« fevereiro 2006 | Entrada | abril 2006 »

março 31, 2006

JOSÉ MANUEL BARROSO É O NOVO PRESIDENTE DA LUSA

O jornalista José Manuel Guerreiro Barroso foi esta sexta-feira nomeado presidente do Conselho de Administração da agência noticiosa portuguesa, substituindo no cargo Almerindo Marques.

O jornalista José Manuel Guerreiro Barroso foi esta sexta-feira nomeado presidente do Conselho de Administração da agência noticiosa portuguesa, substituindo no cargo Almerindo Marques.

A informação foi avançada ao Diário Digital por fonte da Lusa, que revelou que a nomeação foi feita esta manhã, em Assembleia Geral, na qual foram também escolhidos os restantes elementos dos corpos sociais.
Administrador-delegado da Agência Lusa desde Dezembro de 2004, José Manuel Guerreiro Barroso é acompanhado, nesta sua nova função, por Teresa Isabel Carvalho Costa, que assume o cargo de presidente da Mesa da Assembleia Geral, e por Maria Leonor Saldanha Ferreira Carreira da Cunha Torres, nova presidente do Conselho Fiscal.

A escolha de José Manuel Barroso, que entrou em funções já esta sexta-feira, logo após a Assembleia Geral


FONTE: Diário Digital
(Ana Catarina Brandão)

Publicado por estaccs às 02:28 PM | Comentários (0)

RDP ÁFRICA COMEMORA DEZ ANOS ESTE SÁBADO

A RDP África completa este sábado dez anos de existência. No âmbito do aniversário, a equipa da emissora desloca-se, durante o mês de Abril, a Coimbra, Faro e Porto, avançou esta sexta-feira o jornal Público.

A RDP África completa este sábado dez anos de existência. No âmbito do aniversário, a equipa da emissora desloca-se, durante o mês de Abril, a Coimbra, Faro e Porto, avançou esta sexta-feira o jornal Público.

«Emitir só para Lisboa fazia sentido quando a comunidade africana se concentrava na capital», defendeu Jorge Gonçalves, director das antenas internacionais, RDP Internacional e África, sobre a necessidade de responder à comunidade imigrante africana fora de Lisboa.
«Há um grande papel da RDP África na ligação, no estabelecer da ponte entre os africanos de Portugal e os diversos países. Gente que ouve a rádio e que não perde uma oportunidade para, através dela, falar com alguém do outro lado», referiu Ricardo Jorge, jornalista da estação.

Ricardo Jorge expressou ainda a vontade de, no futuro, «ter meios para ir mais longe, para que sejamos ouvidos fora de Lisboa. Temos a percepção que há vontade das comunidades fora da capital de também elas participarem das nossas emissões».

Jorge Gonçalves considera que o conselho de administração reconhece a «importância estratégica do projecto», mas ainda não há datas sobre quando se fará o alargamento da emissão da rádio, em território nacional, para fora da capital. «Esperemos que não demore dez anos», ironizou Ricardo Jorge.


FONTE: Diário Digital
(Ana Catarina Brandão)

Publicado por estaccs às 11:17 AM | Comentários (1)

SONAECOM QUER FICAR APENAS COM 50 POR CENTO DAS TELECOMUNICAÇÕES FIXAS

A Sonaecom propôs-se ficar apenas com 50 por cento do mercado fixo de telecomunicações na proposta que entregou à entidade reguladora, no âmbito da Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada sobre a Portugal Telecom, disse ontem à noite o presidente da empresa.

A Sonaecom propôs-se ficar apenas com 50 por cento do mercado fixo de telecomunicações na proposta que entregou à entidade reguladora, no âmbito da Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada sobre a Portugal Telecom, disse ontem à noite o presidente da empresa.

Este mercado inclui a rede fixa, o negócio grossista, televisão e acesso à Internet em banda larga.

Paulo Azevedo, que falava num jantar promovido pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC), disse que "quer uma rede [fixa], quer outra [cabo], têm capacidade de prestar serviços aos clientes" como banda larga, televisão, música ou jogos digitais.

"Acredito que estão aqui [no negócio fixo] em concorrência duas marcas", adiantou Paulo Azevedo.

A operadora que "ficar com a rede de cobre terá incentivo para colaborar com empresas de acesso indirecto, serão parcerias na luta de mercado com a empresa que obtiver a rede de cobre", disse o presidente da Sonaecom.

Já no negócio móvel, a Sonaecom pretende aumentar a quota, de 45 para 63 por cento, com a fusão da operadora TMN com a Optimus.

"A solução nesta proposta seria uma posição bastante favorecida no mercado móvel. Acreditamos bastante nisso", sublinhou Paulo Azevedo.

"O que acontecerá no mercado móvel não será mau para o mercado português", caso a OPA lançada sobre a PT tenha sucesso, garantiu o presidente da operadora.

Sobre a concorrente Vodafone, Paulo Azevedo considerou que a operadora "não se sentirá assustada com um ‘player’ com sete milhões de clientes", já que "tem uma dinâmica que não será necessariamente inferior à de hoje".

"É difícil manter a proposta [OPA] se não formos capazes de pôr em valor as sinergias de custos da Optimus e da TMN, mas sem custos com as sinergias de mercado", sublinhou.

"Julgo que há razões para acreditar que todas as preocupações [em termos de concorrência] serão acauteladas", disse.

Paulo Azevedo adiantou que o negócio móvel foi o "segmento que mais se globalizou", pelo que a aposta passará pela competitividade.

Essa competitividade passa pela compra de telemóveis mais baratos, pela aposta no desenvolvimento de novas aplicações e mais rentabilidade, segundo o responsável.

O lançamento da OPA sobre a Portugal Telecom, afirmou, tem como "propósito fazer uma grande empresa no mundo internacional, autónoma de outros operadores com os seus próprios meios".

"Estamos perante uma empresa [PT] que é atípica" porque tem ainda interesses grandes do Estado e que gera dúvidas da autoridade da concorrência em relação à sua posição dominante, explicou.

Paulo Azevedo disse ainda que não é possível fazer OPA concertadas, uma vez que tal inviabilizaria o negócio. "Não existe maneira de o fazer de outra forma", concluiu.

Classificando o prémio de dois mil milhões de euros propostos aos accionistas da PT como "arrojado", Paulo Azevedo afirmou que a Sonaecom ofereceu "uma fatia de 'leão' da valorização da nova estrutura [futura empresa]".

Sobre a entrada no mercado português de operadores móveis virtuais, Paulo Azevedo manifestou-se disponível para "discutir o assunto".

Em relação à internacionalização, o presidente da Sonaecom disse que no negócio da rede cabo "existe um cenário de consolidação incompleto na União Europeia" e que nas tecnologias da informação existe a possibilidade de "fazer duas [empresas] de igual sucesso" às da WeDo e Enable. Estas duas empresas pertencem à Sonaecom e operam na área das tecnologias de informação.

No início de Fevereiro, a Sonaecom lançou duas OPA sobre a Portugal Telecom e sobre a PT Multimédia.


FONTE: Público (online)
(Ana Catarina Brandão)

Publicado por estaccs às 11:14 AM | Comentários (1)

BARROSO SUBSTITUI ALMERINDO

O actual administrador-delegado da Lusa, José Manuel Barroso, deverá ser o novo presidente da agência de notícias, substituindo assim Almerindo Marques, adianta a edição de sexta-feira do Jornal de Negócios.

Segundo o jornal, essa é a intenção do ministro Santos Silva e será comunicada hoje na Assembleia Geral que vai escolher o conselho de administração para os próximos três anos. O ministro da tutela da Comunicação Social também não apoia a continuidade do vice-presidente, Ponce Leão, e do vogal, Gonçalo Reis na gestão da Lusa. Para os seus lugares especula-se que entrem representantes da Direcção-Geral do Tesouro.

Os grupos Impresa e Global Notícias, accionistas privados da Lusa, estão interessados em manter a estrutura que administra actualmente a agência de notícias, pelo que poderão impugnar as propostas.

A Assembleia Geral vai designar os órgãos sociais e votar as contas de 2005. O Estado, maior accionista da Lusa, «apresentará a proposta para os novos órgãos sociais», que, segundo Santos Silva, ainda «não estão designados» porque os accionistas privados têm que ser «informados em primeiro lugar».

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 09:43 AM | Comentários (0)

IMPRENSA E EXÉRCITO, ESTRANHO CASAL

Posta em prática na invasão do Iraque pela coligação anglo-americana, a integração de jornalistas nas unidades de combate parece ter agradado a todos. É o que conclui um relatório confidencial encomendado pelo Pentágono.

Na Primavera de 2003, quando as forças anglo-americanas se preparavam para intervir no Iraque e pôr fim ao regime de Saddam Hussein, diversos temas agitaram os media de todo o mundo. O primeiro foi o das armas de destruição maciça que se suspeitava estarem na posse do ditador iraquiano. A maioria dos jornais americanos, entre os quais o The Washington Post, tinha levado a sério as afirmações da Casa Branca, segundo as quais o Iraque seria uma ameaça para a paz.

Nos “media” audiovisuais, como a Fox News, persuadidos da justiça dos propósitos da Administração Bush, o apoio à guerra não suscitou qualquer contestação. Por esse motivo, era essencial para todos esses órgãos de informação estarem presentes no teatro de operações.

Preocupados em evitar o fiasco mediático da primeira guerra do Golfo, em 1990-1991, durante a qual os jornalistas se transformaram em porta-vozes das forças aliadas, por não poderem estar no terreno, os principais meios de comunicação americanos aceitaram o principio de enviar jornalistas integrados em unidades de combate (“embedded”), a fim de poderem relatar eles próprios as operações.

Estudo secreto durante um ano

A experiência que fez correr muita tinta quando foi lançada, foi objecto de um relatório oficial encomendado pelo Pentágono, do qual a Editor&Publisher obteve um exemplar. Realizado entre Maio de 2003 e Abril de 2004, o estudo – que custou cerca de 165 mil euros – esteve classificado como secreto durante mais de um ano, relata a revista.

Este desejo de confidencialidade talvez se explique pelas “revelações surpresa” que o relatório contém. De facto, enquanto muitos dos jornalistas integrados reivindicavam alto e bom som a sua liberdade de escrever ou captar imagens, o documento afirma que “os jornalistas pediam muitas vezes aos responsáveis militares que relessem ou visionassem as reportagens, antes de as enviarem às suas redacções, a fim de confirmarem a exactidão das mesmas”. Ainda que não tivesse sido apontado nenhum caso de censura, este método de trabalho suscita muitas questões quanto à independência destes jornalistas, durante as operações efectuadas no Iraque, a partir da Primavera de 2003.

Não surpreende, pois, que o Pentágono considere o programa dos “integrados” um êxito e deseje tirar proveito disso para o futuro. “Os militares ficaram impressionados com a qualidade dos jornalistas integrados. Vários responsáveis no terreno, que não tinham jornalistas nas suas unidades, chegaram a manifestar a sua decepção, pois não beneficiavam da mesma cobertura de que gozavam as unidades que tinham jornalistas integrados”, escreve a Editor&Publisher, baseando-se em dados incluídos no relatório do Pentágono.

“Em certa medida, o programa foi proveitoso, designadamente porque se estabeleceram ralações de confiança entre o comando militar e os jornalistas destacados para as unidades. Pouco a pouco, as duas partes compreenderam o interesse de trabalharem em conjunto”, confirma o documento, que assinala ainda que “sete em cada dez responsáveis de unidade deram informações confidenciais aos jornalistas para os ajudar a compreender melhor a natureza das operações e a sua execução”.

Esta vontade de dar um pouco mais explica-se, talvez, pela necessidade de conservar aqueles jornalistas à disposição, na medida em que o relatório do Pentágono mostra que, dos 692 jornalistas integrados presentes durante a primeira fase de operações, que durou até à queda de Bagdade, em finais de Abril de 2003, só restavam 19 no início do mês de Junho. “As redacções tiveram muita pressa de chamar de volta os seus jornalistas”, lamentam os autores do relatório, na medida em que “estes não puderam relatar os grandes êxitos ligados à reconstrução do Iraque”.

É neste ponto que as autoridades americanas tencionam trabalhar melhor no futuro, aquando de próximos conflitos. Considerada globalmente positiva, esta primeira experiência de jornalismo integrado nas operações militares constitui a base de uma futura colaboração estreita entre as duas instituições, “quando os jovens comandantes de unidade assumirem maiores responsabilidades e quando os jornalistas se tornarem produtores, redactores-chefes ou directores de agências”.

Todos parecem estar de acordo sobre o facto de esta colaboração estar apenas no princípio e poder vir a conhecer desenvolvimentos interessantes.


Fonte:
Courrier Internacional

João Pedro Lobato

Publicado por estaccs às 02:07 AM | Comentários (0)

IMPRENSA ESCRITA: O FIM DE UMA ERA?

Os números não enganam. E eles demonstram que, cada vez menos, as pessoas compram jornais. Os jornais gratuitos e on-line ganham terreno no mercado informativo fazendo pairar no ar de que uma nova era na informação de massas vem aí para dominar.

Em breve, comprar um jornal impresso poderá deixar de ser um hábito normal. Estaremos a exagerar? Temos razões suficientes para crer que não. Os tempos mudam e os hábitos e necessidades das pessoas mudam igualmente. Longe vai o tempo em que desfolhar as páginas de um jornal era a nossa única fonte de acesso a tudo aquilo que de relevante acontecia no mundo.

O mundo tecnológico em que actualmente vivemos deu-nos acesso a todo um conjunto de instrumentos que são capazes de fazer remontar ao tempo da pré-história objectos tão simples como o papel, caneta ou lápis. O computador pessoal veio intensificar ainda mais essa ideia, e o aparecimento e desenvolvimento da Internet veio provocar o acesso à informação a uma escala global nunca antes imaginada. Para mais, sabendo que vivemos numa era em que o fluxo de informação corre a um ritmo frenético e que o que o que aconteceu à meio dia atrás já não satisfaz a nossa necessidade de informação, somos obrigados a reflectir sobre qual será o papel da imprensa escrita num futuro dominado pelos meios tecnológicos e pela necessidade de actualização a toda a hora.

A juntar ao ataque da internet, temos também o aparecimento de uma imprensa gratuita que ameaça roubar leitores à imprensa paga. Contudo, esta nunca poderá aspirar a dominar o panorama da imprensa escrita. Um jornalismo rigoroso, credível e de boa qualidade será sempre uma vantagem que a imprensa de venda ao público terá em relação aos jornais gratuitos. Estes últimos nunca conseguirão atingir os níveis de qualidade dos primeiros, dado que o seu primeiro objectivo é promover os produtos publicitados nas suas edições e só depois informar, coisa que não acontece com a imprensa tradicional, cujos principais objectivos são informar e consequentemente lucrar com isso.

Vivemos numa época de consumo rápido, em que a informação por vezes se apresenta, igualmente, como algo a ser rapidamente consumido. É através desta peculiaridade, da sociedade contemporânea, que a imprensa gratuita poderá roubar uma pequena parte dos leitores de jornais pagos, mas nunca uma fatia considerável. O perigo, portanto, não advém daqui. Os verdadeiros adversários são sem dúvida os jornais on-line.

É inevitável o facto de que um dia todos teremos um computador pessoal com ligação à internet, através do qual teremos acesso a todo um conjunto de informações através de portais e jornais on-line. Informações essas que poderão ser rigorosas, credíveis e de boa qualidade, tal como se apresenta em grande parte da imprensa escrita, coisa que aliás já acontece actualmente. As grandes vantagens estarão no seu acesso bastante prático e na possibilidade de constante actualização das notícias disponíveis. O que actualmente é impraticável e quase impossível por parte da imprensa escrita. Ora, tendo em conta a era em que vivemos, tal não se apresenta mais como aceitável.

Isto não significa o desaparecimento dos jornais dos postos de venda, antes a perca, por parte destes, do monopólio da informação para o jornalismo on-line. As exigências de um futuro cada vez mais tecnológico assim o obrigarão. É apenas uma questão de tempo. A imprensa escrita sobreviverá, mas o futuro a ela não pertencerá.

João Pedro Lobato

Publicado por estaccs às 01:08 AM | Comentários (0)

março 30, 2006

COMBATE AO SOFTWARE ILEGAL

A Microsoft Portugal apresentou esta quinta-feira a maior iniciativa de sempre na área do combate à pirataria de software no nosso país. O primeiro passo é a «Campanha 1-2-3», que teve início a 20 de Março.

Com o objectivo de reduzir a economia subterrânea e, ao mesmo tempo, conduzir o mercado para a concorrência leal, o gigante da informática percorre, até 30 Junho, o projecto que se fundamenta nas acções de avaliar, reeducar e agir.

Dirigida às mais de 4500 empresas que compõem o canal de distribuição da Microsoft em Portugal, a luta contra o software ilegal prevê acções de controlo através de visitas aos revendedores e a possibilidade destes beneficiarem de um programa de reeducação na área.

A empresa acredita que 30% das visitas resultem em detecções ilegais. Na segunda vaga de controlo, os seis investigadores podem actuar na máxima extensão da lei de forma a proteger os direitos de propriedade intelectual, caso se continuem a verificar as falhas.

Para Luís Sousa, director do segmento de pequenas e médias empresas da Microsoft, «a utilização de software ilegal é um fenómeno grave e impede o sector das tecnologias da informação (TI) de crescer».

Segundo um estudo elaborado pela IDC, Portugal poderia crescer 42% na área das TI se conseguisse uma redução de 10% na pirataria informática, passando dos actuais 40% para 30%.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 11:48 PM | Comentários (0)

TERRORISMO: FAPE CONTRA IPI

El presidente de la Federación de Asociaciones de la Prensa de España (Fape), Fernando González Urbaneja, no comparte el informe del Instituto Internacional de Prensa (IPI) sobre la libertad de los medios en España y lamenta que "no se haya informado bien".

En su informe anual de libertad de prensa, divulgado en Viena, el IPI destaca que los medios de comunicación españoles siguen con problemas para cubrir "temas tabúes" como el terrorismo.

Los analistas del instituto destacan en ese sentido el caso del corresponsal en España de la emisora Al Yazira, el periodista de origen sirio Taysir Alouni, condenado el año pasado a siete años de cárcel por presunta colaboración con la red terrorista Al Qaeda.

Asimismo, mencionan el caso de la clausura del rotativo vasco 'Euskaldunon Egunkaria' por sus supuestas relaciones con la banda terrorista ETA.

Para el IPI, cinco de los siete periodistas vascos detenidos y procesados por supuesta relación con ETA tras el cierre de este periódico afirman haber sido torturados por la Policía española.

Fernando González Urbaneja ha mostrado su respeto por el IPI, una red mundial de editores y propietarios de medios de comunicación de más de cien países de todo el mundo. Sin embargo, ha asegurado que este organismo tiene "mala información" y ha destacado que en España "no son esos casos los que más preocupan a los periodistas, que tienen temas mucho más relevantes".

Según Urbaneja, el presidente del IPI, Johann P. Fritz, visitó hace unos meses la sede de la Fape en Madrid y pronunció una conferencia "muy interesante" sobre la libertad de expresión. Según ha relatado, no habló con él de los casos citados en el informe.

En el capítulo dedicado a España, el IPI menciona también la decisión de la Justicia española en 2005 de confirmar la validez de una orden de captura contra tres soldados estadounidenses supuestos responsables de la muerte a tiros del cámara de televisión José Couso, durante la cobertura de la guerra en Irak en abril de 2003.

Además, incluye la batalla legal que mantienen los periodistas José Luis Gutiérrez y Rosa María López, ambos del desaparecido 'Diario 16' y acusados de haber vulnerado en 1995 el honor del ya fallecido Rey Hasán II de Marruecos.

La Asamblea General del IPI, celebrada el pasado 23 de mayo en Nairobi, instó en una resolución al Gobierno español a retirar la ley que permitió en su momento acusar y condenar a los dos periodistas por los supuestos insultos.

El IPI también critica al Parlamento catalán por ampliar las funciones del Comité Audiovisual de Cataluña (CAC), que quiso revocar la licencia de la cadena de radio Cope en esa comunidad autónoma.

Fonte: El Mundo

Publicado por estaccs às 11:45 PM | Comentários (0)

DEPUTADOS DEFENDEM SIGILO

Os deputados da subcomissão parlamentar de Direitos Fundamentais e Comunicação Social concordaram hoje com a necessidade de reforçar o sigilo profissional dos jornalistas, no âmbito das próximas alterações legislativas.

A subcomissão ouviu hoje uma delegação de jornalistas encabeçada pelo director do 24Horas, Pedro Tadeu, que pediu uma «reavaliação da lei de protecção de dados pessoais», evocada pelo Tribunal de Instrução Criminal para realizar buscas e apreender computadores na redacção daquele jornal. noticia a agência Lusa.

Estas buscas, devido a um alegado «acesso indevido a dados pessoais», ocorreram depois da publicação de uma notícia pelo jornal 24Horas que revelava que a facturação telefónica de altas figuras do Estado tinha sido incluída no processo Casa Pia.

Na opinião de Pedro Tadeu, as buscas, que se estenderam à casa do jornalista free-lancer Jorge Van Krieken, «abriram um precedente» que «pode pôr em perigo a liberdade de expressão».

O director do 24Horas disse pretender alertar os deputados para o facto de ter encontrado «várias lacunas na lei ou pelo menos a interpretação de leis que levam a que situações como as buscas ao 24Horas possam ocorrer».

Tadeu referia-se à lei de protecção de dados e ao direito à protecção das fontes dos jornalistas estabelecido na Lei de Imprensa e no Estatuto do Jornalista.

«Está recorrentemente a acontecer que o poder judicial peça a revelação das fontes», disse.

O deputado socialista Arons de Carvalho revelou que a alteração do Estatuto do Jornalista - cujo ante-projecto está a ser discutido com os parceiros sociais - vai estipular que «a revelação das fontes possa ser ordenada pelo tribunal» quando estejam em causa a investigação de «crimes graves contra as pessoas ou a segurança do Estado».

Deverá ser também introduzida uma alteração que estipulará que «a busca em órgãos de comunicação social só pode ser ordenada ou autorizada pelo juiz, o qual presidirá pessoalmente à diligência, avisando previamente o presidente da organização sindical dos jornalistas com maior representatividade para que o mesmo, ou um seu delegado, possa estar presente».

«Este texto foi feito antes destes acontecimentos e não tem em conta eventuais ensinamentos que daí possam ser extraídos», disse Arons de Carvalho, admitindo que «talvez seja necessário prever o máximo de casos concretos» para a realização de buscas.

O presidente do Sindicato dos Jornalistas, Alfredo Maia, que integrou a delegação ouvida hoje na subcomissão parlamentar, disse que o ante-projecto «pode ser melhorado» e que as regras sobre buscas judiciais «devem ser estendidas ao domicílio dos jornalistas para abranger os profissionais free-lance».

O deputado do PSD Luís Montenegro garantiu, por outro lado, que as preocupações manifestadas pela delegação de jornalistas «serão tidas em linha de conta» no processo de «alteração das leis penais» e numa eventual alteração à lei de protecção de dados pessoais.

Fonte: Portugal Diário

Publicado por estaccs às 11:30 PM | Comentários (0)

IMPRENSA AINDA TEM FUTURO

Na direcção de 151 títulos, John Huey acredita que os grandes títulos poderão sobreviver à Net conquistadora. Mas esse facto não o impede de investir neste sector efervescente.

Nos últimos tempos, a maioria dos grandes artigos sobre a imprensa sublinha a dificuldade de enfrentar o fim da época de ouro dos monopólios e oligopólios dos meios de comunicação do século XX, de conciliar os imperativos das novas tecnologias e a economia de mercado, por um lado, e os valores culturais intangíveis, por outro, e de dar às pessoas o supérfluo que pretendem ou o necessário de que precisam. E como os patrões dos grandes meios de comunicação entraram em cena pouco antes do fim dos bons velhos tempos, os mais inteligentes, até os mais optimistas por natureza, andam… tristonhos, para não dizer desmoralizados.

Basta ver John Huey. Em 1 de Janeiro de 2006 tornou-se o patrão editorial de todas as revistas (à excepção – “infelizmente”, diz – da Mad) do grupo Time Warner. O próprio nome Time Inc., com os seus 151 títulos, é um vestígio nostálgico, como a fachada de um velho prédio por detrás da qual se construiu uma torre moderna. Huey nunca pareceu prometido a um futuro brilhante. É certo que tinha uma honrosa carreira na imprensa, mas aos 45 anos era um simples redactor na revista Fortune. Até que em 1995, o vento virou a seu favor. O seu antigo chefe no Wall Street Journal, Normal Pearlstine, foi nomeado director de redacção da Time Inc. quando a Internet estava em pleno desenvolvimento. Pearlstine promoveu-o a chefe de redacção da Fortune. Huey aproveitou ao máximo para a tornar uma revista mais informativa, incisiva, sexy, divertida, numa palavra, excelente. E também escolheu o momento certo para sair e passar a ser o braço direito de Pearlstine precisamente no momento em que a bolha Internet terminava.

O Importante e o interessante

John Huey é apenas o sexto director da redacção Time Inc., o que acrescenta prestígio ao cargo. Como todos os seus antecessores, Huey é inteligente e destila orgulho. Mas também é exuberante e de esquerda, de uma forma autêntica, insolente, simpática. É um homem com piada.

Há alguns anos, quando um jornalista lhe perguntou o que sentia após ter irritado o pessoal antigo da Time Inc. ao recorrer a pessoas do exterior para dirigir as revistas, respondeu com uma franqueza desconcertante: “A assiduidade irrepreensível nem sempre é recompensada”. Mas a contratação não constitui visivelmente a prioridade. A empresa acaba de despedir 105 quadros e está iminente outra leva. É uma empresa muito rentável – mais de mil milhões de lucros por ano para um volume de negócios de 4,7 mil milhões de euros – mas isso só interessa a Huey na medida em que lhe permite contratar os melhores jornalistas para fazer jornalismo de qualidade. “Para certas revistas, o importante não é apenas o lucro, mas termos a confiança do público. A Time não é a publicação que obtém mais lucros” – longe disso – “mas o lucro continua a ser o mais importante”, explica. Será que este tipo de discurso não desagrada às outras equipas de redacção? O facto é que só um punhado de títulos do grupo produz um verdadeiro jornalismo “que goza da confiança do público”. E não são os menos importantes que sofrem mais. Em 2005, as páginas de publicidade da Fortune e da Time diminuíram 10 e 12,2 por cento respectivamente.

O público da Time é constituído, em partes quase iguais, por mulheres e homens, mas desde há alguns anos, os outros títulos do grupo dividem-se em duas categorias, cada uma dirigida a um sexo. E é a parte feminina que aguenta o grupo – nomeadamente o semanário People, que contribui com 30 por cento para os lucros. O seu sucesso dá vertigens a Huey. Mas, sem que lhe perguntem, ele define o que distingue as duas principais revistas da Time Inc.: “A Time fala de tudo o que é importante e a People de tudo o que importa pouco, mas interessa a toda a gente”.

Nos derradeiros instantes da bolha Internet, a empresa comprou a Business 2.0, a revista da nova economia, por 56,5 mil milhões de euros. “O que retrospectivamente”, admite Huey, falando do preço, “não parece ter sido muito inteligente. Mas, então, que papel tem o investimento da era Internet no sector da comunicação social?” Foi preciso injectar mais cerca de 33,5 milhões de euros na revista. A sua fé não parece muita sólida. “Mas penso que vai sobreviver”, diz John Huey.

Continua a acreditar na nova economia – de uma maneira agnóstica – no que se refere às plataformas mediáticas. Pergunto-lhe se tem projectos puramente digitais. “Vamos lançar um muito em breve. Não é uma revista. Nem sequer jornalismo. Toda a gente vai dizer, «Mas o que é que iria pensar Henry Luce, o fundador do grupo Time?»”. Todos disseram a mesma coisa em 1974, em relação à People, e também cerca de 20 anos antes, no lançamento da Sports Illustrated, e vinte anos antes, da Life. Quando a Time inventou a revista de actualidades, muitos foram os que viram nela uma espécie de mutante jornalístico extraviado. O ADN evolutivo do grupo Time Inc. exige que ele saiba sempre qual será o próximo grande meio de comunicação popular, que o execute bem e o torne respeitável. Quanto ao arranque iminente do projecto popular em linha, Huey afirma: “Toda a gente vai dizer porque é que a Time Inc. se está a lançar numa tal aventura?” Trata-se de um «site» que vai propor pequenos filmes divertidos (entenda-se grosseiros e lascivos), de animação ou não, aos jovens indolentes que trabalham em escritórios. É isso que deixa certas pessoas contrariadas.

Life renasce das cinzas

Sob o reinado de Huey, assistir-se-á igualmente ao nascimento de novas revistas em papel. Afirma sentir-se obrigado a “encontrar novos títulos que sejam interessantes”. Em dois anos, os Estados Unidos acolheram três recém-chegados: Cottage Living, a revista feminina das grandes superfícies Wal-Mart All You e, renascendo das cinzas, Life. A ressuscitada Life é distribuída como suplemento de fim-de-semana em cerca de 80 jornais. “Se resultar, a Life é certamente a última revista de massas a chegar ao mercado”. Corrijo: para sempre? “Talvez. Provavelmente”. Pergunto-lhe tendo em conta o esplendor passado da Life se não é um bocado triste presidir aos destinos desta coisa diminuída, medíocre, que recuperou o nome Life? É a sua vez de fazer má cara. “Sou obrigado a responder?”. É deprimente mas é assim.

No fim da nossa conversa, interrogo-o sobre o futuro da imprensa periódica. “A grande questão que todos colocam a si próprios [na Time Inc.] é em que medida [as dificuldades actuais] são de natureza cíclica ou a tendência é secular”, responde. Uma grande parte é secular – ou seja, permanente. Gostaríamos de acreditar que o confronto entre a Internet e a imprensa é semelhante àquele que opôs a televisão à rádio nos anos 50. O recém-chegado não elimina forçosamente o existente. Mas, na minha opinião, a imprensa de hoje parece-se mais com os veleiros de 1860 – sempre dominantes, mas vivendo os seus últimos dias de glória. Acredito que é o princípio do fim para os jornais. “Espero que não”, replica Huey. “Se pensasse que estavam mortos, teria feito outra coisa”. O meu triste lamento deixou este homem divertido e entusiasta um pouco melancólico. “A maioria das pessoas na América gostaria de ver a Time sobreviver, mesmo que não se aperceba disso”. Neste aspecto tem, evidentemente, razão.

Por Kurt Andersen (New York Magazine)

Fonte:
Courrier Internacional – Nº 50 (17 a 23 de Março de 2006)

João Pedro Lobato

Publicado por estaccs às 11:17 PM | Comentários (0)

JILL CARROLL LIBERTADA

A jornalista norte-americana Jill Carroll, foi hoje libertada pelos seus sequestradores em Bagdade, e surgiu em boa forma na estação televisiva Baghdad, do Partido Islâmico Iraquiano, afirmando ter sido bem tratada durante os três meses de cativeiro.

«Eles trataram-me bem. Sinto-me em boa forma e quero reencontrar-me rapidamente com a minha família», declarou a jornalista, que envergava um vestido largo e tinha a cabeça coberta por um lenço islâmico.

Jill Carroll foi filmada no gabinete de Tarek al-Hachemi, líder da formação sunita do Partido Islâmico Iraquiano, que anunciou a libertação.

Os sequestradores «autorizaram-me uma única vez a ler um jornal e uma única vez a ver televisão mas não foi o suficiente para ter uma ideia do que se passava no mundo», relatou. «Só estava autorizada a deslocar-me entre o quarto e as casas-de-banho», acrescentou.

Al-Hachemi ofereceu-lhe as insígnias do seu partido e um exemplar do Alcorão, no final da breve entrevista televisiva, e pediu-lhe para «não se esquecer do povo iraquiano», afirmando que a sua libertação é «uma expressão do que é o verdadeiro Islão».

«Quero expressar nesta ocasião as minhas felicitações à sua família e ao povo norte-americano, estou satisfeito com a sua libertação, é um momento histórico para o Partido Islâmico», declarou ainda Al-Hachemi.

A secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, manifestou-se satisfeita hoje em Berlim, após o anúncio da libertação da jornalista.

«É uma grande alegria, um grande alívio para os Estados Unidos, para o povo norte-americano e, tenho a certeza, para todos os povos do mundo», declarou Rice, numa conferência de imprensa em Berlim sobre o «dossier» nuclear iraniano.

Jill Carroll, de 28 anos, jornalista do diário norte-americano Christian Science Monitor e a viver em Bagdade desde 2003, foi sequestrada a 07 de Janeiro em Bagdade, quando se dirigia para uma entrevista com Adnan Dulaimi, líder da lista sunita da Frente da Concórdia que faz parte do Partido Islâmico.

O seu intérprete foi morto no ataque, ocorrido a cerca de 250 metros do escritório de Dulaimi.

Os sequestradores ameaçavam matá-la se as mulheres iraquianas detidas em prisões no Iraque não fossem libertadas até 26 de Fevereiro.

O anúncio da sua libertação surge uma semana após a inclusão numa operação da Força Multinacional em Bagdade de três organizações humanitárias ocidentais e um dia depois de um apelo lançado pela sua irmã gémea ao povo iraquiano, na estação televisiva Al-Arabiya.

Fonte: Expresso on line

Publicado por estaccs às 12:58 PM | Comentários (0)

ALMERINDO SAI DA LUSA

O Governo não reconduzirá Almerindo Marques na presidência da Lusa, que, amanhã, se reúne em Assembleia Geral (AG) para escolher o Conselho de Administração para os próximos três anos. Os accionistas privados da agência de notícias, apurou o CM, poderão impugnar a lista proposta pelo ministro Augusto Santos Silva.

A Impresa, de Francisco Pinto Balsemão, e a Global Notícias, presidida por Joaquim Oliveira, como o nosso jornal noticiou, queriam que o presidente do Grupo RTP se mantivesse à frente da administração da Lusa, pelo menos até 2007, altura em que o gestor termina o mandato na televisão e rádio do Estado.

Aliás, como o CM também adiantou, aqueles accionistas privados gostariam inclusive de manter a estrutura , não só porque ela é directamente responsável pelos melhores resultados de sempre da agência – em 2205, em termos de negócio corrente, obteve cerca de 1,9 milhões de euros –, mas, também, porque, para este ano, estão previstos desafios importantes para a empresa e, daqui por dois anos, contam colher dividendos.

Mas Augusto Santos Silva, ministro com a tutela da Comunicação Social, segundo as nossas fontes, tem uma ideia diferente para a agência, que passa pela saída de Almerindo Marques, cujo mandato terminava a 28 de Fevereiro. Admite-se, também, embora ninguém o confirme, que o vice-presidente, Ponce Leão, e o vogal, Gonçalo Reis, administradores do Grupo RTP, poderão, igualmente, deixar a gestão da Lusa. Para os lugares de Leão e Reis é previsível que entrem representantes da Direcção-Geral do Tesouro. Um professor do ISCTE, segundo apurou o nosso jornal, será chamado para o novo Conselho de Administração da Lusa.

Na AG de amanhã, para lá da votação das contas de 2005, serão designados os órgãos sociais para o próximo triénio. O Estado, accionista maioritário da Lusa, “apresentará a proposta para os novos órgãos sociais”, que ainda “não estão designados”, segundo Santos Silva, até porque, sublinha, os accionistas privados terão de ser “informados em primeiro lugar”. Ora, segundo fonte próxima dos accionistas privados, “o Governo não apresentou a lista 15 dias antes da AG”, pelo que “a impugnação” poderá ser equacionada.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 12:46 PM | Comentários (1)

MENOS MORTOS EM 2005

Em 2005, 65 jornalistas foram mortos em serviço, menos 13 que em 2004, mas a liberdade de imprensa continuou a estar em perigo em muitos países, segundo o relatório anual do Instituto Internacional de Imprensa, hoje divulgado.

O Iraque, onde 23 jornalistas encontram a morte o ano passado, "continua o local mais mortífero no mundo para a profissão", constata a organização de defesa dos jornalistas e da liberdade de imprensa no documento, intitulado "Guerras mediáticas: ano zero", que passa em revista a situação em 175 países.

Depois do Iraque as Filipinas são o local mais perigoso, com nove mortes registadas em 2005, seguindo-se o Bangladesh e o Haiti, com três jornalistas mort os, cada, tendo os restantes 27 casos mortais ocorrido em 18 países.

Apesar da diminuição das mortes de jornalistas em serviço, 2005 assistiu a o aumento das tentativas dos governos de controlar os media, com medidas que vão desde legislação restritiva a detenções arbitrárias, incluindo violência física e intimidações, assinala o Instituto Internacional de Imprensa (IPI na sigla inglesa).

A criação na Grã-Bretanha, depois dos atentados terroristas de Julho de 20 05 em Londres, do delito de "glorificação do terrorismo" e a discussão lançada pela União Europeia sobre o papel dos media na radicalização do terrorismo mostram, "a este respeito, uma ruptura do equilíbrio entre segurança e liberdade de imprensa", considerou o director do IPI, o austríaco Johan Fritz, na abertura do relatório.

"Esta ruptura constituiu o pano de fundo do debate político nascido da publicação controversa de caricaturas do profeta Maomé na Dinamarca", acrescentou.

O relatório é particularmente crítico para a China, "que se abre ao capitalismo sem adoptar as liberdades que ele provoca", recordando que as autoridades chinesas obrigaram a empresa do motor de busca Google a criar filtros na versão chinesa para permitir que fosse aceite no país, exigência que a companhia norte-americana aceitou.

O IPI nota que no Nepal há mais jornalistas presos do que no conjunto dos restantes países do mundo e critica os países que levam os jornalistas a tribunal, como os Estados Unidos, ou os pressionam para revelar as suas fontes, dando como exemplo a França.

O relatório refere com preocupação que na Rússia, "onde a situação da impr ensa continua a ser difícil, os media desenvolveram um processo de auto-censura depois da advertência grave feita pelo Kremlin, na sequência da publicação num jornal de uma entrevista com um chefe da guerrilha tchetchena.

Por outro lado, o IPI felicitou-se com a abolição, n o Chile, Panamá, Honduras e Guatemala, de legislação sobre o libelo e com a diminuição dos casos de p rocessos contra jornalistas na Venezuela.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 09:35 AM | Comentários (1)

março 29, 2006

OS MEIOS ON LINE

“Cibermedi@: Os Meios de Comunicação Social Portugueses Online”, da socióloga Tânia de Morais Soares, será apresentado no dia 7 de Abril pela Profª Doutora Estrela Serrano e pelo Prof. Doutor José Manuel Paquete de Oliveira.

A sessão decorrerá, pelas 18 horas, no auditório Afonso de Barros no ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa), em Lisboa. A autora é Mestre em Comunicação, Cultura e Novas Tecnologias e doutoranda em Sociologia pelo ISCTE.

Fonte: Clube de Jornalistas

Publicado por estaccs às 09:41 PM | Comentários (0)

DAQUI A POUCO N'A 2

As alterações ao Código Penal relacionadas com o segredo de justiça e o sigilo profissional dos jornalistas constituem o tema dominante do Clube de Jornalistas desta semana. Em estúdio estarão Rui Pereira, coordenador da Unidade de Missão para a Reforma Penal, Alfredo Maia, presidente do Sindicato dos Jornalistas, e Jorge Bacelar Gouveia, docente da Universidade Nova. O programa inclui depoimentos dos jornalistas Carlos Rodrigues Lima ("DN") e Rui Costa Pinto ("Visão"). O moderador é João Paulo Meneses.

Fonte: Clube de Jornalistas



Publicado por estaccs às 09:38 PM | Comentários (0)

ORDEM OU DESORDEM

Com a devida vénia ao Diário de notícias e ao jornalista Vicente Jorge Silva, transcrevemos artigo de opinião hoje publicado sobre a possibilidade de criação de uma Ordem dos Jornalistas.

Há dias, num colóquio organizado pela revista Cais, perguntaram- -me o que é que pensava sobre a criação de uma Ordem dos Jornalistas. A questão era oportuna mas também incómoda - por vários motivos. Primeiro, porque tenho uma aversão epidérmica às organizações de tipo corporativo (que habitualmente tendem a defender os seus associados mesmo quando estes têm comportamentos eticamente indefensáveis); segundo, porque certas tentativas passadas de formação de uma Ordem dos Jornalistas foram inspiradas pelo mero desejo de protagonismo mitómano dos seus promotores, o que lhes retirava qualquer credibilidade; terceiro, porque tenho fundadas dúvidas de que a actual maioria dos jornalistas portugueses, nestes tempos de tabloidização galopante, estejam efectivamente interessados em bater-se por uma autêntica ética profissional.

Em todo o caso, acabei por responder que sim, apesar dos engulhos que me provocam a palavra Ordem e as suas conotações corporativas, preferindo talvez um termo menos carregado, como Associação. É que nunca, numa já longa experiência de jornalista, senti tanto a falta de uma organização que tivesse o objectivo específico de enquadrar, no plano ético e deontológico, o exercício da profissão. Nunca como agora me pareceu que a condição do jornalista estivesse tão permeável à degradação dos padrões éticos e profissionais - e, por isso mesmo, tão vulnerável à pressão intrusiva dos poderes (político, judicial, económico) que visam condicionar, tutelar e submeter a actividade jornalística a uma lógica que lhe é estranha, destruindo a sua autonomia, instrumentalizando a sua função mediadora, promovendo a promiscuidade com outros géneros e convertendo o jornalista num servil agente propagandístico de interesses alheios ao seu estatuto na sociedade.

Sou do tempo porventura romântico e quase anacrónico em que o jornalismo se definia como contrapoder, não porque se assumisse como actividade militante contra os poderes estabelecidos, mas porque se colocava numa lógica exterior ao funcionamento desses poderes e tinha em relação a eles um papel de observação e distância crítica, de vigilância democrática e cívica, uma exigência ética no relato rigoroso dos factos e na sua interpretação isenta e imparcial. Nada disto era contraditório - como agora se pretende fazer crer - com a imaginação, a criatividade ou o direito à subjectividade do olhar jornalístico, desde que se perseguisse a paixão da verdade e se respeitassem as regras técnicas de aproximação à objectividade informativa.

A forma irresponsável e aventureira como se procedeu, num Governo chefiado por Cavaco Silva, ao licenciamento de dois canais televisivos privados (a SIC e a TVI, privilégio então concedido à Igreja Católica - como longe vão já esses tempos!) provocou a desregulação selvagem da paisagem audiovisual portuguesa. Num país pequeno, com baixíssimos níveis de literacia e de mercado muito escasso, quer em audiências quer em receitas publicitárias, a concorrência feroz entre três canais televisivos generalistas (sem contar a RTP2) não só redundou numa degradação acelerada das respectivas programações e numa espiral incontrolável de vulgaridade, como não trouxe uma oferta de conteúdos verdadeiramente plural e alternativa ao antigo monopólio da televisão pública.

Além disso, o mimetismo do "salve-se quem puder" entre as televisões foi contaminando a imprensa (não apenas a chamada "popular", mas também a dita de "referência"), empurrando-a para uma sintonia, até por motivos de sobrevivência comercial, com o nivelamento por baixo do "modelo televisivo". As excepções a esta tendência mais ou menos generalizada apenas confirmam a regra e não diluem os efeitos trágicos da tabloidização informativa, com todas as suas tremendas sequelas (incluindo a precariedade profissional do estatuto jornalístico). Finalmente, a crescente vulnerabilidade do poder económico ao poder político foi-se fazendo sentir, com um despudor sem precedentes, nos critérios editoriais e até nos negócios das empresas de media.

Não se pode voltar atrás e reinventar a história. Mas também não é tolerável assistir-se impavidamente à agonia de uma profissão essencial à vitalidade democrática e cívica de um país, aceitar a promiscuidade das funções sindicais com as funções deontológicas, admitir a existência de um organismo anedótico chamado "Comissão da Carteira", ou ainda condescender com todos os outros humilhantes sinais de menoridade e desordem que condenam o jornalismo à irrelevância, ao desprezo, à servidão.

Publicado por estaccs às 05:52 PM | Comentários (0)

JERÓNIMO MARTINS APRESENTA QUEIXA CONTRA CANAL PRIVADO

A direcção da filial polaca da Jerónimo Martins vai apresentar queixa contra o canal de televisão TVN, que emitiu um programa sobre o suicídio de uma empregada da rede de lojas que o consórcio tem na Polónia.

Em comunicado, a filial polaca da Jerónimo Martins (JMD) considera inadmissível que o programa tenha sugerido que o suicídio fora motivado pelas condições de trabalho nas lojas Biedronka.
Assinado por Pedro da Silva, director geral da JMD, e por Leslaw Kanski, membro do conselho de administração, o comunicado sublinha que o programa emitido recentemente pelo canal TVN atentou contra o bom nome da empresa e foi «mais um ataque injustificado» à empresa.
O programa «Sob tensão» foi realizado na rua em frente da loja Biedronka em Lebork, onde trabalhou durante quase 10 anos Ania Daszkiewicz.

Entre as pessoas entrevistadas estavam o irmão da falecida, colegas de trabalho e amigos, mas também o inspector de trabalho responsável pela fiscalização das condições de trabalho na loja.

Os testemunhos ouvidos apontaram para a responsabilidade do chefe de região da rede Biedronka, Marek Rutkowski, cujo tratamento brusco e humilhante teria levado Ania a cometer o acto desesperado que deixou órfão um filho de cinco anos.

Segundo o irmão da funcionária, Ania era uma pessoa bem disposta, mas o trabalho na loja, depois da chegada de Rutkowski, em Dezembro passado, mudou-a completamente.

A mulher aparecia cada vez mais abatida, andava sem sono e tremia só de pensar que tinha que ir trabalhar, queixava-se das humilhações a que o chefe de região a submetia, acrescentou o irmão.

Ania recorreu a um psiquiatra, começou a tomar medicamentos, mas acabou por se matar.

Em declarações à imprensa polaca, o porta-voz da polícia de Lebork confirmou o conflito entre Ania Daszkiewicz e o chefe de loja.
Segundo a direcção da JMD, os autores do programa emitido pela TVN não esperaram pelos resultados da investigação actualmente conduzida pela procuradoria e culparam o chefe de região e a firma, «sugerindo ao mesmo tempo que se tratou de mais um exemplo de ausência de mudanças para melhor na Biedronka».

O comunicado protesta igualmente contra o facto de a empresa ter sido convidada a pronunciar-se no programa dois dias antes da emissão e de não terem sido ouvidos empregados que quiseram estar presentes para defender o chefe de região.

Acrescenta que a morte da empregada constituiu um choque para a empresa e manifesta indignação pelo facto de o canal TVN ter atacado mais uma vez a JMD «sem respeito pelas regras de objectividade jornalística».

O suicídio de Ania Daszkiewicz não é o único problema da rede Biedronka em Lebork.

Uma outra ex-empregada, Bozena Zielke, de 47 anos, que trabalhou na Biedronka entre 1999 e 2005, exige da empresa uma indemnização de 275 euros por invalidez que diz ter sido provocada por esforços físicos que lhe eram impostos na loja.

Afirma que descarregava paletes dos camiões e que estas chegavam a pesar uma tonelada.

Quando as dores nas costas lhe impossibilitaram o trabalho, foi ao médico, que lhe disse que não podia carregar mais do que cinco quilos. Diz que quando informou a empresa, foi despedida. Segundo o advogado de Bozena Zielke, Lech Obara, processos como este vão suceder-se, pois há dezenas de empregadas na mesma situação.

FONTE: Diário Digital / Lusa
Maria José Vaz


Publicado por estaccs às 03:22 PM | Comentários (0)

MAIS DOCUMENTÁRIOS E PROGRAMAS INFANTIS NA 2:

A programação da 2: para a Primavera pretende reforçar o carácter alternativo do canal, apostando na cultura, documentários, programação infantil e séries de culto, segundo o Diário Económico desta terça-feira.

«Esta grelha não é uma necessidade de afirmação, nem de ruptura com o passado», explicou o director do canal, Jorge Wemans, que adiantou que espera aumentar as audiências do canal, mas reconheceu que «a diversidade de públicos do canal não é compatível com as audiências».
A direcção da 2: avançou que os programas «Causas Comuns» e «Tudo em Família» vão ser extintos e vão ser substituídos por «Sociedade Civil», com estreia marcada para 3 de Abril.
A programação infantil mantém-se uma das aposta forte do canal, com sete horas de manhã mais 45 minutos à tarde. Na nova programação está ainda previsto um bloco diário de notícias para os mais pequenos, em formato de agenda.
Das novidades na 2:, consta ainda um programa semanal dedicado às artes e a manutenção das séries de culto do canal, que vão para o ar mais cedo, logo a seguir ao «Jornal 2:».

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 03:17 PM | Comentários (1)

AXN QUER DISPUTAR LIDERANÇA NA TV CABO

O AXN estreia em Abril as séries «Mentes Perigosas» e «O Protector», revelou esta quarta-feira o director de programação e produção do canal. Carlos Herrán admitiu ainda que o canal pretende «disputar espaços partilhados na liderança» com a SIC Notícias.

As séries «Mentes Perigosas» e «O Protector» vão para o ar dia 19 de Abril, às 21:30 e 22:30, respectivamente.
Já em Maio, o AXN apresenta as novas temporadas de «E.R. Serviço de Urgência», «C.S.I. Miami» e «Os Homens do Presidente».
Da nova grelha de programas do canal da TV Cabo constam ainda algumas mini-séries, como «O Sangue dos Templários», que vai ser exibido nas férias da Páscoa, nos dias 13 e 14 de Abril às 22:30.
«Fastlane» é outra das novidades, que chega à estação em Junho, bem como as novas temporadas de «Stingers» e a mini-série de «O Enigma de Jerusalém». Também «Um Passo à Frente», série espanhola vai estrear a sua 6ª temporada em Junho, enquanto «Hospital Central» começa a exibir os novos episódios da 8ª temporada em Agosto.
Carlos Herrán reafirmou que o canal aposta na qualidade e quer «estar à altura das expectativas dos telespectadores». O AXN «tem capacidade para ser líder», concluiu.

FONTE: Patrícia Abreu (Diário Digital)
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 03:06 PM | Comentários (0)

GNT QUER MANTER LUGAR NA GRELHA DA TV CABO

No site da TV Cabo lê-se ainda: "canal exclusivo da TV Cabo, o GNT apresenta o melhor da Rede Globo e da operadora GloboSat. Aqui encontra informação, cultura e entretenimento. Jô Soares, Marília Gabriela, Ana Maria Braga, são já personagens incontornáveis." Mas a partir do próximo sábado, 1 de Abril, estas "personagens incontornáveis" vão deixar a grelha da TV Cabo. No lugar do GNT surgirá então a também brasileira TV Record.

A transição está longe de ser pacífica. O GNT está a passar, ao longo da emissão, vários spots em que alerta os telespectadores: "Atenção, a partir de Abril você pode ficar sem..." a novela, o futebol brasileiro, o Programa do Jô, ...

O DN tentou ontem, sem sucesso, o contacto com o canal da GloboSat. De acordo com o comunicado divulgado pelo GNT, e segundo informações entretanto recolhidas, decorrem ainda negociações com a TV Cabo e o processo poderá não estar encerrado, porque o GNT tem muito interesse em ficar em Portugal. O canal da Globo diz não ter sido informado pelo operador português de qualquer alteração e admite recorrer à Autoridade da Concorrência para esclarecer todo o processo.

A TV Cabo não comenta o caso, escusando-se a dizer se decorrem ainda negociações com o GNT - cujo contrato termina a 31 de Março. Para já, é certo que apenas a TV Record vai constar da oferta da TV Cabo no início de Abril, ocupando o lugar 12 do alinhamento deixado vago pelo concorrente GNT.

Fonte da TV Cabo diz que o canal detido pela Record Internacional "entrou na grelha por ter uma oferta de conteúdos de maior qualidade, que se dirigem às necessidades do nosso cliente" mas não comenta o facto das novelas da concorrente GNT ficarem sem final.

Seis estúdios em Lisboa

Anne Calderon, responsável pelo marketing da TV Record, diz que "a expectativa é grande" e assume que o objectivo é "passar as audiências do GNT". No comunicado que enviou à imprensa escreveu: "costumamos dizer que temos uma doença, uma cura e um vício, passar a Globo".

Calderon sublinha, por oposição ao GNT, mais "temático", que "a Record é generalista, tem [programas] para toda a gente e agora cobre 100% de Portugal".

A estação chegava já a lares portugueses através da Cabovisão e do satélite. A TV Record está instalada no edifício Entreposto, em Moscavide, onde tem seis estúdios. O objectivo é "produzir mais programas locais". Na grelha, que arranca a 1 de Abril, estão já Record News (informação) e Record Fashion (o "mundo vip português"), produzidos em Portugal.

A grelha da TV Record é a mesma que passa no Brasil. Do outro lado do Atlântico o canal emite há 53 anos. Está actualmente presente em 16 países, entre os quais Reino Unido, Espanha, Estados Unidos, Japão.

Fonte: Diário de Notícias
Liliana Séca Santos

Publicado por estaccs às 01:10 PM | Comentários (5)

PORTUGAL TELECOM LANÇA WI-FI BOX

A Portugal Telecom (PT) apresentou esta terça-feira o Wi-Fi Box, um produto que permite aos proprietários de espaços públicos criar uma zona de Internet sem fios (HotSpot).

Patrícia Abreu

A operadora de telecomunicações pretende com este lançamento chegar a locais onde as pessoas façam pausas, como hotéis, cafés ou restaurantes, e possam ter acesso à Internet.
A PT dispõe neste momento de 900 locais com cobertura PT Wi-Fi em Portugal e 16.000 em roaming em mais de 40 países. Com este lançamento, a empresa de telecomunicações tem como objectivo duplicar o número de HotSpots no país no prazo de um ano.
Rogério Canhoto, da PT, adiantou ainda que a empresa quer aumentar o número de zonas de Internet sem fios em Portugal.
O Wi-Fi Box «é uma extensão à rede e os utilizadores que podem usufruir dos seus serviços são os clientes, com cartão pré-pago, ou pós-pago», explicou Rogério Canhoto.
De acordo com a PT, os locais que adoptarem esta tecnologia terão receitas provenientes da venda de cartões oferecidos na compra do Kit, sobre a qual lucram 25%, e sobre o número de minutos consumidos pelos clientes, pois recebem 10% das receitas.
O Wi-Fi Box já está disponível nas lojas PT Comunicações e através das forças de venda directa da PT, e pode ser adquirido por 499 euros.

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 01:09 PM | Comentários (0)

ALEMANHA ENDURECE PENAS PARA DOWNLOADS ILEGAIS DE FILMES

A Alemanha modificou a sua legislação sobre os direitos de autor para a adaptar à nova norma europeia. A lei alemã ameaça agora com penas até cinco anos de prisão as pessoas que fizerem o download de filmes para uso comercial.

As novas medidas foram aprovadas depois de uma campanha agressiva por parte da indústria de cinema alemã. Com a entrada em vigor a 1 de Janeiro, a legislação é considerada a mais dura da Europa.
Os grupos de consumidores já se insurgiram contra a lei por acharem que esta os pode converter em criminosos e prejudicar os esforços do governo no sentido de criar uma «economia de conhecimento».
Os alemães descarregam da Internet mais de 20 milhões de filmes por ano, alguns antes mesmo de estarem disponíveis nas salas de cinema.

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 01:06 PM | Comentários (0)

EUA: 50 MILHÕES LÊEM NOTÍCIAS ON LINE

Cerca de 50 milhões de internautas adultos dos EUA consultaram notícias na Internet, no ano passado, de acordo com o estudo «Online News», do instituto Pew Internet.

Estes dados do instituto americano indicam um crescimento de 25% no consumo de notícias pela web, impulsionado pela alta penetração doméstica de banda larga comparado com 2002.
O número de utilizadores norte-americanos de banda larga aumentou de 20 milhões para cerca de 74 milhões nos últimos quatro anos, o que significa 52% da população norte-americano que tem acesso à Net.

FONTE: Diário Digital
Mãria José Vaz

Publicado por estaccs às 01:03 PM | Comentários (0)

CORREIO DA MANHÃ É O MAIOR DIÁRIO

Em 2005 o Correio da Manhã conseguiu, pelo terceiro ano consecutivo, ser o maior jornal diário português. Com uma circulação paga de 113,792 mil exemplares, o CM é o único generalista que vende mais de 100 mil exemplares, enquanto o seu principal concorrente, o ‘Jornal de Notícias’, perdeu 16,9 mil exemplares de venda e fechou o ano com uma média de vendas de 95,2 mil unidades, revelam dados da Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragens e Circulação (APCT), ontem divulgados.

O mercado dos jornais generalistas foi penalizado pelo aparecimento dos gratuitos e todos perderam compradores.

Os cinco principais diários portugueses venderam menos cerca de 26 mil exemplares no seu conjunto face ao ano anterior, mas o grosso dessas quebras deve-se a dois títulos do grupo Controlinveste. Aos 16,919 mil de perdas do ‘JN’ há a somar os 5,6 mil perdidos pelo ‘Diário de Notícias’.

As perdas registadas pelo ‘DN’ significam uma descida percentual de 14,5%.

O ‘Público’, que em alguns trimestres ficou em quarto lugar, conseguiu no fim do ano melhorar a média, por ter perdido entre Outubro e Dezembro menos leitores que o ‘24 Horas’ e segurou o terceiro lugar entre os diários com magra vantagem face ao título mais recente do grupo Controlinveste.

Um dos poucos segmentos em alta é o da informação económica. No seu conjunto, os jornais e revistas de economia venderam mais quase dez mil exemplares entre Janeiro e Dezembro de 2005, com quase todos os títulos do segmento a subir.

Os campeões absolutos de vendas são dois títulos do grupo Impala, de Jacques Rodrigues. A revista feminina ‘Maria’ fechou o ano com uma média de 255,8 mil exemplares, enquanto a ‘TV 7 Dias’ conseguiu um registo médio de 180,8 mil unidades. Os três gratuitos generalistas distribuíram em 2005 uma média superior de 450 mil exemplares por cada edição. O Destak, do grupo Cofina, é o líder deste segmento.

SÁBADO SOBE 35,3 POR CENTO

A revista ‘Sábado’ foi a única publicação semanal de informação geral que aumentou as vendas no ano passado face a 2004 e aproximou-se mais da ‘Visão’, que baixou a fasquia de vendas dos 100 mil exemplares no ano passado. A ‘Sábado’ fechou o ano em 48,7 mil exemplares, contra 97,216 mil da ‘Visão’, mas em termos de vendas em banca a distância é mais curta, uma vez que a revista do grupo Impresa tem uma percentagem de vendas significativa assegurada pelas assinaturas e as vendas excluindo os assinantes ficaram pelos 58,8 mil exemplares.

A publicação que mais perdeu compradores no ano passado foi a ‘Focus’, uma quebra de 29,2%. A segunda maior queda entre os semanários generalistas foi sentida pelo ‘Tal & Qual’, que vendeu menos 25,9 por cento exemplares em 2005 do que em 2004.

Em ritmo descendente mantêm-se ‘O Independente’ que perdeu 20%.

O maior semanário continua a ser o ‘Expresso’ que reduziu as vendas em 3,5 por cento (cerca de 4600 exemplares por semana), tendo passado para as 126 480 unidades pagas. No total, os portugueses compraram menos 12 200 semanários generalistas.

RECORD LIDERA NO DESPORTO

No segmento dos jornais desportivos, o ‘Record’ é o líder destacado. O principal rival do título da Cofina é ‘A Bola’, mas as vendas desse jornal não são auditadas.

Neste segmento também se regista a tendência de quebra de vendas. ‘O Jogo’ perdeu 8,7% face ao ano anterior, enquanto a descida do ‘Record’ foi de 7,9%.

Fonte: Correio da Manhã
Liliana Séca Santos

Publicado por estaccs às 01:02 PM | Comentários (0)

BLOG DE IRAQUIANA NOMEADO PARA PRÉMIO LITERÁRIO

O blog anónimo de uma iraquiana está nomeado para um prémio literário britânico atribuído pela BBC.

«Baghdad Burning» é um relato escrito sob o pseudónimo Riverbend e encontra-se entre os 19 finalistas ao prémio Samuel Johnson para não-ficção.
«Sou mulher, iraquiana, e tenho 24 anos. Eu sobrevivi à guerra. Isso é tudo o que precisa saber. E importa hoje em dia», é um excerto do blog da escritora publicado num jornal britânico.
Entre os nomeados para o prémio estão ainda um estudo sobre as relações entre Estados Soviéticos durante o pós-guerra, uma biografia de um cozinheiro britânico e o livro «Unt» do dramaturgo e actor britânico Alan Bennett.

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 12:59 PM | Comentários (0)

GOOGLE QUER COOPERAR COM EDITORAS NO GOOGLE BOOK SEARCH

O director de estratégia da Google, Marco Marinucci, assegurou que o novo projecto do motor de busca, Google Book Search, pretende «dar a conhecer todos os livros e não plagiá-los».

A empresa pretende assim acabar com a polémica que mantém com as editoras contra o seu programa de busca de livros.
Quanto às queixas de várias editoras por o Google mostrar conteúdos de bibliotecas sem a sua permissão, Mrinucci destacou que o objectivo da empresa é «ajudar a armazenar o sector editorial» e as acusações devem-se a «mal entendidos».
O Google acredita que o seu sistema de busca beneficia o sector editorial, pois «dá a conhecer a existência de livros e a sua localização».
«Não teria sentido o Google apostar em algo que é contra a lei», dise Marinucci, que garantiu que espera cooperar com as editoras.
Assim, o Google propõe que os ingressos de publicidade sejam divididos, com 50% das receitas a reverterem para os titulares de direitos de autor.

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 12:57 PM | Comentários (0)

CANADÁ: FREITAS DO AMARAL PEDE AOS PORTUGUESES QUE NÃO ALICIEM FAMILIARES A EMIGRAR

O ministro dos Negócios Estrangeiros vai pedir ao Governo do Canadá mais tempo para que os portugueses em situação ilegal possam sair do país. Freitas do Amaral vai também apelar à comunidade portuguesa para que não alicie os seus familiares a emigrar para o Canadá.

"Consideramos desumano que sejam dados oito dias para abandonar o país a pessoas que estão, em média, a trabalhar há cinco anos no Canadá", disse ontem à noite porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, António Carneiro Jacinto.

O responsável adiantou que o ministro dos Negócios Estrangeiros, Diogo Freiras do Amaral, vai basear o seu apelo na relação de amizade que existe entre os dois países, no facto de serem ambos parceiros na Aliança Atlântica e, principalmente, no facto de a presença da comunidade portuguesa no Canadá ter sido sempre pacífica.

Carneiro Jacinto adiantou que Freitas do Amaral aproveitará a ida ao Canadá para esclarecer as famílias portuguesas de que "não há mais condições" no país para acolher e legalizar mais imigrantes.

Não adiantado, para já, de que forma será feito esse apelo, Carneiro Jacinto garantiu, no entanto, que o mesmo "será feito de forma muito clara pelo ministro".

"Queremos também alertar os portugueses para não se deixarem enganar por pessoas que se fazem passar por pseudo-advogados, consultores, especialistas, que dizem que resolvem os problemas, extorquem dinheiro, e depois não acontece nada", acrescentou o porta-voz do MNE, aludindo aos vários casos de emigrantes portugueses que dizem ter sido mal aconselhados durante o processo de legalização.

Carneiro Jacinto disse também que Freitas do Amaral espera debater com o ministro da Cidadania e Imigração do Canadá, Monte Solberg, o facto de as pessoas que estão a ser alvo de processos de deportação terem tentado regularizar a sua situação no país, "uma vez que a maioria dos indocumentados no Canadá não dão a cara e não lhes acontece nada".

Carneiro Jacinto quis também explicar por que motivo não esteve qualquer representante do Governo português junto dos primeiros emigrantes chegados a Portugal. Segundo o porta-voz, o Governo canadiano nunca deu "e continua a não dar" informação sobre quem abandona o Canadá, como ou quando.

Para além do encontro com o ministro da Imigração e Cidadania, Freitas do Amaral irá também reunir-se com o seu homólogo canadiano.

O porta-voz do MNE esclareceu que da parte ministério canadiano houve inicialmente alguma dificuldade em encontrar tempo de agenda, mas que essa dificuldade foi ultrapassada e o próprio ministro canadiano telefonou a Freitas do Amaral a confirmar que o receberá amanhã.

A viagem de Freitas do Amaral ao Canadá inclui ainda uma passagem por Newark, nos Estados Unidos, e uma visita à comunidade portuguesa aí residente.

O ministro português parte hoje e chega ao Canadá por volta das 22h00 locais (04h00 em Lisboa).

A manhã de quinta-feira está reservada para trabalhos com o embaixador português, já que a reunião com os membros do Executivo canadiano está agendada para as 14h00 (20h00 em Lisboa).

Fonte: Público
Liliana Séca Santos

Publicado por estaccs às 12:55 PM | Comentários (0)

SITES DE TV'S VISITADOS POR 660 MIL EM FEVEREIRO

Os sites de televisões receberam 660 mil visitas, em Fevereiro, segundo indica o estudo Netpanel da Marktest

No mês passado, 660 mil portugueses consultaram a partir de sua casa sites de televisões, o que significa 54,6% do total de internautas desse período.
Estes dados indicam uma diminuição de 2,4% em relação ao mês de Janeiro, mas um aumento de 8,4% face ao mesmo mês do ano passado.

Os sites de canais de televisão portugueses receberam 394 mil utilizadores únicos. A SIC online lidera com 281 mil visitantes, seguindo-se a RTP online com 148 mil utilizadores e , por fim a TVI com 100 mil.

No total de páginas visitadas os canais portugueses registaram um total de 3,8 milhões. Mais uma vez, a SIC online lidera com 2,1 milhões de páginas visitadas, a RTP é a segunda com 1,1 milhões e a TVI fecha a tabela com 606 mil, indica o estudo.

FONTE: Diário Digital
Maria José Vaz

Publicado por estaccs às 12:53 PM | Comentários (0)

PT PREVÊ DUPLICAR PONTOS DE ACESSO À INTERNET SEM FIOS PARA 1900 EM 2007

O administrador-delegado da PT Wi-Fi, Rogério Canhoto, afirmou hoje que espera duplicar o número de pontos de acesso à Internet sem fios (hotspots) para 1900 dentro de ano e meio com o lançamento do produto Wi-Fi Box.

Actualmente, a PT Wi-Fi tem "900 locais cobertos" em Portugal, entre os quais todos os aeroportos, principais cadeias de hotéis, restaurantes e centros de congressos, além de uma "relação privilegiada com a Galp e os CTT", disse o responsável, na apresentação do Wi-Fi Box, produto fornecido pela Cisco.

Este novo produto permite o acesso a Internet sem fios (wi-fi) em locais públicos de menor dimensão, explicou o responsável.

Com uma cobertura de rede que poderá variar entre os cem e os 300 metros, o Wi-Fi Box permite a qualquer proprietário de uma clínica, consultório médico, ginásio ou restaurante e hotéis de pequena dimensão tornar aqueles espaços em hotspots.

Segundo Rogério Canhoto, as zonas públicas de empresas, que permitam fazer uma pausa, também reúnem as condições ideais para se tornarem em pontos de acesso à Internet sem fios.

O pacote Wi-Fi Box, que tem um preço de venda ao público de 499 euros (IVA incluído), integra uma oferta de 500 euros em vouchers para o serviço de acesso à Internet sem fios da PT, que os proprietários que aderirem podem oferecer ou vender aos clientes.

A instalação do serviço é feita pelo cliente e a PT Wi-Fi disponibiliza apoio 24 horas por dia.

"O nosso objectivo é massificar as zonas de Internet sem fios, dinamizar a sociedade de informação e alterar os hábitos de utilização da banda larga", afirmou Rogério Canhoto.

"Queremos dar resposta às novas necessidades de mobilidade", sublinhou o administrador-delegado.

Fonte: Público
Liliana Séca Santos

Publicado por estaccs às 12:45 PM | Comentários (0)

DIÁRIOS VENDEM MENOS 6 MIL

Doze meses de produção noticiosa em 2005 não se traduzem, necessariamente, em boas notícias para a imprensa portuguesa: os cinco principais diários venderam menos 26 mil exemplares por dia face a 2004. A revista Sábado foi a única publicação semanal de informação geral que aumentou as vendas e os desportivos Record e O Jogo afinaram pelo mesmo diapasão dos diários generalistas e perderam compradores.

Doze meses de produção noticiosa em 2005 não se traduzem, necessariamente, em boas notícias para a imprensa portuguesa: os cinco principais diários venderam menos 26 mil exemplares por dia face a 2004. A revista Sábado foi a única publicação semanal de informação geral que aumentou as vendas e os desportivos Record e O Jogo afinaram pelo mesmo diapasão dos diários generalistas e perderam compradores.

Contas feitas aos exemplares vendidos pelas várias publicações, ontem divulgados pela Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragens (APCT), a crise transversal apenas poupou a imprensa económica, que registou um crescimento próximo dos dez mil exemplares relativamente ao período homólogo.

Já os três gratuitos generalistas ultrapassaram com conforto a média dos 450 mil exemplares por edição, confirmando o enraizar de um novo hábito na rotina dos portugueses.

Diários em queda acentuada

Segundo números avançados pela APCT, o Jornal de Notícias (propriedade da Controlinveste de Joaquim Oliveira desde Agosto de 2005) foi a publicação mais afectada pelo cenário de quebra do ano passado, ao perder 16 mil compradores por edição. Uma descida de 14,5% que, na prática, se traduziu numa circulação paga diária inferior aos cem mil exemplares.

Quanto aos dois jornais de referência, o Diário de Notícias (também da Controlinveste) foi o mais atingido: a circulação paga caiu para uma média de 33 434 exemplares por edição (menos 12,8% do que em 2004), num período em que o novo grafismo ainda não havia mudado o rosto das páginas. As tiragens de menos três mil exemplares diários do Público representaram uma quebra de 4,3% para o grupo Sonae e praticamente equipararam a sua circulação paga à do 24 Horas (Controlinveste). Embora de conteúdos distintos, ambos fixaram a fasquia nos 48 mil exemplares.

O Correio da Manhã continua a ser o jornal preferido dos portugueses, assegurando a venda de mais de cem mil exemplares por edição no ano passado.

Na "equipa" dos semanários, Focus, Tal&Qual, O Independente, Expresso e Visão acompanharam a tendência de queda da imprensa diária, deixando de fora a Sábado - a única a crescer em mais 12 mil compradores. Também os desportivos O Jogo e o Record (A Bola não é auditada pela APCT) perdem poder de venda em 8,2%.

Num cenário negro para a imprensa nacional, o único segmento vencedor é o económico. O conjunto de dez títulos de diferentes periodicidades subiu 9,3%, vendendo uma média de quase 15 mil unidadeS.

FONTE: Diário de Notícias (online)
(Ana Catarina Brandão)

Publicado por estaccs às 11:12 AM | Comentários (0)

março 28, 2006

TELEMÓVEIS: COMISSÃO EUROPEIA PROPÕE TARIFÁRIO DO PAÍS DE ORIGEM EM CHAMADAS NO ESTRANGEIRO

A Comissão Europeia anunciou hoje que vai propor aos operadores de telemóveis a aplicação do mesmo tarifário em todos os países da União Europeia, estejam os clientes no seu país de origem ou noutro qualquer Estado membro.

Com esta medida, a Comissão Europeia pretende fazer reduzir as tarifas cobradas aos clientes pela utilização do serviço no estrangeiro ("roaming").

"Já é altura de o mercado interno comunitário oferecer tarifas de comunicação substancialmente mais baixas para os consumidores e para as pessoas que, por motivos profissionais, se deslocam ao estrangeiro", afirmou hoje a comissária Viviane Reding, responsável pela pasta da Sociedade da Informação e dos Media.

A responsável europeia apresentou as linhas gerais de uma proposta de regulamento comunitário, cuja versão final será proposta em Junho próximo, destinado a reduzir os preços pela utilização do telemóvel no estrangeiro, que considera excessivos.

O novo regulamento poderá entrar em vigor no segundo semestre de 2007 se os Estados membros e o Parlamento Europeu concordarem com o projecto da Comissão Europeia.

O site na Internet da Comissão Europeia mostra que, para uma chamada de quatro minutos, os preços de "roaming" continuam a variar entre 0,20 euros para um consumidor finlandês que telefone para o seu país a partir da Suécia e 13,05 euros para uma chamada de quatro minutos efectuada por um consumidor maltês que esteja na Letónia.

Um português em Espanha paga por uma chamada de quatro minutos para Portugal 6,2 euros se for cliente da Optimus, 6,05 euros na Vodafone e 3,87 euros na TMN. Ao receber uma chamada em Espanha, o mesmo português paga 2,2 euros por quatro minutos se for cliente da Optimus, 2,13 euros se for cliente da Vodafone e 1,5 euros se for cliente da TMN.

Fonte: Público
Liliana Séca Santos

Publicado por estaccs às 10:05 PM | Comentários (0)

ESQUEMA FRAUDULENTO UTILIZA MENSAGENS DE TELEMÓVEL PARA EXTORQUIR DINHEIRO

O Instituto do Consumidor alertou esta terça-feira para a existência de um esquema fraudulento que, através de mensagens SMS, extorque dinheiro a quem responder a essas mensagens.

O Instituto refere em comunicado que tem conhecimento de que estão a ser enviadas mensagens SMS, para os telemóveis dos utilizadores das redes móveis, respeitantes a uma alegada alteração da referência multibanco para carregamento dos respectivos cartões.

De acordo com o teor de uma dessas mensagens SMS, o autor, utilizando indevida e abusivamente o nome da operadora do serviço móvel, «pede desculpas pelo incómodo» e informa que, por dificuldades técnicas, se alterou a referência multibanco, identificando a seguir a nova referência através da qual o utilizador deverá efectuar o carregamento seguinte.

Posteriormente, ao efectuar o carregamento do cartão através da referência multibanco identificada na mensagem, o utilizador estará a carregar o cartão de telemóvel de terceiros.

Assim, fica o aviso: se receber alguma mensagem SMS deste tipo, não responda e apague-a. Em caso de dúvida, entre em contacto com a sua operadora de rede móvel para a averiguação da veracidade dessas mensagens.

Fonte: Portugal Diário
Liliana Séca Santos

Publicado por estaccs às 09:56 PM | Comentários (0)

JORNAL A BOLA À VENDA NOS EUA A PARTIR DE QUARTA-FEIRA

O jornal desportivo português A Bola começa a ser vendido quarta-feira na área de Newark (New Jersey) e a marcar presença de segunda a sábado nas bancas das comunidades portuguesas de vários estados norte-americanos.

O lançamento de A Bola terá lugar terça-feira à tarde no Sport Clube Português de Newark durante uma recepção a mais de 300 convidados que ali também assistirão pela televisão ao jogo Benfica-Barcelona, a contar para os quartos-de-final da Liga dos Campeões.
O lançamento deste jornal desportivo será apadrinhado por representantes dos principais clubes portugueses, sendo esperados em Newark o presidente de Os Belenenses, os antigos jogadores Manuel Fernandes (Sporting) e António Simões (Benfica).

Deslocar-se-á ainda a Newark o director de A Bola, Vítor Serpa.

O jornal, que será impresso na área de Newark, será distribuído por terra durante a madrugada em New Jersey, Nova Iorque, Connecticut e Massachusetts.

A mesma edição chegará por via aérea seis dias por semana a Toronto, no Canadá.

Para a Florida e Califórnia seguirão por via aérea apenas três edições semanais.

A publicação de A Bola nos Estados Unidos é feita pela empresa Seabra`s Productions, que é uma divisão da empresa luso-americana de televisão SPT, pertencente ao Grupo Seabra, com sede em Newark.

Segundo disse António Seabra, presidente do grupo empresarial Seabra`s Group, a edição de A Bola nos Estados Unidos não incluirá noticiário comunitário local, sofrendo apenas uma substituição da publicidade, tarefa que estará a cargo do Departamento Gráfico do Grupo a que preside.

O jornal terá uma circulação inicial de 5.000 cópias, custando um dólar cada exemplar durante a fase de lançamento.

A Bola será o terceiro jornal português publicado a partir de Newark, juntando-se ao Luso-Americano, fundado em 1928 e publicado continuamente nesta cidade desde 1939, e ao jornal 24 Horas, que circula em Newark desde 8 de Fevereiro de 1999.

Fonte: Diário Digital / Lusa
Liliana Séca Santos

Publicado por estaccs às 09:44 PM | Comentários (0)

CASA PIA: JORNALISTAS DO PÚBLICO E DO JN VÃO SER ACUSADOS

Apenas os jornalistas do Público e do Jornal de Notícias vão ser julgados por violação, ou cumplicidade na violação, do segredo de justiça, no âmbito da cobertura do processo Casa Pia, conforme decisão do Tribunal de Instrução Criminal do Porto.

Segundo avança a edição desta terça-feira do próprio Público, os profissionais dos outros órgãos de comunicação social indiciados pelos mesmos motivos foram ilibados, uns pelo Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa, e outros pelo Tribunal Judicial da Comarca de Oeiras.

Já o Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto decidiu, a 16 de Março, levar a julgamento nove jornalistas do Público (toda a direcção, à época composta por José Manuel Fernandes, Nuno Pacheco, Manuel Carvalho, Daniel Deusdado e Eduardo Dâmaso, e os jornalistas Luciano Alvarez, António Arnaldo Mesquita, Maria José Oliveira e Nuno Sá Lourenço ) e sete do Jornal de Notícias (toda a direcção, à época composta por David Pontes, Alfredo Leite, José Leite Pereira e António José Teixeira, e os jornalistas Tânia Laranjo, Carlos Tomás e Manuel Vitorino), por violação do segredo de justiça, no âmbito da cobertura do processo Casa Pia em 2003.

Ainda segundo o jornal, refere a decisão que os jornalistas informaram sobre «conteúdo do acto processual sujeito a segredo de justiça», determinando ainda a pronúncia das direcções dos dois jornais, considerando-as responsáveis pela publicação das notícias em causa.

O Público refere ainda que a decisão não explica em que medida as notícias prejudicaram a investigação do processo ou puseram em causa o bom nome dos réus, situações que sustentam o crime de violação do segredo de justiça.

Ao contrário do TIC do Porto, o Tribunal Judicial da Comarca de Oeiras decidiu ontem não pronunciar 22 jornalistas - das revistas Visão (6), Grande Reportagem (1) e Lux (1), do semanário Expresso (5) e das televisões SIC (3) e TVI (6) - acusados dos mesmos crimes e no âmbito do mesmo caso.

A decisão, a que o PÚBLICO teve acesso, conclui que «não existem indícios suficientes de que os arguidos tenham cometido os factos que lhes são imputados».

Fonte: Diário Digital
Liliana Séca Santos

Publicado por estaccs às 09:37 PM | Comentários (0)

HELDER CONDUTO NO GRUPO RTP

O jornalista Helder Conduto vai trocar a TSF e a SIC pelo grupo RTP, onde será coordenador de desporto da estação televisiva e colaborador da rádio pública. Com 29 anos, Conduto estava há dez na rádio da Controlinveste, onde entrou como estagiário, e há seis como colaborador do desporto da estação de Carnaxide.

O jornalista Helder Conduto vai trocar a TSF e a SIC pelo grupo RTP, onde será coordenador de desporto da estação televisiva e colaborador da rádio pública. Com 29 anos, Conduto estava há dez na rádio da Controlinveste, onde entrou como estagiário, e há seis como colaborador do desporto da estação de Carnaxide.

"O convite é muito aliciante, porque além de poder continuar a fazer televisão e relatos na rádio, propuseram-me funções de responsabilidade e um papel influente na equipa", explicou o jornalista ao DN.

Helder Conduto, que deverá apresentar-se apenas em Maio, diz-se "entusiasmado", mas opta pela prudência: "ainda não está nada oficializado, mas as coisas estão tratadas".

Para o director de informação da televisão, Luís Marinho, a contratação de Conduto "representa uma importante mais-valia para a redacção" da estação. "Ele é um grande profissional, jovem, e é um sinal de renovação da RTP", disse ao DN. Helder Conduto assumirá as funções de coordenador do departamento de desporto, cujo editor continuará a ser João Pedro Mendonça.

Também na rádio pública a chegada do jornalista ao grupo é vista com bom olhos. Paulo Sérgio, o subdirector de informação e homem forte do desporto da Antena 1, considera Conduto "um dos maiores, um excelente reforço, para juntar aos grandes valores" da emissora. "Conheço o Helder desde os tempos em que eu estava na TSF e ele é muito bom: evoluiu muito, é multifacetado e é um grande companheiro", disse.

Para Paulo Sérgio, "a Antena 1 está cada vez mais forte e vai continuar a trabalhar para chegar à liderança da rádio de referência em Portugal, não só no desporto".

Conduto, que se estreou aos 13 anos na Rádio Castrense, no Alentejo, cessa a sua colaboração com a SIC já no final desta semana, permanecendo, no entanto, na TSF até ao fim da I Liga, em Maio.

"Saio a bem da TSF e da SIC. Foram anos excelentes, sempre fui bem tratado e não houve qualquer problema. Apenas saio porque o convite que recebi é muito aliciante", esclareceu ao DN.

Helder Conduto, que tem ainda no currículo uma passagem de dois anos e meio pelo canal de desporto Sport TV, estava escalado para acompanhar pela TSF o Mundial de futebol, na companhia de Fernando Correia. "Ainda não sei se vou ou não à Alemanha, agora pela RTP, mas há essa hipótese", acrescentou.

Com a saída de Helder Conduto da rádio informativa, e depois da morte Jorge Perestrelo em Maio do ano passado, a TSF fica a contar apenas com dois relatores: o já referido Fernando Correia e João Ricardo Pateiro, da redacção do Porto.

FONTE: Diário de Notícias (online)
(Ana Catarina Brandão)

Publicado por estaccs às 05:47 PM | Comentários (0)

"JORNAL 2" COM ESPAÇO CULTURAL A PARTIR DE ABRIL

Um espaço de informação cultural de "dois a cinco minutos" diariamente, a partir de dia 3, no Jornal 2 é uma das novidades da grelha da Primavera que a nova direcção da 2 liderada por Jorge Wemans, ontem apresentou.

Um espaço de informação cultural de "dois a cinco minutos" diariamente, a partir de dia 3, no Jornal 2 é uma das novidades da grelha da Primavera que a nova direcção da 2 liderada por Jorge Wemans, ontem apresentou.

Só a 26 de Maio a 2: terá um "magazine temático" cultural de uma hora. Sobre o novo programa, que passará sextas-feiras às 22.30, Wemans recusou avançar quaisquer detalhes. Apenas disse que "Anabela Mota Ribeiro não está presente na grelha da Primavera da 2quot;.

"É muito importante o carácter alternativo da programação da 2quot;, enfatizou o responsável, sublinhando que "a identidade da 2:, enquanto canal do conhecimento e da cultura, é uma marca transversal impressa em toda a grelha da 2:".

As noites do segundo canal de serviço público de televisão querem "levar mais longe o conceito do canal que tem as melhores séries". A 24 de Abril estreia-se a derradeira série de Sete Palmos de Terra; a partir de 4 de Abril, as terças-feiras recebem a oitava série de Serviço de Urgência, seguindo-se 24, às quartas-feiras. Depois d'O Apelo, que passa às quintas-feiras, a 2: vai exibir Supernatural (estreia marcada para 27 de Abril).

Para o fim da noite a 2: reservou documentários, entrevistas, debates e programas de humor em português. "Queremos que a segunda-feira seja um ex-libris da televisão portuguesa", disse o subdirector Bruno Santos (que transitou da direcção de Manuel Falcão). O primeiro documentário, Occupation Dreamland, será exibido a 3 de Abril e assinala os três anos da ocupação do Iraque. Bruno Santos disse querer "tratar muito bem o público" da 2 que caracterizou de

Publicado por estaccs às 05:40 PM | Comentários (0)

NORUEGA COMBATE A CONCENTRAÇÃO

O Governo norueguês apresentou hoje um projecto-lei que prevê o endurecimento das regras de controlo dos media, nomeadamente no que se refere à concentração de órgãos de comunicação.

De acordo com o novo texto do Governo, um grupo não poderá deter, simultaneamente, media impressos ou audiovisuais cuja difusão represente globalmente mais de um terço dos leitores ou da audiência.

O limite actualmente autorizado é de 40 por cento.

“O limite de 33 por cento visa impedir que os media se concentrem em poucas mãos, o que poderia enfraquecer a liberdade de expressão e de informação”, explicou o ministro norueguês da Cultura, Trond Giske.

De momento, nenhum dos grandes grupos noruegueses de media - Schibsted, Orkla, A-pressen – deverá proceder a alterações na sua estrutura. Mas o texto contraria os projectos do Schibsted visando a imprensa regional.

Segundo a agência norueguesa NTB, o grupo – conhecido na Europa pelo seu jornal gratuito “20 Minutos” – detém uma fatia de mercado de 31 por cento na imprensa escrita, o que lhe deixa pouco espaço para operações de aquisição de outros jornais.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 10:25 AM | Comentários (0)

março 27, 2006

BCP NO SEMANÁRIO DE SARAIVA

A sociedade fundadora do novo semanário que está a ser preparado pelo ex-director do Expresso José António Saraiva terá no seu «núcleo duro» o Millenium BCP, apesar de o banco de Paulo Teixeira Pinto não comentar, refere a edição desta segunda-feira do Jornal de Negócios.

Desde o passado dia 7 de Março que se encontra constituído o grupo de fundadores do novo jornal, cujo nome será revelado em Abril. José António Saraiva e os ex-jornalistas do Expresso José António Lima, Mário Ramires e Vítor Rainho detêm, em partes iguais, 20% do capital.
O projecto «terá como investidor uma instituição bancária, responsável por 25% do capital», anunciou Saraiva, embora garanta que ainda se está a proceder a «negociações finais».

Negando ser sua intenção desafiar o semanário de Pinto Balsemão, Saraiva garante que o novo jornal sairá ao sábado e trata-se de um conceito novo que poderá «atirar os outros jornais para a idade da pedra».

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 03:14 PM | Comentários (0)

A LUTA PELA MAÇÃ MAIS FAMOSA DEPOIS DA DE ADÃO E EVA

A Apple Corp., que detém os direitos das músicas dos Beatles, enfrenta na quarta-feira num tribunal britânico a empresa de informática Apple Computer. Em causa está a imagem da maçã, comum às duas companhias.

Segundo a empresa fundada pela banda de Liverpool, a Apple Computer quebrou um acordo judicial de 26 milhões de dólares (21,5 milhões de euros) no qual se comprometia a não entrar no negócio da música com o lançamento do iTunes no mercado.

A Apple Corp. foi a primeira a usar a imagem da fruta, em 1968, quando foi criada para distribuir os trabalhos musicais dos Beatles e de outros artistas.

O logótipo da maçã mordida é o usado pela companhia de computadores que é conhecida como criadora do iPod, um leitor de música em formato mp3, e do programa iTunes, usado para fazer download de música.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 02:50 PM | Comentários (0)

A MAIORIA DOS JUÍZES ABUSA DAS ESCUTAS TELEFÓNICAS

A juíza Amália Morgado, presidente do Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto, não poupa os magistrados sobre a ligeireza com que autorizam escutas telefónicas – um meio excepcional de prova que só deve ser aplicado em último caso.

A juíza Amália Morgado, presidente do Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto, não poupa os magistrados sobre a ligeireza com que autorizam escutas telefónicas – um meio excepcional de prova que só deve ser aplicado em último caso.

Correio da Manhã – Os juízes são rigorosos na autorização de escutas e de registos telefónicos?

Amália Morgado – O rigor é imposto pela lei. Só deve ser dada autorização quando não houver outros meios de prova de menor dano social e menos violadores dos direitos, liberdade e garantias dos cidadãos. Comparo as escutas e registos telefónicos com a prisão preventiva, que é uma medida coactiva excepcional e que só deve ser aplicada quando não existir mesmo outra alternativa.

– Para um juiz é mais importante investigar um crime ou proteger direitos?

– As escutas telefónicas põem em causa os direitos, liberdades e garantias de todas os cidadãos. As limitações destes direitos constitucionalmente consagrados devem ser apreciadas com grande rigor. É preciso ver, em cada caso, que tipo de crimes estão em causa e se são efectivamente essenciais as escutas e registos telefónicos para investigar esse crime. O mesmo se diga a respeito da recolha de som e de imagem dos cidadãos, sem sua autorização, que podem ser autorizados, mas sempre por um juiz de instrução criminal. Cito a propósito um magistrado do Ministério Público, antigo director da PJ do Porto, que recentemente ouvi questionar se “a PJ investiga ou escuta?”, referindo-se desse modo à ‘escutodependência’, termo muito usado na gíria policial, que afecta a maioria das investigações das forças policiais.

– Como faz para evitar a ‘escutodependência’?

– As escutas telefónicas generalizaram-se de tal maneira que logo na primeira folha de um processo surgem pedidos de intercepções telefónicas. A partir de certa altura, devido a um certo laxismo que se instalou junto de alguns operadores judiciários, as escutas telefónicas passaram a ser a regra e não a excepção. Acompanho pontualmente as escutas que autorizo, sempre num prazo curto, ouvindo os CD das gravações. Se entender que não se justifica manter a escuta, determino o cancelamento da mesma. Com os registos telefónicos é preciso também muito cuidado na observância das exigências legais, pois também constituem ingerência de entidades públicas na vida privada das pessoas. Pedir-se toda a listagem de telefonemas feitos e recebidos por qualquer pessoa, ainda que esteja envolvida num crime, não quer dizer que todas as outras pessoas, com quem ela fala ao telefone e que lhe telefonam, sejam também elas suspeitas. Defendo uma cultura de exigência e rigor, tanto para as autoridades policiais como para as judiciais.

– Acompanha o andamento dos processos depois de saírem do Tribunal de Instrução Criminal?

– Acompanho a jurisprudência dos tribunais superiores relativos a processos oriundos de todos os tribunais. E vejo anulações de decisões judiciais de primeira instância, pelos tribunais superiores devido aos vícios de forma, não observação das formalidades legais, constatados pelos juízes desembargadores e conselheiros, que anulam decisões judiciais por falhas cometidas logo no início, como escutas mal acompanhadas. Nestes casos há uma dupla falha na actividade judicial – porque se falhou por não cumprimento das legalidades formais e se impediu a correcta apreciação da questão de fundo que está no processo. E não se faz Justiça.

– Acha necessário alterar o Código do Processo Penal para obrigar os juízes a maior rigor na autorização das escutas telefónicas?

– Não é tanto uma questão de alterar o nosso Código de Processo Penal, mas mudar certas mentalidades jurídicas. É necessário mudar alguma prática jurídica mais antiga, quer nos meios judiciais, quer policiais. Muitas vezes os males que apontam à Justiça começam por uma falta de informação correcta ao público sobre conceitos jurídicos, mecanismos e normas legais, pelo que os juízes deveriam esclarecer a opinião pública, principalmente nos casos mais mediáticos, que, por regra, são mal explicados pelos órgãos da Comunicação Social, pelo manifesto desconhecimento de determinados conceitos jurídicos. Seria a melhor forma de evitar a má interpretação do funcionamento da Justiça e das decisões que, em cada caso, são tomadas.

UMA CENTENA DE PROCESSOS POR JUIZ

A juíza Amália Morgado trabalha num dos mais movimentados tribunais do País. O Tribunal Criminal do Porto tem competência territorial alargada às comarcas do Porto, Gaia e Matosinhos. Mas para apreciar crimes previstos em legislação especial (os mais complexos e os mais graves) estende a sua competência a todo distrito judicial da zona Norte.

No Tribunal de Instrução Criminal do Porto exercem funções seis juízes a título permanente e mais dois em acumulação de funções com a secção militar e com o Tribunal de Família e Menores do Porto. Ali trabalham ainda cinco procuradores da República e 25 funcionários judiciais. A pendência de processos em fase de instrução varia entre 80 e a centena de processos por juiz, a que acresce um número elevado de processos em fase de inquérito que chegam aos juízes de instrução criminal para qualquer acto jurisdicional.

O Tribunal de Instrução Criminal, que não faz julgamentos, procede ainda, e para além do que já se referiu, aos primeiros interrogatórios judiciais dos arguidos detidos para aplicação das medidas de coacção. O Tribunal de Instrução Criminal funciona num velho edifício adaptado nas antigas instalações da Polícia Judiciária, na Rua de São Bento da Vitória, no coração do centro histórico do Porto.

PERFIL

Ser juíza foi o sonho que Amália Rosa Mano Dinis Mendes Gonçalves de Sousa Santarém Morgado, de 49 anos, trouxe da meninice. Nasceu em Vila Pery (Moçambique). Era adolescente quando foi morar para Coimbra.

Frequentou o Colégio de São José, na capital do Mondego, e aprendeu quatro línguas – o que lhe abriu as portas para trabalhar numa multinacional alemã. Ocupou o cargo de secretária da direcção durante dez anos até poder seguir a judicatura (só permitida às mulheres na década de 80). Em 1985 ingressa na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e, no final do curso, no Centro de Estudos Judiciários, em Lisboa, para a magistratura judicial. Regressa a Coimbra para um estágio e é colocada no Alto Alentejo, nas comarcas de Aviz e Fronteira.

No seu percurso passou ainda pela comarca da Lousã e, em 1996, entrou para o Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto.

Fonte: Correio da Manhã
Catarina Véstia

Publicado por estaccs às 12:41 PM | Comentários (0)

PSD QUER "REVOLUCIONAR" O SEGREDO DE JUSTIÇA

O PSD realiza hoje e amanhã, em Óbidos, as suas jornadas parlamentares, dominadas pelo balanço do primeiro ano do Governo socialista.

No deve e haver do desempenho do Executivo, os sociais--democratas apontam duas áreas fundamentais nas quais consideram que a equipa de José Sócrates está a falhar: a justiça e a reforma do Estado. Hoje à tarde, no arranque das jornadas, são ultimados os balanços sectoriais da actividade do Governo, que amanhã serão apresentados publicamente. A educação será, previsivelmente, o único ministério a escapar à apreciação muito negativa que o PSD faz da governação.

Na área da justiça, depois de Marques Mendes ter proposto um pacto de regime que foi recusado por Sócrates, logo no início da legislatura, o PSD vai agora avançar com as suas iniciativas concretas. "O Governo teima em caminhar sozinho. Por isso, depois do rotundo não do primeiro--ministro ao acordo de regime sobre a justiça proposto pelo líder do partido, o PSD, sem abandonar a disposição para um entendimento alargado, vai apresentar as suas propostas", explica o líder parlamentar, Luís Marques Guedes. Assim, o partido aproveitará o encontro de Óbidos para lançar as suas propostas, nomeadamente para a revisão do Código Penal e Código de Processo Penal, que entretanto serão apresentadas. "Não vamos encavalitar iniciativas nas jornadas parlamentares, mas vamos sinalizar os caminhos que deviam estar a ser seguidos pelo Governo, mas não estão, sobretudo nas áreas cruciais da justiça e da reforma do Estado".

Uma das propostas que Mendes vai lançar significa uma verdadeira "revolução" no segredo de justiça (ver caixa). O líder do PSD quer limitar o segredo aos crimes "especialmente graves", como por exemplo o homicídio, o terrorismo ou o tráfico de drogas. Para os restantes, com moldura penal inferior, o processo é sempre aberto. De qualquer forma, nos casos em que haja segredo, este passa a ficar limitado à fase de inquérito.

A iniciativa de Marques Mendes prevê ainda que, para os crimes com moldura penal entre três e oito anos de prisão, o segredo de justiça possa ser requerido (pela vítima, arguido ou Ministério Público), desde que devidamente fundamentado, cabendo ao juiz decidir. A ideia é diminuir o âmbito do segredo de justiça, mas garantir que nos casos em que existe é mesmo para cumprir. E nem os jornalistas ficam de fora.

Reforma do Estado

Em relação a este ponto, Marques Guedes lembra que o PSD já apresentou nesta legislatura várias propostas para fusão e extinção de serviços, e considera "reconfortante ver que o PS já adoptou o slogan que foi lançado pelo PSD há muitos anos: menos Estado, melhor Estado". Este é um assunto que, na opinião do líder da bancada laranja, "é demasiado importante para ser falado da forma desgarrada como o Governo tem feito", pelo que os sociais-democratas prometem "continuar a pressionar" para que Sócrates avance com a prometida redução do peso do Estado.

Guedes contra uninominais

Com estas prioridades no topo da sua agenda, o líder dos deputados do PSD desvaloriza as iniciativas do PS em relação à reforma do sistema político - por exemplo, a revisão das incompatibilidades dos deputados, ou a alteração da lei eleitoral para a Assembleia da República, com introdução dos círculos uninominais, que os socialistas voltaram a colocar em cima da mesa. "Com tantos problemas que o País tem, preferia que as prioridades do PS e do Governo fossem outras", diz Marques Guedes, embora reconheça que o período de mais de três anos sem eleições que agora começa é propício a este debate. "Há que aproveitar este ciclo para fazer essa reforma , porque não temos a conflitualidade própria dos períodos eleitorais. Nesse sentido, é um período de ouro."

Sobre a reforma da lei eleitoral para a AR, Marques Guedes lembra que o PSD tem uma posição definida há bastante tempo: aceita o princípio dos círculos uninominais, mas quer a redução do número de deputados (a proposta laranja, conforme recorda o líder parlamentar, era passar dos actuais 230 parlamentares para 181). Embora reafirme esta posição partidária, que defenderá no Parlamento, Marques Guedes tem dúvidas sobre esta reforma - "Pessoalmente não me revejo na introdução dos círculos uninominais. Mas respeitarei sempre a posição do partido."
Fonte:
Diário de Notícias
Catarina Véstia

Publicado por estaccs às 12:33 PM | Comentários (0)

MAIS UMA AMEAÇA À IMPRENSA PAGA?

Um fenómeno há muito em desenvolvimento a nível internacional, a imprensa gratuita começa a dar os primeiros passos no nosso país. Este foi um dos temas discutidos no 05’Encontro de Comunicação da ESTA, contando com dois intervenientes com os quais não posso deixar de concordar.

Se por um lado o director do jornal “Metro”, Nuno Luz, nos diz que a imprensa gratuita não deve ser desvalorizada pala sua natureza(dependência da publicidade, diferenças no estatuto editorial, etc.), por outro, o jornalista do “Público”, João Rocha, vem acrescentar que a imprensa gratuita não constituirá uma ameaça à imprensa paga enquanto não definir a agenda e enquanto puser ao dispor do leitor um produto que a imprensa gratuita não pode disponibilizar.

Normalmente de natureza generalista, encontramos agora um novo formato deste tipo de imprensa. A Cofina resolveu lançar um jornal desportivo, diário e gratuito. A partir do próximo mês de Abril Madrid e Barcelona já poderão contar com a presença do ‘Penalty’ nas bancas. Será este o início dessa “ameaça” aos jornais pagos? Sendo esta “modalidade” de imprensa muito específica e, por isso, não podendo oferecer produtos muito diferentes, irá pôr em perigo os jornais desportivos pagos? Na minha simples opinião, não.

Não posso deixar de concordar com o João Rocha e acreditar que a imprensa paga oferece produtos mais completos, mais desenvolvidos, enfim, registos que a imprensa gratuita não pode oferecer. Exemplo disso será uma boa reportagem, repleta de informação e baseada num trabalho de pesquisa. Não quero com isto descuidar a imprensa gratuita. Ela também oferece bons produtos e boa informação. Mas (ainda) não oferece registos que implicam a existência de um trabalho árduo de investigação, pesquisa, procura, por parte de um jornalista, e, desculpem a sinceridade, remunerado.

Obviamente que, estando este novo jornal inserido num grupo de comunicação, a disponibilidade de artigos mais completos, elaborados por jornalistas remunerados e, por isso, fruto de um trabalho mais desenvolvido, será de mais fácil acesso. Mas o facto de existir a imprensa gratuita poderá também contribuir para um aumento do número de leitores e, assim, um maior número de consumidores da imprensa paga. Este passa ser um hábito que irá levar o leitor a pagar por um jornal, a ir à procura de mais.

Efectivamente, este novo “investimento” será uma boa aposta. Desde que bem reflectido.

Catarina Machado

Publicado por estaccs às 11:30 AM | Comentários (0)

MINISTRO DA JUSTIÇA RECEBEU SINDICATO DOS JORNALISTAS

A Direcção do Sindicato dos Jornalistas (SJ) esteve reunida, esta sexta-feira, com o ministro da Justiça, Alberto Costa, a quem transmitiu as suas «preocupações» em relação à revisão das leis penais.

No encontro, o SJ «reafirmou a posição de que a revisão do Código Penal e do Código de Processo Penal deve salvaguardar as garantias dos jornalistas em matéria de direito à investigação autónoma e de sigilo profissional», refere a estrutura sindical em nota informativa.

Fazendo uma apreciação positiva relativamente ao texto já conhecido da norma do Código Penal sobre violação do segredo de justiça, o sindicato reserva uma avaliação mais aprofundada para quando for publicitada a proposta de Lei.

O SJ também reiterou ao ministro da Justiça a sua disponibilidade para participar na discussão do diploma, com o objectivo de «defender os direitos e garantias dos jornalistas, contribuir para a realização de uma actividade informativa mais responsável e combater as tentativas de cerco à liberdade informativa».

Fonte: Jornal Digital

Publicado por estaccs às 11:19 AM | Comentários (0)

'GOLDEN SHARE NA PT PODE TORNAR NOTIFICAÇÃO NULA

A notificação que a Sonaecom fez junto da Autoridade da Concorrência pode vir a ser anulada, já que não foi notificado o controlo conjunto da PT pela Sonaecom e Estado.

O Governo tem uma golden share na Portugal Telecom que lhe confere poderes de gestão e na definição da estratégia da operadora e já disse que não vai abdicar desses direitos. Também a Sonaecom, já referiu que permitirá, caso a sua oferta seja bem sucedida, que o Governo mantenha direitos na operadora. Por isso, a notificação junto da Concorrência deveria ser conjunta, já que o controlo da PT será detido por ambas as entidades (Sonaecom e Estado).

A Autoridade da Concorrência já estará a analisar este aspecto do processo, tanto que já colocou questões à Sonaecom e à PT sobre o papel do Estado e da sua golden share.

Caso decida que a notificação deva ser conjunta, o processo na Concorrência volta à estaca zero, com a necessidade de a Sonaecom entregar nova notificação, incluindo o Estado. O âmbito da análise, neste caso, será alargado, já que o Estado detém interesses em empresas que têm de ser também eles analisados. É o caso da RTP, detida a 100% pelo Estado, e cuja junção com a PT tem de estar abrangida. Neste caso, o Governo ficaria desde já com uma posição vinculada na operação, ainda que não tenha decidido a sua votação na assembleia geral.

Caso a Concorrência decida prosseguir a análise com base na actual notificação, a batalha jurídica pode travar o processo junto da CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários). É que esta entidade ainda tem de registar a operação, registo que está pendente da decisão de não oposição da Autoridade da Concorrência. No entanto, se receber essa não oposição, pode a CMVM considerar que não há legitimidade nessa decisão. Ou seja, neste caso, mesmo que o processo continuasse e ficasse concluído junto da Concorrência, a CMVM poderia travar o registo da operação.

A Autoridade da Concorrência resolveu já fazer algumas perguntas às partes, Sonaecom e PT, sobre os poderes do Estado. A entidade liderada por Abel Mateus tem a dificuldade de ser a primeira autoridade a analisar um caso de concentração que envolve uma OPA (Oferta Pública de Aquisição) hostil a uma empresa onde o Estado detém uma golden share. Não existe, por isso, jurisprudência para este caso e o Estado está, segundo juristas contactados pelo DN, abrangido pelos processos de concentração, não ficando de fora dessa análise.

Até ao fecho desta edição não foi possível obter a posição das partes envolvidas.

Fonta: Diário de Notícias on-line

Publicado por estaccs às 11:15 AM | Comentários (0)

MANUEL FALCÃO CRITICA TSF

O critério editorial da TSF, cujo principal responsável é José Fragoso, é posto em causa por Manuel Falcão num artigo de opinião da edição de Abril da revista ‘Atlântico’
Manuel Falcão considera o modelo informativo da TSF permeável a manipulações. O ex-director da 2: acusa a estação de secundarizar os temas realmente relevantes.

“O modelo informativo da TSF, baseado em registos de declarações de terceiros e em reportagens ‘em directo’, facilita muito a manipulação. Efectivamente, dando a ilusão que reporta, a TSF raramente contextualiza e relativiza aquilo de que está a falar, pronunciando-se em termos gerais e absolutos”, escreve Manuel Falcão na revista ‘Atlântico’ de Abril, que ainda não está nas bancas.

Segundo o ex-director da 2:, a editorialização “tendenciosa” da rádio permite que movimentos de trabalhadores controlem a agenda da TSF, relegando temas mais importantes para segundo plano. Falcão considera que os factos são construídos pelas associações sindicais para que a estação os noticie logo de manhã, provocando “um efeito de cascata em outras redacções”. Desta forma, as “missas evangelistas e o discurso Robin Hood” tornaram-se “imagem de marca da estação.”

José Fragoso, director editorial da TSF, instado a pronunciar-se sobre as críticas, disse ao CM: “É um artigo de opinião, portanto, não comento. As opiniões são pessoais e valem o que valem.” Fragoso não mostrou sequer interesse em conhecer o conteúdo do artigo com maior profundidade.

Esta não é a primeira vez que se critica a actuação dos media nas páginas da revista. Em Março, José Manuel Fernandes, director do ‘Público’, pôs em causa a actuação do ‘Expresso’ e do ‘Diário de Notícias’ no tratamento das questões relacionadas com a homossexualidade.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 11:11 AM | Comentários (0)

'NATIONAL GEOGRAPHIC' NO MERCADO

O grupo de Joaquim Oliveira vai iniciar esta semana negociações para ceder os direitos da revista National Geographic em Portugal ao grupo editorial espanhol RBA, segundo informa hoje o Diário Económico.

O contrato com a National Geographic Society (NGS), que teve início em 2001, era válido por 10 anos. No entanto, a Controlinveste deixou de ter interesse na publicação e, ao abrigo de uma cláusula, vai poder renegociar a mudança do titular accionista da empresa detentora dos direitos de publicação da revista.

Ao que apurou o jornal, na origem desta decisão está a quebra das vendas do título em Portugal.

Na redacção da NG em Portugal trabalham cinco pessoas que produzem cerca de 15% do material editorial da revista.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 09:38 AM | Comentários (0)

'LA SEXTA' ARRANCA HOJE

O novo canal espanhol La Sexta inicia esta segunda-feira, pelas 13:00 horas, as emissões. O canal, detido pelas produtoras Globomedia, Mediapro e Televisa, representa um investimento de 491 milhões de euros até 2010. O presidente da cadeia, Emilio Aragón, saudará os espectadores.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 09:37 AM | Comentários (0)

'O INDEPENDENTE' EM RISCO

Depois de uma reunião na passada sexta-feira, os accionistas d´O Independente acordaram financiar o projecto por mais algumas semanas. O semanário encontra-se em risco de encerrar por falta de verbas, segundo a edição desta segunda-feira do Jornal de Negócios.

O Independente cancelou já a distribuição dos suplementos «Saúde» e «Vida», publicados como parte integrante do jornal. O investimento efectuado nos suplementos foi canalizado para reforçar o primeiro caderno e o caderno de economia.

Depois de ter registado uma queda na circulação de 19,4% este ano, o semanário está a passar por algumas dificuldades financeiras, contudo «nunca houve salários em atraso», garantiu a directora do jornal, Inês Serra Lopes.

De acordo com informações veiculadas no início do ano, os proprietários do semanário estão a negociar a venda do jornal com o ex-administrador da Lusomundo Alberto do Rosário.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 09:31 AM | Comentários (0)

março 26, 2006

BRUXELAS FISCALIZA (1)

A Comissão Europeia encerrou a investigação iniciada em 2003 sobre o financiamento da RTP, depois de o Governo português ter assumido alguns compromissos.

“As autoridades portuguesas concordaram em tornar o sistema de financiamento mais transparente e em evitar distorções do mercado desnecessárias”, afirma o comunicado da comissária responsável pela Concorrência, Neelie Kroes.

Publicado por estaccs às 03:54 PM | Comentários (0)

BRUXELAS FISCALIZA (2)

Um dos vários compromissos assumidos pelo Governo e que estarão contemplados na revisão da Lei da Televisão é o de que “se os resultados operacionais da RTP ultrapassarem em 10% o financiamento que a empresa recebe do Estado – através da indemnização compensatória e da contribuição para o audiovisual – o montante excedido ser-lhe-á descontado na indemnização compensatória do ano seguinte”, explicou ao Diário Económico o ministro que tutela a Comunicação Social, Augusto Santos Silva.

“Já tínhamos acordado que se o financiamento público fosse excessivo as partes se reuniam e modificavam-no. Isso agora fica estipulado no contrato. Bruxelas assegura assim que não haverá financiamento excessivo”, afirma, por seu lado, Jorge Ponce de Leão, administrador da RTP.

Publicado por estaccs às 03:52 PM | Comentários (0)

BRUXELAS FISCALIZA (3)

Outra condição que levou à decisão de Bruxelas tem a ver com a regra ‘anti-dumping’ na publicidade, ou seja, a empresa pública de televisão compromete-se a não praticar preços abaixo dos valores de mercado de forma a não praticar concorrência desleal em relação às privadas.

“O Estado tornará mais claros os critérios de avaliação da prestação do serviço público. Aperfeiçoar-se-ão as metas qualitativas”, refere ainda Augusto Santos Silva, citando mais uma prova que Portugal levou à Comissão Europeia.

Publicado por estaccs às 03:51 PM | Comentários (0)

BRUXELAS FISCALIZA (4)

A integração do canal 2 no contrato de concessão geral de serviço público é outra das medidas com que Portugal se comprometeu e que constará da nova Lei da Televisão.

No comunicado, Bruxelas salienta, porém, que o acordo de reestruturação assinado, em 2003, entre a RTP e o Estado não faz parte da decisão de ontem e será objecto de um outro processo.

Publicado por estaccs às 03:50 PM | Comentários (0)

BRUXELAS FISCALIZA (5)

Estão terminadas neste momento as fiscalizações aos operadores públicos de televisão de França, Itália e Espanha e estão em curso as fiscalizações aos da Alemanha, Irlanda e Holanda.

Fonte: Diário Económico

Publicado por estaccs às 03:17 PM | Comentários (0)

JÁ HÁ SOCIEDADE

O grupo fundador do novo semanário de José António Saraiva, ex-director do ‘Expresso’, constituiu ontem sociedade, entrando com um total de 20% do capital do novo projecto.

No núcleo incluem-se, para além do próprio Saraiva, mentor do projecto, os três elementos que deixaram o semanário de Pinto Balsemão – José António Lima, Mário Ramires e Vítor Rainho – e duas figuras da área financeira e do direito.

Em breve, apurou ainda o CM, estará também fechado o grupo de investidores. O empresário Arga e Lima, administrador do jornal ‘A Bola’, desde logo apontado como potencial accionista, chegou a recuar, mas retomou o interesse no semanário.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 02:56 PM | Comentários (0)

NOVO SEMANÁRIO CONHECIDO EM ABRIL

Jornal de António José Saraiva deverá ser lançado em Setembro

O novo semanário de José António Saraiva, ex-director do ‘Expresso’ – publicação propriedade do grupo Imprensa, de Francisco Pinto Balsemão –, vai ser apresentado em Abril às agências de planeamento e compra de espaço publicitário, anunciou ontem o jornalista.

“O projecto será apresentado às agências nos primeiros dias de Abril”, afirmou José António Saraiva, acrescentando que irá revelar, nesse encontro com os planeadores de meios, todos os pormenores do novo semanário, como por exemplo, o nome do título, o dia de saída, o número de páginas e o número de cadernos.

O jornalista referiu ainda que está em “negociações finais” para concluir a constituição da sociedade proprietária do novo jornal.

A sociedade fundadora do novo semanário, composta por José António Saraiva, pelos três ex-jornalistas do ‘Expresso’ José António Lima, Mário Ramires e Vítor Rainho e por mais duas pessoas (uma da área financeira e outra da área jurídica) foi constituída no passado dia 7.

Este grupo composto por seis elementos vai ter, em partes iguais, 20 por cento do capital da nova publicação, que também terá como investidor uma instituição bancária, responsável por 25 por cento do capital social.

O lançamento do novo projecto editorial do ex-director do ‘Expresso’ está previsto para Setembro deste ano.

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 02:54 PM | Comentários (0)

A ORDEM EM DEBATE (1)

A criação de uma Ordem dos Jornalistas voltou a estar em destaque após as declarações de Emídio Rangel no decurso do 5.º Congresso da CAIS. No entanto, o tema não reúne consenso entre os jornalistas. A obrigatoriedade de inscrição, inerente à Ordem, é o principal entrave.

Emídio Rangel, consultor na área dos media, defendeu a criação de uma Ordem por considerar que as “questões éticas e deontológicas têm ficado permanentemente para trás” e que está provada “a falência da tese de que o Sindicato dos Jornalistas (SJ) pode assumir essa responsabilidade”. O SJ, claro está, discorda.

Publicado por estaccs às 02:53 PM | Comentários (0)

A ORDEM EM DEBATE (2)

O jornalista Miguel Sousa Tavares segue a corrente de pensamento de Rangel e vê na Ordem “um órgão mais prestigiante, que libertaria os jornalistas de um critério vesgo que caracteriza o Conselho Deontológico do SJ”, salientando que ambos “poderiam coabitar perfeitamente”.

O problema é que nem todos os jornalistas concordam. O deputado socialista Arons de Carvalho recorda que os jornalistas rejeitaram, via referendo, a criação do organismo. “A obrigatoriedade de inscrição” é considerada negativa pela generalidade dos jornalistas. Ainda recentemente, Paulo Silva, membro do Conselho de Administração da Casa da Imprensa, referiu publicamente a génese “individualista, livre e anticorporativista” dos jornalistas para explicar a alergia da classe à criação de uma Ordem.

Arons de Carvalho sublinha ainda que a “vantagem de uma Ordem relacionar-se-ia com a submissão às regras” deontológicas. “De qualquer forma, o que está previsto no novo Estatuto do Jornalista é a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista (CCPJ) assumir funções de auto-regulação nesse domínio da deontologia profissional”, explica.

Publicado por estaccs às 02:51 PM | Comentários (0)

A ORDEM EM DEBATE (3)

Agostinho Branquinho, deputado do PSD e antigo jornalista, discorda da atribuição das responsabilidades à CCPJ: “Na Comissão estão jornalistas e não-jornalistas e acho que as questões de foro deontológico e da auto-regulação devem ser decididas apenas pelos jornalistas”. O social-democrata, inclusivamente, vê como principal vantagem da Ordem o facto de conciliar matérias deontológicas e responsabilidades sobre a atribuição da documentação profissional.

O CM quis ouvir Azeredo Lopes, presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), mas este não quis pronunciar-se, pois “a ERC ainda não discutiu o assunto”. O Clube dos Jornalistas também não proferiu qualquer declaração. No entanto, em Setembro, Eugénio Alves defendera, numa entrevista, a criação da Ordem dos Jornalistas.

OUTROS EXEMPLOS

Advogados, engenheiros, médicos, enfermeiros, solicitadores, revisores oficias de contas e técnicos oficias de contas são as profissões que se regem através de Ordens profissionais. Algumas delas chegam a exigir, para atribuição do título profissional, a realização de testes específicos como complemento à formação académica superior.

Publicado por estaccs às 02:50 PM | Comentários (0)

A ORDEM EM DEBATE (4)

COMENTÁRIOS

ALFREDO MAIA - SINDICATO JORNALISTAS

Sou contra associações de inscrição obrigatória. Não há razões para criar uma Ordem. Além de Itália, onde a representatividade e acção da Ordem é nula, só existem (uma ou outra, e moribundas) na América Latina, como resquícios de ditaduras militares.”

HENRIQUE MONTEIRO - 'EXPRESSO'

“Sou favorável à separação dos aspectos deontológicos do Sindicato, mas não sou favorável à criação de uma ordem, por ser demasiado corporativa o que tende a transformar o jornalismo numa profissão fechada. Não é exclusiva a licenciados em Comunicação.”

JOSÉ MANUEL FERNANDES - 'PÚBLICO'

Delegar a regulação deontológica na Comissão da Carteira Profissional parece-me uma má solução. Deve trabalhar-se numa alternativa, que também não pode ser sindical. Se o único caminho for a ordem, não lhe fecho as portas. Pode ser uma solução, mas não a ideal.”

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 02:49 PM | Comentários (0)

março 25, 2006

25 DE MARÇO DE 2005

Sai o primeiro número do jornal Notícias do Centro.

Publicado por estaccs às 11:57 PM | Comentários (0)

AINDA O CÓDIGO DE CONDUTA DA EFE

MADRID.- El presidente de EFE, Álex Grijelmo, ha declarado que las negociaciones de un Estatuto de la Redacción que regula las normas éticas y profesionales de esta agencia han concluido con un preacuerdo entre las partes implicadas.

Grijelmo ha hecho este anuncio en el acto de entrega de los Premios Internacionales de Periodismo Rey de España, celebrado en la Casa de América bajo la presidencia de Don Juan Carlos I y de Doña Sofía.


El presidente de EFE Alex Grijelmo. (Foto: EFE)
El Consejo de Redacción, los representantes del comité intercentros y la dirección de la empresa concluyeron la negociación del Estatuto el pasado miércoles y alcanzaron un preacuerdo sobre el texto.

Este Estatuto, añadió, regula las normas éticas y profesionales de EFE y garantiza la independencia de sus periodistas.

En su discurso, Grijelmo dijo que el Estatuto garantiza que lo que dice EFE "es la verdad honrada y ecuánime".

El Estatuto entrará en vigor después de ser aprobado en referéndum en todas las redacciones de EFE el próximo 17 de mayo. Éste será el primer Estatuto de la Redacción en los 67 años de historia de EFE.

Una vez ratificado en la consulta, el Estatuto, según el acuerdo alcanzado por los negociadores, se incorporará al convenio colectivo.

Servicio público informativo
El texto pactado consta de 128 artículos, con capítulos dedicados a los derechos y obligaciones de los periodistas, la cláusula de conciencia, el secreto profesional, el tratamiento de las fuentes informativas, los derechos y obligaciones de la Dirección.

Su preámbulo destaca que por su vocación de servicio público informativo, EFE "carece de línea ideológica, no transmite opiniones propias, sino noticias, crónicas, reportajes y análisis periodísticos, en cualquier soporte, basados en la veracidad de los hechos, la consulta de todas las fuentes, el rechazo de toda manipulación y el respeto a los principios éticos que rigen el protocolo de obtención y edición de información".

En el capítulo de nombramientos, establece que el cargo de director de Información, después de ser propuesto por el presidente y comunicado al Consejo, será sometido a referéndum de la Redacción, en una consulta que no tiene carácter vinculante.

Las propuestas de nombramiento de los directores también serán objeto de referéndum no vinculante.

Efe es la cuarta agencia del mundo y la primera de habla hispana. Ofrece cada día cerca de 5.000 informaciones entre noticias y reportajes de texto, fotografías, crónicas, informativos y boletines de radio, noticias y reportajes de televisión y paquetes multimedia para publicaciones digitales.

Sus textos se escriben en castellano, catalán, inglés, portugués y árabe, y se difunden diariamente en más de 100 países.

Fonte: El Mundo

Publicado por estaccs às 11:34 PM | Comentários (0)

ONI ADERE AO CACL

A operadora de telecomunicações Oni aderiu esta sexta-feira ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Lisboa, disponibilizando-se a submeter eventuais conflitos com os seus clientes à apreciação do Tribunal Arbitral.

«A Optimus é a única operadora de telecomunicações que ainda não aderiu a este centro», afirmou à Agência Lusa Isabel Cabeçadas, do Centro de Arbitragem da capital.Mais de duas mil empresas (2.054) aderiram ao centro de Lisboa, entre as quais a EDP, PT, EPAL, CTT, Carris, Vodafone, TMN e EMEL.

Em 2005 o centro recebeu 2.667 casos e resolveu mais de 90%, a maioria (1807) através de informações (explicando ao queixoso quais os seus direitos legais), e os restantes por acordo das partes (mediação, 545) e arbitragem (por decisão do juiz do tribunal arbitral).

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 11:29 PM | Comentários (1)

22 JORNALISTAS DETIDOS NA BIELORÚSSIA

Vinte e dois jornalistas independentes foram detidos desde a reeleição, domingo, do presidente da Bielorrússia, 13 dos quais continuam na prisão, anunciou hoje num comunicado a ONG francesa Repórteres Sem fronteiras (RSF).

Eles estão «detidos em condições lamentáveis», segundo informações recolhidas pelos Repórteres Sem Fronteiras, precisa o comunicado daquela organização francesa de defesa da liberdade de imprensa.
«Estas detenções destinam-se a fazer calar a contestação e a instaurar um clima de terror no país. Os jornalistas independentes devem ser imediatamente libertados», instou a organização.

A vaga de repressão intensificou-se na noite de 23 para 24 de Março, durante a qual mais nove jornalistas foram detidos, adianta a RSF.

Entre estes nove jornalistas incluem-se cinco representantes de publicações bielorrussas, dois jornalistas do grupo audiovisual público georgiano OGT, um jornalista de uma agência de informação russa e um jornalista canadiano sem acreditação para trabalhar na Bielorrússia.

«Nós apelamos a todos os representantes de países estrangeiros instalados em território bielorusso, assim como nos países vizinhos, para intervirem a favor da libertação dos jornalistas independentes», acrescentou a organização de defesa da liberdade de imprensa.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 11:13 PM | Comentários (0)

GUSTAVO SILVA NA ECCLESIA ANGOLANA

O jornalista Gustavo Silva, antigo editor-chefe do Telejornal da Televisão Pública de Angola (TPA), é o novo director executivo da Rádio Ecclesia, emissora católica angolana, tendo o padre Maurício Camuto assumido as funções de director geral da estação.

Gustavo Silva, que se iniciou no jornalismo em 1984, foi um dos membros da equipa que reabriu a Ecclesia em 1997, tendo saído depois para a TPA, onde exerceu várias funções, entre as quais a de editor-chefe do principal serviço noticioso diário.

O padre Maurício Camuto, que exercia as funções de director- geral adjunto e assume agora a direcção geral da estação católica, é um dos actuais porta-vozes da Conferência Episcopal de Angola e S. Tomé (CEAST).

Os dois novos responsáveis pela emissora católica angolana foram empossados por D. Filomeno Vieira Dias, coordenador da Comissão para a Comunicação Social da CEAST.

Na cerimónia, D. Filomeno Vieira Dias reafirmou que a expansão do sinal da Ecclesia a todo o território angolano continua a ser um objectivo da CEAST, assegurando ainda que a linha editorial da estação continuará a seguir os valores cristãos e da isenção.

A questão da expansão do sinal da emissora católica foi um dos assuntos analisados na primeira assembleia anual da CEAST, que terminou quarta-feira em Luanda, tendo os bispos católicos manifestado alguma preocupação com a nova Lei de Imprensa, recentemente aprovada pelo parlamento.

"A nova Lei de Imprensa constitui motivo de apreensão para os bispos pelas dificuldades que vai criar ao plano que a Igreja tinha para a expansão da rádio", afirmou, no encerramento da reunião, D.

Benedito Roberto, Bispo do Sumbe, frisando que a CEAST "vai realizar as diligências necessárias" para conseguir expandir o sinal da emissora católica a todo o país. O bispo admitiu, no entanto, que "olhando para a nova lei, não se vê como o projecto se pode concretizar".

A Rádio Ecclesia, que emite 24 horas por dia para a região de Luanda, tem uma dezena de jornalistas, oito locutores, quatro operadores de som e correspondentes em todas as províncias de Angola. A direcção da emissora formalizou no início de 2001 o pedido de autorização para emitir em frequência modulada e ondas curtas em todo o país, mas a resposta governamental tem sido sucessivamente adiada.

Em Maio de 2004 o problema parecia estar em vias de solução, depois de o presidente angolano, José Eduardo dos Santos, ter afirmado que não havia nenhum impedimento ao alargamento das emissões da emissora católica, mas a situação acabou por não se concretizar. Pouco depois, o então ministro angolano da Comunicação Social, Hendrick Vaal Neto, acusou a emissora católica de ter importado ilegalmente os equipamentos que vão permitir a retransmissão da sua emissão radiofónica por todo o território angolano, o que a direcção da rádio negou.

Em Setembro de 2004 ocorreu outro incidente, na província do Lubango, quando o governador provincial intimou a arquidiocese local a retirar o material que tinha montado para se preparar para o início das emissões. A CEAST, numa demonstração da importância que atribui a esta questão, aborda frequentemente o problema da expansão da Rádio Ecclesia nas suas posições públicas.

Recentemente, os bispos católicos angolanos alertaram que as próximas eleições em Angola têm de ser livres, justas e transparentes, o que implica o livre acesso dos cidadãos à informação, numa alusão ao facto da Ecclesia apenas ser ouvida em Luanda.

No resto do território angolano, os cidadãos apenas têm acesso às emissões da estatal Rádio Nacional de Angola.A Rádio Ecclesia pretende abrir emissores regionais em todo o território do país, para que o sinal radiofónico não esteja apenas dependente da emissão feita a partir de Luanda.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 10:56 PM | Comentários (0)

GNT RECORRE À AdC

O canal GNT admitiu recorrer à Autoridade da Concorrência caso a TV Cabo não esclareça oficialmente a estação sobre a sua troca na grelha pela TV Record. A operadora, por seu lado, recusou-se a comentar esta intenção.

Em comunicado, o canal da rede Globosat, que é distribuído em exclusivo para Portugal através da TV Cabo, afirma estar "surpreendido" com a sua substituição por outra estação brasileira, a TV Record, a partir de 1 de Abril.

"Até ao momento, não fomos contactados pelos dirigentes da TV Cabo, que anteriormente declaravam que as negociações estavam em andamento, pelo que, oficialmente, não sabemos de nada", refere a direcção da Globosat.

"A confirmar-se, consideramos adoptar algumas medidas, como recorrer à Autoridade da Concorrência, tendo em conta a forma como o processo está a decorrer".

Fonte oficial da TV Cabo avançou na terça-feira que o lugar do canal GNT seria ocupado pela TV Record no início do próximo mês, explicando, na mesma altura, que o contrato com o canal da Globosat termina no próximo dia 31.

Para os responsáveis do GNT, a saída do canal vai penalizar os telespectadores, uma vez que "vão deixar de acompanhar os seus programas preferidos", como as novelas ou a mais recente aposta, a emissão dos jogos do Campeonato Brasileiro de Futebol.

O GNT é emitido em Portugal desde 1998 e encontra-se entre os 15 canais mais vistos da rede cabo. Na última semana, ficou em 12.º lugar.

Fonte: Jornal de Notícias

Publicado por estaccs às 01:58 AM | Comentários (22)

CASA PIA: 16 JORNALISTAS VÃO A JULGAMENTO

Uma juíza do Tribunal de Instrução Criminal do Porto decidiu levar a julgamento 16 jornalistas (dos jornais Público e Jornal de Notícias) por vários crimes de violação do segredo de justiça, alegadamente cometidos durante o acompanhamento, em 2003, do processo da Casa Pia.

No despacho de pronúncia, de 16 de Março, a magistrada (cujo nome não foi possível apurar) limitou-se a admitir a tese de que os jornalistas, assim como os sujeitos processuais, estão vinculados ao segredo de justiça. E não sustentou em que medida é que as notícias publicadas nos dois jornais prejudicaram a investigação ou colocaram em causa o bom nome dos arguidos, duas premissas para a verificação do crime. Nem deu como verificado que algumas das notícias - como sustentou o procurador do Ministério Público na acusação - apenas tiveram como objectivo colocar em causa a equipa de magistrados do MP, João Guerra, Cristina Faleiro e Paula Soares, que investigou o processo da Casa Pia.

Para a juíza de instrução, o artigo 86 do Código do Processo Penal, ao referir que o "segredo de justiça vincula todos os participantes processuais" bem como outras pessoas que "a qual título tiverem tomado contacto directo com o processo", refere-se a "outros participantes processuais tais como testemunhas, peritos ou outras pessoas estranhas ao processo como sejam os jornalistas".

E escuda-se num acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães sobre um crime de violação do segredo de justiça, o qual refere que a expressão "a qualquer título" não "deve ser interpretada restritivamente, no sentido de só contemplar os sujeitos e participantes processuais".

Ainda que os jornalistas tenham alegado não ter tido acesso directo a peças processuais, a juíza considera que ao escreverem sobre o processo estavam a dar um conhecimento ilegítimo (entendimento não partilhado por uma juíza do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa que arquivou um processo, ver caixa). "O inciso ilegitimamente quer significar o dar-se conhecimento do conteúdo do acto processual sujeito a segredo de justiça e não que é necessário provar-se o contacto do agente com o processo para que se perfectibilize o crime", diz o texto do acórdão.

Ou seja, de nada valeu aos jornalistas alegarem "não terem praticado o crime de violação de segredo de justiça por não estarem a ele vinculado, dado que não são parte, nem intervêm no processo e nem sequer está demonstrado nos autos que tivessem tido acesso a documentos constantes do processo da Casa Pia". A pronúncia incluiu ainda as respectivas direcções editoriais, uma vez que a juíza também considerou os directores como responsáveis pela divulgação das notícias em causa.

O rol dos pronunciados inclui ainda as respectivas direcções editoriais. Do JN foram pronunciados David Pontes, Alfredo Leite, José Leite Pereira, António José Teixeira (actualmente director do DN) e os jornalistas Tânia Laranjo, Carlos Tomás e Manuel Vitorino. Do Público, foram pronunciados os directores José Manuel Fernandes, Nuno Pacheco, Manuel Carvalho, Daniel Deusdado e Eduardo Dâmaso (hoje, director adjunto do DN) e os jornalistas António Arnaldo Mesquita, Maria José Oliveira, Nuno Sá Lourenço e Luciano Alvarez.

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 01:39 AM | Comentários (0)

EFE TEM CÓDIGO DE CONDUTA

O presidente da EFE, Alex Grijelmo, anunciou hoje que a agência noticiosa espanhola vai adoptar em Maio o primeiro código de conduta da história da empresa com vista a garantir a independência dos seus jornalistas.

A versão final do documento, cuja negociação foi desenvolvida entre o conselho de redacção, os representantes sindicais e a direcção da agência, vai ser votada pela redacção da EFE no dia 17 de Maio, entrando logo em vigor caso seja aprovada.

O código vai regular todas as normas éticas e profissionais dos jornalistas da EFE e irá garantir que tudo o que é publicado pela agência noticiosa "é a verdade honrada e imparcial", afirmou Grijelmo durante a cerimónia de entrega dos Prémios Internacionais de Jornalismo Rei de Espanha, hoje realizada em Madrid.

O texto do código, composto por um total de 128 artigos, vai abordar temas como direitos e obrigações dos jornalistas, segredo profissional, tratamento de fontes informativas, direitos e obrigações da direcção e a consciência de cada profissional.

O documento analisa também a questão das nomeações das direcções da agência, estabelecendo que o cargo de director de informação, depois de ser proposto pelo presidente e comunicado ao conselho de redacção, deverá ser submetido à votação da redacção.

Esta consulta não terá carácter vinculativo, segundo o código de conduta, que acrescenta que as nomeações dos directores dos vários departamentos jornalísticos da agência também devem analisados e votados em plenário.As alterações na agência estatal de notícias não ficam por aqui, já que a EFE também divulgou hoje a sua nova identidade visual.Apesar de manter como cor oficial o azul, a empresa apresenta um logótipo mais moderno inspirado nos números digitais dos anos 80.

A EFE é a quarta maior agência de notícias do mundo e a primeira de língua espanhola, contando com cerca de três mil jornalistas.Em 2005, a agência teve prejuízos na ordem dos 1,8 milhões de euros, o que significou uma redução de 55 por cento face ao ano anterior.

O presidente da EFE estima, no entanto, que a agência obtenha lucros em 2007.A empresa, que emite notícias há quase 70 anos, oferece diariamente cerca de 5 mil conteúdos entre notícias, reportagens de televisão, fotografias, crónicas e boletins de rádio.Os conteúdos da agência são transmitidos em espanhol, árabe, inglês, português e catalão, sendo difundidos em mais de 100 países.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 12:00 AM | Comentários (0)

março 24, 2006

NORUEGA APERTA CONTRLO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL

O Governo norueguês apresentou hoje um projecto-lei que prevê o endurecimento das regras de controlo dos media, nomeadamente no que se refere à concentração de órgãos de comunicação.

De acordo com o novo texto do Governo, um grupo não poderá deter, simultaneamente, media impressos ou audiovisuais cuja difusão represente globalmente mais de um terço dos leitores ou da audiência.

O limite actualmente autorizado é de 40 por cento.

“O limite de 33 por cento visa impedir que os media se concentrem em poucas mãos, o que poderia enfraquecer a liberdade de expressão e de informação”, explicou o ministro norueguês da Cultura, Trond Giske.

De momento, nenhum dos grandes grupos noruegueses de media - Schibsted, Orkla, A-pressen – deverá proceder a alterações na sua estrutura. Mas o texto contraria os projectos do Schibsted visando a imprensa regional.

Segundo a agência norueguesa NTB, o grupo – conhecido na Europa pelo seu jornal gratuito “20 Minutos” – detém uma fatia de mercado de 31 por cento na imprensa escrita, o que lhe deixa pouco espaço para operações de aquisição de outros jornais.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 11:55 PM | Comentários (0)

"A BOLA" IMPRESSA NOS EUA

O jornal desportivo "A Bola" vai começar a ser impresso na área de Newark, no estado norte-americano de New Jersey, a partir da próxima terça-feira, e a marcar presença entre segunda e sábado nas bancas das comunidades portuguesas de vários outros estados.

O jornal terá uma circulação inicial de cinco mil exemplares.
"A Bola" será o terceiro jornal português publicado a partir de Newark, juntando-se ao luso-americano, fundado em 1928 e publicado continuamente nesta cidade desde 1939, e ao jornal "24 Horas", que circula em Newark desde 8 de Fevereiro de 1999.

Fonte: Público on-line

Publicado por estaccs às 03:42 PM | Comentários (0)

ALCATEL E LUCENT TENTAM NOVAMENTE FUSÃO

O fabricante francês de telecomunicações Alcatel e a sua congénere norte-americana Lucent Technologies assumiram hoje que vão tentar novamente uma fusão, com o objectivo de criar um dos líderes de equipamentos de telecomunicações a nível mundial.

As duas empresas reconhecem hoje, em comunicado, que esta operação seria a melhor forma de responder à concentração em curso no sector das operadoras de telecomunicações.

A capitalização bolsista das duas empresas aponta para um valor superior a 32 mil milhões de dólares (26,7 mil milhões de euros) - 20 mil milhões de dólares (16,7 mil milhões de euros) do grupo francês e um pouco menos de 13 mil milhões de dólares (dez mil milhões de euros) do grupo norte-americano.

Se se concretizar, a operação permitirá uma concorrência mais directa com a americana Cisco Systems e com a sueca Ericsson.

Fonte: Público on-line

Publicado por estaccs às 03:34 PM | Comentários (0)

CAIS QUER CRIR AGÊNCIA DE JORNALISMO SOCIAL

Não estão definidos prazos, mas o projecto que fez nascer a revista Cais há 12 anos vai dar origem a uma agência de jornalismo social. O objectivo é disponibilizar notícias e fotografias numa lógica de maior preocupação com os problemas sociais e com mais ética do que a praticada no jornalismo português, explicou ontem Henrique Pinto, director da Cais, no último dia do quinto congresso da organização, dedicado à ética na comunicação, que decorreu na Fundação Luso-Americana, em Lisboa.

O modelo de agência de notícias de jornalismo social, tal como é definido por Henrique Pinto, é um exemplo que já existe, com sucesso, noutros pontos do mundo: "Tivemos connosco, no congresso, Stefano Trasatti, que vem do Redattore Sociale, de Itália, que é uma agência nestes moldes. Já tem cinco anos e colabora com a televisão italiana."

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 10:42 AM | Comentários (0)

COFINA EM ESPANHA

O grupo Cofina vai lançar em Abril um novo diário desportivo em Espanha. O novo jornal, intitulado Penalty, deverá ser distribuído gratuitamente, o que acontece pela primeira vez no mercado espanhol.De acordo com a edição desta sexta-feira do Diário de Notícias, a nova publicação representa um investimento de quatro milhões de euros.O Penalty deverá ter uma tiragem de 350 mil exemplares em Madrid e 150 mil em Barcelona.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 10:01 AM | Comentários (0)

24 DE MARÇO DE 1986

Iniciam-se as emissões da RUT, Rádio Universidade Tejo, Rádio Pirata. Boa memória do jcd.E com direito a blogue.

Publicado por estaccs às 09:49 AM | Comentários (0)

24 DE MARÇO DE 1993

É apresentada a revista Visão, que sucede ao semanário O Jornal.

Publicado por estaccs às 12:48 AM | Comentários (0)

24 DE MARÇO DE 1989

São concedidos 79 alvarás de rádio, concretizando a liberalização do espectro radiofónico.

Publicado por estaccs às 12:47 AM | Comentários (0)

março 23, 2006

METEOROLOGIA ESPECIALIZADA

TV pública negoceia com Instituto de Meteorologia apresentação de boletins por especialistas. Na "conversa", como classificou a sua intervenção no Dia Meteorológico Mundial, António Luís Marinho defendeu, por outro lado, que "jornalistas e meteorologistas devem aprender uns com os outros para poderem transmitir melhor a informação à população".

O director de informação da RTP anunciou, também, que a estação está a negociar com o Instituto de Meteorologia (IM) para "retomar os boletins meteorológicos apresentados por especialistas em dois espaços diários", referindo que, actualmente, a informação meteorológica na estação pública de televisão é "escassa".

O presidente do Instituto de Meteorologia, Adérito Serrão, disse que o organismo público que dirige "está, como sempre esteve, disposto a promover uma cultura de prevenção em Portugal", em colaboração com outras entidades, visando a redução dos desastres naturais.

"Episódios recentes e infelizmente cada vez mais recorrentes anualmente em Portugal, associados aos incêndios florestais, pela sua dimensão e impactes, devem constituir pretexto para um reforço da investigação das causas, mas igualmente para a adopção de atempados e adequados mecanismos de prevenção e de resposta à catástrofe, mitigando os seus efeitos", frisou o responsável.

O Dia Meteorológico Mundial – este ano sob o tema "Prevenção e Mitigação dos Desastres Naturais" – foi promovido pela Organização Meteorológica Mundial, agência especializada das Nações Unidas para a meteorologia.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 10:28 PM | Comentários (0)

AUTO-REGULAÇÃO NAS IMAGENS DOS INCÊNDIOS?

O director de Informação da RTP, António Luís Marinho, anunciou hoje que a estação pública de televisão deseja estabelecer um acordo com os outros canais para que a cobertura dos incêndios florestais se faça "sem excessos".

Nos anos anteriores "cometeram-se na RTP alguns excessos" na cobertura dos incêndios florestais, admitiu António Luís Marinho, ao intervir, como convidado, nas celebrações do Dia Meteorológico Mundial, em Lisboa.

O director de Informação da RTP referiu-se, a título de exemplo, à "excessiva repetição" de imagens de fogos florestais, induzindo a ideia no público de que "todo o país estava a arder".

Partindo do princípio de que os "excessos" na cobertura dos incêndios florestais acontecem em todos os canais, António Luís Marinho anunciou que vai tentar negociar com todas as estações de televisão um acordo para que no futuro a situação não se repita.

"Internamente, a RTP está a preparar uma estratégia para a sua própria cobertura dos incêndios florestais, procurando evitar alguns excessos cometidos em anos anteriores", disse o responsável. "Depois, vamos tentar estabelecer uma estratégia com as outras televisões, para que todos os canais se harmonizem neste âmbito", acrescentou.

Apesar de desejar o fim dos "excessos" na cobertura televisiva dos fogos, António Luís Marinho referiu que "não noticiar ou informar pouco seria tão grave como o exagero" nas reportagens.


Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 10:26 PM | Comentários (0)

PRISA NEGA ACORDOS

A espanhola Prisa, que detém um terço do grupo Media Capital (dono da TVI) negou hoje qualquer acordo com outros accionistas da empresa portuguesa, respondendo a questões da entidade reguladora do mercado bolsista sobre eventuais consonâncias com a Caixanova.

"Não existem quaisquer acordos", garantiu hoje o administrador-delegado da Prisa, José Luís Cébrian, numa entrevista realizada em Madrid e citada pela agência Bloomberg.

A Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) admitiu esta semana estar a "acompanhar" a evolução da estrutura accionista da Media Capital para garantir que não existe nenhum pacto entre a Prisa ou a RTL (que controla 33 por cento do grupo da TVI) com o mais recente accionista, a galega Caixanova, que detém uma participação de 4,2 por cento.

Segundo as regras da CMVM, qualquer concertação entre accionistas maiores que permita um controlo de mais de um terço de uma empresa implica que a entidade reguladora force esses accionistas a lançar uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre a totalidade da empresa.

"Não existem quaisquer negociações com a RTL" até porque chegar a um acordo levaria a ter de lançar uma OPA e "não me parece que quer a RTL quer a Prisa estejam interessadas nessa compra" para já, explicou Cébrian.

O responsável afirmou, entretanto, esperar que "no futuro, quando mudarem as circunstâncias e deixarem de ser aplicadas as limitações legais que actualmente afectam" os dois grupos, a Prisa e a RTL sejam "capazes de chegar a acordos razoáveis que não penalizem o investimento de nenhuma das partes".

Presidida por Miguel Pais do Amaral, a Media Capital tem um acordo com a Prisa que dá à empresa espanhola um direito de preferência sobre 12 por cento do grupo.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 10:24 PM | Comentários (0)

BRUXELAS AUTORIZA 'THE CW'

A Comissão Europeia (CE) anunciou esta quinta-feira ter dado o seu acordo ao negócio proposto pela americana Warner Bros, do grupo Time Warner, e pela CBS Corporation no sentido da criação da empresa «The CW», que ambas controlarão conjuntamente. Na opinião da CE, o negócios cumpre as às normas de concorrência europeias.

A operação, notificada à CE a 24 de Fevereiro, será realizada através da contribuição de activos das duas empresas fundadoras, e foi analisada segundo um procedimento simplificado, usado quando não existe, à priori, qualquer dúvida de que possa causar sérios prejuízos aos outros actores do sector económico que competem na União Europeia (UE).

A Time Warner, propriedade da Warner Bros, é uma companhia criada para prestar serviços online em todo o mundo, produzir filmes de entretenimento, explorar sistemas por cabos e redes de televisão, assim como editar publicações, lembrou esta quinta-feira a CE, em comunicado.

Já a CBS é uma sociedade cuja actividade económica está centrada nos meios de comunicação de massas, que produz e fornece conteúdos de televisão, rádio e publicações impressas nos Estados Unidos.

A «The CW» é proprietária de uma rede de difusão de televisão gratuita nos Estados Unidos.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 04:56 PM | Comentários (3)

CMVM MANDA

A Sonaecom só pode comprar acções da Portugal Telecom, fora de bolsa, com um pedido de autorização específico e prévio à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Respondendo a um pedido da Sonaecom, a CMVM deliberou, em reunião extraordinária, solicitar à empresa que «concretize o pedido de autorização referido, designadamente procedendo á identificação dos principais elementos da transacção ou transacções» que tencione fazer.

«Esta solicitação decorre do facto da CMVM entender que não pode autorizar, sem mais, a negociação fora de bolsa de valores mobiliários objecto da oferta, na pendência desta», refere um comunicado do Conselho Directivo da Comissão.

A Sonaecom tinha solicitado autorização para adquirir acções da PT fora de bolsa, com exclusão do direito de dividendo relativo ao exercício de 2005, ao preço unitário de 9,5 euros e com o limite máximo de 10 por cento do capital da Portugal Telecom.

A Sonaecom anunciou, a 6 de Fevereiro, o lançamento de uma OPA sobre o capital da PT, oferecendo 9,5 euros por cada acção, mais o dividendo de 38,5 cêntimos de euro, e cinco mil euros por cada obrigação convertível.


Fonte: TSF on line

Publicado por estaccs às 04:50 PM | Comentários (0)

LUSA: MELHOR RESULTADO DE SEMPRE

Os resultados operacionais da agência Lusa aumentaram 11,02% no ano passado, face a 2004, para um recorde de 2,91 milhões de euros, o que permitiu reduzir a dívida da empresa em 28,9%, anunciou hoje a agência noticiosa.

Fonte: Lusa

Este resultado foi obtido pelo aumento de 3,14% das receitas operacionais, para 18,11 milhões de euros, enquanto os custos operacionais caíram 1,76%, para 15,19 milhões de euros.

O aumento das receitas operacionais deve-se ao crescimento de 6,9% dos proveitos com a comercialização de serviços a clientes que não o Estado, para 4,59 milhões de euros.

«Estes resultados representam o esforço que tem sido feito pela Lusa para equilibrar a sua situação financeira e a aposta que tem de ser desenvolvida na conquista de novos mercados para os seus produtos e serviços», disse o administrador-delegado da Lusa, José Manuel Barroso.

As verbas do contrato-programa com o Estado aumentaram 2,4%, valor idêntico ao da inflação, como estava previsto, para 13,4 milhões de euros.

«A existência de um contrato-programa com valores constantes e o pagamento atempado das obrigações do Estado deu uma estabilidade à Lusa que tem sido fundamental para a recuperação da empresa e para desenvolvimento das suas actividades», afirmou José Manuel Barroso.

Os proveitos totais subiram 3,12%, para 18,5 milhões de euros, enquanto a dívida caiu 28,9%, para 9,98 milhões de euros, valor que ainda representa mais de metade das receitas globais da empresa.

O resultado líquido caiu 13%, para 1,85 milhões de euros, o que é explicado com o facto de «o Estado ter liquidado em 2004 as diferenças entre o valor provisório e definitivo das indemnizações compensatórias relativas aos exercícios de 2001 e 2002».

Os custos com pessoal aumentaram 5,02%, para 9,71 milhões de euros, «essencialmente como resultado da actualização da tabela salarial, do efeito das promoções/progressões automáticas, das admissões ocorridas em 2004 e 2005 e das indemnizações pagas a dois trabalhadores por rescisão amigável do contrato de trabalho».

As contas da empresa foram também influenciadas pela reavaliação do arquivo de texto, o que teve um impacto negativo de 692 mil euros, mas, apesar disso, o capital próprio subiu 1,2 milhões de euros, devido ao resultado líquido apurado.

Para este ano, a agência pretende alargar a sua acção nos mercados internacionais de língua portuguesa, através do reforço dos serviços noticiosos e de acordos de cooperação e parceria, segundo o plano de actividades, já aprovado pelo conselho de administração.

O documento estabelece como um dos objectivos «ampliar a acção» da agência «no mundo lusófono, tendo em particular atenção os destinos África, Brasil e Macau».

O cumprimento destes objectivos passa por ajustamentos da estrutura e dos serviços e produtos desenvolvidos pela agência, para que esta possa responder com «mais eficácia» à aposta nestes mercados.

O conselho de administração da Lusa aprovou, também, como objectivos o reforço da rede nacional de correspondentes da agência de notícias, apostando no «apoio à formação» e no «ajustamento e modernização do modo de funcionamento das delegações».

São também apontadas como metas a atingir a entrada em funcionamento de um novo sistema informático para a redacção e o desenvolvimento da vertente comercial da empresa, para conquistar novos clientes em novos segmentos, fora do mercado tradicional constituído pelos órgãos de comunicação social.

«Iniciámos um caminho de consolidação da situação financeira da empresa e de desenvolvimento de produtos e serviços para responder às necessidades do mercado e é esse caminho que importa prosseguir», afirmou José Manuel Barroso.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 02:03 PM | Comentários (0)

AR OUVE JORNALISTAS DO '24 HORAS'

Os deputados da comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias hesitaram, mas a subcomissão da comunicação social acabou por aceitar, na quarta-feira, o pedido feito pelos jornalistas do 24 Horas para serem ouvidos no Parlamento, na sequência do processo das listagens dos telefonemas feitos por mais de 200 altas individualidades do Estado que surgiu no processo Casa Pia.

A edição desta quinta-feira do jornal Público recorda que, dois meses depois de rebentar o escândalo «que parou o país», como na altura disse o procurador-geral da República, os jornalistas agora arguidos querem levar ao Parlamento a sua visão dos factos, sobretudo em relação à apreensão dos computadores dos jornalistas que deram a notícia.

Para o director do 24 Horas, Pedro Tadeu, e para os jornalistas Jorge Van Kriecken e Joaquim Oliveira (os três primeiros subscritores do requerimento), «em matéria de protecção de dados Portugal comporta-se como a pior das ditaduras», citou Osvaldo Castro, presidente da primeira comissão.

Embora considere que «isto é um exagero de linguagem» e que «o assunto tem de ser resolvido nos tribunais», Osvaldo Castro entende que há alguma razoabilidade na audição dos jornalistas. Mas com reservas, garantindo que «se eles vêm aqui pensar que conseguem pressionar os juízes, acaba-se a audição nos primeiros cinco minutos».

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 09:36 AM | Comentários (0)

RR E TSF GANHAM MUNDIAL

A Renascença e a TSF garantiram hoje os direitos de transmissão do Mundial de Futebol 2006, após vários meses de negociações com a empresa suíça detentora dos direitos, a Infront, confirmaram hoje à Lusa responsáveis das duas estações.

"Foi uma negociação que demorou alguns meses, em conjunto com a TSF, de forma a obter um preço inferior ao valor inicialmente pedido, e que veio a traduzir-se num acordo", explicou à agência Lusa Ribeiro Cristóvão, da Rádio Renascença.

"Foi conseguido um preço esmagadoramente inferior [à proposta inicial] para cada uma das rádios", acrescentou o director da TSF, José Fragoso, escusando-se a referir os valores concretos.
A empresa suíça pretendia inicialmente 150 mil euros pelos direitos de transmissão dos jogos da competição que vai realizar-se na Alemanha entre 9 de Junho e 9 de Julho deste ano.

O acordo estabelecido pelas rádios dá total acesso à transmissão de todos os jogos do evento, mas tanto a Renascença como a TSF vão ainda decidir que encontros irão emitir em directo, uma vez que existem outras despesas envolvidas, como por exemplo as participações dos comentadores.

"A presença de um comentador num dos estádios do Mundial implica um investimento de cerca de 1500 euros por jogo e por estação", explicou Ribeiro Cristóvão. A Renascença vai, assim, garantir a transmissão em directo dos três jogos iniciais da selecção portuguesa de futebol, dando também especial atenção às equipas brasileira e angolana.

A emissora católica vai contar com dois jornalistas na Alemanha, a dupla Pedro Sousa e Pedro Azevedo, e com o envolvimento de toda a equipa de desporto para efectuar a cobertura noticiosa do Mundial. Desde 1 de Março, a Renascença está a transmitir um formato dedicado em exclusivo ao evento, o Diário do Mundial.

Os jogos da selecção portuguesa e a final do evento são os encontros que já têm transmissão garantida na TSF, disse José Fragoso, acrescentando que a estação também vai acompanhar as conferências de imprensa e os estágios.

A TSF, estação de informação da Global Notícias (Controlinveste), vai ainda apresentar um conjunto de programas que vão apostar no acompanhamento da selecção portuguesa, dos seus adversários e das selecções do Brasil e de Angola. Os novos formatos só vão ser apresentados depois da Páscoa.

A Renascença e a TSF juntam-se, assim, à Antena 1 (RDP), que já tinha adquirido os direitos de transmissão do Mundial 2006 em Dezembro do ano passado. A estação pública vai assegurar a cobertura dos jogos das selecções de Portugal, Angola e Brasil, além da cobertura do jogo de abertura e da final do campeonato.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 12:50 AM | Comentários (0)

JAVIER MORENO DIRECTOR DO 'EL PAIS'

O presidente do grupo espanhol Prisa, Jesús Polanco, propôs o jornalista Javier Moreno para o cargo de director do jornal diário "El Pais", em substituição de Jesús Ceberio, que está no cargo desde 1993.

Moreno, que assumirá funções a 4 de Maio – dia do 30º aniversário do diário, símbolo da transição democrática em Espanha – é actualmente director-adjunto da edição semanal do jornal.

Os jornalistas do "El Pais" deverão votar a nomeação de Moreno, de acordo com os estatutos da redacção. A nomeação será ratificada amanhã pelo Conselho de Administração.

Nascido em Paris em 1963, licenciado em Ciências Químicas, Moreno trabalhou no "El Pais" na secção de Economia, como correspondente no México, em Berlim e na secção de Internacional, como coordenador da edição latino-americana. Além disso foi director do diário económico "Cinco Dias" do grupo Prisa.

O jornalista será o quarto director do jornal, depois de Juan Luis Cebrian, nomeado em 1976; Joaquin Estefania, nomeado em 1988; e Jésus Ceberio em 1993.

Segundo a edição de hoje do "El País", Jesús Polanco anunciou ainda Vicente Jiménez para director-adjunto do jornal, no cargo desde Setembro.

O "El Pais" é o maior jornal espanhol, com dois milhões de leitores e 460 mil tiragens diárias.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 12:24 AM | Comentários (0)

março 22, 2006

A LIBERDADE DE IMPRENSA

O senhor bom e o senhor senso irão conduzir-nos a uma autocensura que será tão eficaz quanto do lado de lá houver quem nos assuste: a consideração é do jornalista Luís Marinho, director de informação da RTP e surgiu numa altura do debate em que o auditório deixara já de lado as caricaturas de Maomé, reflectindo a liberdade, também de imprensa, em Portugal.

A questão do bom senso em forma de gente fora lançada no debate por Pacheco Pereira e foi um dos fios condutores da conversa moderada por Carlos Andrade, que decorreu ontem no auditório do DN - paredes-meias com a Galeria Diário de Notícias, onde está patente até 30 de Abril a exposição "Liberdade de Imprensa - Colecção Berardo".

O único limite à liberdade de expressão aceite pelos participantes foi o da lei - com Pacheco Pereira a ressalvar que "há muita coisa tratada como segredo de Estado que não faz sentido e que os jornalistas poderão, excepcionalmente, violar em função do interesse público".

O bom senso foi considerado perigoso com o autor do Abrupto a considerar que os portugueses "têm uma enorme facilidade em incorporar o senhor bom e senhor senso, porque não gostam de conflitos".

Augusto Cid responde com os seus desenhos. Aceitou o repto de um jornal iraniano e fez um cartoon sobre o Holocausto. "O concurso foi uma clara provocação, mas o meu desenho parece que não foi bem aceite, nunca apareceu na página da Net do concurso. Caricaturei o presidente do Irão a visitar Auschwitz", contou.

'Croissants' e aldrabas

Foi com os cartoons de Maomé que Carlos Andrade acendeu o debate. Pacheco Pereira considerou que a questão "não tem nenhuma espécie complexidade", pois os cartoons de Maomé devem ser julgados à luz da "nossa tradição". E aqui é a lei que manda, fazendo valer "três ou quatro valores" como o da dignidade humana, o segredo de Estado, a informação referente aos serviços de informação, as suas tecnologias e seus métodos.

O (também) historiador refutou a ideia de que a figura do profeta não possa ser representada e apontou representações bem correntes de valores muçulmanos no mundo ocidental. O croissant - ou crescente, inventado pelos pasteleiros vienenses para celebrar a derrota do sultão - e um batente de portas, o punho de Mafoma, que "é o punho de Maomé". A nossa civilização "está cheia de imagética muçulmana", concluiu.

A causa e os danos

O debate abriu-se ao auditório e o jornalista Óscar Mascarenhas agitou a mesa, defendendo que "quem faz comunicação social [incluindo os cartoonistas] tem sempre que interpelar que efeitos causa nas pessoas", os "danos que pode provocar". O artista Pedro Cabrita Reis tomou a palavra, questionando se o também docente Óscar Mascarenhas não estará a criar "condições de autocensura" ao transmitir estes valores aos seus alunos. Luís Marinho uniu-se à contestação, dizendo que este é "um jornalismo de preconceitos". Mascarenhas precisou: "os jornalistas devem refrear-se por respeito a quem dirigem a sua mensagem, mas jamais por medo, por ser proibido".

Pacheco Pereira disse que acima do respeito pelas culturas está o direito à liberdade e à tolerância. "Se abandonarmos esta hierarquia todos os grupos vocais nos manipulam remotamente", acentuou. Cabrita Reis apontou a grande força da "nossa civilização": a dúvida ou "o grande exercício da razão sobre o medo".

Os intervenientes abordaram ainda a questão da legislação para o sector dos media. Luís Marinho apontou como positiva a "tipificação" dos limites ao sigilo profissional do jornalista no Estatuto do Jornalista (em aprovação). Pacheco Pereira disse não ser favorável "a entidades reguladoras", defendendo "uma lei geral aplicada aos crimes cometidos pelos órgãos de comunicação social hoje" e a autoregulação.

A TSF emite este debate no próximo sábado, às 11.00.

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 03:40 PM | Comentários (1)

BRUXELAS ENCERRA PROCESSO RTP

A Comissão Europeia anunciou hoje ter encerrado a investigação sobre o financiamento da RTP depois de o Governo assegurar que irá reforçar até ao final deste ano a transparência e proporcionalidade do sistema de financiamento.

«Portugal concordou em aplicar medidas destinadas a reforçar a transparência e a proporcionalidade do seu sistema de financiamento, o que impedirá a subvenção indirecta de actividades comerciais», informa a Comissão Europeia em comunicado.

As medidas a introduzir passam pela limitação do financiamento público da RTP ao mínimo necessário para garantir a correcta execução das suas tarefas de serviço público e para evitar beneficiar indevidamente as suas actividades comerciais, impedindo assim uma compensação excessiva e subvenções cruzadas.

O Governo português também se comprometeu a introduzir alterações para garantir que os organismos de radiodifusão públicos e privados «concorrem em igualdade de circunstâncias em mercados comerciais», como o mercado da publicidade televisiva, segundo o princípio da conformidade com as condições de mercado para as actividades comerciais.

«A Comissão reconhece a necessidade de a empresa pública de televisão dispor de um financiamento estável. As autoridades portuguesas concordaram em tornar o sistema de financiamento mais transparente e em evitar distorções de mercado desnecessárias», congratulou-se Neelie Kroes, Comissária responsável pela Concorrência.

No final de 2003, a Comissão enviou a diversos Estados-Membros, incluindo Portugal, pedidos no sentido de reverem certos aspectos dos sistemas existentes de financiamento dos seus organismos públicos de radiodifusão.

Em Abril de 2005, a Comissão encerrou a sua investigação relativa aos organismos públicos de radiodifusão da França, Itália e Espanha, na sequência de alterações dos respectivos sistemas de financiamento ou de compromissos nesse sentido.

Bruxelas informa ainda que o acordo de reestruturação financeira da RTP celebrado em 2003 não faz parte da decisão de hoje e será objecto de um processo distinto.

Estão a decorrer investigações semelhantes relativamente aos organismos públicos de radiodifusão da Alemanha, Irlanda e Países Baixos.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 03:29 PM | Comentários (0)

CONCORRÊNCIA LEVA CTT A ALTERAR ACORDO DE TRABALHO

Desconfiado, o Sindicato dos Trabalhadores das Comunicações e Audiovisual (SINTTAV) afirma que apenas aceitará "adaptar" o acordo laboral dos CTT, ontem anunciado pela empresa, mas "nunca alterá-lo".

José Pedro Coelho, vice-presidente dos CTT, também com o pelouro dos Recursos Humanos, pede calma e lembra que a empresa apenas se pretende modernizar "face aos desafios que aí vêm", às "OPA's", à "concorrência". Garantindo que "todos os que cá estão" não perderão os seus postos de trabalho. "Alterar não significa despedir", afirma. "Mas temos de garantir a sustentabilidade da empresa".

O acordo laboral dos CTT existe há 25 anos. Pedro Coelho confessa que está "desactualizado". Na próxima semana, quando arrancarem as negociações com os sindicatos, adianta, a empresa vai tentar "elaborar um acordo cujos princípios assentem na flexibilidade, mobilidade, polivalência e progressão na carreira".

Manuel Gonçalves, presidente do SINTTAV, olha de soslaio e avisa "Estamos dispostos a negociar, desde que não sejam expurgados quaisquer direitos dos trabalhadores". Pedro Coelho, porém, acredita que, o mais tardar, "no Verão os trabalhadores já irão de férias tranquilos". Acrescentando que as alterações ao acordo serão as melhores. Flexibilidade "significa adaptar os horários actuais a uma sociedade moderna, porque neste momento quem é que está em casa às dez da manhã para receber uma carta?".

Polivalência "vai implicar muita formação dos nossos quadros, que devem estar aptos para executar todas as tarefas que lhes estão destinadas". Mobilidade porque, "por vezes, há aumento da carga do trabalho numa ou outra zona". Mas isto, salienta, "sempre no respeito pela vida profissional e familiar dos trabalhadores. Não queremos dividir casais". Progressão no sentido de "motivar e premiar quem mais trabalha".

Por último, "racionalizar" o sub-sistema de saúde dos CTT, "combatendo desperdicíos". Como? "Fomentando, por exemplo, os genéricos, diminuir o consumo de medicamentos, acabar com consultas desnecessárias". A ver, vaticina Manuel Gonçalves "O acordo de trabalho que existe não é um empecilho, permite a paz laboral. A empresa tem é de tomar melhores medidas de gestão e criar um bom ambiente laboral".
Fonte:
Jornal de Notícias
Catarina Véstia

Publicado por estaccs às 01:11 PM | Comentários (0)

ESCOLHIDOS OS PROVEDORES DA ESTAÇÃO PÚBLICA

O sociólogo Paquete de Oliveira vai ser o provedor da RTP e o apresentador e realizador José Nuno Martins vai ocupar cargo idêntico na rádio pública.

Os nomes foram escolhidos pela administração do grupo RTP e vão ser entregues amanhã ao conselho de opinião das empresas, que tem parecer vinculativo sobre a matéria. Se forem aprovados, podem começar a exercer em Maio.

As suas funções prendem-se com a avaliação da programação e a informação nessas emissoras e elaborar pareceres que serão divulgados num programa semanal de 15 minutos.

Podendo estar ligados a outras actividades de comunicação social, os provedores terão mandatos de dois anos, renováveis, sendo nomeados e pagos pelas administrações das respectivas empresas, facto que se tornou um dos mais controversos para a oposição política que chegou a questionar a independência.
Fonte:
Jornal de Notícias
Catarina Véstia


Publicado por estaccs às 01:08 PM | Comentários (0)

RTP ALARGA ACORDO COLECTIVO DE TRABALHO

Almerindo Marques, presidente do Conselho de Administração do Grupo RTP, anunciou ontem que o Acordo Colectivo de Trabalho (ACT) será “universalizado”. A revelação foi feita durante a apresentação dos resultados da empresa durante o exercício de 2005, que se traduziram num lucro operacional de 1,5 milhões de euros.

Segundo o gestor, já “existe acordo de princípio com o Sindicato dos Trabalhadores de Telecomunicações e Comunicação Audiovisual (STT) e o Sindicato dos Jornalistas (SJ)” para se alargar o ACT. O presidente do SJ é, porém, mais cauteloso. Alfredo Maia disse ao CM que “o processo negocial está a decorrer” e que aguarda a realização de “uma reunião nos próximos dias”. Depois disso, serão convocados plenários “para auscultar a posição dos trabalhadores”. Só então o SJ tomará posição.

O Grupo RTP alcançou lucros operacionais de 1,5 milhões de euros no exercício de 2005. Trata-se, assim, do primeiro resultado positivo da empresa desde o surgimento das TV privadas, o que se traduz no cumprimento do objectivo traçado para 2005. Em 1991, a RTP, recorde-se, teve um resultado operacional positivo de nove milhões de euros.

O passivo do grupo foi reduzido em 98,5 milhões de euros, sendo que 21,5 correspondem a dívida bancária. Para 2006, a administração da empresa estima a obtenção de resultados operacionais de dez milhões de euros.

Os resultados apresentados ontem ainda não foram auditados. A administração confia, contudo, na sua aceitação.

MENOS 1006 TRABLAHADORES

O grupo RTP chegou ao fim de 2005 com menos 1006 trabalhadores. Deste total, 206 abandonaram os quadros sem qualquer compensação. Com os restantes, a empresa pública despendeu um total a rondar os 49 milhões de euros. Ainda assim, e considerando um acréscimo de cinco milhões relacionados com a transferência do fundo de pensões, o grupo RTP poupou perto de quatro milhões de euros relativamente ao valor previsto no Plano de Restruturação Financeira da empresa.

Para a redução do quadro de trabalhadores, a empresa pública privilegiou as rescisões. Foram 564 os funcionários que saíram nessas condições, recebendo, em média, cerca de 80 mil euros. Neste momento, os quadros do grupo RTP contabilizam 2350 funcionários, sendo que a administração não prevê fazer grandes reduções.
Fonte:
Correio da Manhã
Catarina Véstia

Publicado por estaccs às 12:57 PM | Comentários (0)

FLÔR PEDROSO ASSUME "ESCOLHAS DE MARCELO"

Flôr Pedroso disse ao DN ser este um desafio de "enorme responsabilidade", mas "muito estimulante" e com o qual ficou "muito honrada."

A editora de política da Antena 1, Maria Flôr Pedroso, vai ser a nova moderadora do programa As Escolhas de Marcelo, na RTP1, a partir de Abril, substituindo Ana Sousa Dias, que quis sair.
Instada a revelar o seu novo papel no programa do professor Marcelo Rebelo de Sousa, a jornalista apenas diz que tem as suas ideias, preferindo, no entanto, não revelá-las pois não falou ainda com Luís Marinho, director de informação da RTP, e com o professor. Porém, lá foi dizendo que tenciona fazer o que sempre fez: jornalismo político, actividade que pratica desde 1992.
Maria Flôr Pedroso recusou qualquer comparação com a sua antecessora, Ana Sousa Dias. Em vez disso elogiou a jornalista considerando-a uma profissional de "primeira linha".
Fonte:
Diário de Notícias Online
Catarina Véstia

Publicado por estaccs às 12:51 PM | Comentários (1)

O CIBER CRIME

Os crimes informáticos causam mais prejuízos às empresas do que os crimes físicos, segundo as conclusões de um inquérito da IBM a directores de informática de 3 mil empresas de 17 países.

O estudo, que hoje será apresentado em Lisboa, revela que 58% das empresas estimam que os crimes informáticos têm mais custos para as organizações do que os físicos.Contudo, 59 por cento das sociedades inquiridas consideram que estão bem preparadas para enfrentar as ameaças informáticas.

Entre as medidas que as empresas estão a adoptar, destaca-se a actualização de «firewall» (protecção contra intrusões externas pela Internet) por quase três quartos, implementação de outras tecnologias de prevenção e detecção de intrusões e actualização do software antivírus (69 por cento em ambos os casos).

O estudo revela que 84 por cento dos directores de informática consideram que os grupos organizados de crime informático são detentores de técnicas altamente sofisticadas, com o objectivo de obter lucros, e estão a substituir progressivamente os piratas informáticos tradicionais, que actuavam geralmente isolados.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 09:59 AM | Comentários (0)

MINISTRO PEDE MAIS RESPONSABILIDADE SOCIAL

Augusto Santos Silva defendeu ontem a necessidade dos media assumirem “maior responsabilidade social”, pedindo-lhes que sejam a voz dos mais desfavorecidos. O ministro dos Assuntos Parlamentares falou durante a abertura da quinta edição do Congresso da Cais, ‘Por uma ética da comunicação – Jornalismo Social’, que se prolonga até amanhã na Fundação Luso-Americana.

O ministro com a tutela da Comunicação Social não tem dúvidas: “Nenhuma informação é válida se não incluir as margens sociais.” E a melhor contribuição que a Imprensa pode dar é “fazer o seu trabalho: informar a opinião pública sobre as questões da exclusão social”.

Santos Silva defende que os jornalistas devem “ser a voz de todos, mas não do todo”, tendo em consideração as naturais diferenças entre indivíduos. No entanto, é preciso “ter atitude crítica” e evitar a queda no “jornalismo militante”.

Questionado sobre a ética nos media, Santos Silva fugiu à questão: “O jornalismo português é muito diversificado e essa questão só poderia ser discutida caso a caso. Esse não é o papel do ministro.” O governante disse ainda que “do ponto de vista da informação, encontramos diversidade em todos os órgãos de comunicação”.

Fonte: Correio da Manhã
Catarina Machado

Publicado por estaccs às 12:15 AM | Comentários (0)

março 21, 2006

BREVES LINHAS DAQUILO QUE FOI O 5º ENCONTRO DE COMUNICAÇÃO NA ESTA

A Escola Superior de Tecnologia de Abrantes, Departamento de Comunicação Social, realizou de 8 a 10 de Março o 5º Encontro de Comunicação. O lema da edição foi “Os Novos Rumos da Comunicação”.

Durante três dias aflorou-se um diversificado ciclo de ideias e debates com convidados que, directa ou indirectamente, estão ligados à área da comunicação. Paralelamente, reservou-se espaço para workshops e comunicações livres.

A abertura do 5º Encontro foi feita pelo escritor e professor universitário Eduardo Prado Coelho que, pronunciando-se sobre o futuro e os novos rumos da comunicação social, afirmou que “as relações de reforço dos vários órgãos é cada vez maior”. A constatação é feita principalmente devido à tendência que hoje se verifica da concentração de vários órgãos de comunicação em grandes grupos económicos. O orador traçou a longa caminhada que a comunicação tem vindo a percorrer, pondo tónica ao papel das novas tecnologias.

Por outro lado, na sessão de abertura, o presidente do Instituto Politécnico de Tomar, António Pires da Silva, responsabilizou a ESTA pela mudança no panorama da imprensa regional. Por seu turno, Nelson de Carvalho, presidente da Câmara Municipal de Abrantes, frisou a competitividade e a qualidade que o curso de Comunicação Social da ESTA tem trazido à região e destacou que “uma boa parte do futuro da comunicação social passa por esta escola”.

Quanto aos painéis de debate, o primeiro teve como tema o “Marketing Político”. Dado o mote para a conversa, Daniel Oliveira, dirigente do Bloco de Esquerda, encarou a questão como “uma parte da estratégia política direccionado para o combate e não exclusivamente para a vitória”. Numa breve análise aos jornalistas, o bloquista, considera que “são viciados em política e deslumbrados pelo poder”.

No mesmo painel, José Diogo, director-geral da agência Agenda Setting, alertou para a obrigatoriedade de os políticos explicarem “às pessoas o que estão a fazer ao longo do seu mandato e não apenas quando se querem reeleger”.

O “Jornalismo de Causas” foi o tema seguinte e serviu para o jornalista Henrique Botequilha explanar o seu pensamento: “Apesar dos limites éticos, é importante que o jornalista não deixe que estes lhe silenciem o direito que qualquer cidadão tem: o de se indignar e denunciar”. Por seu turno, Jorge Oliveira, presidente de uma instituição que se dedica à integração social através da manifestação artística, reconheceu que a imprensa tem dado um excelente contributo ao desenvolvimento do seu projecto. O primeiro dia foi concluído com a apresentação de alguns trabalhos académicos.

O segundo dia ficou marcado, no período de manhã, pela realização de dois workshops, um sobre “As Técnicas de Pivot” e outro versando os “Estudos de Mercado”. Ao longo da tarde, “A Imprensa Gratuita” esteve em debate. Um debate no qual o director do jornal Metro fez questão de realçar não ser a concorrência aos jornais pagos o objectivo do jornal gratuito que dirige.

João Manuel Rocha, jornalista do Publico, realça que os jornais gratuitos contribuem para o aumento do hábito de leitura e só obrigam os jornais tradicionais a evoluir. No entanto, o subdirector do mesmo jornal, Paulo Ferreira, constata que “se a imprensa gratuita começar a marcar a agenda política do dia, então os jornais pagos deverão começar a preocupar-se”.

O dia terminou com a exibição do filme “Network”, do realizador Sidney Lumet, seguida de debate. Uma ideia se destacou: “A televisão é um poder que se não for bem dominado, pode-se voltar contra os seus manipuladores.”- Jacinto Godinho, jornalista da RTP.

A encerrar o 5º Encontro de Comunicação, o dia foi preenchido por um workshop dedicado às “Técnicas de Apresentaç%E

Publicado por estaccs às 03:12 PM | Comentários (0)

MORREU JOSÉ RAMOS, A «VOZ-OFF» DA SIC

Morreu José Ramos, uma das vozes mais conhecidas da rádio, da televisão e da publicidade em Portugal. Após uma vida dedicada à comunicação, silenciou-se a voz de um dos maiores comunicadores portugueses. Tinha 51 anos.

Poucos lhe conheciam a cara, será raro o português que nunca lhe ouviu a voz. Na rádio, na publicidade e na televisão, a voz de José Ramos era inconfundível. Profunda, incisiva, arrebatadora.

Começou a carreira no Rádio Clube de Angola. Em Portugal, para além da SIC, onde foi a principal voz da estação, passou pela Rádio Comercial, Rádio Nova do Porto e neste momento era um dos co-autores de um program de Rádio na Antena 1 intitulado "Os reis da rádio".

A voz de José Ramos calou-se esta madrugada. Tinha 51 anos, morreu vitima de doença prolongada.

A partir das 17h00, o corpo de José Ramos estará em câmara ardente na Igreja Santo Condestável em Campo de Ourique, em Lisboa. O funeral realiza-se amanhã, às 15h30, para o cemitério dos Olivais.

FONTE: http://sic.sapo.pt/
Jefferson S. Gomes

Publicado por estaccs às 02:01 PM | Comentários (0)

PAQUETE DE OLIVEIRA CONVIDADO PELA RTP

O sociólogo Paquete de Oliveira foi convidado pela administração da RTP para ocupar o cargo de provedor do telespectador, apurou o DN. O provedor do ouvinte também já foi escolhido pelos responsáveis da rádio e televisão pública, mas o seu nome continua por revelar.

A figura do provedor foi criada pela a Assembleia da República numa iniciativa legal que decorreu entre o fim do 2005 e inicio deste ano. A Lei n.º 2/2006, publicada em Diário da República a 14 de Fevereiro, estatui que os provedores terão de ser "pessoas de reconhecido mérito profissional", com "capacidade de diálogo e de reflexão critica, cuja actividade profissional nos últimos cinco anos tenha estado ligada à comunicação social".

Ambos os provedores terão de "receber e avaliar a pertinência de queixas e sugestões dos telespectadores e ouvintes sobre os conteúdos difundidos", produzindo pareceres dirigidos às administrações, além de "indagar e formular conclusões sobre os critérios adoptados e os métodos utilizados na elaboração e apresentação da programação e da informação".

Para além disso, os provedores da rádio e da televisão deverão ainda ter a responsabilidade da edição de um programa semanal "sobre matérias da sua competência, com uma duração mínima de 15 minutos, em horário conveniente".

Durante as reuniões da Subcomissão de Direitos Fundamentais e Comunicação Social da Assembleia da República, que teve como responsabilidade elaborar o articulado em que ficaram definidos os estatutos dos provedores, ficou ainda estabelecido que o seu mandato teria a duração de dois anos, renovável por igual período, que a sua nomeação dependeria da administração da RTP SGPS e que esta ficaria dependente de um parecer vinculativo do Conselho de Opinião da empresa.
José Manuel Paquete de Oliveira é docente de Sociologia da Comunicação e membro do Conselho Científico do ISCTE. Doutorou-se em Sociologia da Cultura e da Comunicação pela mesma Universidade, em 1989. Da sua carreira académica destacam-se trabalhos como A Democracia, os Media e a Censura Oculta; A (In)disciplina das Ciência da Comunicação e Públicos, Audiência e Qualificação da Comunicação.


Fonte:Diário de Notícias
Rafaela Santos

Publicado por estaccs às 08:48 AM | Comentários (0)

UNIVERSIDADE DO PORTO CRIA RÁDIO NA NET

Permitir aos alunos que apliquem na prática os conhecimentos que vão adquirindo nas aulas. É este o objectivo da Webrádio, recentemente criada pelo curso de Jornalismo e Ciências da Comunicação (JCC) da Universidade do Porto (UP).

Pedro Leal e Isabel Reis, coordenadores da Webrádio, explicam que a JPR - Jornalismo Porto Rádio "está a funcionar em regime experimental e extracurricular", em que os estudantes colaboram de forma voluntária. De momento integram a iniciativa 15 estudantes do 2.º, 3.º e 4.º ano. Os jovens frequentam não só a vertente de Jornalismo do curso de JCC, mas também variantes como multimédia e assessoria de imprensa. Isabel Reis considera que esta diversidade é uma mais valia, pois "ajuda a construir o conceito de rádio".

Ao lançar uma plataforma radiofónica na Net, Pedro Leal considera que, por um lado, se criou um modelo que pode ser o "futuro da rádio" e, por outro, trata-se de um projecto que "permite aos alunos praticar o que vão aprendendo" ao longo do curso. O mesmo responsável defende que os jovens beneficiam com projectos deste género, porque "quando chegam ao mercado de trabalho, já dominam as técnicas básicas da actividade. Depois, só precisam adquirir experiência."


Fonte:Diário de Notícias
Rafaela Santos

Publicado por estaccs às 08:43 AM | Comentários (0)

A ÉTICA JORNALÍSTICA COMO ARMA PARA A INCLUSÃO

Um amigo, jurista, falou-lhe no caso: um sem- -abrigo a quem roubaram o colchão - o seu único bem - tentou que os tribunais fizessem o julgamento com a imparcialidade que teriam em relação a um homem rico a quem tivesse sido roubada uma fortuna.

A história vem dos tempos do curso de Direito de Carlos Andrade, director-geral de publicações da Global Notícias [grupo a que pertence o DN], mas ajudou a enformar a questão da ética no V Congresso Cais que decorre até amanhã na Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento. O jornalista e docente da Escola Superior de Comunicação Social (ESCS) defendeu que "é pelas regras [da profissão] que o jornalista pode fazer valer o direito pessoal e o dos outros" e sublinhou que o respeito pela deontologia é garante da salvaguarda da profissão. Deste modo, "o jornalista contribui para a defesa dos direitos humanos".

Foi o ministro que tutela a comunicação social que primeiro deu forma à crítica que atravessou todo o debate: "Não cabe na informação dominante a voz dos excluídos." Na abertura dos trabalhos, Augusto Santos Silva como que respondeu às críticas que têm sido feitas ao novo pacote de medidas do Governo para o sector dos media. "Queremos que as coisas sejam públicas, conhecidas", disse, sublinhando que "a imprensa baseia-se no princípio da liberdade de expressão e não há imprensa livre sem liberdade de expressão". Lembrou a primeira norma do Código Deontológico dos Jornalistas - que a cada momento distingam a opinião da notícia - e realçou: "É preciso que a informação seja panorâmica e que contemple todas as facetas da nossa vida."

Joaquim Vieira, presidente do Observatório de Imprensa, analisou a agenda dos media, dominada pela economia - "Portugal vive sob a euforia das OPA" -, pelo futebol e pela justiça "no sentido mais sensacionalista". Vieira colocou a tónica da sua intervenção na concentração dos media que se "acentua" em Portugal e afirmou: "Há uma pressão cada vez maior do sector publicitário para orientar a linha editorial num certo sentido." Referiu "pressões da direcção e dos editores para criar uma realidade cor-de-rosa do País e da sociedade", assumindo que sentiu "este tipo de pressão" na sua acção.

O debate, em que participaram ainda Mafalda Eiró (docente da ESCS) e Emídio Rangel, foi seguido por muitos estudantes. O V Congresso da Cais termina amanhã.


Fonte:Diário de Notícias
Rafaela Santos




Publicado por estaccs às 08:35 AM | Comentários (0)

março 20, 2006

O PODER ANDA PREOCUPADO...

O ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva contactou vários autores de blogues temáticos com vista a receberem informações diversificadas sobre comunicação social. Desde o início deste mês que o assessor para a comunicação social de Santos Silva, Carlos Narciso, tem vindo a publicar nas caixas de comentários de diversos blogues o seguinte texto, acompanhado do seu endereço electrónico: "Gostaria que me indicassem um email para vos enviar informação com relevância para eventual publicação no vosso blogue".

O assessor enviou a mesma mensagem para 14 blogues, entre os quais se contam o Blogouve-se, Ponto Media, Jornalismo e Comunicação, Atrium, NetFM, Travessias Digitais, Chão de Papel, Intermezzo e JornalismoPortoNet.

Contactado pelo PÚBLICO, Carlos Narciso afirmou que Augusto Santos Silva, apesar de ter pedido a lista de blogues, ainda não decidiu sobre o envio de comunicados. "O ministro ainda vai ponderar sobre o assunto", explicou.

Em causa poderá estar o alargamento da discussão pública sobre as leis da rádio e da televisão ou a legislação sobre a concentração de meios de comunicação social. Questionado sobre a possibilidade de os bloggers virem a ter acesso à bancada de imprensa da Assembleia da República (refira-se que desde o ano passado que os bloggers podem assistir aos briefings diários na Casa Branca), Carlos Narciso disse que o ministro não coloca essa hipótese.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 03:01 PM | Comentários (0)

ASSOCIAÇÃO DE RADIODIFUSÃO PEDE CONGRESSO GERAL DE MEDIA

As polémicas instauradas em torno do actual panorama de concentração de propriedade dos media, dos direitos de autor dos jornalistas e do recurso crescente a estratégias publicitárias exige uma discussão "urgente" e concertada. Este o apelo do presidente da Associação Portuguesa de Radiodifusão (APR) José Faustino, que defende a a realização, tão breve quanto possível, de um congresso com todos os órgãos de comunicação social para debater os problemas que têm vindo a colocar-se no sector.

"É urgente discutir a situação actual da comunicação social no País", sublinhou José Faustino, falando à Lusa no final de uma reunião realizada no sábado com os sócios da APR - entidade que representa cerca de 220 estações em Portugal, incluindo a TSF e as rádios do grupo Media Capital.

Segundo o responsável, "há questões importantes" a analisar pela televisão, rádio e imprensa. "Questões importantes, que exigem uma reflexão profunda", reitera José Faustino, para quem um congresso capaz de reunir todos os órgãos nacionais de comunicação social será a solução privilegiada para o diálogo.

"Tem é que se realizar o mais depressa possível", considera, adiantando de passagem que a APR vai apresentar a sugestão já esta semana, aproveitando para tal o encontro da Confederação dos Meios de Comunicação Social, que representa 80 por cento do sector e da qual faz parte a própria Associação Portuguesa de Radiodifusão.

Além dos direitos de autor, da concentração de propriedade dos media e do recurso (cada vez mais recorrente) a métodos publicitários, outras questões prementes irão incendiar o debate. O presidente da APR engrossa a lista de preocupações gerais com o novo regime de taxas, o futuro código dos jornalistas, as quotas da música e o papel da nova Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC).

Fraca protecção gera receios

No que diz respeito aos direitos de autor, um estudo recentemente divulgado pela Federação Europeia de Jornalistas (FEJ) garantia que Portugal é o segundo país europeu com a mais fraca prestação nesta matéria. Não existe qualquer sociedade de recolha dos direitos de autor dos profissionais da comunicação, e os jornalistas, apesar de poderem registar-se como autores, têm de administrar os seus próprios interesses. O mesmo relatório acrescenta que as maiores dificuldades dizem respeito ao uso digital de trabalhos impressos e audiovisuais, visto que a directiva comunitária sobre direitos de autor e conexos na sociedade de informação é claramente negligenciada na maior parte dos países da União Europeia.

Enquanto o Governo português prepara um novo Estatuto do Jornalista, José Faustino preocupa-se com a recente aprovação do decreto-lei que define o regime de taxas da ERC. "Para além de prever novas taxas destinadas a financiar o normal funcionamento da entidade reguladora (e aqui prevê-se um pagamento anual para as rádios na ordem dos 290 euros), a lei contempla ainda um aumento de 500% no valor a pagar pela renovação dos alvarás de radiodifusão. Não podemos consentir que nos reprimam e roubem", remata.


Fonte:Diário de Notícias
Rafaela Santos

Publicado por estaccs às 10:06 AM | Comentários (0)

CINTRA TORRES: SIC QUER UM PÚBLICO QUE É DA TVI

A SIC está a tentar conquistar um público que faz parte das audiências da TVI, garantiu o crítico de televisão Eduardo Cintra Torres em entrevista ao Correio da Manhã na edição desta segunda-feira.

Cintra Torres considera que a abertura do «Jornal da Noite» de sábado, com a notícia do casamento inexistente de Brad Pitt e Angelina Jolie, é uma tentativa clara de captar pessoas que habitualmente vêem a TVI.
«A SIC tenta captar um público que, nesta altura, é da TVI. A maioria sociológica do País considera, desde 2000, a TVI como o seu canal. A SIC quer inverter essa tendência porque, para se ser primeiro nas audiências é preciso ter essa maioria consigo», disse ao Correio da Manhã o crítico de televisão.

O crítico afirmou ainda que achava «curioso que o Telejornal da RTP também tivesse dado muita atenção a isso, como se fosse uma grande notícia».

Cintra Torres defende que esta estratégia da SIC «já está assim há alguns meses», o que é contraditório com o passado da estação, pois «quando vem a SIC fazer o lançamento do Jornal da Noite com essa notícia, achamos que há um bocado de contradição. Se, pelo contrário fosse na TVI, já seria aceitável».

O director adjunto de Informação da TVI, Mário Moura, contestou a opinião do crítico de televisão, afirmando que é errada porque «esse tipo de notícias são para o fecho do jornal e nunca para a abertura».


Fonte:Diário Digital
Rafaela Santos

Publicado por estaccs às 10:00 AM | Comentários (0)

março 19, 2006

FORA DA LEI?

A blogosfera só tem sentido se der aos cidadãos/jornalistas um espaço de liberdade superior ao que possuem no seu quotidiano profissional". Rui Costa Pinto, grande repórter da revista Visão e autor do blogue http/mais actual.blogspot.com, afirma desta maneira a liberdade de opinião que, diz, deve presidir à filosofia da comunicação virtual. É por isso que entende mal como alguém pode pretender processar outro por uma posição pessoal expressa neste espaço.

Processar como Clara Ferreira Alves ameaçou Vasco Pulido Valente e Constança Cunha e Sá pelo que dela disseram no seu blogue http|o-espectro.blogspot.com, entretanto desactivado pelos próprios.

"Só é admissível processar alguém por uma opinião pessoal expressa na blogosfera, e é disso que se trata mesmo quando os autores são jornalistas, quando se está ao nível da injúria ou difamação", afirma ao DN António Granado, chefe de redacção do Público e o responsável pelo blogue http/ciberjornalismo.com/pontomedia/. Neste caso defende, tal como Rui Costa Pinto, que as leis gerais, criminais e civis, chegam para os visados se defenderem. "Processar uma pessoa por apenas escrever uma opinião que não me agrada é tão ridículo como tentar apanhar o ar", afirma.

A mesma posição é subscrita pelos juristas. O ex-candidato a bastonário da Ordem dos Advogados, António Marinho, considera que o facto de não existir legislação especifica sobre os blogues em nada diminui a possibilidade de uma pessoa se defender de ataques difamatórios na blogosfera. Aliás, afirma que este meio "amplia" o crime, já que facilita a divulgação e difusão da pretensa ofensa.

"A ideia de que os blogues estão fora ou acima da lei é completamente errada", afirma Jorge Ferreira, jurista e professor de direito da comunicação social.

E se nos blogues com "assinatura reconhecida" é fácil identificar os autores de potenciais agressões verbais, nos que são completamente anónimos (e muitos há que o são), o gesto de processar é bem mais complexo.

Nestas situações, Jorge Ferreira diz que a única hipótese de alguém se defender é através de uma queixa-crime apresentada na Polícia Judiciária. A sua Unidade para a Criminalidade Informática (UCI) poderá então desencadear a investigação no sentido de detectar o dono do "ip" do computador - número com que a máquina está registado na rede - de onde é construído o blogue sob suspeita.

Mesmo assim, a investigação pode ser completamente inviável porque as possibilidades de acesso a um computador são múltiplas. Um cibercafé é apenas uma delas. Além disso, os internautas podem registar-se num servidor dos EUA ou de outro país qualquer que se recuse a fornecer o tal "ip" às autoridades portuguesas.

Jornais alternativos?

Apesar destes constrangimentos, nem os bloguistas nem os juristas defendem um quadro legal específico para os blogues. "Uma legislação disciplinadora deste espaço mataria a sua essência", considera António Marinho, que rejeita a ideia de que estes sites possam ser considerados projectos jornalísticos alternativos aos meios tradicionais, mesmo quando são da autoria de um ou mais jornalistas.

A mesma visão é expressa por António Granado: "A nível mundial há muitos blogues feito por jornalistas, mas em Portugal não há nenhum que possa ser considerado um projecto jornalístico". Porque a sua vocação, sublinha, não é a de serem espaços noticiosos.

Rui Costa Pinto encontra, aliás, justificação para o facto de tantos jornalistas se viciarem nos blogues na necessidade que sentem "de criar os seus próprios espaços sem constrangimentos editoriais". Aqueles a que estão obrigados a partir do momento em que trabalham num órgão de comunicação social sujeito a uma linha editorial e a uma determinada propriedade.

"Quando escrevo uma notícia ou uma opinião na Visão, responsabilizo-me a mim e à revista. Quando escrevo no meu blogue, só a mim me responsabilizo", diz o grande repórter."Mas não distingo a minha qualidade de jornalista da de blogueiro. Se escrevesse noticias no blogue seria desleal para a minha empresa". A que António Granado acrescenta: "Há liberdades das quais o jornalista deve abdicar, mesmo no espaço de opinião que constrói, em favor de um bem maior que é o da deontologia profissional".

A discussão sobre a verdadeira natureza de alguns blogues faz parte da actualidade. E a versão de que alguns são verdadeiros projectos jornalísticos faz doutrina junto de alguns sectores das ciências da comunicação.

Em jeito de ironia, alguns blogues - como é o caso do http/contrafactos.blogspot.com - resolveram declarar que não "perseguem actividades de comunicação social" ou "são submetidos a tratamento editorial". Isto para que não vá o diabo tecê-las e a Entidade Reguladora para a Comunicação Social venha a entender que alguma blogosfera se enquadra na sua jurisdição. A que se estende a "pessoas individuais ou colectivas" que disponibilizem ao público de forma regular conteúdos submetidos a tratamento editorial.

Fonte: Diário de Notícias, Paula Sá.

Publicado por estaccs às 05:34 PM | Comentários (1)

A LER (102)

O PEN Na Turquia, por Eduardo Pitta, no Da Literatura.

Publicado por estaccs às 05:28 PM | Comentários (0)

março 18, 2006

PRÍNCIPE CHARLES RESGATA O SEU DIÁRIO

O herdeiro do trono britânico conquistou ontem uma vitória na batalha legal pela conservação em domínio privado das páginas do seu diário, ainda que a questão não fique resolvida em definitivo.

O príncipe Carlos interpôs uma acção contra o jornal "Mail on Sunday" por ter publicado partes de um diário que ele escreveu durante uma viagem que fez à Ásia, em 1997, para assistir à entrega de Hong Kong à China. Nessas páginas, ele referiu-se às autoridades chinesas como sendo "velhos e pavorosos bonecos de cera", segundo noticiou ontem a agência Reuters.

A decisão da Alta Corte de Londres proíbe o jornal de publicar mais trechos do chamado "diário de Hong Kong", mas falta ainda a realização de uma audiência que decidirá sobre a possível publicação de partes de outros sete diários do príncipe, que estão ainda em mãos daquela publicação. Embora o juiz tenha anunciado que tomará decisão igual em relação aos outros diários.Além de alegar que os diários são confidenciais, Charles diz que são obras literárias originais, e, portanto, teriam também a protecção da lei dos direitos de autor.

O secretário particular do príncipe comunicou que Charles está satisfeito com o resultado da decisão e que entregará o indemnização a uma organização beneficente.

FONTE: Jornal de Notícias

Jefferson S. Gomes

Publicado por estaccs às 12:44 PM | Comentários (0)

"GALAS DA TVI VIERAM PREENCHER DÉFICE DE BRILHO E LUZ NA TV"

ENTREVISTA

Os "reality shows" seguiram o seu próprio caminho em Portugal. E Júlia Pinheiro defende que essa evolução mais não fez do que reflectir o desejo do público. É o espectador que dita as tendências que o mercado absorve e o programador tem de saber ler, explica.

Jornal de Notícias | Este modelo de "reality show" será o mais aparatoso?

Júlia Pinheiro |É verdade. Tem um dispositivo cénico arrasador. Enche o olho verdadeiramente. Vamos ter um "plateau" que não é um local comum. A tenda tem uma grande escala, impressiona. Tudo aquilo é espectáculo puro, às vezes os "plateaus" de televisão podem aniquilar-se um bocadinho a si próprios, por serem estúdios. Acho que raramente se tem a oportunidade de conjugar tantos elementos espectaculares.

Em relação aos "reality shows" anteriores, quais serão as grandes diferenças?

Em si, o "reality show" tem uma mecânica idêntica pessoas que entram e saem e as que tentam conseguir captar a atenção do público. Agora a estes concorrentes não basta descontracção. No "Circo das celebridades" é preciso conjugar o factor físico com algum gosto pelo risco e, acima disso, desempenho artístico. No "Big Brother" tinham de ser apenas eles próprios, na "Quinta", além disso, capazes de fazer tarefas que nunca tinham feito; na "1ª Companhia" eram levados a ultrapassar as dificuldades da disciplina militar. Agora há a disciplina e ainda o lado artístico.

Como saberá, já há associações de animais a insurgirem-se contra o programa. Dizem eles que os maus tratos aos bichos são recorrentes. O Circo Cardinali foi acusado disso mesmo.

Não comento. Só posso dizer que vamos fazer um programa que vai cumprir todos os requisitos previstos na lei. A produtora tem o que é necessário, da Direcção-Geral de Veterinária, etc, acautelou-se devidamente. O que vi até agora é encorajador vi animais bem tratados, vi conforto e limpeza.

Nos "reality shows" nacionais parece importar sobretudo o humor e a diversão.

Percebemos que é isso que o nosso espectador quer. A TVI inovou muito nesta área; percebeu que o público estava receptivo a estes formatos, e por isso fez logo vários de seguida. A fórmula venceu e depois foi preciso pôr-lhe novos elementos, que é o que estamos a fazer.

Existe outro tipo de "reality show" mais agressivo, como o "Extreme makeover", que mostra cirurgias plásticas.

Nem o considero um "reality show", porque não acompanha essas pessoas todos os dias. Não é "reality" puro, pode é inserir-se na linha de "reality tv".

O que condiciona a compra de um "reality show"?

Existem milhares de modelos. Dos mais sensatos aos mais descabelados. Tentamos comprar o que é mais adequado ao público português. Naquilo que é razoável culturalmente para nós.

E daí o modelo mais humorado e espectacular?

Penso que a televisão nacional tem tido algum défice de momentos de grande espectáculo. Nós conseguimos fazer duas galas por ano e os outros mais duas. Espectáculos em grande, com muito brilho, luz, cor e acção, há poucos. Estes "reality" são um pretexto fantástico para os fazer.

A receita para o êxito deve-se também ao transformar das galas em grandes eventos?

Os nossos directos, as galas, são sempre momentos fortes, que envolvem muitos elementos. Mas esta então vai arrasar.

Vai continuar a trabalhar com José Pedro Vasconcelos. Foi uma condição sua?

É mais do que isso, vai responder à expectativa dos nossos espectadores. Ele já está consagrado.

Quem o descobriu?

Andávamos à procura de uma pessoa para contracenar comigo nas galas e lembramo-nos dele, que já conhecíamos das novelas, e era um talento em potencial. Agora passou a ser um talento seguríssimo.

Entrevista Conduzida Por Dina Margato
FONTE: Jornal de Notícias

Jefferson S. Gomes

Publicado por estaccs às 12:38 PM | Comentários (0)

ANTENA 1 TEM NOVO ESPAÇO INFORMATIVO A PARTIR DE 2ª-FEIRA

«Conselho Superior» é o novo espaço de opinião nas manhãs informativas da Antena 1, no ar a partir de segunda-feira.

O novo programa começa às 8h40 e vai contar com um novo painel de comentadores, os quais vão dar o seu parecer sobre a actualidade nacional e internacional.
Conduzido pela jornalista Eduarda Maia, o «Conselho Superior» vai ter como protagonistas José Miguel Júdice, Maria de Bélem Roseira, Bagão Félix, Octávio Teixeira e José Manuel Pureza.

FONTE: Diário Digital
Jefferson S. Gomes

Publicado por estaccs às 12:34 PM | Comentários (0)

ENTREVISTA DE FRANCISCO PENIM AO DN

O Director da estação de Carnaxide faz um primeiro balanço das mudanças conduzidas na SIC, em entrevista ao Diário de Notícias, que transcrevemos com a devida vénia.

No espaço de um ano, a SIC perdeu cinco pontos percentuais na média mensal de audiências. Os primeiros três meses de 2006 confirmam apenas uma realidade conhecida: 2005 foi um ano em plano inclinado.

Desde que perdeu a liderança para a TVI, em Abril do ano passado (mês da estreia da novela de sucesso da concorrência Ninguém como Tu), a estação de Carnaxide foi perdendo competitividade e, além de se afastar do primeiro posto, permitiu a aproximação perigosa da RTP. Tão perigosa que... foi apanhada. Em Outubro, o primeiro mês efectivo de Francisco Penim (chegou à direcção a 26 de Setembro), a SIC ficou em terceiro lugar, mas corrigiu posições em Novembro, Dezembro e Janeiro. No mês seguinte, porém, voltou a baquear perante o canal público. Uma realidade que, é quase certo, se manterá em Março. Com 16 dias decorridos, a RTP leva 1,2 pontos percentuais de avanço sobre a SIC e ainda tem um Benfica-Barcelona para exibir no final do mês, o que lhe permitirá acrescentar mais umas décimas ao pecúlio já amealhado.

Há seis meses, a SIC estava em segundo lugar, hoje está em terceiro. Isto significa que a SIC está pior do que em Setembro?

Não, significa que a SIC está em transição e todas as mudanças causam fricções e fluxos de pessoas. A SIC estava numa realidade preocupante, a descer há alguns anos e com uma queda acentuada desde Março, quando voltámos a perder o prime time. Portanto, os resultados até agora não me surpreendem, o que, aliás, só reforça o que eu disse quando cá cheguei: voltar à liderança vai demorar dois anos. É preciso muito trabalho para voltar a ser o que era.

Mas estes resultados têm penali-zado muito a sua imagem...

É normal que os profetas da desgraça andem por aí e digam que a SIC está pior, que é tudo um flop. As pessoas vêem o que querem ver.

E objectivamente o que se pode ver é que estes primeiros seis meses não estão a permitir inverter posições...

Objectivamente, temos um Programa da Manhã, que começou há umas semanas e que tem muito caminho pela frente. Durante dez anos, a SIC trabalhou naquele horário para miúdos e, portanto, há que criar habituação no público e isso demora muito tempo. É impossível fazer comparações. Depois, temos um Fátima, que já fez este ano melhores resultados do que em 2005. Ninguém nota, mas já fez. Perdeu em Janeiro? Perdeu, mas ganhou em Fevereiro e ninguém o diz. Não convém.

Mas o Fátima, a sua primeira aposta, foi apresentado como um novo programa, mas acabou apenas por ser um lifting. Continuam lá todos os conteúdos do SIC 10 Horas...

Sim, foi um lifting e eu assumo. Nós sempre dissemos que queríamos a Fátima com um novo look: um novo penteado, uma nova forma de vestir. Isso sempre foi assumido. Nós não queríamos mudar os conteúdos, até porque era um formato vencedor.

Então, para quê mudar? Apenas marketing?

Porque nós achámos que era necessário para preparar a nova SIC, para conquistar novos públicos.

À tarde, acabou com o Às 2 por 3 e lançou o Contacto. Os resultados são francamente desanimadores...

Desde que o programa passou a ser emitido às duas da tarde, tem dado sinais de crescimento. Ainda que esteja a lutar contra um produto na RTP que é hipervencedor, A Escrava Isaura, quem tem 60% de share. Naquele horário, o Contacto está a surpreender, porque faz melhor do que o Rex, o Chocolate com Pimenta, e tudo o resto que lá colocámos.

Mas continua a perder claramente com o Portugal no Coração, de José Carlos Malato...

É verdade, mas enquanto o Contacto vai crescendo ao longo da emissão, o Portugal no Coração vai descendo à medida que os minutos passam. Enfim, não estou a fazer nenhuma crítica nem a dizer mal, porque a verdade é que eles também começam com 60% de share e, portanto, é natural que percam espectadores a partir desse momento. Eles fazem o seu trabalho e fazem-no bem.

Gostava de ter o Malato na SIC?

Eu gostava de ter na SIC todos os bons profissionais e o Malato é indiscutivelmente um bom profissional.

Recentemente, foi noticiado que a SIC queria contratar Malato e Merche Romero...

Não tem qualquer fundamento, garanto-lhe. Eu duvido de que fizesse alguma tentativa séria de contratação de uma pessoa com esse estatuto num canal da concorrência sem primeiro falar com mais pessoas.

Com Nuno Santos, por exemplo?

Se estivesse seriamente interessado, teria esse cuidado. Mas, nesse caso, os rumores não têm fundamen- to. Eles são óptimos, mas eu também não tenho lugar para todos na SIC. Tenho óptimos profissionais na ca-sa, que sempre deram o litro e que agora nem estão a apresentar.

Mudemos de assunto. A SIC exibe sete novelas brasileiras. Não há uma excessiva dependência da Globo?

Há. É uma dependência que já vem desde 1995, mas que sempre correu extraordinariamente bem para a SIC e que só de há um ano para cá é que não rende resultados. Portanto, eu não posso esquecer-me de que os nossos parceiros da Globo nos ajudaram a ter dez anos fantásticos. Temos tido azar. Não há aqui menor qualidade dos produtos da Globo, tanto que as novelas que cá foram fracasso ou não funcionaram tão bem, lá foram do agrado geral.

Mas acha estrategicamente correcto que uma televisão como a SIC esteja tão dependente de um produto cuja qualidade não controla?

Não, não acho. É perigoso, mas importa lembrar que a SIC tem sete novelas no ar há muito tempo, não é só desde que entrei para a direcção de programas.

E como se acaba com isso?

Tenho de ter alternativas. E é nisso que estou a trabalhar. Mas eu estou apenas há seis meses em funções. Ninguém cria formados de sucesso para tantos horários em seis meses.

Portanto, a ideia é ter menos novelas brasileiras em antena?

Sim, claramente. Mas não me pergunte quantas. Não lhe sei dizer, nem sequer me vou comprometer com isso. Mas, claramente, digo que não é razoável continuar a ter sete ou oito novelas no ar ao mesmo tempo.

E no prime time?

Seguramente teremos uma novela brasileira em horário nobre. Pelo menos uma.

A SIC quer renovar o contrato exclusivo com a Globo, em 2009?

Claro que sim. E estamos a trabalhar nisso.

Moniz já disse que gostaria de contar com esse produto...

É normal, o produto é bom.

Ainda assim, a SIC aponta agora a ficção portuguesa como um ponto estratégico na sua programação...

É normal, o nosso entendimento é que devemos apostar na ficção em português. Por isso fomos buscar a Teresa Guilherme. E já temos no ar 7 Vidas, uma série semanal que obrigou a concorrência a mexer-se.

A SIC contestou aliás essa reacção de Moniz...

Não foi a SIC, foi a Teresa. Eu não acho que seja imoral ou errado que o Moniz seja obrigado a meter ao domingo os Morangos com Açúcar. É um trunfo dele. Provavelmente, no seu lugar, faria o mesmo. Mas não deixo de registar que um produto novo obrigou a TVI a colocar uma novela que só dava de segunda a sexta... também ao domingo. É bom sinal para nós.

E agora a SIC prepara a estreia de Floribella à hora de Morangos com Açúcar. Acha que uma novela tipo conto de fadas, que mostra o lado bom da juventude, pode concorrer com um fenómeno muito real e urbano como os Morangos?

Inevitavelmente, os Morangos e a Floribella vão lutar entre si. Vão ser colocados face to face e as pessoas vão optar. É claro que os Morangos vão ganhar sempre, mas a Floribella vai fazer um percurso bem interessante. A novela vai apelar a outros sentimentos. E não estou a dizer que uma é melhor do que a outra. São diferentes. A Floribella vai apelar a outra disposição para ver televisão. Não vou entrar na cruzada moralista, que não faz sentido. Estou apenas a fazer um produto diferente.

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 12:50 AM | Comentários (1)

DESPROTEGIDOS

Portugal é um dos países europeus em que os direitos de autor dos jornalistas são menos protegidos, segundo um estudo da Federação Europeia de Jornalistas, citado hoje pelo Sindicato de Jornalistas.

De acordo com a análise da federação europeia, apenas a Itália fica atrás de Portugal no que diz respeito à protecção dos direitos de autor dos jornalistas dos Estados-membros da União Europeia, sendo que a Áustria, a França, a Grécia e o Reino Unido se encontram também entre os países em que a situação é mais precária. Nos melhores lugares do "ranking" de protecção aos direitos de autor dos jornalistas estão os países escandinavos.

As maiores dificuldades, avança a federação no relatório, devem-se à utilização digital de trabalhos impressos e audiovisuais, "uma vez que a directiva comunitária sobre direitos de autor e conexos na sociedade de informação é claramente negligenciada na maioria dos países da UE".

No entanto, acrescenta a entidade, os problemas passam também pela falta de remuneração justa aos jornalistas cujos trabalhos são reutilizados pelas empresas de “media”.

O relatório da federação europeia destaca pela negativa o facto de em Portugal não existir qualquer sociedade de recolha dos direitos de autor dos jornalistas, acrescentando que, mesmo registando-se como autores, os jornalistas têm de administrar os seus próprios interesses e que a lei exclui da protecção muitos tipos de trabalho.

O documento refere, no entanto, que existem em Portugal alguns acordos colectivos de trabalho e acordos de empresa com cláusulas de defesa dos direitos dos jornalistas, como seja o acordo colectivo para a imprensa não diária, que permite às empresas reutilizar textos e fotos mas apenas com a autorização dos seus autores, que recebem 50 por cento das receitas de reutilização.

Entre as excepções, a federação aponta também o acordo de empresa da agência Lusa, que consagra o pagamento aos autores de, pelo menos, 40 por cento das receitas com exclusivos de textos ou fotografias, e o acordo colectivo de trabalho para o sector radiofónico que determina que os jornalistas devem receber uma percentagem das receitas.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 12:35 AM | Comentários (0)

março 17, 2006

DOWNLOAD ILEGAL VAI DAR QUEIXA

A Associação Fonográfica Portuguesa (AFP) vai apresentar, em breve, queixas-crime contra utilizadores da Internet que usem serviços ilegais de partilha de ficheiros de música, disse na segunda-feira o seu director-geral, Eduardo Simões.

O responsável falava em Lisboa, na apresentação de um Plano de Combate à Pirataria Digital, cuja primeira acção é o lançamento de um folheto-guia e a apresentação do site www.pro-music.com.pt que permite obter músicas «a um preço mínimo, de forma legal e segura».
Eduardo Simões não adiantou datas nem deu mais pormenores sobre as queixas-crime que serão apresentadas, mas frisou que «ninguém pense que através da Internet pode actuar sob anonimato».

Afirmando que «tudo será conforme a lei», Eduardo Simões realçou que a cópia ilegal de ficheiros é um crime público que qualquer um pode denunciar e «as autoridades começarão a tomar mais consciência do assunto». O novo site é uma versão nacional do www.pro-music.org internacional, disponibilizando 1,1 milhões de músicas que podem ser descarregadas (download) de forma legal ao contrário da troca ilegal de ficheiros de música via Internet conhecido como P2P (peer-to-peer).

Este tipo de programas P2P permite que os utilizadores façam downloads e troquem material que se encontra protegido por direitos de autor.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 07:13 PM | Comentários (0)

VISÃO REFORMULA-SE

A revista Visão vai sofer mudanças nas próximas semanas a nível de imagem e conteúdos, avança o site da Meios & Publicidade. A mesma fonte indica que estas alterações resultam da reformulação gráfica e editorial preparada pelos responsáveis do grupo Edimpresa, detentora da publicação. O preço de capa da revista deverá manter-se o mesmo: 2,75 euros.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 07:10 PM | Comentários (0)

RÁDIOS À FALÊNCIA

O presidente da Associação Portuguesa de Radiodifusão (APR), que representa mais de 200 estações de todo o país, disse sexta-feira à Lusa que o regime de taxas da nova Entidade Reguladora pode levar algumas emissoras locais à falência.

«O novo regime pode levar uma série de rádios no país à falência», afirmou José Faustino, salientando que mais de 150 emissoras locais, na sua maioria localizadas na zona interior do país, têm orçamentos muito apertados e deficitários.

«Tal carga de taxas e de pagamentos vem só sobrecarregar as rádios que já têm poucas fontes de receitas», defendeu o responsável da APR, entidade que promove sábado uma reunião para analisar o impacto do regime de taxas da nova Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC).

«Os objectivos deste encontro são tentar avaliar o impacto real do novo regime de taxas, ouvir as opiniões e propostas dos associadas e tentar determinar as medidas a adoptar no futuro», salientou José Faustino.

De acordo com a associação, a recente aprovação do decreto-lei que define o regime de financiamento por taxas da ERC vai afectar com gravidade todos os órgãos de comunicação social, particularmente as empresas de menor dimensão.

Entre as medidas mais criticadas pela APR está o pagamento anual de cerca de 290 euros para as rádios a título de taxa de regulação, e o aumento em 500% do valor a pagar pela renovação de alvarás de radiodifusão, que passa de mil para 5 mil euros.

«Não devemos esquecer que qualquer acto praticado pela ERC, acto esse que é obrigatório por lei, passará a ser pago, o que faz prever um aumento substancial das despesas normais de funcionamento das estações emissoras de radiodifusão», criticou o presidente da associação.

«A tabela dos serviços prestados pela ERC não distingue as diferentes naturezas dos órgãos. Por exemplo, o processo de mudança da titularidade do capital social de uma rádio local paga o mesmo que um processo idêntico para um canal de televisão», reforçou José Faustino.

«É uma ofensiva do poder político contra a comunicação social e essencialmente contra a rádio», acusou José Faustino, defendendo que o sector precisa de fazer uma «profunda reflexão».

Entre as possíveis medidas de reflexão está a organização de um congresso geral com todos os órgãos de comunicação portugueses (televisão, rádio e imprensa).

O encontro de sábado, destinado apenas às rádios associadas, realiza-se nas instalações da APR em Lisboa, às 15.00.

A Associação Portuguesa de Radiodifusão representa, neste momento, cerca de 230 estações originárias de todo o país, incluindo a TSF e as rádios do grupo Media Capital.

O Governo aprovou no dia 2 de Março, em conselho de ministros, o decreto-lei que criou o regime de taxas da ERC.

No mesmo dia, a Confederação dos Meios de Comunicação Social, que representa 80% do sector e da qual a APR faz parte, anunciou que iria pedir ao Presidente da República a fiscalização preventiva do decreto.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 01:41 PM | Comentários (0)

O CASO DAS FOTOGRAFIAS DO CASAMENTO DE BÁRBARA E MANUEL MARIA: JÁ HÁ ARGUIDOS

O Ministério Público constituiu nove arguidos no caso da publicação indevida de fotografias do ‘casamento’ de Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho, realizado em 2001. A decisão surge após a conclusão do inquérito levado a cabo pelo MP, na sequência da queixa-crime apresentada pela SOJORNAL, empresa proprietária das fotos.

Henrique Garcia, director adjunto da TVI, e José Manuel Fernandes, director do jornal ‘Público’, são os nomes mais sonantes do grupo, no qual cada arguido é acusado da prática de um crime de gravações e fotografias ilícitas, um de usurpação agravado e um de aproveitamento de obra usurpada.

O caso remonta a Agosto de 2001, quando Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho cederam os direitos exclusivos, sobre as fotografias da cerimónia de ‘casamento’, ao semanário ‘Expresso’ e às revistas ‘Lux’ e ‘Caras’. No entanto, o trabalho realizado por António Pedro Ferreira, repórter-fotográfico do jornal, que deveria ser publicado em exclusivo no dia 11 de Agosto, surgiu na internet dois dias antes. As nove fotografias exibidas num ‘site’ foram então utilizadas, indevidamente, por outros órgãos de informação, nomeadamente a TVI, o ‘Público’, ‘24 Horas’, ‘DN’, ‘Independente’ e ‘Diário Económico’. Quanto à autoria do ‘roubo’ e criação de um ‘site’ para a publicação das fotografias na internet, o MP arquivou o caso por não existirem indícios suficientes para proceder a acusação.

'É UM ASSUNTO SURREALISTA'

José Manuel Fernandes, director do jornal ‘Público’, reage a propósito, dizendo que se trata de “um assunto surrealista”. “Não faz sentido nenhum. Já foi há tantos anos, que nem me lembro”, afirmou o jornalista, referindo que irá “proceder à abertura da instrução do processo”. José Manuel Fernandes mostra ainda a sua estranheza com facto de ter sido constituído arguido, num outro processo, por alegada violação do segredo de justiça após queixa do ‘Expresso’: “Esse processo foi desencadeado pela advogada do ‘Expresso’. Perguntaria se a advogada está interessada também na guerra que estão a fazer aos jornalistas em torno da liberdade de informação por causa do segredo de justiça.”

Fonte: Correio da Manhã

Publicado por estaccs às 12:13 AM | Comentários (0)

março 16, 2006

O ESTADO DA PUBLICIDADE

Mais de metade das infracções detectadas no ano passado pelo Instituto do Consumidor foram casos de publicidade enganosa, segundo um estudo deste organismo público, divulgado pela agência Lusa.

De acordo com o Instituto do Consumidor, entre as infracções ao Código da Publicidade indiciadas em 2005, 174 referem-se a publicidade enganosa, um número muito afastado da segunda infracção detectada: a quebra do princípio da licitude, com 35 casos.

Dos 288 processos de contra-ordenação instaurados, 163 tiveram origem em denúncias particulares, 32 em denúncias feitas por entidades públicas, 80 foram autos de notícia do Instituto do Consumidor e 13 foram autos de notícia vindos de outras entidades, nomeadamente do Instituto da Comunicação Social, relativos a tempos de publicidade em televisão.

Quanto ao princípio da licitude está na base da proibição de publicidade que ofenda valores, princípios e instituições fundamentais constitucionalmente consagrados, como símbolos nacionais ou religiosos, que faça apelos à violência, discriminações ou utilize linguagem obscena.

As infracções ao princípio da veracidade da publicidade foram as terceiras mais detectadas durante o ano passado, tendo o Observatório contabilizado 15 casos, enquanto 12 casos se referiam a infracções em anúncios a concursos.

O Observatório da Publicidade refere que “cada processo de contra-ordenação pode conter mais do que uma infracção, sendo que os números indicados se referem a processos abertos e não ao total de infracções detectadas”.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 11:37 PM | Comentários (0)

EDIÇÃO MIL

Foi a do Semanário Económico na passada sexta-feira. Um marco na história do pioneiro da informação económica em Portugal.

Foi com esta manchete que o nº 1 do “Semanário Económico” (SE) foi publicado. Passados quase 20 anos de publicação ininterrupta à sexta-feira, o jornal soma, amanhã, mil edições.

Decorria 1986, quando Jaime Antunes, então director de informação da agência ANOP (hoje Lusa), achou que seria uma boa altura para lançar um novo jornal. A informação económica era ainda muito limitada - contando-se apenas algumas páginas nos jornais generalistas. Os leitores, esses já existiam e aumentavam cada vez mais, num contexto de economia em mudança. Recorde-se que 1986 foi o ano de entrada de Portugal na CEE e que o mercado de valores mobiliários dava os primeiros passos.

Encontrado o conceito editorial, faltavam o financiamento e os profissionais. Com 900 contos (4500 euros) de capital inicial e sete jornalistas, Jaime Antunes encontrou as bases para avançar com o semanário, do qual foi o primeiro director. Francisco Máximo, Nicolau Santos, Silvério do Canto, José Luís Santos, Paulo Ramalheira, Manuel Lopes e João Marques, todos da ANOP, formaram a primeira equipa. Feito num escritório da Rua Augusta, o SE saiu para as bancas a 16 de Janeiro de 1987.

Ao longo dos anos foram muitos os jornalistas que passaram pelo SE, pioneiro no jornalismo económico português e considerado ainda hoje como uma verdadeira escola de jornalismo. Duas décadas depois, o SE mantém a posição de semanário líder no seu segmento de mercado, com uma circulação próxima dos 12.500 exemplares.

Em meados dos anos 90, Jaime Antunes vende a Proinfec, a empresa proprietária do SE, do “Diário Económico” (fundado em 1989) e outras revistas da especialidade. Nessa altura o “Semanário Económico” e o “Diário Económico tinham directores diferentes, mas a redacção era a mesma. À sexta-feira, dia de SE, o DE não saía para as bancas.
João Vieira Pereira é o actual director do “Semanário Económico”, sendo o sétimo a ocupar o cargo. Nicolau Santos, La-Salete Fernandes, António José Laranjeira, Horácio Piriquito e Miguel Coutinho, para além do próprio Jaime Antunes, foram os directores do “Semanário Económico”.

Fonte: Diário Económico

Publicado por estaccs às 11:24 PM | Comentários (0)

RÁDIO NO CABO

A TV Cabo apresentou ontem um novo serviço que permite aos seus clientes aceder a 13 estações de rádio através do seu televisor. O serviço, gratuito, está disponível apenas para os clientes com ‘powerbox’ (500 mil).

A TV Cabo está também a negociar com o Grupo Renascença e a TSF, podendo os clientes ter acesso em breve a todas as rádios do ‘top 10’ nacional. O novo serviço, “simples e funcional”, segundo o responsável pelo projecto, Francisco Matos Chaves, não permite, no entanto, aos utilizadores continuar a ver televisão. O ecrã fica a negro sempre que é seleccionada uma rádio.

As rádios aderentes foram as da Media Capital (Cidade, Comercial, Best Rock e Rádio Clube); quatro estações da RDP (Antenas 1,2 e 3; mais a RDP África); as alternativas Radar, Oxigénio e Marginal; e ainda a nova Rádio Europa Lisboa (ex-RPL) e a Capital.

Segundo Carlos Marques, director-geral de multimédia da Media Capital Rádios, este é um serviço que “só traz vantagens”, na medida em que nunca vai retirar ouvintes, apenas os dirige para outros meios de ouvir rádio.

Os contornos das parcerias entre a TV Cabo e as rádios – com o prazo de um ano, extensível depois – não foram explicados. No entanto, a principal contrapartida é a promoção gratuita do serviço pelas estações. Nas rádios da Media Capital, por exemplo, o serviço já está a ser divulgado pelos próprios animadores.

Fonte: Diário Económico

Publicado por estaccs às 11:00 PM | Comentários (0)

RTL ADMITE QUERER MAIS

A RTL, que detém já 33% da Media Capital, admitiu ontem aumentar a sua participação na empresa portuguesa, de acordo com a Reuters.

O responsável pela comunicação do grupo europeu afirmou, questionado sobre essa possibilidade, que de momento não se coloca, mas assegurando um “nunca direi nunca”. “Queremos contribuir para o desenvolvimento da Media Capital e suponho que a Prisa também”, afirma. O DE tentou contactar a RTL, mas não foi possível obter qualquer resposta até à hora de fecho desta edição.

A RTL e a Prisa detêm a mesma participação na Media Capital, 33% cada, pelo que para a aumentarem terão de lançar uma Oferta Pública de Aquisição (OPA). A empresa espanhola, proprietária do “‘El País”, detém a prioridade na compra de cerca de 13% a Miguel Pais do Amaral, que continua presidente do conselho de administração da empresa que engloba o canal de televisão TVI.

O CEO do grupo europeu, Gerhard Zeiler, afirmou em comunicado – na apresentação, ontem, dos resultados de 2005 – que a RTL “tem a capacidade e a vontade de crescer geograficamente” em 2006, a par da preocupação de criar “valor acrescentado para os accionistas”.

O grupo registou em 2005 um crescimento recorde de 47% nos lucros para 537 milhões de euros. Para este resultado contribuiu significativamente o bom comportamento da televisão francesa M6.
“2005 foi mais um ano recorde para nós. Apesar dos nossos investimentos, estamos positivos [em ‘cash’] pelo segundo a no consecutivo”, disse Zeiler. “A nossa estratégia de televisão pan-europeia está a funcionar”, justificou o CEO.

O EBITDA consolidado da RTL (lucros antes de impostos, juros, amortizações e depreciações) cresceu 6,9% para 758 milhões de euros, enquanto as receitas aumentaram 4,9% para 5,115 milhões de euros.
Olhando para 2006, “as perpectivas de publicidade continuam confusas”, adiantou Zeiler.

A RTL é o maior grupo europeu de televisão e rádio, com participações em 34 canais de TV e 34 rádios em 11 países.

Fonte: Diário Económico

Publicado por estaccs às 10:58 PM | Comentários (0)

PRISA DECIDIU AUDITAR CONTAS DA MEDIA CAPITAL

A Prisa enviou um e-mail às várias empresas da Media Capital a solicitar informações com vista a dar início a uma auditoria financeira, com data a marcar pela própria empresa espanhola e levada a cabo pelo departamento de auditoria interno da empresa espanhola.

Nas últimas semanas, auditores da Prisa terão já estado na TVI, segundo apurou o DE. No entanto, quando seguiam para as restantes empresas do grupo, o processo terá sido travado pela NBP, responsável pela produção de telenovelas e séries, que se terá escusado a dar as informações à Prisa, bem como a receber os seus auditores.

O e-mail, a que o DE teve acesso, intitulado “Plano de colaboração auditoria GMC” e enviado por Maria Grande Bustos da Prisa em Espanha, refere que “como combinado na reunião com a direcção financeira do grupo, junto enviamos o plano de colaboração com o detalhe da documentação requirida para o desenrolar do nosso trabalho que a sociedade deverá ter preparada para a nossa próxima visita”.

O mesmo documento acrescenta ainda que os auditores irão solicitar informações adicionais no decorrer do seu trabalho. Em anexo, num documento de 9 páginas, estão detalhadas as informações requisitadas pela Prisa, como, por exemplo, contratos e acordos com empresas externas. A NBP terá decidido travar o processo, alegando o facto de se tratar de informação privilegiada. A auditoria avançada pela Prisa às empresas da Media Capital estará a criar mal estar dentro do grupo, tendo este assunto sido abordado numa reunião geral.

Neste momento, o grupo espanhol detém 33% da Media Capital, a mesma percentagem detida pela alemã RTL, que, contactada pelo DE, se escusou a comentar a auditoria da Prisa. Os outros accionistas são Miguel Pais do Amaral, com 12 %, e a Caixanova, que, na semana passada, comprou 4,22% das acções da Media Capital a Miguel Pais do Amaral.

No caso de o conselho de administração da Media Capital não ter aprovado esta auditoria, os administradores das empresas do grupo podem recusar-se a fornecer a informação pedida, podendo ser responsabilizados pela sua divulgação.

Contactada pelo Diário Económico fonte oficial da Media Capital disse não comentar a situação, uma vez que se trata de “assuntos internos da empresa”, acrescentando que “desvalorizamos o conteúdo da informação”. A maioria dos administradores escusou-se, igualmente, a fazer qualquer comentário. O DE tentou contactar Miguel Gil, administrador da Prisa na Media Capital, mas até ao fecho desta edição, não recebemos qualquer comentário.

PRISA

- Empresa espanhola terá iniciado auditoria à Media Capital.
- A TVI terá sido a primeira, o processo, no entanto, terá sido travado pela NBP, que levantou a questão de se tratar de informação privilegiada.
- O pedido de auditoria chegou via e-mail, sendo que os auditores serão do departamento interno da Prisa
- Fonte oficial da Media Capital escusou-se a fazer qualquer comentário sobre o assunto.

Fonte: Diário Económico

Publicado por estaccs às 10:54 PM | Comentários (0)

PT E COFINA PEDEM À AC REJEIÇÃO DE OPA

A Portugal Telecom (PT) e a Cofina apelam à Autoridade da Concorrência para rejeitar a Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada pela Sonaecom à operadora nacional.

Em documentos separados entregues à Autoridade da Concorrência (AC), as duas empresas utilizam o mesmo argumento para justificar o pedido.

Deste modo, PT e Cofina alegam que, caso se concretize a OPA, vai aumentar a concentração e o reforço de posição no mercado português.

A PT refere que a fusão Optimus-TMN pode levar à criação de um operador com 67 por cento do mercado, perante o concorrente Vodafone que tem cerca de metade.

No documento, a operadora nacional considera que a OPA pode criar, assim, um duopólio no mercado móvel.

De acordo com a agência Reuters, a PT afirma que a passagem de três para dois operadores não tem precedentes na União Europeia.

A PT revela ainda que, no acesso à rede fixa e nas chamadas de voz, a nova empresa pode passar a ter uma quota de 90 por cento.

A operadora afirma que a separação da rede cabo de cobre também não resolve os problemas de concorrência.

Neste âmbito, a PT apela à AC para apreciar a OPA, não do ponto de vista global do mercado.

No documento, a operadora pede também uma investigação mais aprofundada sobre a relação da Sonaecom com a France Telecom, considerando que a passagem da operadora francesa para a accionista da Sonaecom permitiu que a Comissão Europeia não fosse chamada a pronunciar-se.

Também a Cofina entende que a OPA deve ser rejeitada, alegando um reforço da presença, em especial no acesso à Internet e no acesso exclusivo a conteúdos.

Ainda assim, em declarações à Reuters, fonte oficial da empresa adianta que o documento não reflecte a posição final da Cofina

Fonte: TSF on line

Publicado por estaccs às 10:45 PM | Comentários (0)

API CRITICA REDUÇÃO DE APOIO ÀS ILHAS

A Associação Portuguesa de Imprensa (APImprensa) criticou hoje o Governo por ter limitado o apoio integral do transporte de publicações para as Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores às que são de informação geral.

A APImprensa acusa o Governo de ter reduzido "drástica e exageradamente o apoio ao transporte de publicações periódicas portuguesas para as Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, em vigor desde 1996".

A decisão governamental, em vigor no início do mês, deveu-se, segundo o texto do decreto-lei aprovado, ao facto de a "proliferação de subprodutos vendidos ou oferecidos" ter levado a um agravamento dos custos de transporte das publicações que não são de informação geral.

No entanto, para a APImprensa, o que resulta desta medida é a distorção do princípio de igualdade de acesso de todos os portugueses à informação, já que deixa fora do âmbito dos apoios integrais "as publicações especializadas, os títulos económicos, desportivos, sociedade, entre outros, que agora vão ter de suportar todos os custos de expedição", disse fonte da direcção da associação. Este critério já levou alguns títulos a aumentar os preços de capa nas Regiões Autónomas, segundo a associação.

"A direcção da associação já começou a estudar alternativas e já teve uma reunião com um representante do Governo Regional dos Açores", avançou a mesma fonte, adiantando que a APImprensa vai agora solicitar um encontro com o Governo Regional da Madeira.

Em cooperação com as autoridades regionais e com as distribuidoras de publicações, a associação pretende desenvolver esforços institucionais, legais e comerciais, com o objectivo de repor a igualdade de preço dos títulos em todos os pontos do território nacional.

Fonte: Público on line

Publicado por estaccs às 08:00 PM | Comentários (0)

"PODER MEDIÁTICO À FRENTE DO POLÍTICO"

Os media já não são o quarto poder, deixaram de ser um pilar fundamental e tornaram-se num problema grave da democracia. A conclusão é de Ignacio Ramonet, director do jornal "Le Monde Diplomatique", que, anteontem, em Lisboa, interveio na conferência "Os media e a liberdade de expressão" promovida pelo Instituto Franco-Português. O jornalista francês, autor do livro "A tirania da comunicação", apontou baterias às empresas de media de massas, acusou a democracia de "se estar a portar mal" e sugeriu aos cidadãos de todo o mundo que se unam numa "reflexão profunda" sobre o tema, como única forma de recuperar a "verdadeira opinião pública".

"Há uma crise de credibilidade. Os media deveriam funcionar como contra-peso na democracia, mas deixaram de fazer o seu papel e no centro de tudo está a erupção da Internet e a revolução digital", disse. "Os três suportes da comunicação - som, texto e imagem - tendem cada vez mais a confundir-se, e, nos últimos 15 anos, surgiram gigantes no sector que se lançaram noutros negócios e remeteram a parte jornalística da sua actividade para um mínimo".

Particularmente alarmante para Ramonet é a emergência do poder mediático como o segundo poder, logo atrás do económico e "bem à frente do político". Mais, "a cumplicidade entre os dois primeiros acaba por dominar o terceiro como se viu em Itália no caso Berlusconi".

"Podemos pensar que a liberdade de expressão nunca foi tão ampla, mas a verdade é que os políticos são facilmente criticados porque perderam o poder", acrescentou. "É bem mais difícil encontrar nos media críticas ao poder económico".

Para Ramonet, a subversão nos media "é preocupante", a ponto de os média deixarem de "vender notícias aos cidadãos para passarem a vender os cidadãos aos anunciantes". "É preciso pensar o futuro da imprensa, se é que ele existe", concluiu.


FONTE: Jornal de Notícias
Jefferson S. Gomes

Publicado por estaccs às 03:20 PM | Comentários (0)

GALEGOS QUEREM VER OS CANAIS PORTUGUESES

Um grupo de cidadãos galegos vai reivindicar, na próxima terça-feira, no âmbito de uma "Semana da Galiza" que decorrerá em Braga, a possibilidade das emissões das televisões portuguesas serem transmitidas para a Galiza, Espanha.

De acordo com Luís Magarinhos, membro da Associação de Amizade Galego-portuguesa e da "Plataforma para recepção das televisões portuguesas na Galiza", a recepção, em sinal aberto, das emissões dos três canais generalistas portuguesas "é um direito que não pode ser negado aos galegos". Luís Magarinhos falava durante a apresentação da "Semana da Galiza" que decorre em Braga a partir de depois de amanhã e até ao dia 26 de Março, com a participação de associações culturais e linguísticas do norte de Portugal e da região espanhola que lhe está a Norte, a Galiza.

O responsável por esta associação adiantou que a reivindicação, que será feita, em conferência de imprensa, se prende com o facto de a Galiza apenas ter uma televisão que usa o galego e quatro ou cinco em castelhano.

"A Carta das Línguas Europeias do Conselho da Europa é explícita quanto ao direito dos povos em terem acesso a canais de televisão noutras línguas", sustentou, frisando ainda que "os portugueses têm acesso à TV Galiza, mas as televisões portuguesas em sinal aberto não chegam à Galiza, por falta de vontade política da Junta da Galiza".

Disse que, para além desta exigência, "a 'Semana da Galiza' irá juntar várias associações galegas de cariz linguístico, com visões diferentes sobre a língua galega, para debater o seu futuro".


FONTE: Jornal de Notícias
Jefferson S. Gomes

Publicado por estaccs às 03:17 PM | Comentários (2)

LISBOA QUER DAR À EUROPA LIÇÕES NA NET SEM FIOS

Lisboa poderá vir a ser a primeira capital europeia totalmente coberta pelo sistema "wireless" (sem fios) de acesso à Internet uma tecnologia que a ARTelecom está a instalar na cidade, anunciou ontem o presidente da autarquia lisboeta, Carmona Rodrigues.

Esta realidade, que actualmente já está disponível em qualquer espaço da cidade a norte da Segunda Circular, será exibida no stand "Lisboa" durante um encontro internacional de profissionais de imobiliário (MIPIM), a decorrer em Cannes, França, na qual autarquia lisboeta participa até amanhã.

"Trata-se de uma tecnologia nova que permite o acesso à Internet e comunicação de voz e dados, com uma troca recíproca de informação", a partir de qualquer zona da cidade, seja na rua ou dentro de casa, explicou o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carmona Rodrigues.

Segundo este responsável, a tecnologia - que permite aceder à rede através de computadores portáteis a partir de locais onde estão instalados transmissores públicos denominados "hot spots" - está a ser instalada em toda a cidade, processo que deverá estar concluído em Setembro.

Carmona Rodrigues adiantou que a novidade será divulgada no stand "Lisboa", durante o MIPIM, com o intuito de mostrar que a capital está a "modernizar-se em termos de informação".

"Não basta apresentar oportunidades e grandes projectos de construção ou reabilitação urbana. É preciso também dar uma ideia de que Lisboa se está a equipar e a modernizar", sublinhou.

O sistema "wireless", que Carmona Rodrigues classificou como "uma revolução" será aplicado na Câmara de Lisboa através da instalação de um sistema de vídeo-conferência entre os vereadores, que estão dispersos por vários edifícios na cidade.

Outra medida, também anunciada pelo autarca durante o certame, é a criação de um canal de televisão interno do município, que conta com mais de 12 mil trabalhadores. Tal como acontece com algumas empresas privadas os canais de televisão internos servem sobretudo para divulgar informação institucional e outras consideradas de interesse.


FONTE: Jornal de notícias
Jefferson S. Gomes

Publicado por estaccs às 03:10 PM | Comentários (0)

SIC PROVÁVEL PARCEIRA NO CANAL DE TELEVISÃO

A SIC está na primeira linha para se tornar no parceiro do Benfica no canal de televisão do clube da Luz. O projecto deverá ser apresentado na primeira quinzena deste mês.

Seguindo o que já se verifica nos principais clubes europeus, a criação de um canal de TV por cabo é, nesta altura, uma das principais apostas dos responsáveis encarnados, cujo rosto mais visível é o administrador-executivo, Domingos Soares de Oliveira.

Após a recepção de várias propostas, o canal de Carnaxide é o preferido dos encarnados para vir a ser o parceiro no que à produção de conteúdos diz respeito.

Rentável

Atingida a fasquia dos 147 mil sócios, revelou, recentemente, o presidente Luís Filipe Vieira, o Benfica, baseando-se em estudos de mercado, acredita na rentabilidade do canal de televisão, estimando que pode conseguir entre 55 a 75 mil assinantes. Aliás, segundo as contas dos encarnados, o canal já seria rentável com 30/40 mil.

Os encarnados, adiantou, recentemente, à Record Dez, Soares de Oliveira, também já têm uma ideia do preço de assinatura. “A medição à sensibilidade ao preço feita permitiu-nos chegar aos valores a pedir, que oscilam entre um mínimo de 5,95 euros e um máximo de 9,95. Quanto mais baixo, mais hipóteses de adesão há, mas posso avançar que o preço se deverá situar a meio caminho entre os dois valores.”


Fonte:Jornal Record

Rafaela Santos

Publicado por estaccs às 02:32 PM | Comentários (0)

CASO MIRAMBOLANTE

Ultimamente todos temos tomado conhecimento de novos casos de gripe das aves na Europa.

A derradeira medida, tomada pelo Ministro da Agricultura obrigava os proprietários de aves a dirigem-se à sua Junta de Freguesia, a fim de darem conhecimento do número de aves que possuíam.

Num órgão de comunicação social local, um presidente de uma Junta de Freguesia contou que vários cidadãos aí se dirigiram para efectuar o “recenseamento das aves”. Qual não foi o espanto, quando ninguém da referida Junta sabia quais os mecanismos legais que envolviam o processo.

É nestas alturas, que o nosso país mostra que somos muito bons, a elaborar projectos, mas no que toca ao seu cumprimento, conseguimos ser mais desleixados do que muitos países em vias de desenvolvimento.

Qual é o papel dos meios de comunicação social na sociedade? Andaram até às Presidenciais a falar neste tema, todos os dias, abriam os jornais televisivos e radiofónicos e até na imprensa, podíamos ler “Gripe das aves chega à Alemanha” ou ainda “Em Lyon foi descoberto caso de gripe das aves”.

Enfim, todos andavam em pânico, ninguém comia aves e depressa, os vendedores de carne de aves se queixaram dizendo:”A culpa é dos mass media que instalaram o pânico e fizeram baixar o nível de vendas.” Agora, que é necessário explicar aos cidadãos e até às Juntas de Freguesia os mecanismos necessários para o referido recenseamento, o que estão a fazer? Têm temas novos que permitam ser manchete de jornais?

Agora, está na moda a OPA, a partir da OPA lançada pela Sonae à Portugal Telecom, temos OPA's para todos os gostos. Relembre-se que para uma empresa ser objecto de uma OPA basta estar cotada em bolsa.

Nos próximos tempos, os temas mais badalados serão as OPA's. Depois quem sabe, alguém se lembre que os cidadãos têm o direito à informação como refere a Constituição no artigo 37º. Enquanto isso não acontece, continuamos todos à espera que o tema mude.

Texto: Rafaela Santos

Publicado por estaccs às 02:24 PM | Comentários (0)

março 15, 2006

A LER (101)

Carta Aberta Ao Ministro Dos Assuntos Parlamentares, por Vicente Jorge Silva, no Diário de Notícias
Parada de Ministros, por Pedro Correia, no Corta-Fitas

Publicado por estaccs às 12:34 PM | Comentários (0)

RTL SOBE 47% NO LUCRO ANUAL

O RTL Group, líder europeu no sector de rádio e televisão, anunciou esta quarta-feira os resultados de 2005 indicando aumento de 47% no lucro anual, o qual ascendeu a 537 milhões de euros.

O grupo que controla a francesa RTL, além de consolidar a Antena 3 e a Fremantle Media, realizou um resultado bruto de exploração (ebitda) de 797 milhões de euros, mais 5% do que um ano antes, sobre um volume de negócios superior a 5.000 milhões (4,8 mil milhões em 2004).
O RTL Group, é o activo mais importante da holding Bertelsmann – também presente na Media Capital – refere que várias participadas tiveram desempenhos operacionais recorde apesar do mercado publicitário europeu se mostrar «mitigado».
Em termos globais, o grupo luxemburguês presente em 10 países europeus detém participações em mais de duas dezenas de cadeias de televisão, embora realize um terço do seu volume de negócios na Alemanha.

FONTE: Diário Digital
Jefferson S. Gomes

Publicado por estaccs às 12:16 PM | Comentários (0)

JORNALISMO JUDICIÁRIO

O Conselho Distrital de Lisboa promove, no dia 16 de Março às 18.00, a conferência subordinada ao tema "O Jornalismo Judiciário". A conferência realiza-se no âmbito da sessão de encerramento do Curso sobre Jornalismo Judiciário, realizado em parceria com o CENJOR.

A conferência, cuja apresentação estará a cargo do Presidente do Conselho, Dr. António Raposo Subtil, terá como orador convidado o Dr. Artur Santos Silva, Presidente do Conselho de Administração do BPI e contará com a participação do Juiz Desembargador Dr. Rui Rangel, responsável pela Coordenação Pedagógica do curso e do Dr. Fernando Cascais, Director do CENJOR. O Bastonário Dr. Rogério Alves procederá ao encerramento da sessão.

PROGRAMA

Conferência "O Jornalismo Judiciário"

Orador:
Dr. Artur Santos Silva
Presidente do Conselho de Administração do BPI

Entidades Presentes
Bastonário da OA Dr. Rogério Alves
Presidente do CDL - Dr. António Raposo Subtil
Desembargador Dr. Rui Rangel
Director do CENJOR - Dr. Fernando Cascais

Dia 16 de Março às 18.00h
CDL - Rua dos Anjos, 79/A - R/C

Fonte: CDL da OA

Publicado por estaccs às 12:03 PM | Comentários (0)

TV RECORD FAZ ASSALTO À CONCORRENTE GLOBO

Os actores que a Globo deu a conhecer e consagrou junto do público brasileiro e português estão a fugir para a TV Record, o canal da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). Lucélia Santos, a eterna ‘Escrava Isaura’, Lavínia Vlasak, Paloma Duarte, Marcelo Serrado, Gracindo Júnior, Tuca Andrada e Gabriel Braga Nunes são alguns dos ‘desertores’.

Óscar Magrini, o ‘César’ de ‘Malhação’ (SIC), reconhece que a TV Record “está a fazer muito sucesso no Brasil” e diz que é bom que haja mais estações a apostar na ficção. “Todos os profissionais do ramo, actores ou não, que assinam contrato por obra, se a Globo não tem trabalho para lhes dar, podem sempre ir para a Record, em vez de irem para o desemprego. Isso é muito bom para os que trabalham em novelas, séries, etc.”, refere o actor, que acaba de renovar contrato com a Globo até 2008.

Segundo Magrini, que também já trabalhou em Portugal, nas novelas ‘Ganância’ e ‘Senhora das Águas’ o canal da IURD “está a fazer ‘castings’ com os profissionais com quem a Globo não renovou os contratos. É natural que a Record procure actores conhecidos do grande público, para começarem um trabalho que, acredito, seja de longo prazo”.

Também Valéria Carvalho, actriz brasileira residente em Portugal, desconsidera as mudanças normais: “A Globo tem gente de mais. As pessoas saem porque querem, mas, depois, voltam. Isso é perfeitamente normal. Estão sempre a rodar.”

Sendo a ficção o ponto forte da Record é natural que continue a investir nas novelas e a contratar actores que fizeram carreira na Globo. Falamos, por exemplo, dos consagrados Lucélia Santos e Gracindo Júnior ou das já incontornáveis Lavínia Vlasak, Paloma Duarte, Marcelo Serrado, Tuca Andrada e Gabriel Braga Nunes.

“Eles têm uma boa escola, são conhecidos do público e isso é meio caminho andado para brilharem nas novelas da Record”, sublinha, ao CM Aroldo Martins, o presidente da Record Internacional.

IMITAÇÃO CUSTA 84 MILHÕES

A Record manteve-se estagnada na terceira posição da tabela de audiências durante mais de uma década, mas só no último ano a estação do bispo Edir Macedo viu crescer 40 por cento a facturação publicitária, qualquer coisa como 280 milhões de erros.

De uma programação com forte conteúdo religioso – devido à sua ligação à IURD –, a Record passou a investir na ficção e partiu para uma nova estratégia: copiar, de forma claramente assumida, a Globo. O resultado não poderia ser melhor: as audiências subiram em flecha. Por isso, hoje em dia, a emissora paulista consegue competir com aquela que é considerada a principal do país e uma das maiores estações do Mundo. Falamos, naturalmente, da Globo.

O investimento total da Record para imitar a programação da Globo já vai, segundo foi tornado público, em 84 milhões de euros.

GLÓRIA, TONY E CLÁUDIA RAIA SEGUROS

Para prevenir nova debandada, a Globo tratou de renovar os contratos com os actores mais emblemáticos da estação, como, por exemplo, Glória Pires, Tony Ramos e Cláudia Raia, tendo, claro, de se chegar à frente. E, tratou, também, de segurar algumas revelações, destacando-se Cléo Pires, filha da primeira daquelas actrizes. Mas, por outro lado, ‘resgatou’ outros actores, depois de brilharem na concorrência. Falamos, por exemplo, do caso de Leopoldo Pacheco. O actor, que depois de participar na mini-série ‘Um Só Coração’ (SIC), não integrou mais nenhuma produção da estação. Transferiu-se, então, para a Record, onde brilhou na pele do maquiavélico ‘Leôncio’ de ‘A Escrava Isaura’ (RTP 1) .

A Globo, percebendo que perdera um grande talento, tratou de o recuperar. Pacheco participa, agora, em ‘Belíssima’ (SIC), desempenhando o papel de ‘Cemil’.

AS ESTAÇÕES DO RIO DE JANEIRO E DE S. PAULO

GLOBO

Foi às 11h00 de 26 de Abril de 1965 que entrou no ar o canal 4, TV GLOBO do Rio de Janeiro, dando o pontapé inicial para a formação da Rede Globo de Televisão. O seu Centro de Produção, em Jacarepaguá, é o maior da América Latina, bastando, por exemplo, referir que tem 120 mil metros quadrados de área de construção, onde estão os estúdios, módulos de produção e armazéns. A estação ‘exporta’ telenovelas para todo o mundo.

RECORD

Às 20h00 do dia 27 de Setembro de 1953 era exibido um programa musical da TV RECORD, que assinalou a estreia do canal. Em 1991, a estação de São Paulo mudou para as mãos da Igreja Universal do Reino de Deus, comandada pelo bispo Edir Macedo. A Record passou, então, a ter uma nova programação. No entanto, só quando investiu nas telenovelas, há cerca de um ano, é que começou a crescer ao ponte de rivalizar com a Globo.

FONTE: Correio da Manhã
Jefferson S. Gomes

Publicado por estaccs às 11:58 AM | Comentários (1)

GOVERNO QUER FUNDIR RTP E RDP NUMA SÓ EMPRESA

O ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, anunciou ontem estar a desenvolver uma reestruturação para fundir a RTP e a RDP numa empresa única que será concessionária do serviço público de rádio e televisão.

A nova empresa, Rádio e Televisão de Portugal, manterá, no entanto, as marcas RTP para a televisão e RDP para a rádio, informou o ministro responsável pela pasta da Comunicação Social, na cerimónia de inauguração de dois novos emissores de onda curta instalados no centro emissor de São Gabriel, em Pegões, e de uma nova antena direccionada para a América do Norte (Estados Unidos e Canadá).

«Apesar da reestruturação empresarial em que estamos envolvidos» e que «aponta para a constituição de uma única empresa concessionária do serviço público de rádio e televisão», devem ser preservadas as «duas marcas autónomas RDP e RTP», «porque é muito importante que tenhamos todos a consciência de que a melhor maneira de projectar o futuro é fazendo valer os recursos da nossa própria história e do nosso património» acrescentou, citado pela Lusa.

FONTE: Agência Financeira
Jefferson S. Gomes

Publicado por estaccs às 11:35 AM | Comentários (0)

A TRANSPARÊNCIA DA ERC

O «Clube dos Jornalistas», programa emitido na 2:, às 23:30, vai debater esta quarta-feira os primeiros passos da nova Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), segundo o Diário de Notícias.

O programa, que foi gravado na passada quarta-feira, surge com o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, a reafirmar mais uma vez a transparência do órgão.
Francisco Cádima, docente universitário, é uma das pessoas que questiona a formação da ERC e já fez saber que pediu «para consultar a respectiva acta». O ministro, por sua vez, já explicou que o quinto elemento – o presidente Azeredo Lopes – não foi indicado por si, foi «cooptado numa reunião dos quatro» (Estrela Serrano, Elísio Cabral Oliveira, Luís Gonçalves da Silva e Rui Assis).

O ministro sublinhou que os membros da ERC foram eleitos com maioria de dois terços no Parlamento, «não há nada mais transparente».

Santos Silva disse ainda que encontra nos jornais «um movimento que descredibiliza à partida a ERC» porque «a regulação dos media não é consensual, há quem sustente a auto-regulação», defendeu o ministro.

O presidente do sindicato dos Jornalistas, Alfredo Maia, também presente no debate, apontou dois «pecados originais» da lei, que são o facto de não integrar como membros de direito os regulados e não reflectir a diversidade do acto parlamentar.

Já o presidente da Confederação de Meios, Bernardo Bairrão, frisou que «conjunto de diplomas que têm sido aprovados levam a práticas que têm vindo a constranger a actividade» dos media.

O presidente da ERC recusou o convite do «Clube dos Jornalistas» para participar no debate, alegando ser muito cedo para se pronunciar.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 10:07 AM | Comentários (0)

março 14, 2006

"NEW YORK TIMES": BOLSA APENAS NA INTERNET

A edição em papel do jornal "New York Times" vai deixar de publicar os quadros de informação de bolsa relativos a acções e obrigações, substituindo-os por quadros sumários.

Os dados completos vão estar disponíveis apenas no site do diário na Internet.

A medida, que vai entrar em vigor no dia 4 de Abril, tem como objectivo reduzir os custos de impressão em papel.

A informação financeira diária disponibilizada actualmente na edição em papel ocupa seis páginas, mas a partir do próximo mês ocupará apenas duas páginas.


FONTE: PUBLICO.PT
Jefferson S. Gomes

Publicado por estaccs às 07:03 PM | Comentários (0)

JN REAPROXIMA-SE DAS ORIGENS

"Está mais atraente. E fico satisfeito por ver que é dado mais destaque ao Grande Porto. O JN é um ex--líbris da cidade e andou aí um bocado... arredio." De ex-líbris para ex-líbris, Pinto da Costa, presidente do FC Porto, deixou o elogio ao novo Jornal de Notícias, apresentado no Edifício da Alfândega, no Porto.

Um jornal que foi ontem para as bancas de cara renovada, aplaudido sobretudo pelo seu "regresso às origens", ideia unânime entre os convidados.

O JN volta a assumir-se, inequivocamente, como um jornal do Porto e do Norte para o País. "O JN vai reaproximar-se do seu público", anunciou Joaquim Oliveira, presidente do Conselho de Administração da Controlinveste - empresa detentora dos diários JN, DN e 24 horas -, apontando "o jornalismo de proximidade" como o "património do jornal". Afinal, "quem melhor que um liberal rebelde para combater o regionalismo saloio?", interrogou sobre o papel do JN. Para o director José Leite Pereira, "o jornal está mais moderno, sem perder a alma".

Quatro edições (Nacional, Minho, Centro e Lisboa), novo grafismo, a secção Primeiro Plano a abrir o jornal e na qual cabem os grandes destaques do dia, o reforço do Desporto (16 páginas diárias, suplemento à segunda-feira) e uma nova revista à sexta - a Viva, sobre TV, lazer e notícias do social - são outros trunfos deste JN para "voltar à liderança de vendas", traçou Joaquim Oliveira.

Entre os convidados, vários elogios: "Tem um acesso mais rápido e eficaz" às notícias (Narciso Miranda); "está mais para ler do que para ver, ao contrário do anterior" (José Lello); "é um jornal surpreendente, sempre foi" (Rui Reininho). A concorrência marcou presença. "Está muito mais arejado que o anterior", observou Manuel Carvalho, director adjunto do Público. "O DN olha para o JN como um irmão. Prometemos concorrência leal, mas também a ambição de 'roubar' alguns leitores", afirmou António José Teixeira, director do Diário de Notícias.


FONTE: DN Online
Jefferson S. Gomes

Publicado por estaccs às 06:52 PM | Comentários (0)

março 13, 2006

BALSEMÃO E OLIVEIRA QUEREM ALMERINDO

Almerindo Marques deverá continuar à frente dos destinos da Lusa. Esse parece ser o desejo de Francisco Pinto Balsemão e Joaquim Oliveira, presidentes, respectivamente, dos grupos Impresa e Global Notícias, accionistas privados da agência, apurou o CM junto de fontes bem colocadas.

Os presidentes da Impresa, que detém, entre outros, a SIC e o ‘Expresso’, e da Global Notícias, proprietária da TSF e de um conjunto de matutinos, já terão dado sinais ao Governo do interesse na manutenção da estrutura que administra a agência de notícias, presidida por Almerindo Marques, também líder do Grupo RTP, medida confirmada por fontes próximas da Impresa e da própria Lusa. Almerindo Marques, contam-nos várias fontes, estaria disponível para continuar até 2007, altura em que termina o mandato no Grupo RTP. Contado pelo CM, o gestor rejeitou qualquer comentário sobre a matéria, o mesmo acontecendo com o representante da Global Notícias na administração da agência, Afonso Camões.

A explicação para a continuidade da equipa dirigente fundamenta-se em razões óbvias. A Lusa vai entrar numa fase complicada da sua vida, apontando-se como exemplos a instalação de um sistema informático, o acordo de empresa – já entregue aos sindicatos –, reorganização de alguns serviços e a área da lusofonia.

Mexer na administração seria, pois, criar “uma situação de ruptura e, logicamente, os accionistas, pelo menos os principais”, não parecem estar para aí virados. Até porque, daqui a dois anos, querem, naturalmente, “colher dividendos”, sublinha-nos fonte da administração da empresa, lembrando que, em 2005, a Lusa obteve, em termos de negócio corrente, os melhores resultados de sempre, cerca de 1,9 milhões de euros. Tal resultado será objecto de discussão na Assembleia Geral de 31 de Março, ou seja, mais de um mês depois da data prevista para o termo do mandato (28 de Fevereiro) da equipa de Almerindo Marques.

A posição do accionista Estado ainda não é conhecida, facto que causa preocupação em diversos sectores da empresa, nomeadamente na administração. Por um lado, porque as reformas planeadas para este ano, face ao impasse, poderão, apenas, ser operacionalizadas em 2007 e, por outro, porque o silêncio (quem sabe?) corresponderá às entradas de um administrador da confiança do Governo e de um director de informação que transforme a Lusa numa agência... do Governo”, admitiram-nos ontem várias fontes, que reclamaram o anonimato.



FONTE:CORREIO DA MANHÃ
EUNICE PINTO

Publicado por estaccs às 11:25 PM | Comentários (0)

PUBLICIDADE: WORTEN INVESTE 2,8ME PARA REFORÇAR LIGAÇÃO COM SEGMENTO JOVEM

A rede de lojas Worten vai investir 2,8 milhões de euros numa campanha publicitária protagonizada pelo actor português Ricardo Pereira com o objectivo de reforçar a ligação com os consumidores mais jovens, divulgou hoje a empresa.

"A associação ao actor português vem reafirmar a política de aproximação da marca ao segmento mais jovem, dando assim continuidade à estratégia que tem vindo a ser desenvolvida nos últimos anos", referiu a marca do grupo Sonae em comunicado.
A campanha de publicidade, que começa a ser divulgada quinta- feira nos principais canais de televisão portugueses, vai ser composta por três temas distintos: produtos genéricos, divertimento e trocas.
A par da televisão, a nova acção de comunicação da rede de lojas vai utilizar os suportes rádio, imprensa, publicidade exterior e comunicação nos pontos de venda.
A criatividade da campanha foi desenvolvida pela agência de publicidade McCann-Erickson.
A Worten, rede de distribuição da área dos electrodomésticos e electrónica de consumo, detém actualmente 80 lojas.


FONTE:LUSA
EUNICE PINTO

Publicado por estaccs às 11:16 PM | Comentários (0)

TMN LANÇA SOLUÇÃO PARA DOENTES AUDITIVOS

A TMN disponibiliza o TMN Picoloop, um produto desenvolvido para beneficiar os cidadãos com dificuldades auditivas.

A TMN, primeiro operador em Portugal a disponibilizar este produto, vai possibilitar aos portadores de aparelhos auditivos magnéticos, surdos não profundos e indivíduos com algumas dificuldades auditivas usar o telemóvel com mais conforto.
O TMN Picoloop é um aparelho pequeno que é ligado ao telemóvel como se fosse um auricular.

Esta nova tecnologia tem controlo de volume, vibracall e teclas para atender ou rejeitar chamadas e é compatível com vários modelos da Nokia.

O TMN Picoloop já pode ser adquirido nas lojas TMN por 109,09 euros.

FONTE: DIÁRIO DIGITAL
EUNICE PINTO

Publicado por estaccs às 11:14 PM | Comentários (0)

TVI GARANTE JOGOS DA LIGA ATÉ 2008

A Sport TV Portugal S.A. chegou a acordo com a TVI para a transmissão televisiva em território nacional de um jogo por jornada da Liga Portuguesa de Futebol nas épocas de 2006 a 2008, anunciou esta segunda-feira o canal da TV Cabo em comunicado.

Contactada pelo Diário Digital a Sport TV não avançou valores para o negócio, tendo garantido, no entanto, que recebeu «propostas de todos os operadores de televisão em aberto», como a SIC e a RTP.
Este acordo prolonga o contrato já existente entre as duas entidades desde a época de 2004/2005.

FONTE:DIÁRIO DIGITAL
Eunice Pinto

Publicado por estaccs às 11:10 PM | Comentários (0)

CEBIT APRESENTA O LEITOR DE MP3 MAIS CARO DO MUNDO

O leitor de música MP3 mais caro do mundo foi apresentado na feira de informática e comunicações Cebit, a decorrer em Hanover (Alemanha).

O aparelho, parcialmente feito em ouro e com vários brilhantes, está avaliado em 20 mil euros.
Fabricado pela Trekstor a pedido do proprietário da marca de Formula 1 Midland, Alex Shnaider, o leitor foi exibido na feira, que decorre até ao dia 15 de Março, antes de ser entregue ao seu dono.

O milionário russo-canadiano é fã de aparelhos electrónicos, mas pretende vender o sofisticado leitor de MP3 num leilão em que os lucros revertam para a caridade.

FONTE: DIÁRIO DIGITAL
Cláudio Monteiro

Publicado por estaccs às 04:55 PM | Comentários (0)

MUNDIAL 2006: FIFA RECUA E ELIMINA RESTRIÇOES QUANTO A FOTOS

A Federação Internacional de Futebol (FIFA) decidiu dar um passo atrás e recuar na sua intenção de colocar fortes restricções à utilização de fotografias tiradas durante os jogos do Campeonato do Mundo da Alemanha, que terá lugar entre 9 de Junho e 9 de Jukho de 2006.

A notícia do acordo, difundido em comunicado conjunto da FIFA e da Associação Mundial de Imprensa Escrita (WAN), surge após três meses de negociações e na sequência de uma reunião privada entre o Joseph Blatter, presidente da entidade que superintende o futebol mundial, e Timhothy Balding, presidente da WAN, que na ocasião representava igualmente as principais agências de notícias, como a France-Press, Associated Press, Reuters, Getty Images, DPA e EPA.
Recorde-se que a FIFA divulgou, no passado mês de Outubro, as restrições que queria ver implementadas quanto a fotografias do Mundial`2006, as quais afectavam em particular os meios de informação digitais.

Entre as medidas mais restritivas estava a impossibilidade de publicar imagens de jogos até uma hora após terem terminado, ao menos tempo que estavam limitadas o número de imagens passíveis de serem utilizadas, por encontro.

FONTE: DIÁRIO DIGITAL
Cláudio Monteiro

Publicado por estaccs às 04:52 PM | Comentários (0)

OPTIMUS: 235 MIL CLIENTES ADERIRAM AO EXTRACTO DIGITAL

A Optimus divulgou esta segunda-feira que 235 mil dos seus clientes aderiram ao extracto digital, lançado em Julho de 2003, o que permitiu reduzir as emissões de facturas em papel da operadora em cerca de 50%.

A Optimus explicou, numa nota divulgada hoje, que esta modalidade de extracto disponibiliza, além da informação detalhada da factura, um programa de análise adaptada às características individuais, permitindo ao cliente uma melhor gestão do orçamento destinado às telecomunicações.

O extracto digital está disponível para clientes particulares e empresariais, também pode ser consultado através do site da Optimus e a informação disponibilizada estende-se até seis meses de histórico.

FONTE:Diário Digital / Lusa
Cláudio Monteiro

Publicado por estaccs às 04:48 PM | Comentários (0)

EDUARDO GAGEIRO HOMENAGEADO NA X JORNADA DA COMUNICAÇÃO

Os estudantes de Jornalismo e Comunicação da Escola Superior de Educação (ESE) do Instituto Politécnico de Portalegre (IPP) irão homenagear, esta quinta-feira, 16 de Abril, o fotojornalista, Eduardo Gageiro.

A X Jornada da Comunicação iniciou hoje e terminará nesta quinta-feira com uma exposição de fotografia que reúne vários trabalhos de Eduardo Gageiro e que ficará presente ao público até ao dia 13 de Abril.

Para além desta exposição do fotojornalista, a jornada da comunicação da (ESEP) debaterá vários temas, como "Os bastidores do marketing político", "O marketing farmacêutico", "Crianças nos media" e "www.blogsemdiscussao.naesep".

Através destas palestras, os alunos pretendem demonstrar o " que mudou, o que continua igual, o que apareceu de novo, as várias inovações tecnológicas e as suas implicações na vida dos profissionais de comunicação, o panorama político e social dos últimos anos, são temas que pretendemos abordar de uma forma descontraída" argumenta a aluna Tânia Paiva.

Segundo a mesma, que pertence à comissão organizadora das jornadas, este é um evento especial por completar dez anos desde a sua existência: “Pretendemos fazer durante as jornadas uma retrospectiva, não só do evento em si, mas também dos últimos dez anos de comunicação social em Portugal” declarou.

Repórter de imprensa desde 1957 tem um vasto curriculum. Colaborou em diversas publicações, Diário Ilustrado, O Século, O Século Ilustrado, a revista Flama e também com a Associated Press. Tendo conseguido mais de 300 prémios, Eduardo Gageiro, foi o único fotojornalista português a trazer imagens dos Jogos Olímpicos de 1974 em Munique. Para este ano tem agendado uma exposição em Pequim e Genebra.

Cláudio Monteiro

Publicado por estaccs às 04:44 PM | Comentários (0)

REESTRUTURAÇÃO DA RTVE PODE PROVOCAR MAIS DE 4 MIL DESPEDIMENTOS

A reestruturação em curso na RTVE poderá conduzir ao despedimento de cerca de 4.500 funcionários da televisão pública espanhola. Os números foram avançados pela imprensa do país vizinho, citando o plano de reestruturação ultimado na semana passada pela Sociedade Estatal de Participações Industriais (SEPI).

O documento, que visa inverter o cenário de sucessivas perdas financeiras que a RTVE vem apresentando ao longo dos últimos anos, prevê que o actual quadro de funcionários das várias empresas ligadas à RTVE – e que contempla um total de 9.212 empregados – sofra uma redução de 39% a 44%. Nesse sentido, deverão ser propostos planos de reformas antecipadas e de rescisões de contrato com negociação de indemnizações a cerca de 4.500 funcionários.

De acordo com as informações avançadas pela imprensa espanhola, o plano global de reestruturação prevê que a RTVE passe a contar com uma estrutura mais simples e centralizada, que funcione com um “sistema de financiamento misto” e com “um novo modelo de programação que potencie e melhore o serviço público e a exigência de um uso eficiente e responsável dos recursos” da empresa.


FONTE: Meios&Publicidade
André Canoa

Publicado por estaccs às 03:50 PM | Comentários (0)

INTERNET JÁ TEM 30 MILHÕES DE BLOGS

A Internet já tem, em todo o mundo, 30 milhões de blogs, de acordo com o motor de buscas especializado nestes diários electrónicos Technorati. O número foi atingido esta quarta-feira, com o crrecimento de 2,1 milhões de páginas um menos de um mês.

A última edição do estudo sobre o Estado da Blogosfera, conduzido pelo site e publicada na segunda semana de Fevereiro, contava 21,9 milhões de blogs. Em menos de um mês, os 2,1 milhões que faltavam foram criados. Os valores indiciam também que o universo dos diários electrónicos é agora 60 vezes maior do que era há três anos. a casa segundo há um novo blog activo na Internet.


FONTE: Diário Digital
André Canoa

Publicado por estaccs às 09:35 AM | Comentários (0)

CANAL METRO TV EM FUNCIONAMENTO EXPRIMENTAL NA SEGUNDA-FEIRA

O Projecto Metro TV, uma parceria entre o Metro do Porto (MP), a SIC e a Universidade Fernando Pessoa (UFP), arranca segunda-feira as suas emissões em fase piloto, anunciou no Porto fonte daquela empresa.

O projecto de parceria entre a Metro do Porto e a UFP foi assinado na sexta-feira, visando criar um canal de televisão no interior do sistema do Metro do Porto.
Cabe à Universidade criar, usando os seus alunos de Comunicação Social e os seus equipamentos técnicos, conteúdos e peças jornalísticas para o canal, que versarão essencialmente sobre a actividade da empresa e proporcionarão informações úteis aos seus clientes.

A primeira fase (piloto) prevê a instalação de 18 pontos de emissão em três estações subterrâneas (Casa da Música, Pólo Universitário e Trindade) e em dois veículos, (com 24 pontos de emissão no conjunto).

Na segunda fase (alargamento) serão instalados 93 pontos de emissão no conjunto das três estações subterrâneas acima referidas e de 864 pontos de emissão no conjunto dos 72 veículos da frota.

Na primeira fase estima-se que o sistema terá 4,2 milhões de contactos/dia, subindo na segunda fase para 95,7 milhões de contactos/dia.

Considera-se como se dá um contacto cada vez que um passageiro olha para um écran do sistema.

Estes números são estimados com base na procura actual (média de 100 mil clientes/dia útil), não contemplando ainda o alargamento da rede previsto para o primeiro semestre de 2006.

A fonte referiu que o canal corporativo Metro TV visa aumentar a qualidade e o nível de serviço prestado aos clientes através da disponibilização de informação por recurso a um meio de comunicação dinâmico e apelativo e da redução dos tempos de espera percepcionados.

A Metro TV disponibiliza aos seus clientes informação sobre o desempenho da rede, informação relativa à operação dos sistemas (nomeadamente acidentes ou incidentes), informação promocional e conteúdos externos de carácter noticioso, de entretenimento e publicitário.

A gestão do canal Metro TV, bem como a definição e selecção dos conteúdos, a definição das grelhas de emissão e das respectivas play lists é da responsabilidade da Metro do Porto, S.A.

O fornecimento de conteúdos informativos exteriores ao universo da empresa é da responsabilidade da SIC, (incluindo as áreas temáticas Nacional, Internacional, Economia, Bolsa, Cultura, Desporto e Meteorologia), com uma média de 60 actualizações diárias.

O fornecimento de conteúdos de entretenimento e de lazer é também da responsabilidade da SIC (incluindo filmes de desenhos animados, concertos musicais e outros espectáculos, sugestões culturais (cinema, música, teatro, exposições) da Área Metropolitana do Porto, passagens de moda, séries humorísticas e documentários).

Os conteúdos relativos à operação do Metro do Porto, ao desempenho da rede e aos eventos/acções relacionados com a exploração do sistema são da responsabilidade da Metro do Porto, SA.

As emissões da Metro TV correspondem exactamente aos períodos horários de exploração da rede do Metro do Porto - 365 dias por ano, entre as 06:00 e a 01:30.


FONTE: Diário Digital / Lusa
André Canoa

Publicado por estaccs às 09:33 AM | Comentários (1)

RÁDIO ESPANHOLA MULTADA POR COMENTÁRIO SOBRE POLÍCIA

Um tribunal de Sevilha condenou a rádio espanhola Antena 3 a pagar uma indemnização de 2.000 euros a uma mulher polícia por ter emitido comentários «pouco apropriados» sobre a agente, dizendo que «não tirava os olhos» de David Beckham durante um jogo Sevilha-Real Madrid.

A referida partida foi disputada a 11 de Fevereiro de 2004.
A agente reclamou inicialmente uma indemnização de 30.050 euros, que o julgado de primeira instância fixou em 9.000 euros, e agora a Audiência de Sevilha baixou para os 2.000, por considerar que o comentário «não é um grave atentado à honra» mas sim que deve ser interpretado como uma tentativa de oferecer informação de entretenimento.


FONTE: Diário Digital
André Canoa

Publicado por estaccs às 09:31 AM | Comentários (0)

BERLUSCONI ABANDONA ENTREVISTA NA RAI REVOLTADO

O primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, abandonou hoje os estúdios da RAI a meio de uma entrevista porque a jornalista, segundo ele, não o deixava falar do que queria.

Berlusconi deslocou-se aos estúdios da RAI para gravar mais uma intervenção na televisão durante a campanha eleitoral, desta vez com a jornalista Lucia Annunziata para o programa «In mezz´ora».
O chefe de Governo italiano começou por pedir à jornalista que o deixasse falar do seu programa eleitoral, mas esta iniciou a entrevista com uma pergunta sobre a demissão, na véspera, do ministro da Saúde, Francesco Storace, pela sua alegada implicação num caso de espionagem político.

A entrevista continou de forma tensa, com a jornalista a insistir no possível conflito de interesses pelo facto de o primeiro-ministro ser também empresário dos meios de comunicação.

A partir daí, o programa degenerou num confronto directo acerca do controlo informativo da televisão pública, com Berlusconi a acusar Annunziata, que já pertenceu à direcção da RAI, de ser «de esquerda».

De seguida, Berlusconi acusou-a de estar «a ser violenta» e pediu-lhe para que o deixasse falar dos seus cinco anos de governo e do seu programa eleitoral.

Annunziata lembrou que ela é que era a jornalista e quem faz as perguntas, e o primeiro-ministro ameaçou abandonar os estúdios caso a profissional não o deixasse prosseguir com as suas intenções. Levantou-se, dizendo: «Mostraste bem como se comporta uma pessoa de esquerda» e «que devia ter verrgonha». Deixou o local gritando: «E ainda dizem que sou eu que controlo a RAI!».

FONTE: Diário Digital
André Canoa

Publicado por estaccs às 09:29 AM | Comentários (1)

CAVACO SILVA ESTREIA NOVO SITE DA PRESIDÊNCIA

A Presidência da República estreou esta quinta-feira uma nova página na Internet, após da tomada de posse de Cavaco Silva, na qual surgem em destaque fotografias e citações do novo Chefe de Estado, bem como a sua agenda.

«Vou agir de forma a poder mobilizar os portugueses, aproveitar as energias nacionais, com o objectivo de vencer as dificuldades em que o país se encontra»: é com esta citação, retirada da entrevista concedida por Cavaco Silva ao jornal espanhol ABC e ladeada por uma fotografia de Cavaco Silva, que abre o novo site de Belém.

Na nova página - www.presidencia.pt -, em tons cinzento e branco, é possível enviar mensagens ao novo Presidente da República, subscrever uma «newsletter» para conhecer a actualidade presidencial ou ler e ouvir uma saudação de Cavaco Silva e um resumo da cerimónia de posse.

Percorrendo a nova página, é possível conhecer as «funções do Presidente» ou os «Presidentes anteriores», galeria em que surge já a biografia de Jorge Sampaio e uma reprodução do seu retrato oficial, da autoria da pintora Paula Rego.

A ligação «Presidente da República», permite aceder a uma mensagem de Cavaco Silva, intitulada «Esperança, confiança e sentido de futuro», uma biografia resumida do Chefe de Estado, e uma galeria de fotografias, entre as quais uma a preto e branco que retrata o momento em que o agora Presidente tomou posse como ministro das Finanças do ex-primeiro-ministro Sá Carneiro.

«Presidência Directa« é a designação de outra ligação existente na página. Aí é possível ler ou ouvir a agenda de Cavaco Silva ou ainda notícias sobre o novo Chefe de Estado.

A quarta e última ligação é sobre o «Palácio de Belém» e inclui, além de um resumo da história do edifício do século XVI que serve de residência oficial ao Chefe de Estado, uma extensa galeria fotográfica Cavaco Silva, vencedor das eleições presidenciais de 22 de Janeiro, que tomou posse hoje de manhã como Presidente da República, em cerimónia na Assembleia da República em que participaram cerca de 900 pessoas.

FONTE: Diário Digital / Lusa
André Canoa

Publicado por estaccs às 09:26 AM | Comentários (0)

AUGUSTO SANTOS SILVA AFASTA INTROMISSÃO DO GOVERNO NA ERC

O ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, afirmou no domingo aos microfones da Rádio Renascença que a nova Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC) é independente, afastando qualquer hipótese de intromissão do Governo neste órgão.

Entrevistado no «Diga Lá, Excelência», o ministro, que tutela a Comunicação Social classificou de «transparente» o processo de escolha do ERC e reiterou a independência dos seus membros.
«Não recebem instruções ou directrizes do Governo. São inteiramente livres nas suas opiniões e decisões», afirmou Santos Silva.

FONTE: Diário Digital
André Canoa

Publicado por estaccs às 09:24 AM | Comentários (0)

SPORTING: CANAL TELEVISIVO PARA BREVE

O Sporting Clube de Portugal encontra-se a estudar “duas propostas” para uma eventual criação de um canal por cabo, disse Rui Oliveira e Costa, coordenador de comunicação do clube. O clube leonino terá recebido a proposta o ano passado, contudo, Oliveira e Costa garante que “o Sporting não fará produção nem realização de conteúdos, será a empresa parceira do Sporting a fazê-lo”.

O Jornal de Negócios avançou, na sua edição de terça-feira, que a SIC havia sido uma das empresas a apresentar uma proposta ao clube de Alvalade. Francisco Penim, em representação da estação de Carnaxide não quis proferir qualquer comentário sobre o assunto. Oliveira e Costa não desvendou o mistério das empresas envolvidas mas adiantou: “dentro de um mês já existirá uma decisão”. O canal, ainda sem nome definido “tem um alto grau de probabilidade de ser transmitido em pay-per-view, já que isso garante duas fontes de receita ao clube, assinaturas e publicidade”.

Confrontado com o conteúdo do futuro canal, o coordenador menciona que ”todo o mundo Sporting, que não está contratualizado, ou seja, desde os treinos da equipa principal de futebol, até às equipas que vão desde as escolas até aos juniores, passando pelas modalidades”. Ainda assim o responsável leonino revela o seu desejo:”gostaríamos que no dia 1 de Julho, dia e que se comemora o centenário do clube, que o canal já estivesse a emitir”.

De recordar que o seu rival lisboeta, o Sport Lisboa e Benfica, também está a preparar o lançamento de um canal por cabo.


André Canoa

Publicado por estaccs às 09:01 AM | Comentários (0)

MUNDIAL DE FUTEBOL FAZ DESPERTAR MEDIA

A maior competição de futebol a nível de selecções está a activar os media. Na Tv, a Sport TV garantiu os direitos de transmissão para o nosso país. Na imprensa prepara-se o lançamento de uma revista desportiva, a Sportshow Magazine, quiçá apanhará a “boleia” do Mundial na Alemanha? O seu primeiro número está previsto para a última semana de Março.

O canal desportivo conta apresentar em grelha mais de 700 horas de emissão dedicadas ao evento que decorre entre dia 9 da Junho e dia 9 do mês seguinte. Como principal canal desportivo português é seu dever fazê-lo, os seus assinantes merecem e agradecem o investimento, classificado por Bessa Tavares (administrador da Sport Tv) como “a maior operação de sempre”.

Na imprensa surge a Sportshow Magazine, que vem preencher uma lacuna no nosso mercado, embora apareça num momento difícil para a imprensa nacional. Para além da Revista DEZ (suplemento do Jornal Record) não há em Portugal uma revista desportiva de referência. A nova publicação tem a mais valia de se dedicar a todo o tipo de modalidade de alta competição e conta com comentadores especializados nas diferentes áreas. É no mínimo interessante!

Todavia, existe um ponto que ainda se desconhece e que poderá jogar contra o sucesso da revista, o preço. Por todas as razões negativas de mercado o preço é um factor preponderante. Espera-se que seja acessível ao leitor e que contribua para a sustentabilidade da Sportshow Magazine. Dado o panorama do mercado da imprensa, a sua continuidade é a difícil meta a atingir. Que vença, para bem dos que à muito esperavam uma publicação desta natureza.


André Canoa

Publicado por estaccs às 08:45 AM | Comentários (3)

março 12, 2006

ERC CONTESTADA

Alfredo Maia, Presidente do Sindicato de Jornalistas, dá hoje uma entrevista ao Diário de Notícias, que se transcreve com a devida vénia.

Os jornalistas têm razões para estar preocupados com este pacote legislativo aprovado e em vias de aprovação no que respeita à liberdade de imprensa?

O que está publicado é a lei da ERC. Contestamos essa lei por várias razões. A primeira é que o órgão regulador é emanado da maioria parlamentar de turno e não reflecte a composição da Assembleia da República. Depois, exclui os regulados. Se se chama regulador e tem as competências que tem, deve ter os regulados: os jornalistas, as entidades patronais. Se tivesse apenas competências administrativas, nós não reclamaríamos a nossa presença. Mas tem competências numa área reservada aos jornalistas, que é o controlo do "rigor informativo".

Como é que o SJ encara a reforma do Código Penal?

Sabemos que há ideias para alterar o artigo 171 que tem a ver com a sanção a aplicar a quem viola o segredo de justiça. Os elementos que possuímos são mais tranquilizadores do que os que tínhamos há um tempo atrás. Daquilo que se sabe serão sancionados os actos que prejudiquem a investigação criminal e tenham a ver com o conhecimento de facto dos elementos do processo. É preciso fazer esta distinção porque os elementos que possuímos levavam-nos a recear que pudesse ser prejudicada a investigação autónoma e por iniciativa do jornalista. Mas precisamos conhecer melhor o que o Governo quer fazer.

E em relação ao Estatuto do Jornalista que aguarda parecer da ERC?

No sigilo profissional há um progresso mas parece-nos ainda insuficiente. Só quando verdadeiramente esteja em causa a prática de um crime de ofensas à integridade física e à vida das pessoas, e não seja possível por outra via chegar às informações que a Justiça pretende, é que o segredo devia ser levantado. Em relação à segurança do Estado, é um leque vastíssimo, temos sérias reservas a essa disposição. Consideramos positivo que o regime de buscas às redacções imponha a presença de um elemento da associação mais representativa dos jornalistas, mas entendemos que esse regime deve ser estendido a casa dos jornalistas.

O Estatuto está fechado...

Temos a expectativa de que um conjunto de aspectos seja alterado antes de ir a Conselho de Ministros.

Nos últimos tempos levantaram-se algumas vozes a favor de uma Ordem de jornalistas...

No caso da Lusa alguns jornalistas pediram demissão do SJ, sim. A questão é: se houvesse uma ordem poderiam ter feito o mesmo? Não. Uma vantagem que o sindicato apresenta sobre a Ordem é que é um órgão verdadeiramente democrático, que discute com os que estão dentro e os que estão fora as suas opiniões e posições. E mais, aceita continuar a discutir as suas próprias posições.

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 11:03 PM | Comentários (1)

NOVAS TECNOLOGIAS DISPARAM

O ministro da Ciência e Ensino Superior considerou hoje que a penetração das tecnologias da informação e da comunicação na sociedade portuguesa apresenta «indicadores excepcionais de progresso» num clima de depressão económica.

Mariano Gago falava na abertura do Fórum para a Sociedade da Informação, que decorre em Aveiro no âmbito do programa Ligar Portugal, organizado pela Agência para a Sociedade do Conhecimento(UMIC).

«O momento é de enorme aceleração, na participação, na qualificação, mas também nas exigências. Os dados são muito impressionantes, num clima de depressão económica. Crescer a este ritmo significa que alguma coisa se está a passar de muito importante na sociedade portuguesa», observou.

De acordo com o levantamento do seu Ministério, os acessos à Internet em banda larga cresceram 43% e 83% dos estabelecimentos de ensino superior estão já cobertos por redes sem fios.

A totalidade dos organismos públicos dispõe de ligação à Internet, sendo que 73% já o faz em banda larga. Nove em cada dez organismos da administração central têm página na Net, sendo que 36% já disponibilizam formulários de preenchimento e submissão online.

O Portal do Cidadão registou no último ano um crescimento de tráfego de 46%, tendo as consultas origem em 33 países.

No que respeita às câmaras municipais, o panorama ainda é mais animador: todas estão ligadas à Net e 85% já em banda larga, sendo que 96% têm páginas, disponibilizando reclamações e esclarecimento de dúvidas por correio electrónico em 91% dos casos e permitindo descarregar formulários numa percentagem de 70%.

No que respeita aos particulares, a posse de ligação em banda larga nos agregados familiares atingiu os 26% no quarto trimestre de 2005, segundo dados da Autoridade Nacional para as Comunicações(ANACOM), sendo a meta estabelecida pelo programa Ligar Portugal atingir, em 2010, os 50%.

Para Mariano Gago, o programa Ligar Portugal chegou à fase de maturidade, importando agora confrontar as metas com a realidade e mesmo com outros países e as suas práticas.

A realização do Fórum em Aveiro preenche esse objectivo, segundo o ministro, que anunciou a sua realização regular de seis em seis meses, procurando articular as políticas públicas com as estratégias privadas, já que se trata de um «programa lançado pelo Governo, mas que se quer partilhado».

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 10:56 PM | Comentários (0)

IMPRIMIR NA HORA JORNAIS DE 48 PAÍSES

Os turistas que visitam a Região Autónoma da Madeira podem, a partir de segunda-feira, adquirir a edição diária impressa de jornais de 48 países, através de um equipamento inovador instalado no Posto de Informações do Funchal.

A Secretaria Regional de Turismo e Cultura inaugura nesse dia um equipamento através do qual, e mediante utilização de cartão de crédito, quem o desejar pode adquirir a edição do dia de jornais de 48 países, via satélite, mediante impressão.

«A máquina tem um monitor onde se selecciona primeiramente o Continente, seguido do país e do título que deseja comprar, introduz o cartão de crédito, efectua o pagamento e a máquina imprime o jornal do próprio dia em cerca de dois minutos», explicou à Agência Lusa Pedro Freitas, responsável pela empresa distribuidora «Print4U» (print for you), associada da rede internacional, com sede na Suiça, Satellite Newspaper.

A impressão é feita em papel de formato A3, até 48 páginas, sai agrafada e custa 3,5 euros cada exemplar.

Esta máquina permite ainda explorar a área da publicidade, dando a conhecer aspectos da vida económica, social e cultural da Madeira.

A «Print4u» tenciona expandir equipamentos do género para hotéis e áreas de interesse turístico.

«É uma mais-valia para o destino turístico Madeira na medida em que passa a fornecer aos seus visitantes assim como aos emigrantes, imigrantes e madeirenses a faculdade de obterem um jornal do próprio dia», conclui Pedro Freitas.

Os jornais estrangeiros passam assim a poder ser adquiridos em tempo real, deixando de estar sujeitos aos constrangimentos dos transportes que fazem com que os mesmos, na Madeira, só estejam disponíveis, na maior parte das vezes, ou no final do dia ou no dia seguinte ao da sua publicação.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 10:54 PM | Comentários (0)

BLAIR QUER QUE BBC PROMOVA VALORES BRITÂNICOS

O novo estatuto da BBC obrigará a emissora a promover os valores britânicos, algo que vai além da missão estipulada aquando da sua fundação, informa hoje o jornal The Times.

A missão original da cadeia é «informar, educar e entreter», mas o novo estatuto, antecipado pela publicação, exigirá, além disso, que a emissora pública apoie a cidadania e a sociedade civil. O primeiro-ministro britânico, Tony Blair, e o ministro das Finanças, Gordon Brown, dão prioridade na sua agenda política a questões como a identidade nacional e a cidadania.

As novas exigências do governo foram fortemente criticadas por alguns colaboradores da emissora, como o conhecido dramaturgo Andrew Davies, citado hoje pelo jornal.

«Isto tem um certo sabor stalinista. Parece que querem transformar a BBC num instrumento de propaganda do Governo, quando parte da sua função deveria ser o contrário: pôr em xeque a ortodoxia que prevalece», declarou Davies.

O comediante John Fortune classificou as pretensões do governo como «extraordinárias» e disse que «os media têm que poder “gozar” do Governo e das instituições».

O novo estatuto da BBC determina que a emissora pública deve fomentar a «educação e a criatividade, assim como a representação do Reino Unido, as suas nações (Inglaterra, Escócia, País Gales e Irlanda do Norte) e regiões».

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 10:52 PM | Comentários (0)

ALMERINDO NA LUSA ATÈ 2007

Os grupos Impresa e Global Notícias, accionistas privados da Lusa, querem manter Almerindo Marques à frente dos destinos da Lusa até 2007, segundo a edição de hoje do Correio da Manhã. Ao que apurou o jornal, citando fontes «bem colocadas», Francisco Pinto Balsemão e Joaquim Oliveira já terão dado sinais ao Governo de que estão interessados em manter a estrutura que administra actualmente a agência de notícias. Almerindo Marques, contactado pelo CM, rejeitou qualquer comentário sobre a matéria.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 10:46 PM | Comentários (0)

março 11, 2006

AINDA A COMUNICAÇÃO DE SANTOS SILVA AO V ENVONTRO DE COMUNICAÇÃO

“A liberdade de imprensa tem como condição essencial uma regulação independente”, foi o mote dado pelo ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, na cerimónia de encerramento do 05’Encontro de comunicação. O ministro, responsável pela tutela da comunicação social, dirigiu o seu discurso aos estudantes de jornalismo presentes no auditório, abordando a Constituição da República (nos artigos 37 e 38) que consagram os deveres, direitos e liberdades do jornalista.

Doutorado em Sociologia da Cultura e da Comunicação, Santos Silva, considera que a informação “deve respeitar os conjuntos de liberdades, direitos e garantias”, reforçando a ideia de que a Entidade Reguladora da Comunicação (ERC) – que tomou posse no dia 17 de Fevereiro na Assembleia da República, numa cerimónia envolta em polémica devido à ausência do Sindicato de Jornalistas (SJ) –, deve ser eficaz, para “não ficarmos diminuídos na liberdade de expressão”. Considerou, ainda, que a regulação é a outra face da liberdade de expressão.

A isenção e independência do jornalista mereceram também a atenção de Santos Silva, para quem o Sigilo Profissional é um dever deontológico, “só quebrável nos casos previstos no Processo Penal”.

Falando a estudantes de Comunicação Social, apresentou-lhes três “antídotos” para combater “o vírus da parcialidade e da dependência jornalísticas”: Separação do facto enquanto objecto de notícia e enquanto consequência político-social, separação entre informação e entretenimento, aludindo ao “info-entertainment” visível na televisão e na rádio, e separação da informação e espectáculo. Para um exercício salutar da futura profissão, o Ministro dos Assuntos Parlamentares recomendou aos estudantes uma leitura imparcial e um cumprimento isento do Código Deontológico dos Jornalistas.

Miguel Pinto dos Santos, Director da ESTA, apresentou um balanço do evento, agradecendo a todos quantos colaboraram e prepararam o Encontro, tendo destacado o papel desempenhado pelos alunos, e deixou o desafio para o próximo ano: “Voltaremos a encontrar-nos para o 06’ Encontro de Comunicação, ainda melhor”.

A última intervenção coube ao Presidente do IPT, António Pires da Silva, que considerou a presença do ministro como apoio e incentivo, e ao mesmo tempo responsabilização num momento difícil para o Ensino Superior.

Depois de agradecer e relevar a capacidade de realização da ESTA, António Pires da Silva enumerou toda uma série de projectos que o IPT está a desenvolver em parceria com o tecido empresarial da região, bem como anunciou a implementação do Centro de Incubação de Ideias e Negócios do IPT, que pretende ser uma aposta no relacionamento com as empresas. Quanto ao futuro da ESTA e do IPT, Pires da Silva pediu a colaboração de todos: “Para melhor explorarmos as oportunidades, contamos com todos vós. Podem também contar connosco”.

Fonte: ESTA

Publicado por estaccs às 03:10 PM | Comentários (0)

TV 7 DIAS TERÁ SUBSTITUÍDO A CAPA

A actriz Sofia Alves, que actualmente protagoniza a novela da TVI "Fala-me de amor", negou ontem, através da sua agente, Marta Carvalho, a notícia de que teria interposto uma providência cautelar à publicação da última revista "TV7Dias" .

Mas, segundo noticiou ontem o "Correio da manhã", a actriz terá impedido a publicação da revista, na qual se podia ler "O filho é que sofre", através de uma providência cautelar. Medida que teria provocado "prejuízos na ordem dos 150 mil euros". É que a tal ordem do tribunal teria alegadamente chegado à Impala (detentora da publicação) numa altura em que "já as máquinas tinham imprimido cerca de 60%" da tiragem. A capa teria sido substituída por João Kléber.

Diz o mesmo jornal que as alegadas razões para a atitude de Sofia Alves residem no facto de a capa com a fotografia do filho da actriz pressupor uma invasão da vida privada. Da parte da actriz não se confirma nem desmente qualquer iniciativa de impedimento da saída da publicação.

Também o chefe de redacção daquela publicação semanal, José Paulo Canelas, limita-se a dizer que "não houve providência cautelar". A directora da revista, Luísa Jeremias, não quis prestar esclarecimentos.

Fonte: Jornal de Notícias

Publicado por estaccs às 02:54 PM | Comentários (3)

A LER (100)

A Pluma Caprichosa, por João Gonçalves, no Portugal dos Pequeninos.
Uma Santanete, por Vasco Pulido Valente, em O Espectro.

Publicado por estaccs às 02:41 PM | Comentários (0)

CONSULADO PORTUGUÊS EM CABO VERDE LANÇA SITE

O consulado da embaixada de Portugal em Cabo Verde tem, a partir de hoje, uma página na Internet para facilitar o acesso dos utentes a todos os serviços consulares.

O endereço do site do consulado português na capital cabo-verdiana, Cidade da Praia, é www.consuladopt.cv.
Esta página, segundo o cônsul português, José Amaral, tem três objectivos essenciais: dar todas as indicações necessárias aos portugueses residentes no arquipélago, aos cabo-verdianos que procuram os serviços consulares e ainda aos cidadãos no exterior que pretendam informação sobre o país.

«O que esta página traz de novo é a grande facilidade com que os cidadãos podem ganhar tempo nos mais diversos processos burocráticos do consulado», disse José Amaral, adiantando como exemplos os serviços de registo civil, passaportes, pedidos de nacionalidade e, entre outros, de vistos para Portugal e ainda para alguns países da União Europeia.

O diplomata sublinha ainda a importância deste instrumento para que as pessoas tenham acesso facilitado à legislação referente aos mais diversos pedidos e serviços de forma a não serem «apanhados desprevenidos».

No site do consulado português em Cabo Verde está ainda informação sobre o país ou a actualização das directivas da secretaria de Estado das Comunidades que incidem sobre o dia a dia dos serviços consulares.

Existem igualmente ligações aos mais variados sites das entidades oficiais cabo-verdianas e portuguesas.

O Banco Interatlântico, o Banco Comercial do Atlântico (do grupo Caixa Geral de Depósitos) e ainda a companhia de seguros Garantia, patrocinam a página do consulado de Portugal em Cabo Verde na Internet.

FONTE:Diário Digital / Lusa
Cláudio Monteiro

Publicado por estaccs às 11:17 AM | Comentários (3)

MARIANO GAGO: NOVAS TECNOLOGIAS «DISPARAM» EM PORTUGAL

O ministro da Ciência e Ensino Superior considerou hoje que a penetração das tecnologias da informação e da comunicação na sociedade portuguesa apresenta «indicadores excepcionais de progresso» num clima de depressão económica.

Mariano Gago falava na abertura do Fórum para a Sociedade da Informação, que decorre em Aveiro no âmbito do programa Ligar Portugal, organizado pela Agência para a Sociedade do Conhecimento(UMIC).
«O momento é de enorme aceleração, na participação, na qualificação, mas também nas exigências. Os dados são muito impressionantes, num clima de depressão económica. Crescer a este ritmo significa que alguma coisa se está a passar de muito importante na sociedade portuguesa», observou.

De acordo com o levantamento do seu Ministério, os acessos à Internet em banda larga cresceram 43% e 83% dos estabelecimentos de ensino superior estão já cobertos por redes sem fios.

A totalidade dos organismos públicos dispõe de ligação à Internet, sendo que 73% já o faz em banda larga. Nove em cada dez organismos da administração central têm página na Net, sendo que 36% já disponibilizam formulários de preenchimento e submissão online.

O Portal do Cidadão registou no último ano um crescimento de tráfego de 46%, tendo as consultas origem em 33 países.

No que respeita às câmaras municipais, o panorama ainda é mais animador: todas estão ligadas à Net e 85% já em banda larga, sendo que 96% têm páginas, disponibilizando reclamações e esclarecimento de dúvidas por correio electrónico em 91% dos casos e permitindo descarregar formulários numa percentagem de 70%.

No que respeita aos particulares, a posse de ligação em banda larga nos agregados familiares atingiu os 26% no quarto trimestre de 2005, segundo dados da Autoridade Nacional para as Comunicações(ANACOM), sendo a meta estabelecida pelo programa Ligar Portugal atingir, em 2010, os 50%.

Para Mariano Gago, o programa Ligar Portugal chegou à fase de maturidade, importando agora confrontar as metas com a realidade e mesmo com outros países e as suas práticas.

A realização do Fórum em Aveiro preenche esse objectivo, segundo o ministro, que anunciou a sua realização regular de seis em seis meses, procurando articular as políticas públicas com as estratégias privadas, já que se trata de um «programa lançado pelo Governo, mas que se quer partilhado».

FONTE:Diário Digital / Lusa
Cláudio Monteiro

Publicado por estaccs às 11:14 AM | Comentários (0)

UM MILHÃO DE PORTUGUESES TEM PELO MENOS DOIS CARTÕES DE TELEMÓVEIS

Já são mais de um milhão os portugueses que possuem mais do que um cartão de telemóvel, indica o Barómetro de Telecomunicações elaborado pela Marktest.

No final do ano passado, eram 1,077 milhões os portugueses com idades compreendidas entre os 15 e os 64 anos que tinham pelo menos dois cartões de telemóveis. Este número representa 17,2% dos portugueses detentores de telemóveis naquela faixa etária.
Em Dezembro do ano passado, 13,5% dos detentores de telemóveis tinham dois cartões, 2,9% tinham três e 0,8% tinham mais do que três. Os restantes 82,8% afirmavam possuir apenas um cartão.

A posse de mais de um cartão é mais frequente entre os homens (20,3%) do que entre as mulheres (14,1%). Os escalões etários dos 20 aos 24 anos, com 23,5%, e dos 25 aos 34 anos (23,3%) eram aqueles onde a posse de mais do que um cartão de telemóvel era mais frequente.

FONTE:DIÁRIO DIGITAL
Cláudio Monteiro

Publicado por estaccs às 11:11 AM | Comentários (0)

VODAFONE DISPONIBILIZA 3G EM BANDA LARGA A 1,8 MPBS

A partir desta sexta-feira a Vodafone tem disponível a 3G banda larga a 1,8 Mbps, segundo adianta um comunicado da empresa.

Por enquanto, esta nova tecnologia está apenas disponível para um grupo seleccionado de clientes, particulares e empresariais, em algumas zonas do País.
É necessária a placa Vodafone Mobile Connect Card 3G Banda Larga para que os clientes tenham acesso a esta nova tecnologia.

A Vodafone disponibliza esta placa de dados na próxima semana pelo preço minímo de 199,90 euros.

FONTE:DIÁRIO DIGITAL
Cláudio Monteiro

Publicado por estaccs às 11:07 AM | Comentários (0)

METRO DO PORTO: CANAL METRO TV EM FUNCIONAMENTO EXPERIMENTAL SEGUNDA-FEIRA

O Projecto Metro TV, uma parceria entre o Metro do Porto (MP), a SIC e a Universidade Fernando Pessoa (UFP), arranca segunda-feira as suas emissões em fase piloto, anunciou hoje no Porto fonte daquela empresa.

O projecto de parceria entre a Metro do Porto e a UFP foi hoje assinado, visando criar um canal de televisão no interior do sistema do Metro do Porto.

Cabe à Universidade criar, usando os seus alunos de Comunicação Social e os seus equipamentos técnicos, conteúdos e peças jornalísticas para o canal, que versarão essencialmente sobre a actividade da empresa e proporcionarão informações úteis aos seus clientes.

A primeira fase (piloto) prevê a instalação de 18 pontos de emissão em três estações subterrâneas (Casa da Música, Pólo Universitário e Trindade) e em dois veículos, (com 24 pontos de emissão no conjunto).

Na segunda fase (alargamento) serão instalados 93 pontos de emissão no conjunto das três estações subterrâneas acima referidas e de 864 pontos de emissão no conjunto dos 72 veículos da frota.

Na primeira fase estima-se que o sistema terá 4,2 milhões de contactos/dia, subindo na segunda fase para 95,7 milhões de contactos/dia.

Considera-se como se dá um contacto cada vez que um passageiro olha para um écran do sistema.

Estes números são estimados com base na procura actual (média de 100 mil clientes/dia útil), não contemplando ainda o alargamento da rede previsto para o primeiro semestre de 2006.

A fonte referiu que o canal corporativo Metro TV visa aumentar a qualidade e o nível de serviço prestado aos clientes através da disponibilização de informação por recurso a um meio de comunicação dinâmico e apelativo e da redução dos tempos de espera percepcionados.

A Metro TV disponibiliza aos seus clientes informação sobre o desempenho da rede, informação relativa à operação dos sistemas (nomeadamente acidentes ou incidentes), informação promocional e conteúdos externos de carácter noticioso, de entretenimento e publicitário.

A gestão do canal Metro TV, bem como a definição e selecção dos conteúdos, a definição das grelhas de emissão e das respectivas play lists é da responsabilidade da Metro do Porto, S.A.

O fornecimento de conteúdos informativos exteriores ao universo da empresa é da responsabilidade da SIC, (incluindo as áreas temáticas Nacional, Internacional, Economia, Bolsa, Cultura, Desporto e Meteorologia), com uma média de 60 actualizações diárias.

O fornecimento de conteúdos de entretenimento e de lazer é também da responsabilidade da SIC (incluindo filmes de desenhos animados, concertos musicais e outros espectáculos, sugestões culturais (cinema, música, teatro, exposições) da Área Metropolitana do Porto, passagens de moda, séries humorísticas e documentários).

Os conteúdos relativos à operação do Metro do Porto, ao desempenho da rede e aos eventos/acções relacionados com a exploração do sistema são da responsabilidade da Metro do Porto, SA.

As emissões da Metro TV correspondem exactamente aos períodos horários de exploração da rede do Metro do Porto - 365 dias por ano, entre as 06:00 e a 01:30.

FONTE:LUSA
Cláudio Monteiro

Publicado por estaccs às 11:04 AM | Comentários (1)

DIRECTOR CRIATIVO DA TELEVISÃO OFICIAL DO IRAQUE FOI MORTO

O director criativo da televisão oficial iraquiana, Al Iraqiya, foi hoje morto a tiro por desconhecidos que dispararam contra a viatura em que seguia quando ia para o trabalho, informaram fontes da estação e do Ministério do Interior.

Amjat Hamid Hassan, na casa dos 50 anos, foi morto e o motorista ficou ferido em Amariyah, um bairro no ocidente de Bagdad, cerca das 10:30 locais (07:30 em Lisboa) quando dirigia para o trabalho.
A estação televisiva referiu que Amjat Hassan foi morto «por um grupo terrorista».

FONTE:Diário Digital / Lusa
Cláudio Monteiro

Publicado por estaccs às 11:01 AM | Comentários (0)

CANAL HISTÓRIA RELEMBRA ATENTADOS DE 11 MARÇO NO SÁBADO

O Canal História transmite no sábado um programa especial para relembrar os atentados terroristas de 11 de Março em Espanha, que assinala amanhã dois anos, informou o canal.

«Ameaça terrorista», como se intitula o especial, pretende fazer uma análise real da progressão do terrorismo a nível mundial.
A emissão especial vai ser transmitida ao longo do dia, começando às 15:00 e terminando às 21:00 horas, e os telespectadores vão poder assistir ao documentário «72 horas: do 11 de Março ao 14 de Março», onde são abordados temas como o terrorismo colombiano ou o massacre de Béslan.

O programa, que vai para o ar às 18:00 horas de sábado, será repetido no domingo às 00:00, 06:00 e às 12:00 horas. O documentário dispõe ainda de imagens reais, análises de especialistas em terrorismo e o relato de testemunhas.

FONTE:DIÁRIO DIGITAL
Cláudio Monteiro

Publicado por estaccs às 10:58 AM | Comentários (0)

A RESISTÊNCIA À TAXA

"Não há nenhum sítio na União Europeia onde um jornal pague uma taxa para ser regulado." João Pombeiro, presidente da Associação Portuguesa de Impresa (API), é peremptório: "Vamos levar até ao fim o princípio do não pagamos a taxa. É uma questão vital, de princípio e estamos dispostos a ir até aos limites que a resistência civil o permitir."

O presidente da API - que representa cerca de 400 jornais nacionais, regionais e digitais - aguarda ainda que o Presidente da República considere inconstitucional o diploma que institui a taxa de regulação e supervisão, que vai co-financiar a nova Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). "No caso da imprensa é completamente inaceitável pagar uma taxa. De acordo com a Constituição, não pode ser levantado nenhum entrave à formação e desenvolvimento de empresas de imprensa", sublinhou.

O responsável teme ainda que a parcela de 20% do orçamento da ERC a pagar pelos regulados aumente e que estes acabem por financiar a totalidade: "Todos os exemplos mostram que estas taxas tendem a subir e a ser o sustentáculo do orçamento do regulador", diz. Pombeiro aponta o exemplo da taxa paga pelas televisões ao Instituto do Cinema Audiovisual e Multimedia (ICAM) que começou nos 40% do orçamento do instituto e situa-se agora nos 90%.

"Quem nos garante que o Orçamento do Estado do ano que vem destina os mesmos três milhões à ERC e não 1,5 milhões, por exemplo?", questiona. "É a insegurança total, passamos a estar com o cutelo em cima da cabeça", dependente das directivas do ministro para cada ano.

Recorde-se que o ministro dos Assuntos Parlamentares, Santos Silva, disse que o orçamento da ERC deverá situar-se nos "quatro a cinco milhões de euros", cabendo aos regulados pagar um milhão de euros (500 mil em 2006, o primeiro ano de funcionamento).

Mundo teme "rastilho"

O caso é acompanhado com preocupação no estrangeiro. A Associação Europeia de Jornais (ENPA), a Federação Europeia de Revistas (FAEP) e Associação Mundial de Imprensa (WAN) preparam-se para enviar comunicados de imprensa alertando para a situação portuguesa em todo o mundo. Estas associações remeteram já uma carta ao primeiro-ministro, José Sócrates, dando conta das suas inquietações. Temem que a situação portuguesa se torne um "rastilho", explica João Pombeiro. É que, conforme escreve o director da ENPA Valtteri Niiranen, na carta enviada, a Sócrates, a aplicação deste tipo de taxas é "inédito" na Europa. Pombeiro acrescenta: "E no resto do mundo apenas existe em países que querem amordaçar a imprensa com entidades administrativas."

O director da ENPA "recomenda vivamente" a retirada da taxa de regulação e supervisão à imprensa porque esta é "um incentivo àqueles que tentam controlar a liberdade de imprensa na Europa".

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 02:19 AM | Comentários (0)

SANTOS SILVA NA ESTA

O ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, reafirmou hoje em Abrantes a importância da recém-criada Entidade Reguladora da Comunicação (ERC), considerando que a liberdade de informar "deve respeitar os conjuntos de liberdades, direitos e garantias" do país.

Falando no encerramento do 5/o Encontro de Comunicação da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes (ESTA), Augusto Santos Silva salientou a importância da nova estrutura, sublinhando que visa o reforço da liberdade de expressão, porque fomenta uma regulação "mais eficaz" do sector.

Para "não ficarmos diminuídos na liberdade de expressão", a ERC irá ter competências concretas para regular os problemas existentes, considerou o ministro, citado num comunicado da organização do encontro.

"A liberdade de imprensa tem como condição essencial uma regulação independente" e o sigilo profissional é um dever deontológico "só quebrável nos casos previstos no Processo Penal", acrescentou Augusto Santos Silva, que se mostrou crítico da acção de alguns jornalistas.

Perante uma plateia de estudantes de comunicação social, o ministro criticou "o vírus da parcialidade e da dependência jornalísticas", defendendo, ao invés, uma "separação clara" entre notícias, análise de notícias, espectáculo e entretenimento, o que -considerou - iria melhorar o quadro existente.

Dirigindo-se aos estudantes que ocupavam o auditório da ESTA, o governante recomendou "uma leitura imparcial e um cumprimento isento do Código Deontológico dos Jornalistas" para o "exercício salutar da futura profissão".

Desde quarta-feira que vários convidados têm participado neste encontro, subordinado ao tema "Novos Rumos da Comunicação", versando temas tão diversos como "jornalismo de causas", "marketing político" ou "a responsabilidade social da comunicação".

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 01:25 AM | Comentários (0)

março 10, 2006

ESPANHA: TELEVISÃO E RÁDIOS PÚBLICAS VÃO DISPENSAR 3100 TRABALHADORES

A RTVE, que reúne a rádio e a televisão públicas espanholas, apresentou hoje um plano de reestruturação que deverá levar à saída de 3133 trabalhadores, o que representa cerca de 39 por cento do seu quadro de pessoal, para combater a perdas de mais de 7,5 mil milhões euros em 2005.

O plano, apresentado aos sindicatos e divulgado hoje pelo presidente da Sociedade Estatal de Participações Industriais (SEPI), Enrique Martínez Robles, e pela directora-geral da RTVE, Cármen Caffarel, prevê que a redução do número de postos de trabalho se faça através de reformas antecipadas e de rescisões de contrato mediante indemnizações e não contempla a figura dos despedimentos, segundo o comunicado emitido. No final do ano passado, o quadro da RTVE somava 9369 empregados (8258 do quadro e 1111 a contrato).

A reestruturação, cujos dados iniciais foram divulgados em finais de Fevereiro, pretende devolver “eficácia e eficiência” à entidade pública, que no ano passado registou perdas históricas de 7551 milhões de euros. A empresa prevê ficar com um quadro de 4855 trabalhadores, dos quais 3220 na TVE (a televisão pública) e 1148 na RNE (a rádio pública), a que se somam 487 no Centro Empresarial e de Serviço Partilhados do grupo.

O plano pretende transformar a empresa num grupo empresarial de financiamento misto, merecendo já a forte oposição dos sindicatos, que rejeitam aceitar uma proposta que consideram “favorecer a compra de produções externas em vez de fomentar a própria”. Representantes dos sindicatos, afectos quer à União Geral de Trabalhos (UGT) quer às Comissões Operárias (CCOO), manifestaram já preocupação com as medidas, considerando que as propostas confirmam os seus “piores pesadelos”, abrindo caminho para o desmantelamento da RTVE.

Simplificar e centralizar a actual estrutura organizativa, reduzir as desconexões territoriais entre a rádio e televisão públicas (RNE e TVE), terminar as emissões em catalão no canal 2 da televisão e fechar a Rádio 4 são algumas das medidas previstas. Prevê-se ainda a transformação do centro de produção das Canárias num pequeno centro territorial, num processo que pretende “dinamizar” o modelo territorial da empresa.

Para os dois responsáveis é “insustentável” continuar com custos elevados e pouca audiência, tendo Caffarel explicado que é necessário “romper a tradição de que a RTVE é um poço sem fundo”.

Quando a nova organização estiver a funcionar, os centros territoriais vão passar a fornecer notícias para os serviços informativos centrais e, onde seja possível, serão integradas as unidades informativas da TVE e da RNE. A contribuir para a necessidade de reforma, explicaram, está igualmente o facto de as audiências dos programas regionais continuaram a cair, associado à crescente oferta de meios de comunicação pública autonómicos e municipais.

A nova RTVE prevê aumentar os conteúdos informativos (de 21,5 para 27,4 por cento da programação total) e a programação infantil (de 3,7 para 12,1 por cento), mantendo os culturais no mesmo nível, cerca de 36,7 por cento.


FONTE: Público
André Canoa

Publicado por estaccs às 05:46 PM | Comentários (0)

REGULADOR LUSO AFASTADO DE MODELOS DE CONVERGÊNCIA INTERNACIONAIS

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) portuguesa diverge dos modelos internacionais. Sob a sua alçada apenas ficou a competência dos media, estando as telecomunicações no raio de acção da Autoridade Nacional das Comunicações (ANACOM). Os reguladores internacionais cada vez mais adoptam o modelo convergente, ou seja, englobam os media e as telecomunicações.

São vários os exemplos conhecidos, sendo um dos mais marcantes o Ofcom, do Reino Unido, que foi criado em 2004 e que veio substituir outras entidades de regulação anteriores. Fazem parte deste órgão nove membros, seis dos quais são designados pelo executivo e três são cooptados.

O Conseil Supérieur de L'Audivisuel (CSA) francês é formado por nove membros, indigitados para um só mandato de seis anos. Este regulador tem como competências escolher o presidente e vogais das rádios e televisões públicas, licenciar as rádios e fixar os cadernos de encargos das televisões públicas e privadas. E ainda define os tempos de antena e fiscaliza o pluralismo.

Em Itália é seguido o mesmo modelo, apesar de na sua estrutura comum existirem duas direcções/comissões, uma para infra-estruturas e redes e outra para serviços e produtos. A AGCom (Autorita per le Garanzie nelle Communicazioni) surgiu em 1997 e é composta por nove membros, cujo presidente é escolhido pelo Presidente da República por sugestão do primeiro-ministro, e os oito restantes são designados pelo método proporcional (quatro pelo Senado e quatro pelos deputados). O seu mandato tem uma duração de sete anos.

No ordenamento espanhol só a Catalunha tem um órgão regulador do sector. Mas o executivo de José Luís Zapatero já anunciou a criação de uma entidade reguladora.

A realidade norte-americana é regulada pelo FCC (Federal Comunications Comission), que é constituída por cinco membros, nomeados pelo Presidente, por um mandato de cinco anos. Esta autoridade tem competências vastas, uma vez que para além de englobar os media e as telecomunicações, atribui, renova e cancela licenças. Sob a sua alçada tem também a programação emitir, o que lhe dá o poder de proibir emissões, impor limites à publicidade junto da programação infantil e regula as campanhas eleitorais.
No centro da polémica, desde que foi conhecida a lei que criou a ERC, está a questão da independência económica. Para Francisco Rui Cádima, professor da Universidade Nova, "o regulador não deve depender dos regulados", referindo-se às taxas de regulação e supervisão que serão aplicadas aos órgãos de comunicação social. De acordo com ministro da tutela, Santos Silva, deverão financiar 20% da ERC, que tem um orçamento estimado "entre quatro e cinco milhões de euros".

Também a escolha dos membros que a integram está a ser alvo de críticas, uma vez que os nomes de Estrela Serrano, Elísio Cabral de Oliveira, Rui Assis Ferreira e Luís Gonçalves da Silva foram escolhidos numa lista conjunta apresentada pelo PS e PSD. Logo, com eleição assegurada na Assembleia da República.

"A Alta Autoridade para a Comunicação Social (AACS) tinha um excesso de representatividade social. A ERC, que foi criada para ser mais operacional, sofre de excesso de proximidade parlamentar e governamental", analisa Rui Cádima.

O docente, que foi director do Observatório da Comunicação (Obercom), considera que "o regulador deve ter agilidade com quadros e peritos que contribuam para o pluralismo, uma opinião pública esclarecida e uma cidadania forte. É aí que o regulador deve intervir".

Em Portugal, a iniciativa "Convergência e Regulação", criada em 2001, emitiu um parecer onde defendia que o modelo da convergência seria o mais eficaz.

"Este é o modelo que defendo", afirma Rui Cádima. Mas a ERC caminhou no sentido oposto.

FONTE: Diário de Notícias
André Canoa

Publicado por estaccs às 05:43 PM | Comentários (0)

E A RTP VAI MESMO A JOGO...

Apesar da polémica (interna e mediática) provocada pela recente entrevista ao DN de Almerindo Marques (em que o presidente da RTP quase deitava a toalha ao chão no que toca a futebol...), a televisão pública está cada vez mais em jogo. E Nuno Santos, o sportinguista director de programas do canal, deve ter sido o primeiro a sorrir quando Simão Sabrosa e Miccoli silenciaram Anfield Road na passada quarta-feira. É que o 2-0 benfiquista em Liverpool permitiu ao campeão nacional permanecer na Liga milionária e, ao mesmo tempo, à RTP continuar, pelo menos por mais dois serões, a dispor desse maná de audiências chamado futebol.

Com o exclusivo da Liga dos Campeões (um privilégio que, segundo o DN avançou, deverá estender-se aos próximos anos), a RTP bem pode esfregar as mãos de contente. Tal como tinha acontecido na semana passada, o Liverpool-Benfica voltou a ser o programa mais visto desta semana. Durante a intensa e épica hora e meia de Anfield, quase 60% dos portugueses que viam televisão estavam sintonizados no canal público. Independentemente de quem vier a seguir, no sorteio da UEFA, o mesmo acontecerá nos quartos-de-final.

Depois de ter ultrapassado a SIC em Fevereiro, a RTP prepara-se para manter o segundo lugar em Março. É cedo ainda, é verdade, mas a estação já leva dois pontos de avanço sobre Penim e ainda tem um Benfica-Vitória de Guimarães (Taça de Portugal) pela frente. Como diria Almerindo Marques, o futebol pode não ser serviço público mas lá que dá um jeitaço... disso ninguém duvida!


FONTE: Diário de Notícias
André Canoa

Publicado por estaccs às 05:36 PM | Comentários (0)

CLIENTES DA TV CABO AUMENTARAM 4,3% EM 2005

A Associação Nacional de Comunicações (ANACOM) divulgou ontem que “o serviço de distribuição por cabo tinha 1,398 milhões de assinantes, mais 4,3 % que no período homólogo, o que corresponde à angariação de 57 mil novos assinantes”, segundo o comunicado.

Relativamente ao último trimestre de 2005, a Região Autónoma da Madeira foi a que registou o crescimento trimestral mais elevado, 1,7%. Em relação ao período homólogo do ano anterior, esta região também se destaca, com um acréscimo de 5,9%.

No que concerne à distribuição de assinantes de televisão por cabo os números mantêm-se praticamente inalterados. Assim, e no quarto trimestre de 2005, a região de Lisboa tem 50,6% dos assinantes, seguida da região Norte, com 23,4%, e Centro, com 12%. Algarve, 3,6%, Alentejo, 2,7, são as regiões continentais com menor adesão. A Região Autónoma da Madeira conta com 4,7% dos assinantes e a dos Açores com 2,9%.

75,2% é o número de casas cabladas em Portugal, sendo que destas apenas 37% subscrevem o serviço de distribuição de televisão por cabo. “A percentagem de assinantes do serviço face à população portuguesa fixou-se nos 13,3%”, conclui a nota.


FONTE: Meios&Publicidade
André Canoa

Publicado por estaccs às 05:33 PM | Comentários (1)

SANTOS SILVA NO "DIGA LÁ EXCELÊNCIA"

O ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, é o próximo convidado do programa «Diga lá, Excelência!», que vai para o ar aos domingos na Rádio Renascença.

A partir das 12:00 horas, o ministro, que tutela também a Comunicação Social, vai comentar a polémica em torno da nova Entidade Reguladora para o sector (ERC) e falar sobre a situação política e projectos legislativos que o Executivo pretende apresentar brevemente. A entrevista repete no domingo à noite em simultâneo na 2: e na RR e é publicada na segunda-feira no jornal Público.

O programa vai ser conduzido pelos jornalistas Graça Franco, da Rádio Renascença, e por José Manuel Fernandes, director do jornal Público.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 04:13 PM | Comentários (0)

BALSEMÃO QUER IMPRESA MULTIMÉDIA

O presidente da Impresa, Francisco Pinto Balsemão, anunciou ontem querer investir entre sete a oito milhões de euros este ano em novas áreas de negócio, para transformar a empresa num grupo de multimédia.

“Manteremos o nível de investimento” que já foi registado em 2005, disse Balsemão, durante a apresentação dos resultados do ano passado da empresa que detém a SIC, o ‘Expresso’, a ‘Visão’, a ‘Exame’, a ‘Caras’ e o ‘Jornal da Região’.

O responsável adiantou a possibilidade de fazer aquisições ou criar novas empresas durante 2006, em resultado da aposta em áreas marginais aos media tradicionais.


FONTE: Correio da Manhã
André Canoa

Publicado por estaccs às 02:34 PM | Comentários (0)

V ENCONTRO (5)

“Se a imprensa gratuita começar a marcar a agenda política do dia, então os jornais pagos deverão começar a preocupar-se”, disse Paulo Ferreira, sub-director do diário Público, no painel “Imprensa Gratuita” do 05’ Encontro de Comunicação na Escola Superior de Tecnologia de Abrantes (ESTA).

Nuno Henrique Luz, director do jornal Metro, sublinhou que o objectivo dos jornais gratuitos não é concorrer com a imprensa paga, como o Público, mas sim captar os leitores que não se identificam com este tipo de imprensa: “O Metro não quer ser igual ao Público, o Metro quer ser igual ao Metro”.

Por sua vez, João Manuel Rocha, jornalista do Público, acrescentou que os jornais gratuitos incentivam as pessoas a ler, aumentando desta forma hábitos de leitura. O surgimento deste novo meio não implica o fim dos jornais tradicionais. “Obriga o último a evoluir, a repensar a sua política editorial, podendo haver até uma complementaridade”, explicou João Manuel Rocha.

A concorrência entre estes dois tipos de imprensa verifica-se a nível comercial com a luta pelos anunciantes. Já a nível editorial as diferenças são menos acentuadas. Paulo Ferreira, também docente da ESTA, exemplificou mostrando que as manchetes do dia, nos jornais Público e Metro, faziam referência aos mesmos assuntos.

A palestra contou ainda com a presença de Luís Landerset Cardoso, do Obercom, que explicou que a imprensa gratuita tem características semelhantes às da imprensa tradicional. Exemplo disso são as secções de uns e outros jornais. No entanto, Landerset Cardoso argumenta que na imprensa gratuita não há análise, não há reflexão, não há investigação profunda, não há contextualização.



Workshops sobre Técnicas de Pivot e Estudos de Mercado



“Os jornalistas têm de vestir um ideal que está na cabeça das pessoas”. Esta foi uma das afirmações que marcou o workshop de Técnicas de Pivot, uma das componentes do 05’ Encontro de Comunicação. A sessão foi orientada por Miguel Caldeira, jornalista da SIC e formador do curso do CENJOR. Escrita televisiva, edição de peças e as atitudes do jornalista perante as mais variadas situações de directos foram alguns dos temas expostos para um exercício prático que posteriormente foi desenvolvido pelos formandos.

No workshop de Estudos de Mercado orientado por Cármen Castro da Metris GfK foi dado a conhecer as várias fases pelas quais um produto passa antes de ser lançado num mercado. “Portugal é um país com pouca direcção”, realçou a formadora explicando que na realidade portuguesa as marcas não têm poder para mudar os anúncios das empresas multinacionais. Por vezes estes não se encaixam no mercado português porque os seus estudos não estão direccionados para as preferências dos consumidores.

Mesmo sendo de âmbitos diferentes os dois workshops defendem que a imagem é importante para atingir o público-alvo: “A imagem do jornalista e a imagem da marca a ser estudada são os pontos fulcrais para estes terem sucesso no mercado”.

Ana Lúcia Sousa com: Ana Lúcia Jorge, Cláudia Costa, Inês Santos e Ana Pinheiro.

Fonte: ESTA

Publicado por estaccs às 01:19 PM | Comentários (0)

V ENCONTRO (4)

O fim do primeiro dia do 05 Encontro de Comunicação da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes (ESTA) foi marcado pela apresentação de vários projectos académicos, englobados no âmbito das “Comunicações Livres”.

“Quando não conhecemos o destino, todos os caminhos estão errados”. Esta foi uma das afirmações de Pedro César, licenciado pela ESTA, durante a apresentação da sua monografia sobre o tema “Psicologia Comportamental de Consumo”. Numa sociedade cada vez mais consumista, as empresas têm necessidade de conhecer muito bem os desejos e as preferências dos clientes, de forma a satisfazê-los.

Sílvio Brito, docente do Instituto Politécnico de Tomar, debruçou-se sobre a questão “Como gerar atitudes de melhoria de comunicação numa organização”, evidenciando a importância do trabalho em equipa: “Toda a gente tem que conhecer os locais e a área de negócio da sua empresa, até a empregada de limpeza”.

O projecto InterCom foi apresentado por Susana Pinto, representante do ISCAP, uma escola do Instituto Politécnico do Porto, englobado na temática “Comunicação Internacional”. Este realça a importância da imagem para uma empresa que tem como frontline o seu assessor.

A objectividade como ritual estratégico foi um assunto abordado por Alexandra Reis, licenciada pela ESTA, pegando num caso real, o tratamento noticioso do caso Casa Pia. Conclui que “uma notícia é um artefacto linguístico que representa determinados aspectos da realidade”.

As “Comunicações Livres” contaram, pela primeira vez, com a colaboração de pessoas externas à ESTA.

Fonte: ESTA

Publicado por estaccs às 01:18 PM | Comentários (0)

V ENCONTRO (3)

O fim do primeiro dia do 05 Encontro de Comunicação da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes (ESTA) foi marcado pela apresentação de vários projectos académicos, englobados no âmbito das “Comunicações Livres”.

“Quando não conhecemos o destino, todos os caminhos estão errados”. Esta foi uma das afirmações de Pedro César, licenciado pela ESTA, durante a apresentação da sua monografia sobre o tema “Psicologia Comportamental de Consumo”. Numa sociedade cada vez mais consumista, as empresas têm necessidade de conhecer muito bem os desejos e as preferências dos clientes, de forma a satisfazê-los.

Sílvio Brito, docente do Instituto Politécnico de Tomar, debruçou-se sobre a questão “Como gerar atitudes de melhoria de comunicação numa organização”, evidenciando a importância do trabalho em equipa: “Toda a gente tem que conhecer os locais e a área de negócio da sua empresa, até a empregada de limpeza”.

O projecto InterCom foi apresentado por Susana Pinto, representante do ISCAP, uma escola do Instituto Politécnico do Porto, englobado na temática “Comunicação Internacional”. Este realça a importância da imagem para uma empresa que tem como frontline o seu assessor.

A objectividade como ritual estratégico foi um assunto abordado por Alexandra Reis, licenciada pela ESTA, pegando num caso real, o tratamento noticioso do caso Casa Pia. Conclui que “uma notícia é um artefacto linguístico que representa determinados aspectos da realidade”.

As “Comunicações Livres” contaram, pela primeira vez, com a colaboração de pessoas externas à ESTA.

Daniela Costa e Cristina Santos

Fonte: ESTA

Publicado por estaccs às 01:16 PM | Comentários (0)

V ENCONTRO (2)

O dirigente do Bloco de Esquerda, Daniel Oliveira, considera que é um erro pensar que o Marketing Político é que ganha eleições. “Esta é apenas uma parte da estratégia política direccionado para o combate e não exclusivamente para a vitória”. O bloquista considera que “os jornalistas são viciados em novidade, sem memória política e deslumbrados pelo poder”. A relação estreita que se vive entre políticos e media foi ontem discutida no 05’ Encontro de Comunicação da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes (ESTA), num painel dedicado ao “Marketing Político”.

José Diogo, director-geral da agência Agenda-Setting, alertou para a necessidade de se praticar mais Marketing Político e menos Marketing Eleitoral. “Os políticos têm a obrigação de explicar às pessoas o que estão a fazer ao longo do seu mandato e não apenas quando se querem reeleger”.

Durante o painel dedicado ao “Jornalismo de Causas”, Henrique Botequilha deixou o seu testemunho como enviado especial da Visão a Timor, no seu percurso de independência, entre 1999 e 2002. O jornalista considera que “apesar dos limites éticos, é importante que o jornalista não deixe que estes lhe silenciem o direito que qualquer cidadão tem: o de se indignar e denunciar”.

Jorge Oliveira, presidente do Espaço T, uma associação que se dedica à integração social através da manifestação artística, considera que o apoio da imprensa tem sido essencial no desenvolvimento deste projecto.

O 05’ Encontro de Comunicação, englobado na Festa da Ciência, Cultura e Tecnologia, promovida pelo Instituto Politécnico de Tomar (IPT), contou com a presença de Eduardo Prado Coelho na palestra de abertura. O escritor esboçou o percurso da comunicação, desde a carta à Internet e evidenciou o papel das novas tecnologias que trouxeram, no seu entender, uma nova pragmática da comunicação.

A mudança do panorama da imprensa regional, assim como o impacto que a ESTA está a ter nos órgãos de comunicação social foram temas focados por António Pires da Silva, Presidente do Instituto Politécnico de Tomar e também por Nelson de Carvalho, Presidente da Câmara Municipal de Abrantes. “Uma boa parte do futuro da comunicação social passa por esta escola”, frisou o autarca, referindo que a imprensa regional fica mais rica, mais competitiva e melhor qualificada através de parcerias com a ESTA.

Vera Agostinho com Ana Batim, Fabiana Socorro, André Canoa, Margarida Santos, Charlene Izaque e Francisco Mendes.

Fonte: ESTA

Publicado por estaccs às 01:15 PM | Comentários (0)

V ENCONTRO (1)

Eduardo Prado Coelho, escritor, cronista no “Público” e professor universitário, foi o convidado do 05 Encontro de Comunicação Social da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes (ESTA) para fazer palestra da sessão de abertura, onde partilhou testemunhos com os participantes na iniciativa. Mais tarde, confidenciou, em entrevista, algumas das suas opiniões acerca do futuro da comunicação social e das alterações a que esta está a ser submetida. Prado Coelho fala das sinergias entre diferentes órgãos de comunicação que, “nalguns casos, não têm a menor criatividade”. Defende que os jornalistas, sobretudo os estagiários, “estão muito dependentes dos directores dos jornais” e lembra que “não há homem político que não tenha o seu assessor”. A OPA da Sonae e a concentração dos media são outros dos assuntos abordados.

Qual é a sua opinião sobre o futuro e os novos rumos da comunicação social actualmente?

Em primeiro lugar existe uma coisa extremamente forte que é a inserção de alguns órgãos de comunicação social em determinados grupos económicos, o que tem consequências consideráveis, porque a variedade de opções e inclusivamente o afastamento de determinadas pessoas, as relações de reforço dos vários órgãos é cada vez maior. As pessoas que têm jornais têm também operadores de telemóveis, têm canais de televisão e canais de rádio. Uma coisa que se diz é que Belmiro de Azevedo ainda não tem um grupo de comunicação social desenvolvido porque só tem o jornal «Público». Agora, com a OPA (Oferta Pública de Aquisição) poderá ligar a Optimus com a PT. Por outro lado, essa convergência provoca sinergias: energias que se reforçam umas às outras. O mesmo elemento, o mesmo conteúdo é anunciado pela televisão, porque vai ser publicado num jornal. Há jornais que vivem, é caso do «24 horas», de conteúdos da televisão e essas sinergias, em certos casos, não têm a menor criatividade, mas são formas de criar relações entre os vários órgãos.

Na sua comunicação acabou por não falar do papel da comunicação nas organizações e na política. Qual é, então, esse papel?

Nas organizações a comunicação tem um papel importante porque pouco a pouco foi-se desenvolvendo a ideia de que um dos elementos que os funcionários de uma empresa devem ter é uma boa formação. Eles devem estar informados, devem ter uma relação muito transparente com essas organizações, de maneira a sentirem-se motivados e a serem mais funcionais. No caso da política, é um pouco diferente. A política faz-se de mensagens, que às vezes não passam. Por outro lado, a política está nos cartazes, nos outdoors, nos telemóveis, na rádio, na televisão. E, depois, na sessões públicas onde as personagens que fazem discursos com uma retórica notória, exaltando das pessoas, algumas das quais já estão convencidas. E o número de pessoas é significativo do êxito, mas não é feito de pessoas que não têm a ver com o processo em causa. Depois, há outros, com carisma, personagens políticas que têm uma imagem que se impõe e aqueles que, pouco a pouco, vão criando uma imagem. São exemplos disso o nosso primeiro-ministro, o caso de Cavaco Silva, de Manuel Alegre e até de Jerónimo Sousa, que foram capazes de criar uma imagem através da palavra, do diálogo, da entrevista e do discurso nos comícios.

Ontem, na sua crónica no jornal Público, afirmava que a comunicação social tem razões que pertencem a outras razão. Que razão é essa?

Eu digo isso porque a comunicação social impõe o seu modo de funcionamento aos jornalistas, sobretudo aos jornalistas estagiários que estão muito dependentes dos directores dos jornais e que tentam apanhar uma “cacha”, um bom título, isto é, conseguirem obter um apoio mais profundo do director. Isto implica uma rapidez na obtenção das notícias que permita passar à frente de outras publicações. Essa rapidez é o que dita a capacidade de descobrir casos, reportagens etc, que acaba por levar a coisas que são negativas: tendência para desenvolver uma dimensão mais escandalosa em torno de determinadas personalidades, tendência para fazer uma sátira, etc.

Qual a sua opinião acerca das mudanças que se estão operar na comunicação, nomeadamente em relação ao Estatuto do Jornalista e do Código Penal?

Eu ainda não conheço muito bem essas alterações, mas ouvi dizer que estava relacionada com o segredo de justiça e com o sigilo das fontes, o que tem a ver com a fuga de informação muito frequente, sobretudo em muitos casos em que os jornalistas exercem uma nova função, a de assessores de imprensa. Uma mutação que antes não havia. Agora não há homem político que não tenha o seu assessor.

E acerca da Entidade Reguladora da Comunicação Social?

Não sei se a Entidade Reguladora da Comunicação Social difere muito da Alta Autoridade. Em geral são pessoas que não conheço, que nunca ouvi falar e sobre as quais sou incapaz de me pronunciar. Mas penso que há jornais, até por influência dos directores, em que há regras e indicações muito claras sobre o que é permitido ou não fazer, e há discussões sobre os títulos da primeira página, etc, é caso do “DN” e do “Público” onde os respectivos directores fazem um trabalho extremamente equilibrado, quer junto dos jornalistas como junto dos colunistas.

Qual a sua opinião acerca de iniciativas como o V Encontro de Comunicação da ESTA?

Tudo o que sejam iniciativas em que o objectivo é debater, encontrar com outras pessoas, com profissionais, é importante. Acho que os organizadores estão de parabéns pelo facto de promoverem esta iniciativa, algo que é extremamente positivo.

Que mensagem daria aos alunos da ESTA?

A mensagem é a de que tentem funcionar o mais autonomamente possível em relação a regras exteriores e se guiem por aquilo que é consciência de cada um relativamente às possibilidades e limites da comunicação. Afinal, cada um sabe ou deve saber o que é grave e deve fazer.


Perfil:

Nasceu em Lisboa, em 1944. Licenciou-se em Filologia Românica, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e doutorou-se em 1983, na mesma Universidade, com uma tese sobre “A Noção de Paradigma nos Estudos Literários”. Foi assistente na Faculdade de Letras de Lisboa. Em 1984, passou para a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde é actualmente professor associado no Departamento de Ciências da Comunicação.

Em 1988, foi para Paris ensinar no Departamento de Estudos Ibéricos da Sorbonne - Paris 3. Entre 1989 e 1998 foi conselheiro-cultural na Embaixada de Portugal em Paris e, em 1997, director do Instituto Camões, nesta cidade.

Tem ampla colaboração em jornais e revistas e publica uma crónica semanal sobre literatura no jornal Público, para além de um comentário político quotidiano no mesmo jornal.

É autor de uma ampla bibliografia universitária e ensaística, onde se destacam um longo estudo de teoria literária Os Universos da Crítica, vários livros de ensaios O Reino Flutuante, A Palavra sobre a Palavra, A Letra Litoral, A Mecânica dos Fluidos, A Noite do Mundo e dois volumes de um diário Tudo o Que Não Escrevi (Grande Prémio de Literatura Autobiográfica da Associação Portuguesa de Escritores, 1996). Em 2004, foi-lhe atribuído o Grande Prémio de Crónica João Carreira Bom. Publicou recentemente Diálogos sobre a Fé” (com D. José Policarpo) e Dia Por Ama (com Ana Calhau).

Fonte: ESTA

Publicado por estaccs às 09:57 AM | Comentários (0)

março 09, 2006

401 CRIMES INFORMÁTICOS INVESTIGADOS

A Polícia Judiciária investigou o ano passado 401 casos de crimes informáticos, mas o aumento exponencial de queixas aliado à falta de recursos humanos implicou a transição para 2006 de outras 450 participações, revelou esta quinta-feira um inspector daquela polícia.

Baltazar Rodrigues, da Direcção Central de Investigação da Corrupção e Criminalidade Económica e Financeira (DCICCEF), falava no Instituto Superior Técnico durante uma sessão sobre Segurança Informática no âmbito da XIII Semana Informática que decorre até sexta-feira.

Segundo o inspector da Polícia Judiciária (PJ), nos últimos anos aumentou exponencialmente o número de casos participados e investigados, a maioria deles relacionados com acesso ilegal a dados, devassa da vida privada, pedofilia, burlas informáticas e de telecomunicações e falsificações de cartões de crédito.

Em 1997, explicou, foram investigados 104 casos e em 2005 esse número aumentou para 401, mais 25% em relação ao ano anterior.

Uma das razões apontadas pelo inspector para o aumento de participações prende-se com o facto do gabinete de investigação em que trabalha ser cada vez mais conhecido dos cidadãos.

São os cidadãos singulares, e não as empresas, os responsáveis pela maioria das participações.

Em declarações à Agência Lusa, no final da sessão, o inspector explicou que a falta de recursos humanos foi a principal razão porque não foram tratados em 2005 os 450 casos, cuja investigação transitou para 2006.

Contudo, reconheceu que tem havido um grande investimento nesta área de investigação criminal, dado ter aumentado 200% de 2000 para 2005 o número de agentes especializados.

Perante uma plateia de estudantes, o inspector falou de algumas das preocupações da PJ em termos de criminalidade informática, entre as quais o chamado «Phishing», que se baseia no envio de um correio electrónico (e-mail) fraudulento com o objectivo de obter códigos de acesso a dados financeiros.

Nos últimos tempos têm surgido formas cada vez mais apuradas de «Phishing», mas uma das mais recentes e indicadas hoje pelo inspector envolve o envio de um e-mail que direcciona para páginas onde as pessoas são convidadas a introduzir códigos de utilizador.

Estes programas maliciosos conseguem registar a sequência de teclas pressionadas, actividades realizadas com o rato ou imagens do ecrã.

Depois de recolhida a informação, enviam-na pela Internet para um «site» controlado pelo autor da fraude, que pode fazer uso dessa informação.

Baltazar Rodrigues deu como exemplo dois casos ocorridos com duas instituições bancárias portuguesas.

A Polícia Judiciária, adiantou, está também preocupada com a segurança do sistema Wireless (acesso à Internet sem fios) que pode ser usado, caso não existam sistemas de segurança informática, para entrar em instituições financeiras.

Além disso qualquer pessoa que tenha este sistema poderá ter o vizinho do lado a usar a sua Internet sem qualquer custo.

A pirataria é também uma das áreas de investigação do departamento da PJ dedicado à criminalidade informática, assim como a extorsão via Internet que em 2005 começou a surgir em maior número.

Relativamente ao ciberterrorismo, o inspector explicou que embora em Portugal não assuma proporções como noutros países, é uma área que não pode ser descurada e à qual a PJ está atenta.

Questionado por um dos alunos sobre os principais entraves à acção da Polícia Judiciária nesta área, o inspector referiu como um dos problemas a falta de meios, apesar de reconhecer o esforço da Direcção Central de Investigação da Corrupção e Criminalidade Económica e Financeira para investir nesta área, assim como a falta de conhecimentos de alguns sectores na área da justiça.

A título de exemplo, Baltazar Rodrigues explicou que ao contrário do que acontece na PJ, onde existem especializações na área da criminalidade informática, há outros sectores da Justiça, como os tribunais e o Ministério Público, que não têm conhecimentos especializados nesta área.

«Continuam a fazer aquilo a que chamamos Clínica Geral e não pode ser», disse.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 10:23 PM | Comentários (0)

ÚLTIMA HORA: ABERTURA DAS COMPUTADORES SUSPENSA PELO JIC

O juiz de instrução criminal Alfredo Costa suspendeu hoje a abertura dos computadores dos dois jornalistas do jornal 24 Horas que denunciaram a existência de telefones de altas figuras do Estado num envelope apenso ao processo Casa Pia.

Fonte ligada ao processo adiantou à Agência Lusa que o juiz decidiu suspender a abertura dos computadores marcada para a próxima segunda-feira, depois de fazer subir ao Tribunal da Relação de Lisboa o incidente suscitado pela defesa dos jornalistas Joaquim Eduardo Oliveira e Jorge Van Krieken para impedir o acesso aos dados do computador.

Relativamente a este caso, que ficou conhecido como Envelope 9, o juiz de instrução criminal suspendeu a abertura dos computadores, mas estes continuam à guarda do tribunal e selados até haver uma decisão da Relação de Lisboa sobre esta matéria, acrescentou a fonte.

Face ao incidente suscitado pelos dois jornalistas, a Relação terá que decidir se o crime em causa - acesso indevido de dados pessoais - é passível de permitir a abertura dos computadores, o que, no entender dos visados, constituiria uma violação do segredo profissional.

No incidente, o advogado Barros Figueiredo considera que qualquer decisão sobre a violação do segredo profissional dos jornalistas só pode ser tomada por um tribunal de segunda instância (superior) e após prévia consulta do Sindicato dos Jornalistas.

O processo contra os jornalistas foi instaurado há cerca de dois meses, quando o 24 Horas denunciou a existência de registos telefónicos de altas figuras do Estado, entre os quais o Presidente da República, num envelope apenso ao processo de pedofilia da Casa Pia de Lisboa.

O caso do Envelope 9 foi divulgado dia 13 de Janeiro passado pelo 24 Horas, tendo motivado uma busca da Policia Judiciária à redacção do matutino e à casa do jornalista Jorge Van Krieken, no distrito de Portalegre, onde foram apreendidos computadores dos jornalistas, entre outro material.

Jorge Van Krieken e Joaquim Eduardo Oliveira, autores da primeira notícia do 24 Horas sobre a matéria, foram constituídos arguidos no processo.

A busca ao jornal 24 Horas, realizada a 15 de Fevereiro pela PJ sob a direcção do Ministério Público (MP), por suspeita de «acesso indevido a dados pessoais», foi o primeiro acto público do inquérito pedido há um mês pelo Procurador-Geral da República, Souto Moura, sobre o caso do Envelope 9.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 10:09 PM | Comentários (0)

PAIS DO AMARAL VENDE 4,22% DE ACÇÕES DA MEDIA CAPITAL

A Media Capital (MC) enviou esta segunda-feira à CMVM um comunicado a dar conta do facto de Miguel Pais do Amaral e o seu sócio Nicolas Berggruen terem vendido à Caixa Económica de Aforros de Vigo um conjunto de 3.566.286 acções da empresa, equivalentes a 4,22% do capital social daquela ‘holding’. A transacção foi consumada na passada sexta-feira, fora de bolsa.

Depois de no início de Dezembro Pais do Amaral e Nicolas Berggruen terem adquirido, também fora de bolsa, um conjunto de 5.700.306 acções – que os levou a deter 15,92% do capital social da Media Capital –, a alienação agora efectuada pelos dois accionistas faz com que ambos passem a deter, em conjunto, 11,70% do capital da ‘holding’. Um valor que representa pouco menos do que os 12% a 13,3% sobre os quais existe uma opção de venda negociada com a Prisa na altura da alienação dos 33% de capital até então detido na empresa pelos dois sócios, através da Vertix SGPS.

O facto de a percentagem de capital social agora detida por Pais do Amaral ser inferior aos referidos 12% que, em princípio, serão vendidos à Prisa em 2007, não deverá, no entanto, causar quaisquer problemas ao acordo estabelecido com o grupo espanhol, na medida em que, segundo fonte da MC, “tecnicamente essa percentagem de capital está garantida à partida por Pais do Amaral.”

Questionada sobre o porquê do momento em que se deu esta venda de capital à Caixa de Aforros de Vigo, a mesma fonte resumiu a operação a uma simples “oportunidade de negócio que surgiu e que Pais do Amaral decidiu aceitar”.

O facto de tanto a operação de compra de Dezembro como a operação de venda agora consumada terem sido efectuadas fora de bolsa não permite avançar valores concretos sobre os ganhos de Pais do Amaral e Nicolas Berggruen nestas transacções. Contudo, tendo em conta o valor de referência das acções da MC durante este período, em que apresentou uma valorização de perto de 1 euro, os dois sócios poderão ter lucrado perto de 3 milhões de euros com estas operações.


FONTE: Meios&Publicidade
André Canoa

Publicado por estaccs às 05:11 PM | Comentários (0)

PÚBLICO COM PREJUÍZO DE 3,1 MILHÕES

A exploração do jornal Público em 2005 gerou um prejuízo de 3,194 milhões de euros, de acordo com o relatório e contas enviado esta quarta-feira pela Sonaecom à CMVM. O exercício contabilístico referente ao último ano representou assim uma variação negativa de 10081% no resultado líquido do jornal face aos 32 mil de euros de lucro que o jornal rendera em 2004.

Na base desta quebra esteve, em grande parte, a diminuição de 21% no volume de negócios gerado pelo Público, que caiu dos 55,4 milhões de 2004 para os 44,1 milhões em 2005. Um comportamento negativo que teve na sua génese as perdas na venda de publicidade e na venda de produtos associados do jornal: a exploração comercial diminuiu 3%, para os 17,5 milhões, e a venda de produtos associados caiu 45%, para os 13,6 milhões.

Relativamente à quebra de receitas publicitárias, os responsáveis da holding de Belmiro de Azevedo referem que esta é um reflexo do “menor nível de investimento publicitário em jornais”. Para contrariar esta tendência, a Sonaecom sublinha que o Público “tem apostado no alargamento da sua base de clientes e audiência, de forma a direccionar-se a outros leitores, através do lançamento de novas revistas”.

Quanto à redução dos ganhos na venda de produtos associados para quase metade dos valores alcançados em 2004, esta situação foi justificada com a “saturação do mercado” e com o “aumento da concorrência” nesta área de negócio. Factores que fizeram com que em 2005 tenham sido vendidos “2,6 milhões de unidades de Produtos Associados em comparação com os 5 milhões vendidos em 2004”. Em contraponto com as quebras de publicidade e de produtos associados surgem as receitas geradas pela venda de jornais, vertente que cresceu 5% em 2005, para um total de 12,896 milhões de euros. Um crescimento que se deve “ao aumento do preço das edições do jornal” e não a um eventual aumento nos índices de circulação paga do Público, na medida em que, como recorda a Sonaecom, “a média de circulação vendida do Público decresceu 4,3%” nos primeiros nove meses de 2005.

Uma quebra que os responsáveis da holding associam “sobretudo à forte pressão competitiva imposta pelos jornais sensacionalistas e de distribuição gratuita, e a uma redução de 5,7% do mercado total de jornais diários vendidos, face ao ano anterior”. Apesar de todos estes factores, a empresa destaca o facto de o Público ter, ainda assim, aumentado em 0,3 pontos percentuais a sua quota de mercado no segmento de jornais diários nos primeiros nove meses de 2005, para 13,5%, contra os 13,2% do período homólogo de 2004.


FONTE: Meios&Publicidade
André Canoa

Publicado por estaccs às 05:06 PM | Comentários (0)

TERCEIRO ANIVERSÁRIO DO CANAL "SIC MULHER" - A ERA DAS MINI-SÉRIES

A SIC Mulher inicia uma nova etapa que passa pela aposta na produção nacional e em novos conteúdos importados.

A SIC Mulher celebrOU o terceiro aniversário ontém, dia 8, que coincide com a comemoração do Dia Internacional da Mulher. O reforço da oferta de mini-séries, em detrimento dos filmes, é uma das prioridades do canal temático.‘Audrey Hepburn’, produção da ABC que relata a história de uma das mais célebres actrizes de Hollywood, encarnada por Jennifer Love-Hewitt, inaugura a aposta do canal no formato mini-série, no próprio dia de aniversário.

Para Sofia Carvalho, directora da SIC Mulher, os três anos de experiência “consolidaram o projecto.” Agora prepara-se um maior investimento na produção nacional, em simultâneo com a aquisição de novos conteúdos importados.

Entre estes contam-se o ‘talk-show’ ‘Martha Stewart’ e o magazine de culinária ‘Oliver’s Twist’ – apresentado pelo britânico Jamie Oliver – ambos com estreia marcada para a próxima segunda-feira, e ainda o programa de decoração ‘A Obra de Debbie Travis’, que será transmitido a partir de terça-feira. “O objectivo da SIC Mulher continua a ser o mesmo desde o seu lançamento, ou seja, ter mais produção nacional.

Está previsto o regresso do ‘Querido, Mudei a Casa’, e do ‘Sorri.Come’. Estreámos também recentemente o magazine de puericultura ‘Mãe me Quer’”, refere Sofia Carvalho. A directora do canal acrescenta que a SIC Mulher manterá a abertura a todos os públicos, fazendo jus ao lema da estação ‘também para homens’. “Os homens aderiram realmente à SIC Mulher.

Para além de terem uma curiosidade natural por tudo o que diz respeito à mulher, o canal é uma alternativa credível em termos de programação”, defende.

O terceiro aniversário da SIC Mulher foi assinalado com a transmissão de edições especiais do magazine ‘6Teen’, às 16h00,, e do ‘talk show’ ‘Elas Sobre Eles’, às 00h00. Neste último, ao painel habitual, constituído por Luísa Castel-Branco, Solange F. e Ana Marques, juntam-se Paulo Sousa Costa, Pedro Vasconcellos e Luís Costa Branco. Às 17h30 haverá ainda lugar para um concerto do cantor, compositor e ex-estrela do ‘surf’ Jack Johson.

FONTE: CORREIO DA MANHÃ
Cláudio Monteiro

Publicado por estaccs às 04:10 PM | Comentários (1)

LEITORES BLU-RAY CHEGAM NO FIM DO ANO À EUROPA

O gigante japonês da electrónica Matsushita (marca Panasonic) anunciou hoje a comercialização na Europa, em finais do ano, dos seus primeiros leitores de DVD de alta definição em formato Blu-Ray.

«O aumento rápido e contínuo da televisão de alta definição criou a necessidade da gravação com esta qualidade, bem como da edição de DVD», explica a Matsushita num comunicado divulgado em Tóquio e Hanover (Alemanha), onde decorre o Salão de Alta Tecnologia CEBIT 2006.
O grupo, que propõe leitores de Blu-Ray também compatíveis com os actuais DVD-vídeo, indicou que acompanharia de perto as várias etapas da cadeia de fabrico das edições de DVD-vídeo de alta definição.

O formato «Blu Ray Disc», criado pela Sony e apoiado desde o início pela Matsushita, está em concorrência com o HD-DVD da NEC e Toshiba para se impor como padrão na edição de filmes e outros vídeos em DVD de alta definição.

O Blu-Ray recebeu o apoio de numerosos estúdios de Hollywood (Twentieth Century Fox, Buena Vista, MGM, Warner Bros, Sony Pictures) que prevêem lançar as suas produções em DVD de alta definição.

O grupo nipónico já lançou no Japão a produção em série de discos Blu-Ray virgens com capacidade de 25 Gigaoctetos (Go) e 50 Go, respectivamente com cinco e dez vezes mais capacidade de gravação que os DVD actuais.

Os clãs Sony/Matsushita e NEC/Toshiba iniciaram discussões para tentar unificar os seus formatos concorrentes Blu-Ray e HD-DVD, mas, por falta de acordo, decidiram deixar a opção ao mercado, ao comercializarem separadamente os seus leitores, compatíveis apenas com os respectivos formatos.

FONTE:Diário Digital / Lusa
Cláudio Monteiro

Publicado por estaccs às 04:06 PM | Comentários (0)

MEGAMAIL MAIS RÁPIDO E COM MAIS ESPAÇO

O Megamail, sistema de correio electrónico gratuito, melhorou a rapidez no acesso e aumentou o espaço em disco por utilizador, anunciou esta quinta-feira a Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN), responsável técnica exclusiva deste serviço de e-mail.

Algumas das principais mudanças que os utilizadores vão poder verificar neste serviço são um maior espaço disponível, passando para 20Mbps por conta de utilizador; a introdução de um módulo anti-vírus e anti-spam; e a ligação ainda mais célere à Internet.
«A subscrição e a utilização do serviço continuará a ser gratuita, simples, rápida e sem inserções publicitárias ou mensagens comerciais», garantiu o presidente da FCCN, Pedro Veiga.

FONTE:DIÁRIO DIGITAL
Cláudio Monteiro

Publicado por estaccs às 04:03 PM | Comentários (0)

MICROSOFT, INTEL E SAMSUNG LANÇAM MINI-COMPUTADOR PORTÁTIL

As empresas norte-americanas Microsoft e Intel e a sul-coreana Samsung anunciaram hoje no Salão Mundial de Alta tecnologia de Hanover (Alemanha) o lançamento de um novo tipo de computador portátil miniaturizado, o Ultra Mobile PC (UMPC).

O computador tem a forma de uma placa de 20 centímetros de comprimento e 15 centímetros de largura, cujo espaço é quase totalmente ocupado por um ecrã táctil.
Utilizando um processador Intel Celeron e munido de uma versão Windows XP adaptada, o UMPC conterá um leitor de MP3, um sistema GPS (geolocalização) e um navegador de Internet.

«A Microsoft trabalhou muito durante um ano e meio para concentrar todas as suas aplicações num pequeno espaço», explicou numa conferência de imprensa Bill Mitchell, vice-presidente da Microsoft e responsável pela divisão de portáteis da companhia.

A Intel e a Microsoft anunciaram terem concluído acordos com duas dezenas de empresas para o lançamento deste novo mini-computador, nomeadamente com a MSN, Yahoo! e AOL.

FONTE:Diário Digital / Lusa
Cláudio Monteiro

Publicado por estaccs às 03:57 PM | Comentários (0)

CHINA REABRE DOIS BLOGS CENSURADOS NA VÉSPERA

A China voltou a permitir o acesso a dois conhecidos blogs, um dia depois de terem sido censurados. «Massage Cream» e «Milk Pig» tinham sido suspensos por «razões inevitáveis», segundo as autoridades chinesas.

Na Assembleia Nacional Popular, o órgão máximo legislativo da China, realizada todos os anos, as autoridades exigem cada vez mais medidas de segurança em relação a todos aqueles que possam pôr em causa o regime chinês.
«Massage Cream» e «Milk Pig» são conhecidos pelas suas sátiras. O primeiro trata-se de blog premiado, onde o jornalista Wang Xiaofeng introduz a sátira política nos seus textos.

Yuan Lei, autor de «Milk Pig», escreve mensagens sobre o mundo do espectáculo. No entanto, depois do seu blog ser reaberto, ainda não voltou a publicar nada.

O governo da China, o segundo país do mundo com mais cibernautas (cerca de 110 milhões) a seguir aos Estados Unidos, exerce um controlo apertado da imprensa e, nos últimos anos, tem tentado fazer o mesmo com a Internet, que se converteu num dos principais veículos de expressão.

FONTE: DIÁRIO DIGITAL
Cláudio Monteiro

Publicado por estaccs às 03:54 PM | Comentários (0)

VISABEIRA INVESTE NO CABO EM ANGOLA

Trinta milhões de euros vai ser o valor do investimento feito pelo grupo português Visabeira, em parceria com a operadora pública Angola Telecom, na primeira rede digital de televisão por cabo em Angola. A informação foi hoje divulgada pela empresa portuguesa.

Fonte: Expresso

Publicado por estaccs às 03:49 PM | Comentários (1)

ESTUDO: TV DOS EUA PRESTAM MAU SERVIÇO SOBRE SAÚDE

As televisões norte-americanas dedicam muito espaço às questões de saúde, mas nem sempre as informações difundidas estão correctas, concluiu um estudo publicado pela revista American Journal of Managed Care.


Segundo a investigação realizada pela Universidade de Michigan e pela Universidade de Wisconsin-Madison, quer os canais de televisão, quer os peritos em saúde «têm muito» para melhorar.
As histórias de saúde representam 11% das informações da tarde no espaço de um mês e cada notícia sobre o tema tem uma duração média de 33 segundos, mas não são citadas fontes de informação.

Outra das conclusões do estudo refere a falta de recomendações aos telespectadores quando se fala de doenças específicas, nem se explicam quais são as consequências do problema.

«O mais preocupante foram os enormes erros que continham...erros que podiam ter consequências graves», concluíram os autores do estudo.

De acordo com a investigação, as televisões dos Estados Unidos chegaram mesmo a indicar o jogo do limão como um anticonceptivo e como uma forma de prevenir a infecção do vírus HIV (vírus de imunodeficiência humana).

James Pribble, autor do estudo do Departamento de Emergência da escola de Medicina e da Universidade de Michigan, refere que «erros atrozes como estes podem causar um dano público».

No passado mês de Outubro, os temas de saúde mais abordados foram o cancro da mama e o vírus do Nilo Ocidental, porque esse era o mês dedicado a esse tipo de cancro e era o período durante o qual a epidemia se manifesta com maior intensidade.

Em 82% das peças sobre a doença do vírus do Nilo, não era dada qualquer tipo de informação sobre como prevenir a picada.

De acordo com o estudo, grande parte da responsabilidade por esta falta de informação deve-se às autoridades de saúde, aos peritos e aos investigadores porque não disponibilizam uma informação completa aos jornalistas.

FONTE: DIÁRIO DIGITAL
Cláudio Monteiro

Publicado por estaccs às 03:43 PM | Comentários (0)

A LER (99)

Como Se Fôssemos Muito Burros, por João Garcia, no Expresso on line

Publicado por estaccs às 03:38 PM | Comentários (0)

LUSA: ERC CONCLUI PELA INEXISTÊNCIA DE PRESSÕES POLÍTICAS

O novo organismo regulador dos media concluiu pela inexistência de indícios de pressões políticas que afectem a independência da LUSA, depois de analisar notícias relativas ao acesso das escolas à Internet em «banda larga» difundidas pela agência.

O conselho da Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC) concluiu «não terem sido apurados factos que indiciem, por qualquer forma, a existência de pressões ilícitas que possam afectar a independência da agência Lusa perante o poder político», refere o organismo em comunicado divulgado na quarta-feira.
A posição da ERC surge na sequência de um pedido que a Directora de Informação da agência noticiosa enviou em Fevereiro à entidade que então regulava o sector - a Alta Autoridade para a Comunicação Social - para que se pronunciasse sobre «notícias saídas na imprensa nos últimos dias» que, no seu entender, «punham em causa a independência da agência noticiosa face ao poder político, bem como o rigor informativo» da Lusa.

O diferendo, adianta a ERC na mesma nota, versa sobre a cobertura noticiosa feita pela agência Lusa da instalação de banda larga nas escolas públicas portuguesas, na altura anunciada pelo Governo.

«Embora as notícias sobre o assunto tivessem sido iniciadas em data anterior, a controvérsia incide, no essencial, sobre os despachos emitidos nos dias 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro».

O organismo regulador acrescenta também que o grupo parlamentar do PSD solicitou igualmente a sua intervenção, por considerar que o caso «colocava questões atinentes ao exercício da liberdade de informação».

Para a ERC, o rigor da informação foi prejudicado pela existência «no plano profissional interno, [de] discordâncias relevantes entre as jornalistas envolvidas e as suas hierarquias, relativamente a critérios jornalísticos aplicáveis à cobertura deste caso».

Discordâncias que, como adianta a mesma nota, se traduziram «em intervenções jornalísticas paralelas e concorrentes, por vezes contraditórias», que provocaram um «claro prejuízo do ambiente de trabalho e consequentes reflexos na situação jurídico-laboral».

A Directora de Informação pediu também um parecer sobre este assunto ao Conselho Deontológico (CD) do Sindicato dos Jornalistas, que também rejeitou que tenha havido cedências a quaisquer pressões externas nas notícias da agência sobre o acesso das escolas à Internet em «banda larga».

Em causa está uma série de seis notícias elaboradas na sequência do anúncio do primeiro-ministro sobre a instalação de Internet de «banda larga» em todas as escolas do país, emitidas entre 31 de Janeiro de 1 de Fevereiro pela agência Lusa.

As intervenções da ERC e do CD foram pedidas pela directora de Informação da agência Lusa, também na sequência da posição do Conselho de Redacção (CR) da agência, que elogiou o trabalho das jornalistas que fizeram as notícias iniciais e considerou ter havido «indícios de cedências» da Lusa a pressões do Governo.

A ERC concluiu também que os factos submetidos à sua apreciação não são «suficientemente relevantes para justificarem outro tipo de intervenção».


FONTE: Diário Digital / Lusa
André Canoa

Publicado por estaccs às 02:45 PM | Comentários (0)

março 08, 2006

TIME EXIGE À FNAC SUSPENSÃO DO TEMA

O gabinete jurídico da revista ‘Time’ contactou já com os responsáveis da FNAC em Paris para que a loja internacional mande suspender a publicação do seu folheto promocional ‘Tema’, distribuído em Portugal. Em causa está a cópia do grafismo da prestigiada ‘news magazine’ norte-americana.

“Já foi enviada uma carta à FNAC, em Paris, para que não voltem a publicar a revista ‘Tema’, copiando o nosso estilo gráfico”, afirmou ao CM James Graff, chefe de Redacção da ‘Time’ parisiense, garantindo não existir “qualquer autorização para utilizarem o grafismo”. Numa tentativa clara de resolver o problema sem recurso à vida judicial, a publicação norte-americana decidiu-se por escrever à FNAC.

A publicação distribuída gratuitamente todos os meses pela FNAC Portugal está, segundo a ‘Time’, a usar indevidamente cores e estilos de letra característicos. A cercadura vermelha, o ‘outline’ preto e branco e ainda o ‘lettring’ do logótipo são cópias exactas do estilo usado pela ‘Time’ há mais de 80 anos. Significa isto, segundo James Graff, que estamos perante um caso de “clara violação de propriedade intelectual, protegida por copyright”.

A FNAC Portugal recusou-se a comentar o caso. O CM falou, por via telefónica, com Rui Pereira, responsável pela publicação, solicitando-lhe esclarecimentos. A 8 de Fevereiro, conforme nos foi solicitado, enviámos um ‘e-mail’ com as perguntas, mas não obtivemos resposta. Insistimos no contacto telefónico, mas a resposta foi sempre a mesma: Rui Pereira não se encontrava nos escritórios ou estava ocupado. Dia 22, repetimos o envio das questões colocadas no primeiro ‘e-mail’. Mas a FNAC Portugal preferiu manter o silêncio.

Na edição de Fevereiro, o editorial da revista ‘Tema’ foi escrito e assinado por Fernando Madrinha. O editorialista do semanário ‘Expresso’ e director do ‘Courrier Internacional’ confirmou ao nosso jornal o convite da FNAC, adiantando-nos que também escreveu os textos de abertura de cada secção: ‘Europa’, ‘Mundo’ e ‘Internacional’. O Sindicato dos Jornalistas tomou conhecimento do facto de o jornalista ter colaborado na revista promocional, mas ainda não teve tempo para o analisar, disse-nos o presidente, Alfredo Maia.

DE HITLER A BILL GATES

A ‘Time’, a primeira ‘news magazine’ dos EUA, foi criada em 1923, por Britton Hadden e Henry Luce. Anualmente, elegia o ‘Homem do Ano’, mas, depois, passou, a escolher a ‘Personalidade do Ano’. Em 2005, a opção recaiu em Bill Gates, na mulher, Melinda, e em Bono). Hitler e Estaline figuram na lista dos ‘laureados’.


FONTE: Correio da Manhã
André Canoa

Publicado por estaccs às 05:58 PM | Comentários (0)

MOÇAMBIQUE: LANÇADO PRIMEIRO SEMANÁRIO DIRIGIDO POR MULHER

A jornalista Irene Brás tornou-se a primeira mulher a dirigir um jornal em Moçambique, com o lançamento em Maputo do semanário Meianoite.

O semanário, que sai às terças-feiras, tem uma tirarem de 11 mil exemplares e vai abordar nas suas rubricas assuntos de carácter nacional, regional e internacional, sustentados por temas de economia, política, desporto entre outros.

Falando terça-feira no lançamento da publicação, que contou com a presença do chefe de Estado moçambicano, Armando Guebuza, Irene Brás, ex-jornalista do canal público Televisão de Moçambique, afirmou que «o Meianoite vem preencher um espaço vazio no campo da imprensa no país, procurando ser mais abrangente e desempenhando uma função complementar aos canais de informação já existentes».

Uma entrevista com o presidente Armando Guebuza é o tema de capa da primeira edição do semanário, que também destaca a hipotética proposta de venda de 25% da HCB ao Zimbabué.

Falando no lançamento do semanário, Armando Guebuza elogiou o facto de o jornal ser dirigido por uma mulher, considerando o facto como «mais uma prova da ascensão das mulheres a cargos que antes eram de domínio exclusivo dos homens».

Com a criação do Meianoite, Moçambique passa a contar com quatro semanários, todos com sede em Maputo: Zambeze, Domingo, Savana e Embondeiro.

Além dos quatro semanários, o país tem ainda dois jornais diários, cinco canais de TV, e mais de uma dezena de estações de rádio.

O crescendo de órgãos de comunicação social em Moçambique regista-se desde a abertura do sector à iniciativa privada, com a aprovação da lei de imprensa, em 1990.

Após a independência do país, em 1975, na sequência da Lei das nacionalizações que afectou vários sectores, a FRELIMO, partido no poder desde então, permitiu apenas o funcionamento de órgãos de comunicação social do Estado.

Apesar da «explosão» no número de jornais, com a abertura do sector à iniciativa privada, dificuldades económicas têm levado ao encerramento de muitos títulos nos últimos anos.

FONTE: Diário Digital / Lusa
André Canoa

Publicado por estaccs às 05:53 PM | Comentários (0)

RODRIGUES DE ALMEIDA LANÇA HOJE LIVRO SOBRE MEDIA

O livro «O voo da Borboleta: Crónicas da Sociedade da Informação», de Reginaldo Rodrigues de Almeida, vai ser hoje apresentado na livraria Bertrand no Centro Comercial Picoas, em Lisboa, às 18:00 horas.

A obra aborda a problemática dos media, que fazem cada vez mais parte da vida das pessoas, e cuja informação circula a uma velocidade alucinante devido às novas tecnologias.
Porém, «O voo da Borboleta» alerta também para a cada vez maior exigência do consumidor sobre os conteúdos que lhe são oferecidos e procura compreender os aspectos contraditórios desta nova realidade.

Na sessão de apresentação da obra vão estar presentes o escritor Urbano Tavares Rodrigues e Jaime Quesado.

Reginaldo Rodrigues da Silva, que é licenciado em História e doutorado em Ciências da Informação pela Universidade Complutense de Madrid, é professor da Universidade Autónoma de Lisboa e da Pontífica Universidade de Salamanca.


FONTE: Diário Digital
André Canoa

Publicado por estaccs às 05:48 PM | Comentários (0)

V ENCONTRO DE COMUNICAÇÃO

Programa
08, 09 e 10 de MARÇO de 2006
“NOVOS RUMOS DA COMUNICAÇÃO”
Quarta Feira, dia 8
09.00 Recepção e entrega de documentação

10.00 SESSÃO DE ABERTURA Presidida por:
Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Mariano Gago*

10.30 PALESTRA DE ABERTURA:

Eduardo Prado Coelho


11.00
1º PAINEL:
Jornalismo de Causas
Moderador: Hália Santos

Intervenientes:
Jorge da Costa Rosa - Presidente da Real Associação do Ribatejo
Jorge Oliveira - Espaço T
Henrique Botequilha - Visão


15.00
2º PAINEL:
Marketing Político
Moderador: Jorge Ferreira

Intervenientes:
Manuel Meirinho Martins - Politólogo. Docente do ISCSP. Investigador nas áreas da participação política e da comunicação política
Constança Cunha e Sá - Editora de Política da TVI
Daniel de Oliveira - Dirigente do Bloco de Esquerda
José Diogo- Agenda Setting

18.00

COMUNICAÇÕES LIVRES

Alexandra Reis – Tratamento noticiosa do caso Casa Pia , "Uma visão artificial da realidade”
Pedro César – Psicologia Comportamental de Consumo, "A importância de conhecer o consumidor”
Anabela Mesquita – Comunicação Internacional , "Uma necessidade a nível europeu? Um Projecto Transnacional"
Sílvio Brito – "Como gerar atitudes de melhoria de comunicação numa organização"

Quinta Feira, dia 9

WORKSHOPS:

09.30h
- Técnicas de Pivot - CENJOR

10.30h

- Estudos de Mercado: Instrumentos de Análise e de Decisão - Metris GfK

14.30
3º PAINEL:
Imprensa Gratuita
Moderador: Paulo Ferreira

Intervenientes:
João Manuel Rocha - Público
Nuno Luz - Metro

21.00

Sessão de Cinema
Cine Teatro S. Pedro
(Espalhafitas)
"Network"

Moderador: Rui Capitão

António Pedro Vasconcelos - Realizador
José Carlos Oliveira- Realizador
Leandro Ferreira- Realizador
Francisco Veres Machado- Realizador
Jacinto Godinho - Jornalista RTP

Sexta Feira, dia 10

WORKSHOPS:

09.30h

- Técnicas de Apresentação para Audiências - DYNARGIE

10.30h

- Clipping - Monitorização, Gestão e Análise de Informação Noticiosa - Manchete

14.30h
4º PAINEL:
Responsabilidade Social:
Comunicação ou Intervenção?
Moderador: Luís Nunes

Intervenientes:
Ricardo António - Companhia do Texto
Maria Vasconcelos - Sair da Casca
Célia André - Grace
Vera Pinto- Associação Portuguesa de Ética Empresarial


17.30 PALESTRA DE ENCERRAMENTO:
Ministro dos Assuntos Parlamentares Augusto Santos Silva


SESSÃO DE ENCERRAMENTO
Presidida por: Presidência do Instituto Politécnico de Tomar

19h- Porto d'honra

Exposição permanente de Fotojornalismo

* a confirmar

Nota: Os workshops serão certificados pelas entidades formadoras

Publicado por estaccs às 01:29 PM | Comentários (0)

NOVO SEMANÁRIO JÁ TEM PROPRIETÁRIO

O grupo fundador do novo semanário de José António Saraiva, ex-director do Expresso, constituiu ontem sociedade, entrando com um total de 20% do capital do novo projecto, segundo a edição desta quarta-feira do Correio da Manhã. No projecto do novo semanário estão ainda envolvidos mais três elementos que deixaram o semanário de Balsemão - José António Lima, Mário Ramires e Vítor Rainho -, bem como duas figuras da área financeira e do direito. De acordo com o jornal, o grupo de investidores está praticamente fechado, com o empresário Arga e Lima, administrador do jornal desportivo A Bola, a manifestar o interesse no novo semanário.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 01:19 PM | Comentários (0)

PAULO SEM "PORTAS"

Paulo Portas abriu ontem portas ao "comentário com assinatura", na SIC Notícias, para deixar a sua opinião sobre a actualidade, mas sem abrir polémicas. Emitido às 23.00, o programa O Estado da Arte, com apresentação de Clara de Sousa, foi gravado ao fim da tarde, nos estúdios da Valentim de Carvalho. O ex-ministro da Defesa e antigo líder do CDS/PP chegou aos estúdios pelas 18.05. A recebê-lo estava o director da estação, Ricardo Costa, autor do convite para efectuar o programa , logo após as Legislativas de 2005.

Com algum atraso, Paulo Portas dirigiu-se para a zona de caracterização, para uns minutos depois descer ao Estúdio 2. Cumprimentou a apresentadora e, algo tenso, sentou-se no seu lugar, colocando na mesa um exemplar de O Arquivo Metrokhine, uma agenda Moleskine com algumas notas, e um relógio.

A abrir o primeiro Estado da Arte, Clara de Sousa pediu a Paulo Portas para explicar porque aceitou agora iniciar o programa. Este refere que só o faria no fim do ciclo político que termina com a tomada de posse do Presidente da República. A conversa passou então por uma análise ao cargo e sobre a sua relação com Cavaco Silva, em quem disse ter votado: "o facto de não ser cavaquista, não me impediu de ter votado nele duas vezes", para dizer que será um Presidente "previsível". Depois da política nacional, veio a internacional, destacando o acordo entre EUA e Índia e para o arquivo Metrokhine, sobre o KGB e João Paulo II. A terminar, comentou os Óscares: "não havia nenhum grande filme", mas "Crash era melhor que os outros".

Ao sair, ainda tenso, disse ter "gostado do programa", onde "grosso modo" conseguiu expor as suas ideias apesar de "esperar melhorar, no diálogo com a Clara".

FONTE: Diário de Notícias
André Canoa

Publicado por estaccs às 10:10 AM | Comentários (0)

LIVERPOOL-BENFICA ESTA NOITE NA RTP1 SEM COMENTADOR

A RTP 1 não terá comentador na partida de hoje à noite entre o Benfica e o Liverpool, jogo da Liga dos Campeões, avançou o Correio da Manhã na edição desta quarta-feira.

Segundo o jornal, a ausência de comentador no jogo, que se realiza às 19:45, deve-se à contenção de despesas. O encontro vai ser narrado por Paulo Catarro e a reportagem ficará a cargo do jornalista Pedro Martins.
O Correio da Manhã informou ainda que contactou a RTP para saber quais os motivos desta decisão, mas o canal público apenas referiu que estavam destacados dois jornalistas para o jogo, porém o jornal assegura que razões financeiras impossibilitaram a deslocação de um comentador a Londres.

Na cidade inglesa está desde ontem Jorge Gabriel para fazer a reportagem junto dos portugueses. O apresentador vai entrar em directo na «Praça da Alegria» hoje de manhã.


FONTE: Diário Digital / Correio da Manhã
André Canoa

Publicado por estaccs às 10:07 AM | Comentários (0)

24 HORAS ENTREGA PETIÇÃO PELOS DIREITOS DOS JORNALISTAS

Os jornalistas do 24 Horas entregam hoje na Assembleia da República uma petição com um pedido de audiência à Comissão de Assuntos Institucionais, Direitos Liberdades e Garantias, segundo afirma o Diário de Notícias.

Em causa estão as iniciativas judiciais de que o diário está a ser alvo, que começaram com a divulgação da notícia sobre o «Envelope 9». A redacção foi alvo de buscas e os jornalistas envolvidos viram os seus computadores apreendidos.
A petição faz referência à relação dos jornalistas com as fontes, como sendo uma das maiores preocupações da classe. «Perseguir as fontes é criar um clima de Estado repressivo e policial», acusa o documento.

FONTE: Diário Digital
André Canoa

Publicado por estaccs às 10:04 AM | Comentários (2)

CÓDIGO PENAL: VIOLÊNCIA DOMÉSTICA PASSA A SER CRIME AUTÓNOMO NO NOVO CÓDIGO

A violência doméstica passa a ser um crime autó nomo no projecto de novo Código Penal, punido com pena de prisão de um a cinco a nos, revelou à Lusa fonte ligada ao processo.

Fonte da Unidade de Missão para a Reforma do Código Penal (CP), que na próxima semana deverá entregar as suas propostas para o novo código, disse à Lus a que uma das novidades do projecto é a autonomização do crime de violência domé stica, que fica contemplado no artigo 152.

De acordo com a mesma fonte, no artigo agora criado entende-se que "que m de modo intenso causar maus tratos físicos ou psíquicos, incluindo privação da liberdade, a cônjuge, ex-cônjuge ou com quem vive em união de facto, bem como a os filhos, é punido com pena de prisão de um a cinco anos".

A fonte admitiu também que, no novo CP, o crime de violência doméstica deixe de depender de queixa da vítima.

A revisão do CP deverá ficar concluída na próxima segunda-feira, depois de o grupo de trabalho ter praticamente ultimado as ultimas propostas na passad a segunda-feira.

Também na segunda-feira, o ministro da Justiça, Alberto Costa, disse à Lusa que o projecto de reforma do CP será nas próximas semanas objecto de aprese ntação e discussão pública, para seguir, ainda este mês, o respectivo processo l egislativo.

Segundo dados da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), divulg ados no passado dia 22 de Fevereiro, todos os dias do ano de 2005 pelo menos uma criança foi vítima de crime e 13 mulheres alvo de violência doméstica em Portug al.

Ao assinalar o Dia Europeu da Vítima de Crime, a associação referiu dad os de 2005 que indicam a ocorrência de 14.371 crimes, 89 por cento dos quais rel acionadas com violência doméstica. Nove por cento foram crimes contra pessoas e a humanidade, 1,6 por cento contra o património, 0,2 por cento contra a vida em sociedade e Estado e 0,1 por cento foram crimes rodoviários.

Entre os 12.809 crimes de violência doméstica, a percentagem de maus-tr atos físicos (32,2 por cento) é quase idêntica à percentagem de maus-tratos psíq uicos (32,5 por cento).

Segundo João Lázaro, secretário-geral da APAV, 458 crianças entre os 0 e os 17 anos e 346 idosos foram vítimas de crimes durante o ano passado.

FONTE:LUSA
Cláudio Monteiro

Publicado por estaccs às 12:06 AM | Comentários (0)

março 07, 2006

GUINÉ-BISSAU: CEMGFA PROCESSA JORNALISTA DO EXPRESSO

O Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) guineense anunciou hoje que vai processar o jornalista do semanário português Expresso que escreveu a notícia publicada sábado sobre uma alegada tentativa de golpe de Estado no país.

«Salvo o devido respeito à liberdade de imprensa, averigua-se necessário o apuramento de responsabilidade por parte do autor do referido artigo do jornal Expresso, consequentemente do próprio governo português», defende o CEMGFA em comunicado enviado à imprensa.
A notícia em causa, divulgada pelo semanário Expresso a 04 de Março, dava conta que «um plano de eliminação física do chefe de Estado e de uma alta patente militar» teria sido evitado oito dias antes em Mansoa, a 60 quilómetros de Bissau.

O jornalista do semanário avança com «fontes militares credíveis» para garantir que Mansoa, «a sede do comando da Zona Militar Norte, foi palco de altercações e até disparos entre elementos da Marinha e do Batalhão local, que se saldou pela morte de um ou três soldados».

No comunicado, o CEMGFA desmente a ocorrência e sublinha a «gravidade» da notícia veiculada pelo Expresso, devido ao seu «impacto» na estabilidade do país e porque ameaça a materialização da cooperação técnico-militar entre a Guiné-Bissau e Portugal, ao mesmo tempo que defende a necessidade de responsabilização.

Na opinião do general Baptista Tagme Na Waié, notícias do género não abonam em nada para um «ambiente favorável» de relacionamento entre Nações e povos, não devendo, por isso, ser permitido a «libertinagem de imprensa» para se atingir «objectivos políticos», assinalou.

Da parte das Forças Armadas guineenses há uma explicação para o sucedido e, contrariamente ao que é noticiado pelo Expresso, Tagme Na Waié esclarece que o que se passou em Mansoa no dia 25 de Fevereiro foi «apenas um incidente» entre militares que estariam de «ânimos exaltados» na sequência de uma partida de futebol.

O general acrescenta ainda no comunicado que na altercação não se registou nenhum ferido, nenhum morto e muito menos qualquer tentativa de golpe de Estado.

Tagme Na Waié destacou a existência de um processo de reconciliação interna em curso envolvendo os guineenses em geral e os militares em particular, um processo que disse ser reconhecido pela comunidade internacional.

A provar o que classificou de «novo rumo» para a Guiné-Bissau está «o sucesso» que disse terem sido as eleições presidenciais de Julho de 2005, facto possível devido à «maturidade» do povo guineense, defendeu.

Entretanto, o Governo guineense, através do ministro da Presidência do Conselho de Ministros, Rui Diã de Sousa, condenara hoje à tarde, em conferência de imprensa, a notícia divulgada pelo Expresso.

Para o Executivo existe uma clara tentativa de «alguma» imprensa estrangeira, sobretudo portuguesa, de manchar a imagem externa da Guiné-Bissau, frustrando os esforços desenvolvidos para reabilitar o país.

Para Rui Diã de Sousa, o que se passou em Mansoa no passado dia 25 de Fevereiro foi «um incidente» envolvendo dois «camaradas» militares, que não se entenderam numa partida de futebol.


FONTE: Diário Digital / Lusa
André Canoa

Publicado por estaccs às 11:20 PM | Comentários (0)

JN CHEGA ÀS BANCAS DIA 13 COM NOVAS SECÇÕES E MUDANÇAS GRÁFICAS

O Jornal de Notícias (JN) vai chegar segunda-feira às bancas com novas secções editoriais e um grafismo mais acessível de forma a reforçar a proximidade com os leitores, disse hoje à agência Lusa o director do diário.

«O objectivo é aproximar o jornal ainda mais dos leitores, sermos mais úteis e mais acutilantes», afirmou José Leite Pereira.

O diário, propriedade da Global Notícias, passa a contar uma nova secção de abertura, «Primeiro Plano».

«Aqui vão ser tratadas matérias do dia que tenham força suficiente para captar a atenção do leitor», explicou o jornalista, esclarecendo que os assuntos a abordar nestas quatro a cinco páginas podem ser das mais diversas áreas da actualidade.

O diário vai também apostar na «fusão» das áreas política e sociedade, criando uma única secção denominada de «Nacional».

«O jornal vai passar a dar mais ênfase às políticas e as suas consequências na vida das pessoas», salientou Leite Pereira, avançando que o diário vai aumentar igualmente o espaço editorial do «noticiário de proximidade».

As mudanças editoriais passam também pelo desaparecimento do caderno diário de Desporto, que será só publicado às segundas-feiras.

Nos restantes dias, as notícias desportivas vão ser integradas numa secção própria.

O suplemento de Negócios ganha outro dia de publicação, transitando da segunda para a quinta-feira.

O reforço da opinião é outras das apostas deste «novo» JN, com o jornal a contar a partir da próxima semana no seu painel de cronistas com a escritora Agustina Bessa-Luís e o cantor Rui Reininho, entre outros.

Leite Pereira disse ainda que o jornal vai editar todas as sextas-feiras uma nova revista suplemento.

Com 64 páginas semanais, a revista Viva vai ser dedicada sobretudo ao mundo da televisão, sendo produzida pela equipa do JN e distribuída em exclusivo com o jornal.

No campo gráfico, as mudanças não vão implicar «um corte muito profundo» com o actual desenho do JN, afirmou Leite Pereira, salientando que as alterações previstas querem tornar o jornal mais «ligeiro e acessível».

O JN é o segundo diário mais comprado pelos portugueses, tendo registado uma circulação média paga (assinaturas e bancas) na ordem dos 95.706 exemplares diários nos primeiros noves meses do ano passado, segundo o último relatório da Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação.

Ao nível de audiências (número de leitores por exemplar vendido), o diário é líder de segmento, ao conseguir uma média diária de cerca de 1 milhão de pessoas, de acordo com os dados Marktest (Bareme Imprensa).


FONTE: Diário Digital / Lusa
André Canoa

Publicado por estaccs às 11:08 PM | Comentários (0)

V ENCONTRO DE COMUNICAÇÃO

Programa
08, 09 e 10 de MARÇO de 2006
“NOVOS RUMOS DA COMUNICAÇÃO”
Quarta Feira, dia 8
09.00 Recepção e entrega de documentação

10.00 SESSÃO DE ABERTURA Presidida por:
Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Mariano Gago*

10.30 PALESTRA DE ABERTURA:

Eduardo Prado Coelho


11.00
1º PAINEL:
Jornalismo de Causas
Moderador: Hália Santos

Intervenientes:
Jorge da Costa Rosa - Presidente da Real Associação do Ribatejo
Jorge Oliveira - Espaço T
Henrique Botequilha - Visão


15.00
2º PAINEL:
Marketing Político
Moderador: Jorge Ferreira

Intervenientes:
Manuel Meirinho Martins - Politólogo. Docente do ISCSP. Investigador nas áreas da participação política e da comunicação política
Constança Cunha e Sá - Editora de Política da TVI
Daniel de Oliveira - Dirigente do Bloco de Esquerda
José Diogo- Agenda Setting

18.00

COMUNICAÇÕES LIVRES

Alexandra Reis – Tratamento noticiosa do caso Casa Pia , "Uma visão artificial da realidade”
Pedro César – Psicologia Comportamental de Consumo, "A importância de conhecer o consumidor”
Anabela Mesquita – Comunicação Internacional , "Uma necessidade a nível europeu? Um Projecto Transnacional"
Sílvio Brito – "Como gerar atitudes de melhoria de comunicação numa organização"

Quinta Feira, dia 9

WORKSHOPS:

09.30h
- Técnicas de Pivot - CENJOR

10.30h

- Estudos de Mercado: Instrumentos de Análise e de Decisão - Metris GfK

14.30
3º PAINEL:
Imprensa Gratuita
Moderador: Paulo Ferreira

Intervenientes:
João Manuel Rocha - Público
Nuno Luz - Metro

21.00

Sessão de Cinema
Cine Teatro S. Pedro
(Espalhafitas)
"Network"

Moderador: Rui Capitão

António Pedro Vasconcelos - Realizador
José Carlos Oliveira- Realizador
Leandro Ferreira- Realizador
Francisco Veres Machado- Realizador
Jacinto Godinho - Jornalista RTP

Sexta Feira, dia 10

WORKSHOPS:

09.30h

- Técnicas de Apresentação para Audiências - DYNARGIE

10.30h

- Clipping - Monitorização, Gestão e Análise de Informação Noticiosa - Manchete

14.30h
4º PAINEL:
Responsabilidade Social:
Comunicação ou Intervenção?
Moderador: Luís Nunes

Intervenientes:
Ricardo António - Companhia do Texto
Maria Vasconcelos - Sair da Casca
Célia André - Grace
Vera Pinto- Associação Portuguesa de Ética Empresarial


17.30 PALESTRA DE ENCERRAMENTO:
Ministro dos Assuntos Parlamentares Augusto Santos Silva


SESSÃO DE ENCERRAMENTO
Presidida por: Presidência do Instituto Politécnico de Tomar

19h- Porto d'honra

Exposição permanente de Fotojornalismo

* a confirmar

Nota: Os workshops serão certificados pelas entidades formadoras

Publicado por estaccs às 12:52 PM | Comentários (0)

EUROPA SUCEDE A PARIS LISBOA

A Rádio Paris Lisboa (RPL) deu lugar este mês à Rádio Europa. Permanece a ligação à cultura francófona, em 90.4, mas há uma aposta maior na música instrumental e na informação, segundo a edição desta terça-feira do Público.

Depois de 15 anos de emissão, a RPL será substituída por uma nova estação que passará jazz instrumental, alguma música clássica e uma música francesa por hora. Além disso, a Rádio Europa terá publicidade, até aqui ausente nas emissões.Estas mudanças devem-se ao facto de a RPL ter perdido o seu accionista maioritário, a Radio France International, e ter sido obrigada a procurar um novo parceiro no mercado. A emissão dos 90.4 passou assim a ser explorada pela Rede A, que detém a Rádio Capital.

Para Antonieta Lopes da Costa, que acompanhou o nascimento da RPL, com um novo modelo de rádio não fazia sentido manter o mesmo nome. A Rádio Europa «continua a ser uma rádio para uma minoria, mas mais temática, mais direccionada», conclui.

A emissão em francês continua a ser assegurada pela Radio France International, entre as 21:00 e as 07:00.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 12:48 PM | Comentários (2)

07 DE MARÇO DE 1957

A RTP iniciava as emissões regulares de televisão.

Publicado por estaccs às 12:41 PM | Comentários (0)

SIC OFERECE 18 MILHÕES POR SUPERLIGA

A SIC está disposta a oferecer até mais sete milhões de euros do que a TVI para transmitir os jogos da Liga Portuguesa de futebol.Segundo a edição desta terça-feira do Correio da Manhã, a estação de Carnaxide já apresentou à Sport TV uma proposta entre os 18 e os 20 milhões de euros para adquirir os direitos de transmissão. A TVI ficou-se pelos 15 milhões e a RTP terá oferecido menos três milhões. O canal que ganhar a operação terá de promover os jogos da Liga que a Sport TV transmite.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 12:36 PM | Comentários (0)

O NOVO CRIME DE VIOLAÇÃO DO SEGREDO DE JUSTIÇA

O artigo do Código Penal que prevê para os profissionais da comunicação o "crime de perigo" deverá conhecer hoje a sua forma final. Segundo a proposta de alteração em discussão na Unidade de Missão para a Reforma Penal (UMRP), os jornalistas poderão ser punidos apenas pelo facto de se presumir que as suas notícias puseram em causa uma investigação criminal, conforme noticiou o DN.

A ideia na base desta alteração legislativa é distinguir esferas de responsabilidade dos intervenientes nos processos judiciais. Caso a legislação seja aprovada, os jornalistas deixarão de ser acusados por divulgar factos sob segredo de justiça. Este crime vai ser "desdobrado" em dois tipos de ilícito: o "crime de dever" e o "crime de perigo". No primeiro incorrem advogados, magistrados, funcionários judiciais, polícias e sujeitos que violem os seus deveres de ofício sempre que revelam segredos. O crime de perigo será dirigido a terceiros, estranhos ao processo - e aqui se incluem os jornalistas.

Rui Pereira, coordenador da UMRP, clarificou a questão num artigo de opinião publicado no Correio da Manhã: "para estes [terceiros] deve ser previsto não um crime específico e de dever mas um de perigo, assente na defesa do interesse subjacente ao segredo de justiça". O jurista refere que os terceiros só devem ser punidos quando "divulgarem factos susceptíveis de pôr em perigo a investigação ou a descoberta da verdade - por exemplo, uma busca que vai ser realizada, uma escuta ainda em curso ou a identidade de um agente encoberto".

O DN ouviu reacções a esta alteração do Código Penal. Jorge Bacelar Gouveia, jurista, argumentou que, no limite, os jornalistas podem ser impedidos de escrever sobre qualquer matéria em segredo de justiça, pois só a posteriori se vai poder apurar se a notícia pôs em risco uma investigação. Já o advogado Proença de Carvalho alertou que esta medida, além de perigosa (é uma "incriminação imprecisa e indeterminada"), pode conflituar com um outro direito fundamental, a liberdade de imprensa.

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 12:35 PM | Comentários (0)

AUDÁCIA E LIBERDADE

A legislação - aprovada e em estudo - que vai regular a actividade jornalística está a suscitar críticas por parte dos profissionais da comunicação social: paira no ar um clima de "intimidação".

A lei que cria a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), em particular o artigo 45.º, que atribui funções de fiscalização aos seus funcionários (com um estatuto equiparado a agentes de autoridade), "mais do que censura, é uma forma de intimidação e de controlo da liberdade de expressão", analisa Rui Costa Pinto, grande repórter da revista Visão. Reconhece que "os jornalistas não podem reivindicar direitos absolutos", mas devem "exigir uma lei clara", referindo-se ao artigo 135, n.º 3, introduzido na revisão do Código do Processo Penal de 1987. Este permite que um juiz, em certas circunstâncias, ordene a quebra do sigilo profissional em sede de inquérito, instrução ou julgamento.

"Estas estratégias passam mais por inibir as fontes do que os jornalistas", observa Costa Pinto, acrescentando que para se continuar a fazer um bom trabalho as fontes têm que ter a "certeza absoluta" de que a sua identidade será protegida.

"Os entraves apenas nos vão dar mais trabalho: em vez do telemóvel e do e-mail, passamos a ter encontros no metro e nos parques de estacionamento…", reconhece Sofia Pinto Coelho. A jornalista da SIC acredita que "basta que haja um jornalista audaz para existir uma imprensa livre".

Para José António Cerejo, do Público, as normas que se desenham no horizonte "vão tornar mais complicada a profissão, a não ser que a actividade jornalística passe a ser só 'a voz do dono'". Aponta as alterações anunciadas pelo Governo ao Estatuto do Jornalista, cujo anteprojecto prevê um aumento de sanções disciplinares que considera mais "uma força castradora" a juntar "a todas as que já existem: tribunais, Conselho Deontológico, hierarquias profissionais e leitores".

A possível alteração do Código Penal, que faz os jornalistas incorrer num "crime de perigo" ao noticiar investigações em curso, levará, segundo Felícia Cabrita - jornalista ligada à divulgação de casos como os Ballet Rose e Casa Pia - a que "os órgãos de comunicação social invistam cada vez menos nas investigações, porque as empresas não estão interessadas neste tipo de processos".

A opinião é reforçada por Sofia Pinto Coelho, que alerta: "O investimento económico em investigação jornalística já é tão reduzido que o medo de processos e de maçadas pode inibir ainda mais os responsáveis pelos meios de comunicação em apostar num jornalismo atento e musculado."

O despertar tardio da classe para todas estas alterações, com implicações claras na forma de se fazer jornalismo, não é consensual. "Há um alheamento da classe, porque contribuir, participar ou intervir é destacar-se contra quem tem poder", garante Cerejo. Já para Felícia Cabrita, "o jornalismo não deve andar a par do poder, mas também não se deve 'morder a mão do dono'".

"Faz-me sorrir que haja tanta preocupação com a domesticação da imprensa quando em Portugal a imprensa está cada vez mais dócil, o que me entristece", remata Sofia Pinto Coelho.

Fonte: Diário de Notícias

Publicado por estaccs às 12:33 PM | Comentários (0)

março 06, 2006

ESTATUTO DO JORNALISTA SÓ CRIMES CONTRA A VIDA HUMANA OU SEGREDO DE ESTADO LEVANTAM SIGILO

As alterações ao Estatuto do Jornalista, que aguardam parecer da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), vão "reforçar a protecção do sigilo profissional dos jornalistas", assegurou ao DN o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva.

No actual Código do Processo Penal o sigilo profissional pode ser levantado, por ordem de um juiz, se for considerado haver um interesse preponderante (artigo 135.º). O Governo entendeu que esta expressão "interesse preponderante" é "ambígua" e, nas palavras de Santos Silva, quer clarificá-la no futuro Estatuto. O sigilo profissional só deve ser levantado quando se trate de uma investigação "na qual estejam em causa crimes contra a vida humana ou segredo de Estado", define o ministro.

Apenas está disponível online a segunda versão de trabalho do anteprojecto de alteração da proposta de lei, que foi modificada depois de pareceres do Sindicato dos Jornalistas e da Confederação de Meios. Difere, por isso, da versão final que está nas mãos da ERC.

O artigo 11.º da versão disponível prevê: "A revelação das fontes de informação apenas pode ser ordenada pelo tribunal (...) quando tal seja necessário para a investigação de crimes graves contra as pessoas, incluindo, nomeadamente, crimes dolosos contra a vida e a integridade física, bem como para a investigação de crimes graves contra a segurança do Estado, desde que se comprove que as respectivas informações não poderiam ser obtidas de qualquer outra forma."

Outra "inovação" do Estatuto do Jornalista é o regime de sanções disciplinares profissionais - que contemplam a repreensão escrita, a multa (entre os 200 e os dez mil euros) ou a suspensão do exercício da actividade até 12 meses. Santos Silva assegura que "foi feito um trabalho com o Sindicato dos Jornalistas" no sentido de distinguir entre os chamados deveres programáticos ("informar com justeza") e os deveres sindicáveis (por exemplo, não cometer plágio), sendo que apenas estes últimos estarão no âmbito de intervenção da Comissão da Carteira Profissional do Jornalista.

Fonte:Diário de Notícias
Charlene Izaque

Publicado por estaccs às 09:35 PM | Comentários (0)

ADMINISTRAÇÃO BUSH LANÇA MEDIDAS CONTRA FUGAS PARA A IMPRENSA

A Administração Bush lançou uma série de iniciativas para impedir as fugas de informações secretas para a imprensa, revelou ontem o Washington Post. Agentes do FBI interrogaram dezenas de funcionários da CIA e da Agência Nacional de Segurança (NSA) para investigar se passaram informações classificadas a jornalistas, naquela que é considerada a maior campanha anti-fugas nos Estados Unidos desde a Administração Nixon (1969-74).

Os inquéritos, que incluíram o recurso ao teste do polígrafo, procuraram determinar se os agentes estiveram envolvidos nas fugas de informação ligadas às alegadas prisões da CIA na Europa e ao programa de escutas da NSA.

Nas últimas semanas, os agentes secretos americanos receberam cartas do Departamento de Justiça a alertá-los de que estão proibidos de falar com jornalistas sobre as escutas realizadas sem mandato judicial e autorizadas pelo Presidente Bush após o 11 de Setembro, trate-se de informações classificadas ou não. Senadores republicanos, como Pat Roberts, estão a considerar apresentar propostas de lei mais duras para quem violar o segredo de Estado.

Agentes federais já contactaram jornalistas do Sacramento Bee para os interrogar sobre artigos relacionados com um caso de terrorismo baseado em documentos secretos. O director do FBI, Porter Goss, proibiu os agentes de falarem com a imprensa e exigiu que os jornalistas sejam forçados a revelar as suas fontes quando se trata de casos que ponham em causa a segurança nacional. Em Fevereiro, o Departamento de Justiça revelou que os jornalistas podem ser condenados, ao abrigo de uma lei sobre espionagem de 1917, por receber e publicar informações classificadas.

Estes acontecimentos vieram degradar ainda mais as relações entre a Casa Branca e a imprensa. Nos últimos meses, vários jornalistas foram forçados a divulgar a identidade das suas fontes no caso Valerie Plame, a agente da CIA cuja identidade foi divulgada pela primeira vez em Julho de 2003, após o seu marido, o ex-embaixador Joseph Wilson, ter acusado a Administração de deturpar informações para justificar a guerra no Iraque. Em 2005, a investigação realizada pelo procurador Patrick Fitzgerald levou mesmo à detenção durante algumas semanas da jornalista do New York Times Judith Miller. Lewis "Scooter" Libby, conselheiro do vice-presidente Dick Cheney, acabou por se demitir, admitindo ter divulgado a identidade de Plame, mas com "autorização" dos superiores.

Fonte:Diário de Notícias
Charlene Izaque

Publicado por estaccs às 09:35 PM | Comentários (0)

ENTIDADE REGULADORA AUDITORIAS PRESENCIAIS "NÃO SE FAZEM NAS REDACÇÕES", GARANTE MINISTRO

Os funcionários da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) são, de acordo com a nova lei, equiparados a agentes da autoridade. Podem "aceder às instalações, equipamentos e serviços das entidades sujeitas à supervisão e regulação da ERC; requisitar documentos para análise e requerer informações escritas; identificar todos os indivíduos que infrinjam a legislação e regulamentação, cuja observância devem respeitar, para posterior abertura de procedimento".

O DN quis saber, junto do ministro da tutela, os limites da actuação destes agentes. Santos Silva garante que "as auditorias presenciais não se fazem nas redacções" e "não incidem sobre material utilizado pelos jornalistas na produção de notícias, uma vez que esse material se encontra coberto pelo direito ao sigilo profissional, expressamente salvaguardado pelo n.º 3 do artigo 53.º" da lei que cria a ERC. "Toda a actividade" do novo regulador "se processa no sentido de verificar a conformidade dos conteúdos informativos, por natureza públicos, veiculados pelos media, com as respectivas exigências legais", sublinhou. "Os conteúdos não são fiscalizados, são apreciados para ver se cumprem as disposições legais", enfatizou.

Como exemplo das diligências que podem levar agentes da ERC às empresas de media, Santos Silva adiantou: a verificação da produção própria de noticiários pelos operadores de rádio e a sua efectiva condução por jornalistas, a preservação das gravações de emissões radiofónicas, a conformidade da titularidade das licenças e autorizações com o exercício efectivo da actividade de radiodifusão, a preservação de registos para efeitos do cumprimento do direito de resposta, entre outros.

"A ERC não teria capacidade" para fazer uma busca como a que o Ministério Público levou a cabo no jornal 24 Horas - e "é muito discutível que os juízes o possam fazer", deixou escapar Santos Silva.

O DN quis perceber quais são os critérios de credenciação destes funcionários da ERC, mas o ministro remeteu a questão para a organização interna do regulador.

Fonte:Diário de Notícias
Charlene Izaque

Publicado por estaccs às 09:35 PM | Comentários (0)

MIA COUTO TOMA PARTIDO POR JORNALISTAS

O escritor Mia Couto, o mais traduzido autor de Moçambique, contestou as exigências de muçulmanos do país de demissão do director e do editor do semanário Savana, classificando-as como uma «ofensa contra as regras da sociedade».

Num artigo publicado naquele semanário, fortemente criticado pelos muçulmanos pela inserção de caricaturas de Maomé, Mia Couto acusa os autores das exigências de se quererem «substituir aos mecanismos que um Estado de Direito confere a quem se crê ofendido».
Afirmando ser contrário à publicação dos cartoons, o escritor e antigo jornalista, considera que exigir a demissão da direcção do Savana «é uma ofensa contra as regras da sociedade» moçambicana.

O Savana, um dos jornais de referência de Moçambique, tem sido alvo de protestos e de pressões por parte de sectores da comunidade muçulmana de Moçambique por ter publicado, a 17 de Fevereiro, sete polémicas caricaturas do profeta.

Logo nesse dia, dezenas de manifestantes cercaram as instalações do jornal, provocando estragos ligeiros e exigindo as demissões do director e editor do jornal, Kok Nam e Fernando Gonçalves, respectivamente.

Dias depois, milhares de muçulmanos concentraram-se em invulgares manifestações em Maputo, Beira e Nampula, repetindo as mesmas exigências, até agora sem resposta por parte da cooperativa Mediacoop, Jornalistas Associados, que detém o Savana e o diário por fax Mediafax.

«Essa reclamação atropela o direito de um jornal poder escolher, manter e defender - de forma autónoma e sem pressões exteriores - os seus próprios dirigentes», considera o autor de «O último voo do flamingo», que recorda que foram pedidas desculpas pelos responsáveis pelo jornal pela publicação dos desenhos.

«Essa admissão de culpa é um primeiro sinal para que o jornal e os dirigentes da comunidade muçulmana se possam sentar e, em diálogo, encontrem formas de garantir que este tipo de abuso não se venha a repetir», escreve Mia Couto, numa crónica sob o título «Em nome dos princípios».

Os muçulmanos, que segundo o último recenseamento representam cerca de 17% dos 18 milhões de moçambicanos, têm grande poder económico, dominando o comércio nas principais cidades, mas essa influência não se estende à governação do país dominada pela FRELIMO desde a independência, em 1975.

Fonte: Lusa

Publicado por estaccs às 07:06 PM | Comentários (0)

50 MILHÕES PARA EXPLICAR BI ELECTRÓNICO

A Direcção Geral da Polícia (DGP) espanhola colocou em marcha uma campanha de 50 milhões de euros com o objectivo de informar os cidadãos sobre o novo B.I. electrónico.

O plano informativo é composto por um site, um número de telefone gratuito para esclarecimento de dúvidas e uma campanha de publicidade.
A iniciativa prolonga-se até 2008 e visa informar os cidadãos sobre as utilidades do novo documento, a forma como este se pode obter, como usá-lo e quais as suas vantagens.

O programa irá estender-se até à entrada em vigor do novo bilhete de identidade. Para o efeito, a DGP de Espanha disponibilizará pessoal especializado para acompanhar os utilizadores e realizar demonstrações.

Fonte: diário Digital

Publicado por estaccs às 07:05 PM | Comentários (0)

JORNALISTA LIBANÊS DETIDO NA SÍRIA

O correspondente em Damasco do jornal libanês Al Nahar foi detido por divulgar supostas novas nomeações nos serviços secretos sírios.

O jornalista Shabban Abud foi detido na quinta-feira e, três dias mais tarde, teve de comparecer perante um tribunal militar. Em causa está um recente artigo que escreveu no Al Nahar sobre várias mudanças de oficiais da Mujabarat síria (serviço de informação).

Acusado de restringir a liberdade de expressão, o regime do presidente sírio, Bashar al-Assad, está sob crescentes pressões internacionais para que introduza reformas políticas no país.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 07:03 PM | Comentários (0)

CENSURA NOS ÓSCARES

O governo chinês proibiu a televisão estatal de divulgar que o Óscar de melhor realizador foi atribuído ao taiwanês Ang Lee pelo filme «O segredo de Brokeback Mountain», informou hoje um jornalista do canal.

«Não se pode falar do filme, a proibição foi instaurada há mais de um mês e hoje reiterada por causa do Óscar» afirmou hoje um jornalista da Televisão Central da China (CCTV), que pediu para não ser identificado. A directora do canal alegou que a «sociedade chinesa não está preparada para lidar com esse tema», referindo-se à homossexualidade dos dois protagonistas do filme.

Embora a notícia de manchete do site da CCTV seja o Óscar de Lee, nenhum dos seus canais nem a agência oficial Xinhua deram a notícia hoje, com excepção do canal CCTV-6, que transmitiu a cerimónia ao vivo, mas não divulgou nenhuma imagem do filme.

Já no final do mês de Janeiro, um responsável da China Film Group, a única instituição que pode autorizar a exibição de filmes no país asiático, assegurou, em entrevista ao jornal Shenzhen Daily, que a película não seria exibida em nenhum dos 1.300 cinemas da China.

«Isso deve-se ao conteúdo sensível: amor entre homossexuais. O facto de ter recebido prémios internacionais não significa que as receitas serão grandes na China», argumentou o responsável, que também pediu o anonimato.

Esta é a segunda vez em dois meses que Pequim proíbe uma superprodução devido ao seu conteúdo, depois de em Dezembro não ter autorizado a exibição de «Memórias de uma Gueixa», protagonizada por duas actrizes chinesas.

«O segredo de Brokeback Mountain», que retrata a história de amor entre dois cowboys, recebeu o Óscar de melhor realizador, melhor banda sonora e melhor argumento adaptado.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 06:29 PM | Comentários (0)

PT SUSPENDE SIC NOTÍCIAS

A Portugal Telecom (PT) suspendeu na quinta-feira a emissão do sinal da SIC Notícias para Angola e Moçambique e apenas a reactivou no sábado.

Segundo a edição desta segunda-feira do Público, a operadora de telecomunicações exige ao canal de Pinto Balsemão que passe a pagar 500 mil euros por ano pelo transporte do sinal entre Lisboa e Madrid, de onde o sinal depois segue para África, através da Multichoice.
A PT deu alguns dias às duas empresas para que cheguem a um acordo, prometendo, até lá, assegurar o sinal para Espanha, mas a SIC contesta a decisão, alegando que este «serviço» sempre foi gratuito.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 11:13 AM | Comentários (0)

PORTO CANAL NO CABO A 23 DE JUNHO

O Porto Canal, um novo canal em sinal aberto na TV Cabo, deverá começar as suas emissões a 23 de Junho, segundo a edição de hoje do Diário de Notícias.

Vocacionado para o Grande Porto, mas sem excluir o resto do País, o novo canal pretende recuperar o espírito da extinta NTV. Bruno Carvalho será o director-geral e Daniel Deusdado ocupará o cargo de director de informação, além de ser responsável por uma das quatro produtoras externas que irão fornecer conteúdos. José Miguel Cadilhe deverá ocupar um lugar na futura administração.

A estrutura física do Porto Canal ficará instalada em Matosinhos, num armazém alugado e os meios tecnológicos serão fornecidos pela espanhola Media Luso.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 11:12 AM | Comentários (0)

A "2" COM NOVA GRELHA

A direcção do canal de televisão 2: vai introduzir uma nova grelha de programas a partir de Abril. «Tudo em Família» e «Causas Comuns» serão substituídos por um novo formato com mais debate e mais informação, segundo a edição de hoje do Diário Económico.

O director da 2:, Jorge Wemans, pretende criar uma nova estratégia para a segunda estação da televisão pública. Para isso, vai extinguir dois programas da actual grelha delineada pela antiga direcção de Manuel Falcão. Tudo em Família» e «Causas Comuns» juntam-se, assim, à saída de «Quiosque», «Magazine» e «Pop Up» que deverão terminar na primeira semana de Abril.

Em substituição, está a ser preparado um novo formato com mais reportagem e mais convidados. Com uma duração de duas horas e meia, o novo espaço contará ainda com a participação de 26 associações e entidades.

A nova estratégia para a estação pública passa também pela programação infantil. O programa «Quiosque» será substituído por outro igualmente dedicado à informação juvenil e o «Magazine», espaço dedicado a informação cultural, passa de diário a semanal.

Fonte: Diário Digital

Publicado por estaccs às 11:11 AM | Comentários (0)

06 DE MARÇO DE 1989

É publicado o diploma legal que determinava a atribuição de alvarás às estações de rádio locais em Portugal.

Publicado por estaccs às 10:44 AM | Comentários (0)

março 05, 2006