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Em Nova Iorque, onde o “Metro” distribui 350 mil exemplares, 80% dos anunciantes são locais. Em Portugal, o “Metro” também tem um gabinete próprio para anunciantes locais (Lisboa e Porto), mas a maioria dos anúncios é nacional.
Quanto aos conteúdos, muitos são internacionais. Os 18,5 milhões de leitores garantem muitas entrevistas exclusivas, como o caso do cantor Moby, do realizador Woody Allen ou de Madona.
Segundo Luís Rebola, estes são conteúdos que valorizam qualquer jornal e que fazem sentido tanto na edição dos Estados Unidos, na de Portugal ou na da Polónia. Em relação ao “Destak”, concorrente em Lisboa,“tem que haver razões diferentes para pegar num ou no outro”, afirma Luís Rebola, que diz ser suficiente “folhear e comparar” para ver que os públicos são diferentes. Uma das ideias que o “Metro” quer fazer transparecer junto dos leitores é a de “cidadania global”.
A mais recente campanha do jornal, ainda presente na imprensa, aproxima um leitor português de um nova-iorquino ou de um parisiense. “O perfil é igual em todo o lado”, explica Luís Rebola. Segundo o director de marketing do “Metro”, foi essa a descoberta do fundador Os “metropolitans” são homens ou mulheres, têm entre 18 e 44 anos. Para fazer sair o jornal, são feitos estudos profundos sobre a movimentação pendular das pessoas, para “que nenhum exemplar volte para trás”.
Fonte: Diário Económico
Publicado por estaccs às fevereiro 25, 2006 11:36 PM
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