final de Março. Na Assembleia Geral de final do mês passado, o accionista maioritário propôs o nome de José Manuel Barroso - administrador delegado desde Dezembro de 2004 - para o cargo de presidente do conselho de administração, substituindo Almerindo Marques.

O final do mandato de Barroso como administrador-delegado foi conturbado, num processo que envolveu a directora de informação da Lusa e duas jornalistas. Notícias contraditórias difundidas pela agência sobre a instalação de banda larga nas escolas gerou celeuma. O PSD chegou a acusar a direcção de informação de se ter deixado "manipular" pelo poder. A Entidade Reguladora para a Comunicação Social apreciou o caso e "ilibou" os visados.

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 05:48 PM | Comentários (0)

SIC NA MIRA DA ERC

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) está a averiguar a cobertura jornalística feita pela SIC da inspecção alimentar a restaurantes chineses no dia 30 de Março passado.

A ERC está a apurar a "possível infracção de normas aplicáveis" às reportagens realizadas pela SIC, no âmbito da acção de fiscalização denominada Operação Oriente, levada a cabo pela Agência de Segurança Alimentar e Económica (ASEA).

Esta diligência foi uma iniciativa da própria ERC e não partiu de nenhuma denúncia, como confirmou ao DN Estrela Serrano, membro do conselho regulador dos media, sem adiantar mais pormenores.

A estação de televisão visada já foi contactada pela entidade, mas remete-se ao silêncio. "Se esta é uma iniciativa da ERC é a esta que vamos responder em primeiro lugar", justificou ao DN José Gomes Ferreira, subdirector de informação da SIC. No entanto, sublinhou que a estação "sempre se pautou pelo cumprimento das normas e dos deveres deontológicos, tendo sempre em relevância o interesse público".

Fiscalizações mediáticas

A ASEA, desde que foi criada a 1 de Janeiro de 2006, tem por hábito fazer-se acompanhar por órgãos de comunicação social em acções de fiscalização "que pela sua dimensão justifiquem a mediatização", disse ao DN Manuel Lage, assessor de imprensa da Agência.

Os objectivos que pretendem alcançar são mostrar "a transparência do processo e fazer pedagogia junto da população em geral, revelando que alguém está atento às leis", justificou. Na Operação Oriente, para além da SIC, estiveram presentes o jornal Correio da Manhã e a Rádio Renascença, uma vez que a prática comum é levar uma televisão, um jornal e uma rádio.

O Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas tem reservas em relação a este procedimento. Em comunicado, a Comissão para a Igualdade Contra a Discriminação Racial criticou não só os critérios de "nacionalidade" da operação da ASEA como a larga cobertura mediática da mesma. Aponta ainda "o risco de enviesamento da actividade inspectiva em função da necessidade de corresponder às expectativas criadas pelo convite à comunicação social".

Igualmente crítico é Y Ping Chow, administrador da Liga dos Chineses em Portugal. "A China está na moda e até os jornais estão atrás da moda. Não estou a criticar a fiscalização mas uma cobertura excessiva dos media", aponta.

As três reportagens

No Jornal da Noite de 30 de Março, a SIC passou três reportagens das inspecções em Lisboa, Porto e Coimbra, com cerca de três minutos cada. Na reportagem feita na região do Porto, é mostrado não só o local e o nome de um dos restaurantes visitados, como são identificados os inspectores da ASAE e os funcionários do estabelecimento.

Estas imagens quebram as regras que os repórteres se comprometem a aceitar quando convidados para este tipo de iniciativas. "Há um compromisso de honra entre as partes", explicou Manuel Lage. Sejam ou não encerrados os estabelecimentos inspeccionados, em caso algum devem ser identificados, tal como os seus proprietários e funcionários. Também a identidade dos inspectores da ASEA deve ser salvaguardada.

No caso da reportagem do Porto, ao aperceber-se desta situação, Manuel Lage contactou a responsável pela edição do Jornal da Noite, que reeditou a peça que depois passou nos noticiários da SIC e SIC Notícias. No entanto, no site da estação a versão original esteve sempre disponível. Depois do DN pedir uma reacção ao canal de Carnaxide, deixou de ser possível aceder aos três vídeos em questão.

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 05:38 PM | Comentários (0)

ANTERO GASPAR QUER PENHORAR RUI TEIXEIRA SANTOS

O antigo Governador Civil de Aveiro, Antero Gaspar, anunciou ontem que pediu a penhora de bens do director do ‘Semanário’, Rui Teixeira dos Santos, para saldar uma indemnização decidida em tribunal há quase um ano.

A indemnização, 7.500 euros, deveria ser paga até 15 de Maio do ano passado, nos termos de uma decisão acordada um mês antes, sob mediação de um juiz do tribunal de Castelo de Paiva, esclareceu Antero Gaspar. Em causa está a “reparação” por uma notícia publicada em 21 de Julho de 2001 no jornal, que associava Antero Gaspar ao colapso da ponte de Entre-os-Rios, tendo por base um depoimento do assistente à Comissão Parlamentar de Inquérito sobre as origens daquela tragédia.

Fonte do jornal disse ao CM que a primeira acção foi anulada pelo Tribunal da Relação e, no segundo julgamento, o queixoso desistiu da acção. O jornal reconhece o acordo e, conforme fora combinado na execução, serão feitos pagamentos mensais, devendo o deste mês ser processado nos próximos dias, adiantou-nos fonte de o ‘Semanário’.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 03:41 PM | Comentários (0)

VIANA DEIXA 'DN' E ACEITA DIRIGIR LUSA

Luís Miguel Viana aceitou anteontem o convite para director da Lusa, apurou o CM. No mesmo dia, Deolinda Almeida rescindia contrato, por mútuo acordo, com a agência de notícias, passando ontem a pasta ao número dois da estrutura, o adjunto Rui Moreira, que assegurará transitoriamente os destinos da Informação.

Fez ontem uma semana que Viana foi convidado para assumir a direcção da Lusa e, segundo as nossas fontes, anteontem durante um almoço deu o ‘sim’ ao presidente da agência, José Manuel Barroso. O jornalista do ‘Diário de Notícias’ (‘DN’), contactado pelo CM, escusou-se a comentar e o líder da administração, ontem ao final da tarde, estava incontactável.

Terça-feira, na pior das hipóteses, o nome de Luís Miguel Viana será comunicado à Redacção. Até lá, o presidente da agência estará a contactar os diferentes membros da administração para lhes dar conta da sua escolha. O CM sabe, porém, que um ou outro membro do conselho de administração já tomou conhecimento da opção por Luís Miguel Viana, que integra o Conselho Deontológico (CD) do Sindicato dos Jornalistas.

Em cima da mesa da administração da Lusa esteve, também, o nome de Goulart Machado. Este director adjunto da agência, segundo as nossas fontes, terá sido convidado por Barroso para continuar com o mesmo cargo na futura estrutura dirigente, mas, ao que nos garantem, não aceitou, pois, admite-se, estaria a pensar na promoção. Confrontado com as informações a que o nosso jornal teve acesso, Goulart Machado, que tem responsabilidades nas áreas de logística e técnica, rejeitou tecer considerações sobre a matéria. “Não falo da empresa estando fora dela [encontra-se de férias no estrangeiro]”, alegou.

No dia em que o redactor principal da secção de Economia do ‘DN’ aceitou o convite para se transferir, o presidente da Lusa, como o nosso jornal avançou ontem, encontrava-se com o Conselho de Redacção (CR) da agência, facto encarado com estranheza por alguns jornalistas contactados pelo CM, considerando que Viana acabara de aceitar o convite.

Barroso, na circunstância, terá tentado saber se os membros do CR preferiam uma solução interna ou externa. Ora, quando se falou na última opção, veio logo à baila o nome de Viana – o único nome, fora do universo da agência, ventilado para o cargo de director –, lembrando-se os jornalistas que ele integra o CD do Sindicato.

Este órgão, recorde-se, em traços largos, há pouco tempo deu um parecer favorável à direcção da Lusa, que fora acusada pelo CR de ceder a pressões governamentais no caso das notícias sobre a aplicação da banda larga nas escolas públicas.

Deolinda Almeida anunciou ontem aos editores da Lusa que na véspera rescindira contrato com a empresa e, em declarações ao CM, limitou-se sublinhar “a forma elegante como todo o processo fora conduzido”.

Aliás, José Manuel Barroso, apurou o nosso jornal, chegou a convidar a jornalista para um novo lugar, o de directora regional para a Europa, mas a resposta foi negativa. A saída oficial da empresa ocorrerá no final do mês, mas, desde ontem, o seu ajunto, Rui Moreira, número dois da estrutura, assumiu, transitoriamente, a direcção.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 01:08 PM | Comentários (0)

OS NOVOS PECADOS

Passar demasiado tempo a ler jornais, a ver televisão ou a navegar na Internet são alguns dos «novos pecados» anunciados pela Igreja Católica, noticia a Agência Ecclesia. O anúncio de que estas actividades passaram a ser pecadoras foi feito ontem no Vaticano pelo Cardeal James Francis Stafford, Penitenciário-Mor, ao presidir ao Rito da Reconciliação, celebração que era tradicional em Roma até ao Renascimento.

O delegado do Papa para esta cerimónia apresentou um longo elenco de perguntas para responder, em exame de consciência, antes de aproximar-se ao sacramento da penitência. Entre essas perguntas estava uma relativa ao uso do tempo, comparando o investimento nos media com o que se faz para «meditar e ler a Sagrada Escritura».

Na homilia da celebração, o Cardeal Stafford recordou que, durante a Semana Santa, a Igreja «pede que se reze pelo perdão», embora muitas pessoas considerem, nos nossos dias, que o perdão «é algo muito difícil».

O Cardeal norte-americano reconheceu que muitas pessoas perguntam se é possível perdoar, sobretudo quando se trata de crimes como a violência contra as crianças ou os assassinatos em massa de inocentes. A sua resposta é que «a escuridão do pecado não poderá apagar nunca a luz da misericórdia divina».

Fonte: Portugal Diário

Publicado por estaccs às 11:34 AM | Comentários (0)

abril 12, 2006

O 'CENTRO' HOJE NAS BANCAS

O novo jornal quinzenal Centro, que está a partir de hoje nas bancas com uma tiragem de 10.000 exemplares, pretende ser "uma tribuna livre", onde o jornalismo é feito "pela positiva", disse à Lusa o director da publicação.

"Pretendemos dar continuidade à filosofia do Jornal de Coimbra, sendo uma tribuna livre, aberta a todas as correntes de opinião, que faça um jornalismo pela positiva, além das tragédias e das desgraças", disse Jorge Castilho.

No editorial, o director escreve que apesar da crise, da exploração das desgraças até à saturação e escândalos até à exaustão, o novo jornal pretende demonstrar que "é possível produzir conteúdos jornalísticos de outra índole".

Sem "recorrer a diáfanos disfarces", o título detido pela Audimprensa quer "evidenciar que a paleta do quotidiano não se restringe à tristeza dos cinzentos e negros", refere Jorge Castilho no editorial.

"Vamos tentar ser um espelho da vida, mas reflectindo menos infelicidades e revelando mais coisas e mais gentes", adianta o antigo director do Jornal de Coimbra (JC), no editorial.

Com uma tiragem de 10.000 exemplares, hoje distribuída gratuitamente nas bancas como forma de promoção, o Centro vai abordar Coimbra e a região, entendendo esta cidade como "a capital natural" deste território.

"O apagamento de Coimbra no contexto nacional resulta também de um certo auto-isolamento. Coimbra faz parte da região Centro e só assim faz sentido", defendeu em declarações à Lusa o jornalista, que foi fundador do JC e da Rádio Jornal do Centro.

De acordo com o director, a redacção é constituída por jornalistas free-lance [que não fazem parte do quadro] e jovens estagiários, aos quais se pretende proporcionar "um estágio bem acompanhado".

"Jornalista de Coimbra na BBC", "De piloto da Força Aérea a arqueólogo subaquático" e "Massano Cardoso/Ambiente responsável por maioria das doenças" são os títulos da capa do número 1 (II série) do Centro, que reproduz uma obra do artista plástico Zé Penicheiro, representando, numa flor, os seis distritos desta região do país.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 06:41 PM | Comentários (0)

IGREJA CATÓLICA PREOCUPADA COM IURD NO CABO

A entrada da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) no panorama televisivo português através da TV Record – canal da TV Cabo que substituiu o GNT – poderá incentivar a Igreja Católica a reavaliar a sua estratégia para a Comunicação Social, abrindo-se a perspectiva de uma concentração de esforços para a concretização de um projecto audiovisual, conforme admitiu ontem ao CM o presidente da Conferência Episcopal.

D. Jorge Ortiga reconhece que, com a chegada do canal da IURD, os bispos “poderão questionar-se sobre os desafios que advirão para a Igreja Católica”, recordando que a criação de um canal televisivo próprio já vem sendo debatido há vários anos – seja num contexto nacional, seja de âmbito regional ou diocesano. “Continuamos a ter presente e a ponderar a criação de um canal televisivo”, destacou D. Jorge, afastando a ideia de qualquer complexo de insucesso depois do apoio disponibilizado à criação de TVI, que nunca foi da Igreja Católica, apesar dos seus fundamentos de inspiração cristã.

D. Jorge – que recusa qualquer atitude de “crítica ou condenação” ao lançamento do canal da IURD ou de qualquer seita ou religião – frisou que a possibilidade de se avançar com uma televisão católica tem estado também nas cogitações de “algumas dioceses”. O Grupo Rádio Renascença é a face mais visível da intervenção católica na Comunicação Social, onde dispõe ainda de diversos jornais de âmbito local ou regional.

D. JANUÁRIO CONTESTA 'MÁ CULTURA'

“O aparecimento da TV Record é muito desagradável. Já temos tantos exemplos de má cultura em Portugal, não precisávamos de mais este”, diz D. Januário, bispo das Forças Armadas, a propósito do novo canal da cabo, que substitui o GNT. “Havia um bom canal e passou-se para isto. É triste”, lamenta. Independentemente do assunto vir a ser discutido na Conferência Episcopal, D. Januário avisa que estará atento. “Já fui insultado, no passado, por um senhor que se dizia bispo, pelo facto de ter questionado a sua formação teológica”, conta.

“Estamos num país livre, mas, tendo Portugal conhecido o que significa de ataque à cultura feito por esta seita, tenho pena que estas coisas aconteçam”, insistiu. Segundo D. Januário, a entrada da TV Record só se entende numa lógica meramente comercial, o que é um sinal de “decadência”. “Espero que não tragam para cá determinadas formas de primitivismo religioso, como já assistimos.”

PANORAMA

MEIOS

A IURD utiliza preferencialmente a rádio e os jornais para difundir a sua mensagem e a TV Record – a terceira mais vista no Brasil – para difundir a sua fé e propostas.

CANÇÃO NOVA

A brasileira TV Canção Nova tem-se assumido como a expressão da Igreja Católica na TV Cabo. Transmite o Terço e a Eucaristia a partir do Santuário de Fátima.

IMPRENSA

A Igreja Católica tem debatido o lançamento de uma publicação nacional, usando o ‘Diário do Minho’, de Braga, como base de diário ou semanário nacional.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 10:06 AM | Comentários (4)

LUÍS MIGUEL VIANA NA LUSA?

Luís Miguel Viana, jornalista do ‘Diário de Notícias’, foi convidado para director da Lusa, garantiu ao CM fonte governamental, lembrando que da triagem final da decisão constavam dois nomes. O presidente da agência de notícias, José Manuel Barroso, escusou-se a comentar o assunto.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 09:58 AM | Comentários (1)

ERC À ESPERA

Estrela Serrano representou a ERC em Braga

Os membros da Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC) tomaram posse há dois meses, mas ainda estão à espera de ver concluído o processo legal que lhes permita dar início à sua missão. Isso mesmo reconheceu ontem Estela Serrano durante uma conferência realizada pela Universidade do Minho, em Braga, sobre a nova entidade.

Como membro da ERC, Estela Serrano lamentou não poder tecer considerações sobre a nova instituição e as suas perspectivas, face à situação de alguma precariedade. “O quadro legal ainda não está completo”, faltando ainda regulamentações da lei e a sua promulgação pela Presidência da República.

Apesar disso, Serrano apontou “a auto-regulamentação e a co-relação” dos órgãos de Comunicação como passos fundamentais a promover também pela ERC, cuja eficácia foi garantida pelo ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva.

Ao longo da conferência, jornalistas, investigadores e professores universitários apontaram a ERC como necessária e urgente para o desenvolvimento da Comunicação Social e do País.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 09:56 AM | Comentários (0)

EXTORSÃO?

Jared Paul Stern, colaborador da ‘Page Six’ do jornal ‘New York Post’, uma das páginas mais lidas da Imprensa norte-americana, que se dedica a relatar a vida e as actividades dos famosos, está envolvido num escândalo de extorsão. O FBI já tomou conta do caso.

O jornalista é acusado exigir a Ron Burkle, magnata californiano, o pagamento inicial de 100 mil dólares (82 624 euros), mais 10 mil dólares anuais (8262 euros) em troca de ‘protecção’ contra eventuais comentários negativos a publicar no jornal , do qual foi afastado assim que o caso foi tornado público.

Stern negou as acusações e garantiu que a história era “completamente vergonhosa”, mas um par de gravações, com 90 minutos cada, de conversas mantidas durante dois encontros com Burkle, provam o contrário. “É um pouco como a Máfia. Os meus amigos são os seus amigos”, terá dito o jornalista num desses encontros.

O escândalo, que atingiu o ‘New York Post’, de Rupert Murdoch, foi divulgado pelo seu rival ‘Daily News’, primeiro, na quinta-feira, na sua edição ‘on-line’ e, depois, na sexta-feira, na edição impressa.

Jared Paul Stern está a ser investigado pelo FBI e o ‘New York Post’ já anunciou estar a cooperar com as autoridades norte-americanas.

Ron Burkle, um apoiante do Partido Democrático e amigo de Bill Clinton, é conhecido pelo sucesso nos negócios, nomeadamente na área das grandes superfícies e também pela actividade social.

Stern ter-lhe-á exigido dinheiro para evitar que notícias negativas a seu respeito fossem publicadas na popular coluna ‘Page Six’ de que era um dos colaboradores.

OUTRAS 'VÍTIMAS'

Mas, de acordo com o ‘New York Times’, os casos de alegada extorsão não se ficam apenas por Burkle. O diário adianta que, segundo as gravações, Stern terá dito que vários famosos acederam a “trocar favores com os redactores da ‘Page Six’”.

O mesmo explica que na mira do jornalista estariam também Harvey Weinstein, co-fundador dos estúdios Miramax, assim como Ronald Perelman, presidente da empresa de cosméticos Revlon. Weinsten negou ter mantido qualquer relação “indevida” com o ‘New York Post’ ou com o editor da página, Richard Johnson, e o executivo da Revlon, por seu lado, não se quer pronunciar. No entanto, o ‘New York Times’ diz que a empresa de Perelman contratou, para uma das suas campanhas, Sessa von Richthofen, noiva de Richard Johnson, com quem, mais tarde, o editor da ‘Page Six’ se casou.

PERFIL

Jared Paul Stern, de 35 anos, trabalha há 12 no conceituado jornal nova-iorquino, a maior parte do tempo para a ‘Page Six’, página dedicada às actividades dos famosos.

O jornalista colaborou, também, embora de forma irregular, com o ‘Wall Street Journal’, ‘New York Press’ e ainda para as revistas ‘New York Times’, ‘New York’, ‘Movieline’ e ‘BG’. Natural de Filadélfia, Stern vive em Nova Iorque e partilha a sua casa com a namorada, Hanna, uma cadela, uma gata e dois furões.

PAGAMENTOS EM PORTUGAL

O cronista social Carlos Castro diz que, em Portugal, “há pessoas que recebem para ‘fazer’ figuras públicas, assim como há quem diga que paga para aparecer nas páginas do social, mas disso não há provas. É apenas o que se fala.Mas, cá em Portugal, não acredito que as coisas tomem as proporções do caso do ‘New York Post’”.

Segundo o cronista, existem também revistas que “pagam para ter notícias exclusivas dos famosos, porque é impossível ter tanta informação sem ser a troco de dinheiro”.

Carlos Castro não esconde que já o tentaram subornar para desmentir uma notícia: “Nem dei tempo a que me dissessem mais nada, acabei logo com a conversa. Há pessoas que dizem que se eu quisesse ficava rico, mas eu não entro em esquemas. Por isso, é que continuo a trabalhar como um cão para viver, porque de outra forma ...”

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 09:54 AM | Comentários (0)

DIREITOS DE AUTOR SOBRE A 1ª COMPANHIA

Um militar do Porto exige à TVI uma indemnização na ordem dos 1,5 milhões de euros. O pára-quedista na reserva reclama a autoria de a ‘1.ª Companhia’, ‘reality show’ estreado pelo canal de Queluz em Setembro de 2005. A versão original, como alega a Endemol, é francesa e foi exibida em Fevereiro de 2005 na TF1.

“Nos finais de 2003, apresentei o projecto à Júlia Pinheiro, que adorou a ideia. Propôs-me irmos à Endemol, que seria a produtora do programa, e apresentou-me ao Pedro Curto [produtor da empresa]”, garante, explicando o processo de criação de ‘Special Force’: “Tenho uma carreira de mais de dez anos de serviço militar. Em 2002, escrevi um programa com o nome de ‘Special Force’ e registei-o no IGAC [Inspecção-Geral de Actividades Culturais] em finais de 2003. Com o fim do serviço militar obrigatório, a ideia era mostrar as Forças Armadas num programa diferente. Não aquela chachada toda. Queríamos estimular as pessoas a aderirem às Forças Armadas.”

Durante o ano de 2004, conta o militar, encetou-se um processo de negociação mais aprofundado, que abortou com o abandono da TVI e da Endemol.

“Qual não foi o meu espanto, quando demos por ela, já com o negócio todo encaminhado, eles desistem e foram buscar uma alegada versão francesa”, refere, mostrando a sua indignação: “Até já tinha autorizações do Exército para avançar com o programa. Foi uma situação que causou muito sofrimento. Criamos uma coisa e depois vemos alguém a tirar proveito dessa ideia.”

CANAL ADMITE NOTIFICAÇÃO

Confrontado com o caso, o gabinete jurídico do canal de Queluz reconheceu a existência do processo. No entanto, instado a comentar a reclamação do militar na reserva, fonte da TVI recusou tecer comentários.

A Endemol, por sua vez, através do produtor Pedro Curto, confirma contactos com o pára-quedista, mas nega terem existido negociações sobre o ‘reality show’: “Lembro-me dessa situação. A Júlia Pinheiro apresentou-me um senhor que tinha um projecto para fazer um programa, mas não tivemos quaisquer negociações. Isso já foi há tanto tempo que não me lembro de pormenores. O senhor explicou-me a ideia dele e comigo não passou daí. A ‘1.ª Companhia’ é um original francês.”

DISCURSO DIRECTO

PROVIDÊNCIA

“Pensei colocar uma providência cautelar, para evitar o início do programa, mas o advogado aconselhou-me a não o fazer para ver se haveria negociações”, conta o militar.

CONVITE

“A TVI pediu-me para não avançar com a providência. Até me convidaram para ser instrutor. Não era por aí que queria levar as coisas. Gostava de resolver tudo a bem”, diz o pára-quedista.

MOUTINHO

“Eu e um coronel amigo falámos com o Bragança Moutinho [José Moutinho, comandante de a ‘1.ª Companhia’] e contámos as ideias. Nessa altura, já reunia com a Júlia Pinheiro”, revela.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 09:44 AM | Comentários (1)

IMPRENSA ESTATAL ANGOLANA ATACA IMPRENSA PORTUGUESA

Media angolanos lançam violento ataque à imprensa portuguesa

A comunicação social estatal angolana divulgou hoje um editorial que denuncia o «coro de insultos» da imprensa portuguesa contra os dirigentes angolanos, concluindo que a amizade entre os dois povos «ainda tem muitos inimigos».

«Dificilmente se compreende que muitos órgãos de informação portugueses tenham desencadeado um coro de insultos contra os mais altos dirigentes angolanos e toda a espécie de mentiras sobre o nosso regime e as nossas instituições», refere o artigo, não assinado, que pode ser lido no Jornal de Angola e no site da agência de notícias ANGOP na Internet.

O artigo começa por salientar que a recente visita a Angola do primeiro-ministro português, José Sócrates, de 04 a 07 de Abril, «foi um êxito a todos os níveis» e «marcou o início de uma nova era de relações» entre os dois países.

«O diálogo franco e aberto que se estabeleceu entre os mais altos dirigentes dos dois países ajudou a enterrar velhos fantasmas e estabeleceu um clima de confiança», acrescenta, justificando a dificuldade em compreender a alegada campanha desencadeada pela comunicação social portuguesa.

Para o autor do artigo, «os fantasmas do colonialismo explicam muito deste comportamento», salientando que «o racismo, numa primeira linha, responde por esta campanha bizarra, mas a ignorância também joga um papel importante neste autêntico festival de mentiras e calúnias».

«Muitos líderes de opinião portugueses que se têm destacado nesta campanha caluniosa contra Angola e os seus governantes desconhecem em absoluto o nosso país ou apenas têm conhecimento dele pelas informações que lhes são oferecidas por centrais de intoxicação», acrescenta.

O artigo acusa «antigos turistas da Jamba que faziam parte da lista de pagamentos de Jonas Savimbi», incluindo neste grupo de «comerciantes da honra» o director do jornal Público, José Manuel Fernandes, que é o único expressamente citado.

Segundo o autor deste artigo, o director deste diário português «sem nunca ter posto os pés (em Angola) destila em forma de escrita canhestra opiniões fundadas na ignorância e na provocação».

«Pelos vistos, há escribas que têm sempre um dono pronto a pagar-lhes. Ontem era Savimbi, hoje sabe-se lá quem é. Mas, publicar opiniões sobre algo que não conhece, é de um atrevimento inaudito», acrescenta, considerando que «Portugal merecia melhor que estes indigentes mentais que publicam desvairados recados a troco de uns tostões».

Na sexta-feira, o Público fez manchete com uma reportagem do jornalista que acompanhou a visita de José Sócrates a Angola, com o título «A Angola que Sócrates não viu» em que aborda a questão do respeito pelos direitos humanos no país.

Em editorial, no mesmo dia, José Manuel Fernandes escreveu que «Angola pode ser um paraíso para os negócios, mas é um inferno para muitos dos seus cidadãos» e que «isso não poder ser ignorado, mesmo numa visita de Estado».

No artigo publicado hoje no Jornal de Angola, salienta-se que «qualquer mentecapto compreende que levantar um coro de insultos contra o Presidente da República de Angola, contra os governantes e empresários (angolanos), não é um acto amistoso».

«Nenhum jornalista angolano, nenhum comentador, nenhum líder de opinião lembrou à comitiva portuguesa que o direito ao emprego faz parte do elenco dos direitos humanos. Ninguém se lembrou de invectivar os governantes portugueses por terem permitido que crianças à guarda do Estado português tivessem sido abusadas sexualmente. Ninguém fez a lista dos corruptos que, segundo magistrados portugueses, crescem como cogumelos à sombra do aparelho de Estado e estão a exaurir a riqueza de Portugal», lê-se no artigo.

«Ainda temos bem presente as reacções dos órgãos de informação portugueses quando um dirigente angolano opinou sobre membros da família Soares. Não trataram de saber se as declarações eram verdadeiras ou falsas, foram logo catalogadas de insultos e geraram ondas de indignação», acrescenta o autor do artigo.

Para ele, «a libertação de Angola das garras do colonialismo, doeu a muita gente em Portugal», frisando que «esses saudosos do colonialismo, esses racistas dementes, têm de se habituar, de uma vez por todas, que os angolanos são senhores do seu destino».

«Os partidos políticos angolanos, as nossas instituições, não precisam de vozes de burros para se fazerem ouvir. Em Angola existe liberdade de expressão, ninguém precisa de voz de donos que ninguém sabe de onde lhes vem a legitimidade democrática», afirma, acrescentando que a legitimidade das instituições angolanas «vem da luta, do combate heróico contra o colonialismo e o fascismo».

«A nossa liberdade foi construída nos campos de batalha. Para conquistá-la, ficámos cheios de feridas e muitas delas ainda estão abertas. A visita do primeiro-ministro português a Angola ajudou a curar algumas», refere o artigo, questionando que terá sido por essa razão que «choveram os insultos e as calúnias contra o presidente da República de Angola e os governantes?».

«A amizade entre os nossos povos tem muitos inimigos», conclui o artigo.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 01:34 AM | Comentários (0)

A AGÊNCIA DE BLOGUES (1)

BlogBurst: Criada agência de blogues para fornecer conteúdos para jornais.

Um blogue "é um registo publicado na Internet relativo a algum assunto organizado cronologicamente". É assim que a Wikipédia introduz o termo. Mas mesmo a simples definição que aparece na enciclopédia on line se vai desdobrando para descobrir mais à frente uma realidade mais complexa: "Alguns sites têm inovado e usado o blogue como um tipo de media no qual jornalistas colocam notícias e comentários da sua área."

Publicado por estaccs às 12:29 AM | Comentários (0)

A AGÊNCIA DE BLOGUES (2)

O responsável por esta entrada da Wilkipédia não terá tido de recorrer a capacidades paranormais para antever a importância crescente desta comunidade virtual na cobertura noticiosa. Se não bastassem as bem sucedidas experiências de interactividade entre os sites de conhecidos jornais de todo o mundo e a blogosfera, surge esta semana o BlogBurst, um novo serviço de agência que se compromete a gerir as relações entre cerca de 600 blogues e os media "mainstream".

Publicado por estaccs às 12:27 AM | Comentários (0)

A AGÊNCIA DE BLOGUES (3)

O serviço vai funcionar assim: os blogues inscrevem-se na agência e sujeitam-se a uma avaliação prévia que vai definir quais têm qualidade para pertencer ao serviço; depois, a lista dos domínios aprovados vai ser fornecida aos jornais, que só têm de escolher aqueles que querem utilizar e por que período de tempo; por fim, o conteúdo dos blogues escolhidos vai aparecer no site do jornal, adaptado ao grafismo e exigências da publicação em questão.

Publicado por estaccs às 12:26 AM | Comentários (0)

A AGÊNCIA DE BLOGUES (4)

O conceito é inovador e vai funcionar assente numa lógica de complementaridade. Os sites dos jornais conseguem uma cobertura mais alargada, junto de um público jovem e especialmente interessado na Internet, e os bloguistas vão beneficiar de uma maior exposição mediática e de maior prestígio.

Publicado por estaccs às 12:25 AM | Comentários (0)

A AGÊNCIA DE BLOGUES (5)

Além disso, os jornais encontram uma forma de cobrir assuntos para os quais podem não ter uma equipa destacada, como temas relacionados com moda, viagens ou gastronomia. "Existem grandes bloguistas e muitas vezes abordam assuntos em que o site do jornal pode não ser tão especializado", disse Jim Brady, o editor executivo do washingtonpost.com, uma das publicações que já estabeleceu parceria com o BlogBurst.

Publicado por estaccs às 12:24 AM | Comentários (0)

A AGÊNCIA DE BLOGUES (6)

"A fronteira entre os media mainstream e o resto do mundo começa a esbater-se, não porque as pessoas começam a aderir aos media, mas pelo efeito contrário: os media mainstream estão a chegar até às pessoas", disse Jeff Jarvis, crítico de media, à Reuters, apesar de duvidar do sucesso de uma agência de blogues.

Publicado por estaccs às 12:23 AM | Comentários (0)

A AGÊNCIA DE BLOGUES (7)

A relação entre as duas partes parece estar cada vez mais consolidada, mas nem por isso deixam de ficar no ar algumas dúvidas quanto ao pacifismo desta proximidade. Os jornalistas tradicionais tendem a ver a escrita de autor dos blogues como uma ameaça à imparcialidade, e o conceito de liberdade que impulsionou a grande difusão de blogues poderá ter dificuldade em adaptar-se a restrições editoriais. Ou, então, o futuro passa mesmo pela reunião das duas tendências.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 12:21 AM | Comentários (0)

ANACOM IMPÕE REGRAS À PT

A Anacom (Autoridade Nacional de Comunicações) vai impor parâmetros de qualidade aos serviços de telecomunicações prestados pela PT Comunicações, onde se incluem o prazo de fornecimento de uma ligação inicial e a taxa de avarias por linha de acesso.

Num comunicado divulgado hoje, o regulador das telecomunicações determina um prazo para a reparação de avarias e de estabelecimento da chamada, chamadas não concretizadas e os tempos de resposta dos serviços de telefonista e de serviços informativos.

Os telefones públicos de moedas e de cartões passaram também pelo crivo da Anacom, que vai obrigar a operadora PT a mantê-los em boas condições de funcionamento.

As queixas dos clientes sobre incorrecções nas suas facturas serão alvo de avaliação do regulador, que pretende receber dentro de seis meses os níveis de desempenho obtidos em cada um destes parâmetros.

A PT deverá "informar os consumidores, antes da celebração de qualquer contrato, sobre a qualidade do serviço que pratica" e prestar informação pública anual sobre os níveis de desempenho alcançados no ano anterior, para cada parâmetro, sublinha ainda a nota da Anacom.

No mesmo comunicado, a Anacom indica que "pretende ainda estabelecer parâmetros de qualidade aplicáveis a outros serviços de comunicações electrónicas".

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 12:10 AM | Comentários (0)

abril 11, 2006

CÁDIMA QUER CADERNO DE ENCARGOS PARA AS TELEVISÕES

O ex-director da Obercom - Observatório da Comunicação Francisco Rui Cádima defende que a Entidade Reguladora da Comunicação (ERC) deveria impor um caderno de encargos às televisões privadas que «defenda o princípio da diversidade da programação e do interesse público», segundo informa hoje o Diário de Notícias.

Falando em Braga, na segunda-feira, o responsável disse acreditar que a ERC tem condições jurídicas e políticas para impor o referido caderno de encargos à SIC e TIV, com vista a garantir uma melhoria da qualidade do prime time televisivo.

Francisco Rui Cádima fez o pedido durante o debate de «A nova entidade reguladora no quadro das políticas de Comunicação em Portugal», na Universidade do Minho.

Para o ex-director da Obercom, o caderno de encargos deve impor às operadoras de televisão privadas práticas de programação que respeitem a informação pluralista e a diversidade de conteúdos do interesse público nos horários de maior audiência.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 11:02 AM | Comentários (0)

IGREJA CATÓLICA QUER TV?

A Igreja Católica poderá reavaliar a sua estratégia para a Comunicação Social, admitindo-se a hipótese de avançar com um projecto audiovisual, segundo refere esta terça-feira o Correio da Manhã, que cita o presidente da Conferência Episcopal.

D. Jorge Ortiga reconhece que com a entrada da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) no panorama televisivo português os bispos poderão questionar-se sobre os desafios que advirão para a Igreja Católica.

A criação de um canal televisivo próprio já vem sendo debatido há vários anos, lembrou, frisando que «continuamos a ter presente e a ponderar a criação de um canal televisivo».

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 11:01 AM | Comentários (0)

JORNAL DA REGIÃO FOI VENDIDO

Sem que nada o fizesse esperar, os trabalhadores do semanário gratuito "Jornal da Região", título da Impresa de Pinto Balsemão, souberam na passada sexta-feira, que vão deixar de pertencer ao grupo ao qual pertencem há 10 anos, desde a fundação do projecto.

A administração já comunicou que estará por dias a passagem da equipa para as mãos da empresa MC Consultores, que já geria a publicidade do Jornal da Região e que se mostrou interessada em manter o projecto que tem seis edições em Lisboa, Amadora, Cascais, Oeiras, Sintra e Almada.

“Tínhamos iniciado negociações para alienar o título e uma das entidades interessadas era a que tinha a gestão da publicidade. O negócio será concretizado dentro de dias mas é para manter o jornal”, garantiu ao PÚBLICO José Freire, porta-voz da Impresa, que adiantou que as razões da decisão do grupo de Pinto Balsemão se prendem com uma questão de opções estratégicas que passam mais pela Internet do que pelo papel: “Entendemos que tínhamos de canalizar os nossos esforços financeiros para outros projectos, nomeadamente na área do multimédia”, área que reconhece como “muito importante” para a estratégia do grupo, afirmou o porta-voz que não quis adiantar quais são os projectos que a Impresa prepara para o futuro nesta área.

Mas outra razão pela qual se optou pela alienação do Jornal da Região tem a ver, segundo José Freire, com o facto do próprio modelo do jornal — um gratuito semanal, regional — não ser, actualmente, uma boa aposta financeira: “O modelo do jornal, conotado com o regional, já teve momentos de grande expansão”, afirmou.

O Jornal da região, que nasceu em 1996, foi pioneiro na expansão dos jornais gratuitos em Portugal e desde sempre representou uma bandeira do grupo de Pinto Balsemão. Nos seus primeiros tempos o Jornal da Região contava apenas com uma edição conjunta que servia os concelhos de Cascais, Oeiras e Sintra. Mas, nos seus melhores tempos, chegou a ter 13 edições, dez em Lisboa e mais três no grande Porto. Hoje, depois de ter sofrido uma remodelação, essencialmente gráfica, com alteração da primeira página, em Setembro do ano passado, tem apenas seis edições, cobrindo os concelhos de Lisboa, Amadora, Cascais, Oeiras, Sintra e Almada.

José Freire lembra que, apesar de se continuar a falar da expansão dos gratuitos, ninguém falar dos resultados líquidos do negócio: “Nunca ouvi ninguém a falar dos resultados líquidos dos gratuitos”, diz José Freire. “O mercado está muito difícil mesmo para a imprensa paga. A saída, para o Jornal da Região seria ou a mudança do conceito, pensámos em passar a diário, ou a venda a outra empresa. Resolvemos optar por esta última hipótese”.

A venda do título vai significar a manutenção dos postos de trabalho, que José Freire afirma serem, em termos efectivos, apenas três, apesar da ficha técnica do jornal contar com cerca de 20 pessoas, tendo em conta também colaboradores.

Fonte: Público on line








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abril 10, 2006

TV CABO: CLIENTELA INSATISFEITA

Um em cada dois clientes da TV Cabo está insatisfeito com os serviços prestados pela empresa, segundo um sondagem realizada pela Aximage e divulgada esta segunda-feira pelo Correio da Manhã.

Quase metade dos clientes da operadora questionou a qualidade do serviço a que tem acesso. De acordo com o inquérito realizado via telefone, 44,4% das pessoas protestaram. Dos 550 eleitores portugueses contactados, 243 confessaram ter televisão por cabo, sendo que 199 são clientes da TV Cabo.

Os protestos dos clientes são justificados, sobretudo, com a deficiente assistência técnica, a facturação de serviços mandados cancelar pelos assinantes e as alterações da grelha de canais. Mais recentemente, a substituição da GNT pela TV Reccord também provocou uma onda de reclamações, nomeadamente públicas e subscritas por figuras da vida nacional.

Considerando todas as empresas que proporcionam a subscrição de televisão por cabo, o estudo concluiu que mais de um terço dos portugueses, 36,7%, tem queixas sobre o serviço fornecido pelas operadoras. A Cabo TV Açoreana, com 20,6%, e a Cabovisão, com 16,4%, são as mais visadas pelas críticas após a empresa da PT Multimédia.

Nenhum dos clientes da Bragatel, TV Madeirense e TVTEL se lamentou.

Dos 243 portugueses que dizem ser clientes de serviços de televisão por cabo, 82% subscrevem a TV Cabo, seguida depois pela Cabovisão, Bragatel, Cabo TV Açoreana, Cabo TV Madeirense e TVTEL.

Uma fonte da TV Cabo afirmou ao Correio da Manhã que a empresa «possui estudos, efectuados por entidades independentes, que nos fornecem dados contraditórios», aos da sondagem. Os «índices de satisfação dos clientes» estão «próximos dos 80%», assegurou.

Em 2005, o maior número de reclamações que chegaram à Deco prendiam-se com a TV Cabo. O porta-voz da PT Multimédia disse possuir um conjunto de estatísticas internas que «aponta erros dos clientes como responsáveis por 40 por cento das queixas» efectuadas pela empresa.

Muitos dos problemas comunicados à empresa «devem-se a ligações mal efectuadas pelos próprios assinantes», explicou o porta-voz da PT Multimédia, que adiantou que «há centenas de queixas que recebemos dos chamados clientes «fantasma», ou seja, de pessoas que acedem ao nosso serviço de forma pirata».

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 07:19 PM | Comentários (0)

AÇORES JÁ VÊ GENERALISTAS

Os açoreanos já têm acesso gratuito aos quatro canais de televisão generalistas portugueses, na sequência de um protocolo assinado em Novembro de 2005 entre os Governos da República e Regional, segundo o Jornal de Notícias.

Um total de 5.439 famílias dos Açores já podem assistir às emissões da SIC, TVI e 2: sem serem assinantes da TV Cabo, já que os canais RTP/Açores e RTP1 eram os únicos em sinal aberto.

Após uma reunião com a direcção da Cabo TV Açoreana, o secretário regional da Habitação e Equipamentos afirmou que isto demonstra «o grau de cumprimento» da empresa Cabo TV Açoreana.

Segundo o governante, a empresa garantiu que só há actualmente 1.498 pedidos pendentes, mas que «estão já a ser satisfeitos».

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 07:13 PM | Comentários (0)

CHAT PROFILÁCTICO CONTRA A PIRATARIA

Chat entre leitores e director-geral da Associação Fonográfica Portuguesa. Eduardo Simões deixou bem claro: quando se compra um CD, é só para ouvir e fazer uma cópia privada.

Nada de partilhas. Quando comprar um CD já sabe: é só para ouvir e guardar para si. «A compra de um disco físico não confere nenhum direito para além da escuta e cópia privada do mesmo», frisou, Eduardo Simões, director-geral da Associação Fonográfica Portuguesa (AFP) no chat de esta tarde com os leitores do PortugalDiário e do IOL.

Muitos leitores questionaram o responsável sobre a diferença entre gravar um filme ou música directamente da televisão e fazer um download desse mesmo filme ou música da Internet. Eduardo Simões explicou que em nenhum dos casos se está perante pirataria digital. «Tanto no caso da televisão, como no download puro e simples, estamos no âmbito da cópia privada».

Portugueses não se conformam com o custo dos CDs de música

Fabricar um CD de música custa apenas 50 cêntimos a 1, 50 euros, adiantou Eduardo Simões. Mas os leitores não se conformam com o custo do disco nas lojas. Aliás, um dos argumentos para fazer downloads ilegais é o custo elevado dos discos. Eduardo Simões discorda. «Durante anos, e trabalho na AFP há 17 anos, não ouvi queixas relativamente ao preço dos CDs. É curioso que só a partir do momento que a Internet massificou o acesso desregrado à música e correspondente reprodução, é que começaram as queixas em relação aos preços».

O director-geral argumentou que os CDs têm uma estabilidade de preços «ímpar em Portugal». Para isso, «basta comparar o seu preço com o de outros bens culturais inacessíveis através da Internet, como livros, bilhetes de cinema, acesso a espectáculos. Eu também acho que a gasolina está caríssima!»

Que fatia dos lucros das vendas dos CDs é que chegam às mãos dos autores? O responsável da AFP adiantou que os autores [os que escrevem a música ou letra] recebem cerca de 10 por cento do preço de revenda do disco e os artistas [os interpretes] recebem uma percentagem que vai desde 4 a 32 por cento, dependendo do respectivo contrato.

28 portugueses acusados de fazerem downloads ilegais

Recorde-se que no início de Abril a AFP anunciou que foram apresentadas 28 queixas-crime contra utilizadores portugueses que partilhavam ilegalmente ficheiros de música. Vários leitores no chat quiseram saber quais as bases legais para a afirmação de que a partilha de ficheiros de música na Internet é ilegal.

O código do direito de autor confere aos produtores fonográficos, no artigo 184, um direito exclusivo de colocar divulgação musical, explicou Eduardo Simões. «A violação desse direito constitui crime punível com pena de prisão até 3 anos e multas de 100 a 250 dias, nos termos do artigo 197».

Fonte: Portugal Diário

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SIC TENTA ACORDO COM SCHNITZER

Francisco Pinto Balsemão pediu um adiamento do julgamento que opõe Jorge Schnitzer à SIC. O empresário quer tentar negociar com o autor do processo, que reclama uma indemnização milionária, avançou o Correio da Manhã esta segunda-feira.

Jorge Schnitzer exige uma indemnização de 2.847.250 euros pelos direitos de autor do programa «Donos da Bola». Na sexta-feira passada ficou por realizar uma sessão no Tribunal de Oeiras porque a SIC apresentou um requerimento a solicitar o adiamento, alegando querer negociar com Schnitzer.

Em comentário a este pedido de adiamento da estação, Schnitzer afrimou que a SIC é «uma empresa dirigida por um conselheiro de Estado, pelo qual tenho consideração especial. Se quer negociar é porque, realmente, reconhece que, à luz da lei, não tem outra alternativa que não seja chegar a acordo, o qual desejo. Sinceramente não gostaria de ver a empresa no banco dos réus», assegurou o jornalista.

Schnitzer garantiu ainda que, antes de levar o caso à Justiça, esgotou todas as vias que tinha. «Sempre disse que, se o Dr. Balsemão quisesse dispensar cinco minutos ao assunto, o problema seria resolvido em cinco minutos», acrescentou.

No ano passado, a estação de televisão, chegou a excluir, em comunicado, «a possibilidade de acordo no âmbito do processo judicial».

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 07:10 PM | Comentários (0)

21 CANAIS NA TMN

Os clientes da TMN podem, a partir desta segunda-feira, acompanhar no seu telemóvel a emissão de 21 canais de televisão, acessível 24 horas por dia, devido a uma parceria com a TV Cabo.

No projecto de alargamento da oferta de TV do portal móvel i9 3G, destaca-se o AXN, que pela primeira vez vai poder ser acompanhado em versão «mobile», em telemóveis da TMN.

Bloomberg, Nickelodeon, Game One, Trace TV, Extreme Sports Channel, Biography Channel e História são alguns dos canais que os clientes da TMN vão poder visualizar, para além do Fashion TV, MTV Music, MTV Snax, Playboy, Blue TV e Eurosport.

Na informação, o projecto abrange a CNN, Blomberg, Euronews, a SIC Notícias, RTP Mobile e os noticiários da SIC e TVI.

O acesso aos canais pode ser efectuado através de qualquer telemóvel i9 3G.

Os clientes podem optar por uma subscrição mensal de 7,5€ ou por uma utilização pontual do serviço, por 0,90€ por dia. Qualquer tarifário dá acesso à totalidade dos canais, com excepção do Playboy e do Blue TV, que terão um custo adicional de 3,50 euros por dia.

Quem subscrever este serviço em Abril ou Maio paga apenas o primeiro mês, só voltando a pagar pelo serviço em Julho.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 07:08 PM | Comentários (0)

CRIA PRIMEIRO, PAGA DEPOIS

O ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, defendeu hoje o modelo de financiamento da Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC), considerando ser necessária a contribuição dos media para "evitar a penúria" da nova entidade.

Santos Silva, que tutela a comunicação social, afirmou que a contribuição da comunicação social tem por fim "evitar a penúria em que viveu a Alta Autoridade para a Comunicação Social e que coarctava a sua acção", impedindo que tal se repita no novo organismo.

Os órgãos de comunicação social, assim como as empresas de telecomunicações, têm contestado as taxas impostas pela ERC, cujo financiamento está maioritariamente dependente do Orçamento do Estado.

Na sua intervenção na conferência intitulada "A nova entidade reguladora no quadro das políticas de comunicação em Portugal", organizada pelo Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade na Universidade do Minho, em Braga, o ministro dos Assuntos Parlamentares defendeu a nova entidade.

Sublinhando que a ERC deriva de uma imposição da revisão constitucional de 2004, Santos Silva explicou que esta "não se confunde com a auto-regulação nem com a co-regulação, nem é supletiva destas, embora as fomente". Trata-se, segundo o membro do Governo, de "uma regulação pública, enquadrada no Estado, mas independente do Governo".

Para o responsável, a ERC deve ser entendida como "uma regulação para os media exercida a partir de princípios e valores constitucionais, que são a sua cartilha", classificando-a de "instituição essencial da cidadania e do Estado democrático".

Santos Silva realçou que a legislação que conduziu à criação da ERC "foi amplamente debatida no Parlamento" e que os membros da entidade são nomeados por dois terços dos deputados, sendo controlada pelo Parlamento, "que a fiscaliza e pode destituí-la".

O ministro defende que a ERC, antes do mais, serve "para garantir a liberdade de informação e a liberdade dos jornalistas", sendo "um modelo de regulação estatal moderno, que já está, também, em vigor, no Reino Unido, em Itália, estando a ser ultimada a sua introdução em Espanha".

Serve igualmente para apoiar os direitos dos cidadãos, actuando, por exemplo, "quando esteja em causa o direito ao bom-nome, à imagem e à privacidade das pessoas".

"A ERC previne, ainda, a governamentalização das políticas públicas para a comunicação social de serviço público, zelando pela sua independência e pluralismo", concluiu.

Fonte: Público on line

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A LER (106)

Conflitos de Interesse, por José Carlos Abrantes, no Diário de Notícias.

Publicado por estaccs às 01:14 AM | Comentários (0)

10 DE ABRIL DE 1847

Nasce Joseph Pulitzer, jornalista e empresário dos EUA, criador dos Prémios para o jornalismo e as artes.

Publicado por estaccs às 12:06 AM | Comentários (0)

abril 09, 2006

O PAPEL DOS SINDICATOS

“Repor os direitos dos jornalistas – O papel dos sindicatos numa nova paisagem mediática” é o lema que preside à Assembleia Anual da Federação Europeia de Jornalistas (FEJ), que decorreu em Bled, na Eslovénia, de 7 a 9 de Abril.

O início dos trabalhos, cuja abertura esteve a cargo do presidente da FEJ, Arne König, sublinhou a gravidade dos problemas com que actualmente se debatem jornalistas e sindicatos: menosprezo da contratação colectiva, crescimento do trabalho atípico no sector dos média, ataque ao serviço público de rádio e televisão, novas ameaças aos direitos de autor dos jornalistas.

Estas questões são agravadas pela crescente concentração empresarial e pelas medidas tomadas pela generalidade dos governos a pretexto da chamada “luta contra o terrorismo”. Gravosa é também a tendência cada vez maior entre os proprietários dos média para caracterizar a informação como um mero “conteúdo”, cujo principal interesse reside na capacidade de gerar lucros cada vez maiores.

Na lógica empresarial, mais lucros está a tornar-se sinónimo de despedimentos e de mais trabalho e menos direitos para os que permanecem no activo, o que coloca aos jornalistas e respectivas organizações sindicais a necessidade de encontrar respostas para a defesa não só dos respectivos postos de trabalho mas também da qualidade da informação que produzem.

O tema esteve em foco na primeira sessão plenária da assembleia da FEJ, no painel “Campanha pela qualidade do jornalismo num futuro dominado por grandes grupos internacionais”, em que foi consensual a necessidade de desenvolver campanhas de sensibilização, envolvendo os públicos dos diferentes média, pela necessidade de melhorar a qualidade da informação e/ou promover as condições de trabalho para melhorar essa mesma qualidade.

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) participa na Assembleia da FEJ através dos seus dirigentes José Luiz Fernandes, Martins Morim e Anabela Fino.

Fonte: Sindicato dos Jornalistas

Publicado por estaccs às 10:29 PM | Comentários (0)

JÁ NOS EUA...

O número de leitores das versões digitais dos jornais está a aumentar muito rapidamente, segundo um estudo divulgado nos Estados Unidos, que ressalva o facto de os patrões da imprensa estarem a tentar encontrar formas de explorar esse crescimento perante a queda de circulação das suas edições impressas.

O estudo, da autoria da Associação de Jornais dos EUA e divulgado no seu encontro anual, em Chicago, mostra que um em cada três utilizadores da internet – equivalente a 55 milhões de pessoas – visita um jornal virtual pelo menos uma vez por mês.

Os diários norte-americanos estão a enfrentar uma queda não só de circulação como da publicidade, enquanto o número de leitores das suas páginas na internet aumenta. A Associação de Jornais publicou, em Novembro, dados que apontam para uma descida de 2,6% da circulação de jornais, entre Março e Setembro de 2006, uma dos maiores dos últimos 20 anos.

Em contrapartida, o número de visitas que receberam as suas edições na internet aumentou 21%, entre Janeiro e Dezembro de 2005. Por outro lado, as versões online dos jornais atraem cada vez mais jovens.
Alguns executivos de agências de publicidade defenderam, no mesmo encontro, que os jornais deveriam agilizar o sistema de compra de anúncios através das suas edições digitais, que está muito menos automatizado que noutras empresas.

Andrew Swinand, vice-presidente executivo da agência Starcom Worldwide, destacou que se torna difícil vender pacotes de publicidade que incluem ambas as versões, a imprensa e a digital. Swinand insistiu que or jornais deveriam esforçar-se mais por aumentar a sua presença na internet e a interactividade das suas páginas na net.

Fonte: Diário Económico

Publicado por estaccs às 10:10 PM | Comentários (0)

63% DE LUSITANOS NUNCA USARAM INTERNET

Portugal é um dos países da Europa com piores taxas de penetração e consumo da Internet.

Segundo os dados de 2005 do Eurostat, 63% dos portugueses entre os 16 e os 74 anos nunca utilizaram a Internet. Esse número é ultrapassado apenas pela Grécia (73%) e Chipre (64%), e igualado pela República Checa.

Por outro lado, os que utilizam regularmente a ‘net’, são 28%, o que mostra que os portugueses ou não navegam, ou navegam na Internet frequentemente. No entanto, a média europeia para a utilização regular da Internet está bastante acima dos valores de Portugal: 46% nos 15 principais países da União Europeia; e 43% se for calculada a média dos 25 estados-membro.

Em termos de acessos, apenas 31% dos lares portugueses estão ligados à Internet e, destes, 20% têm banda larga. Já na Europa dos 25, a Internet mantém ‘online’ 48% das famílias, sendo a ligação por banda-larga em 23% das habitações.

Utilizar a Internet para comprar produtos ou serviços começa também a ser um hábito comum, e mais uma vez Portugal fica aquém dos congéneres da UE. Em 2005, 23,1% dos europeus fizeram compras ‘online’. Em Portugal, apenas 5,8% dos internautas adquiriam dessa forma produtos ou serviços. Livros, bilhetes de avião e reservas de hotéis, roupa, música e filmes são os mais procurados pelos utilizadores da Internet. A procura de material electrónico, informático, ou até de mercearias, começa também a ganhar mais expressão.

No mapa europeu, a ligação à Internet e o consumo da mesma cresce do Sul para o Norte e das montanhas do leste para a costa. No entanto, a maioria dos últimos 10 países a aderir à União Europeia tem maiores ligações e consumos que Portugal.

Os países com maior ‘performance’ digital são a Holanda, onde 78% das famílias tem acesso à Internet, 54% das quais através de banda-larga. Em termos de navegação regular, são também os holandeses, em conjunto com os suecos e os dinamarqueses, quem mais frequentemente visita ‘sites’ e páginas. Suecos e dinamarqueses são também os que mais utilizam a Internet para fazer compras: cerca de metade dos internautas destes dois países fá-lo.

Os dados do Eurostat mostram ainda a disseminação da Internet nas empresas, contudo, a empresa não tem os dados de Portugal. Mais de 90% das empresas europeias têm ligação à Internet, 63% das quais através de banda larga. Mais de metade das empresas europeias (62%) tem também um ‘site’ próprio para promover os seus produtos.



Fonte: Diário Económico

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AS QUATRO TESES DE RAMONET (1)

Os quatro excertos da conferência de Ignácio Ramonet escolhidos pelo Clube de Jornalistas para debate em estúdio no próximo programa, que será emitido na RTP2 nos dias 12 e 13 de Abril, são os seguintes:

Os media deixaram de ser fiáveis

Estamos neste momento numa fase de intensa reflexão sobre o sector dos media, que atravessa uma crise dita económica e estrutural. Mas, no meio dessa crise, existe uma outra, de natureza diferente, que é a crise da credibilidade dos media, razão pela qual, para a maior parte dos cidadãos, sobretudo para cidadãos esclarecidos dos países democráticos e desenvolvidos, os media deixaram de ser fiáveis.

Os media tornaram-se por isso, curiosamente, um problema da democracia. Nós sempre pensamos que os media são um pilar fundamental do regime democrático e é inimaginável conceber democracia sem uma comunicação social viva, activa, reactiva e desempenhando uma função. Mas a questão que se coloca hoje é que as democracias actuais conhecem o problema e, entre outros problemas, estamos perante o facto dos media não desempenharem hoje a função e o papel que desempenhavam no passado”.

Fonte: Clube de Jornalistas

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AS QUATRO TESES DE RAMONET (2)

Preocupação dos media: a rentabilidade

“No decurso dos últimos quinze anos temos vindo a assistir à chegada de gigantes empresariais à comunicação social, juntando-se a isto, com todas as consequências, a globalização.

E o que é a globalização? É essencialmente uma fase da história económica onde as empresas tendem a tornar-se mais importantes do que os Estados.

Enquanto as empresas estão por todo planeta, os Estados estão limitados ao seu território e daí não podem sair facilmente.

A globalização é o privado contra o público. É o mercado contra o Estado. É a empresa privada contra o serviço público e é esse o papel principal das empresas no domínio económico.

Essas empresas, hoje, são sobretudo empresas dos grandes grupos mediáticos.

No seio desses gigantes grupos mediáticos, a parte da comunicação social é reduzida.

Se tomarmos como exemplo o grupo Murdoch, o aspecto realmente jornalístico, de informação, é extremamente reduzido naquele grupo, em comparação com a produção de filmes, de televisão, música, séries de televisão, livros, grandes séries, etc.… porque hoje em dia, não importa qual seja o grupo de comunicação social, a tendência é a de dominar todos os sectores. Todos os sectores da escrita, todos os sectores do som e todos os sectores da imagem.

O que quer dizer que esses grupos têm como preocupação principal, como todos os grupos industriais que se prezam, a rentabilidade. A principal preocupação de um grupo mediático, como de um grupo industrial de outra natureza, é essencialmente a rentabilidade, os accionistas e o investimento.

A preocupação não é intervir na sociedade com um ideal cívico, para tornar essa sociedade melhor, mais solidária e fraterna, mais calorosa e democrática.

Estas são mesmo as últimas preocupações de uma empresa mediática moderna, que procura, acima de tudo, reduzir os custos, reduzir o número de trabalhadores e proceder de maneira a poder dominar mercados cada vez mais importantes”.

Fonte: Clube de Jornalistas

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AS QUATRO TESES DE RAMONET (3)

Poder político já não é 1º poder

“A dimensão económica tornou-se hoje extremamente importante e com o advento da globalização os media deixaram de ter a preocupação de se tornarem um contra-poder. Isto, porque a repartição dos poderes se modificou. O poder político já não é hoje o principal poder. É o mais legítimo em democracia, diria mesmo, o único legítimo, mas já não é o principal poder.

Quando se fala da liberdade de expressão, muitas vezes a prova de que vivemos num mundo livre é que nós, hoje, criticamos os políticos como nunca pudemos fazer antes.

Ora, essa é a prova de que os políticos não têm poder, porque se eles tivessem realmente poder, não se deixariam criticar. Quem é que tem o poder hoje em dia? Bem, o poder económico é o primeiro poder. Será que hoje, na Imprensa, vemos tantas criticas aos grandes patrões dos media? É muito raro. Porquê? Porque são estes os proprietários da maior parte dos grupos de media.

A quem pertencem os média? Não pertencem aos cidadãos nem ao poder político, porque é um princípio de há um tempo para cá, que o poder político não pode dominar os media, e os cidadãos criticam isso com fundamento. Contudo, há excepções.

Hoje em dia podemos equacionar a seguinte questão: se se tiver o poder económico, quem for muito rico, facilmente dará como passo seguinte a detenção do poder mediático. E quando se tem os dois, o poder político está do seu lado. Por exemplo, o sr. Berlusconi, o homem mais rico de Itália, que se tornou a principal força mediática de Itália e que se fez eleger democraticamente Presidente do Conselho de Itália por duas vezes.

Esta é a situação que vivemos hoje em dia. Por consequência, a ideia de que a liberdade de expressão possa servir para denunciar o principal poder deixou de funcionar. Na maior parte dos media, critica-se este ou aquele governante, esta ou aquela medida, muito facilmente. No entanto, criticar o poder económico é bastante mais difícil”

Fonte: Clube de Jornalistas

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AS QUATRO TESES DE RAMONET (4)

Quinto poder, precisa-se

“Hoje em dia temos configurações que não são muito complexas. Mas há certos parâmetros que se alteraram profundamente. Por um lado temos a estruturação dos Media e, por outro, a inversão da ordem da hierarquia de poderes. Este facto faz com que tenhamos hoje como primeiro poder o poder económico, como segundo o poder mediático e o poder politico surja apenas na terceira posição.

É por essa razão que eu mesmo propus que fosse criado um 5º poder. Ou seja, que se forme de maneira organizada uma associação onde os cidadãos possam reclamar da parte dos media um comportamento e um olhar mais crítico sobre os verdadeiros poderes. De maneira a que exista um contra-poder à pressão dos poderes dominantes de hoje, e mesmo dos media que se tornaram num dos poderes de opressão da sociedade.

Bem, nós podemos dizer que a sociedade foi no passado oprimida pelo poder religioso e que os media são hoje o aparelho ideológico da globalização. Ou seja, os media são uma espécie de nova igreja, que representa por exemplo, a responsável pela evangelização da América, e portanto representa o poder ideológico. Mas então, não é aos media que podemos reclamar uma transformação directa.

Só a pressão dos cidadãos em conjunto poderá ajudar, como muitos jornalistas desejariam, a recuperar e defender o bom funcionamento dos media”

Fonte: Clube de Jornalistas

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OS MEDIA, O PROBLEMA DA DEMOCRACIA

O Clube de Jornalistas entendeu que este seria um tema interessante para discussão. Gravou a conferência que decorreu no Instituto Franco-Português (cheio a deitar por fora), escolheu quatro passagens do discurso de Ramonet e convidou, para as analisar em estúdio, três profissionais conceituados: Estrela Serrano, Diana Andringa e Fernando Correia. O jornalista Ribeiro Cardoso moderou o debate, que é transmitido n’ ”A 2:” na próxima 4ª feira, dia 12, pelas 23 e 30 e repetido no dia seguintes pelas 15 horas.

Ignácio Ramonet, director do "Monde Diplomatique", esteve recentemente em Lisboa, onde, falando sobre os media e a liberdade de expressão, colocou uma questão actualíssima e extremamente interessante: os media, que sempre foram um pilar da democracia, serão, nos nossos dias, um problema da democracia.

Porquê? Segundo Ramonet, os media perderam credibilidade e, na sua maioria, deixaram de ser um contra-poder. Já não procuram intervir civicamente na sociedade, contribuindo para que esta seja melhor, mais justa, mais solidária, mais democrática. O seu negócio, hoje, é outro. Os media, integrados em grandes grupos económicos, procuram apenas o lucro e a rentabilidade. São uma mercadoria como outra qualquer. O mercado é o seu reino e o seu senhor. As audiências o seu disfarce.

Será assim?

Fonte: Clube de Jornalistas

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A LER (105)

Cada vez mais viciados, cada vez mais inteligentes, no Diário de Notícias
Estarão os pais a criar uma geração de 'teletolinhos'?, no Diário de Notícias

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abril 08, 2006

DIREITO CANÓNICO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL

A Santa Sé quer pôr termo à desobediência da emissora católica polaca Rádio Maria que, contra as directivas dos bispos, intervém na política polaca e emite declarações anti-semitas. Numa carta dirigida anteontem ao Núncio Apostólico na Polónia, arcebispo Jozef Kowalczyk, o Vaticano pede uma “posição firme do episcopado para resolver a questão incómoda da Rádio Maria”. A directiva da Secretaria de Estado da Santa Sé surge nas vésperas da visita de Bento XVI, que estará na Polónia entre 25 e 28 de Maio.

Fonte: Correio da Manhã

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abril 07, 2006

COMUNICAÇÃO ESSENCIAL

O semanário que o ex-director do "Expresso" José António Saraiva pretende lançar vai estar à venda nas bancas a partir do dia 16 de Setembro, confirmou hoje o responsável.

"O objectivo é ligar o nascimento do jornal ao regresso das férias e ao retomar da actualidade", afirmou José António Saraiva, adiantando que a apresentação do projecto às agências de planeamento e compra de espaço publicitário será feita no próximo dia 26.

Nesse dia, o responsável irá apresentar aos planeadores todos os pormenores do novo semanário, como por exemplo o nome, o grafismo, o número de páginas e o número de cadernos.

Sobre a equipa redactorial do novo jornal, José António Saraiva referiu que já existiram "contactos com pessoas", mas que ainda não foi contratado nenhum profissional.

"A partir de Maio, vamos fazer um plano de entradas, que vai consistir na contratação por fases à medida das necessidades do projecto", adiantou.

José António Saraiva acrescentou igualmente que já foram contactados alguns "nomes fortes" para a área de opinião do jornal.

Em declarações ao jornal especializado "Meios & Publicidade", que hoje noticiou o dia de lançamento do projecto, o responsável adiantou que "cerca de 90 por cento da redacção deverá ser formada por jovens jornalistas, na sua maioria recém-licenciados", aos quais se juntarão "o núcleo fundador e mais alguns jornalistas com maior experiência".

O ex-director do "Expresso" disse ainda que depois de concluídas as contratações, os jornalistas mais jovens vão ter, em Junho, cursos de formação "que transmitirão à redacção o enquadramento editorial" do novo semanário.

As negociações para a constituição da sociedade proprietária do jornal foram já concluídas, sendo a estrutura final de accionistas formalmente constituída no final deste mês, de acordo com fontes próximas do projecto.

A sociedade fundadora do novo semanário, denominada Comunicação Essencial Lda., é composta por José António Saraiva, pelos três ex-jornalistas do "Expresso" José António Lima, Mário Ramires e Vítor Rainho e por mais duas pessoas (uma da área financeira e outra da área jurídica), tendo sido constituída no dia 7 de Março.

Este grupo de seis pessoas vai deter, em partes iguais, 20 por cento do capital do novo semanário, que também terá como investidor uma instituição bancária, responsável por 25 por cento do capital, e um empresário do sector dos media, cujas identidades não foram reveladas.

Fonte: Público on line

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PROVEDORES APROVADOS

O conselho de opinião do grupo RTP deu hoje parecer favorável à nomeação de Paquete Oliveira e de José Nuno Martins para os cargos de provedor da RTP e RDP, respectivamente, disse o presidente da entidade.

"O conselho de opinião deu parecer favorável à nomeação dos dois provedores", afirmou Manuel Coelho da Silva, escusando-se a revelar o número de votos favoráveis à nomeação dos dois profissionais.

Coelho da Silva referiu que os dois indigitados estiveram presentes na reunião e apresentaram os seus projectos ao conselho, cujo parecer tinha carácter vinculativo.

Os nomes do sociólogo Paquete de Oliveira e do apresentador e realizador José Nuno Martins foram escolhidos pela administração do grupo RTP.

A investidura dos provedores pela administração do operador público será formalizada até cinco dias úteis depois da emissão do parecer do conselho, o que significa que os dois profissionais deverão começar a exercer as novas funções já este mês.

Os provedores dos serviços públicos de televisão e de rádio têm como objectivo avaliar a programação e a informação nessas emissoras e elaborar pareceres que serão divulgados num programa semanal de 15 minutos, ainda a criar.

O conselho de opinião é actualmente constituído por 36 elementos que representam diversas vertentes da sociedade civil, como organizações sociais, sindicatos e partidos políticos.

A actual composição do conselho existe há dois anos, sendo que os mandatos deste órgão consultivo são de quatro anos.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 10:40 PM | Comentários (0)

.EU

Todos os cidadãos residentes na União Europeia (UE) podem, a partir de hoje, registar um nome na Internet com a terminação ".eu", tendo sido recebidos 1.623 pedidos de Portugal nas primeiras quatro horas de funcionamento do sistema, noticiou a agência Lusa. Nas primeiras quatro horas de funcionamento do sistema foram recebidos mais de 1.600 pedidos portugueses.

O novo domínio Internet da Europa está aberto a todos desde as 10h00 (de Lisboa) de hoje, permitindo que qualquer pessoa residente na UE peça o registo de um nome no domínio, não sendo condição indispensável possuir a nacionalidade de um Estado-membro. Nas primeiras quatro horas de funcionamento, o sistema recebeu 337.074 pedidos de residentes nos 25 Estados-membros, dos quais 1.623 de Portugal.

O novo domínio - ".eu", iniciais de European Union, União Europeia em inglês - fica assim ao mesmo nível dos já conhecidos ".com" ou ".pt" (Portugal), permitindo a empresas, organismos públicos e cidadãos escolherem um nome Internet pan-europeu para as suas páginas Web e endereços de correio electrónico.

O período de arranque do sistema, que começou a 1 de Dezembro de 2005 e termina hoje, foi destinado a empresas e organismos públicos, tendo sido apresentados 320.000 pedidos de nomes a incluir no domínio ".eu". Também as instituições comunitárias e os seus funcionários passarão a ter nomes ".eu" a partir de 9 de Maio de 2006, Dia da Europa.

Os cidadãos que pretendam registar um nome de domínio ".eu" deverão aceder a www.eurid.eu, sendo o respectivo nome ".eu" activado em poucas horas. Os custos do registo variam, sendo a taxa mínima cobrada (pelo agente e pelo registo) de 12 euros.

«A Europa e os seus cidadãos passam a poder projectar a sua própria identidade Web, protegidos por regras comunitárias. Prevejo uma corrida à apresentação de pedidos nas primeiras horas, da ordem dos milhares, o que transformará o ".eu" num nome de domínio poderoso, capaz de concorrer em pé de igualdade com o ".com", afirmou a comissária europeia da Sociedade de Informação e dos Media, Viviane Reding.

Com o lançamento do domínio ".eu", a Comissão Europeia cumpre a estratégia delineada no Conselho Europeu de Lisboa, de 2000, de dar à Sociedade da Informação europeia uma identidade na Internet.

Fonte: Portugal Diário

Publicado por estaccs às 04:39 PM | Comentários (0)

DAN BROWN GANHA PROCESSO

O autor do best-seller «O Código Da Vinci», Dan Brown, venceu o processo que dois autores tinham interposto contra ele, acusando-o de plágio. O Supremo Tribunal de Justiça considerou que não houve plágio e não deu razão às queixas de Michael Baigent e Richard Leigh, noticia a Sky News.

O processo foi movido por Michael Baigent e Richard Leigh contra a editora Random House, que publicou «O Código Da Vinci» na Grã-Bretanha, alegando que o autor do best-seller tinha «roubado» ideias já divulgadas por eles no livro «The Holy Blood and teh Holy Graal», datado de 1982.

Brown tinha já sublinhado durante uma audiência do julgamento que ele próprio fizera referência à obra dos queixosos, «The Holy Blood and The Holy Grail» (O Sangue de Cristo e o Santo Graal, na edição portuguesa), no seu romance.

Dan Brown referiu que, durante as investigações realizadas com a sua mulher, Blythe, antes de escrever o «Código Da Vinci», «O Sangue de Cristo e o Santo Graal» fora apenas um dos numerosos livros em que encontrou a ideia - retomada no seu «best-seller» - de que Maria Madalena se teria casado com Jesus. Ideia essa que deu origem à acusação de plágio.

«Este foi um julgamento sem sentido nem mérito», disse Dan Brown à saída do tribunal. «Ainda estou para perceber porque é que estes dois autores decidiram apresentar queixa sequer», acrescenta.

Se o tribunal tivesse dado razão aos queixoso, a estreia do filme baseado no best-seller estaria comprometida. Como não é o caso, não deve tardar a chegar às salas de cinema.

O livro «O Código Da Vinci», traduzido em 44 línguas e com perto de 40 milhões de exemplares vendidos no mundo, desde a sua primeira edição, em 2003, fez de Dan Brown um multimilionário.

Uma primeira queixa por plágio contra ele saldou-se, em Agosto, nos Estados Unidos, por uma decisão a seu favor.

Fonte: Portugal Diário

Publicado por estaccs às 04:35 PM | Comentários (0)

APLAUSO AO PÚBLICO

Na edição de hoje do Público é possível ler no final das peças sobre a visita do Primeiro-Ministro a Angola, que o Público viajou em avião fretado pelo Governo. Não dizem qual Governo. Presume-se que o Governo é o português. Enquanto alguns serventuários têm os seus custos ajudados pelo Parlamento Europeu e não querem que se saiba, é de louvar esta atitude do Público em divulgar quem proporcionou ao jornal os meios necessários para fazer o seu trabalho. O leitor que julgue.

Jorge Ferreira

Publicado por estaccs às 01:55 PM | Comentários (1)

EUGÉNIO ALVES CONTRA A ORDEM

Eugénio Alves é contra a criação da Ordem dos Jornalistas, defendendo, em alternativa, o princípio da auto-regulação. O presidente do Clube dos Jornalistas (CJ) rectificou a “má interpretação do ‘Independente’” relativamente a uma declaração por si proferida em Setembro de 2005 e que o CM reproduziu a 25 de Março deste ano.

Embora defenda a substituição do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas (SJ) na análise da deontologia profissional – por considerar que o SJ é “representativo apenas dos jornalistas filiados” – Eugénio Alves é contra a criação de uma Ordem.

“Não faz sentido numa classe que, na sua quase totalidade, trabalha por conta de outrem”, diz o presidente do CJ enquanto aponta os problemas da “concentração dos Media” e da “precaridade laboral” associada à profissão. Um organismo autoregulador, a“funcionar junto da Comissão da Carteira” é a solução que defende.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 12:19 PM | Comentários (0)

'SMALLVILLE' TEM DIREITOS DE AUTOR?

Uma acção judicial pode custar milhões de dólares aos produtores de ‘Smallville’ (RTP 1) caso se comprove que o personagem interpretado por Tom Welling na série da emissora WB é o originalmente criado nos anos 30. Um juiz de Los Angeles reconheceu que o programa pode estar a infringir os direitos de autor, detidos pela viúva e a pela filha de Jerome Siegel, um dos dois criadores do ‘Super-Homem’.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 12:17 PM | Comentários (2)

PARLAMENTO EUROPEU PAGA A JORNALISTAS

O eurodeputado Hans-Peter Martin insurgiu-se ontem contra o facto de o Parlamento Europeu (PE) subsidiar alguns jornalistas para fazerem a cobertura das sessões em Estrasburgo. A denúncia do austríaco divide os profissionais portugueses: uns defendem as ajudas financeiras e outros consideram-nas uma condicionante à liberdade de Imprensa.

Ao aceitar os subsídios, os jornalistas arriscam-se a perder a “distância necessária” que devem manter face às instituições europeias, explicou Hans-Peter Martin. “É muito inquietante” e “ridiculariza a liberdade de Imprensa na sua essência”, sublinhou o eurodeputado austríaco.

António Esteves Martins, correspondente da RTP na capital belga, condena, também, a política instituída pelo PE: “Ou há interesse informativo ou não há. O jornalista não vai a um acontecimento só porque lhe pagam a viagem. Até parece que estamos a ser subornados. Um jornalista tem de ter a liberdade total em relação a qualquer poder.”

Jaime Duch, porta-voz do PE, revelou ao jornal britânico ‘Herald Tribune’ que são cerca de 60 os jornalistas a beneficiar dos apoios, entre eles, provavelmente, portugueses, mas neste caso as opiniões também se dividem, havendo, apenas, consenso num aspecto: não verem os seus nomes citados.

Fernando de Sousa, correspondente da SIC, em Bruxelas, concorda com a atribuição das ajudas de custo e o pagamento de viagens, em avião ou comboio. “Este tipo de subsídios tem uma certa importância, especialmente quando direccionados para os órgãos de comunicação que têm menos meios para enviar a Estrasburgo jornalistas no sentido de desenvolver o conhecimento sobre a União Europeia (UE). No fundo esse é que é o objectivo”, defende.

Para Miguel Portas, do Bloco de Esquerda, “é evidente que se a viagem é paga, o jornalista fica sempre um pouco mais contido no que escreve. Isso é uma possibilidade real. O problema maior é que a generalidade dos jornais já só aceita fazer trabalho jornalístico nessa base: se pagarem, o jornalista vai; se não pagarem, não vai. Não creio que isto beneficie particularmente a Comunicação Social”.

BENESSES

Avião: Classe Económica

Comboio: 1.ª Classe

Dinheiro: Envelopes com 100 euros por dia para duas sessões por semana

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 12:04 PM | Comentários (2)

CIBERMEDIA EM LIVRO

A professora Tânia de Morais Soares apresenta hoje o livro ‘Cibermedi@ – Os meios de Comunicação Social Portugueses Online’. A obra resulta da tese de mestrado da autora e apresenta a análise das consequências que resultaram da emergência dos media na internet.

“O livro é a transposição da minha tese de mestrado e é um tema que estou a desenvolver no doutoramento”, diz Tânia de Morais Soares. Mas a autora começou por estudar o tema ainda em 1999, ano em que integrou o Projecto Ciberfases, coordenado por Paquete de Oliveira e Jorge Barreiros, ambos professores do ISCTE. Para lá da transformação ocorrida no sector dos media, ‘Cibermedia@’ dá-nos, também, uma perspectiva da evolução do perfil sociológico do utilizador dos meios electrónicos.

A jornalista Estrela Serrano e o sociólogo Paquete de Oliveira foram as personalidades escolhidas para apresentar o livro de Tânia de Morais Soares, hoje, pelas 18h00, no auditório Afonso de Barros do ISCTE.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 12:02 PM | Comentários (0)

REFORMA DA TVE IMPARÁVEL

A vice-presidente espanhola, María Teresa Fernández de la Vega, afirmou ontem que a reforma da RTVE é “urgente, imparável e inevitável”, reiterando, no entanto, a disponibilidade do Executivo para dialogar com os sindicatos sobre o Plano de Saneamento.

Em declarações na Comissão Constitucional do Senado, De la Vega explicou o relatório sobre o programa de reforma, garantindo que as mudanças não prevêem despedimentos e se deverão centrar, maioritariamente, “na reforma antecipada e saídas por comum acordo com indemnizações”.

Garantindo que o plano de reforma vai avançar de “forma dialogante e respeitosa”, a governante precisou que continuam a decorrer encontros com os sindicatos e representantes dos trabalhadores “de forma aberta e franca” e procurando “o acordo mais amplo possível”.

“O governo pode fazer o melhor plano de saneamento e pôr em marcha o novo modelo e depois o parlamento pode regular isso de forma impecável. Mas o resultado final dependerá em grande parte dos trabalhadores”, afirmou, considerando-os “excelentes profissionais, maioritariamente comprometidos à ideia do serviço público”.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 12:00 PM | Comentários (0)

AINDA COLOMBANI

O jornalismo vive uma “fase revolucionária” e os seus profissionais devem “adaptar-se” aos tempos modernos. Quem o diz é Jean-Marie Colombani, director do ‘Le Monde’, que ontem deu uma conferência na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas de Lisboa, sublinhando os desafios gerados pela internet e Imprensa gratuita.

A massificação da internet, e das páginas pessoais que permitem a qualquer cidadão encarnar o papel de repórter, retirou, segundo Jean-Marie Columbani, o “monopólio da informação aos jornalistas”. Os utilizadores podem consultar variadíssimas fontes e “construir a sua própria informação”, mas o director do ‘Le Monde’ não considera este aspecto “necessariamente mau”.

Para Colombani, a missão do jornalista actual passa por “adaptar-se e repensar o seu lugar na sociedade”, relegitimando o seu papel em torno de valores como “a ética, a independência e o rigor”, recordando que os profissionais da Comunicação Social “ainda são considerados uma instituição”.

Estes mesmos valores são, também, essenciais para que a Imprensa tradicional se mantenha credível junto do público e enfrente a forte concorrência dos jornais gratuitos.

AVESSO A ORDENS

O director do ‘Le Monde’, não é adepto da regulação e, consequentemente, da existência de uma Ordem profissional para os jornalistas. “A tentação autoritária começa sempre com a tentativa de regular a Imprensa”, afirmou. “O incumprimento das normas éticas fragiliza a Imprensa, mas devem ser os jornais a ‘policiar’ os seus jornalistas”, disse.

Falando para estudantes de Comunicação Social, Colombani, que foi apresentado à audiência pelo ex-Ministro da Cultura, Manuel Maria Carrilho, congratulou-se por o jornalismo ainda exercer um “poder de atracção perante a juventude”.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 11:58 AM | Comentários (0)

DIFAMAÇÃO AGRAVADA A RUI RIO

Estava marcada para ontem no Tribunal Criminal do Porto a leitura da sentença do julgamento do cronista do ‘Público’ Augusto Seabra, após uma queixa de Rui Rio, mas foi adiada porque o juiz entendeu que o crime de “difamação agravada pela publicidade” deveria ter um outro enquadramento jurídico uma vez que foi divulgada por um órgão de Comunicação Social.

Em causa está o adjectivo “energúmeno” utilizado por Seabra, em 2003, quando se vivia um clima de instabilidade na Casa da Música, com a destituição de Pedro Burmester. A nova moldura penal vai até dois anos de prisão e multa a partir de 120 dias, quando a anterior era de “apenas” até 6 meses de prisão e 240 dias de multa.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 11:56 AM | Comentários (0)

SÍTIO DA CAMARA MUNICIPAL DO PORTO ATACA JORNALISTA

O ‘site’ da Câmara Municipal do Porto (CMP), presidida por Rui Rio, ataca José Leite Pereira, director do ‘Jornal de Notícias’ (JN), acusando-o de declarar ‘guerra’ à autarquia e tentar condicionar a administração do diário. O jornalista recusa comentar as notícias publicadas no ‘site’ da edilidade.

“Fontes próximas do ‘JN’ confidenciaram que, ao tentar passar a ideia que o Presidente da CMP gostaria que ele fosse substituído, Pereira pretende apenas condicionar a actual administração do jornal”, lê-se no ‘site’ da CMP, numa notícia de anteontem, referindo-se às declarações de Leite Pereira ao ‘Expresso’, nas quais Rui Rio é acusado de ter tentado destituir a direcção do ‘JN’, utilizando influências junto do Governo PSD que detinha a ‘golden share’ do grupo PT. Na notícia é abordada ainda a guerra contra a autarquia: “O principal matutino do Porto, tido como de pendor editorial socialista, reiniciou, recentemente, o seu confronto com a Câmara do Porto logo a seguir às últimas eleições autárquicas.”

A CMP voltou ontem à carga, publicando outra notícia, intitulada ‘Analise a coerência’, na qual se lê –“Aprecie o fio condutor e a qualidade do jornalismo que é feito sobre a Câmara Municipal do Porto.”

Toda esta polémica, entre o jornal e o presidente da CMP, está relacionada com a publicação de um anúncio, no qual um anónimo colocava à venda o Teatro Rivoli. Rui Rio responsabiliza José Leite Pereira, por ter divulgado uma mentira.

O CM tentou saber, junto da CMP, quem é o responsável pelos conteúdos publicados no ‘site’, mas não teve resposta até ao fecho desta edição.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 11:54 AM | Comentários (1)

SEGREDO SÓ PARA ALGUNS PROCESSOS

Segredo de justiça «não deve ser aplicado a todos os crimes»

Mouraz Lopes, que se demitiu do cargo de director adjunto da Polícia Judiciária, esteve esta quinta-feira na Universidade Lusíada do Porto, onde defendeu que o segredo de justiça não devia ser aplicado a determinados crimes e que em Portugal não há um recurso excessivo às escutas telefónicas.

O ex-director nacional adjunto da Polícia Judiciária, que se demitiu no mesmo dia em que o Governo anunciou a demissão do director da PJ Santos Cabral, acredita que as sugestões da Unidade de Missão para a reforma penal vão clarificar a utilização das escutas telefónicas pela Policia Judiciária.

No entanto, o antigo responsável, considera que em Portugal «não há um recurso excessivo às escutas» e avisa que, em determinados crimes, o recurso às escutas é mesmo obrigatório.

«A investigação à corrupção e aos crimes financeiros não pode ser feita sem recurso às escutas telefónicas», avisa Mouraz Lopes.

Na conferência da Universidade Lusíada, no Porto, Mouraz Lopes defendeu ainda que, em determinados crimes, o segredo de justiça não deve ser aplicado, como por exemplo, nos «os crimes contra a integridade física, a honra, a vida, o património».

Já em «crimes como o terrorismo ou o crime organizado», Mouraz Lopes sublinha que os investigadores «não podem abdicar do segredo de justiça» sob pena de comprometer a investigação.


Fonte: TSF on line

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NOVO SEMANÁRIO A 16 DE SETEMBRO

O novo semanário de José António Saraiva vai estar nas bancas a 16 de Setembro de 2006, segundo adianta esta feira o site dos Meios e Publicidade (M&P). Desta forma, a publicação sairá aos sábados, competindo de forma directa com o Expresso, do grupo Impresa, do qual Saraiva foi director. O jornalista deixa para breve o anúncio de outros pormenores sobre o projecto, como o título e a estrutura editorial, quando da apresentação do jornal às agências de meios no final deste mês.

Fonte: Dinheiro Digital

Publicado por estaccs às 11:42 AM | Comentários (0)

07 DE ABRIL DE 2005

A estação de rádio TSF realizava a primeira emissão radiofónica para surdos, em Portugal.

Publicado por estaccs às 08:41 AM | Comentários (0)

PSD QUEIXA-SE À ERC

O grupo parlamentar do PSD apresentou queixa à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) contra a RTP1 por alegada discriminação na cobertura das suas jornadas parlamentares (27 e 28 de Março) e favorecimento na cobertura das jornadas parlamentares do PS, que decorreram até dia 25 do mesmo mês.

Em carta enviada ao presidente da ERC, o grupo parlamentar do PSD expõe que "no caso das jornadas parlamentares do PS houve reportagens em directo de todas as estações televisivas, incluindo a RTP, enquanto no caso das jornadas parlamentares do PSD a RTP limitou-se a uma simples e curta reportagem, que difundiu a posteriori".

Ao DN, Agostinho Branquinho, líder da distrital do PSD Porto, definiu a "atitude da RTP, enquanto operador de serviço público, duplamente reprovável. Primeiro, porque usou dois pesos e duas medidas para eventos semelhantes e no espaço de apenas 96 horas. Depois, confrontada por uma carta enviada por nós, a RTP não deu qualquer resposta". Já da parte da ERC, o deputado social-democrata espera que "comece a fazer jurisprudência nesta matéria, cumprindo o poder que o parlamento lhe conferiu".

O DN tentou o contacto com o director de informação da RTP, Luís Marinho, sem sucesso até ao fecho desta edição.

Fonte: Diário de Notícias

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O PERIGO DOS TEMPOS MODERNOS

A Internet trouxe aos cidadãos "a sensação de estarem mais bem informados", a tal ponto de poderem prescindir dos jornalistas. A facilidade de "se alimentarem neste meio extraordinário", aliado ao advento dos jornais gratuitos traz novos desafios e, aos jornalistas, "uma angústia: vivemos os últimos momentos do jornalismo ou caminhamos para outra coisa não forçosamente pior mas que ainda não conhecemos?"

Jean-Marie Colombani, director do diário francês Le Monde, fez ontem, na Universidade Nova de Lisboa, o seu diagnóstico de uma crise da imprensa, sem fronteiras. "A grande diferença hoje é que os jornalistas perderam o monopólio da informação", disse nos minutos iniciais da conferência "O papel da imprensa na democracia contemporânea".

A qualidade e a identidade ("código genético") dos jornais são a resposta. "Tem que valer a pena pagar uma informação de qualidade, verificada e com distância. Temos que aumentar o valor próprio", enfatizou. Só assim é possível combater a Internet e aquele que considerou "o perigo dos tempos modernos": o Google. O motor de busca (americano) "onde parece que tudo é substituível" e cria uma falsa ideia de informação e de diversidade.

Jornal viaja em novos suportes

A Net pode transformar-se numa oportunidade. "Talvez estejamos no final de uma época dominada pela impressão", mas há futuro. "Vamos continuar a fazer o jornal em papel mas este vai viajar noutros suportes", o que "vai tornar obsoletas as enormes rotativas e descentralizar a produção" disse. Hoje já é possível imprimir o Le Monde em casa, mal o jornal fecha. Dentro de meses será possível virar as páginas no ecrã como no papel - sendo o preço "alinhado com o papel". E nos Estados Unidos o jornal está a ser testado num novo suporte, uma espécie de livro electrónico que recebe toda a edição a partir do computador. Será o futuro? Um sorriso e "vamos ver".

O site do Le Monde foi alvo de uma reformulação recente e vai ser ainda mais desenvolvido com vídeos, blogues, cartas dos leitores, porque 80% dos que navegam em lemonde.fr procuram-no. "A dificuldade é aceitar esse desenvolvimento como complemento editorial do jornal no sentido clássico do termo", assumiu.

Os jornais "têm que existir na Net e preservar essa existência. Temos que relegitimar o jornalismo", disse aos alunos de comunicação social que enchiam o auditório da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas. Porque no futuro "a Internet será o meio de informação de massas", papel que hoje cabe à televisão - "será uma vingança histórica do jornalismo do papel em relação à televisão".

Polícias de si próprios

O director do Le Monde assumiu ainda que existe uma grande desconfiança em relação aos jornalistas - "considerados perante a enorme audiência planetária uma instituição". Também por isso, há uma crise na imprensa. A "única resposta" é a autocrítica e os mecanismos internos de reflexão. "Não sou pela regulamentação pública ou pelas ordens profissionais", disse pegando na deixa de Manuel Maria Carrilho, que abriu a conferência enquadrando a realidade portuguesa. "Cada órgão deve dotar-se de regras e de instâncias, como o Provedor, que permitam ao leitor interpelar o jornal. Até porque "quando há tentações autoritárias num país começa por se regulamentar a imprensa, é sempre um sinal de uma vontade política que não é boa do ponto de vista da liberdade". Para Colombani, "os jornais devem ser os seus próprios polícias".

Fonte: Diário de Notícias

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07 DE ABRIL DE 1921

É fundado o Diário de Lisboa.

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abril 06, 2006

VODAFONE CONTRA TAXA DA ERC

A Vodafone juntou-se, ontem, às vozes que estão contra as taxas que financiarão a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC).

A operadora contesta a dupla taxação de que vai ser alvo, uma vez que contribui já para as receitas do regulador do sector das telecomunicações, a Anacom, que por sua vez vão financiar a ERC. Agora tem que pagar uma taxa de regulação, também ao regulador dos media, pois a lei 53/2005 que institui a ERC prevê, no número 6 alíneas d) e e), a supervisão dos novos suportes de conteúdos de comunicação social, nos quais se incluem os telemóveis.

Em comunicado, a operadora de telecomunicações móveis faz saber que manifestou ao Governo, à Anacom e à ERC a sua oposição ao anteprojecto do decreto-lei que aprova as referidas taxas.

A Vodafone contesta ainda "a motivação do Governo para definir apenas uma subcategoria de regulação (a de regulação alta) dentro da categoria das Comunicações Móveis que integra empresas cuja actividade principal não é (...) o fornecimento de conteúdos de comunicação social".

Contactada pelo DN, a PT, que detém a TMN, o Sapo e a TV Cabo, não comentou. A Optimus não deu qualquer resposta em tempo útil.

Diploma em Belém

O referido decreto-lei está nas mãos do Presidente da República, Cavaco Silva. "Recebemos hoje [ontem] uma comunicação oficial da Presidência da República, dizendo que tomaram em boa conta o nosso pedido de fiscalização suspensiva da constitucionalidade do decreto-lei", disse ao DN Francisco Van Zeller, secretário-geral da Confederação de Meios de Comunicação Social, associação que representa cerca de 600 meios a nível nacional.

A Confederação de Meios enviou um pedido de fiscalização do diploma a Jorge Sampaio, no final de Fevereiro. De acordo com Van Zeller, a Confederação de Meios não obteve resposta ao pedido por parte do então Presidente da República e, "há cerca de 15 dias" enviou nova carta ao presidente eleito, Cavaco Silva.

O decreto-lei em causa foi aprovado no Conselho de Ministros de 2 de Março e prevê um modelo de financiamento misto do regulador dos media, cujo orçamento anual será, de acordo com o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva , de "quatro a cinco milhões de euros". Uma parcela deste orçamento - 20 a 25% - será assegurada pelas entidades reguladas, o que provocou o protesto dos patrões dos media portugueses, que contestam não só a taxa como a ausência de uma garantia de que o valor a pagar não aumente todos os anos. O milhão de euros que cabe aos media deverá ser repartido em 20% para a imprensa, 15% para as rádios, 7,5% para os operadores de cabo e de telecomunicações móveis. O restante orçamento da Entidade Reguladora provém do Orçamento de Estado: 2,2 milhões do orçamento da extinta Alta Autoridade para a Comunicação Social e 700 mil euros das receitas líquidas da ICP-Anacom.

Fonte: Diário de Notícias

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A LER (104)

Mudanças No Munda Da Imprensa Cor-de-Rosa, por Mário Bettencourt Resendes, no Diário de Notícias
O Público Está a Virar Blogue, por Rui Araújo, no Público, via Clube de Jornalistas

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MAIS LIMITAÇÕES

"Num exercício de liberdade de expressão, um assessor do Presidente da República utilizou o seu blogue pessoal para fazer críticas severas à política governamental de reforma da administração pública. É uma opinião que não compromete o Chefe do Estado - pelo menos desta vez. Para o futuro, e a bem da paz institucional, haverá que ter presente que há cargos cuja aceitação implica restrições objectivas na prática da cidadania".

Mário Bettencourt Resendes, no Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 09:53 PM | Comentários (0)

BOM GOSTO PODE LIMITAR LIBERDADE DE EXPRESSÃO

"O limite à liberdade de expressão passa pela decência, o bom gosto e o sentido da responsabilidade. Nunca pela conveniência ou a renúncia dos próprios valores", lançou o jornalista Vicente Jorge Silva, que começava assim a incendiar o debate sobre "Os limites e as fronteiras da liberdade de expressão", realizado terça-feira na Universidade Lusófona, em Lisboa. A tacada seguinte não se fez esperar.

"Não admito que se diga que é compreensível a reacção dos muçulmanos radicais à publicação dos cartoons, como tentou Freitas do Amaral", instiga o fundador do jornal Público. "Porque se começo por compreender, acabo por justificar." E a insistir nesta linha de pensamento, sustenta, "amanhã seremos todos prisioneiros do calculismo, do medo ou do sentido da conveniência. Estaremos todos amordaçados".

O eco a estas palavras chegou de João Miguel Tavares, jornalista do Diário de Notícias, para quem os limites à liberdade de expressão "existem, sim, mas para proteger as pessoas", nunca as suas opiniões. A crítica tem de ir toda para os vestígios de censura que, de um modo geral, ainda se impõem ao pensamento.

"No Ocidente existe o direito à blasfémia, conquistado à custa de muito sofrimento, muitas fogueiras, muitos actos inquisitoriais no Terreiro do Paço. A palavra 'compre-ensível' não é minimamente aceitável no que se refere às reacções violentas que acompanharam a polémica [das caricaturas]", reitera João Miguel Tavares.

Ao jornalista, mais que o excesso de sangue e violência na Comunicação Social, preocupa-o "o comodismo extremo que se instala como um vírus e impede os jornalistas de exercerem a sua função primordial de contrapoder". A questão dos limites e fronteiras da liberdade de expressão, despoletada pelos desenhos e consequentes ondas de violência, acaba por se alargar então às práticas da classe jornalística, numa altura em que as decisões são cada vez mais controladas pelos grandes grupos políticos e económicos.

"No tempo da Internet, ousar não é continuar a censura, mas informar com responsabilidade", afirma o jornalista da SIC Daniel Cruzeiro, garantindo discordar de Miguel Coroadinha quando, na sua qualidade de assessor jurídico da TVI, defendeu a inexistência de limites ao direito de informar.

"O deputado Arons de Carvalho diz que as reformas em curso no sector dos media ampliam claramente os direitos dos jornalistas e a liberdade da comunicação social, eu digo que se joga tudo nestes dois extremos: responsabilidade e censura. E acredito na informação responsável", resume Daniel Cruzeiro. Tal como acredita nos tais limites que protegem as pessoas e não as opiniões.

Fonte: Diário de Notícias

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DIRECÇÃO DA LUSA NÃO ESTÁ DECIDIDA

A escolha da futura direcção de informação da agência Lusa ainda não foi decidida, segundo a edição desta quinta-feira do Correio da Manhã.

O novo conselho de administração da agência noticiosa, presidida por José Manuel Barroso, reuniu-se na quarta-feira pela primeira vez mas não abordou a questão da direcção, segundo apurou o jornal.

A jornalista Deolinda Almeida é a actual directora de informação da agência de notícias nacional.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 11:10 AM | Comentários (0)

MAIS UM REGULADOR A CAMINHO?

A indústria da publicidade em Portugal pode vir a ser regulada pela Entidade Reguladora das Comunicações Comerciais (ERCC), segundo o Jornal de Negócios desta quinta-feira.

A proposta está contemplada no anteprojecto do código do Consumidor, apresentado dia 15 de Março.De acordo com a notícia, os operadores publicitários contestaram as propostas, sobretudo a criação de uma entidade reguladora para o sector.

«Integrada no Ministério da Economia, a Entidade Reguladora das Comunicações Comerciais (...) tem funções de regulação, supervisão e acompanhamento da actividade de comunicações particulares e, em particular, detém competência para fiscalizar o cumprimento das normas constantes desta secção», pode ler-se no artigo 122º do anteprojecto.

Joaquim Pinto Monteiro, professor da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, explicou que «o funcionamento da ERCC, caso se concretize, será regulado em lei especial, no âmbito de matérias que têm de ser objecto de diplomas complementares, a acompanhar a entrada em vigor do Código do Consumidor».

«Subjacente a uma entidade reguladora está o seu financiamento por parte dos regulados através de uma taxa», esclareceu João Loureiro, jurisconsulto na sociedade de advogados Simmons e Simmons Rebelo de Sousa e presidente da central de compras MegaMeios.

O director executivo da Associação Portuguesa das Empresas de Publicidade e Comunicação salientou que «a criação de uma taxa pode pôr em causa o financiamento do sector.

Esta possível taxa já foi apelidada de «ilegal» pelo sector, pois «as taxas assentam na prestação concreta de um serviço a favor do onerado pelo tribunal e o Instituto do Consumidor não presta serviços de regulação».

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 11:09 AM | Comentários (0)

'DN' NÃO ACEITA DISTRIBUIR JORNAL DE ÁFRICA

O director do Diário de Notícias, António José Teixeira, impediu que o Jornal d´ África (JDA) fosse distribuído com a edição de terça-feira, segundo o Correio da Manhã.

O director do Jornal d´ África, Emídio Fernando, assegurou que a direcção comercial do DN exigiu 65 mil exemplares. «Cumprimos. Exigiu-nos que entregássemos o jornal dia 31 de Março. Cumprimos. Um dia antes do jornal estar nas bancas roeu a corda, por imposição de António José Teixeira», explicou.

O jornalista referiu ainda que o acordo para a distribuição do JDA foi feito a 16 de Março e que a principal razão que levou o director do DN a impedir a distribuição está relacionada com os conteúdos.

«Mandou dizer que não tinha sido informado de que a publicação tratava de assuntos africanos e que, assim, era concorrente do DN. Não é verdade. Posso prová-lo através dos e-mails que lhe mandei. Num deles, até o informei da foto da capa», acrescentou Emídio Fernando.

O director do JDA garantiu que vai ser exigido ao DN que sejam ressarcidos os prejuízos.

Segundo Emídio Fernando, o JDA não é um projecto «que morreu antes de nascer». «Eu, o meu sócio e as pessoas e empresas que colaboram connosco vamos lutar para que seja publicado», concluiu.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 09:55 AM | Comentários (1)

abril 05, 2006

SIC CORRIGE

A SIC veio ontem penitenciar-se por um erro, anormal, no seu ‘Jornal da Noite’ de domingo. O programa foi interrompido antes do seu final para dar lugar à série ‘Camilo em Sarilhos‘ sem que a estação apresentasse desculpas, mesmo em rodapé.

“Em nome da direcção de informação cabe-me, aqui, fazer este esclarecimento e o pedido de desculpa”, disse, ontem, a fechar o noticiário, Rodrigo Guedes de Carvalho, referindo-se ao incidente da véspera, quando o ‘Jornal da Noite’, então apresentado por Paulo Camacho, foi interrompido por um “erro operacional”, que colocou a série ‘Camilo em Sarilhos’ em antena antes do pivô ter hipótese de finalizar o noticiário. Passaram, assim 24 horas até a SIC prestar esclarecimentos aos seus telespectadores.

“É verdade que podíamos ter esclarecido os telespectadores na própria noite e, por isso, me penitencio, mas, com o impacto da situação, não me ocorreu. Estava em casa a seguir a emissão e fiquei estupefacto! A primeira reacção foi ligar para a SIC, de forma a perceber o que se tinha passado e evitar que voltasse a acontecer”, explica Rui Silva Lopes, director de antena da SIC.

A decisão de passar ao ‘Camilo em Sarilhos’ sem qualquer intervalo publicitário é prontamente assumida por Silva Lopes, embora ressalve que a mesma foi definida “em conjunto com a direcção de programas”. E a estratégia de combate na ‘guerra’ das audiências quase deu resultado. ‘Camilo em Sarilhos’ foi, anteontem, o terceiro programa mais visto.

EXPLICAÇÕES PARA O ERRO

Rui Silva Lopes, director de antena da SIC, garante que se tratou de um “erro” do técnico que se encontrava de serviço na continuidade – sector em que se assegura a transição entre programas –, assumindo, enquanto responsável pela emissão do canal de Carnaxide, o ónus pelo problema de anteontem: “Fui eu que pedi para colocar o ‘Camilo’ logo após o final do ‘Jornal da Noite’”.

Silva Lopes explicou ao CM como se gerou o erro: “A emissão é conduzida por uma ‘playlist’ pré-definida, que permite a intervenção humana a qualquer momento. Quando o técnico introduziu uma nova ordem, a meu pedido, esqueceu-se de trancar a linha referente ao ‘Jornal da Noite’. Nenhum problema teria ocorrido se estivéssemos dentro do período de tempo estabelecido para o ‘Jornal Nacional’, mas, como este já se havia esgotado, o computador assumiu aquela ordem de imediato”.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 09:58 PM | Comentários (0)

05 DE ABRIL DE 1768

Frei Manuel do Cenáculo Villas-Boas, da Congregação do Oratório, Presidente da Real Mesa Censória.
Biblioteca Nacional de Lisboa.

É criada, em Lisboa, a Real Mesa Censória, iniciativa do Marquês de Pombal, que retirou à Inquisição os poderes de censura.

Publicado por estaccs às 09:38 PM | Comentários (0)

abril 04, 2006

EMPRESAS ABERTAS AOS JORNALISTAS

Várias soluções para facilitar a comunicação aos jornalistas dos relatórios de contas de sustentabilidade das empresas foram hoje apresentadas, em Lisboa, na II Conferência Anual organizada pela revista Im))pactus.

O director da revista inglesa Ethical Performance, Peter Mason, apresentou hoje uma série de soluções que considera importantes para as empresas comunicarem aos jornalistas os relatório de contas de sustentabilidade.

«As empresas devem ser mais honestas e abertas com os jornalistas», apontou o jornalista.

Peter Mason considera ainda ser muito importante as empresas optarem por falar directamente com o jornalista. «Devem falar cara-a-cara com os jornalistas, evitando assim os comunicados de imprensa».

Proporcionar aos jornalistas o contacto directo com os directores executivos das empresas e seleccionar a informação que mais pode interessar aos media constituem algumas das outras soluções essenciais apontadas pelo jornalista inglês.

O estudo apresentado indica que o interesse dos jornalistas por esta área começou em 2002 e que cada vez tem vindo a aumentar. Os jornalistas ingleses inclinam-se mais para dar perspectivas positivas da cobertura dos relatórios de contas de sustentabilidade das empresas.


Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 07:10 PM | Comentários (0)

ALGO TARDE, NÃO?...

"Sofri pressões para não publicar uma reportagem sobre Joaquim Oliveira" (...) "No tempo em que a PT detinha a Lusomundo, tinha que ser dado conhecimento à administração de todas as notícias que fossem relacionadas com a empresa, antes de serem publicadas". Joaquim Vieira, no Jornal de Negócios de hoje.

E o que adianta isso agora?

Publicado por estaccs às 07:01 PM | Comentários (1)

2 MESES PARA ACABAR COM GOLDEN SHARE

A Comissão Europeia decidiu hoje, em Estrasburgo, solicitar oficialmente ao Estado português o fim dos "direitos especiais" ("golden share") que detém na Portugal Telecom, empresa que está a ser alvo de uma Oferta Pública de Aquisição pela Sonaecom, anunciou a instituição em comunicado.

"Se as autoridades não derem os passos necessários para a resolução da infracção no espaço de dois meses (...), a Comissão poderá decidir apresentar o caso ao Tribunal de Justiça Europeu", segundo comunicado de imprensa distribuído em Bruxelas.

Esta decisão (parecer fundamentado) significa o início da segunda fase do processo de infracção iniciado em 14 de Dezembro do ano passado com o envio de um pedido oficial de explicações (notificação por incumprimento).

Antecipando-se à aprovação de Bruxelas, o ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, reiterou hoje que a manutenção de "golden share" não é uma "bizarria portuguesa" e que o Estado não vai desistir facilmente dos direitos especiais que tem nas empresas, como no caso da Portugal Telecom.

"A 'golden share' não é uma bizarria portuguesa e o Estado não desistirá facilmente das 'golden share' que tem e vai utilizar os mecanismos jurídicos de que dispõe para defender o seu ponto de vista e a sua posição", afirmou o ministro à saída da reunião de concertação social na qual apresentou o programa de reestruturação da administração central do Estado (Prace) aos parceiros sociais.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 06:59 PM | Comentários (1)

28 QUEIXAS CRIME CONTRA INCERTOS

A Associação Fonográfica Portuguesa apresentou hoje, na Polícia Judiciária de Lisboa, 28 queixas-crime contra desconhecidos referentes a utilizadores de serviços de partilha de ficheiros de música através da Internet, anunciou o director-geral da organização, Eduardo Simões. O critério usado foi o do volume de faixas descarregadas, adiantou ao PUBLICO.PT o assessor de imprensa da associação, Tiago Cardoso.

Cabe agora à Polícia Judiciária descobrir a identidade dos utilizadores de programas de troca de ficheiros de música através da Internet (tecnologia "P2P" ou "Peer-to-Peer"), tendo em conta que, nesta fase do processo, estão ainda protegidos pelo anonimato.

Eduardo Simões sublinhou, no entanto, que existem meios técnicos para identificar as pessoas que usam programas como o "Kazaa", o "eMule" ou o "Limewire", entre outros.

Este tipo de programas permite que os utilizadores façam "downloads" e troquem vários tipos de ficheiros protegidos por direitos de autor.

As queixas da Associação Fonográfica Portuguesa foram apresentadas na directoria de Lisboa da Polícia Judiciária.

Portugal no mapa da pirataria

Em entrevista à PÚBLICA de domingo, John Kennedy, presidente da Federação Internacional da Indústria Fonográfica, anunciou uma nova vaga de processos judiciais na Europa contra pessoas que tenham partilhado ficheiros de música de forma ilegal na Internet. Portugal é pela primeira vez incluído neste programa de combate à pirataria de música.

Com estas acções, a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês) tenta travar a troca ilegal de ficheiros e levar os consumidores a pagar pela música que ouvem.

De acordo com a IFPI, já foram desencadeados processos judiciais contra 25 mil pessoas, 5500 das quais na Europa. John Kennedy revela que "cerca de mil pessoas chegaram a acordo sem ir a julgamento". Estes números não incluem os Estados Unidos, onde os processos têm sido desencadeados pela poderosa Recording Industry Association of America (RIAA), que já intentou acções contra 18 mil pessoas.

Em Portugal as vendas de formatos físicos como os CD desceram 40 por cento nos últimos quatro anos, com a troca de ficheiros na Internet a crescer cada vez mais, especialmente entre os estudantes.

Para exemplificar que qualquer pessoa pode ser processada, a IFPI, citada pela Reuters, afirma hoje que foram interpostas acções judiciais contra um carpinteiro finlandês, um carteiro britânico, um gestor de tecnologias de informação e um juiz alemão. "Um grande número de acções envolve homens entre os 20 e 35 anos, pais, que não deram importância a sucessivas campanhas educativas e de aviso", refere a IFPI.

Em Itália as autoridades apreenderam mais de 70 computadores em buscas relacionadas com a troca ilegal de ficheiros de música.

Os processos judiciais da IFPI não são só contra pessoas que de forma ilícia fazem "downloads" de música, mas também contra os responsáveis pelos "uploads", que disponibilizam na Rede faixas protegidas por direitos de autor.

Acordos extra-judiciais com 16 "uploaders" em Hong Kong

O presidente da IFPI em Hong Kong, Ricky Fung, anunciou hoje, em conferência de imprensa, a obtenção de acordos extra-judiciais com 16 "uploaders", que foram obrigados a pagar cerca de três mil dólares (2481 euros). "Queremos enviar uma mensagem forte aos utilizadores de Internet. Esta é uma campanha educativa", afirmou Fung.

Estes processos foram desencadeados depois de a IFPI ter conseguido uma autorização judicial para saber junto dos fornecedores de acesso à Internet os nomes de 18 clientes suspeitos de partilharem música ilegalmente. Em dois dos casos os procedimentos judiciais vão continuar.

O mesmo responsável afirmou que a IFPI já obteve dados de mais 50 suspeitos e que pretende levar a cabo acções judiciais.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 06:57 PM | Comentários (0)

ERC ANALISA CORTE NO JORNAL DA NOITE DA SIC

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) vai analisar o corte abrupto do Jornal da Noite, da SIC, no domingo. "A ERC tem obviamente alguma coisa a ver com isso e analisará a questão, que não é isolada", avançou ao DN Estrela Serrano, membro do conselho regulador, referindo-se a suspeitas de contraprogramação por parte da SIC. O regulador vai agora "recolher informações" sobre o caso.

O relógio da SIC marcava 21.10 e Paulo Camacho noticiava o primeiro aniversário da morte de João Paulo II - uma das notícias do dia - quando a imagem foi "engolida" por uma espiral com um sinal sonoro, cortando a palavra ao jornalista da SIC. Este separador levou dos ecrãs o Jornal da Noite e colocou no ar Camilo em Sarilhos. Os dados da Marktest mostram que a transição aconteceu 31 segundos depois de, na RTP1, terem começado As Escolhas de Marcelo Rebelo de Sousa, pela primeira vez conduzidas pela jornalista Maria Flôr Pedroso. Na TVI decorria um intervalo publicitário.

"Erro grosseiro no ar"

"Estava no estúdio e fui tirado do ar. O que me foi dito ontem [domingo] é que houve um problema operacional", disse ao DN o jornalista Paulo Camacho.

No mesmo sentido vão as explicações dos responsáveis da estação de Carnaxide. Alcides Vieira, director de Informação, diz que foi "um erro humano" e que quando foi detectado já "não fazia sentido retomar o Jornal da Noite", até porque a notícia do Papa era "a última" do alinhamento.

Alcides Vieira rejeita que a estação tenha feito contraprogramação, sugerindo que, se isso acontecesse, seria menos evidente e não com um "erro grosseiro no ar". Salienta ainda que esta situação "aconteceu pela primeira vez em 13 anos de SIC" e será explicada aos telespectadores.

"O que aconteceu foi um erro humano do qual sou totalmente responsável", assume o director de antena da SIC. Foi Rui Silva Lopes que deu ordem ao técnico de serviço para "alterar a ordem de emissão do Camilo na playlist para o início do break" - ou seja, colar a série ao final do noticiário, sem intervalo publicitário. O técnico "executou um procedimento automático" em vez de fazer a transição manualmente. Como "o tempo do Jornal da Noite já tinha sido excedido", o sistema fez a alteração "de forma abrupta", explicou, detalhando a manobra.

Confrontado pelo DN, Silva Lopes disse desconhecer a imagem do remoinho acompanhada de som que surgiu entre os dois programas e foi incapaz de esclarecer em que condições este separador surgiu no ecrã - e se surgiria num processo automático e acidental. "Ele cortou à faca o programa", insistiu o director de antena da SIC, referindo-se à actuação do seu subordinado. Alegando que "todos cometemos erros" e que "a televisão é feita por pessoas", assumiu que vão ser "accionados procedimentos internos e que a situação não vai passar impunemente".

No entanto, este não foi o único corte abrupto na emissão de domingo da SIC. Também o final de Camilo em Sarilhos foi cortado "à faca", dando de imediato lugar a 7 Vidas - mas desta feita, sem "remoinho".

Acidente ou não, o que é certo é que a emissão atribulada da SIC traduziu-se em bons resultados a nível de audiência. Camilo em Sarilhos foi o terceiro programa mais visto, acima do comentário de Marcelo Rebelo de Sousa na RTP1, a SIC foi a segunda estação de domingo (ver análise na página seguinte).

O corte no Jornal da Noite foi feito quando - revelaram ontem os dados da Marktest - o noticiário liderava há 20 minutos. A sitcom de Camilo de Oliveira apanhou a "boleia" e entrou a liderar outros 20 minutos, que correspondem ao intervalo na TVI e os primeiros dez minutos de Inspector Max, na mesma estação. A série da estação de Moniz segurou a primazia até ao final. Entretanto, a SIC já arrancara com Sete Vidas, mas a série produzida por Teresa Guilherme só liderou quando terminaram as aventuras do cão Max.

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 10:06 AM | Comentários (1)

'BLITZ' ACABA

O grupo Impresa vai extinguir o jornal Blitz e lançar, em Junho, uma revista para o mesmo target, segundo apurou o DN.

Esta mudança editorial surge numa altura em que se ficou a conhecer a queda de vendas do jornal musical. Segundo o relatório da Associação Portuguesa de Controlo de Tiragem e Circulação (APCT), divulgado há uma semana, o Blitz desceu de 7955 exemplares vendidos, em 2004, para 6802, no ano passado, ou seja, uma queda de 14,5%.

No último ano, o jornal conheceu três direcções. A primeira mudança ocorreu em Junho de 2005, quando Pedro Gonçalves, director desde 2003, foi substituído interinamente por Vítor Rainho. Já em Fevereiro de 2006, este deixou o grupo Impresa e Miguel Francisco Cadete assumiu a responsabilidade do semanário musical.

Pedro Gonçalves abandonou o jornal porque, como referiu na altura ao DN, já não tinha capacidade "para levar o Blitz a um ponto satisfatório" entre a direcção editorial e a administração da empresa. Quando Vítor Rainho assumiu a direcção, o seu objectivo era dar-lhe "um novo impulso".

Já Miguel Francisco Cadete tentou iniciar uma remodelação, que incluía a reabilitação dos Prémios de Música Blitz, mas não teve tempo para a concretizar.

Para o novo projecto fica por definir se a redacção se irá manter nos mesmos moldes, bem como se a sua direcção ficará com a responsabilidade de o erigir.

O DN tentou o contacto com a redacção e com a direcção editorial do grupo de publicações de Francisco Balsemão, sem sucesso até ao fecho desta edição.

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 09:56 AM | Comentários (0)

abril 03, 2006

A TELEVISÃO ESTÁ A MUDAR?

Antes de mais importa (re)lembrar que estamos em Portugal...

...Portugal, esse país pioneiro em (quase) tudo o que pode ser mau. O desemprego atinge taxas inacreditáveis, o consumo de drogas e a gravidez na adolescência são outras duas realidades presentes no nosso país e a taxa de analfabetismo ainda está por combater...preciso de continuar?...Acho que não!

Esta é a real situação deste país à beira-mar plantado e, enquanto isso, o que é que as direcções das estações de televisão fazem? Aproveitam a debilidade psicológica e (talvez) cultural do seu público e fazem-no consumir tudo e mais alguma coisa, seja bom ou seja mau.

Se virmos bem, desde o tempo do nosso querido “Grande Irmão”, a nossa televisão caiu num precipício que ainda não terminou. Várias edições se repetiram, e como ainda não estavam satisfeitos com o resultado, inventaram algo como o “Grande Irmão – Famosos”. Famosos? Porquê? Porque apareceram meia dúzia de vezes na televisão com roupa emprestadas para publicidade? Fizeram o quê? Tentaram mudar o mundo? Não...apenas sorriram para as câmaras fotográficas e...puff...ficaram famosos! Não consigo entender como!!!!

Mas o “Grande Irmão” cansou as audiências e era preciso apresentar algo mais forte e com mais rigor: algo militar. Apareceu a “1ª Companhia”. Que disparate! O que se aprende com isto?
Bom, mas para aliviar a tensão, nada melhor que o Circo. O “Circo das celebridades”. O precipício está mesmo a chegar ao fim.

Um bando de palhaços aprendem a verdadeira “arte” de ser palhaço. Aprendem? Não...aperfeiçoam!

Mas a descompressão ainda não acaba por aqui!Tentativas de animar as pessoas sobejam. “Os Malucos do riso”, “O Prédio do Vasco”, “O Trio Maravilha”, “Os Malucos do Riso”, “O Barco do Amor”..., que já repetiram os seus episódios no mínimo vinte vezes... ainda se fosse um humor com qualidade!

As novelas, essas, umas atrás das outras e sem intervalos! O que importa é entreter os “tugas” e fazê-los esquecer os problemas. O que é certo é que os problemas continuam lá e não há nada que mude isso!
O português vive a vida dos outros. Se perguntarmos “Porque é que vê o Circo das Celebridades?”, respondem-nos “Para ver os famosos no seu dia-a-dia”. O que se pode chamar a isto? Cuscar? Não diria que é isso, mas sim falta de opção e falta de gosto por parte das direcções das estações de televisão.

Ao que a televisão chegou...que pobreza cultura! Um apelo: uma televisão melhor e com mais qualidade: documentários, debates, filmes, entretenimento, informação....

Desculpem a minha sinceridade / revolta.


Ana Catarina Brandão

Publicado por estaccs às 04:57 PM | Comentários (0)

JILL CARROLL: RETRATO DE 82 DIAS DE CATIVEIRO

Três meses após ter sido raptada no Iraque, a jornalista norte-americana, Jill Carroll, finalmente regressou aos Estados Unidos, juntando-se à família no aeroporto de Boston.

Eis o retrato dos principais acontecimentos durante os seus 82 dias de cativeiro.


Versão em inglês:

1999: Carroll receives a bachelor's degree in journalism from the University of Massachusetts-Amherst.

2002: Carroll moves to Jordan six months before the Iraq war starts in March

2003. She was laid off as a reporting assistant for The Wall Street Journal before heading overseas.

Jan. 7, 2006: Carroll is kidnapped from one of Baghdad's most dangerous Sunni Arab neighborhoods. Her translator is shot dead by her captors.

Jan. 17: Al-Jazeera TV airs a silent 20-second video of Carroll. An accompanying message gave the United States until Jan. 20 to free female prisoners in Iraq and said Carroll would be killed otherwise. On the tape, Carroll is pale and appears tired.

Jan. 19: Carroll's mother appeals for her daughter's release hours before her captors' deadline to kill her.

Jan. 20: The Sunni Arab politician Carroll had traveled to interview when she was abducted, Adnan al-Dulaimi, appeals for Carroll's release. The deadline set by her captors passes.

Jan. 26: The U.S. military says it will release five Iraqi women detainees, but U.S. officials say it has nothing to do with the captors' demand. Several other Iraqi women remain jailed.

Jan. 30: Weeping and wearing an Islamic veil, Carroll again appears on a video aired by Al-Jazeera. The tape does not play clear audio but the network reports that Carroll had appealed for authorities to free all women prisoners in Iraq to help in winning her release.

Feb. 9: Carroll appears in a video dated Feb. 2 aired on a private Kuwaiti TV channel. Speaking in a strong voice, Carroll says: ''I am here. I am fine. Please just do whatever they want, give them whatever they want as quickly as possible.''

March 29: Carroll's twin sister, Katie, appeals for her release in comments broadcast on Al-Arabiya, saying Jill had good relations with the Iraqi people.

March 30: Jill Carroll is freed. Monitor editor David Cook says she spoken to her father and is fine.

April 2: Carroll returns to the United States aboard a flight from Frankfurt, Germany, to Boston's Logan International Airport.


Fonte:
“Site” online do jornal New York Times

João Pedro Lobato

Publicado por estaccs às 04:47 PM | Comentários (77)

GOVERNO FILIPINO LANÇA CAMPANHA DE INTIMIDAÇÃO CONTRA JORNALISTAS

Considerado o país asiático com os media mais exuberantes e livres, a verdade é que recentemente o governo filipino, liderado pela Presidente Gloria Macapagal Arroyo, tem pressionado fortemente a acção dos meios de comunicação social do país. Algo que já não acontecia à mais de 20 anos, desde o fim da "ditadura" de Ferdinand Marcos.

Os jornalistas filipinos consideram a situação enervante, dado que não sabem o que está a acontecer nem sabem o que irá suceder no futuro.

Para o mais, nas últimas semanas a polícia debandou vários comícios vistos como de contestação à presidente filipina, algo que já provocou várias detenções (embora temporárias) entre os participantes.

Versão em Inglês:

The Philippine news media, among the most exuberant and freewheeling in Asia, are coming under serious government pressure for the first time since the rule of Ferdinand Marcos more than 20 years ago.

Along with hints that the government may restrict public assembly, the campaign against the press strikes at the heart of the freedoms won in 1986 when Mr. Marcos was driven from the presidency by a popular uprising.

The pressure involves warnings, watch lists, surveillance, court cases, harassment lawsuits and threats of arrest on charges of sedition. No members of the press have been arrested, although three journalists have been charged with rebellion. No news outlets have been shut down, although troops surrounded several television stations for more than a week recently.

Journalists say the situation is particularly unnerving because of the uncertainty of what is happening or may happen to them.

"I have a number of people on my list," Justice Secretary Raul Gonzalez said in a recent television interview. "We are studying them."

This aggressive posture follows a one-week state of emergency imposed on Feb. 24 by President Gloria Macapagal Arroyo in response to what she said was a coup attempt involving an array of enemies who have been calling for her resignation.

Since then, the police have broken up several gatherings that were seen as critical of the president and have briefly detained some participants.

The gatherings included an annual celebration of International Women's Day on March 8, in which a congresswoman who opposes Mrs. Arroyo was detained, in the words of the police, "to get her out of harm's way."

They included a mock beauty pageant in which each contestant was to be made up with a mole on her face in imitation of Mrs. Arroyo.

They also included something that at first seemed like a joke — small weekly protests at which participants did nothing more than buy a cup of coffee at Starbucks. The protesters got away with that one, but on March 19, the same group was dispersed by the police while walking through a park wearing T-shirts reading "Out Now," an evident reference to the president.

Officials have spoken of intelligence they received about planned gatherings in the same manner they have talked about monitoring reporters — vaguely, seemingly counting on the uncertainty to be more intimidating.

The director of the National Police, Gen. Arturo Lomibao, has told news outlets that they must conform to certain unspecified standards, which it will be up to the government to interpret on a case-by-case basis.

He referred to a new catchall regulation that bans "actions that hurt the Philippine State by obstructing governance including hindering the growth of the economy and sabotaging the people's confidence in government and their faith in the future of this country."

Apparently, the goal of all this is to promote self-censorship, said Maria Ressa, senior vice president for news and public affairs at the ABS-CBN Broadcasting Network, the nation's largest.

"It's crazy," she said. "You don't know what's happening but you feel they can move on you at any time."

Ms. Ressa has been a leader in demanding clarification of the government's policies toward the press and in filing a class-action lawsuit to bar prior restraint.

"There is definitely fear and uncertainty," she said. "When government officials say, 'We have the power to shut you down, we have the power to look at your content,' it's intimidation."

Editors and news directors say they have prepared for possible searches or arrests by backing up computer files, setting aside bail money and instructing their staff members on their legal rights if the police enter their offices.

The government has singled out in its threatening statements the Philippine Center for Investigative Journalism, a small, aggressive group of journalists led by Sheila S. Coronel, a prominent journalist.

The center's exposés of corruption, presented during congressional impeachment hearings, helped bring down Mrs. Arroyo's predecessor, Joseph Estrada.

Government officials have said they may charge Ms. Coronel and members of her staff with sedition, but they are imprecise about who may be charged and on what evidence.

"It's very insidious," Ms. Coronel said. "They say they are studying filing sedition charges. They say they have lists, but they don't say who is on them. This is not how the game should be played. We know our rights, and we should not be harassed by psychological pressure."

Ms. Coronel was one of a group of young women who were reporters and became well known for defying Mr. Marcos in the early 1980's, a time when journalists were being harassed and arrested.

"People went to prison, people died for this freedom," Ms. Coronel said, "and if you give it up it is a betrayal of all the sacrifices that people have made in the past, people I know personally. It really makes me mad."

Fonte:
"Site" online do jornal New York Times

João Pedro Lobato

Publicado por estaccs às 04:01 PM | Comentários (324)

MUNDIAL MARCA ARRANQUE DA TELEVISÃO DO FUTURO

O Campeonato Mundial de Futebol da Alemanha promete revolucionar o panorama televisivo. Tudo porque os grandes fabricantes estão a apostar nesta competição como motor de arranque para a massificação da nova geração de soluções audiovisuais. Televisão de alta definição, por Internet ou móvel vão entrar agora no dia-a-dia de milhões.

OCampeonato Mundial de Futebol da Alemanha promete revolucionar o panorama televisivo. Tudo porque os grandes fabricantes estão a apostar nesta competição como motor de arranque para a massificação da nova geração de soluções audiovisuais. Televisão de alta definição, por Internet ou móvel vão entrar agora no dia-a-dia de milhões.

É conhecida a capacidade dos grandes eventos desportivos para fazer disparar as vendas de produtos inovadores no âmbito da televisão. Foi assim em 1954, no Mundial da Suíça, o primeiro grande acontecimento que muitos puderam seguir no conforto dos seus lares, e voltou a sê-lo em 1970, no Mundial do México, que fez esgotar os stocks da recém-chegada televisão a cores.

No caso da televisão de alta definição (HDTV), a Philips, Sharp ou Sony esperam ver finalmente esta nova tecnologia massificada na Europa, como já acontece nos Estados Unidos e Japão. Um dos catalisadores para isso é o crescimento das vendas de ecrãs planos compatíveis com HDTV: no ano passado foram vendidos cerca de dois milhões, esperando-se que em 2010 existiam mais de 50 milhões de aparelhos deste tipo nos lares europeus. Um estudo recente indicava que um em cada seis alemães pretende comprar um ecrã plano para ver o Mundial, que decorre entre 9 de Junho e 9 Julho.

Em muitos países, o problema são os operadores. Apesar de se esperar um boom das assinaturas, ainda não é claro como é que os jogos serão emitidos em alta definição. Para já, alguns dos grandes players europeus como a BSkyB ou o Canal Plus escolheram 2006 para realizar os primeiros investimentos de vulto na área. A Premiere, o maior operador de pay-tv alemão, já garantiu os direitos exclusivos para a transmissão em alta definição dos jogos do Mundial. A Philips é um dos parceiros.

Outra área de dúvida é a dos canais de filmes em alta definição em sistema pay-per-view. Isto porque, apesar dos principais operadores estarem a apostar na disponibilização deste serviço, os grandes produtores de conteúdos continuam a levantar sérias dúvidas quando às tecnologias de segurança da alta definição.

O crescimento da HDTV vai contribuir para o reforço de outra tendência: a IPTV, um sistema através do qual se transmitem programas de televisão com qualidade digital através da Internet. Este tem sido o método eleito por muitos operadores e fabricantes para a distribuição de conteúdos em alta definição.

Ao contrário da HDTV, a IPTV é um conceito que ainda poucos conhecem. Um estudo da Accenture revelado no final do mês passado indicava que 46% dos inquiridos desconhecia o seu significado.

Televisão em todo o lado

Não é só para a HDTV que o Mundial vai ser importante. O ano passado marcou a entrada em força da televisão móvel no mercado, mas espera-se que o Mundial possa significar o consolidar da tendência. Por exemplo, a T-Mobile, operadora alemã, aposta forte na competição, através da transmissão de jogos completos. Não é a única: a Vodafone D2 e a O2 também estão na corrida. No entanto, o grosso dos operadores olha para esta fase como o início. O verdadeiro pontapé de saída serão os Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008.

Segundo um estudo da consultora alemã Goldmedia, em conjunto com a NBC, 80% dos utilizadores de telemóvel estão disponíveis para gastar entre 5 e 12,5 euros mensais em mobile TV. Uma tendência para a qual também aponta outro estudo internacional, da autoria da Siemens, onde 59% expressaram o seu interesse na televisão móvel. A Goldman estima que em 2010 este mercado valerá 450 milhões de euros.

Face a todo este interesse, Portugal pode afirmar-se como um centro de excelência na mobile TV. Tudo porque a Siemens escolheu o país para instalar um centro de inovação mundial na área. O laboratório vai empregar entre 110 e 150 engenheiros e deve arrancar em 2007. O grupo alemão é um dos pioneiros em mobile TV e, na última edição da CeBIT, principal feira de tecnologia mundial, montou uma área onde era possível aceder a mobile TV utilizando tecnologia DVB-H.

FONTE: Diário de Notícias (online)
(Ana Catarina Brandão)

Publicado por estaccs às 10:46 AM | Comentários (14)

abril 02, 2006

RAID ANTI-PIRATA

A Polícia Municipal de Lisboa anunciou hoje a apreensão de diverso material pirateado e contrafeito, durante uma operação nas feiras das Galinheiras e do Relógio.

Durante a operação, que mobilizou 40 agentes, foram apreendidos de 120 CD musicais e 246 DVD de filmes, musicais e jogos musicais, que estavam a ser comercializados a cinco euros a unidade, no total de 1830 euros.

Em comunicado, a Polícia Municipal de Lisboa adianta que a apreensão foi feita "por suspeita de serem cópias dos originais, indiciando crime de usurpação e/ou aproveitamento da obra usurpada".

"Por suspeita de ser material contrafeito", foram também apreendidas 756 camisolas de diversas marcas (a serem comercializadas a cinco euros a unidade, no total de 3780 euros), 25 pares de calças (a 10 euros o par, o que totaliza 250 euros) e 18 pares de sapatos de ténis (a 15 euros cada par, o que soma 270 euros).

Foram ainda elaborados oito autos de notícia, a enviar ao Ministério Público.

Fonte: Público

Publicado por estaccs às 11:39 PM | Comentários (2)

02 DE ABRIL DE 2005

Sai o primeiro número da edição portuguesa do Courier International, distribuído com o semanário Expresso.

Publicado por estaccs às 11:15 PM | Comentários (0)

02 DE ABRIL DE 1992

São apresentadas três candidaturas ao licenciamento dos dois canais de televisão privada em Portugal (SIC, TV1 e TVI).

Publicado por estaccs às 10:41 PM | Comentários (0)

ATAQUE À PIRATARIA

Nas próximas semanas, os portugueses que tenham carregado ou descarregado ilegalmente músicas na internet irão receber uma carta a convidá-los a pagar uma indemnização por desrespeito dos direitos de autor ou, em alternativa, enfrentar um processo judicial.

John Kennedy, o presidente e administrador executivo da IFPI, a federação que representa a indústria fonográfica em todo o mundo, lança, depois de amanhã, em Lisboa, mais uma vaga de processos judiciais contra as pessoas que partilham ficheiros musicais, de forma ilegal, na internet.

Esta é a primeira vez que Portugal é incluído neste programa de combate à pirataria digital de músicas.

Transcreve-se a entrevista de John Kennedy à revista "Pública", hoje publicada.

PÚBLICA: Depois de várias iniciativas contra a pirataria digital noutros países, a IFPI [Federação Internacional da Indústria Fonográfica] vai atacar, agora, o problema português. A situação, em Portugal, preocupa-o?
John Kennedy: Quando eu era presidente da Universal Music, Portugal era um dos países que estava sob a minha responsabilidade. A pirataria, nessa altura, já era um problema que nos impossibilitava, por exemplo, de fazer grandes investimentos na música local. As coisas pioraram muito nos últimos anos. A partilha ilegal de ficheiros musicais na internet continua a aumentar em Portugal. A indústria da música sofre terrivelmente. Por isso decidimos abordar o problema de outra forma e desencadear acções mais drásticas.

A situação em Portugal é mais grave do que em outros países da União Europeia?
O [país] pior era a Alemanha, mas a situação começou a recuperar um pouco. Na Alemanha e no Reino Unido, o número de utilizadores que compra música online de forma legal passou a ser superior ao número de utilizadores que o fazem ilegalmente. As estatísticas, em Portugal, eram semelhantes às da Alemanha. As vendas de CD em Portugal caíram 40 por cento nos últimos cinco anos. Grande parte dessa quebra está relacionada com o facto de um número crescente de pessoas obter música de forma ilegal. Estamos perante uma verdadeira batalha para salvar a música portuguesa.

Porquê?
Cerca de um quarto de toda a música comprada em Portugal é música portuguesa. Os artistas nacionais vendem, sobretudo, a nível nacional. Mas uma grande fatia deste mercado nacional passou a obter as músicas de forma ilegal, pondo em causa a sobrevivência da música independente em Portugal. O problema é muito sério.

Vão processar judicialmente portugueses que fazem “uploads” e “downloads” ilegais de música?
Com certeza. Faz parte do plano.

O sistema judicial português é lento e pouco eficaz. Isso não o preocupa?
Temos aprendido imenso sobre sistemas legais no mundo inteiro. Alguns são bons, outros custam muito dinheiro, são morosos ou ineficazes. Temos que lidar com o sistema legal de cada país. O que importa é que as pessoas entendam, depressa, que passaram a estar na linha de fogo e que mesmo que a via judicial demore muito tempo, isso não faz mal. O mais importante é passar esta mensagem para o público em geral – a de que é inaceitável roubar música e que algo pode acontecer.

Em quantos países desencadearam acções judiciais contra essas pessoas que partilham ficheiros musicais ilegais?
Em 18 países. Portugal é um dos países da quinta vaga de acções desencadeadas pela IFPI. No mundo inteiro, iniciámos processos judiciais contra 25 mil pessoas (incluindo 5500 na Europa). Cerca de mil chegaram a acordo sem ir a julgamento, aceitando pagar indemnizações que rondam os 2500 a três mil euros.

Quantos portugueses vão ser processados?
Ainda estamos a estudar o assunto com os nossos colegas da indústria em Portugal. Na terça-feira poderei dar, talvez, números em concreto.

A vossa experiência, em outros países, tem demonstrado que estes procedimentos resultaram?
Sim. Não tem sido fácil. Mas notamos, sobretudo, uma mudança de atitudes. As pessoas que vão “on-line” para consumir música pela primeira vez passaram a fazê-lo legalmente. Tem sido mais difícil convencer aqueles já habituados a descarregar música sem pagar. Por isso estes procedimentos são necessários. Eles cumprem três funções: educar, dar a conhecer, prevenir.

A pirataria digital através da partilha ilegal de ficheiros musicais na internet parece estar generalizada entre a juventude portuguesa. Como é que vai convencer um jovem a pagar 90 ou 99 cêntimos por uma música se ela está disponível à borla – ilegalmente, é certo – na internet?
Não é fácil, de facto, mudar algo que está tão amplamente generalizado. Começámos, por isso, por educar as pessoas. Lançámos várias campanhas de informação pública, incluindo uma no mês passado com 150 mil panfletos que visam informar, sobretudo, os pais e encarregados de educação. Sondagens que fizemos em Portugal, há dois ou três anos, indicavam que as pessoas tinham pouca ou nenhuma noção de que esses “uploads” e “downloads” eram ilegais. Agora, cerca de 70 por cento dos utilizadores sabe que essa actividade é ilegal. Os processos judiciais funcionarão como uma forma de desencorajamento. A nossa experiência no mundo inteiro tem-no demonstrado. As pessoas passaram a ter a noção de que estão na linha de fogo e que se arriscam a pagar multas que poderão atingir os cinco mil euros. Isto é muito dinheiro – dinheiro esbanjado que elas poderiam muito bem utilizar nas férias, em carros, na educação ou numa cozinha nova.

Não o preocupa o facto de que muitos dos infractores são jovens adolescentes ou mesmo crianças? Avançam, mesmo assim, para os tribunais?
Estes processos não caem do céu sem mais nem menos. Fizemos conferências de imprensa, campanhas de informação pública, artigos nos jornais. Avisámos toda a gente que estamos a fazer isto e convidámos os infractores a parar. Quem insiste em fazer “uploads” ou “downloads” ilegais de música – mesmo depois de todos estes avisos – no fundo está a dizer: ‘Não quero saber, estou-me nas tintas, venham prender-me se quiserem.’ Estes infractores estão a roubar os artistas – que deixam de ter a possibilidade de viver do seu trabalho – e têm de pagar as consequências. A música é propriedade intelectual, protegida pelo direito de autor, criada por uma comunidade ampla de criadores que envolve compositores, produtores, artistas, músicos de estúdio, etc. Eles estão a proporcionar um bem cultural e de entretenimento e não podem fazê-lo de graça. Na minha opinião, quem rouba música não pode ser um verdadeiro amante da música. Quem faz “downloads” ou quem partilha fi - cheiros musicais e os coloca ilegalmente à disposição de outros (“uploads”) – além de se arriscar a apanhar com multas pesadas – está a prejudicar todos aqueles que trabalham na criação, desenvolvimento e gravação de música, gente que depende inteiramente da música para sobreviver.

Acha que esse preço de 90 ou 99 cêntimos por uma música disponível de forma legal na internet é um preço justo?
Estamos habituados a essas discussões. A questão do preço é uma desculpa esfarrapada, utilizada frequentemente pelos infractores que roubam música. As pessoas devem olhar para esses 99 cêntimos e pensar no que podem comprar com esse montante. Um café? Uma lata de Coca-Cola? Um bilhete de autocarro? Este preço é muito, muito baixo para uma obra de arte que se pode guardar para sempre, que se pode voltar a ouvir daqui a dez anos e dar-nos sempre imenso prazer e entretenimento. A música tem um valor incrível, atendendo ao preço que se paga. Ninguém pode argumentar legitimamente que 99 cêntimos é um preço alto.

E quanto ao preço dos CD?
O CD dura uma vida inteira e é uma fonte constante de entretenimento. Os CDs são muito mais utilizados do que outras coisas que custam mais dinheiro e são rapidamente postas de lado. O preço de um CD em Portugal é muito inferior ao preço de um concerto ou de uma peça no teatro.

Através da venda de música por métodos de distribuição digital (online, telemóvel), a indústria poupa nas despesas de criação física de um CD, de embalagem, distribuição. Será que essa poupança não deveria reflectir-se na redução dos preços das músicas online?
Acho que o preço está certo e é justo – comprar uma música por menos de um euro é um óptimo negócio para qualquer amante da música. Além disso, a maioria dos custos presentes no mundo da música em suporte físico não desaparece. É um erro frequente pensar que os custos de fabrico de um CD se resumem aos custos de produção e embalagem de um disco. A maior parte dos custos suportados pelas editoras são custos ligados à produção e marketing da música propriamente dita – e estes custos são sempre os mesmos, independentemente do suporte em que é distribuída. Os artistas, compositores e todos aqueles que se envolveram na gravação e marketing de uma canção continuam a precisar de ser remunerados.

Qual é a sua opinião sobre conjuntos como os Arctic Monkeys – uma banda que construiu uma carreira de sucesso fora do circuito das editoras e da indústria da música?
Não os considero tão revolucionários como tanta gente parece crer. Os Arctic Monkeys utilizaram a internet de forma muito inteligente. Ofereceram a música deles de graça durante algum tempo, mas isso é uma forma de promoção seguida ocasionalmente pela indústria, há vários anos. Eles tornaram-se populares sem o envolvimento de uma editora. Na altura certa, quando constataram que já tinham uma base alargada de fãs e seguidores da banda, decidiram passar a vendar a sua música. E foi o que fizeram ao assinar contrato com uma editora legítima de música independente – no fundo, porque querem viver da música. Antigamente, antes de gravarem o primeiro disco, as bandas faziam muitos espectáculos e tornavam-se eventualmente populares. Nessa altura apareciam as editoras, assinavam contratos e faziam os discos. Os Arctic Monkeys apostaram num formato que deu certo, mas isso não significa que os artistas deixarão de precisar das editoras.

A indústria da música atravessa dificuldades?
A nossa indústria atravessa um período difícil há vários anos. Mas estamos muito contentes por ver que o negócio da música digital, por exemplo, passou a ser uma parte central e viável da nossa indústria. Estamos a fazer o possível para resolver os problemas. Não nos podemos esquecer que a música é um dos produtos mais consumidos no mundo industrializado. Infelizmente, porém, nem todos pagam para obter esse produto. Esse é o nosso maior desafio.

Está optimista?
As vendas de música digital triplicaram em 2005 e no presente ano vão continuar a crescer de forma impressionante. Estou optimista.

O Caça-Piratas

John Kennedy nasceu em 1953 em Londres. Quando era jovem, a irmã trabalhava na indústria discográfica e trazia-lhe álbuns muito antes de serem colocados à venda ao público. Apesar de ter estudado para ser advogado, aos 25 anos foi trabalhar na indústria fonográfica. Passou pela Phonogram (hoje Mercury UK), CBS (agora Sony Music) e pela Polygram, de que foi presidente. Também dirigiu a Universal Music, a maior editora discográfica do Reino Unido. Em 2004 passou a presidente e administrador executivo da IFPI, a Federação Internacional da Indústria Fonográfica. A IFPI é a organização que defende os interesses da indústria discográfica internacional em todo o mundo. A AFP, Associação Fonográfica Portuguesa, faz parte da IFPI. Foi um dos organizadores, “trustee” e assessor jurídico do “Live Aid” de 1985. Vinte anos mais tarde ajudou Bob Geldof e Harvey Goldsmith a organizar a campanha e os (dez) concertos Live8 em todo o mundo. “Sem este homem [Kennedy], nada disto poderia ter acontecido”, lê-se no livro oficial do Live8.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 07:36 PM | Comentários (0)

A LER (103)

A Cultura É Uma Guerra, por João Lopes, no Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 07:12 PM | Comentários (0)

FOTOJORNALISTAS QUEREM MAIS RELEVO

Há uma crise no fotojornalismo", observou o fotógrafo Alain Mingam, um dos participantes da Conferência Internacional de Fotojornalismo, que encerrou o concurso do VI Prémio Visão/BES 2005, que ontem teve lugar no Centro Cultural de Belém.

Alain Mingam justificou a sua observação referindo que as imagens não têm o protagonismo que deveriam nos jornais, admitindo algumas "raras excepções". Director artístico de várias exposições de fotografia, Mingam acentuou a sua critica afirmando que devia ser exigido a "fotógrafos e jornalistas terem o mesmo nível de responsabilidade dentro da imprensa".

"Desejo que amanhã os fotógrafos saiam da sombra e que lhes seja dada a importância devida", vincou, propondo uma alternativa: "Os repórteres de imagem deveriam ser compensados financeiramente para fazerem bons trabalhos e não terem que utilizarem o seu tempo livre para fazer reportagens mais alargadas. Que muitas vezes também acabam por não ser publicadas..."

Esta mensagem foi corroborada por MaryAnne Golon, responsável pela fotografia da revista Time, ao admitir que é muito difícil, dentro dos jornais e revistas, aos editores de fotografia, "conseguir muito espaço para a imagem, porque os jornalistas querem sempre mais espaço para escrever. E essa prioridade é-lhes dada".

"Temos que ensinar os leitores a terem uma melhor visão sobre o trabalho do fotojornalista, porque a imagem é uma forma de contar a história de outra maneira", aconselhou.

A presença de James Nachtwey, considerado o melhor repórter fotográfico da actualidade, foi assinalada pelo documentário War Photographer. "O fotojornalismo requer dedicação acima de tudo", é uma das suas máximas e um dos conselhos que deixa às novas gerações, acentuando que "este não é um trabalho, é uma vida".

Fotografia de guerra

Christopher Morris, que desde os 12 anos sabia que ia ser fotógrafo, tem no seu currículo a cobertura de vários conflitos. Neste encontro mostrou alguns dos seus trabalhos do Iraque e da Chechénia e explicou que o movimento faz parte das suas fotografias, porque "num cenário de guerra tudo o que acontece é muito rápido e ruidoso e esse ambiente tem que estar reflectido na imagem que se publica". A versatilidade é outra das suas características e essa fica demonstrada no facto de ser fotógrafo oficial da Casa Branca.

Para concluir Alain Mingam deixou a lição: "perante uma fotografia temos que parar e reflectir."

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 07:10 PM | Comentários (2)

NASCEU UM GIGANTE DAS TELECOMUNICAÇÕES

Os grupos francês Alcatel e norte- americano Lucent Technologies anunciaram este domingo a sua fusão num comunicado conjunto, dando origem a um dos líderes mundiais de infra- estruturas de telecomunicações. «Alcatel e Lucent Technologies anunciam a assinatura de um acordo de fusão visando a criação do líder mundial de soluções de comunicação», refere o comunicado divulgado em Paris.

A Alcatel deverá deter cerca de 60% e a Lucent 40% do capital da nova sociedade, que deverá ter a sua sede na capital francesa, segundo fontes próximas do processo.O nome da sociedade resultante desta fusão - aprovada pelos conselhos de administração das duas empresas - será «definido ulteriormente». A Alcatel e a Lucent, no seu conjunto, contaram com uma facturação de 21 mil milhões de euros em 2005.

Publicado por estaccs às 07:06 PM | Comentários (0)

SPA LUCRA MEIO MILHÃO

Sociedade portuguesa de autores com resultado positivo. A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) teve em 2005, um resultado positivo, o que acontece pela primeira vez desde 1998.

A assembleia geral da SPA aprovou ontem o Relatório e Contas relativo ao ano passado, com um resultado líquido de 565.760 euros.
A política de redução de custos iniciada por esta direcção desde a sua tomada de posse, no final de 2003, permitiu uma redução global desta rubrica, o ano passado, de 6,2% (menos 541.956 euros), enquanto as receitas cresceram 25,5% (1,76 milhões de euros).
Os fornecimentos e serviços externos foram reduzidos em 8,5% (menos 100 mil euros) e os encargos com pessoal em 13% (menos 836.684 euros).

Em contrapartida, as amortizações sofreram um incremento de 30% (mais 124.864 euros) devido à entrada em funcionamento de programas informáticos realizados pelo departamento de informática da Sociedade Portuguesa de Autores, bem como a rubrica de custos e perdas extraordinários, que teve um aumento de 290% (mais 274.017 euros) devido à amortização extraordinária de custos diferidos relativos a responsabilidades com benefícios de reforma de activos, que saíram entretanto da SPA. Em relação à cobrança de Direitos de Autor, no ano de 2005 verificou-se um acréscimo de 7,7% (mais 2,1 milhões de euros).

A actual administração iniciou, no final de 2003, o trabalho de recuperação da situação economico-financeira da SPA, tendo desenvolvido várias medidas de reorganização interna. Uma das principais medidas implementadas foi a renegociação, em novos moldes, dos contratos com a TV Cabo, o que permitiu um aumento de cobrança de direitos de autor na ordem dos 30%. Em curso continuaram as negociações com os canais privados de televisão TVI e a SIC.

Fonte: Diário Económico

Publicado por estaccs às 05:01 PM | Comentários (1)

MEDIA CAPITAL DISTRIBUI DIVIDENDOS

Empresa admite pagamento de dividendos ou recompra de acções em 2007. Media Capital distribui metade dos lucros que tiver 2006. Media Capital admite devolver um mínimo de 50% dos lucros de 2006 aos accionistas. Esse pagamento deverá ocorrer apenas se “nenhuma oportunidade atractiva aparecer”, refere o relatório da Media Capital sobre o exercício de 2005.

A empresa presidida por Pais do Amaral não pagou dividendos nos últimos três exercícios, podendo essa situação ocorrer em 2007. A Media Capital teve lucros superiores a 13 milhões de euros em 2005, e espera um ‘cash flow’ “em excesso” para o exercício de 2006.
A acontecer, a distribuição dos lucros pode ser feita através de pagamento de dividendos ou da recompra das acções da empresa.
Segundo John dos Santos, analista da Lisbon Brokers, o objectivo da Media Capital “está claro e é sempre positivo”, na medida em que mostra aos accionistas e ao mercado que “a empresa tem valor e os lucros vão subir”.

No entanto, mais do que os possíveis investimentos, “os accionistas fora do ‘core’” vão querer saber como vai ficar definido o controlo da empresa, na medida em que até 2007 muito pode acontecer. O mesmo analista refere ainda que o “’freefloat’ de acções muito baixo, devido às grandes posições da Prisa e da RTL” acaba por não favorecer muito os accionistas minoritários, no entanto, “o pagamento de dividendos pode ser o mais apetecível”.

Por outro lado, Pedro Mendes, analista Millennium BCP Investimentos, entende que “a recompra de acções é mais eficiente”, na medida em que não implica o pagamento de impostos. Para o analista, o facto de a Media Capital não ter pago dividendos em 2005 “não foi nenhuma surpresa”, não o sendo também o anúncio desse pagamento para 2007. Pedro Mendes vê o mercado dos media como bastante mutável mas acha que “pode até nem aparecer uma oportunidade de negócio em 2006”. E mesmo que surja um investimento, esse não tem forçosamente que impedir o pagamento de dividendos.

A Media Capital tem actualmente como principais accionistas a Prisa e a RTL, com 33% das acções cada, seguindo-se a Berggruen Holding com 6,42%; Pais do Amaral com 5,58% e a Caixa de Aforros de Vigo com 4,22%. As acções da empresa encerraram ontem a bolsa a subir 0,25%, para os 8,16 euros.

Fonte: Diário Económico

Publicado por estaccs às 05:00 PM | Comentários (0)

'RECORD' NÃO TEME GRATUITO

O Record está pronto para enfrentar o aparecimento de um gratuito desportivo em Portugal. "Estamos há muito preparados para um jornal desse tipo", avança ao DN o director do diário, Alexandre Pais, levantando em primeira mão uma ponta do véu "totalmente esclarecedora" do que está para vir: "Se alguém se chegar à frente, garanto duas coisas: nem sairá sozinho, nem será o primeiro. E não só a nível interno", reitera, "também em termos de dinâmica gráfica e de conteúdos ou de estratégia comercial".

Habituado a ponderar estratégias de futuro com base nos fluxos comerciais do presente, o director reconhece que um diário gratuito "poderia mudar completamente o panorama da imprensa desportiva ou ser um fracasso".

O mercado, muito pequeno, torna as repercussões imprevisíveis. Mas o Record está preparado, avisa Alexandre Pais. Salvaguardando, no entanto, o facto de não poder dizer mais nada sobre o projecto.

Num cenário de boom para os jornais gratuitos e de queda acentuada para a imprensa paga, uma nuvem mais veio pairar sobre os diários desportivos portugueses desde que se tornou público o lançamento em Abril, pela mão da Cofina, do primeiro jornal desportivo gratuito em Espanha.

Para já, o Penalty - é esse o nome da publicação gratuita, com marca e logótipo registados - apenas será distribuído em Madrid e Barcelona, sem prejuízo para os portugueses Record, A Bola ou O Jogo. E apesar de até ao momento ninguém ter avançado com um projecto idêntico para Portugal, a verdade é que o cenário tem sido comentado no meio. E foi com base nele que o Record se preparou antecipadamente para dar resposta ao eventual desafio.

'Gratuito seria insensato'

Numa altura em que as vendas dos jornais desportivos caíram em relação a 2004, acompanhando a tendência da imprensa generalista, o director de O Jogo não vê o eventual aparecimento de um gratuito desportivo com bons olhos. Muito pelo contrário.

"Se os três gratuitos existentes [Destak, Metro e Jornal da Região] já foram criados pelas piores razões, nomeadamente a de acabar com os outros diários pelo dumping, um desportivo seria ainda mais insensato e menos compreensível", afirma veementemente Manuel Tavares, apontando o dedo aos "custos incomportáveis" que a imprensa desportiva teria de suportar, caso quisesse continuar a pôr diariamente os seus jornais nas bancas. "Acredito que no mercado espanhol não fará diferença, mas em cá seria uma falácia. Deixava de haver margem para qualquer dinâmica."

Segundo Alexandre Pais, um problema que tem impedido a aventura dos gratuitos desportivos em Portugal prende-se com a distribuição da publicidade. "Antes de haver uma aposta dos anunciantes, o jornal teria de mostrar condições para se implantar. Seriam precisos meses de investimento sem retorno e é esse risco que ninguém parece querer correr. Além de que um diário gratuito não se faria com pouca gente", diz.

A direcção de A Bola não quis comentar o cenário.

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 04:58 PM | Comentários (0)

RSF APOIA 24 HORAS

A organização Repórteres sem Fronteiras manifestou ontem apoio aos jornalistas do “24 Horas” cujos computadores foram apreendidos pela Justiça. A organização internacional pediu às autoridades judiciárias portuguesas que respeitem o direito ao sigilo das fontes.

Em comunicado, a organização afirma que os jornalistas em causa, Jorge Van Krieken e Joaquim Eduardo Oliveira, foram "perseguidos pela justiça" por terem identificado num artigo nomes de altas figuras do Estado cujos telefones teriam sido alvo de escuta e faziam parte de uma listagem apensa ao processo de pedofilia na Casa Pia.

No dia 16 de Fevereiro, por ordem do Tribunal de Instrução Criminal, os seus computadores foram apreendidos e o jornal foi alvo de buscas, fundamentadas por alegado "acesso indevido a dados pessoais".

A organização Repórteres sem Fronteiras afirma que o direito de sigilo das fontes "deve prevalecer sobre o crime imputado aos jornalistas pelo juiz de instrução", ou seja, a divulgação de registos da Portugal Telecom.

"Este crime parece francamente menor relativamente às informações dadas pelos jornalistas, num caso grave que diz respeito à opinião pública", defende a organização.

O director do “24 Horas”, Pedro Tadeu, o presidente do Sindicato dos Jornalistas, Alfredo Maia, o presidente do Conselho Deontológico, Manuel Villas-Boas, o director de informação da SIC Notícias, Ricardo Costa, o director-geral de publicações da Global Notícias, Carlos Andrade, e o director-adjunto do “24 Horas”, Pedro Jorge Castro, são hoje ouvidos em audiência na Subcomissão de Direitos Fundamentais e Comunicação Social sobre esta questão.

Segundo Pedro Tadeu, a delegação vai manifestar-se contra "abusos ou excessos de autoridade" e apelar à "clarificação de algumas leis" das quais podem ser feitas interpretações abusivas e "pôr em perigo a liberdade de imprensa em Portugal".

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 04:57 PM | Comentários (0)

E ESTA?

A entrada da cofina no mercado espanhol está a gerar sobressalto no país vizinho. Ler aqui.

Publicado por estaccs às 04:38 PM | Comentários (0)

abril 01, 2006

PRÉMIO DE FOTOJORNALISMO

Uma imagem do funeral de um agente da PSP assassinado na Amadora em 2005, de Pedro Correia, fotojornalista do "Jornal de Notícias", venceu o Prémio de Fotojornalismo da Visão, cujas fotografias premiadas percorrerão o país em conjunto com a exposição World Press Photo.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 03:43 PM | Comentários (0)

AUTO-PROMOÇÃO

Em 2005, os canais de televisão passaram uma duração total superior de 845 horas de auto–promoção da estação.

A estação que mais tempo emitiu auto–promoção, num total de 349 horas, foi a SIC. Pelo contrário, a TVI foi o canal que dedicou menos tempo a estes espaços publicitários emitindo quase 236 horas. A RTP1 passou 260 horas de publicidade de auto-promoção.

Os números indicam ainda que a RTP1 emitiu uma média diária de 43 minutos de auto– promoção, a SIC de 57 minutos e a TVI passou 39 minutos.

No total de publicidade emitida pelas três estações, a auto–promoção na SIC teve maior peso, representando 16,7% da sua duração publicitária, e menor na TVI, onde teve um peso de 10%. A auto–promoção representou 16,3% da duração publicitária total no canal público.

Comparado com 2004, verificou-se um acréscimo de 6% na emissão da auto–promoção, o que significa cerca de 48 horas.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 03:40 PM | Comentários (0)

917 MIL BLOGONAUTAS

No ano passado, 917 mil portugueses com 15 ou mais anos acederam a blogs a partir de casa, revelam os dados do estudo Netpanel da Marktest.

De acordo com os mesmo dados, 65,1% dos internautas portugueses com 15 e mais anos consultaram blogs durante 2005. No mesmo período visitaram mais de 120 milhões de páginas de blogs, uma média de 131 por utlizador.

No total foram dedicadas mais de 1,6 milhões de horas a estes sites, o que significa uma média de 1 hora e 45 minutos por utilizador.

O mês de Janeiro foi que contabilizou mais visitantes a estas páginas, cerca de 394 mil. Domingo foi o dia da semana em que mais utilizadores acederam a blogs a partir de casa, 509 mil indivíduos.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 03:39 PM | Comentários (2)

2 MESES PARA ACABAR COM GOLDEN SHARE DA PT

A Comissão Europeia vai terça-feira instar Portugal a abandonar os direitos especiais (golden share) que detém na Portugal Telecom (PT), dando dois meses a Lisboa para resolver o assunto antes de recorrer ao Tribunal de Justiça.

Fonte comunitária disse que o colégio de comissários europeus, reunido em Estrasburgo terça-feira próxima, deverá formalizar a decisão através do envio de um «parecer fundamentado» no qual Lisboa é «solicitada oficialmente» a alterar a situação privilegiada do Estado na PT.

Esta decisão significa o início da segunda fase do processo de infracção iniciado em 14 de Dezembro do ano passado com o envio, na altura, de um pedido oficial de explicações.

Segundo a mesma fonte, depois de analisar a resposta das autoridades portuguesas, a Comissão Europeia mantém a sua opinião de que os direitos especiais funcionam como um desincentivo ao investimento estrangeiro, o que viola as regras comunitárias.

Os serviços do comissário europeu responsável pelo Mercado Interno e Serviços, Charlie McCreevy, defendem que os direitos especiais detidos pelo Estado e entidades públicas na PT vão contra as regras do Tratado da Comunidade Europeia no que respeita à livre circulação de capitais e direito de estabelecimento no território europeu.

Entretanto, o primeiro-ministro, José Sócrates, renovou quarta- feira na Assembleia da República a garantia de que o Governo irá manter os direitos especiais que tem na PT.

«Já anunciamos que queremos manter a golden share, pois essa é uma questão de interesse público», afirmou José Sócrates, questionado por um parlamentar sobre questão das OPA lançadas pela Sonae sobre a PT e pelo Banco Comercial Português (BCP) sobre o Banco Português de Investimento (BPI).

O Estado é accionista da PT, na qual detém uma participação preferencial (golden share) constituída por 500 acções do tipo A e uma participação ordinária de 1,18% do capital.

As acções preferenciais conferem ao estado na prática, poder de veto sobre a escolha de um terço dos administradores da empresa, incluindo o presidente do conselho de administração.

Esta participação dá também ao Estado, na prática, poder de veto sobre a aplicação dos resultados do exercício, sobre a definição dos «princípios gerais de política de participações em sociedades» e, também, sobre «aquisições e alienações, nos casos em que aqueles princípios as condicionem à prévia autorização da assembleia geral.»

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 03:38 PM | Comentários (0)